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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Sobre as últimas vitórias eleitorais da esquerda na Europa e o nível de insanidade sem fim envolvido

 Por que mulheres jovens (especialmente as brancas) e imigrantes estão votando em massa na esquerda??


Imagine que você viva em um país já com uma boa quota de "diversidade", padrão de vida alto e políticas públicas que garantem um extenso bem-estar social... Alemanha ou Suécia de 2026 do século XXI?? 

Você precisa de mais??

Mais "diversidade"??? 

Qualquer país seria capaz de suportar um número indeterminado de pessoas vindo de fora e por tempo igualmente indeterminado?? 

A própria logística básica nos mostra que não...

Imagine que você também começa a perceber um aumento contínuo da criminalidade e de outras formas de incivilidade; de uma animosidade institucionalizada contra você, por causa de sua raça; e a ocupação progressiva de espaços sociais da sua cidade por grupos culturais estrangeiros que se mostram abertamente hostis a você?? 

O que você faria?? 

A reação mais lógica e racional é buscar entender o que está, de fato, acontecendo. Primeiro você reconheceria essa situação como ruim, ao perceber um aumento da sensação real de insegurança e do recrudescimento social. Segundo, a partir do que você descobrisse de factual, começaria a agir de maneira lógica. Então se você percebeu uma relação direta entre aumento da  criminalidade e imigração excessiva, o que realmente acontece, quando houvesse um pleito democrático importante, iria votar naqueles políticos ou partidos que buscam combatê-los. Parece óbvio demais para não ser adotado como uma conduta política. E isso é especialmente óbvio se você for uma mulher, ainda mais se for uma mulher branca. A grande maioria dos partidos de direita e até de extrema direita não querem mais do que conter esses excessos, de retornar a uma normalidade plenamente habitável. Propostas como: proibir a participação de homens com disforia sexual que têm sido socialmente identificados como mulheres trans, em esportes femininos; vetar mais leis de crimes de pensamento, como a lei da misoginia (como no Brasil); de fechar as fronteiras para a imigração em massa; de simplesmente não deixá-las escancaradas para qualquer um poder entrar, como querem, tanto a esquerda identitária quanto a radical... 

Você, se for uma mulher branca e jovem morando em um país da Europa Ocidental, especialmente de um país muito rico, já tem seus direitos mais básicos garantidos por lei; já tem "diversidade" suficiente para "celebrar"; já tem um estado de bem-estar social que garante seus direitos trabalhistas, ainda quer mais??

Mais o quê?? 

É um nível de insanidade que é difícil de superar...

2⁰ caso de insanidade ou estupidez irracional: A lógica de sair do país que você não queria morar mais para o país que você escolheu viver e votar para que esse país se torne mais parecido com aquele que você deixou 

Esse subtítulo ficou feio, eu sei, mas já deixa bem explicado o quão insano pode ser o comportamento do imigrante que deixa o seu país de origem, não apenas por pobreza ou guerra, mas também porque geralmente apresenta uma admiração pelo país que escolheu para viver: sua cultura, seu povo... Mas aí decide votar em partidos (de esquerda) que almejam fazer do país que escolheu para viver mais parecido com o país em que vivia. É o mesmo que um mexicano sair do México para viver na Califórnia e encontrar o próprio México transplantado e lentamente corroendo a cultura anglo saxônica de antes, diretamente responsável pelo sucesso californiano. E quando falo em cultura, não falo apenas de um conjunto abstrato de regras e comportamentos, mas de capacidade de uma população em absorvê-los, aceitá-los e/ou praticá-los, porque existe uma clara correlação (interseccional, que não é mera coincidência) entre etnia ou raça e variação média e estatística de tendências comportamentais (predominantemente intrínsecas)...

Só que não! O imigrante do oriente médio que vai morar na Suécia, vota na esquerda que quer importar mais deles para viver lá. Resultado: o lugar que ele vive e usufrui se tornando cada vez mais como o lugar que ele deixou... 

Alguma lógica à vista?? 

