E mais um...
Agradabilidade--psicoticismo (espectro psicológico moralmente carregado)
[e claro que se pode ser superficial a excepcionalmente agradável]
Estabilidade emocional -- neuroticismo (espectro psicológico moralmente neutro)
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domingo, 24 de dezembro de 2017
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
Homicida e suicida: Vulnerabilidades potenciais ou intensificadas para os mais criativos?
Ou ao menos pra mim....
Na corda não-tão-bamba entre o psicoticismo e o neuroticismo
Eu já especulei se os mais criativos não seriam em média e ao mesmo tempo mais neuróticos [emocionalmente instáveis OU ao menos, emocionalmente sensitivos, creio eu que haveria uma diferença aí ... instabilidade emocional defensiva/sensitiva] e psicoticistas [instabilidade emocional agressiva/ insensitiva].
Grande plasticidade emocional e/ou de personalidade... [até já comentei a muito tempo sobre isso] ... e não apenas em relação aos ''traços'' [do big five] acima.
Na corda não-tão-bamba entre o psicoticismo e o neuroticismo
Eu já especulei se os mais criativos não seriam em média e ao mesmo tempo mais neuróticos [emocionalmente instáveis OU ao menos, emocionalmente sensitivos, creio eu que haveria uma diferença aí ... instabilidade emocional defensiva/sensitiva] e psicoticistas [instabilidade emocional agressiva/ insensitiva].
Grande plasticidade emocional e/ou de personalidade... [até já comentei a muito tempo sobre isso] ... e não apenas em relação aos ''traços'' [do big five] acima.
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quinta-feira, 30 de novembro de 2017
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
Estabilidade emocional tende ou pode resultar na conscienciosidade? E em doses menos amaciadas na extroversão?
Introversão tende ou pode resultar no neuroticismo??
Traços primários/adaptativo (introversão) e secundários/rea-adaptativo (neuroticismo)
Agradabilidade tende a aumentar a extroversão?
Mas também pode acabar no neuroticismo?? (excesso de agradabilidade)
Abertura para a experiência pode levar ao psicoticismo? E em doses mais fracas à extroversão?
Traços primários/adaptativo (introversão) e secundários/rea-adaptativo (neuroticismo)
Agradabilidade tende a aumentar a extroversão?
Mas também pode acabar no neuroticismo?? (excesso de agradabilidade)
Abertura para a experiência pode levar ao psicoticismo? E em doses mais fracas à extroversão?
domingo, 6 de agosto de 2017
Possíveis diferenças entre o colérico mais ativo e o colérico mais reativo

Fonte: pinterest
Especulo agora que alguns ou a maioria dos coléricos sejam mais ativos ou provocativos, talvez os típicos coléricos, e que outros sejam mais do tipo reativo, e que portanto, a priore, não serão constantemente ou ''preferencialmente'' coléricos.
Por exemplo.
Fictício.
Dona Florinda e Seu Madruga
Ela seria ou representaria o tipo mais ativamente colérico, ainda que para ambos, as circunstâncias ambientais também funcionem claramente como fatores desencadeantes. A
Ficar nervoso ''a toa', sem ter uma razão real ou definitivamente justificada VERSUS reagir de maneira mais colérica denotando que o estado original/preferencial de ânimo tende a ser menos irritadiço. Em outras palavras, o nível de irritabilidade é muito maior para o ''colérico ativo'' do que para o ''colérico reativo'' e na verdade, no segundo grupo, muitas vezes o ''temperamento predominante'' sequer será o colérico.
Outro aspecto importante de diferenciação é o grau de prepotência do colérico ativo ou seria melhor altivo, e do colérico reativo ou também passivo, em que o primeiro já seria mais ''naturalmente prepotente'' enquanto que o outro não, necessariamente falando.
