Divide and conquer is a very old tactic precisely because it is so effective, because in practice it translates into dividing the majority into groups that are cultivated to hate each other. First, differences are perceived. Then, they are capitalized on. Useful idiots and opportunists are very important in this process. They are organized to constantly fuel these divisions, keeping the majority very busy hating each other, while clever minorities remain on top, controlling the circus. Among this "playing one against the other," or stirring up discord, another example, among many, is Christopher Nolan's new film, in which a supposed poetic license is taken to alter the ethnicity of a character from Greek mythology, Helen of Troy: from white European to black African. The argument used is that, since it's a fictional character and there's no explicit mention of their racial characteristics, then this creative freedom would be entirely possible. But we, who are not inside the rottencist hives, know very well what it's about: continuing to humiliate the "white man," appropriating his culture and vandalizing his history, showing him that the intention* is to erase him, demographically and culturally. Furthermore, this Hollywood debacle, yet another one, also perfectly fuels the fire of polarization, and so the blame falls on: Black people, activists... but especially those behind the curtains of this "vampire theater": "globalist elites," "Zionists"...
Santoculto
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
Black Helen of Troy, and How the Globalist "Elites" Want Us to Remain in the Battle of Polarization
Helena negra de Troia e como as "elites" globalistas querem que continuemos na rinha da polarização
Dividir para conquistar é uma tática muito antiga justamente por ser tão eficaz, porque se traduz, na prática, como uma divisão da maioria em grupos que são cultivados para se odiarem. Primeiro, diferenças são percebidas. Depois, são capitalizadas. Idiotas úteis e oportunistas são muito importantes nesse processo. Eles são organizados para alimentarem constantemente essas cisões, mantendo a maioria muito ocupada se odiando, enquanto minorias espertas se mantêm no topo, controlando o circo montado. Entre esse "jogar um contra o outro", ou de atiçar discórdias, mais um exemplo, de tantos, é o novo filme de Christopher Nolan, em que ocorre uma suposta licença poética para alterar a etnia de uma personagem da mitologia grega, Helena de Tróia: de europeia branca para negra africana. O argumento usado é de que, como se trata de uma personagem fictícia e não existe nenhuma menção explícita de suas características raciais, então, seria totalmente possível essa liberdade criativa. Mas nós, que não estamos dentro das colmeias podrecistas, sabemos muito bem do que se trata: de continuar humilhando o "homem branco", se apropriando de sua cultura e vandalizando sua história, lhe mostrando que a intenção* é a de apagá-lo, demográfica e culturalmente. Além disso, esse descalabro hollywoodiano, mais um, também serve perfeitamente como lenha na fogueira da polarização, e assim culpam-se: negros, militantes... menos especialmente quem está por trás das cortinas desse "teatro de vampiros": "elites globalistas", "sionistas"...
sábado, 14 de fevereiro de 2026
There is no such thing as a "gay cure." But there is a redirection of bisexual preference.
Sexual orientation has no cure because it is not an illness. However, depending on the sexual orientation, it is possible to say that something close to a "cure" may exist, or does exist, more in the sense of potential for positive change, as is the case with bisexuality. This is because, in addition to being an orientation, it is also a preference, as those who possess it (like me) exhibit varying degrees of attraction to both the same sex and the opposite sex, and may lean more towards one side or the other of the sexual spectrum. They can also do so in a more deliberate or objective way, if they so desire or are able to. Although it is not as simple as it may seem, since the pendulum of bisexuality also swings based on a sexual impulse that may not be fully controlled by its "user," being more influenced by circumstances or contexts than by their own will. Despite this, I believe it is possible to improve self-control if an effort is made in that direction...
Another variant close to "gay conversion therapy" is a change in sexual preference or style, but within a specific homosexual/lgbt context. This could be, for example, a promiscuous gay or bisexual man embracing a monogamous lifestyle, or deciding to become more active/top than passive/bottom, or vice versa, if he objectively identifies this change as good for his mental and sexual health.
