Minha lista de blogs

Mostrando postagens com marcador cognição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cognição. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 12 de novembro de 2024

Sobre evolução cognitiva, espécie humana e ateísmo/On cognitive evolution, the human species and atheism

 Se considerarmos como marcos evolutivos as diferenças entre as espécies, quanto à capacidade de compreensão da realidade, diga-se quanto ao que é mais essencial à inteligência, a percepção, então, a percepção humana, que consegue ir muito além de uma perspectiva primária de adaptação e sobrevivência, por exemplo, prestando atenção ou tendo curiosidade sobre tópicos, a priori, não-essenciais, tal como as estrelas no céu, pode ser considerada um grande marco na escala evolutiva da cognição, e isso é particularmente verdadeiro para certas perspectivas, como a realidade da finitude, sobre "tudo" que existe, incluindo a vida, se se trata de perceber algo que parece impossível de ser notado e, especialmente, compreendido por outras espécies e que também apresenta uma importância suprema, justamente nesse sentido, de compreensão de mundo, da própria existência... 


Consequentemente, o ateísmo pode ser considerado uma expressão particular desta evolução cognitiva, de expansão do escopo perceptivo para muito além de uma perspectiva imediata ou limitada à adaptação e sobrevivência. Até porque, se, de acordo com o que tenho pensado e escrito sobre esse tópico, parece que existe uma relação intrínseca entre as crenças humanas que se baseiam em pensamento mágico, principalmente a crença religiosa, e o modus operandi de percepção de todas as outras espécies não-humanas, que eu denominei de autocentrismo, se se consiste em um nível muito básico de percepção de mundo, em que o ser vivo o percebe de maneira muito centrada em si mesmo, em suas próprias impressões (instintivas, emotivas...), ou de maneira definitivamente menos objetiva ou "impessoal". 

No entanto, essa superioridade cognitivo-evolutiva seria apenas específica ao ateísmo em si e não necessariamente a todos os ateus, se existem muitos que apresentam outros tipos, mais discretos ou não, de crenças baseadas em pensamento mágico. Pois essa superioridade é mais provável de ser plenamente verdadeira, pelo menos com base nessa linha de pensamento que tracei, para os ateus mais racionais e que também são os seres humanos mais racionais, por serem os mais realistas, que conseguem construir sistemas de crenças predominantemente baseados em evidências (fatos ou verdades objetivas) e ponderação analítica. Seria tal como comparar a evolução gradual de uma capacidade ao longo de uma linha evolutiva, desde se movimentar até a andar ereto ou voar, por exemplo. Então, teríamos, desde as formas de vida mais primitivas, dotadas de um nível muito primário de alcance perceptivo, até nós (e especialmente os mais racionais ou realistas), que podemos pensar e aprender sobre fatos ou verdades que estão muito além das nossas perspectivas mais primárias e imediatas de sobrevivência e adaptação, incluindo os mais derradeiros, como a igualdade da vida por sua essência e finitude. 




If we consider as evolutionary milestones the differences between species, in terms of the capacity to understand reality, that is, in terms of what is most essential to intelligence, perception, then human perception, which can go far beyond a primary perspective of adaptation and survival, for example, paying attention or being curious about topics that are, a priori, non-essential, such as the stars in the sky, can be considered a major milestone in the evolutionary scale of cognition, and this is particularly true for certain perspectives, such as the reality of finitude, about "everything" that exists, including life, if it is a matter of perceiving something that seems impossible to be noticed and, especially, understood by other species and that also presents a supreme importance, precisely in this sense, of understanding the world, of existence itself...

Consequently, atheism can be considered a particular expression of this cognitive evolution, of expanding the perceptive scope far beyond an immediate or limited perspective of adaptation and survival. Even because, according to what I have thought and written about this topic, it seems that there is an intrinsic relationship between human beliefs that are based on magical thinking, especially religious belief, and the modus operandi of perception of all other non-human species, which I have called self-centrism, if it consists of a very basic level of perception of the world, in which the living being perceives it in a very self-centered way, in its own impressions (instinctive, emotional...), or in a definitely less objective or "impersonal" way.