Eu seria o exemplo, mais meso, digamos assim, entre o colérico ativo e o reativo, porque sou ''naturalmente mais prepotente'', mas não a ponto de não conseguir conter essa tendência, já denotando uma menor intensidade/intrinsecabilidade dessa fração de comportamento em mim. E sem falar, mas falando, que o meu estado de ânimo original não é o de irritabilidade OU que, apesar de ser mais colericamente reativo, ainda não serei tanto quanto o típico colérico, que já se encontra em um estado de ânimo, eu não diria de irritação, mas de prepotência/e perfeccionismo [subjetivo], tendo a irritabilidade como uma reação às suas constantes frustrações.
Também poderíamos vincular o colérico ativo ao psicoticismo e o colérico reativo ao neuroticismo, o primeiro como uma irritabilidade mais expansiva, provocativa ou ativa, e o segundo como uma irritabilidade mais introspectiva, sensitiva, internalizável. Aquilo que o psicoticista tende a descontar nos outros o neurótico tende a internalizar, como eu já comentei.
Em resumo conclusivo, existem dois tipos de irritáveis: o irritável irritante [que se irrita com facilidade e que irrita o outro] e o irritável irritado [que é bem mais propenso a não tentar descontar ''no outro'', logo na primeira oportunidade].
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terça-feira, 1 de agosto de 2017
Neurótico versus paranoico
Neurótico: Empatia (parcial, mais comum) excessiva sobre ''tudo''.
Paranoico: Empatia (parcial) excessiva especialmente em relação àquilo que os outros estão pensando sobre ele.
Empatia: intra-pessoal (negativa, neutra, positiva),
inter-pessoal (negativa,neutra, positiva),
impessoal (negativa, neutra, positiva... sistemizar pessoas a não-seres)
Neuroticismo
Empatia Inter e intrapessoal (baixa auto estima, intensa em ambas)
Negativa [baixa auto estima em relação a si mesmo, em média (ou não) mas também em relação aos outros, isto é, ''baixa estima'' por eles = pessimismo]
Paranoia
+ Interpessoal (apesar de também basear-se em baixa auto estima centraliza-se no interpessoal, e talvez até possa ter alta auto-estima intrapessoal e/ou isso já ser característico, se eu defini o paranoico como um narcisista com baixa auto-estima)
Negativa [especialmente em relação àquilo que os outros pensam dele ou inter-pessoal]
Paranoico: Empatia (parcial) excessiva especialmente em relação àquilo que os outros estão pensando sobre ele.
Empatia: intra-pessoal (negativa, neutra, positiva),
inter-pessoal (negativa,neutra, positiva),
impessoal (negativa, neutra, positiva... sistemizar pessoas a não-seres)
Neuroticismo
Empatia Inter e intrapessoal (baixa auto estima, intensa em ambas)
Negativa [baixa auto estima em relação a si mesmo, em média (ou não) mas também em relação aos outros, isto é, ''baixa estima'' por eles = pessimismo]
Paranoia
+ Interpessoal (apesar de também basear-se em baixa auto estima centraliza-se no interpessoal, e talvez até possa ter alta auto-estima intrapessoal e/ou isso já ser característico, se eu defini o paranoico como um narcisista com baixa auto-estima)
Negativa [especialmente em relação àquilo que os outros pensam dele ou inter-pessoal]
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sexta-feira, 28 de julho de 2017
Será* Eu comecei falando que...
... se o psicopata tivesse o seu transtorno direcionado para o cognitivo ao invés do psicológico/social, então é possível que se tornasse tal como a um típico cientista, a priore, se ele, o psicopata, age [mais ou menos] como tal, só que em relação à questões sociais ou interpessoais.
Faz sentido. Se é possível de se estar ''super-certo''... aí já é outro departamento.
No mais, agora pouco eu pensei a partir da mesma lógica, só que aplicada para outros transtornos ou intensidades mentais como o neuroticismo. Se ou quando ''deslocado'' ou ''alocado'' do psicológico, que resulta em comportamentos potencial a predominantemente irracionais nas interações intra e interpessoais, para o cognitivo ou reconhecimento de padrões, talvez, possa ter outro efeito e potencialmente criativo*
Divergência de operacionalidade muito enfatizada no lado psicológico ou mentalista/ interação social [maior divergência no julgamento *emocional* dos padrões] = potencial transtorno mental.
