Quando o nazismo de 80 anos atrás é mais importante que o sofrimento de milhões de contemporâneos submetidos ao totalitarismo opressor de regimes "comunistas'
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domingo, 24 de maio de 2026
Sobre defasagem temporal-ideológica e genuinamente empática da exquerda
domingo, 4 de janeiro de 2026
A minha política não é sobre direita ou esquerda, é sobre empatia, conhecimento, justiça...
Não é sobre Trump ou Maduro, socialismo ou capitalismo.
sábado, 18 de outubro de 2025
Você é mais cognitivamente orientado para perceber padrões ou sentimentos??
Ou nos dois, mais frequentemente??
Sobre "orientação cognitiva"
Pois se você está mais orientado para perceber padrões, isso pode indicar uma maior capacidade racional, já que para pensar de maneira mais objetiva e imparcial, priorizando a informação factual bem como de diferenciá-la de uma informação não-factual, é importante primeiramente prestar atenção aos padrões, por serem traços constitutivos que se repetem e tornam potencialmente reconhecíveis elementos, fenômenos, comportamentos ou eventos, especialmente os de natureza abstrata, os mais relevantes para a racionalidade. Uma correlação negativa deste tipo de orientação cognitiva é uma tendência para a insensibilidade emocional. Em termos patológicos, certas condições como o autismo* e a psicopatia podem ser mais comuns nesse grupo.
Homens e cientistas são dois exemplos de grupos mais propensos a apresentar esse tipo mais lógico de orientação cognitiva.
No entanto, eu sou da opinião que existem indivíduos altamente racionais que apresentam uma orientação mais equilibrada, direcionada tanto para a percepção de padrões quanto de sentimentos. Até penso se não seriam os mais racionais entre os mais racionais, já que essa orientação cognitiva mais equilibrada pode aumentar ainda mais a capacidade de ponderação...
Já se você está mais orientado para perceber sentimentos, isso pode indicar uma maior tendência para ser mais simpático, de sentir mais afeição e compaixão pelos outros. Uma correlação negativa deste tipo de orientação cognitiva é um risco aumentado para adulterar a percepção factual ao priorizar os sentimentos, e de fazê-lo de maneira sistemática. Outra correlação negativa é de apresentar um nível mais alto de maquiavelismo, dando pouca importância para a honestidade e a verdade...
Mulheres e artistas são dois exemplos de grupos mais propensos a apresentar esse tipo mais emotivo ou intuitivo de orientação.
Por fim, existem aqueles que apresentam uma orientação mais aleatória e pode ser que representem uma importante parcela da população, como é típico de uma distribuição de traços em que as expressões menos extremas são mais comuns. Mas se os dois tipos de orientação cognitiva também expressam diferenças entre os sexos, então, devido ao dimorfismo sexual humano mais demarcado, pode ser que esse tipo mais equilibrado não corresponda à maioria...
* Ainda sobre esse tema, um outro texto
Autismo e capacidade de reconhecimento de padrões: mito ou realidade??
De que um efeito compensatório e generalizado do autismo seria uma melhoria significativa na capacidade de reconhecimento de padrões, se comparada com o nível neurotípico...
Ok. Mas no reconhecimento de padrões verdadeiros?? E em relação a qual domínio? Específico ou global??
Porque se fossem mesmo melhores nesta capacidade em um sentido mais geral, então, a grande maioria deles, por exemplo, acabariam percebendo padrões relacionados com uma das realidades mais básicas para uma perspectiva humana, das diferenças intrínsecas entre indivíduos e grupos humanos, e que os forçaria a compartilhar essa percepção com indivíduos que se declaram ou são declarados de "extrema direita". Mas as correlações entre autismo e filiação política tendem a nos mostrar um padrão relativamente diferente, com uma desproporção deles se identificando com a "esquerda", justamente "onde" essa realidade tem sido sistematicamente negada e demonizada e por razões não-racionais: emotivas e ideológicas... Então, essa desproporção de autistas que se aliam politicamente com a "esquerda" o fariam, em média, sabendo que estão defendendo inverdades que, via de regra, são baseadas em falsos padrões?? E se aliariam apenas por ser a "esquerda" que tem lutado pelos seus direitos?? Ou estariam tão vulneráveis à doutrinação ideológica quanto os "neurotípicos" de esquerda?? Bem, a correlação positiva entre autismo e contágio social com a ideologia transgênero é mais uma demonstração de vulnerabilidade psicológica e cognitiva de vários indivíduos dentro do espectro...
