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quinta-feira, 14 de agosto de 2025

Uma das minhas maiores decepções: pessoas "mais inteligentes"

 Prometem muito e entregam pouco ... Especialmente em termos emocionais e racionais 


A minha experiência pessoal e a minha impressão geral em relação a essas pessoas, que são reconhecidas como altamente inteligentes, por critérios convencionais, não têm sido boas. Porque eu tenho esperado delas que fossem mais racionais ou sensatas, criativas e emocionalmente inteligentes. Enfim, de acordo com o próprio conceito de inteligência humana, presente em qualquer dicionário. Só que, pelo menos no meu convívio e também com base em minhas observações sobre grupos tipicamente "de alto QI", o que eu tenho percebido é o oposto do que se espera desses que são socialmente considerados os "mais inteligentes". Se, ao invés da sensatez, eu tenho percebido neles uma forte atração ou vulnerabilidade para a doutrinação ideológica, e isso geralmente significa um apego desmedido a crenças irracionais; ao invés da criatividade, eu tenho percebido neles uma tendência para a rigidez cognitiva, por parecem mais tacitamente intolerantes ou incapazes de lidar com opiniões destoantes, por talvez não terem uma capacidade plenamente desenvolvida de autocrítica, que não se resume a uma autorreflexão pouco objetiva e imparcial e que, por sua vez, resulta em um apelo constante à racionalização de pensamentos e ações, inclusive dos próprios equívocos. E, por fim, uma impressão de tendência para a frieza ou o desequilíbrio emocional entre eles, isto é, de uma capacidade limitada para entenderem contextos pessoais ou emocionais, dos outros e de si mesmos, que torna suas relações sociais mais difíceis. Enfim, eu tenho percebido neles, variações (qualitativas) de um mesmo fenômeno, a estupidez, que, em teoria, não se esperaria ver com mais frequência no grupo considerado o "mais inteligente". Cientistas//acadêmicos, jornalistas, professores, artistas de alto nível... 

sexta-feira, 8 de agosto de 2025

Um truque comum entre indivíduos "de alto QI"/A common trick among "high IQ" individuals

Talvez o truque mais comum, é o de racionalizarem suas deficiências (comprovadas ou comprováveis) em outras facetas da inteligência humana, além das capacidades técnicas em que tendem a ser excelentes, nomeadamente de inteligência emocional e de racionalidade. Em outras palavras, de racionalizarem suas crenças irracionais e/ou julgamentos insensatos com explicações inteligentes, pelo uso de suas altas capacidades cognitivas quantitativas, especialmente as linguísticas, mas que os mantêm à margem de um desenvolvimento mais robusto de suas capacidades racionais e emocionais, ou capacidades qualitativas... Paradoxalmente falando, é o mesmo que usarem as capacidades cognitivas em que são mais inteligentes, mas contra outras capacidades, para continuarem menos inteligentes do que poderiam ser, inclusive em um sentido mais objetivo e decisivo de inteligência, que é a própria razão... Claro que tendem a fazer isso sem ter o pleno entendimento do que estão fazendo, de que estão se prejudicando intelectualmente, talvez um custo-benefício que, para eles, valha a pena, se costuma estar associado com a adaptação social especialmente em contextos humanos tipicamente dominados pela irracionalidade.


Perhaps the most common trick is to rationalize their deficiencies (proven or provable) in other facets of human intelligence, beyond the technical capabilities in which they tend to excel, namely emotional intelligence and rationality. In other words, rationalizing their irrational beliefs and/or senseless judgments with intelligent explanations, using their high quantitative cognitive capacities, especially linguistic ones, but which keep them on the margins of a more robust development of their rational and emotional capacities, or qualitative capacities... Paradoxically speaking, it's the same as using the cognitive capacities in which they are most intelligent, but against other capacities, to remain less intelligent than they could be, including in a more objective and decisive sense of intelligence, which is reason itself... Of course, they tend to do this without fully understanding what they are doing, that they are harming themselves intellectually, perhaps a cost-benefit that, for them, is worth it, if it is usually associated with social adaptation, especially in human contexts typically dominated by irrationality.

terça-feira, 12 de novembro de 2024

"Trump é ruim, mas Kamala é boa" (um teste específico de inteligência emocional/ingenuidade) /"Trump is bad, but Kamala is good" (a specific test of emotional intelligence/naivety)

 Que Donald Trump está longe de ser o melhor ser humano do mundo, isso é muito óbvio. Agora, que Kamala Harris também não se qualifica nessa categoria e, nesse sentido, se equipara a Trump, pode não tão ser evidente assim. De qualquer maneira, é perfeitamente possível compilar evidências de que essa mulher também não tem caráter (desprezando que, na atual conjuntura política dos EUA e do mundo ocidental, Trump acabaria caindo em uma posição política ou elegível de "menos pior" se comparado a ela), de que ela, tal como é típico de sua trupe ideológica, se passa de boa samaritana, defensora dos pobres e oprimidos, mas, na verdade, é uma hipócrita profissional, carreirista política dedicada (do tipo que já está há muitos anos mamando nas tetas do governo/estado americano), além de também não apresentar intelecto suficiente para administrar uma cidade, estado ou nação, se defende muitas políticas públicas claramente problemáticas que não se baseiam em evidências, fatos ou razão, que não resolvem, mas causam novos problemas, que são injustas... 


Portanto, é possível por esses dois analisar o nível de inteligência emocional e que também pode ser um teste específico de capacidade racional, de julgamento, em que julgar o caráter (personalidade, histórico, intencionalidade...) de Trump, um homem de negócios tipicamente ganancioso e egoísta, parece mais fácil do que fazê-lo com Kamala. Mas conseguir perceber o que está além das aparências é um teste mais robusto de inteligência, não apenas de inteligência emocional, e nesse teste, quem julga Kamala como muito melhor que Trump, ou até como uma pessoa conclusivamente de boa índole, está demonstrando ter um alto nível de ingenuidade, que talvez possa indicar um cenário pessoal mais generalizado, em que as aparências tendem a enganar mais frequentemente. É a diferença de apenas constatar o que se vê, com a necessidade de ter um maior esmero e ver, não o que se vê de primário ("eu sou a favor da solidariedade com imigrantes e refugiados"), mas no que não se revela em um primeiro olhar (fez sua carreira política com base no vitimismo identitário eleitoreiro do "vote em mim, porque sou uma mulher de cor" e as políticas que defende, mesmo se primariamente bem intencionadas, são radicais, extremistas ou imprudentes, como a de imigração em massa / são negacionistas quanto às evidências históricas e atuais do quão problemático pode ser o multiculturalismo; se baseiam em falácias morais e/ou chantagens emocionais, e por isso, causam transtornos ou problemas, especialmente para as classes menos abonadas. Então, é fácil ser a favor delas quando se vive longe dos problemas importados, quando se vive no privilégio, como essa Kamala, diga-se, sempre viveu). 

Como conclusão, se você só consegue detectar mal caráter quando está explícito, é provável que tenha uma inteligência emocional no nível de uma criança, subdesenvolvido ou precário, específico às capacidades de detecção de engano ou mentira e de julgamento de intenção ou índole...