However, this cognitive-evolutionary superiority would only be specific to atheism itself and not necessarily to all atheists, if there are many who present other types, more discreet or not, of beliefs based on magical thinking. For this superiority is more likely to be fully true, at least based on this line of thought that I have outlined, for the most rational atheists, who are also the most rational human beings, because they are the most realistic, who can build belief systems predominantly based on evidence (facts or objective truths) and analytical consideration. It would be like comparing the gradual evolution of a capacity along an evolutionary line, from moving to walking upright or flying, for example. Then, we would have, from the most primitive life forms, endowed with a very primary level of perceptive range, to us (and especially the most rational or realistic ones), who can think and learn about facts or truths that are far beyond our most primary and immediate perspectives of survival and adaptation, including the most ultimate ones, such as the equality of life by its essence and finitude.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Capitão óbvio [ou quase óbvio] e repetitivo atacando novamente...

Cognição é uma ação [para explorar determinado espaço-tempo]
Emoção é uma reação [auto-julgamento ou auto-avaliação com base na cognição]

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Preconceito cognitivo ou emotivo

Será que só existem os preconceitos cognitivos?? Vou especular sobre isso. 

Primeiro, o que é preconceito cognitivo?

Como quase sempre faço, e de metido ou presunçoso, o conceituarei sem a ajuda de cartas, universitários ou dicionários online, já que o farei ao meu modo, pretensamente mais preciso. 


Preconceito, como eu tenho comentado, ou não, para dizer a verdade eu nem me lembro direito, seria o pensamento indutivo usado no cotidiano, em que, ao invés de buscarmos compreender uma dada situação, via observação, análise e crítica, possivelmente neutras, "deduzimos' via indução, produzindo linhas de achismo com base no conhecimento que temos [ou mesmo, e o mais provável, com base em nossos próprios instintos, com os conhecimentos que herdamos].

 Até posso pensar nisso por outros dois modos: instinto e simpatia

Os instintos são os comportamentos com os quais nascemos. Por exemplo, se eu sou mais emotivo desde que me conheço por gente, então isso se consistirá em um instinto ou pré-disposição para agir/ser desta maneira. Não é algo que aprendemos, que conseguimos controlar com facilidade, e que dependendo dos traços, definirá parte significativa de nossas personalidades

Simpatia: Talvez, se houver um outro blogue, falarei bastante dela, e de sua nova cara a partir do meu conceito. Esta seria, portanto, de acordo "comigo", em um mecanismo de sensibilidade, à priore, a contrastes, e claro, a partir de nossas perspectivas, que são avaliados subjetivamente. Tal sensibilidade, então, nos ajudaria a diferenciar os elementos que são mais favoráveis para a nossa sobrevivência, daqueles que não são

A simpatia é esse mecanismo. 

Os instintos seriam os comportamentos que, quando em ação conjunta, e sempre estão, usariam a simpatia para dividir ou diferenciar o mundo em "us and them". E talvez também em ''unknown''

E o preconceito?? 

O instinto é o comportamento inato. ok. 

A simpatia é parte (importante) do seu mecanismo [mas também da razão, quando à ela se acopla, e sempre faz]. ok. 

E o preconceito é o resultado dos dois e claro, mais intimamente da simpatia. 

Não a confundamos com empatia, outro tópico que me é de interesse e que também comentarei, bastante, no próximo e tão prometido novo blogue [aliás, algo que já fiz por aqui, de outras, e menos precisas maneiras].  Apesar desta se consistir em uma evolução da simpatia, ainda não são a mesma coisa, claro, pois seria como dizer que, pelo calor ser uma evolução do frio, por serem ambos temperaturas, então seriam os mesmos.

Cognição: faz um tempo que tenho tentado e acho que não tenho conseguido, compreender as diferenças entre a cognição e a emoção, ou o tenho feito de modo disperso e desorganizado. Se pudéssemos nos ver como uma máquina, com um coração, então, parece óbvio que a cognição seria a primeira e a emoção o segundo.


 Mas prefiro me aprofundar razoavelmente de outra maneira, pelas ideias de ação e reação. 

A emoção é sempre uma reação, uma resposta, do que uma deliberação, ainda que também possa se manifestar durante o processo de raciocínio e/ou a partir de uma ação mais elaborada [ainda assim, agindo sempre desta maneira, como julgamento/reação qualificativa aos padrões sentidos e/ou percebidos]. 

A emoção portanto parece ser mais instintiva do que a cognição, especialmente a humana. A cognição por sua vez seria tudo aquilo que se relaciona ao raciocínio: à memória e para diferentes tópicos (informações pessoais, interpessoais e impessoais); aos estilos de pensamento, que inevitavelmente induzem a comportamentos, por exemplo, se é mais lógico ou mais divergente, e aos tipos de pensamento ou melhor, especializações: verbal, espacial, etc... 

