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terça-feira, 13 de outubro de 2026

The "Left's" political psychopathy is in full swing on the eve of the runoff election

 The "Left's" political psychopathy is in full swing on the eve of the runoff election.


The year is 2026, and the sheer volume of absurdities that the Brazilian *Petista* Left has—as usual—orchestrated and defended is, as I like to say, beyond belief...


On the eve of the runoff, following Flávio Bolsonaro's narrow—yet "unexpected"—victory, they began resorting to every possible tactic:


Promising an increase in the *Bolsa Família* welfare payment, a reduction in gasoline prices*, and an end to the 6x1 work schedule**—conveniently right before the election; essentially, a brazen attempt to buy votes...


Also by purchasing the support of "influencers" and "other" "artists";


*Interestingly, they managed to do this via a unilateral executive decree (??¹)—something they could have done at any point during their term??


¹ Specifically by cutting related taxes—a long-standing demand that the Left always dismisses...


** Something they could have fought to end back in their first administration, over twenty years ago... It is worth noting that this is one of the most fundamental aspects of the struggle for the working class: providing them with a minimum level of comfort...


Through the continuous spreading of lies (their specialty), with an avalanche of fake news;


Through the use of religious symbols (which they loathe) for cynical manipulation aimed at deceiving a segment of the Brazilian electorate—those more prone to falling for this cheap form of emotional blackmail;


Through displays of extreme arrogance and condescension (traits they always exhibit, though now more blatantly) in an attempt to "flip the votes" of the "right-wing poor" (whom they frequently dehumanize); Also, regarding the attempt to split the Right into the "democratic" (or "tame") faction and the "Bolsonarista far-right"...


It is unlikely that someone who is fully aware of what is happening—yet still supports these actions—possesses sound moral judgment, because often, the ends do *not* justify the means...


But what ends, exactly??


Another four years of a government ranging from mediocre to bad??


Public safety and healthcare left to rot; education steadily worsening, rife with indoctrination and dismal results; welfare measures that amount to little more than "handing out alms to the people in exchange for their support"; the tightening gag of politically correct censorship (stemming from the politicization of state institutions)...


If a hypothetical or potential future Bolsonaro administration won't solve all our problems, then let the Left lose this election: they don't deserve to win (and deserve it less and less)...


And if they *do* win, *we* are the ones who will keep losing, caught in their little game of "handing out handouts while advancing a totalitarian agenda and stripping away our basic rights." What is truly at stake is the legitimate viability of the shred of representative democracy we still have; after all, were it left solely to the many supporters of the Left and/or the PT, we would already be succumbing to a "people's democracy" defined by a single party and a single ideology...

Toda psicopatia política da "esquerda" a pleno vapor nessa véspera de segundo turno

 O ano é 2026, e a quantidade de absurdos que a esquerda petista e brasileira tem, pra variar, orquestrado e defendido, como eu gosto de dizer: "não está escrito no gibi"... 


Nas vésperas do segundo turno, depois da vitória apertada, porém, "inesperada' de Flávio Bolsonaro, começou a apelar de todas as formas possíveis:

Prometendo o aumento do bolsa-família, a redução do preço da gasolina* e o fim da escala 6x1**, convenientemente às vésperas das eleições, basicamente compra descarada de votos...

Também pela compra do apoio de "influencers" e "outros" "artistas'; 

*Interessantemente, conseguiu fazê-lo na base da "canetada" (??¹) algo que poderia ter feito desde sempre durante o seu mandato?? 

¹ Justamente pela redução dos impostos relacionados, uma demanda antiga que a tal esquerda sempre despreza...

** Que poderia ter lutado para acabar desde o seu primeiro governo, há mais de vinte anos atrás... Diga-se, um dos aspectos mais básicos da luta pela classe trabalhadora: de lhe prover o mínimo de conforto...

Pela contínua propagação de mentiras (sua especialidade), com uma avalanche de fake news;

Pelo uso de símbolos religiosos (que eles odeiam) para a manipulação cínica dos mesmos visando enganar parte do eleitorado brasileiro, mais propenso a se ludibriar por esse tipo barato de chantagem emocional;

Pela demonstração de extrema arrogância e pedantismo (o que sempre demonstram, só que agora mais explícito) na tentativa de "virar votos" do "pobre de direita" (que eles frequentemente desumanizam);

Também pela tentativa de dividir a direita em "democrática" (ou "domesticada") e "extrema direita bolsonarista"...

Uma pessoa plenamente consciente do que está acontecendo, ainda assim apoiar essas ações, é pouco provável que tenha um bom discernimento moral, porque muitas vezes, os fins NÃO justificam os meios... 

Mas quais fins?? 

Mais quatro anos de mais um governo variando entre medíocre a ruim?? 

