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domingo, 24 de maio de 2026

Regarding the temporal-ideological and genuinely empathetic gap of the left

 When Nazism from 80 years ago is more important than the suffering of millions of contemporaries subjected to the oppressive totalitarianism of "communist" regimes.


You're lucky! You weren't born in North Korea or Cuba. You don't live in either of those countries, although you probably live in Brazil, just like me. In this country, which, while far from being Switzerland, is at least not absolutely worse than those other two countries mentioned (until this year, 2026).


You don't live totally subjugated to a totalitarian government. Err, I mean, not yet... Although it seems we are heading towards a future more similar to the Cuban and North Korean present...


You don't live without being able to travel or leave your country with government authorization; afraid to say something "wrong" and be punished with forced labor or even death (although you can already be punished by the state if you commit certain "thoughtcrimes"); Without any autonomy, even minimal, over your own lives; in poverty, forced into constant rationing of food, energy, water... While the political elite of their country live in much better conditions... You don't live entirely within a lie maintained by perverse government officials: abandoned, treated literally like cattle on a farm, your spirit and body slaughtered daily until those days become years, decades..., and seeing your best years slip through your fingers, until you grow old without ever knowing what it is to have abundant food and the freedom to express yourselves, to dress, to come and go...


That's why I feel true compassion for these people who cannot enjoy what I have or can, which is still little, but minimally sufficient. I feel sorry for every North Korean and Cuban who would like, at least, to have the right to leave their countries and try to improve their lives outside of them. But not even that. They live in an existential limbo, in a kind of hell on Earth... And even if there are no extermination camps or official statistics of genocides perpetrated by their governments, it is not difficult, for anyone who still maintains some level of logical-rational reasoning, to associate them with other governments or social systems that, throughout history, have also caused great human suffering, such as Nazism. If I could be bolder and suggest that Cuba and North Korea are like two concentration camps of considerable physical dimensions, after all, their inhabitants are directly subjected to totalitarian social systems, not unlike what happened to prisoners in Nazi concentration camps. The biggest difference is that there is not, explicitly speaking, a routine of (immediate and explicit) mass murders. But it is not an exaggeration to conclude that they suffer so much in life that as if this constant pain accelerates the natural obsolescence of their organisms, leading to the premature death of many of them, especially the most vulnerable. While capitalist societies can also exhibit variably high levels of suffering, especially in third-world countries, which contrast sharply with the more humanized version of capitalism, social democracy...


But then, we have a likely majority of leftists silent about the suffering of inhabitants of countries like Cuba and North Korea, precisely those who claim to fight against social injustice and oppression; who advocate for solidarity, freedom, and equality... A likely majority that tends to be obsessed with certain historical periods and uses them as prime examples of human selfishness and cruelty, such as Nazism, which emerged and established itself as the dominant social and ideological system in Germany more than eighty years ago. And only or especially Nazism... While Cubans, people like you and me, live in misery, lacking the most basic necessities, even when there was Soviet aid, because they didn't even have the most basic democratic right to have a voice and to be able to use it, for example, to criticize the government/party. And they continue like this, only now it's even worse. Of course, the same can be said about the North Koreans...


What also persists are the excuses of those who coldly remain silent about the suffering of these peoples, as if denying its legitimacy (and that seems to be what they do). Because, according to this majority, it is not the "socialist/democratic" dictators (??), and their henchmen, who are most to blame for the deplorable states in which Cuba and North Korea find themselves. The blame, for those who adopt victimhood as a habit, always lies with the other: the American embargo, Western imperialism, structural racism... in short, any abstract expression that denotes a pretense of intellectual depth. Even with all the evidence pointing to the fact that every so-called socialist regime is basically a reinterpretation of what happened in the first revolutionary experience, in the Russian Empire, because.this perfectly illustrates what the most important political prophet, George Orwell, wrote in the form of a children's fable in his brilliant book: Animal Farm. Even though Nazism always deserves a definitively negative mention*, the absolute contempt of many leftists for the suffering of these exemplified peoples, while simultaneously always trying to associate the idea of ​​evil only with the other side of the political-ideological trenches, calls into question their capacity for moral discernment, due to an extreme selectivity of indignation, very incoherent or contradictory...