Pois pode ser que essa alegada capacidade superior de reconhecimento de padrões da maioria dos autistas seja verdadeira, mas especialmente para domínios específicos, se, por uma perspectiva mais geral, as evidências contrárias parecem ser predominantes...
Pode ser que os autistas estejam mesmo mais orientados cognitivamente para a percepção de padrões, mas em um sentido psicopatológico, para perceber padrões primariamente irrelevantes, especialmente para uma perspectiva mais social, tal como os indivíduos dentro do espectro psicótico, considerado o oposto do autismo em alguns aspectos comparativos, estariam mais orientados a perceber um excesso de padrões, principalmente os que não existem ou expressam distorções perceptivas.
Ainda sobre a correlação entre autismo e orientação política, a mesma desproporção de autistas em um lado do espectro político-ideológico também parece ser percebida no outro lado, o que, de qualquer maneira, continua a corroborar para a tese que nega uma relação praticamente causal entre ser autista e apresentar uma capacidade aumentada de reconhecimento de padrões, especialmente em um sentido mais global.
sábado, 4 de janeiro de 2025
Um possível efeito colateral logicamente inesperado da alta empatia: limitação do círculo social/A possible, logically unexpected side effect of high empathy: limitation of social circle
Mais empático é o indivíduo, mais profundamente simpático ou afetuoso com os outros ele tende a ser. Só que, ao invés disso resultar em uma maior capacidade de se relacionar com os outros, pode acontecer o efeito oposto, de dificultar essa capacidade e acabar limitando a quantidade de pessoas com as quais consegue estabelecer contato permanente e/ou frutífero. Porque a empatia, em seu sentido associado com simpatia ou afetividade, não é apenas sentir carinho, ser respeitoso ou cuidadoso pelo ou com o outro, especialmente se percebe o mínimo de afinidade, mas também de sentir preocupação pelo mesmo, bem como de tomar suas dores. Além disso, outro efeito que também pode ter um papel negativo nessa finalidade, de se fazer amizades, é a percepção de carência do outro em relação ao mais empático, se a alta empatia tende a, pelo menos, tornar o seu "portador" mais aparentemente carente, característica que costuma afastar mais do que atrair pessoas. Pois não bastasse o que já foi comentado, o mais empático também pode desenvolver uma visão mais crítica e, portanto, rabugenta sobre o mundo, particularmente sobre o mundo humano, suas injustiças, crueldades... que também afasta mais do que atrai pessoas para o seu convívio.
The more empathetic an individual is, the more deeply sympathetic or affectionate he or she tends to be with others. However, instead of resulting in a greater ability to relate to others, the opposite effect may occur, hindering this ability and ending up limiting the number of people with whom one can establish permanent and/or fruitful contact. Because empathy, in its sense associated with sympathy or affection, is not only about feeling affection, being respectful or caring for or with the other, especially if one perceives the slightest affinity, but also about feeling concern for them, as well as empathizing with their pain. Furthermore, another effect that can also have a negative role in this purpose of making friends is the perception of the other's neediness in relation to the more empathetic person, if high empathy tends to, at the very least, make its "bearer" more apparently needy, a characteristic that tends to drive people away rather than attract them. As if what has already been said were not enough, the most empathetic person can also develop a more critical and, therefore, grumpy view of the world, particularly the human world, its injustices, cruelties... which also drives away more people than it attracts to their lives.
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024
Sobre a perversidade de mentir para não ofender e suas consequências
O que é ser realmente bom??
quinta-feira, 24 de agosto de 2023
O que as pessoas se esquecem sobre a empatia
De que identificar erroneamente um estado emotivo ou intencional falso como verdadeiro não é empatia, mas ingenuidade. Ou que ambas até podem ser consideradas opostas, tal como verdade e mentira.
domingo, 26 de fevereiro de 2023
Uma verdade dura sobre a educação/escolas brasileiras
É a de que um de seus maiores problemas, essa balbúrdia literal e diária que acontece na maioria das salas de aula, especialmente nas escolas públicas (mas também e relativamente menos nas escolas privadas), é a falta de educação ou respeito básico, isto é, de empatia, inteligência emocional e/ou capacidade racional da maioria dos estudantes entre eles mesmos e em relação aos professores. Não é essencialmente a carência estrutural das escolas ou a educação recebida em casa ou o fato de serem crianças e adolescentes, nem mesmo as capacidades mais limitadas de aprendizado ou as mazelas sociais.