Segurança e saúde públicas às moscas; educação cada vez pior, com muita doutrinação e resultados pífios; medidas assistencialistas que são mais como "dar esmolas ao povo em troca do seu apoio"; aumento da mordaça da censura politicamente correta (do aparelhamento do estado)...

Que, se um próximo governo Bolsonaro hipotético ou potencial não irá resolver todos os nossos problemas, que a esquerda perca essa eleição: não está merecendo ganhar (e cada vez menos)... 

E se ganhar, seremos nós que continuaremos perdendo, com o seu joguinho de "dar esmolas enquanto avança em sua agenda totalitária, nos tirando direitos básicos", porque o que está em jogo é a viabilidade legítima do pouco de democracia representativa que ainda temos, pois se fosse depender apenas dos muitos apoiadores da esquerda e/ou do PT, já estaríamos sucumbindo a uma "democracia popular" de partido e ideologia únicos...

What if a self-proclaimed fascist party raised teachers' salaries significantly???

 What if only explicitly fascist or neo-Nazi parties championed the rights (and privileges) of the "LGBT class"???


Would these groups change their ideology and start declaring unconditional support for those parties???


Would a large portion of groups currently leaning left change their minds if an explicitly far-right party or group decided to openly champion their demands???


Do the majority of them also have a price, just like those "artists' who show political support for left-wing parties, politicians, or ideologies—especially when well-paid???


How many are true idealists, and how many are on "this" or "that" side for purely pragmatic reasons???

E se um partido autodeclarado fascista aumentasse o salário dos professores para 10 ou 20 mil???

 E se apenas partidos explicitamente fascistas ou neonazistas ilimitassem direitos (e privilégios) da "classe LGBT"??? 


Será que esses grupos mudariam de ideologia e passariam a declarar apoio incondicional a esses partidos??? 

Será que boa parte de grupos atualmente enviesados à esquerda mudariam de opinião se um partido ou grupo explicitamente de extrema direita resolvesse defender abertamente suas demandas???

Majoritariamente, será que eles também têm um preço tanto quanto aqueles "artistas' que demonstram apoio político a partidos, políticos ou ideologias de esquerda especialmente quando bem pagos??? 

Quantos que são de verdadeiros idealistas e quantos que só estão "nesse" ou "naquele" lado por uma questão meramente pragmática??? 

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Regarding certain correlations: mental disorder, cognitive style, political-ideological affiliation, and others

 Are individuals diagnosed as pathological liars disproportionately more likely to identify with the political-ideological Left?


Pathological lying—also known as mythomania—is a serious mental disorder characterized by an uncontrollable urge to lie; it often entails long-term negative personal consequences, particularly in social interactions.


Evidence for the condition has moved beyond mere psychiatric symptom description; neurological correlates¹ (indicate a chemical imbalance in the brain—specifically a significant asymmetry in the density of white matter relative to gray matter -white matter connects the brain's various regions-. This imbalance would explain both the group's facility for fabricating stories and their progressive difficulty in distinguishing fact from fiction). and with potential psychometric evidence (studies¹ have found a correlation between a cognitive profile marked by a verbal IQ higher than performance IQ and pathological lying—which, in turn, would explain the group's "strength" in creating or elaborating narratives, that is, their excessively promiscuous relationship with language).


However, there is a major problem—one I am not sure others besides myself have noticed: the high degree of political subjectivity involved in determining what counts as a lie that can be psychiatrized or diagnosed as a symptom of a mental disorder. For while lies of a more personal nature are the ones most frequently cited as evidence—particularly for diagnosing pathological lying—those that tend to be more peripheral to the individual's identity (political, social, cultural) do not fall into this category. And that is where, in my opinion, a major problem lies; because this way of defining truth and falsehood through a psychiatric lens limits the capacity of psychiatry itself (and science in general) to identify other individuals exhibiting similar or identical disorders. After all, when we lie (or believe lies), we do not do so solely regarding personal facts, but also regarding matters to which we are attached—matters viewed as variably "secondary" depending on their proximity to our core identities. For instance, a "cisgender" person might adopt the trans-activist falsehood that "gender identification transcends biological sexual determination"—essentially the idea that a woman can be a man if she identifies as such, and vice versa. Similarly, a person who identifies as "trans" generally adopts this falsehood as a personal fact; the difference is that for them, it manifests as a personal reality, whereas for the "cisgender" person, it tends to appear as a secondary or "impersonal" fact—one that might even be adopted not as a true belief but as a "white lie" for the sake of "empathetic support" or even "political" reasons. Yet, this does not redeem the stance—especially from a rational perspective—if a fact continues to be denied in favor of a lie. It is also interesting to note how volatile this political imposition of "truth" can be; not long ago, the falsehoods of trans activism were not vying for hegemony against objective truths—quite the opposite, in fact, as they were viewed precisely as manifestations of mental insanity...