É elementar de se constatar que a emoção atuará junto à cognição. A cognição é a percepção, e a emoção é o julgamento daquilo [interações exteriores//fatos] que foi percebido, pelos sentidos, e também aos nossos próprios estados biológicos, aliás, emoção e simpatia, por esta via de observação e análise, estariam excepcionalmente próximas em significados, com dois diferenciais possíveis

- de pertencerem a diferentes espectros, a simpatia ao espectro da consciência (com senciência, empatia e autoconsciência) e a emoção ao espectro do raciocínio (com a cognição); 

- e da emoção vir primeiro que a simpatia, por ser uma reação qualificativa e a simpatia, mais atrelada ao contexto, como um produto da emoção

''Eu tenho simpatia por ti'' é o mesmo que ''eu estou emocionado''??

Eu não sei realmente, acho que a simpatia seria uma ação, propriamente dita, enquanto que a emoção sempre seria uma reação, e/ou, a simpatia como uma emoção direcionada ou deliberada.

A emoção especificamente como julgamento de padrões, e a simpatia, como percepção ou reconhecimento e julgamento de padrões, ambas diretamente relacionadas com a sobrevivência, se são mecanismos absolutos aos nossos comportamentos, se as 'usamos' a todo momento, inclusive nos de inércia relativa.

A emoção, talvez, como a combustão que gera o fogo, e a simpatia como a maneira com quê o fogo reage ao estado atmosférico em que está 'interagindo'. Ou, finalmente eu tenha que admitir que sejam quase a mesma coisa [praticamente o mesmo nível de similaridade que felicidade e alegria], a partir de minhas reinterpretações



(O -_- o)
Pois é....

Portanto agora vamos buscar especular quanto à uma possível existência do preconceito emotivo e diferenças com o cognitivo. 

Pensar versus reagir 

Se eu nasci e/ou demonstro desde cedo uma maior tendência de reatividade ou emotividade, então eu devo ser mais instintivo neste aspecto. Falamos preconceito porque é anterior à presença da linguagem e/ou do processo de conceituação, isto é, o pensamento[raciocínio] que é essencialmente não-verbal [instintivo].

Se eu nasci ou demonstro desde cedo aptidão verbal e déficit na área de matemática, então, este será o meu perfil cognitivo, que também é um preconceito, porque veio antes da linguagem. Isto é, não foi, absolutamente falando, apenas a educação de baixa qualidade ou mesmo a minha desmotivação, que me fez ser desequilibrado em minhas aptidões mas, primeiro de tudo, os meus preconceitos cognitivos [bases inatas de comportamento cognitivo]

Portanto, todos nós temos preconceitos, e sem um contexto, eles farão nem bem e nem mal, porque quase toda palavra abstrata assim o é, ao menos no princípio, de antes de ser aplicada e misturada à circunstâncias, e de adquirir atribuições ou qualidades a partir delas.

Preconceito como sinônimo imperfeito para a ignorância

Por que as pessoas usam tanto essa palavra?? E tendenciosamente, de maneira tão vaga??

Primeiro, porque "as pessoas", em média, assim o fazem com a maioria das palavras de maneira geral e em especial quando são socialmente persuadidas

Segundo, porque o preconceito pode ser aplicado como sinônimo imperfeito de ignorância, acusando outrem de atribuir valores por si mesmos, por seus instintos, e não por "conhecimento'. No entanto... eu já devo ter comentado, e com certeza o farei novamente, que os nossos instintos também são conhecimentos, só que são transmitidos geneticamente, ao invés de apreendidos, e mais crus ou primários, e mesmo no caso dos conhecimentos tradicionalmente adquiridos, já apresentam pré-condições para que essa apreensão possa ocorrer, de novo o exemplo das capacidades verbais. Se eu não nasci com tais capacidades, diga-se, em alto nível, então é muitíssimo pouco provável que conseguirei apreender, durante a minha vida, um vocabulário robusto e ''correto', e/ou que também conseguirei ser um articulista verbal prodigioso, pelo menos quanto à escrita, porque em termos orais ou diretamente sociais, de interação, não é incomum encontrarmos tais tipos oralmente talentosos, e desprovidos dessas capacidades verbais mais abstratas, a esses níveis, e eu especulo que sejam produtos de uma evolução maior da inteligência verbal oral, anterior à escrita ou abstrata.

Faz algum tempo eu "culpei" a simpatia como causa fundamental para o preconceito e não estou errado. Agora percebi por meio desse texto o quão próximo do instinto ele [e ela] se encontram. 