*although it is entirely possible, and I think even necessary, to explore and emphasize its complexity, for example, to show that not "everything" that was/is defended was/is unequivocally wrong, as many leftists/Orwellians like to do (for example, claiming that people, especially those of Caucasian white race, cannot have a more positive feeling about their race, because that would be the same as racism, "white supremacy" or even Nazism, as if only European peoples had a history of conflict, wars and oppression and, therefore, were no longer allowed to have and demonstrate it). that feeling...

Sobre defasagem temporal-ideológica e genuinamente empática da exquerda

 Quando o nazismo de 80 anos atrás é mais importante que o sofrimento de milhões de contemporâneos submetidos ao totalitarismo opressor de regimes "comunistas' 


Você tem sorte! Não nasceu na Coreia no Norte e nem em Cuba. Não vive em nenhum desses países, ainda que provavelmente viva no Brasil, assim como eu. Nesse país que, se está bem longe de ser uma Suíça, pelo menos não é tão absolutamente pior que esses outros dois países citados (até esse ano de 2026). 

Você não vive totalmente submisso a um governo totalitário. Err digo, não ainda... Apesar de parecer que estamos caminhando para ter um futuro mais parecido com os presentes cubano e norte-coreano...

Não vive sem poder viajar ou sair do seu país com autorização do governo; com medo de dizer algo "errado' e ser punido com trabalhos forçados ou até com a morte (ainda que já possa ser punido pelo estado se cometer certos "crimes de pensamento"); sem ter qualquer autonomia, mesmo que mínima, sobre a sua própria vida; na pobreza, forçado a racionamentos constantes de alimentos, de energia, água... Enquanto a elite política do seu país vive em condições muito melhores... Não vive inteiramente dentro de uma mentira mantida por perversos do governo: abandonado, tratado literalmente como gado dentro de uma propriedade, tendo seu espírito e o seu corpo abatidos diariamente até esses dias se tornarem anos, décadas..., e ver seus melhores anos escaparem de suas mãos, até envelhecer sem ter sabido o que é ter comida farta e liberdade para se expressar, se vestir, de ir e vir...

É por isso que eu sinto uma compaixão verdadeira por essas pessoas que não podem usufruir o que eu tenho ou posso, que ainda é pouco, mas minimamente suficiente. Eu sinto muito por todo norte-coreano e cubano que gostariam de, pelo menos, ter o direito de deixar seus países e tentarem melhorar de vida fora deles. Mas nem isso. Eles vivem em um limbo existencial, em uma espécie de inferno na Terra... E mesmo se não existem campos de extermínio ou estatísticas oficiais de genocídios perpetrados pelos seus governos, não é difícil, para quem ainda mantêm algum nível frequente de raciocínio lógico-racional, associá-los a outros governos ou sistemas sociais que, ao longo da história, também causaram grande sofrimento humano, tal como o nazismo. Se eu poderia ser mais ousado e sugerir que Cuba e Coreia do Norte são como dois campos de concentração de dimensões físicas consideráveis, afinal, seus habitantes estão diretamente submetidos a sistemas sociais totalitários, não muito diferente do que acontecia com prisioneiros dos campos de concentração nazistas. A maior diferença é que não há, explicitamente falando, una rotina de assassinatos (imediatos e explícitos) em massa. Mas não é exagerado concluir que, sofrem tanto em vida, que é como se essa dor constante acelerasse a obsolescência natural dos seus organismos, levando à morte precoce de muitos deles, em especial dos mais vulneráveis. Ainda que sociedades capitalistas também possam apresentar níveis variavelmente altos de sofrimento, especialmente em países de terceiro mundo, destoantes da versão mais humanizada do capitalismo, a social-democracia...