O sentimento tribalista poderia explicar. Ou o pensamento "estratégico" de, quanto mais de nós, melhor. Mas o melhor não era justamente o povo que construiu e sustenta aquela sociedade avançada?? Se eles se tornarem minoria ou desaparecerem, o "seu povo" vai conseguir dar conta do recado??.. que já não consegue em suas próprias terras?? 

Why are young women (especially white women) and immigrants voting en masse for the Left?

Imagine living in a country that already boasts a significant level of "diversity," a high standard of living, and public policies ensuring extensive social welfare—perhaps a Germany or Sweden of the mid-21st century?

Do you need more?

More "diversity"?

Could any country sustain an indefinite influx of people over an equally indefinite period?

Basic logistics alone tell us the answer is no.

Imagine also noticing a steady rise in crime and other forms of incivility, an institutionalized animosity directed at you because of your race, and the progressive takeover of your city's social spaces by foreign cultural groups that are openly hostile toward you.

What would you do?

The most logical and rational reaction is to seek to understand what is actually happening. First, you would recognize the situation as negative, given the growing sense of insecurity and social unrest. Second, based on the facts you uncovered, you would begin to act logically. So, if you perceived a direct link between rising crime and excessive immigration—which is indeed the case—you would vote for the politicians or parties seeking to combat these issues when a major democratic election came around. It seems too obvious a course of action to ignore. And this is especially obvious if you are a woman—even more so if you are a white woman. The vast majority of right-wing and even far-right parties seek nothing more than to curb these excesses and return to a fully livable state of normalcy. Proposals such as: banning men with gender dysphoria—who identify socially as trans women—from participating in women's sports; vetoing further "thought crime" laws, like the misogyny law (as seen in Brazil); and closing borders to mass immigration—or simply not leaving them wide open for anyone to enter, as both the identity-politics Left and the radical Left desire...

If you are a young white woman living in a Western European country—especially a very wealthy one—your most basic rights are already guaranteed by law; you already have enough "diversity" to "celebrate"; you already have a welfare state that guarantees your labor rights—yet you still want more?

More of what?

It is a level of insanity that is hard to top...


2nd case of insanity or irrational stupidity: The logic of leaving a country where you no longer wanted to live for a country you chose to call home, only to vote to make that new country more like the one you left behind

I know that subheading is clunky, but it clearly illustrates the insanity of an immigrant's behavior: leaving their country of origin—not just due to poverty or war, but often out of genuine admiration for their chosen destination (its culture, its people)—only to vote for (left-wing) parties that aim to make that new country resemble the one they left. It is akin to a Mexican leaving Mexico to live in California, only to find Mexico itself transplanted there, slowly eroding the Anglo-Saxon culture—directly responsible for California's success—that existed before. And when I speak of culture, I’m not just talking about an abstract set of rules and behaviors, but about a population's capacity to absorb, accept, and/or practice them—because there is a clear correlation (an intersectional one, not mere coincidence) between ethnicity or race and the average statistical variation in behavioral tendencies (which are predominantly intrinsic)...

But that’s not the case! A Middle Eastern immigrant moves to Sweden and votes for the Left—the very faction that wants to import more people like him to live there. The result? The place where he lives and enjoys the benefits becomes increasingly like the place he left behind...

Is there any logic to be found here?

Tribal sentiment might explain it. Or the "strategic" mindset that "the more of us there are, the better." But wasn't it precisely the people who built and sustain that advanced society who were the "best" fit for it? If they become a minority or disappear, will "their people" be able to handle the job?... considering they can't even manage it in their own lands?

Chronic victimhood and hypocrisy are subtle expressions of an antisocial personality (on the psychopathy spectrum).

 Greed, avarice, and badmouthing others—when manifested chronically—are examples of behaviors indicating more serious character flaws. 

Victimhood and hypocrisy are two other examples—albeit more subtle ones—of such flaws; the former consists of exaggerating one's own situation and portraying oneself as a victim when one does not actually qualify as such, or even when one is in a virtually opposite position. This is because the intent behind playing the victim is not to resolve a victimization—which does not exist—but rather to garner privileges based on that alleged status. A case in point is the Black anti-racist activist who views himself as a perpetual victim of "structural racism," acting as though every limitation he faces—including those stemming from his own actions—is the fault of "evil white people" and that, in the name of justice, he deserves reparations or privileges. 