However, this tendency among many individuals who identify with the political-ideological Left to embrace falsehoods is not limited to the example of radical trans activism; they generally prefer believing what appeals to them emotionally over prioritizing facts above their subjective personal impressions. They employ numerous logical and moral fallacies, as well as factual distortions, to defend their viewpoints. This makes it seem almost inevitable that one might perceive a positive correlation between pathological lying and a left-wing political-ideological affiliation. Not that pathological liars cannot be found among those who identify with the Right—I do believe there is significant variation and disparity across the political spectrum. Yet, the phenomenon appears more significant—or statistically centered—within the Left itself, bordering on a foundational relationship. After all, even conservative religious fundamentalists do not deny certain extremely basic facts (often the most influential and important ones) in the way leftists do—even if the two groups might be considered comparable in their adherence to forms of ideological fundamentalism (a comparison that could arguably be applied to fanaticism regarding any other ideology).


Psychometric evidence of a positive correlation 


Aside from the evidence itself contained in the various lies and half-truths

that predominate in leftist belief systems, there is also potential psychometric evidence of a positive correlation with pathological lying. As noted earlier, individuals with this disorder appear more prone to a cognitive profile marked by an asymmetry between verbal-linguistic intelligence and general intelligence—at least according to IQ tests. Specifically, they tend to show a higher verbal IQ than performance or general IQ—precisely the cognitive profile that appears common or disproportionately present among self-identified leftists, according to various studies finding a positive correlation between verbal IQ and left-wing political-ideological affiliation². It is also interesting to note the aesthetic-linguistic appeal of progressive narratives: an excessively sophisticated and even poetic use of language—investing words with an importance beyond what they ideally ought to carry (a phenomenon I have termed "semanticalism"). This may partly explain why some—or many—of the most "linguistically intelligent" individuals tend to identify politically with the Left...


Humanities professors, journalists, and artists—all professions with a strong ideological leaning toward the Left, and which are also more prone to exhibiting this verbal tilt...


ANOTHER group, and a stereotype "more recently" condemned by the media and other "traditional institutions" of the Western world...


What other group has been stereotyped—and for a much longer time in the past—as being "gifted in the art of lying"?? 

Yes, it is the Jews who have been persecuted for centuries—and, if those who feel strongly about this topic will forgive me, no persecution so historically extensive and constant occurs without some minimally logical reason. This holds true regardless of how unjust it may be to persecute an entire people without acknowledging exceptions or, at the very least, specifying the subgroups most closely linked to accusations—or even evidence—of criminal activity; it is akin to persecuting any Sicilian because of the Italian Mafia, which shares the same ethnic origin...


And—setting aside problematic, sweeping generalizations—the same potential indicators (drawn from everyday observations and psychometric data) suggesting a positive correlation between pathological lying and leftism also exist regarding this group, particularly its majority subgroup, the Ashkenazim. After all, Jews—especially their intellectual "elites"—have played a significant role in modern leftism, as well as in ideologies on the opposite end of the political spectrum, such as libertarianism. Even when they are not the original creators, they have actively participated in the philosophical distortion or warping of these ideologies—with rare, usually individual, exceptions that appear to seek enlightenment rather than distortion...


But why do they do this? 

Their very own asymmetric cognitive profile (verbal IQ << performance IQ) might explain—at least partially—the correlation found between pathological lying and "Gentiles" (such as many, or perhaps the majority, of self-declared leftists of other ethnicities or races). This could also, in part, offer a form of exoneration—assuming this is one of the countless cases that likely exist among us—regarding an inability to exercise full "free will" or reflective judgment. This arises from a specific cognitive profile reflecting a dominant pattern of brain organization that may favor lying over truth, or excessive linguistic complexity over a clearer, more objective use of language...


A complementary explanation is that, as part of an ancestral cultural reflex, they learn to organize and rally around narratives (and lies) crafted by their "elites"—narratives designed to advantage them over other human groups (indeed, the majority of them?). This mirrors the dynamic seen in virtually every human group, where only a minority manages to transcend instinctive and learned cultural impulses—as well as the social or tribal structures that validate these impulses as reliable paths to individual comfort and/or collective support. The difference here lies in their high level of organizational or political cohesion, geared toward a struggle for hegemony against "outsiders" and underpinned by superior average intelligence. This inevitably raises the question of the extent to which they—on average—actually believe in the very narratives and lies they project to deceive, confuse, or indoctrinate other groups...


Furthermore, it is interesting to note the political-organizational similarities between leftists and Jews; both operate like political-ideological sects—not unlike sects stemming from any other ideological background, including... of course, the many organizations..typically conservative religious organizations... Yet these "two"¹ differ from other existing sects in the nature of their beliefs and in the levels and types of cognitive profile they exhibit...


¹ Exceptionally close...


Displaying this cognitive profile (verbal IQ >> performance IQ) does not necessarily indicate that one suffers from pathological lying.