Pois é a partir desse teste que também se percebe o quão entrelaçadas ambas a inteligência emocional e a racionalidade costumam estar.

 

That Donald Trump is far from being the best human being in the world is quite obvious. Now, that Kamala Harris also does not qualify in this category and, in this sense, is on par with Trump, may not be so obvious. In any case, it is perfectly possible to compile evidence that this woman also has no character (ignoring that, in the current political situation in the US and the Western world, Trump would end up falling into a political or elective position of "least worst" compared to her), that she, as is typical of her ideological troupe, pretends to be a good Samaritan, a defender of the poor and oppressed, but, in reality, is a professional hypocrite, a dedicated political careerist (the kind that has been sucking on the teat of the American government/state for many years), in addition to not having enough intellect to run a city, state or nation, and defending many clearly problematic public policies that are not based on evidence, facts or reason, that do not solve, but create new problems, that are unfair...

Therefore, it is possible for these two to analyze the level of emotional intelligence, which can also be a specific test of rational capacity, of judgment, in which to judge the character (personality, history, intentionality...) of Trump, a typically greedy businessman, seems easier than doing so with Kamala. But being able to see beyond appearances is a more robust test of intelligence, not just emotional intelligence, and on this test, anyone who judges Kamala as much better than Trump, or even as a conclusively good-natured person, is demonstrating a high level of naivety, which may indicate a more generalized personal scenario in which appearances tend to be more often deceiving. It's the difference between simply noting what you see, and the need to be more careful and see not what you see at first glance ("I'm in favor of solidarity with immigrants and refugees"), but what is not revealed at first glance (she built her political career based on the electoral identity victimhood of "vote for me because I'm a woman of color" and the policies she defends, even if primarily well-intentioned, are radical, extremist or reckless, such as mass immigration; they deny historical and current evidence of how problematic multiculturalism can be; they are based on moral fallacies and/or emotional blackmail, and therefore cause problems or disruptions, especially for the less well-off classes. So, it's easy to be in favor of them when you live far from imported problems, when you live in privilege, as Kamala, let's say, has always lived). In conclusion, if you can only detect bad character when it is explicit, it is likely that you have emotional intelligence at the level of a child, underdeveloped or precarious, specific to the abilities to detect deception or lies and to judge intention or nature...

Because it is from this test that we also realize how intertwined both emotional intelligence and rationality tend to be.

quarta-feira, 14 de agosto de 2024

Qual é o seu Q.C? Ou o seu Q.R? Ou o seu Q.I.E?? E o Q.I.C do seu país??/What is your C.Q? Or your R.Q? Or your E.I.Q?? What about your country's C.I.Q.?

 Apenas testes de Q.I??


Porque os testes tradicionais de inteligência ou de Q.I não são abrangentes quanto à todas as facetas da inteligência humana, particularmente as "qualitativas": racionalidade, criatividade e inteligência emocional, eu estou propondo com esse texto ampliar sua capacidade de estimativa de potencial cognitivo justamente pela introdução dos testes faltantes. Então, também teríamos, além do quociente de inteligência, os quocientes de criatividade ou Q.C, de racionalidade ou Q.R e o de inteligência emocional ou Q.I.E. Ainda proponho por um quociente de inteligência coletiva ou Q.I.C, que se refere ao nível intelectual ou da cultura de uma cidade, região, estado ou país, não apenas com base em resultados de  testes de QI tradicionais e de outros testes de inteligência de suas populações, mas também pelos seus níveis social, econômico/ecológico, cultural e/ou filosófico (intelectual e moral). E até acho bem pertinente compara-los metaforicamente com o funcionamento de um organismo, se uma sociedade tende a funcionar exatamente desse jeito. Pois os resultados mais esperados até poderiam surpreender muita gente, já que existem, atualmente, muitos países de "primeiro mundo" que têm adotado políticas francamente insanas, tal como às de incentivo ao multiculturalismo ou imigração em massa sem controle ou razão que realmente as justifique. Já em relação aos demais testes propostos, eu também tenho uns aconselhamentos: quanto aos testes de Q.C ou quociente de criatividade, adotar os que têm sido criados para avaliá-la, como o de pensamento divergente, mais uma análise pessoal de realização criativa, isto é, se a pessoa que está sendo analisada já apresenta algum trabalho desta natureza, e de buscar avaliá-la de maneira objetiva; quanto ao Q.R ou quociente de racionalidade, a minha sugestão difere da que estou fazendo para o Q.C, porque não aconselho adotar os testes de racionalidade que têm sido feitos, se não acredito que seja a melhor maneira de avaliar o nível de racionalidade, de avaliá-la por meio de perguntas sobre situações hipotéticas e específicas, e sim que sejam criados "testes" que analisem o nível racional de um sistema de crenças individual, por ser mais abrangente, na minha opinião, se podemos saber mais sobre o quão racional ou sensata uma pessoa está por suas crenças, pelo quão embasadas ou baseadas em evidências, fatos, ponderação... (eu fiz um texto demonstrando como poderia ser esse teste: "Teste de racionalidade") ; e, por fim, em relação ao Q.I.E ou quociente de inteligência emocional, sugiro pela adoção dos testes que têm sido criados para analisá-la, mas também sugiro o uso de outros métodos, se parece existir uma mitologia em torno desse tipo de inteligência, se o ideal não seria construir testes que realmente analisem essa capacidade, primariamente de reconhecer emoções próprias e dos outros, mas também, controle emocional, nível de empatia..., até para não confundi-la com nível de ajustamento social ou com tipo de personalidade, o primeiro dependente de fatores que não estão sob pleno controle do indivíduo, incluindo o segundo fator, se a inteligência emocional não é um tipo de personalidade, mas também de como a abordamos. Ainda acrescentaria um teste ou uma avaliação do autoconhecimento, que considero uma das capacidades mais importantes que podemos apresentar e desenvolver, por ser muito influente em como compreendemos e usamos nossas capacidades.

Como aconteceria essa expansão?? 

Os novos testes poderiam ser avaliados tal como são avaliados os testes tradicionais de Q.I, e em conjunto aos mesmos, pelo estabelecimento de médias de desempenho que seriam somadas e divididas com o número de testes para encontrar a média final. Poderia ser assim ou, então, pelo desempenho de cada novo teste, seria adicionado pontos à média dos testes de QI tradicionais. Por exemplo, pontuações altas em Q.C, Q.R e Q.I.E acrescentariam até 20-30 pontos. Ou pontuações baixas tirariam até 20-30 pontos... Ou nada disso e, ao invés de tentar expandir a capacidade de abrangência dos testes de Q.I e usar apenas testes de capacidade como meios avaliativos, abraçarmos a ideia mais sensata de adotar uma avaliação completa do indivíduo, que incluiria os testes tradicionais de inteligência e que também poderia incluir os novos testes propostos, além dos de personalidade. 

Just IQ tests??