Muito enfatizada no lado cognitivo ou mecanicista/intelectual ou intermediário = maior potencial de neo-precisão [originalidade útil e/ou factualmente correta] em relação ao reconhecimento de padrões, porque já denotará uma facilidade COGNITIVA para se pensar de modo mais difuso.
A potencial diferença entre julgar emocionalmente... de maneira preferencialmente divergente e portanto potencialmente ilógica e de se analisar padrões de maneira preferencialmente divergente..
mas também potencialmente ilógica.
Portanto:
psicopata deslocado para o mecanicismo = mente mais ''científica' [sem falar que muitos cientistas parecem estar mais próximos do espectro anti-social, particularmente em relação a algumas de suas facetas como a capacidade de manipulação]
neuroticista deslocado para o mecanicismo = talvez tenha um efeito semelhante, porque deixará de buscar ou enfatizar pelos seus próprios problemas e começará a fazê-lo em relação a problemas [que foram identificados como tal] de natureza intelectual [intermediária entre o mecanicismo e o mentalismo] e cognitiva [mecanicismo].
Faz sentido. Se é possível de se estar ''super-certo''... aí já é outro departamento.
No mais, agora pouco eu pensei a partir da mesma lógica, só que aplicada para outros transtornos ou intensidades mentais como o neuroticismo. Se ou quando ''deslocado'' ou ''alocado'' do psicológico, que resulta em comportamentos potencial a predominantemente irracionais nas interações intra e interpessoais, para o cognitivo ou reconhecimento de padrões, talvez, possa ter outro efeito e potencialmente criativo*
Divergência de operacionalidade muito enfatizada no lado psicológico ou mentalista/ interação social [maior divergência no julgamento *emocional* dos padrões] = potencial transtorno mental.
Muito enfatizada no lado cognitivo ou mecanicista/intelectual ou intermediário = maior potencial de neo-precisão [originalidade útil e/ou factualmente correta] em relação ao reconhecimento de padrões, porque já denotará uma facilidade COGNITIVA para se pensar de modo mais difuso.
A potencial diferença entre julgar emocionalmente... de maneira preferencialmente divergente e portanto potencialmente ilógica e de se analisar padrões de maneira preferencialmente divergente..
mas também potencialmente ilógica.
Portanto:
psicopata deslocado para o mecanicismo = mente mais ''científica' [sem falar que muitos cientistas parecem estar mais próximos do espectro anti-social, particularmente em relação a algumas de suas facetas como a capacidade de manipulação]
neuroticista deslocado para o mecanicismo = talvez tenha um efeito semelhante, porque deixará de buscar ou enfatizar pelos seus próprios problemas e começará a fazê-lo em relação a problemas [que foram identificados como tal] de natureza intelectual [intermediária entre o mecanicismo e o mentalismo] e cognitiva [mecanicismo].
sábado, 22 de julho de 2017
Ênfase nos problemas de natureza mentalista: típico neuroticismo. Ênfase nos problemas de natureza mecanicista ou intermediária/intelectual: princípio da criatividade
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quinta-feira, 20 de julho de 2017
Neuroticismo/muita preocupação= excesso de empatia [geralmente parcial [cognitiva/afetiva] ]?
Partindo do pressuposto que toda percepção seja empática por consistir em um reflexo ou espelhamento da realidade?! (minha definição ampla e/ou onipresente da empatia [não apenas a ''empatia interpessoal'', como tradicionalmente tem sido mostrada], como a principal técnica de captura da realidade pela vida/ seres vivos)
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domingo, 16 de julho de 2017
Intra ou inter
Introversão-extroversão: Ênfase ou direção perceptiva (pra dentro e pra fora)
Abertura-conscienciosidade: "extroversão-introversão" intelectual (exploração/vivência ou acanhamento intelectual/ expansão ou retenção--contração ... mas de natureza mais introspectiva/pra dentro)
Agradabilidade-psicoticismo: Direção pra fora (no big Five mais interpessoal ou tradicional), positiva ou negativa
Estabilidade-neuroticismo: Direção pra dentro (interessante que este espectro de traços seria o mais intrapessoal e portanto mais próximo do big Five "inverso' que propus. No mais, talvez fosse melhor denominar o big Five tradicional como meso-pessoal, nem muito lá nem muito cá, ainda assim mais para a interação do que para a intra-interação).