Cura gay não existe. Mas redirecionamento de preferência bissexual sim
Orientação sexual não tem cura porque não é doença. Mas, dependendo da orientação sexual, é possível dizer que pode existir, ou existe, algo próximo de uma "cura", mais no sentido de potencial de mudança positiva, como é o caso da bissexualidade, já que, além de ser uma orientação, também é uma preferência, se aqueles que a possuem (como eu) apresentam graus variados de atração tanto pelo mesmo sexo quanto pelo sexo oposto e podem se orientar mais para um lado ou outro do espectro sexual. E que também podem fazê-lo de maneira mais deliberada ou objetiva, se assim desejarem ou conseguirem. Ainda que não seja algo tão simples como pode estar parecendo, já que o pêndulo da bissexualidade também se move com base em um ímpeto sexual e que pode não estar em pleno controle do seu "usuário", sendo mais influenciado pelas circunstâncias ou contextos do que pela própria vontade. Apesar disso, eu acredito que seja possível melhorar o autocontrole, se for realizado um esforço nessa direção...
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
Perguntas deprimentes sobre certos padrões extremamente seletivos de indignação ou comoção
Um monte de pessoas "de esquerda" se revoltando contra o "caso Orelha", o pobre cachorrinho de rua que foi brutalmente atacado por delinquentes juvenis em Florianópolis....
Mas será que, então, da noite para o dia, ficaram a favor da redução da maioridade penal???
Sim, porque eles sempre foram a favor de que isso nunca acontecesse....
E eu penso também: e se os "garotos" responsáveis por esse crime não fossem brancos e ricos de Satã Catarina, mas negros e pobres de algum estado nordestino?? Será que essa indignação, particularmente desse grupo, seria muito diferente??
Interessante pensar que, de acordo com algumas pesquisas científicas (sérias) sobre crueldade animal, pelo menos nos EUA, o perfil mais comum de indivíduos que praticam tal ato não é o mesmo que dos delinquentes juvenis do caso Orelha. E se não existe esse tipo de pesquisa disponível no Brasil, é possível extrapolar essa mesma tendência a partir dos padrões raciais de criminalidade, que são basicamente os mesmos aqui em relação aos dos EUA...
É lógico e evidente que a "esquerda" jamais lançaria campanhas direcionadas aos grupos mais propensos a esse tipo de crueldade, pois seria "muito politicamente incorreto" pra ela...
(Resumo
Objetivo
Examinar os correlatos sociodemográficos, comportamentais e psiquiátricos da crueldade contra animais nos EUA.
Materiais e Métodos
Os dados foram derivados de uma amostra nacionalmente representativa de adultos residentes nos EUA. Entrevistas psiquiátricas estruturadas (N = 43.093) foram realizadas por entrevistadores leigos treinados entre 2001 e 2002. Transtornos de personalidade, uso de substâncias, humor e ansiedade, além da crueldade contra animais, foram avaliados com a versão do Alcohol Use Disorder and Associated Disabilities Interview Schedule (DSM-IV).
Resultados
A prevalência vitalícia (ao longo da vida) de crueldade contra animais em adultos nos EUA foi de 1,8%. Homens, afro-americanos, nativos americanos/asiáticos, americanos nativos (nascidos no país), pessoas com níveis mais baixos de renda e escolaridade e adultos que vivem na região oeste dos EUA relataram níveis comparativamente altos de crueldade contra animais, enquanto os hispânicos relataram níveis comparativamente baixos de tal comportamento. A crueldade contra animais foi significativamente associada a todos os comportamentos antissociais avaliados. Análises ajustadas revelaram fortes associações entre transtornos pelo uso de álcool ao longo da vida, transtorno de conduta, transtornos de personalidade antissocial, obsessivo-compulsivo e histriônico, jogo patológico, histórico familiar de comportamento antissocial e crueldade contra animais.