Mas, então, temos uma provável maioria de esquerdistas calada sobre esse sofrimento que habitantes de países como Cuba e Coreia do Norte, justamente aqueles que dizem lutar contra a injustiça social e a opressão; que defendem pela solidariedade, pela liberdade e pela igualdade... Uma provável maioria que costuma ter uma obsessão por certos períodos históricos e a usá-los como exemplos máximos do egoísmo e da crueldade humanos, como o nazismo, que emergiu e se estabeleceu como sistema social e ideológico dominante na Alemanha a mais de oitenta anos atrás. E apenas ou especialmente o nazismo... Enquanto cubanos, de pessoas como você e eu, vivem na miséria, carentes do mais básico, mesmo quando havia ajuda soviética, pois não tinham sequer o direito democrático mais básico de ter uma voz e de poderem usá-la, por exemplo, para criticar o governo/partido. E continuam assim, só que agora é até bem pior. Claro que o mesmo pode ser dito sobre os norte-coreanos...

O que também se perpetuam são as desculpas desses que se silenciam friamente sobre o sofrimento desses povos, como se negassem que fosse legítimo (e parece ser isso que fazem). Porque, segundo essa maioria, não são os ditadores "socialistas/democráticos" (??), e seus capangas, os maiores culpados pelos estados lastimáveis que se encontram Cuba e Coreia do Norte. A culpa, para quem adota o vitimismo como hábito, é sempre do outro: do embargo americano, do imperialismo ocidental, do racismo estrutural... enfim, de qualquer expressão abstrata que denota uma pretensão de profundidade intelectual. Mesmo com todas as evidências apontando que todo regime dito socialista é basicamente uma releitura do que aconteceu na primeira experiência revolucionária, no Império Russo, porque mostra exatamente o que o profeta político mais importante, George Orwell, escreveu em forma de fábula infantil, em seu brilhante livro: A Revolução dos Bichos. Mesmo que o nazismo sempre mereça uma menção definitivamente negativa*, o desprezo absoluto de muitos esquerdistas em relação ao sofrimento desses povos exemplificados e, ao mesmo tempo, sempre tentando associar a ideia de mal apenas ao outro lado das trincheiras político-ideológicas, coloca em cheque a capacidade dos mesmos de discernimento moral, por ser uma seletividade extrema de indignação, muito incoerente ou contraditória...

*ainda que seja totalmente possível e acho que, até necessário, explorar e enfatizar sua complexidade, de, por exemplo, mostrar que, nem "tudo" o que defendia/defende estava/está inequivocamente errado, tal como muitos esquerdistas/orwellianos gostam de fazer (por exemplo, de afirmar que pessoas, especialmente as de raça branca caucasiana, não podem ter um sentimento mais positivo sobre sua raça, porque isso seria o mesmo que racismo, "supremacia branca" ou mesmo nazismo, como se apenas povos europeus que tivessem uma história de conflitos, guerras e opressão e, portanto, não lhes fosse mais permitido ter e demonstrar esse sentimento... 

sexta-feira, 15 de maio de 2026

The problem with Brazilian education, according to the "right wing"...

...is the imposition of the "socioconstructivist" model, from the left. A pseudoscientific model full of empty expressions and jargon, as is typical of pseudosciences, which opposes the traditional pedagogical model: emphasizing the memorization of information passed from teacher to student*. However, the problem with education, and not only in Brazil, is not just the model adopted, but that, on average, our population already presents cognitive limitations that are not reflections of personal experiences or social deficiencies, but of their own biology, of something that is practically determined at birth, of what one can achieve... Therefore, regardless of the model adopted, even if it may worsen the educational level, the cognitive limitations of the majority of the population, at least in relation to academic aspects, contribute massively to determining the potential proficiency that can be acquired. So, even if the software (the "education" model) is the best possible, it will still depend on the hardware (intrinsic or biological characteristics) that will continue to limit its results. A wonderful education model will not, miraculously, increase, for example, the average IQ of the Brazilian population, which is currently around 85 points, well below the Greenwich average of 100.