Possessing the ability to craft narratives or stories, or to argue a point, does not necessarily imply a progressive inability to refrain from lying or to distinguish lies from facts or truths. While there is a correlation—in that a typical pathological liar tends to be an excellent storyteller—it does not follow that everyone with "verbal intelligence" asymmetrically superior to their "general intelligence" (or IQ) suffers from this disorder. However, it is possible or even probable that there is a disproportionate number of pathological liars—or individuals falling somewhere on that disorder's spectrum—among those with this profile; most remain undiagnosed for the political reasons mentioned earlier in the text. They simply go undiagnosed due to political-ideological convenience, which does not mean they are not more prone to inventing, believing, and/or spreading lies. Indeed, this is another crucial point: pathological lying is not limited to fabricating lies and believing them; it also involves a heightened vulnerability to believing lies invented by others—especially those perceived as personally advantageous—thereby conflating them with "personal facts" and potentially permanently corrupting one's capacity for moral and intellectual discernment...


Returning briefly to the statement in the third subheading and adding another potential claim: the very profile associated with the ability to craft (often convincing) narratives may also be the one that, when combined with other equally.intrinsic factors—specifically "non-cognitive" ones (personality traits)—that are nonetheless at odds with the mythomaniac profile, contribute to producing an opposite profile. This profile is likely linked to a superior linguistic capacity specifically suited to the factual description of elements—both concrete and abstract. It is a fundamental characteristic** which, when coupled with an excessively subjectivist* psycho-cognitive profile, undergoes a corruption of its own: it shifts from functioning as the sole ideal pathway for the objective expansion of understanding regarding the world and its phenomena, to serving instead as a cognitive support for the compulsive rationalization of one's own beliefs...


* I have previously sought to distinguish between two broad groups of linguistic capacities: the aesthetic and the functional. The aesthetic is directly reflected in one's manner of writing and speaking, while the functional is directly reflected in the use of language to understand the world and communicate effectively. I have also noted in other texts that correlations between high verbal IQ and certain ideologies—such as left-wing views—tend to relate specifically to the aesthetic aspects of language; after all, it makes little logical sense for someone who is heavily ideologically biased—and thus far more prone to corrupting their perception of the world—to exhibit healthy development of that capacity, given its inevitable link to language...


** Or a type of bias contrary to the one that drives the systematization of reason as a model of thought—based on my view that rationality itself is a form of subjectivizing perception, albeit one directed toward objectivity and impartiality; the type most...paradoxical


¹

https://www.cambridge.org/core/journals/the-british-journal-of-psychiatry/article/prefrontal-white-matter-in-pathological-liars/35A3EB7AA604A278BBEBDE6C1CB20DB2


²

https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0160289624000709


Beyond the *g* factor: Verbal and performance IQ as predictors of sociopolitical attitudes


Highlights

•

Verbal IQ predicts political attitudes with twice the strength of performance IQ.

•

The importance of verbal IQ holds true even when comparing members of the same family.

•

Individuals with higher verbal aptitude are more likely to vote and report civic engagement.

•

The *g* factor is not the only component of cognitive abilities relevant to attitudes.


Abstract


Measures of intelligence predict sociopolitical attitudes and behaviors, such as liberalism, religiosity, and electoral participation. However, little is known about which cognitive abilities are responsible for these relationships. Using multiple cohorts from the *Minnesota Center for Twin and Family Research*, we tested the predictive performance of different broad cognitive abilities. Through multiple regression comparing verbal IQ and performance IQ (derived from intelligence tests...

...Wechsler), we find that verbal IQ is a stronger predictor of voter turnout, civic engagement, traditionalism, and measures of ideology. On average, the correlation between verbal IQ and the sociopolitical attitudes analyzed is twice as strong as that observed with performance IQ. This pattern persists after controlling for educational attainment and after conducting a sibling-pair analysis. This implies that the relationship is neither fully mediated by education nor entirely confounded by upbringing or family environment factors. Positive and negative controls were employed to test the validity of our methodology. A key finding is that verbal IQ and performance IQ exhibit equivalent predictive power regarding the ICAR-16, a distinct measure of general intelligence. The results suggest that variations in cognitive abilities—independent (orthogonal) of general intelligence—influence sociopolitical attitudes and behaviors. The role of verbal ability in attitude formation may help explain the ideological leanings associated with specific professions. Its association with voter turnout and civic engagement suggests that individuals with higher verbal aptitude may exert greater influence on politics and society.

Ainda sobre certas correlações: transtorno mental, estilo cognitivo, filiação político-ideológica e outras

 Aqueles que são diagnosticados como mentirosos patológicos estão desproporcionalmente mais propensos a se identificar com a esquerda no espectro político-ideológico?? 