Hypocrisy, meanwhile, essentially involves preaching or positioning oneself visibly as morally superior, while acting in a manner that is—to varying degrees—the exact opposite in daily life. Take the anti-capitalist who loves money and enjoys what it "offers"—rather than seeking consistency between their words and their personal life, or at least being more generous toward others, for instance...

Consequently, due to the massive, suspicious, and orchestrated rise of identity-based leftism within corridors of power, there has been an institutionalized normalization of these two subtle yet characteristic forms of moral dishonesty—the maudlin kind that cloaks itself in beautiful or impassioned rhetoric about justice, empathy, and love, while concealing ulterior motives and intentions...

Vitimismo e hipocrisia crônicos são expressões sutis de personalidade antissocial (espectro da psicopatia)

Ganância, avareza e ''falar mal dos outros'' quando manifestados de maneira crônica são exemplos variavelmente explícitos de comportamentos que indicam desvios mais sérios de caráter. 

Vitimismo e hipocrisia são outros dois exemplos, só que mais sutis, de demonstração de desvios de caráter, já que o primeiro consiste no ato de exagerar o próprio status situacional, se colocando aos demais como vítima, quando se encontra muito suficiente para ser classificado como tal ou mesmo quando se encontra em uma posição praticamente oposta.Porque o vitimismo não tem como intenção solucionar a situação de vitimização, que não existe, mas de angariar privilégios por causa da alegada condição situacional de vítima. É o caso do ativista negro antirracista que se considera uma vítima perpétua do "racismo estrutural", como se tudo o que o limitasse, inclusive a si mesmo, fosse culpa dos "brancos maus" e, por justiça, merecesse reparações ou privilégios...

Já a hipocrisia é basicamente o mesmo que pregar ou se colocar em uma posição visível como moralmente superior, enquanto na prática cotidiana, age de maneira variavelmente oposta. Do anti-capitalista que adora dinheiro e de usufruir do que o mesmo "oferece', ao invés de buscar por uma consistência entre o que afirma e o que faz em sua vida pessoal, de, pelo menos, ser mais generoso com os outros, por exemplo...

Então, por causa da ascensão massiva, suspeita e programada, da esquerda identitária em espaços de poder, tem havido uma normalização institucionalizada dessas duas formas sutis, porém, características, de mal caratismo, do tipo lacrimoso, que se esconde em discursos bonitos ou inflamados sobre justiça, empatia e amor, mas que escondem motivações e intenções escusas... 

domingo, 4 de outubro de 2026

Regarding the age of majority for voting rights: why shouldn't "very young people" vote?

 The democratic right to vote is, without a doubt, the most fundamental right within a modern democratic regime. However, there ought to be restrictions on it—contrary to the wishes of many self-proclaimed "democrats" or passionate devotees of "democracy"—for reasons that seem to me more than sensible...


Groups such as: pre-trial detainees and individuals with serious criminal records who are currently at liberty; those with chronic, diagnosed mental disorders, such as psychopathy; politicians or former politicians with a history of corruption; and those with very low levels of education... To this list, I would also add "very young people"—that is, those below the official age of majority.


I would add one further detail: the establishment of an electoral age of majority distinct from the age of criminal responsibility—that is, the age one can begin voting and the age one can be imprisoned. While common sense leans toward lowering the age of criminal responsibility, it points in the opposite direction regarding the voting age; but why?


The groups mentioned above share characteristics that arguably render them unfit to exercise the right to participate in democratic elections: they possess highly unfavorable records that should entail the curtailment of certain—or even many—of their rights, including the right to vote; they are still "paying" (often for a duration or with a level of severity that is wholly insufficient) for their past actions; or they demonstrate a marked lack of rational agency regarding their own behavior, as is the case with individuals diagnosed with antisocial personality disorder. or they possess a negligible intellectual and cultural background, much like the majority of those with very low levels of formal education...


Then there is a group that—precisely due to a lack of history rather than the presence of one—shares similarities with individuals suffering from psychiatric disorders, as they lack the capacity to exercise the right to vote or participate in any democratically significant election. This is due to their youth, behavioral immaturity, and the scientific reality that they are neurologically "half-adult and half-child"—human beings still in a developmental stage.