sábado, 18 de fevereiro de 2023
Uma verdade dura sobre a educação/escolas brasileiras
É a de que um de seus maiores problemas, essa balbúrdia literal e diária que acontece na maioria das salas de aula, especialmente nas escolas públicas (mas também e relativamente menos nas escolas privadas), é a falta de educação ou respeito básico, isto é, de empatia, inteligência emocional e/ou capacidade racional da maioria dos estudantes entre eles mesmos e em relação aos professores. Não é essencialmente a carência estrutural das escolas ou a educação recebida em casa ou o fato de serem crianças e adolescentes, nem mesmo as capacidades mais limitadas de aprendizado ou as mazelas sociais.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023
Empatia política performática versus empatia genuína
"Empatia política performática" seria um tipo específico e induzido de empatia superficial ou aparente e mais propensa a ser adotada por indivíduos ideologicamente fanáticos. É política porque, aquele que a adota se torna extremamente seletivo de, para quem irá expressá-la, geralmente dando grande preferência a indivíduos de grupos politicamente favoritos, por exemplo, no caso da ideologia de esquerda, em direção a indivíduos de grupos histórica ou socialmente oprimidos. E é performática porque é mais aparente ou teatral do que genuína.
domingo, 31 de julho de 2022
Empatia patológica e empatia ideal ou racional
Empatia patológica é quando o indivíduo é compulsoriamente simpático e/ou empático mesmo se não existe demonstração minimamente confiável de reciprocidade.
quinta-feira, 16 de junho de 2022
Sobre o que racionalidade e empatia mais têm em comum
Se eu deduzo como você está se sentindo com base no que eu estou pensando ou sentindo sobre você, então, eu não estou sendo empático contigo. Já se eu decido me colocar em sua perspectiva e buscar entender a verdade da sua subjetividade de maneira objetiva, então, estarei sendo empático.
terça-feira, 7 de junho de 2022
A diferença entre conivência, indiferença e impotência
É comum de se apontar para o comportamento colaborativo da maioria do povo alemão ao regime nazista, na década de 1930, como uma evidência de que todos nós estamos igualmente vulneráveis a, pelo menos, nos conformar com governos ou indivíduos mal intencionados. No entanto, olhando mais de perto, podemos perceber que, pessoas diferentes, em situações diferentes, tendem a ter comportamentos diferentes mesmo se, por uma perspectiva mais panorâmica possa parecer que estejam se comportando de maneira parecida. Pois desprezando indivíduos que, dentro da Alemanha, se opuseram com excepcional valentia ao nazismo e que foram vítimas desproporcionais de sua crueldade, e também aqueles que foram colaboradores ativos, chegando a atuar como autores pessoais de crimes contra dissidentes, mesmo a maioria dos alemães que atuaram como colaboradores passivos, existiram diferenças de postura que precisam ser comentadas, e que costumam acontecer em qualquer contexto similar. São elas, a conivência, a indiferença e a impotência.
segunda-feira, 6 de junho de 2022
O poder//dinheiro não corrompe por si mesmo...
...mas revela o quão empático e sábio/ racional, ou o oposto, um indivíduo pode ser.
sexta-feira, 3 de junho de 2022
Não, o povo brasileiro não é mais empático e nem simpático
quarta-feira, 1 de junho de 2022
O caso Genivaldo e por que a empatia não é universalmente "ensinável"?
Genilvado de Jesus Santos foi parado por policiais porque estava andando de moto e sem capacete. Ele ficou nervoso e não obedeceu à ordem de colocar as mãos na cabeça. Seu sobrinho avisou aos policiais que ele tomava remédios controlados. Ele teve os pés amarrados, foi preso dentro do porta-malas do carro da polícia e asfixiado com spray de pimenta e gás lacrimogêneo.
quinta-feira, 3 de março de 2022
Por que ter um Q.I alto não é suficiente para promover a verdadeira meritocracia??