Because traditional intelligence or IQ tests are not comprehensive regarding all facets of human intelligence, particularly the "qualitative" ones: rationality, creativity and emotional intelligence, I am proposing with this text to expand its ability to estimate cognitive potential precisely by the introduction of missing tests. So, in addition to the intelligence quotient, we would also have the quotients of creativity or CQ., rationality or RQ. and emotional intelligence or EIQ. I still propose a collective intelligence quotient or CIQ, which refers to the intellectual or cultural level of a city, region, state or country, not just based on results from traditional IQ tests and other intelligence tests of their populations. , but also by their social, economic/ecological, cultural and/or philosophical (intellectual and moral) levels. And I even think it's very pertinent to compare them metaphorically with the functioning of an organism, if a society tends to function exactly that way. The most expected results could even surprise many people, since there are currently many "first world" countries that have adopted frankly insane policies, such as encouraging multiculturalism or mass immigration without control or reason that really justifies them. Regarding the other proposed tests, I also have some advice: regarding the CQ or creativity quotient test, adopt those that have been created to evaluate it, such as divergent thinking, plus a personal analysis of creative achievement, if the person being analyzed already presents some work of this nature, and seeks to evaluate it objectively; As for the RQ or rationality quotient, my suggestion differs from what I am making for the CQ, because I do not advise adopting the rationality tests that have been created, if I do not believe that it is the best way to evaluate the level of rationality, to evaluate it through questions about hypothetical and specific situations, but creating  tests that analyze the rational level of an individual belief system, as it is more comprehensive, in my opinion, if we can know more about how rational or sensible a person is based on their beliefs, how grounded or based on evidence, facts, consideration... (I wrote a text demonstrating what this test could be like: "Rationality test"); and, finally, in relation to the EIQ or emotional intelligence quotient, I suggest adopting the tests that have been created to analyze it, but I also suggest the use of other methods, if there seems to be a mythology around this type of intelligence, If the ideal would not be to build tests that really analyze this ability, primarily to recognize one's own emotions and those of others, but also, emotional control, level of empathy..., even so as not to confuse it with the level of social adjustment or type of personality, the first dependent on factors that are not under the individual's full control, including the second factor, whether emotional intelligence is not a personality type, but also on how we approach it. I would also add a test or assessment of self-knowledge, which I consider one of the most important capabilities we can present and develop, as it is very influential in how we understand and use our capabilities.

How would this expansion happen?

The new tests could be evaluated in the same way that traditional IQ tests are evaluated, and in conjunction with them, by establishing performance averages that would be added and divided with the number of tests to find the final average. It could be like this, or else, due to the performance of each new test, points would be added to the average of traditional IQ tests. For example, high scores in CQ, RQ and EIQ would add up to 20-30 points. Or low scores would take away up to 20-30 points... Or none of that and, instead of trying to expand the scope of IQ tests and using only ability tests as evaluation means, we embrace the more sensible idea of ​​adopting a complete assessment of the individual, which would include traditional intelligence tests and which could also include the new proposed tests, in addition to personality tests.

sábado, 2 de março de 2024

Mais provocações voluntárias

 Bondade sem racionalidade não é apenas estupidez, mas também insanidade


A essência da bondade ainda não é ser educado, como muitos parecem pensar, mas ser justo 

Ainda assim, o mais bondoso é aquele que é o mais altruísta e, ao mesmo tempo, mais justo. Uma raridade...

A essência podre do capitalismo é que vale tudo por dinheiro 

Conservadores adoram culpar a falta de religião, atualmente, no mundo ocidental, pelo que chamam de "degeneração moral". Mas muito dessas mudanças culturais são culpa da influência ideológica capitalista, particularmente da ganância de lucrar em cima de qualquer oportunidade, inclusive as consideradas mais "imorais"

A degeneração moral não é exclusiva à "esquerda". Séculos de hegemonia cultural tradicionalista ou conservadora, de pobreza, desigualdades sociais, preconceitos injustos, ideologias insanas dominantes e muitas guerras não nos deixam mentir  

Conservadores são, em média, falsos coletivistas?? 

Se é fácil se dizer a favor de uma sociedade quando a sua cultura espelha o seu modo de pensar e viver

O problema de conviver com pessoas com baixas capacidades cognitivas é que também tendem a ter uma baixa inteligência emocional 

E o problema de conviver com pessoas mais inteligentes é que também tendem a ter uma inteligência emocional mais baixa do que em comparação às suas capacidades cognitivas, mas são mais implícitas nessa expressão de deficiência do que as de menor capacidade, ou mais dissimuladas 

Quem defende um malfeitor (objetivamente determinado):

- Pensa que poderia estar na mesma situação dele, que agiria igual (pura especulação)

- Pensa que somos todos literal ou absolutamente iguais e que ele merece ter os mesmos direitos (mesmo depois de provar o contrário)

- E/ou é igual a ele

Boa parte das políticas atuais da dita esquerda ocidental se baseia em chantagem emocional barata 

Tipicamente, o esquerdista busca por explicações complexas para o que é mais simples, enquanto o direitista busca por explicações simples para o que é mais complexo 

Em torno de todo líder tirano, tem uma multidão de mercenários e idiotas 

Uma maneira típica de relativizar conceitos básicos, como verdade e conhecimento, é de produzir exemplos irrealistas ou extremos, tal como situações de "escolha de Sofia"

Muitos entendem inteligência emocional com empatia, controle e carisma. Mas, a Inteligência emocional também é sentir tristeza, raiva ou timidez em momentos ou circunstâncias adequados, vezes a longo prazo ou indefinidamente

Inteligência emocional também pode ser pela opção da distância 

O mais irracional tende a se tornar mais "bonzinho" quando percebe que é oprimido e o oposto quando percebe que está mais "empoderado"

O mais racional tende a se tornar mais aguerrido quando percebe que é objetivamente oprimido, mas mais moderado quando está no poder (o que, em termos adaptativos, parece ser menos lógico)

Pais não tendem a gostar mais de um filho porque aparenta ser mais 'problemático" que os outros, mas apenas porque gostam mais, sem ter uma explicação além disso

Pais que não colocam nenhum limite adequado aos seus filhos são tão problemáticos quanto aqueles que impõem limites demais 

Pais que não percebem conflitos entre os seus filhos, especialmente conflitos que geram tratamentos injustos de uma parte à outra, também não estão mostrando excelência nesse ofício

Em relação ao conhecimento sobre o mais básico, a verdadeira filosofia é suficiente, pois não precisa da ciência e sua especialização da lógica, se basta a sua generalização. Por exemplo, quanto à crença religiosa, um filósofo legítimo não precisa do método científico para duvidar de sua veracidade

A diferença entre o mais sábio e o mais inteligente é tamanha que chega a ser comparável à diferença entre duas espécies distintas 

É quase certo de se afirmar que a maioria dos autodeclarados filósofos são uma combinação entre um artista (escritor ou poeta) e um cientista fracassados, isto é, que fracassam em ser um ou outro, de maneira genuína, e acabam se tornando um nenhum entre os dois, ao invés de buscarem ser exatamente como um filósofo, uma combinação equilibrada entre o artista emotivo ou o existencialista e o cientista analítico ou o realista