A mentira patológica, também conhecida como mitomania, é um transtorno mental grave caracterizado por um impulso descontrolado para mentir e que costuma ter repercussões pessoais negativas de longo prazo, especialmente no convívio social.

Sua comprovação de existência tem ido além de uma descrição psiquiátrica de sintomas, já com correlatos neurológicos¹ (tendem a apresentar um desequilíbrio químico em seus cérebros, com grande assimetria de densidade da massa branca em relação à massa cinzenta, aquela que interliga as diferentes regiões do órgão, o que explicaria tanto a facilidade do grupo para inventar estórias quanto a dificuldade progressiva para distinguir fato de mentira); e com evidência psicométrica potencial (estudos¹ têm encontrado uma correlação entre um perfil cognitivo marcado por um QI verbal maior que o performance com mentira patológica e que, novamente, explicaria a "força' do grupo para criar ou elaborar narrativas, isto é, sua relação excessivamente promíscua com a linguagem).

No entanto, existe um grande "porém", que não sei se outros têm notado, além de mim: de que existe um alto grau de subjetividade política na determinação do que é considerado uma mentira psiquiatrizável ou diagnosticável como sintoma de transtorno mental. Porque enquanto mentiras de âmbito mais pessoal são as mais usadas como evidências, particularmente para o diagnóstico de mentira patológica, aquelas que tendem a ser de natureza mais periférica à identidade do indivíduo: política, social, cultural... não entram nessa categoria. E é aí que, na minha opinião, está um grande problema, porque essa maneira de delimitar o que se determina como mentira ou verdade de acordo com uma visão mais psiquiátrica, limita a capacidade da própria psiquiatria (e da ciência, de maneira geral) em identificar mais  indivíduos que apresentam tipos parecidos de transtornos ou o mesmo, já que, quando mentimos (ou acreditamos em mentiras), não o fazemos apenas sobre nossos fatos pessoais, mas também aqueles aos quais nos vinculamos e que são vistos como variavelmente "secundários", dependendo do quão próximos estão de nossos núcleos de identidades. Por exemplo, uma pessoa "cisgênero" pode tomar para si a mentira do ativismo trans de que "a identificação de gênero transcende a determinação biológica sexual", basicamente que, uma mulher pode ser homem se assim se identificar e vice-versa... Da mesma maneira que, uma pessoa que se identifica como "trans", geralmente adota essa mentira como um fato para si, com a diferença de se portar como um fato pessoal, enquanto que, para o exemplo da pessoa "cisgênero", tende a aparecer como um "fato" secundário ou "não-pessoal" e que pode até ser adotada, não como uma crença verdadeira, mas como uma "mentira branca", de "suporte empático" ou mesmo "político", o que não a redime de qualquer maneira, especialmente sob um ponto de vista racional, se continua negando um fato por uma mentira. E é interessante notar o quão volúvel pode ser essa imposição política do que se considera como verdadeiro, se há pouco tempo atrás, as mentiras do ativismo trans não estavam em disputa de hegemonia com as suas respectivas verdades objetivas, pelo contrário, pois eram vistas exatamente como reflexos de insanidade mental...

Mas essa adesão a mentiras por parte de muitos indivíduos que se identificam com a esquerda no espectro político-ideológico não se limita ao exemplo do ativismo radical trans, se apresentam uma tendência geral de preferirem acreditar no que os apetece emocionalmente do que de priorizar os fatos sobre suas impressões pessoais subjetivas. São muitas falácias lógicas e morais, e distorções factuais, que usam para defender seus pontos de vista, que torna potencialmente inevitável essa possibilidade de perceber uma correlação positiva entre mentira patológica e filiação político-ideológica com a esquerda. Não que mentirosos patológicos não possam ser encontrados entre os que se identificam com a direita. Até acredito em uma variação ampla de desproporção ao longo do espectro político. Mas que, parece ser mais significativo, ou ter o seu centro mais estatisticamente proeminente, beirando uma relação fundacional, na própria esquerda, afinal, mesmo fundamentalistas religiosos conservadores ainda não negam alguns fatos extremamente básicos (que costumam ser os mais influentes e importantes), tal como os de esquerda fazem, mesmo se possam ser comparativamente equivalentes, ambos como aderentes a tipos de fundamentalismos ideológicos (ainda que se possa afirmar sobre fanatismos relacionados a qualquer outra ideologia).