Os processos seletivos, especialmente para o acesso ao ensino superior e para cargos públicos, selecionam os concorrentes que tiram as pontuações mais altas nas provas. Implicitamente, eles estão avaliando, não apenas a dedicação e empenho para estudar, mas também o nível de suas capacidades cognitivas, que podem ser relativamente capturadas por testes de QI (o mesmo na maioria das escolas). Para muitos, estes são métodos meritocráticos porque buscam avaliar a todos, igualmente. No entanto, existem uma série de questões que tornam essa crença bem menos verdadeira do que aparenta. Primeiro, se a inteligência humana tem uma carga genética ou biológica predominante ao seu componente ambiental, então, aqueles com as maiores médias de QI também serão consideravelmente mais propensos a tirar as notas mais altas em vestibular ou concurso público. Pois, ao aceitarmos essa verdade, tais métodos se revelam como "faz-de-conta", em que a maioria acredita que basta apenas o empenho nos estudos para conseguir tirar boas pontuações, desprezando que também é importante ter a sorte de nascer com um maior potencial cognitivo, incluindo de memorização. Segundo, além da variação nos níveis quantitativos, também apresentamos variação de desempenho em nossos níveis qualitativos, nos "tipos" de inteligência, como a criatividade. Só que ambas não são consideradas nessas avaliações porque está enraizado a crença de que nos diferimos apenas na motivação para estudar e aprender. Terceiro, as provas aplicadas são sobre conhecimentos gerais. Porém, o ideal, no sentido de mais objetivo, seria que fossem enfatizados os conhecimentos específicos à área pretendida, se todas as profissões são especializações e, portanto, não é lógico usar provas generalistas. Quarto e, o mais importante, de não haver qualquer seleção por capacidade de discernimento moral, que reprovaria candidatos irresponsáveis, desonestos ou injustos, provavelmente porque também existe a crença de que somos todos iguais em nossas capacidades de livre arbítrio ou de racionalidade... Como resultado, parece que o setor público, incluindo as universidades federais, têm "produzido" uma grande leva de maus profissionais, incompetentes técnica e/ou moralmente, que não trabalham para cooperar com a sociedade em que vivem, mas visando principalmente por benefícios pessoais (vale ressaltar que o setor privado também parece sofrer do mesmo mal e por razões parecidas). Por isso, o mais certo seria: a aplicação de provas específicas para a disputa por vagas em especializações/profissões e uma análise profunda ou precisa das capacidades emocional e moral dos concorrentes. Só assim para começar a haver uma verdadeira seleção de qualidade de, pelo menos, uma maioria de "bons profissionais", que são tecnicamente competentes e dotados de caráter.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2021
Altruísmo patológico ou empatia subdesenvolvida??
Vejamos a situação da África em que, segundo projeções da ONU, sua população dobrará de 1 para 2 bilhões até 2050 e para 4 bilhões até o final do século XXI. Pois se os países africanos, especialmente os da África subsaariana, em média, já não conseguem prover o básico para os seus habitantes, imagine quando tiverem se multiplicado?? Além de não existir nenhum padrão consistente de que estejam, em sua maioria, se desenvolvendo, social e economicamente, essa explosão demográfica pode acelerar a destruição do meio ambiente no continente onde mais tem sido preservado.
Bem, eu estou me colocando na situação de todos os que estão diretamente envolvidos, dos africanos e das espécies não-humanas locais, prevendo que, se essa tendência de crescimento populacional não for interrompida ocorrerá uma tragédia humanitária e ecológica de grandes proporções.
Já um indivíduo que se define como humanista, do tipo que tem uma fé inabalável pela humanidade, geralmente considerado como mais empático, é possível que problematize esse discurso intervencionista, acusando quem o defende de neocolonialismo ou racismo, argumentando que, apenas os africanos que podem decidir sobre si mesmos, que não podemos interferir na quantidade de filhos que eles almejam ter, mesmo se for para ajudá-los.
Eu até poderia pensar que se trata de um caso de altruísmo patológico, quando o indivíduo sacrifica ou pensa em sacrificar o seu próprio bem estar em prol dos outros. Mas, agora, vendo por outro ângulo, mais parece ser uma espécie de empatia subdesenvolvida, porque despreza o contexto, e as possíveis consequências dos seus desdobramentos, a médio e longo prazo, enfatizando apenas a perspectiva pessoal, pelo respeito máximo à autonomia dos indivíduos humanos (excluindo os animais, claro...), ao invés de considerar ambos.
Além do subdesenvolvimento, esse tipo de abordagem empática também parece ser um produto do medo do indivíduo de ser visto como racista ou insensível perante os outros, especialmente por aqueles com os quais compartilha os mesmos valores; do seu narcisismo de querer ser reconhecido como um "bien pensant" e/ou de sua ignorância ao acreditar que está defendendo o mais certo, de estar com a "consciência tranquila". O altruísmo patológico existe, mas esse não é o caso, pelo menos não em um sentido intelectual.