Quando você escreve muito bem, é capaz, mas também muito provável que irá preencher boa parte da sua escrita com o seu ego disfarçado 

A crença de que a França é um grande centro filosófico é um provável sintoma de pseudo intelectualismo

O relativismo cultural e o igualitarismo atraem do mais ingênuo ao mais perverso. Mas, geralmente, o tipo mais comum é uma combinação entre os dois, até por ser assim todo fanático verdadeiro 

Tão desprezível quanto os fanáticos são os falsos moderados

Indivíduos autodeclarados de esquerda ou a favor da justiça social querem acabar com todos os privilégios, supostamente... Mas a única maneira de fazê-lo seria pelo estabelecimento de uma sociedade plenamente meritocrática, ou uma intelectocracia (o meu modo ideal de sociedade, o governo dos mais sábios) 

Um perfil exemplar de irracionalidade extrema é a de um indivíduo que acredita em Deus, Marx e Lamarck ao mesmo tempo

Acreditar que o capitalismo é um modelo ideal de meritocracia é outro sintoma 

A doutrinação ideológica (ao contrário da educação/filosofia) é uma sistematização da falácia da evidência suprimida 

Se o coletivismo é o sacrifício do indivíduo pelo "bem da sociedade", o individualismo é o sacrifício da sociedade pelo "bem do indivíduo"?

Eu já disse em outros textos ou pensamentos que a religião, assim como a ideologia, é uma forma de auto terapia mais intuitiva. No entanto, também posso dizer que essa auto terapia é um tipo de mascaramento do transtorno que deveria ser corretamente tratado. Tal como de, ao invés de dizer a uma pessoa com transtorno psicótico que os seus pensamentos delirantes são delirantes, de concordar com a realidade ou parte da realidade que ela resolveu distorcer para acomodar suas questões pessoais divorciadas dos fatos

terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

Decepcionante "comunidade" LGBT (+++++)

 Um relato pessoal


Imagine que você nasce uma "criança viada", do tipo tímido e introspectivo, passe a sua infância e adolescência dentro do armário com medo de decepcionar sua família e do julgamento da sociedade, até que, entrando na vida adulta, não consegue mais segurar sua própria natureza e decide, em segredo, explorar sua sexualidade, se abrindo para uma pequena parte do mundo ao seu redor e esperançoso de ser bem recebido por aqueles que são oriundos de contextos similares ao seu, de discriminação e auto-repressão. Então, vai percebendo, aos poucos, que a tal comunidade não passa de um grupo de indivíduos que, na maioria das vezes, se procuram apenas em busca de sexo casual, que geralmente se tratam de maneira fria ou impessoal, dividido em diversas tribos de sectários; com uma maioria de emocionalmente imaturos, enfim, incapazes de estabelecer relações interpessoais maduras e genuínas... Sai do armário, pelo menos para si mesmo, busca refúgio nessa tal comunidade para fugir da falta de empatia, respeito, compreensão e solidariedade lá fora, mas encontra justamente essa falta entre os seus "associados".

Então, ao invés de uma rede de ajuda e afeto, o que temos é uma rede de conveniências, pragmatismo sexual, individualismo extremo e divisionismos, enfim, um mercado de carne humana, um antro de falsidades e desencontros.

Decepcionante, sim ou com certeza??? 

domingo, 26 de fevereiro de 2023

Uma verdade dura sobre a educação/escolas brasileiras

 É a de que um de seus maiores problemas, essa balbúrdia literal e diária que acontece na maioria das salas de aula, especialmente nas escolas públicas (mas também e relativamente menos nas escolas privadas), é a falta de educação ou respeito básico, isto é, de empatia, inteligência emocional e/ou capacidade racional da maioria dos estudantes entre eles mesmos e em relação aos professores. Não é essencialmente a carência estrutural das escolas ou a educação recebida em casa ou o fato de serem crianças e adolescentes, nem mesmo as capacidades mais limitadas de aprendizado ou as mazelas sociais. 


Um problema que se tornou praticamente "epidêmico" a partir da universalização de um método pedagógico que trata a todos os estudantes como perfeitamente aptos a internalizar regras de convívio e respeito, pelo menos dentro do espaço escolar e que limitou em demasia as punições por mal comportamento. 

sábado, 18 de fevereiro de 2023

Uma verdade dura sobre a educação/escolas brasileiras

 É a de que um de seus maiores problemas, essa balbúrdia literal e diária que acontece na maioria das salas de aula, especialmente nas escolas públicas (mas também e relativamente menos nas escolas privadas), é a falta de educação ou respeito básico, isto é, de empatia, inteligência emocional e/ou capacidade racional da maioria dos estudantes entre eles mesmos e em relação aos professores. Não é essencialmente a carência estrutural das escolas ou a educação recebida em casa ou o fato de serem crianças e adolescentes, nem mesmo as capacidades mais limitadas de aprendizado ou as mazelas sociais. 


Um problema que se tornou praticamente "epidêmico" a partir da universalização de um método pedagógico que trata a todos os estudantes como perfeitamente aptos a internalizar regras de convívio e respeito, pelo menos dentro do espaço escolar e que limitou em demasia as punições por mal comportamento. 

terça-feira, 24 de maio de 2022

Comentando sobre a minha frase: "Analisar inteligência por testes de QI é como estimar a altura pelo peso"

 Ou o peso pela altura, aqui, sem usar aquela analogia que eu fiz entre inteligência/altura e racionalidade/peso.


Vamos lá.

Duas pessoas com o mesmo peso necessariamente não têm que ter a mesma altura e também é verdadeiro para duas pessoas com a mesma altura em relação aos seus pesos. Porque uma pode pesar 50 quilos e medir 1,50 cm e a outra que tem o mesmo peso, pode medir 1,70 ou 1,80 cm. Pois se no primeiro caso parece que há plena correspondência entre as medidas, no segundo, existe um possível desequilíbrio em curso.

Traduzindo essa analogia ao QI e à inteligência temos que, um indivíduo com altas pontuações nos aspectos quantitativos que os testes analisam superficialmente, pode não se destacar no mesmo nível nos aspectos qualitativos, nomeadamente: capacidades criativa, racional e/ou emocional. E não é nada incomum existirem esses perfis. 

Isso significa que, pode-se pontuar em torno dos "140 pontos" em um teste de QI, mas se sair muito mal nos ou em alguns dos aspectos qualitativos, fazendo toda a diferença na "conta final". Já um outro indivíduo pode obter a mesma pontuação e se sair muito bem nos aspectos qualitativos.

Mesmas médias de QI, mas níveis diferentes de inteligência.

Sem falar nas diferenças de perfis se apenas comparando os aspectos quantitativos (verbal, matemático, espacial...)

Pois imagine se fosse possível estimar as capacidades racional, emocional e criativa, igual se faz com o QI??