Evidência psicométrica de correlação positiva 

Fora a própria evidência contida nas várias mentiras e meias-verdades que predominam no sistema de crenças esquerdistas, também existe um potencial de evidência psicométrica de correlação positiva com a mentira patológica, se tem sido encontrado, como comentado no início do texto, que portadores desse transtorno parecem estar mais propensos a apresentar um perfil cognitivo marcado por uma assimetria entre a inteligência verbal-linguística e a inteligência geral, pelo menos de acordo com os testes de QI, mais especificamente que, tendem a apresentar um QI verbal mais alto que o QI performance ou geral; justamente o perfil cognitivo que parece ser comum ou desproporcionalmente presente entre os autodeclarados esquerdistas, de acordo com vários estudos que têm encontrado uma correlação positiva entre QI verbal e filiação político-ideológica com a esquerda². É até interessante observar que também existe um apelo estético-linguístico das narrativas progressistas: uso excessivamente sofisticado e até poético da palavra, também dotando-a de uma importância além da que idealmente deve apresentar (que eu denominei de semanticalismo) que pode explicar, em partes, porquê alguns ou muitos dos mais "linguisticamente inteligentes" tendem a se identificar politicamente com a esquerda... 

Professores de ciências humanas, jornalistas e artistas — todas profissões com forte inclinação ideológica à esquerda e que também são mais propensas a manifestar esse tilt verbal...

OUTRO grupo e um estereótipo "mais recentemente" condenado pela mídia e outras "instituições tradicionais" do mundo ocidental 

Que outro grupo tem sido estereotipado, e há bem mais tempo, no passado, como "prendados na arte da mentira"?? 

Sim, são os judeus, que têm sido perseguidos por séculos e, me perdoem os mais emocionados sobre esse tópico, mas nenhuma perseguição tão historicamente extensa e constante acontece sem ter qualquer razão minimamente lógica, por mais injusta possa ser a perseguição de um povo inteiro sem salvaguardar exceções ou, pelo menos, especificar os subgrupos mais intimamente associados com acusações ou mesmo com evidências de atividades criminosas, tal como de se perseguir qualquer siciliano por causa da máfia italiana, desproporcionalmente de mesma origem étnica... 

E, desprezando generalizações absolutas e problemáticas, como essa, os mesmos potenciais levantados de evidências cotidianas e psicométricas de correlação positiva entre mentira patológica e esquerdismo existem em relação a esse grupo, especialmente ao seu subgrupo majoritário, conhecido como "ashkenazim"... Afinal, o próprio esquerdismo moderno tem tido um protagonismo significativo de judeus (particularmente de suas "elites" intelectuais), além de ideologias (como o libertarianismo) do outro lado do espectro político; se mesmo quando não são os seus inventores originais, têm participado ativamente na deturpação ou deformação filosófica dessas ideologias, com raros exemplos, geralmente individuais, que buscam, aparentemente, pelo esclarecimento do que pela distorção... 

Mas por que fazem isso?? 

O próprio perfil cognitivo assimétrico deles (QI verbal << QI performance) pode explicar, pelo menos parcialmente, se tem sido encontrado uma correlação com a mentira patológica entre "gentios", como muitos (ou a maioria?) dos autodeclarados esquerdistas de outras etnias ou raças, o que também poderia, parcialmente, redimi-los, se tratando de um caso possível, dos inúmeros que devem existir entre nós: de incapacidade de exercer o pleno "livre arbítrio", ou de julgamento reflexivo, a partir do momento que se apresenta um certo perfil cognitivo, que reflete um perfil de organização cerebral dominante que pode favorecer a mentira sobre a verdade ou uma complexidade linguística excessiva sobre uma maneira mais clara e objetiva de usar a linguagem...

Uma explicação complementar é de que, como parte de um reflexo cultural ancestral, aprendem a se organizar e a se apoiar em torno das narrativas (e mentiras) criadas por suas "elites" que os favoreceriam perante outros grupos humanos, diga-se, a maioria deles (?), tal como acontece com praticamente todo grupo humano, em que apenas uma minoria que consegue transcender seus impulsos instintivos e culturais/aprendidos e também as próprias estruturas sociais ou tribalistas que os legitimam como vias seguras de acesso ao conforto individual e/ou suporte coletivo, com a diferença de apresentarem uma grande coesão organizacional ou política, voltada para a disputa pela hegemonia com "os de fora", e suportada por uma inteligência média superior, o que torna inevitável a dúvida do quão realmente crentes em suas próprias narrativas//mentiras, projetadas para (enganar/confundir/doutrinar) os outros grupos, em média, eles são ou se tornam... 

No mais, é interessante notar o quão similares em termos politicamente organizacionais estão esquerdistas e judeus, operando como seitas político-ideológicas, não muito diferente de qualquer seita de qualquer outra matriz ideológica, incluindo, é claro, as muitas organizações religiosas tipicamente conservadoras... Mas esses "dois'¹ se diferenciando pelo teor das crenças, níveis e tipos de perfil cognitivo em relação às demais seitas existentes... 

¹ Excepcionalmente próximos...