Portanto, esse exemplo mostra que, para ser verdadeiramente empático é sempre preciso levar em consideração todas as perspectivas do contexto que está em análise, do contrário, pode até ser com boa intenção, mas terá lugar cativo no "inferno", se não for baseada no conhecimento sobre a situação, aumentando o risco de causar mais problemas, e sofrimento, do que de atenuar ou eliminar os existentes.
quinta-feira, 20 de maio de 2021
Paradoxo da empatia e um equívoco sobre o mesmo assunto
1. Porque alguns (ou talvez muitos) dos indivíduos mais empáticos acabam se tornando mais críticos, cínicos e mal humorados?? (Falo por experiência própria)
Se eu me coloco no lugar ou na situação de: crianças palestinas, assassinadas por mísseis israelenses na faixa de Gaza; vítimas da covid-19*; vítimas do frio, da fome, do abandono, do ódio irracional; no lugar de animais mortos por mais um ''incêndio ilegal'' na Amazônia ou no Pantanal; de animais assassinados aos bilhões e, com extrema crueldade, para alimentar nossa espécie parasita, alienada e/ou estúpida, mas, especialmente para engordar os bolsos de indivíduos inescrupulosos (muitos deles que estão no poder, aliás); de ''animais'' domésticos que são torturados pelos seus supostos tutores; enfim, de todo tipo de sofrimento, a maioria deles desnecessários, então, não tem como eu permanecer indiferente à todas essas situações sem que reaja da maneira mais apropriada, com irritação, tristeza, desesperança, medo, raiva e, sim, também com cinismo, deboche, especialmente em relação à propaganda positiva, que visa esconder o quão podre é o mundo humano, aos ''idiotas úteis'' que o defendem e aos "demônios" que o controlam.
* culpa do governo chinês mas também dos "empresários de bem", de turistas irresponsáveis, de partidários e de políticos, principalmente os de direita (irresponsáveis/egoístas/cruéis)...
II. Ter empatia é o mesmo que mentir para agradar??
Ter empatia é o mesmo que se colocar em outras perspectivas, seja situacional, cognitiva e/ou emotiva. A partir daí, o que a pessoa fará não pode ser considerado como empatia, porque, ainda que costume aumentar nossa simpatia ou compaixão pelo outro, nada impede que tenhamos reações diferentes. Sim, porque empatia não é o mesmo que compaixão.
Das empatias (sim, existe mais de um tipo), a emotiva é a mais provável de resultar em sensibilização pela situação alheia.
Junto a essa ideia de que empatia é o mesmo que compaixão, também é comum pensar que se manifeste a partir de "mentiras brancas". Por exemplo, é empático, supostamente, elogiar a maneira que certa pessoa está vestida mesmo se não estiver de acordo, enquanto que, seria falta de educação e, portanto, de empatia ou sensibilidade, dizer o que está realmente pensando, mesmo com polidez. Mas, a empatia é nada mais nada menos do que se colocar no lugar do outro e não necessariamente de mentir para agradá-lo. No meu caso, eu sempre prefiro que a pessoa seja mais honesta sobre o que está sentindo ou pensando sobre mim do que falsa. Claro que, também prefiro ser elogiado do que ofendido, mas, especialmente se for baseado em critérios objetivos. Porque eu tenho uma espécie de ímpeto natural para ser honesto com o outro porque eu gostaria de ouvir dele verdades, e não mentiras, ainda mais se forem óbvias. Prefiro ouvir que estou "mal vestido" ou de dizer isso à pessoa, se for mesmo o caso, com o intuito de ajudá-la a se "vestir melhor", se isso estiver atraindo comentários maldosos mas o mais importante, se estiver lhe/me causando mal estar.
Pois parece que, para a maioria das pessoas, elogios, mesmo que falsos, são mais desejáveis do que ouvir dos demais o que realmente estão pensando (verdade subjetiva) ou a partir de critérios objetivos.
Para mim e para muitos iguais a mim, é organicamente difícil mentir (mas não é impossível e depende da situação). Por isso que, quando eu minto, visando o bem estar alheio, eu preciso me esforçar para ser convincente na minha atuação. De qualquer maneira, isso não significa que eu seja menos empático, justamente porque quando me coloco no lugar do outro, eu estou pensando em como gostaria de ser tratado, preferencialmente com respeito mas sem ''mentiras brancas'' descaradamente óbvias.
domingo, 28 de julho de 2019
Estratégia para a esquerda... iluminista
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
Ame-o ou deixe-o
Por exemplo:
Quem apenas conhece os defeitos de um povo, o odeia.
Quem apenas se interessa pelas qualidades de um povo, não o ama o suficiente, aliás, ama a idealização que construiu sobre esse povo (como a maioria dos tribais)
Quem conhece defeitos e qualidades pode de fato ajudar uma população e portanto ama-la no sentido mais completo..