However, this is the misguided explanation that the so-called Brazilian "right" has decided to adopt, of course, exclusively blaming the influence of the "left" on education and completely disregarding these fundamental aspects, as they are also "controversial" or "polemical" nowadays. Yet another demonstration of how weak and submissive the "right" is in relation to the cultural hegemony of its antagonist in traditional institutions, since an "educativist" explanation (education for education's sake) has typically been adopted by the "left," even as a way to avoid a more objective and intellectually honest approach that would inevitably lead it to highlight these "fundamental aspects." However controversial, in short, it would force one to point to the "white elephant." For example, highlighting that Brazil has low academic performance because a significant portion of its population is composed of Afro-descendants (because they tend to have {on average} low cognitive abilities compared to other populations, such as European whites and East Asians of Asian descent), and all that litany of the "totalitarians of good" would come to the fore: "fascism," "scientific racism," "Nazism"... In short, a cowardly "right wing" submissive to the dominant "progressive" moral code...


* The socio-constructivist model, based mainly on Lev Vygotsky, proposes that learning occurs through social and cultural interaction (excerpt taken from an explanation of AI) and not through a previously established and universally ratified logical cognitive method as effective.

O problema da educação brasileira, segundo a "direita"...

 ... é a imposição do modelo "socioconstrutivista", de esquerda. Um modelo pseudocientífico cheio de expressões vazias e jargões, como é típico de pseudociências, que se opõe ao modelo pedagógico tradicional: de ênfase no emprego da memorização da informação passada pelo professor ao estudante*. No entanto, o problema da educação, e não apenas no Brasil, não é apenas o modelo adotado, mas que, em média, nossa população já apresenta limitações cognitivas que não são reflexos de experiências pessoais ou carências sociais, mas de sua própria biologia, de algo que se nasce praticamente determinado, de até onde se pode alcançar... Portanto, não importa o modelo adotado, ainda que possa piorar o nível educacional, as próprias limitações cognitivas da maioria da população, pelo menos em relação aos aspectos acadêmicos, contribuem massivamente para determinar o potencial de proficiência que se pode adquirir. Então, mesmo se o software (modelo de "educação') for o melhor possível, ainda dependerá do hardware (características intrínsecas ou biológicas) que continuará limitando seus resultados. Se um modelo maravilhoso de educação não irá, por milagre, aumentar, por exemplo, a média de QI da população brasileira que, atualmente, encontra-se em torno dos 85 pontos, bem abaixo da média (greenwich) 100. 

No entanto, é essa explicação equivocada que a tal "direita" brasileira resolveu adotar, claro, culpando exclusivamente a influência da "esquerda" na educação e desprezando completamente esses aspectos fundamentais, por também serem "controversos" ou "polêmicos" hoje em dia. Mais uma demonstração do quão fraca e submissa a "direita" está em relação à hegemonia cultural de sua antagonista em instituições tradicionais, pois uma explicação "educacionista" (a educação pela educação) tem sido tipicamente adotada pela "esquerda", até como maneira de evitar uma abordagem mais objetiva e intelectualmente honesta que, inevitavelmente a direcionaria para destacar esses "aspectos fundamentais porém controversos", enfim, de ser forçada a apontar para o "elefante branco". Por exemplo, de destacar que o Brasil apresenta um desempenho acadêmico baixo por ter uma significativa parcela de sua população composta por afrodescendentes (porque tendem a apresentar {em média} baixas capacidades cognitivas se comparados com outras populações, como os brancos europeus e os leste asiáticos de raça oriental), e toda aquela ladainha dos "totalitários do bem" viria à tona: "fascismo", "racismo científico', "nazismo"... Em suma, uma "direita" acovardada e submissa ao código moral "progressista" dominante...