Então, ao invés de um indivíduo ter uma média de "140" pontos, por exemplo, sua média seria menor por causa das baixas pontuações nos aspectos qualitativos que, sim, também podem ser objetivamente analisados, comparados e até "medidos", se é possível observar níveis de criatividade individual, por meio do senso de humor, pela quantidade de ideias e pensamentos interessantes que uma pessoa pode gerar; pela capacidade de pensar e julgar com imparcialidade ou justiça, assim como de compreender a si mesmo, as próprias emoções e as dos outros, e se adaptar às situações sociais ou interpessoais da melhor maneira possível, a que conseguir.

sexta-feira, 15 de abril de 2022

Sobre o antagonismo da inteligência emocional e da racionalidade

 Se você estiver conversando com uma pessoa e, ela começar a falar sobre a sua crença em astrologia, é emocionalmente inteligente que você se adapte à situação de maneira a minimizar qualquer possibilidade de conflito, concordando com ela ou evitando criticá-la, ainda que você possa expressar sua opinião educadamente, afinal, não é uma crença que prega ódio racional ou outros tipos de injustiças. No entanto, o ideal, racionalmente, seria que você criticasse qualquer opinião ou crença que não se baseia em fatos.

 

...



Mas, para se tornar um indivíduo mais racional também é preciso compreender, controlar e lidar com as próprias emoções para que não acabe, por exemplo, acreditando em astrologia apenas porque quer acreditar que seja verdade. Portanto, essa tendência de antagonismo existe principalmente no aspecto interpessoal, já que no intrapessoal a racionalidade não é possível sem a inteligência emocional. 

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Possíveis mitos populares sobre a inteligência emocional

 Possíveis...


1. É o mesmo que adaptação social 

São vários os fatores que contribuem para a adaptação social de um indivíduo. A inteligência emocional é apenas um deles, que pode ser decisivo ou não. Outros fatores muito relevantes são: o cognitivo, o econômico, o circunstancial (o racial, o político)...

A maioria dos indivíduos mais bem sucedidos não são os mais emocionalmente inteligentes. Inclusive, parece muito conveniente para a elite burguesa acreditar que seu "sucesso" se deva, supostamente, à sua inteligência emocional superior. Até parece com uma narrativa de "meritocracia" para justificar seus privilégios injustos...

2. É o mesmo que extroversão 

Extroversão é uma motivação intrínseca para interagir socialmente. Não é o mesmo que inteligência emocional. Já a introversão é uma forte preferência para estar sozinho ou ser mais seletivo nas relações sociais. Não é o mesmo que ser emocionalmente deficiente. Introvertidos e extrovertidos têm forças e fraquezas emocionais distintas. Em média, extrovertidos são mais simpáticos e autoconfiantes, mas também mais propensos a agir de maneira cruel, irresponsável e/ou irracional. Os introvertidos, por sua vez, têm maior dificuldade para interagir, especialmente com extrovertidos, mas, em compensação tendem a ser mais humildes e educados com os outros. De qualquer maneira, a maioria dos mais emocionalmente inteligentes deve ser de ambivertidos.

O contexto importa...

O ideal seria focar a análise nas capacidades emocionais do indivíduo do que nos seus níveis de adaptação social, porque existem aqueles que já apresentam grande compatibilidade de personalidade com os ambientes em que cresceram e/ou vivem, e que pode ser confundida com uma maior inteligência emocional.

3. É o mesmo que ser altruísta 

Ainda que a empatia seja um elemento básico da inteligência emocional, ela também é instrumental para a detecção de indivíduos tóxicos, situações perigosas e/ou para a autodefesa.

4. Não pode ser avaliada de maneira objetiva 

A inteligência emocional, assim como a própria inteligência, é uma capacidade de perceber, compreender e adaptar-se à perspectivas ou realidades, só que de natureza emotiva.

Por exemplo, um indivíduo que está praticando "bullying" falha em compreender que está agindo por impulso, isto é, o seu próprio estado emotivo, mesmo que negue, e também o estado de quem ele está maltratando. Por ser um ato de extremo egocentrismo, o indivíduo que o pratica não é plenamente capaz de perceber o impacto negativo que está causando ao outro, que só seria possível pela empatia, de se colocar em sua perspectiva ou realidade.

Nesse sentido, a inteligência emocional é similar aos comportamentos lógicos que praticamos no cotidiano, por exemplo, quando começa a chover forte, com queda de raios, relâmpagos e trovões, e procuramos por um abrigo para não ficarmos no meio da chuva, enfim, de identificar a realidade de certa situação e, a priori, buscar agir de acordo ou da melhor maneira possível. Pois nos momentos de interação interpessoal também precisamos identificar as realidades (contextual, individuais) com as quais estamos lidando, incluindo as nossas, em nossos comportamentos, e agir a partir dessas percepções. Se faz sentido buscar por refúgio para não se expor à chuva, não faz nenhum sentido atacar alguém sem causa realmente justificável (reagir reciprocamente à provocações; depois de sofrer ameaças contundentes ou perceber um indivíduo agindo de maneira cruel com outros), além de fazê-lo de maneira impulsiva, sem controle de si mesmo. Seria como procurar refúgio por causa de um céu nublado. Ainda se poderia apelar para o caráter "recreativo" do "bullying" para o abusador. Mas seria exatamente o mesmo que justificar o estupro, por também ser um ato em que não há consentimento de umas partes envolvidas. Independente disso, a principal finalidade da inteligência humana é a busca pela verdade objetiva e, portanto, da compreensão, não o prazer sádico.

5. É o mesmo que saúde mental 

Ter um transtorno mental não impede que se consiga desenvolver uma boa inteligência emocional, apesar dos desafios extras que esse cenário acarreta, e que ainda pode ser paradoxalmente vantajoso, dependendo da severidade do caso, porque impele ao indivíduo afetado uma maior vigilância sobre si mesmo.

5.1 Promove um grande bem estar subjetivo 

A inteligência emocional, em níveis moderados, é um dos fatores que ajudam a promover o bem estar subjetivo. No entanto, em seus níveis mais desenvolvidos, o aumento da empatia e da sensibilidade resulta numa maior absorção do sofrimento alheio, diminuindo essa sensação de bem estar, ainda que continue a ser um fator de proteção contra transtornos mentais, como a depressão e a ansiedade. 

É por isso que os mais emocionalmente inteligentes tendem a preferir pela esquerda no espectro político-ideológico, isto é, a defender por pautas progressistas ou ser a favor da justiça social.

5.2 É o mesmo que ser muito controlado e calmo

Ainda mais em ambientes, situações e/ou com indivíduos moralmente problemáticos, os mais emocionalmente inteligentes tendem a acumular uma maior carga de estresse ao longo do tempo, com a diferença de serem mais hábeis em lidar com esse ônus.

Apenas imagine se você fosse muito inteligente em matemática e estivesse cercado de pessoas que estão sempre cometendo erros crassos do conhecimento que você mais sabe e preza?? Como que você acabaria ficando a longo prazo?? 

O contexto, novamente, importa.

5.3 É o mesmo que ser infalível nas relações sociais

O mais emocionalmente inteligente não é aquele que nunca comete erros de conduta mas o que está sempre aprendendo com eles. A inteligência emocional não é um traço ou um tipo de personalidade mas uma capacidade de compreendê-la e aprender a lidar com ela.