Abertura-conscienciosidade: "extroversão-introversão" intelectual (exploração/vivência ou acanhamento intelectual/ expansão ou retenção--contração ... mas de natureza mais introspectiva/pra dentro)
Agradabilidade-psicoticismo: Direção pra fora (no big Five mais interpessoal ou tradicional), positiva ou negativa
Estabilidade-neuroticismo: Direção pra dentro (interessante que este espectro de traços seria o mais intrapessoal e portanto mais próximo do big Five "inverso' que propus. No mais, talvez fosse melhor denominar o big Five tradicional como meso-pessoal, nem muito lá nem muito cá, ainda assim mais para a interação do que para a intra-interação).
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segunda-feira, 26 de junho de 2017
Paranoia mais comum em homens = hiper empatia defensiva. Neuroticismo e depressão: mais comum em mulheres = hiper empatia receptiva

A hiper empatia do caçador
A hiper empatia do coletor
Se somos, para mais ou para menos, variações mais complexas dos primeiros seres humanos, que eram ''caçadores-coletores'', então pode ser possível pensar se muitos de nossos comportamentos, se não a maioria deles, não se consistem em 'vestígios'' dessas épocas ancestrais de nossa espécie. Parece ser factual e mesmo, talvez, trans-cultural e/ou trans-racial, que os homens tendam a ser mais paranoicos que as mulheres, ou melhor, que existam mais homens paranoicos do que mulheres. Também parece ser factual que existam mais mulheres neuróticas do que homens, ainda que alguns estudos pareçam ter encontrado resultados menos consistentes do que no caso da paranoia. No mais, se é verdade que a depressão é a ''vitória do neuroticismo'', então ao menos em relação a essa moléstia da mente, pode-se concluir que seja mais comum em mulheres. Como eu já comentei, o neuroticismo tem uma natureza mais introspectiva, no sentido de internalizar mais os sentimentos, especificamente os de natureza negativa, do que de externalizá-los. Eu também disse que o psicoticismo parece se consistir em um oposto do neuroticismo neste sentido de ''internalizar ou externalizar''. O neurótico internaliza mais. O psicoticista externaliza mais... as emoções negativas.
Voltando à minha ou não-tão-minha hipótese/teoria/whatever: o que está subjacente a quase todos os comportamentos humanos é a empatia, e como eu já falei, pode ser ainda mais significativa pra nós, não apenas no sentido de se relacionar com os outros, afetiva ou cognitivamente, isto é, sentindo as suas emoções como se fossem as nossas, ou os analisando, porque a empatia também é um método essencial e não apenas para o ser humano, para interagir, sentir o mundo que é exterior a si mesmo. Eu extrapolei a função da empatia para qualquer tipo de reconhecimento/e sensação de padrões, dos mais onipresentes, quando interagimos com a verdade objetiva ou concreta/imediata, até quando lidamos com a verdade subjetiva ou abstrata. Quando eu me projeto sensorialmente ao mundo exterior, que está ao meu redor, eu estou tendo empatia ou conexão por ele, e mais, ''sentindo o seu humor'', e claro, de acordo com o meu alcance perceptivo.