* O modelo socioconstrutivista, baseado principalmente em Lev Vygotsky, propõe que a aprendizagem ocorre através da interação social e cultural (trecho retirado de uma explicação da I.A) e não por um método cognitivo lógico previamente estabelecido e universalmente ratificado como eficaz.

segunda-feira, 11 de maio de 2026

More sincere lints



"I respect the right to come and go"


A Marxist defending his opinion on (uncontrolled) immigration, especially to countries with a "white majority" ("oppressive"), while pretending not to see the same right being completely prohibited in his beloved countries, like Cuba...


Summary of the pseudo-intellectual (especially the "leftist"): abusive use of a pedantic way of speaking and writing that makes him feel smarter than the average person and wiser than the most intelligent person.


Either you are a collectivist or you are intelligent.


A very collectivist individual is the human equivalent of an ant or bee: a more nominal than integral individual.


A less appreciated trait of a highly rational individual is their ability to not deviate from what is most important, in terms of realism, starting with the most basic knowledge, such as geography and psychology, since these are also the most influential and constant areas of knowledge in human life.


Human intelligence is malleable, but its malleability is, obviously, limited; after all, there is nothing in this world, or within this world, that has infinite potential for development...


Are the "normies" of the new generations becoming more stupid nowadays because of the very process of cultural stupidification (or discouragement of intelligence/beyond the process of dysgenics in which the less intelligent have generated more descendants than the more intelligent)?? Or have they always been more limited and the previous culture simply didn't make this explicit (precisely because it emphasized intelligence, but not in all instances)??


Not knowing certain basic subjects, such as geography, does not necessarily make someone stupid "in everything," an easy and popular association on social media nowadays (year 2025/2026...). But knowing very little about geography is a likely example of how rational intelligence, our compass for realism, is underdeveloped or poorly stimulated compared to its ideal state.


"Objective morality does not exist in an empirical sense."


Objective morality exists, in its essence, in every living being that seeks its own survival and begins, a priori, with the minimally conscious or objective desire not to self-exterminate. And this desire may or may not be extended to other individuals...


While the right is much more diverse in its subgroups of thought or ideology, the left is much more compact and homogeneous, quite typical of sects or cults, in which its members are easily identified by their highly stereotyped or collectivized patterns of thought. No wonder, since the right represents the majority of the human population...


Those who most criticize stereotyping are precisely the ones who stereotype the most, including themselves.


The feeling of being alone: ​​in the pain of disappointment, frustration, or any sadness, is very bad, but it can easily be reversed into a feeling of relief when one realizes that one is not alone or even that there are those in worse situations.


Perhaps the biggest difference between a genuine progressive and a rotten progressive, a false or very insufficient progressive, is that the former does not exhibit a chronic selectivity of empathy with situations, contexts, and causes, induced by ideology or politics.


The "left" doubles down.


Again, regarding what I've already commented on, the cycle of human stupidity, in which senseless ideologies have been the main protagonists.


Consider the example of the justice system: in the past, only the wealthiest escaped punishment for their crimes in Brazil. Now, with the introduction of "anti-punitive" approaches, lower-class criminals are also being released, even after committing numerous crimes. This is doubling down. It's the same as making a problem worse instead of solving it.


The average leftist is ONLY a pedant, intellectually speaking. The average rightist, at least, is not FAKE, just a nobody, yet still functionally intelligent in a very basic aspect. The average leftist tends to be intellectually dysfunctional.

Mais fiapos sinceros

 "Eu respeito o direito de ir e vir"


Marxiste defendendo sua opinião sobre imigração (sem controle), especialmente para países de ''maioria branca' ("opressora"), enquanto finge que não vê o mesmo direito sendo completamente proibido em seus países de estimação, como Cuba...


Resumão do pseudo intelectual (especialmente o "de esquerda"): uso abusivo de um modo de falar e escrever pedante que o faça se sentir mais inteligente que o homem comum e mais sábio que o homem mais inteligente


Ou você é coletivista ou você é inteligente 


Um indivíduo muito coletivista é o equivalente humano a uma formiga ou abelha: um indivíduo mais nominal do que integral. 