6. Não tem relação com a inteligência cognitiva  

Tem grande influência no autoconhecimento, que também tem grande impacto na capacidade do indivíduo de compreender a realidade e de executar tarefas. Pois aquele com baixa inteligência emocional tende a distorcer suas capacidades, geralmente acreditando que sabe mais do que realmente sabe ou é capaz de saber, extrapolando seu engano em suas abordagens intelectuais. Como resultado, ele está mais propenso a teimar especialmente quanto aos seus raciocínios falaciosos e às suas crenças moralmente contraditórias. 

Concluindo: a inteligência emocional não é exatamente o mesmo que inteligência social...

Nem muito Paulina Martins e nem muito Paola Bracho!! 

segunda-feira, 26 de março de 2018

Mais pensamentos sobre a inteligência verbal [estilo de pensamento]

A inteligência verbal em suas raízes não é apenas cultural. Talvez possamos dizer que o estilo de pensamento seja a inteligência verbal (oops múltiplas ...) + inteligência emocional sem cultura. 

A inteligência verbal é sobre a comunicação, que é um dos aspectos mais importantes da inteligência, não apenas da humana. Não é "apenas" comunicação entre as pessoas, mas também intrapessoal. A inteligência verbal está diretamente relacionada com a autoconsciência, talvez mais íntima do que qualquer outra habilidade bio-cultural-acessória (que também é aprendida). Obviamente que, para pontuar de forma normal em um teste de QI verbal, deve-se aprender a ler e a escrever pelo menos na sua língua materna.

A inteligência verbal através da internalização cultural da linguagem é apenas a expressão do estilo de pensamento, associado a símbolos, em interação perceptiva com a realidade envolvente.

Portanto nós temos:

Estilo de pensamento e percepção do mundo, tradução ou filtro desta percepção e tradução ou verbalização do mesmo via linguagem.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Em termos de...

... inteligência emocional competitiva ou a partir de uma perspectiva evolutiva de competição, o ser humano, em média, é muito inteligente.

Já em termos de cooperação, solidariedade coletivizada final ou maximização cooperativa, e não em um sentido hierarquicamente maligno/extrativo... 

Em palavras menos confusas, o ser humano em média é emocionalmente inteligente em termos egoístas // cadeia alimentar...

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

O maior problema é ''você'...

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http://pt-br.horadeaventura.wikia.com/wiki/Arquivo:Bomba.gif

Nos EUA metade dos crimes são cometidos por negros. No entanto, a grande maioria desses crimes são cometidos por: homens, negros, jovens. E contra eles mesmos. No entanto quando o assunto é a razão de crimes entre os gêneros, ''o homem'' consegue ser anos-luz pior, porque praticamente 2/3 dos crimes são cometidos por ''eles''. Novamente, não são todos os homens que cometem crimes, é claro, mas que, a maioria dos crimes são cometidos por homens, e por certos grupos de homens.

 Recentemente fui surpreendido com estatísticas mostrando altos níveis de criminalidade em relação a 3 grupos: homens bissexuais, mulheres lésbicas, homens heterossexuais. Quão participativo, em números absolutos, cada grupo deve ser** É fato que, homens declaradamente bissexuais, são uma minoria na população. O mesmo em relação às mulheres lésbicas. Mesmo que estejam super-representados em valores relativos, pela lógica, serão muito menos comuns em termos absolutos, que neste caso parece que tem a mesma importância. Sobraram os homens heterossexuais, ou declaradamente heterossexuais, que representam a grande maioria dos homens nos EUA, e em qualquer outro país. Mulheres heterossexuais e homens gays foram os menos violentos neste estudo. 

Portanto, a maioria dos crimes continua sendo cometida por homens heterossexuais. Em qualquer raça, etnia ou nacionalidade, os padrões são inequívocos. E a violência masculina ainda tem a pachorra de apresentar requintes de variação, da agressão direta até a sistemas sociais desumanizantes. Elementar que boa parte das ''religiões'', especialmente as monoteístas, são obras do intelecto masculino. Elementar que a maioria, se não a totalidade das ideologias, foram inventadas por homens. E a maioria das duas não costumam ser muito boas. Culpar o socialismo por aquilo que é a Coreia do Norte, ou o capitalismo, por toda a sorte de problemas sistemáticos, graves, que tem cometido de maneira contínua, ainda que não esteja totalmente errado, estará longe de, de fato, capturar a raiz dos macro-problemas que sempre nos envolveram. A maioria dos líderes mundiais são homens, na verdade, homens são a quase totalidade dos políticos mais importantes, de qualquer nação. Se o intelecto masculino, em média, fosse assim tão maravilhoso assim, acho que, em pelo menos metade de ''nosso'' planeta, os problemas sociais, por exemplo, já teriam sido bastante reduzidos, e desde a um bom tempo. Mas não... Socialismo, capitalismo, cristianismo, islamismo [ou monarquismo]... todas essas ideologias, culturas ou religiões [dependendo de qual ponto de vista que estivermos falando], não podem ser inteiramente culpadas, porque na verdade, elas não existem, ''nós' que as mantemos, ''nós'' quem as criamos, e para quê** 

Baseado em toda a história humana, o nosso presente e possíveis desdobramentos, diga-se, potencialmente repetitivos, no futuro, tenho concluído que, a raiz ou boa parte da raiz de nossos macro-problemas, se encontra na mente masculina, que preza pela competição e é tendenciosamente fria ou hiper-lógica e ainda pior, socialmente dominante. A mente masculina é a que mais esboça, com vigor e mesmo com sofisticação, a cadeia alimentar, da qual somos herdeiros diretos. E como eu já comentei, o próximo passo, a caminho da real sabedoria, seria o de começar a renegar esses desígnios que inevitavelmente descambam para a competição entre os mais ''fortes', de superarmos por definitivo esta luta, porque ao contrário de boa parte da fauna humana, podemos vislumbrar a saída deste labirinto, graças às nossas invariáveis autoconsciências, podemos perceber que não precisamos mais nos trucidar para sobreviver, que podemos reduzir de maneira maximizada o sofrimento desnecessário primeiramente entre nós mesmos e estendê-la para as espécies que estão sob a nossa tutela.

No entanto para que isso se torne possível precisaremos apontar para as raízes dos nossos macro-problemas e me perdoem aqueles que louvam pela masculinidade, mas é exatamente a mesma que tem ceifado a nossa evolução. Quando eu falo em masculinidade eu não estou me referindo necessariamente à heterossexualidade, que é parte, integral, muito importante, mas ainda assim parte, e que não está absolutamente sobreposta à ela.  Podemos estar à beira de... mais um conflito mundial, e os principais responsáveis por isso são homens, aqueles que irão nessas guerras ou que invadirão o terreno alheios, serão esmagadoramente de homens... Este é o ônus, diga-se, colossal, de se nascer homem, tanto a grandeza quanto à semente da destruição serão mais propensas a serem ''herdadas'. 