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/
São perguntas deprimentes, porque eu sei as respostas, igualmente deprimentes, se muito provavelmente, a reação dessas pessoas seria bem distinta da que têm sido, já que elas estão sempre demonstrando uma seletividade extrema de indignação ou comoção, sempre com base no contexto político-ideológico, e não pelo contexto moral, como se a básica empatia não bastasse para ficar ao lado da vítima. O tipo de seletividade extrema que me faz concluir que, independente se a pessoa escolhe a tragédia para se indignar de caso friamente pensado ou o oposto, tomada por um inducionismo ideológico-emotivo, a própria atitude já expressa um desvio de caráter evidente.
(Mais um caso em que a "esquerda" dificilmente se indignaria por causa dos perfis dos envolvidos: em Campo Grande, um homem que havia acabado de sair de uma cirurgia na córnea que devolveu sua visão, depois de esperar por dois anos, foi espancado por um mendigo, não-branco e violento, por nada, e isso resultou na perda/potencialmente irreversível de sua visão...
''Homem é suspeito de cometer agressões violentas e reiteradas na mesma região. Ele é uma pessoa em situação de rua e já é conhecido por ter um comportamento agressivo. Levantamentos realizados pela Polícia Civil indicam que ele tem ao menos sete registros policiais anteriores pelo mesmo tipo de crime, todos com características semelhantes…''
https://noticias.uol.com.br/
sábado, 17 de janeiro de 2026
For and Against "Vinheteiro"
Famous Brazilian YouTuber with over five million followers whose channel's fixed theme is classical music. While I agree with him that Brazilian music has declined significantly in recent decades—even if that's an empirical and objective observation—I completely disagree that MPB (Brazilian Popular Music), and especially its greatest exponents, are as "crap" (a vulgar expression he always uses to refer to anything he dislikes) as the most popular names currently in the Brazilian music scene. I totally disagree that Caetano Veloso, Gilberto Gil, or Elis Regina, for example, are equivalent to the biggest names in modern sertanejo and carioca funk, the two dominant musical genres today (first half of the 2020s). They are definitely not "crap", and I even think Vinheteiro believes that, not only because of his adoration for classical music, but also because of his ideological antipathy towards most of the most renowned singers and/or composers of MPB (Brazilian Popular Music), since, while he clearly positions himself more to the right on the political-ideological spectrum, they follow in the opposite direction. Basically, a possible corruption of discernment by mixing personal taste, political and ideological positioning, and impartial evaluation of the quality of artistic works. If it is thanks to the "old school" MPB that Brazil managed to produce a genuinely national musical culture, and one that is highly appreciated abroad...
A favor e contra "Vinheteiro"
Famoso YouTuber brasileiro com mais de cinco milhões de seguidores cujo canal tem como tema fixo a música clássica. Pois, rapidamente, se concordo com ele que a música brasileira decaiu muito nessas últimas décadas, se se trata até de uma observação empírica e objetiva, eu discordo em gênero, número e grau, que a MPB, e especialmente seus maiores expoentes, são tão "fezes" (expressão chula que ele sempre usa para se referir à qualquer coisa que não goste) quanto aos nomes mais populares atualmente do cenário musical brasileiro. Discordo totalmente que Caetano Veloso, Gilberto Gil ou Elis Regina, por exemplo, são equivalentes aos maiores nomes do sertanejo moderno e do funk carioca, os dois gêneros musicais dominantes na atualidade (primeira metade da década de 2020). Definitivamente, não são "fezes" e acho até que o Vinheteiro acredita nisso, não apenas por sua adoração pela música clássica, mas também por ter uma antipatia ideológica pela maioria dos cantores e/ou compositores mais renomados da MPB, já que, enquanto ele claramente se posiciona mais à direita no espectro político-ideológico, eles seguem na direção oposta. Basicamente uma possível corrupção do próprio discernimento ao misturar gosto pessoal, posicionamento político e ideológico e avaliação imparcial de qualidade de obras artísticas. Se é graças à MPB das "antigas" que o Brasil conseguiu produzir uma cultura musical genuinamente nacional, e muito apreciada lá fora...