Agora eu estou pensando que podemos re-dividir a empatia, a partir de outra dimensão ou dinâmica: defesa e recepção comportamental. Ao sentirmos empatia, e neste caso, baseado no ''velho modelo'', que é centralizado nas interações pessoais, podemos desenvolver diversas estratégias de procedibilidade. Por exemplo, quando estamos conversando com outra pessoa e lhe temos grande afeição é muito provável, em condições normais de temperatura e pressão, que sejamos empaticamente receptivos, isto é, construindo uma relação passageira/ou no dado momento/ de receptividade ao outro. Em compensação quando estamos desconfiados em relação a essa pessoa, podemos ficar mais na defensiva. Também podemos fazê-lo antes-das-interações-reais, imaginando cenários e pessoas. A paranoia, que se consistiria na empatia defensiva em altos níveis de intensidade, aparece como uma resposta antecipativa, que busca entender certa possibilidade antes que se torne real, de se antecipar a ela, e possivelmente com o intuito de se preparar melhor para a situação ou mesmo para evitá-la. Exemplo: tem uma festa da escola pra ir. No entanto eu não tenho uma boa relação com algumas pessoas que estarão lá. Essas pessoas praticam perseguição sistemática de baixa intensidade contra a minha pessoa. Entre ir à festa e ficar em casa, talvez eu escolha a segunda, por ser muito mais fácil evitar um desafio, especialmente quando não é imprescindível. É até mais racional, por não valer apena quando a alma
O mecanismo receptivo da empatia parece ser mais intenso nas mulheres enquanto que o mecanismo defensivo da mesma parece ser mais intenso em homens, mesmo quando não estão no grupo dos muito e/ou dos mais paranoicos. E por que*
Porque as habilidades psico-cognitivas masculinas tem sido selecionadas justamente ''para'' o confronto assim como também para a defesa, enquanto que as habilidades psico-cognitivas femininas, de acordo com a macro-conjuntura evolutiva humana, tem sido selecionadas ''para'' o oposto, para dissipar o confronto, ao menos dentro do grupo, mas também provavelmente porque as mães mais atenciosas tendem a cuidar melhor dos seus filhos e a maternidade tem se mostrado de extrema importância para o sucesso da espécie.
Na caça, doses moderadas à altas de ''hiper-vigilância''/paranoia/empatia defensiva são altamente requisitadas para entender o comportamento ''animal'' e se antecipar a ele, pensando em estratégias de ataque ou na elaboração de armadilhas.
No cuidado maternal e no lido social, de cooperação, doses moderadas à altas de ''receptividade empática/empatia receptiva'' são altamente requisitadas.
Me pareceu ser um ''insight subjetivo'', isto é, pra mim, mas que não é uma ideia realmente nova. No entanto, a ideia de dividir a empatia, a partir desta perspectiva, em defensiva e receptiva, me pareceu parcialmente interessante.
Paranoico = baixa auto-estima + narcisismo. Como que isso se encaixa no contexto ancestral/evolutivo humano*
Se o homem paranoico é mais narcisista mas tem mais baixa auto-estima e por isso se preocupa mais com as opiniões alheias [tal como uma mulher tende a fazer], então como que esse comportamento emergiu ou mesmo pode ser entendido como um ''vestígio ancestral'' do comportamento nomeadamente masculino*
Talvez, essa ''mentalidade da caça e do caçador'' de fato tenha prevalecido entre alguns seres humanos, só que ''mal-adaptada'' a um mundo social subjetivo, enquanto que, como eu já comentei, os paranoicos tendem a ter baixa tolerância para ambiguidades interpessoais.
Outras possibilidades é a de que esse perfil se consista em uma soma de alta intensidade entre as duas estratégias empáticas: receptiva e defensiva, mais feminina e mais masculina, se um alto nível de empatia defensiva-apenas é provável que resultará em menor internalização das necessidades/opiniões alheias, que tem como intuito uma maior possibilidade de cooperação.