Pois então, parece que existem os dois tipos, isto é, que também existe o preconceito emotivo, até por razões óbvias, por se consistir em um produto da simpatia, que por sua vez, é um dos produtos do instinto ou um tipo de instinto em si mesma, mas dotada de um termo que salienta essas diferenças sutis de "etapas", tal como dar nomes às ruas que são mutuamente subsequentes mas tendo em mente que são construções semânticas possivelmente mais artificiais do que representações reais ou de realidades absolutamente diferenciadas ou atomizadas em si mesmas.

Seria mais interessante buscarmos saber se, apesar dos dois preconceitos se diferenciarem, como parece ser, quase sempre colaborarem entre si para resultar no mesmo produto, isto é, que não seja possível de diferenciar as suas influências...


No entanto, talvez, a melhor maneira de diferenciação [em que um terá maior influência de causa do que o outro] se dará entre os tipos mais emocionalmente frios e em relação aos mais emocionalmente quentes, pois os primeiros, ao invés de sofrerem maior influência de suas emoções/sistemas instintivo-avaliativos, o fariam a partir de suas cognições/sistemas instintivo-perceptivos.

Se conseguiu chegar até aqui depois desta nova confusão, parabéns, você é um vencedor!!

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Baixa capacidade cognitiva reduz o tempo de vida??? Correlação não é....

.... Mas se existem pessoas com menores capacidades cognitivas que vivem muitos anos ou acima da média, e aquelas com maiores capacidades que vivem pouco, então obviamente estaremos falando de correlação porque... a primeira variável está reprodutivamente associada à variável tempo curto de vida e/ou melhor, pode ser que encontra-se centralizada também nos aspectos mais salientes do homem típico do que da mulher típica, já que neste cenário ele deve apresentar grande sucesso reprodutivo e contra o tempo que lhe será em média ''encurtado''. 

O mesmo em relação à longevidade feminina, será**


No mais, é isso, uma maior inteligência pode ser parcialmente causal para uma maior longevidade, mas isso não significará que não haverão pessoas de menor capacidade cognitiva [abaixo da média, padrão-Greenwich] (geral) com melhor ''fitness biológico'', mas que, aqueles com esses fenótipos serão mais propensos para apresentarem maior ''fitness reprodutivo''/ maior capacidade reprodutiva, potencialmente reduzindo o ''fitness biológico''. E que, em populações onde tem havido uma maior seleção PARA o homem, ou maior pressão seletiva no sexo masculino, pode acontecer [ou não, absolutamente especulativo] que as suas características, mais atreladas ao ''fitness reprodutivo'' do que ao ''biológico'' [e que não são a priore, absolutamente determinativas, isto é, são produtos dos processos seletivos que podem ser alterados com modificações nesses processos e/ou ênfases seletivas], possam prevalecer também chegando a afetar ''o outro sexo''. 

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Comportamento normativamente masculino = grande insegurança E reatividade imunológica

A personalidade (e em combinação com a cognição) como uma extensão das reações do sistema imunológico.

Por que o homem discrimina mais?? Ou é menos agradável do que a mulher?? 

Estamos a TODO momento lutando por nossas próprias sobrevivências. E portanto a todo momento os nossos sistemas imunológicos estão avaliando a realidade circundante, calculando pós e contras e induzindo reações ou respostas cognitivas e emocionais. Essas reações constantes até às mais agudas refletem parte inexoravelmente importante de nossas personalidades bem como também de suas razões ou propósito. 

A própria inteligência em um sentido incompletamente psico-cognitivo ou centralmente cognitivo pode ser considerada, talvez, como uma extensão altamente sofisticada do sistema imunológico. Portanto eu estou propondo talvez de maneira

desgostosamente não-original que, personalidade e cognição, e/ou os comportamentos que se originam delas, se consistem, em palavras curtas, na extensão do próprio sistema imunológico se a sobrevivência é um dos aspectos fundacionais que sustentam e mantém a própria vida, e parece óbvio pelo menos para mim, por agora, de se pensar, que uma das bases para o comportamento seja justamente a resposta "auto-imune" já que respondemos aos padrões por nós mesmos, por nossos próprios maquinários biológicos. 