The paradox of this proposal is: if they are not mature enough to vote, are they mature enough to be imprisoned?


Indeed, adolescence is a unique phase for our species, characterized by heightened developmental asymmetry within the human mind. Regardless, a rational perspective regarding the objective administration of justice—highly relevant to this discussion and transcending this biological fact—holds that an extremely cruel and senseless act with grave consequences must be punished in an exemplary manner, or in a way potentially proportional to its severity, regardless of the perpetrator's age. Therefore, even if a human adolescent’s maturity regarding moral and intellectual discernment varies, they must face punishment upon committing a heinous crime. After all, it is unlikely that an adolescent without serious character flaws would commit crimes—especially those of this nature—given that, even if our minds are not fully developed at this stage of life, certain fundamental capacities are already well-developed. Precisely because these capacities are so basic—such as the ability to assess the impact of intentions and actions that are clearly good or bad—the argument that immaturity justifies withholding exemplary punishment from a minor in this age group loses its validity. On the other hand, regarding the ability to choose a candidate in a democratic election, it seems to me that the very hormonal (and emotional) fervor of this stage of life tends to render the adolescent too raw to make reasoned analyses and choose the best—or least bad—candidate... Furthermore, this same fervor tends to manifest more uniformly among adolescents than do sadistic behavioral tendencies; this, in turn, justifies raising the voting age while lowering the age of criminal responsibility...


Therefore, one measure—lowering the age of criminal responsibility—would be necessary to strictly punish heinous crimes committed by a minority of "minors" who are more intrinsically inclined toward cruelty (where such actions lack a legitimately complex justifying context, such as self-defense, and are utterly indefensible). Meanwhile, the other measure—raising the voting age—would bar the participation of all "minors," as the vast majority are too immature to vote in democratic processes, making them easy prey for demagogues seeking to use them as political pawns... Consider the example of political activism, which reaches its peak levels of fanaticism during the final years of adolescence and the early years of..official adulthood. Since there is no precise boundary marking where one begins and the other ends, let all adolescents, at the very least, be barred from democratic elections...

Pela ampliação da maioridade para o direito ao voto: por que os "muitos jovens" não deveriam votar??

 O direito democrático ao voto é, com certeza, o direito mais básico dentro de um regime democrático moderno. No entanto, deveriam haver restrições a ele, em descompasso com o desejo de muitos autodeclarados "democratas", ou adoradores apaixonados pela "democracia', por razões que, para mim, parecem ser mais do que sensatas...


Grupos como: os detentos provisórios e aqueles com histórico criminal grave que (já) estão em liberdade; portadores crônicos e diagnosticados com transtornos mentais, como a psicopatia; políticos ou ex-políticos com histórico de corrupção; aqueles com nível muito baixo de escolaridade... E eu ainda acrescentaria os "muitos jovens", que ou aqueles com idade inferior ao da maioridade oficial. 

Daria ainda mais um detalhe: a determinação de uma maioridade eleitoral distinta da penal, entre a idade em que pode começar a votar e a idade em que já pode ser preso, porque enquanto o bom senso pende para a redução da maioridade penal, vai no sentido oposto quanto à eleitoral, mas por quê?? 

Os grupos citados acima apresentam "coisas" em comum que são suficientes para torná-los potencialmente impossibilitados de exercerem o direito de participar de pleitos democráticos: apresentam um histórico muito desfavorável que também deveria implicar no cerceamento de alguns, ou vários, de seus direitos, como o voto; ou ainda estão "pagando' (vezes por tempo e rigor muito insuficientes) por suas ações; ou demonstram uma notável deficiência de agência racional em relação ao seu próprio comportamento, como no caso de diagnosticados com personalidade antissocial; ou apresentam um arcabouço intelectual e cultural irrisório, como a maioria daqueles com nível muito baixo de escolaridade...  

Mas aí temos um grupo que, se não por histórico, justamente pela falta dele, também se aproxima dos portadores de problemas psiquiátricos, por apresentar uma insuficiência para poder exercer o direto de votar ou participar de qualquer tipo de pleito democraticamente importante: por serem jovens demais, muito imaturos em comportamento, pelo próprio fato científico de serem neurologicamente como "metade adultos e metade crianças", de serem seres humanos em fase de desenvolvimento... 