''Mentalidade ancestral''
As pessoas se distraem com facilidade nas redomas ''modernas'' humanas. Os paranoicos no entanto parecem ter uma mentalidade ancestral, antiga e portanto mais concreta e direta, ainda que, neste caso, eu esteja falando mais sobre os paranoicos ou hiper-vigilantes mais racionais do que do típico paranoico que tende a ''flertar'' com o espectro psicótico, que tem justamente como principal característica o desligue em relação à realidade, mas em um sentido hiper, isto é, ao invés de, de fato, desligar mais do mundo, se ''joga'' muito mais no reconhecimento de padrões, só que além de sua capacidade de se fazê-lo resultando na apofenia ''de alta intensidade'', que com certeza não se dá por preguiça intelectual. A paranoia típica seria ou poderia ser entendida como um excesso de motivação para o hiper-realismo mas sem uma autoconsciência bem desenvolvida ou mesmo com menores capacidades psico-cognitivas, resultando em uma típica frustração, semelhante àqueles que tem grande motivação para certa atividade, mas não tem talento.
Esta provável combinação de características psico-cognitivas mais masculinas e mais femininas parece caracterizar a paranoia.
Portanto uma mal-adaptação desta combinação psico-cognitiva andrógina de maior empatia, defensiva e receptiva, e resultará na típica paranoia.
Por outro lado uma adaptação mais adequada da mesma e algumas virtuosidades serão mais propensas a surgirem, por exemplo a sabedoria*
terça-feira, 20 de junho de 2017
Novas diferenças especuladas entre neuroticismo e psicoticismo
Alta sensitividade para problemas (subjetivos ou objetivos)
... porém o psicoticista é mais sensível a problemas atrelados a si mesmo enquanto que o neurótico é menos egocentricamente sensível aos problemas.
Neuróticos são mais auto-controlados do que os psicoticistas e é justamente por isso que internalizam mais do que externalizam as suas sensibilidades emocionais negativas. [já falei isso em outro texto ao diferenciar os traços de comportamento {big five} que eu defini como os mais instintivos, em relação aos que aparentam ser mais reflexivos]
O neuroticismo parece ser justamente esta combinação entre hiper sensibilidade emocional negativa + maior autocontrole = maior internalização dessas emoções.
... porém o psicoticista é mais sensível a problemas atrelados a si mesmo enquanto que o neurótico é menos egocentricamente sensível aos problemas.
Neuróticos são mais auto-controlados do que os psicoticistas e é justamente por isso que internalizam mais do que externalizam as suas sensibilidades emocionais negativas. [já falei isso em outro texto ao diferenciar os traços de comportamento {big five} que eu defini como os mais instintivos, em relação aos que aparentam ser mais reflexivos]
O neuroticismo parece ser justamente esta combinação entre hiper sensibilidade emocional negativa + maior autocontrole = maior internalização dessas emoções.
segunda-feira, 19 de junho de 2017
Quais são ou qual é a [principal] diferença entre os traços físicos e os traços psicológicos...
Já falei sobre isso [uma constante aqui no blog], mas, encontrei uma ótima analogia para ''re-explicar'' essas diferenças.
Talvez a principal diferença entre uma característica física e uma psicológica pode ser, por exemplo, se você tiver uma certa estatura, mas que flutua ao longo do dia, da semana, do ano. Você mede 1,75 cm hoje, mas amanhã você pode medir 1,78 cm, e depois de amanhã você retorna à sua média, então em dois meses sua altura média cai para 1,67 cm: uma constante variável. O traço físico é muito mais difícil, se não impossível de mudar ou melhor de variar, especialmente quando o seu ciclo de desenvolvimento termina, no caso da estatura [desprezando certa desordem pituitária], ou quando tem uma certa natureza, como no caso da cor dos olhos.
Você não herda o "neuroticismo", por exemplo, mas a mesma "paleta de respostas emocionais" que todos herdam. O que você também herda é uma disposição para expressar o neuroticismo de forma mais intensa, constante e até viciante, e dependendo da conjugação com o ambiente [os ambientes sociais humanos são invariavelmente trans-culturalmente convergentes].
Neste sentido, parece-me que os traços fisiológicos [ características físicas mais internas] serão intermediários entre uma maior fixação fenotípica ou expressiva dos traços físicos e uma maior variação expressiva/fenotípica dos traços psicológicos.