Apresentar esse perfil cognitivo (QI verbal >> QI performance) necessariamente não quer indicar que se sofra de mentira patológica 

Apresentar uma capacidade para criar narrativas ou histórias, ou para argumentar, necessariamente não implica que apresentará também uma incapacidade progressiva para não mentir e para distinguir mentiras de fatos ou verdades... Ainda que se correlacionem, se um típico mentiroso patológico tende a ser um ótimo contador de histórias, isso não significa que todo aquele que apresenta uma "inteligência verbal" assimetricamente superior à sua "inteligência geral" (na verdade, QI) também sofra do mesmo transtorno. Mas talvez possa ser possível ou provável que exista uma desproporção de indivíduos dotados com esse perfil que são de mentirosos patológicos, ou dentro de um espectro maior do mesmo transtorno, em sua maioria de não-diagnosticados, pelas razões políticas apontadas acima, no início do texto. Só não são por conveniência político-ideológica, o que não significa que não sejam mais propensos a inventar, acreditar e/ou espalhar mentiras. Aliás, esse é outro ponto importante, porque a mentira patológica pode não se limitar a inventar mentiras e acreditar nelas, mas também de ser mais propenso à vulnerabilidade de acreditar nas mentiras que os outros inventam, especialmente se são identificadas como pessoalmente convenientes, se confundindo aos "fatos mais pessoais" e corrompendo de maneira potencialmente permanente as capacidades de discernimento moral e intelectual...

Voltando rapidamente à afirmação do terceiro subtítulo e adicionando uma outra afirmação como potencial: de que o mesmo perfil que se relaciona com a capacidade de criar narrativas (variavelmente convincentes), também pode ser o mesmo que, quando associado com outros fatores igualmente intrínsecos, especialmente os "não-cognitivos" (características de personalidade), só que dissonantes do perfil mitomaníaco, contribua para produzir um perfil oposto, provavelmente relacionado com uma capacidade linguística superior e específica à descrição factual de elementos, concretos e abstratos, uma característica básica** que, quando se acopla com um perfil psicocognitivo excessivamente subjetivista*, resulta em sua própria corrupção, em que passa a operar como suporte cognitivo de racionalização compulsória das próprias crenças do que como, original e idealmente, deveria funcionar, como a única via para a expansão objetiva de compreensão sobre o mundo, seus elementos e fenômenos... 

* Eu já busquei diferenciar o que seriam dois grandes grupos de capacidades linguísticas: o estético e o funcional. O estético diretamente refletido pela maneira de escrever e falar e o funcional, por sua vez, diretamente refletido como o uso da linguagem para compreender o mundo e se comunicar efetivamente. Eu também já comentei em outros textos que as correlações entre alto QI verbal e certos tipos de ideologias como as de esquerda, seriam especialmente quanto aos aspectos mais estéticos da linguagem, se não faz sentido lógico que, alguém muito enviesado ideologicamente e, portanto, muito mais propenso a corromper sua capacidade perceptiva sobre o mundo, apresente um desenvolvimento sadio da mesma inevitavelmente vinculada à linguagem...

** Ou de um tipo de viés contrário àquele que direciona à sistematização da razão como modelo de raciocínio, com base no meu pensamento de que a própria racionalidade também seria um tipo de subjetivização da percepção, só que em direção à objetividade e à imparcialidade, o tipo mais paradoxal



¹

²

Além do fator *g*: QI verbal e de desempenho como preditores de atitudes sociopolíticas

Destaques
•
O QI verbal prediz atitudes políticas com uma força duas vezes maior do que o QI de desempenho.
•
A importância do QI verbal mantém-se mesmo ao comparar membros da mesma família.
•
Indivíduos com maior aptidão verbal são mais propensos a votar e a relatar engajamento cívico.
•
O fator *g* não é o único componente das habilidades cognitivas relevante para as atitudes.

Resumo

Medidas de inteligência predizem atitudes e comportamentos sociopolíticos, como liberalismo, religiosidade e participação eleitoral. Pouco se sabe, no entanto, sobre quais habilidades cognitivas são responsáveis por essas relações. Utilizando várias coortes do *Minnesota Center for Twin and Family Research*, testamos o desempenho preditivo de diferentes habilidades cognitivas amplas. Por meio de regressão múltipla para comparar o QI verbal e o QI de desempenho (provenientes de testes de inteligência Wechsler), constatamos que o QI verbal prediz com maior força a participação eleitoral, o engajamento cívico, o tradicionalismo e medidas de ideologia. Em média, a correlação entre o QI verbal e as atitudes sociopolíticas analisadas é duas vezes maior do que a observada com o QI de desempenho. O mesmo padrão persiste após o controle para o nível de escolaridade e após a realização da análise entre pares de irmãos. Isso implica que a relação não é totalmente mediada pela educação, nem totalmente confundida por fatores de criação ou ambiente familiar. Controles positivos e negativos foram empregados para testar a validade da nossa metodologia. Um achado importante é que o QI verbal e o QI de desempenho apresentam capacidade preditiva equivalente em relação ao ICAR-16, uma medida distinta de inteligência geral. Os resultados sugerem que variações nas habilidades cognitivas — independentes (ortogonais) da inteligência geral — influenciam atitudes e comportamentos sociopolíticos. O papel da habilidade verbal na formação de atitudes pode ajudar a explicar as inclinações ideológicas associadas a profissões específicas. Sua associação com a participação eleitoral e o engajamento cívico sugere que indivíduos com maior aptidão verbal podem exercer maior influência na política e na sociedade.