O problema masculino começa dentro das próprias famílias, e até tenho mostrado um pouco sobre isso, por meio de meus relatos pessoais. Quando os problemas de empatia interpessoal masculina alcançam o poder, como sempre tem acontecido, o mais esperado será a multiplicação de problemas oriundos justamente deste déficit tão generalizado entre os do sexo ''forte'. 

Tal como eu percebi no caso dos negros, o problema principal de uma tendência de criminalidade nesta população, assim como também em qualquer outra, não é ''a cor da pele'', ou a ''raça'', ou qualquer outro atributo, a não ser a sua hiper-masculinidade. 

Também seria interessante pensar o mesmo para outros grupos mais problemáticos, neste sentido, como os ciganos, os judeus... e claro, sem esquecer dos europeus caucasianos, e dos leste asiáticos...

Filosoficamente falando, o homem é o herdeiro mais 'importante' da evolução da vida na Terra, e portanto, também da cadeia alimentar, e antes que comecem os auto-cumprimentos por essa afirmação forte, repensem, porque de acordo com o avançar da humanidade, esta desproporção tem resultado em mais problemas do que em realizações realmente dignas de admiração e orgulho. 

A lição mais significativa da filosofia em sua faceta hiper-realista ou existencialista é a de que, talvez, todo este escarcéu que teimamos em cometer, não faça qualquer sentido, especialmente quando não é mais subconscientemente imprescindível, tal como acontece com praticamente todas as demais espécies de seres vivos deste planeta. 

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Inteligência emocional, empatias e big five

Inteligência emocional receptiva:

Muito mais comum ou desenvolvida em mulheres. Consiste na capacidade de lidar com as outras pessoas tendo como finalidade a diplomacia receptiva buscando reduzir conflitos imediatos. Não apenas mais comum em mulheres mas também mais praticada entre elas.

Agradabilidade interpessoal 


Parece que dispensa maiores explicações sobre o porquê da agradabilidade ter sido eleita como o traço fundamental do big five que se correlaciona consideravelmente com a inteligência emocional receptiva...


Inteligência emocional defensiva/agressiva:

Muito mais comum em homens. Consiste na capacidade de detecção de possíveis ameaças (predadores, parasitas...) ou de preparar ataques visando a própria sobrevivência.

Neuroticismo/psicoticismo interpessoal 


As emoções ''negativas' são muito importantes nesta parte da inteligência emocional porque as emoções mais ''positivas' com certeza que poderão nos levar a caminhos equivocados, especialmente quando estivermos em perigo e precisarmos nos defender.

No entanto existem alguns paradoxos que desafiam essa lógica, por exemplo, a psicopatia. Eu a defini como sendo uma manifestação extrema de emoções positivas e sem qualquer autocontrole, isto é, que os psicopatas são aqueles que menos sentem emoções ''negativas', especificamente eles, já que os sociopatas seriam muito mais neurotípicos. Como resultado desta anomalia, o psicopata seria quase que como um predador ''perfeito', por nunca internalizar os próprios equívocos, ainda que pecará consideravelmente em sua capacidade de aprender com através deles, da experiência. Talvez o mesmo, infelizmente, não possa ser dito em relação aos sociopatas, em especial os mais inteligentes. 

Auto-emoções excessivamente ''positivas' podem ter como resultado em atribuições negativas em relação aos outros como a prepotência. Então nesse sentido o psicopata apresentaria sim capacidade e grande engajamento para sentir emoções 'negativas'', mas em relação ao outro, e quase nunca em relação a si mesmo. 

Inteligência emocional/interpessoal geral: capacidade para lidar e/ou entender as outras pessoas.


Agradabilidade/ conscienciosidade/ ambiversão

A conscienciosidade é importante por ter em suas dimensões a conformidade social, a honestidade e a vontade de realizar as funções de maneira correta e como eu já especulei em alguns posts, até penso na mesma como uma versão menos social da agradabilidade. No entanto, alguém que é muito agradável e consciencioso é provável que ao conjugá-los com certa frequência exibirá, em alguns aspectos, maiores habilidades sociais, ainda que em excesso, poderá ter como resultado um aumento na obsessão perfeccionista, que é sempre problemática em um mundo que está aquém da idealidade nas interações sociais.

 A ambiversão ou estados alternáveis de introversão e extroversão são importantes porque nos ajudam a avaliar o grau de simpatia e de empatia receptiva, ou de outra natureza, em que estamos com as pessoas, avaliação que geralmente se dá de modo mais individualizado.

Inteligência emocional impessoal: basicamente as três intelectualidades. Domínio da consciência sobre a subconsciência tendo como finalidade uma maior clareza intelectual, para entender melhor a realidade especialmente a espinha dorsal da macro realidade.


Conscienciosidade/ abertura para a experiência/ambiversão = principalmente...

O engajamento intelectual ou estético via abertura para a experiência + a consciência de buscar realizar as atividades de maneira correta e honestidade intelectualidade ou conscienciosidade + estados alternados de extroversão e introversão, que se relaciona com o ânimo explorador da abertura via extroversão e com a capacidade de concentração//atenção aos detalhes via introversão, primordialmente, ainda que para todas essas facetas da inteligência emocional que estão sendo propostas, todos os traços de personalidade terão o seu papel, apenas tentei dar-lhes uma hierarquia de importância.

Inteligência emocional intrapessoal: capacidade para o autoconhecimento, domínio da consciência sobre a subconsciência, fortemente complementar à inteligência emocional impessoal [geralmente de maneira localizada].


Conscienciosidade/ abertura para a experiência/ ambiversão...

Novamente os aspectos mais importantes em ordem proposta de relevância ou influência...

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

''Não existe inteligência emocional'' [vá lá, ''cognição emocional'']... então prove que ela não existe, porque usar argumentos laterais não é o mesmo que provar

Para provar a veracidade de algo é necessário centralizar neste algo. No entanto parece ser comum nos desviarmos desta necessidade de objetividade em especial quando, subconscientemente falando, internalizamos uma informação equivocada, já em sua raiz, isto é, sem perceber, acabamos nos desviando de um confronto sincero e honesto que acabaria por revelar a nossa própria incongruência [como eu acho que já comentei]. 

É óbvio que existe inteligência emocional, do contrário não agiríamos de maneira inteligente/geralmente de maneira esperta/inteligentemente egoísta, que já falei. 

Não apenas existe a inteligência emocional, ou vá lá, cognição emocional [mentalisticamente especializada], mas também que, a emoção se consistiria em um método de julgamento sensorial-perceptivo, isto é, de julgamento dos padrões, e que estamos a todo momento analisando o comportamento dos padrões, de suas ''vibrações''.

Portanto quando quiser provar a existência de algo, vá direto ao ponto, isto é, tente provar que este algo não existe. Da mesma maneira que as raças humanas existem, a inteligência emocional também existe, pelas mesmas razões, primeiramente por serem muito óbvias de serem capturadas por nossos sentidos...