O paradoxo dessa proposta seria: se não são adultos o suficiente para votar, são para serem presos?? 

Sim, a adolescência é uma fase única de nossa espécie, marcada por níveis mais altos de assimetria de desenvolvimento da mente humana. De qualquer maneira, um pensamento racional relacionado à prática objetiva da justiça, muito relevante nessa discussão, e que perpassa esse fato biológico, é o de que, uma ação extremamente cruel e insensata que tem consequências graves, independente da idade daquele que a comete, deve ser punida de maneira exemplar ou potencialmente proporcional à sua gravidade. Portanto, mesmo que o adolescente humano ainda seja variavelmente maduro em relação à sua capacidade de discernimento moral e intelectual, ele deve ser punido a partir do momento em que comete um crime hediondo, até porque dificilmente um adolescente sem falhas graves de caráter cometeria crimes e ainda mais desta natureza, se mesmo que nossas mentes não estejam totalmente desenvolvidas nesta época da vida, em algumas das capacidades mais básicas já apresentam um bom nível de desenvolvimento, justamente por serem tão básicas, tal como a de saber avaliar o impacto de intenções e ações explicitamente boas ou ruins, que compromete a validade do argumento da imaturidade para justificar a não-punição exemplar a um menor de idade nessa faixa etária. 

Em compensação, quanto à capacidade de escolher um candidato em uma eleição democrática, me parece que o próprio fervor hormonal (e emocional) dessa fase da vida tende a tornar o adolescente muito cru para ser capaz de fazer análises ponderadas e escolher o melhor ou o menos pior para votar... Além disso, esse mesmo fervor tende a se manifestar de maneira mais homogênea entre os adolescentes do que tendências sádicas de comportamento, que novamente justifica a expansão da maioridade eleitoral e a redução da penal... 

Portanto, uma medida: a redução da maioridade penal, seria necessária para, eventualmente, punir com rigor crimes hediondos cometidos por uma minoria de "menores de idade" mais intrinsecamente inclinados à crueldade (sem que tais ações tenham um contexto legitimamente complexo que possa justificá-las, tal como a de autodefesa; que sejam completamente indefensáveis), enquanto que, a outra medida: de ampliação da maioridade eleitoral, vetaria a participação de todos os "menores de idade" por serem, em sua (grande?) maioria, muito imaturos para votarem em processos democráticos, se são presas fáceis de demagogos interessados em adotá-los como massas de manobra... O próprio exemplo do ativismo político que atinge seus níveis mais altos de fanatismo nos últimos anos de adolescência e primeiros anos oficialmente como adultos. Pois se não existe um limite preciso de quando que um começa e o outro termina que, pelo menos, todos os adolescentes sejam vetados de pleitos democráticos... 

The political opinions of certain artists aren't worth a damn

 The political opinions of people with strong ideological biases are worthless. They are worth less than the opinion of a random person passing by on the street. And there are plenty of artists—talented or not, fading or rising—who not only hold political views worth next to nothing but also love sharing them; they believe their fame and prestige (often exaggerated or objectively unearned) have the power to sway people's minds. While this belief is realistic, it is also depressing; ideally, no one should let others' opinions shape their own, yet many do. Furthermore, everyone should be able—even when seeking "second or third opinions"—to evaluate the quality of those views and the reliability of the sources. Consequently, the political opinion of a Brazilian artist who joined the "Save the Amazon" chorus during the fires that plagued the biome under the Bolsonaro administration—only to fall silent during the years of yet another Workers' Party (PT) government, when fires continued to destroy the same forest—is worth no more than anyone else's opinion. In fact, it may be worth even less, coming from someone who chose to participate in that circus—likely driven by the convenient moral narcissism of performing for an audience of the "right-thinking" crowd and those claiming to be on the "right side of history": the very people who have co-opted traditional institutions to echo messages rife with performative love, lies, and authoritarianism—not to mention the very capitalist perks that such "guest appearances" usually yield.