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Sobre as últimas vitórias eleitorais da esquerda na Europa e o nível de insanidade sem fim envolvido

 Por que mulheres jovens (especialmente as brancas) e imigrantes estão votando em massa na esquerda??


Imagine que você viva em um país já com uma boa quota de "diversidade", padrão de vida alto e políticas públicas que garantem um extenso bem-estar social... Alemanha ou Suécia de 2026 do século XXI?? 

Você precisa de mais??

Mais "diversidade"??? 

Qualquer país seria capaz de suportar um número indeterminado de pessoas vindo de fora e por tempo igualmente indeterminado?? 

A própria logística básica nos mostra que não...

Imagine que você também começa a perceber um aumento contínuo da criminalidade e de outras formas de incivilidade; de uma animosidade institucionalizada contra você, por causa de sua raça; e a ocupação progressiva de espaços sociais da sua cidade por grupos culturais estrangeiros que se mostram abertamente hostis a você?? 

O que você faria?? 

A reação mais lógica e racional é buscar entender o que está, de fato, acontecendo. Primeiro você reconheceria essa situação como ruim, ao perceber um aumento da sensação real de insegurança e do recrudescimento social. Segundo, a partir do que você descobrisse de factual, começaria a agir de maneira lógica. Então se você percebeu uma relação direta entre aumento da  criminalidade e imigração excessiva, o que realmente acontece, quando houvesse um pleito democrático importante, iria votar naqueles políticos ou partidos que buscam combatê-los. Parece óbvio demais para não ser adotado como uma conduta política. E isso é especialmente óbvio se você for uma mulher, ainda mais se for uma mulher branca. A grande maioria dos partidos de direita e até de extrema direita não querem mais do que conter esses excessos, de retornar a uma normalidade plenamente habitável. Propostas como: proibir a participação de homens com disforia sexual que têm sido socialmente identificados como mulheres trans, em esportes femininos; vetar mais leis de crimes de pensamento, como a lei da misoginia (como no Brasil); de fechar as fronteiras para a imigração em massa; de simplesmente não deixá-las escancaradas para qualquer um poder entrar, como querem, tanto a esquerda identitária quanto a radical... 

Você, se for uma mulher branca e jovem morando em um país da Europa Ocidental, especialmente de um país muito rico, já tem seus direitos mais básicos garantidos por lei; já tem "diversidade" suficiente para "celebrar"; já tem um estado de bem-estar social que garante seus direitos trabalhistas, ainda quer mais??

Mais o quê?? 

É um nível de insanidade que é difícil de superar...

2⁰ caso de insanidade ou estupidez irracional: A lógica de sair do país que você não queria morar mais para o país que você escolheu viver e votar para que esse país se torne mais parecido com aquele que você deixou 

Esse subtítulo ficou feio, eu sei, mas já deixa bem explicado o quão insano pode ser o comportamento do imigrante que deixa o seu país de origem, não apenas por pobreza ou guerra, mas também porque geralmente apresenta uma admiração pelo país que escolheu para viver: sua cultura, seu povo... Mas aí decide votar em partidos (de esquerda) que almejam fazer do país que escolheu para viver mais parecido com o país em que vivia. É o mesmo que um mexicano sair do México para viver na Califórnia e encontrar o próprio México transplantado e lentamente corroendo a cultura anglo saxônica de antes, diretamente responsável pelo sucesso californiano. E quando falo em cultura, não falo apenas de um conjunto abstrato de regras e comportamentos, mas de capacidade de uma população em absorvê-los, aceitá-los e/ou praticá-los, porque existe uma clara correlação (interseccional, que não é mera coincidência) entre etnia ou raça e variação média e estatística de tendências comportamentais (predominantemente intrínsecas)...

Só que não! O imigrante do oriente médio que vai morar na Suécia, vota na esquerda que quer importar mais deles para viver lá. Resultado: o lugar que ele vive e usufrui se tornando cada vez mais como o lugar que ele deixou... 

Alguma lógica à vista?? 

O sentimento tribalista poderia explicar. Ou o pensamento "estratégico" de, quanto mais de nós, melhor. Mas o melhor não era justamente o povo que construiu e sustenta aquela sociedade avançada?? Se eles se tornarem minoria ou desaparecerem, o "seu povo" vai conseguir dar conta do recado??.. que já não consegue em suas próprias terras??