Portanto em média ou normativamente falando, os homens parecem ser mais propensos a comportamentos histriônicos [ou reações histriônicas] incluindo aí a discriminação por tenderem a apresentar sistemas imunológicos ao mesmo tempo mais fracos OU inconstantes se comparados com os das mulheres e também por serem forçados (como produtos de processos seletivos anteriores genético-culturais) a se exporem à uma maior miríade de riscos do que as mulheres, reforçando uma possível tendência ao hiperbolismo reativo ''autoimune'. Esses dois fatores podem ser contribuidores para a redução da empatia interpessoal receptiva entre os homens tanto no sentido de frequência quanto no sentido de competição interna, isto é, o homem médio sendo menos receptivamente empático [comportamentos mais suaves especialmente no lido social], menos homens excepcionalmente-receptivamente empáticos e tendo como resultado em um aumento da competição masculina, com muitas das mais óbvias ou gritantes consequências como por exemplo as guerras.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Superdotado cognitivo= busca por fatos; superdotado psicológico = busca por valores (fatos morais)

Partindo do pressuposto que toda ação humana não-predatória/não-parasitária (não-hiper egoísta) vise a idealidade do mutualismo... da mesma maneira que a ciência busca pela verdade dos fatos, a filosofia encarregaria de buscar pela verdade dos fatos pessoais e interpessoais, transformados em valores, em pré-definições de operacionalidades ou comportamentos. Tal como uma espécie de engenharia perfeccionista do pensamento e do comportamento, que, tal como a engenharia civil, que busca construir prédios perfeitos em suas sustentações e funcionalidades, isto é, tendo-as como idealidades, o mesmo aconteceria com a filosofia, diga-se, a mesma, em sua centralidade conceitual, em seu núcleo prático. 

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Ambientes mais perigosos a longo prazo podem selecionar por maiores capacidades cognitivas mecanicistas...

Se o ambiente não é perigoso ou difícil a longo prazo então tenderá a selecionar por atributos sociais//dos indivíduos, porque de qualquer maneira acabará exigindo por maior cooperação mas também ou principalmente por maior competitividade reprodutiva/social, ou capacidades cognitivas mentalistas. E reprodução~ R

Também talvez devêssemos pensar que, 

maior a competição social//sexual dentro de uma população, maior a seleção por atributos psicológicos [''do' indivíduo, de sua personalidade] do que por atributos cognitivos [''do' indivíduo em relação ao ambiente, em suas capacidades intelectuais extrospectivas].

Exemplo: africanos subsaarianos

Se o ambiente é perigoso ou difícil a longo prazo então tenderá a selecionar por atributos adaptativos do indivíduo em relação ao seu ambiente resultando por exemplo em maiores capacidades cognitivas mecanicistas. E reprodução ~ k

Exemplo: eurasiáticos 

Ou também com base do nível de biodiversidade inter e intra espécies...

Ambientes muito frios/ difíceis a longo prazo reduzem a diversidade fenotípica [maior pressão seletiva] e consequentemente aumentam a homogeneidade podendo resultar em maior cooperação de grupo particularmente em espécies mais sociais se todos serão mais parecidos ou menos diversos aumentando o desejo de cooperação.


Por lógica ou não, ambientes muito difíceis a longo prazo tenderão a forçar a espécie (social) para uma maior cooperação ou irá direciona-la para objetivos em comum,  é aquelas: ou cooperamos ou perecemos.  OU, aquilo que falei acima, ambientes muito complicados reduzem a diversidade fenotípica e em espécies sociais, que precisam cooperar entre si para sobreviver, isso poderá resultar em um aumento da cooperação, talvez em especial por causa desta redução na diversidade...

Em compensação uma menor dificuldade ambiental para a adaptação e a espécie poderá buscar por atributos mais em si mesma em termos de comportamento [mentalista] do que em-relação-ao ambiente [mecanicista], principalmente se houver maior competição interna.

É aquelas

Competição da espécie contra o ambiente, buscando sobreviver = maior seleção de atributos biológicos melhor atrelados à essa tarefa.

Competição individual, interna, ou mesmo, ''da espécie contra si mesma'' + alguma necessidade ainda muito importante/mas fracionada de luta contra o ambiente, buscando sobreviver = seleção mista de atributos biológicos tanto para competir sexualmente ou socialmente quanto para se adaptar ao ambiente.


A personalidade//inteligência emocional ou introspectiva (não universalmente ideal/mais desenvolvida mas contextualmente ideal) é uma das principais armas na competição sexual e em um cenário menos rigoroso será mais selecionada do que a cognição ou inteligência extrospectiva. E também reduz a seleção de cooperadores/beta, ou mantém este tipo em proporção menos frequente, e aumenta a seleção a de competidores/alfa.

OU ...

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Breve prensamento sobre a ''co-evolução gene-cultura''...

A cognição, freqüentemente falando, segue a personalidade que segue a cultura que segue a biologia + ambiente [lugar] ou ''co-evolução gene-cultura''...