Um traço pouco apreciado de um indivíduo altamente racional é sua capacidade de não se desviar do que é mais importante, em termos de realismo, começando pelos conhecimentos mais básicos, como a geografia e a psicologia, até por também serem os conhecimentos mais influentes e constantes na vida humana


A inteligência humana é plástica, mas sua plasticidade é, obviamente, limitada, afinal, não existe nada nesse mundo ou, dentro desse mundo, que tenha um potencial de desenvolvimento infinito... 


Os "normies" das novas gerações estão ficando mais estúpidos, hoje em dia, por causa do próprio processo de estupidificação cultural (ou desincentivo da inteligência/além do processo de disgenia em que os menos inteligentes têm gerado mais descendentes do que os mais inteligentes)?? Ou eles sempre foram mais limitados e a cultura anterior apenas não deixava isso explícito (justamente por enfatizar a inteligência, mas não em todas as instâncias)?? 


Não saber sobre certos conhecimentos básicos, como a geografia, necessariamente não torna alguém estúpido "em tudo", uma associação fácil e popular em redes sociais, atualmente (ano 2025/2026...). Mas saber muito pouco sobre geografia é um exemplo provável de que a inteligência racional, nossa bússola para o realismo, encontra-se pouco estimulada ou subdesenvolvida, se comparada com o que seria o seu ideal. 


 ''A moralidade objetiva não existe em um sentido empírico''


A moralidade objetiva existe, em sua essência, em todo ser vivo que busca por sua própria sobrevivência e começa, a priori, com o desejo minimamente consciente ou objetivo de não se autoexterminar. E esse desejo pode ou não ser estendido a outros indivíduos... 


Enquanto a direita é muito mais diversa em seus subgrupos de pensamento ou ideologia, a esquerda é muito mais compacta e homogênea, bem típico de seitas ou cultos, em que seus membros são facilmente identificados pelos seus padrões altamente estereotipados ou coletivizados de pensamento. Também pudera, se a direita representa a maioria da população humana...


Justamente aqueles que mais criticam a estereotipação, são os que mais estereotipam, inclusive a si mesmos 


A sensação de estar só: na dor de uma decepção, frustração ou de uma tristeza qualquer, é muito ruim, mas que pode facilmente ser revertida para uma sensação de alívio quando se percebe que não se está só ou mesmo que existem aqueles em situação pior 


Talvez, a maior diferença entre um progressista autêntico e um podrecista, um progressista falso ou muito insuficiente, é que o primeiro não apresenta uma seletividade crônica de empatia com situações, contextos e causas, induzida por ideologia ou política


A "esquerda" dobra a aposta 


De novo, sobre o que já comentei, o ciclo da estupidez humana, em que ideologias insensatas têm sido as maiores protagonistas. 


Veja o exemplo da justiça em que, se no passado, apenas os mais ricos que saíam impunes pelos seus crimes no Brasil, agora, com a introdução de abordagens "antipunitivistas", criminosos de classe baixa também estão sendo liberados mesmo depois de cometerem muitos crimes. Isso é dobrar a aposta. É o mesmo que, ao invés de resolver um problema, de piorá-lo 


O esquerdista médio é APENAS um pedante,intelectualmente. Já o direitista médio, pelo menos, não é FALSO, apenas um Zé Ninguém, ainda assim funcionalmente inteligente em um aspecto muito básico. O esquerdista médio tende a ser intelectualmente disfuncional.

domingo, 10 de maio de 2026

Human Mad

 Makes wasted time productive

Lies seem true

Philosophy seem wrong

Wrong fate a certainty


Rivers of money

Back that weigh down before such immensity...

of this opaque, decrepit stage of our stupidity


We keep carrying unnecessary excesses

Rituals of false emotions

of technocratic sterility


The poet promised freedom

But it only exists in his verses of hope and disillusionment...


There is still joy to fill the void that is being human

This scar that never heals

This shadow that always borders our paths

That reveals itself in the deepest reflections...