Abordagens laterais de argumentação podem servir para tentar entender uma realidade, ou também para tentar negá-la, sabendo, subconsciente ou conscientemente que, ela existe.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Inteligência emocional/social: ''teórica'' ou REAL/semanticamente correta e ''prática'' a/ou OPORTUNISTA

A diferença entre ENTENDER [pré-condição: hiper-entendimento factual específico] e AGIR inteligentemente [sem essa pré-condição, porque pode-se agir 'inteligentemente' só que sem se basear pela idealidade/hiper-entendimento... hummm....]

Idealidade = hiper-entendimento.... ovulei!!! [ou não)

...que eu já comentei antes, só que, agora, com palavras, difere, entes...

Toda inteligência pode também ser considerada como "emocional' porque se consiste no reconhecimento correto/reflexão minimamente correta de padrões ou

do COMPORTAMENTO de certo conjunto de elementos, abstratos ou reais.

E, no mais, GOSTAR de: ler, fazer contas ou resolver problemas matemáticos, ou manipular figuras geométricas, ou ver como que um dispositivo mecânico é feito por dentro, ou como que as pessoas se comportam enfim, TUDO ISSO precisa de um estado AFETIVO ou EMOTIVO [predominantemente] CONSTANTE de reciprocidade à empatia receptiva ou benigna/motivação intrínseca, porque do contrário as EMOÇÕES NEGATIVAS serão os resultados mais esperados.

Sim, sim, sim.

Paixão pelo que está fazendo = emoção.

O estado afetivo é uma constante onisciente em relação à cognição, ainda que possam existir/ocorrer assimetrias entre eles. 


terça-feira, 5 de setembro de 2017

Dimensões da "inteligência' emocional e alguns palavreados atrelados


Inteligência emocional por tipo de empatia interpessoal:

Interação

reconhecimento minimamente correto de padrões

receptiva: formar ''aliados'', amigos, [tentar] conviver de maneira harmoniosa com as pessoas, especialmente as mais próximas, e isso tende a ser antecedido por uma capacidade de reconhecimento minimamente correto/mentalista de padrões das outras pessoas, de si mesmo, quanto ao próprio comportamento e demandas afetivas...e também que aja cooperação de ambas as partes.

Procurar por ''refúgios''


defensiva: reconhecer potenciais perigos: predadores, parasitas [mais declarados], falsos amigos, etc. 

Prever perigos.


agressiva: se proteger, de maneira mais literal ou física, ou mais verbal ou discursiva/persuasiva.

Reagir aos perigos.


Por entendimento factual interpessoal:

- Conhecer/entender sobre pessoas que são mais parecidas com você: nível fácil

- Conhecer/entender sobre pessoas que são menos parecidas com você: nível difícil

Exemplo: é mais fácil para um homem típico entender o comportamento de outro homem típico /sexualmente normativo do que um homem atípico ou uma mulher típica entenderem o comportamento de um homem típico.


Novamente aquela analogia com os dígitos. 

7,8,9,10,12,15,22,26

 Como eu já comentei é comum ter uma persona pública e uma persona familiar ou real, isto é, ser de um jeito com pessoas de fora do ciclo social mais nuclear, geralmente mais superficialmente agradável, e de outro jeito em relação às pessoas com as quais se convive diária a constantemente. Também é comum ou parece ser comum que as pessoas sejam menos capazes de lidar umas com as outras na intimidade do que em interações sociais superficiais.

 Algum tempo atrás eu comparei a memorização de dígitos, um sub teste conhecido dos testes cognitivos, com as capacidades emocionais. 

Eu disse que tal como a memorização regressiva dos dígitos é bem mais difícil do que a memorização progressiva, a prática das habilidades psicológicas na intimidade do lar, especialmente, tende a ser muito mais difícil para a maioria das pessoas, principalmente as mais extrovertidas, do que de lidar com uma maior densidade de pessoas, enquanto que o oposto é o mais provável entre as mais introvertidas, ao menos em termos superficiais. 

A questão não seria apenas de conviver mas também de entender o outro, aquilo que mais define o ato inteligente.

26,22,15,12,10,9,8,7

Portanto nesse aspecto, independente se é mais introvertido ou mais extrovertido [ainda que possam haver pré-condições para uma maior inteligência emocional teórica], o que define a inteligência emocional de uma pessoa, a priore, é o quão entendedora ela é capaz de se tornar em relação ao conhecimento do comportamento, alheio, e também de si mesma. Tal como saber o comportamento de: números, palavras, figuras geométricas.

26,8,12,22,10,15,7,9


Só que, é mais fácil para um homem compreender o comportamento de outro homem, em média, e em especial se for um típico exemplar do sexo masculino, porque é mais fácil compreender o comportamento de quem é mais próximo ou parecido com você, do que aquele que não for, a tal empatia, e nesse sentido, parece-me que uma personalidade mais intermediária, aparece como uma pré-condição em potencial, ainda que também possa não ser totalmente necessária. 


E como sempre, o ''problema' da idealidade e da realidade.

Eu já comparei o fardo do mais emocionalmente inteligente, especialmente em um sentido mais receptivo e cooperativo, com o hipotético fardo de um indivíduo que é matematicamente [mais] inteligente e que precisa lidar diariamente e em seu próprio trabalho com pessoas que são o seu oposto nesse aspecto. É elementar que a paciência desse indivíduo se reduzirá, independente de seu tipo de temperamento ou personalidade [isto é, sendo ele facilmente irritável ou não, é fato que a sua carga individual de paciência será reduzida, sendo ela um baita saco ou um saquinho vagabundo de pão].

Porque as sociedades humanas NÃO TEM evoluído para uma maior inteligência emocional/social [indivíduos dotados desse tipo de superlatividade], isto é, idealmente falando, em especial no aspecto receptivo E aliado ao intelectual, então a maioria das pessoas tenderão a não ser muito inteligentes nesse sentido, ainda que o farão a partir do nível [medíocre] que é exigido.

Se a inteligência é a percepção e reflexão perfeita de parte da realidade, a priore, e em um contínuo porém finito processo de expansão deste processo/resultado [ rede de fatos ], então a inteligência emocional ou o uso inteligente da emoção, em seu teto de maximização inevitavelmente resultará na igual maximização do altruísmo, da compreensão, do ''cessar-fogo permanente cadeia alimentar intra-humana'' [e consequentemente em relação aos animais não-humanos que tem sido domesticado] SE todo conflito emerge a partir do uso pobre ou desequilibrado [no caso da psicopatia] da inteligência emocional.

O mal uso do ''sistema de empatias'', ser agressivo quando deveria ser receptivo, ou o oposto, ou negligenciar o ''sub-sistema de defesas'', tudo isso resultará na falta ou no desequilíbrio das faculdades intelectuais emotivas.




segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Mais sobre o besteirol: ''não existe inteligência emocional''...

... então o ser humano não usa as suas emoções de maneira inteligente**

Resultado de imagem para cachorro com carinha triste

Fonte: https://donocriativo.wordpress.com/2014/07/04/cuidados-com-o-seu-mascote-durante-a-copa/cao-com-cara-triste-1341428442844_615x300/