Reconhecimento de padrões = se você é mais verbalmente capaz do que espacialmente, então você provavelmente seguirá [não necessariamente para entender] mais os padrões verbais [narrativa//audição] do que os espaciais [visão]...

Maior é a sua assimetria entre capacidades verbais e não-verbais mais você sobreporá uma em relação à outra, para interpretar, e não necessariamente para entender, e interagir, com a realidade em que você está.

Estou fortemente direcionado à abordagem verbal sobre a não-verbal, mas isso não significa que eu seja pobre em compreensão factual///heurística [creio eu].

domingo, 12 de novembro de 2017

Quem quer ser um filósofo OU um cientista**

estilos cognitivos diferentes [maiores proclividades //e desafios]

filósofo: holístico

cientista: detalhista


filósofo: preocupado/ ético

cientista: pragmático


filósofo: [cognitivamente] verbal

cientista: [cognitivamente] geral


filósofo: hiper-realista

cientista: realista


filósofo: intermediário entre culturalismo e naturalismo

cientista: naturalista


filósofo: direitos

cientista: deveres


filósofo: meio feral

cientista: meio domesticado


filósofo: espectro psicótico//desordens emotivas

cientista: espectro autista

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Cognição qualitativa: nível qualificativo de capacidade

Em condições ideais: Por QI (geral ou especifico) EM MÉDIA 

Predominantemente manual/minoritariamente intelectual: 90-80 ou <

Manual e intelectual equivalentes: 90-100

Princípio do predomínio intelectual: 100-110

Nível de professor: armazenador e transmissor de conhecimentos (a Priore):


110-120

Nível acadêmico/ pesquisador ou proto-cientista: intermediário entre o professor e o cientista 
115-130

Nível de cientista: investigador/analisador e potencial criador técnico/realista de novos conhecimentos ou fronteiras dos conhecimentos existentes

120-140

Nível de filósofo: investigador/analisador e potencial criador moral/transcendentalmente evolutivo ou hiper-realista de novos conhecimentos ou fronteiras dos conhecimentos existentes 

110-130

Nível de artista (separado dessa hierarquia): 110



Nível de predomínio da consciência/razão sobre a subconsciência/instinto


Em média (em condições características ou ''média característica'')

Subconsciente = instintos
Consciente = proto-razão 

Trabalhador braçal: subconsciente sobre o consciente

Artesão: Subconsciente sobre o consciente

Profissional ou trabalhador comum, equivalente manual e intelectual: Subconsciente sobre o consciente

Professor: Subconsciente e consciente equivalentes 

Professor acadêmico: Subconsciente e consciente equivalentes 

Cientista: Consciente acima do subconsciente 

Filósofo: Domínio exponencial do consciente sobre o subconsciente 

Artista: Subconsciente sobre o consciente ou equivalentes

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Repeteco: maior a altura, maior a queda... você é psicologicamente estupido??

Todo mundo é estupido, mediano e inteligente, dependendo pra quê, e eu já falei sobre isso. Geralmente associamos o espectro da inteligência aos seus valores quantitativos e cognitivos. No entanto parece ser elementar de perceber que também se pode ser psicologicamente estupido, mediano e inteligente, que também já falei. Quando negamos obviedades ao ponto de passarmos a crer em realidades factualmente alternativas, parece ser pouco provável que se dará por causa de nossas capacidades de raciocínio ou de reconhecimento de padrões. 

A estupidez psicológica explicaria a existência de pessoas com comprovadas capacidades cognitivas acima da média mas que exibem insegura a pouco precisa compreensão factual [combinação entre o reconhecimento de padrões minimamente corretos e constante uso igualmente correto do julgamento emocional, que os julga]. Claro que quando falamos de obviedades na maioria das vezes nos referimos aos fatos mais alcançáveis, que estão na espinha dorsal da macro realidadeDesde os fatos pessoais aos mais impessoais que são mais facilmente detectáveis/trabalháveis. 

Apofenias temporárias são possivelmente causadas tanto pelo reconhecimento de padrões equivocado/cognitivo quanto pelo julgamento emocional/psicológico igualmente equivocado. E são universais porque todo mundo tem [mesmo os mais sábios] e talvez seja uma constante em relação à compreensão factual. 

Em compensação apofenias permanentes, vitalícias ou de longo prazo, difíceis de serem percebidas, se consistem em algo mais profundo e/ou mais psicológico. A grande maioria das pessoas são variavelmente vulneráveis para condensar e calcificar incompreensões factuais por toda a vida. Neste caso o que vale mais é o grau de severidade das mesmas, o quão problemáticas elas podem ser para aumentar o risco de morte para o indivíduo, a priore.

 Pessoas minimamente racionais podem mudar de opinião ou ponto de vista quando percebem que estão factualmente equivocadas.

Quando me refiro à estupidez/desordem psicológica eu falo desde as nossas capacidades reativas emocionais mais instintivas ou inatas/estereotípicas [instabilidade emocional por exemplo], até ao uso literal da cognição/reconhecimento de padrões conjuntamente com o "sistema emotivo/reativo aos mesmos" tendo como intuito, não necessária ou diretamente a compreensão factual, mas o controle dos ímpetos mais instintivos, para que então, deste jeito, se possa buscar pela mesma. Até ouso chamá-la de estupidez/desordem INTELECTUAL [cognitivo + psicológico].


Não temos uma interação direta com a realidade porque existe uma barreira natural da vida que são os nossos instintos, as nossas bases de procedibilidades comportamentais/filtros perceptivos. Ao nos expormos, inevitavelmente, à realidade, as informações ou padrões que capturamos, são imediatamente processadas ou filtradas por nossos sistemas orgânicos, realidade essa que não é, obviamente, apenas do ser humano mas que, com certeza, se expressará de modo mais sofisticado neles. 

Os testes de qi, o método mais popular e válido (porém incompleto) para mensurar a inteligência, o faz especialmente em relação aos valores cognitivos e quantitativos e não apenas isso porque muitos daqueles que os defendem contra os seus críticos mais inflamados e eu diria mais, mais "ideologicamente" enviesados, chegam ao ponto de afirmar que a inteligência é basicamente a cognição e que a personalidade ou psicologia se consiste em outro departamento.


 Já rebati essa afirmativa muito popular entre os psicométricos umas trocentas vezes aqui no blog. Ao negligenciar a constante interação entre a cognição e a psicologia/personalidade, os psicométricos passam também a produzir explicações/desculpas para o porquê de tanta gente (cognitivamente) inteligente (geralmente com pontuações de qi acima de 120) cometerem tantos equívocos em relação às suas compreensões factuais mais importantes? E muitas destas explicações são na verdade "racionalizações" sobre o porquê de muitos indivíduos comprovadamente mais inteligentes no aspecto cognitivo demonstrarem problemas graves de compreensão factual e em especial em relação à espinha dorsal da macro realidade [tudo aquilo que mais importa]. 

Maior é a altura ou o tamanho, maior a queda 

Sem o autoconhecimento sempre sendo trabalhado, nos tornaremos cada vez mais cegos em relação àquilo que vai contra as nossas crenças ou pontos de vista, em especial quando não forem factual e moralmente corretos. Em outras palavras, passaremos a usar nossas cognições para justificar aquilo que  nossas psicologias julgaram como o correto, sem ter plena certeza. Quase sempre serão fatores morais que provocarão esta discordância entre expectativa pessoal e realidade. E aqueles que são muito cognitivamente inteligentes serão ainda mais vulneráveis a partir do momento em que suas capacidades psicológicas ou intelectuais/psico cognitivas estiverem aquém em comparação às suas capacidades cognitivas mais superlativas. Tal como a analogia do gigantismo, tem o tamanho, mas não tem a agilidade.

sábado, 7 de outubro de 2017

Inteligência total e circulante em analogia aos hormônios sexuais

Sabedoria = inteligência geralmente acima da média e muito circulante/constante

''Inteligência''/cognição/QI = tamanho ou "inteligência cognição /total"

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Forças, medianidades, fraquezas e aquele métodos

0 a 0,3 = baixo grau de expressividade 
0,4 = médio baixo grau 
0,5 = médio ou grau muito variável 
0,6 = médio alto grau
0,7 a 1 = alto grau de expressividade

E estimativa com o tipo médio 

Biológico
Físico
Psicológico
Cognitivo 

Biológico (até agora) 

Basicamente o sistema imunológico 

Fraquezas: ~ 0,4-0,5
Medianidades: ~ 0,9
Forças: ~ 0,3-0,4


[indivíduo 'médio']


Fraquezas: 0,3-0,4
Medianidades: 0,9
Forças: 0,5

Explicação: 

Até hoje, desprezando vacinas, ambiente limpo ou relativamente baixa exposição a patógenos, sem contar aqueles que estão contidos em poeira por exemplo, nunca padeci de qualquer doença muito séria, graças à...sorte?? Mas o conjunto da obra também não é lá...uma Brastemp... então chutei-me um "sistema imunológico" mediano, com fraquezas no limite da tolerabilidade mínima e forças não muito...fortes, já que sou bem mais mediano, creio eu. Claro que este chute pode sofrer alterações no futuro (ai de mim!!)

Físico (resistência física/ musculatura/vigor físico)

Fraquezas: 0,7??
Medianidades: 0,5
Forças: 0,3-0,4


Fraquezas: 0,3-0,4
Medianidades: 0,8
Forças: 0,5-0,6

Explicação:

Sim eu sou consistentemente preguiçoso como já devo ter comentado, não desenvolvo músculos com grande facilidade [sequer os tenho, de fato] e ainda sou fisicamente fraco. A fraqueza venceu, meu povo!! 0,7 de acordo com a minha "regrinha de três" está de ótimo tamanho porque além desse valor e teremos níveis crônicos e/ou patológicos de preguiça/cansaço físico, debilidade física geral, e pelo menos isso eu não tenho, to lá na esquina, bem perto, mas "ainda" não tenho. Já culpei minha hiperatividade mental mas talvez não seja apenas isso se temos workaholics que geralmente são hiperativos nos dois. 

Psicológico

Fraquezas: 0,7
Medianidades: 0,7
Forças: 0,7


Fraquezas: 0,4-0,5
Medianidades: 0,9
Forças: 0,4-0,5

Explicação 

Será?? 

Sou opostos, muito emocionalmente instável mas também muito emocionalmente estável (ou talvez seja só pedantismo). Forças e fraquezas psicológicas parecem estar páreo a páreo no meu caso. 

Cognitivo 

Fraquezas: 0,7
Medianidades: 0,8
Forças: 0,6-0,7


Fraquezas: 0,4
Medianidades: 0,9
Forças: 0,3

Explicação:

Em minhas fraquezas (matemática por exemplo) eu sou um tropeço de "burro". Já comentei que minhas habilidades matemáticas estacionaram na sexta série né?? Sabe quando a gente está começando a aprender a resolver problemas matemáticos?? Então, parei por aí. 

Em relação às minhas medianidades eu acredito que esteja bem ... mediano, mas sinceramente não sei muito bem onde que eu seja mediano. Bem, talvez em algumas especialidades tipo história/tempo?? Ainda que, em história, eu acredite que esteja acima da média, mas nada de muito maravilhoso. 

Em minhas forças eu chutei 0,5-0,6, salientando uma natureza possivelmente variável ou bem assimétrica, de ser muito bom e talvez também ruim nos mesmos departamentos, depende do naco que estivermos falando.

domingo, 17 de setembro de 2017

Constância versus tamanho: as diferenças entre sabedoria e inteligência [geral]

Novamente, mas a partir de uma abordagem semântica discreta porém original em relação ao que tenho falado sobre esse assunto.

Inteligência [geral] [o conceito mais estreito ou ''cognição'']: tamanho. 

Quão grande é a sua inteligência.


Sabedoria: constância.


Quão constante/precisa é a sua inteligência.


domingo, 27 de agosto de 2017

Vinculando as ''inteligências não-cognitivas'' com as ''inteligências cognitivas''

Inteligência emocional [intrapessoal e interpessoal] = um tipo de inteligência verbal [geralmente de natureza oral/auditiva, memória verbal]

Sub-inteligência musical = inteligência sinestésico-corporal/motora [sistema nervoso periférico e central] === inteligência verbal/matemática [composição das músicas, memória verbal, etc] 

Inteligência naturalista/científica = inteligência verbal, espacial, matemática 

Inteligência existencial/filosófica [derivada da intrapessoal, especialmente] = inteligência científica === inteligência verbal

Elementar de se re-constatar que todo tipo de capacidade humana deriva do reconhecimento de padrões e da verbalização/símbolo-associação desses padrões via ''inteligência' verbal.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Sobreviver (cognição) e reproduzir (personalidade/psicologia)... Porém entre humanos....

Seres vivos não-humanos, geralmente [ou não], exibem uma espécie de divisão psico-cognitiva de tarefas muito bem estabelecida em que o aspecto cognitivo serve especialmente para a sobrevivência e o aspecto psico-sexual para a reprodução. No entanto entre os seres humanos parece que essa divisão de tarefas encontra-se muito menos rígida ou mais embaralhada, por um lado aumentando a sua complexidade ou plasticidade comportamental e por outro lado tornando-os muito mais vulneráveis para a tomada de atitudes desordenadas ou que renegam a verdade especialmente àquela que é onisciente, onipresente e onipotente [espinha dorsal da macro realidade].