Talvez a principal diferença entre uma característica física e uma psicológica pode ser, por exemplo, se você tiver uma certa estatura, mas que flutua ao longo do dia, da semana, do ano. Você mede 1,75 cm hoje, mas amanhã você pode medir 1,78 cm, e depois de amanhã você retorna à sua média, então em dois meses sua altura média cai para 1,67 cm: uma constante variável. O traço físico é muito mais difícil, se não impossível de mudar ou melhor de variar, especialmente quando o seu ciclo de desenvolvimento termina, no caso da estatura [desprezando certa desordem pituitária], ou quando tem uma certa natureza, como no caso da cor dos olhos.
Você não herda o "neuroticismo", por exemplo, mas a mesma "paleta de respostas emocionais" que todos herdam. O que você também herda é uma disposição para expressar o neuroticismo de forma mais intensa, constante e até viciante, e dependendo da conjugação com o ambiente [os ambientes sociais humanos são invariavelmente trans-culturalmente convergentes].
Neste sentido, parece-me que os traços fisiológicos [ características físicas mais internas] serão intermediários entre uma maior fixação fenotípica ou expressiva dos traços físicos e uma maior variação expressiva/fenotípica dos traços psicológicos.
segunda-feira, 22 de maio de 2017
Estabilidade emocional ou neuroticismo** Qual que você ''herdou' e expressa com maior tendência**
Espera...
Não herdamos ''o neuroticismo'' ou a ''estabilidade emocional'', mas todo esse espectro de variabilidade responsiva. Até podemos defini-los como ''de natureza introspectiva'', porque como eu já falei, quando nos tornamos mais neuróticos ou mesmo quando estamos mais emocionalmente estáveis, o fazemos de maneira mais intrínseca ou intrapessoal. Quando estamos a falar sobre comportamento e genética, estamos a falar sobre ''espectros responsivos'' e não necessariamente de um desses traços. Ainda é fato que alguns nascem mais de um jeito, ou mais para um dos ''lados'' deste ou daquele espectro, do que outros. No mais, eu uso a metáfora do estojo com lápis de cor [bem infantil] para explicar-lhes esta minha ideia, mais um devaneio proto-calculado, aliás nem tão nova porque já o expus em um combo de ideias, só que sem desenvolvê-lo, metaforicamente, à moda da casa. Então, vamos imaginar que você ganhou um estojo de lápis de cor da ''tia'', por causa de seu excelente comportamento em sala de aula + ótimas notas [gente, é só pra imaginar ok* Como diz o Chaves, é apenas um supositório!!]. Aí você, todo alegrinho, começa a usá-los para colorir, desenhar [diga-se, rabiscar e gastar folhas de papel, as árvores agradecem], etc... Ao longo do tempo você começa a usar mais algumas cores do que outras. O verde te agrada mais do que o vermelho. Aí progressivamente você vai se tornando mais tendencioso, e sempre usando mais certas cores do que outras. Então vamos imaginar que o ''ambiente'' [outras pessoas] começam a influencia-lo. É a professora [fessora] que passa tarefas para colorir só que com certa obrigatoriedade de uso das cores frias do que das cores quentes, por exemplo, ''desenhar uma floresta tropical úmida e bem no meio de uma chuva torrencial de verão em algum recanto sortudo de Mata Atlântica''. É o seu pai que lhe pede que desenhe a bandeira da Líbia, enfim... Percebam que você já tinha uma certa preferência por cores frias. Aí o ambiente começou a reforçar esta tendência ou disposição. Você continua a ter todos os lápis de cor à sua disposição, mas: certa preferência inata + ambiente o direcionaram para enfatizar-se em certo caminho do que em outro. É isso...
Não herdamos ''o neuroticismo'' ou a ''estabilidade emocional'', mas todo esse espectro de variabilidade responsiva. Até podemos defini-los como ''de natureza introspectiva'', porque como eu já falei, quando nos tornamos mais neuróticos ou mesmo quando estamos mais emocionalmente estáveis, o fazemos de maneira mais intrínseca ou intrapessoal. Quando estamos a falar sobre comportamento e genética, estamos a falar sobre ''espectros responsivos'' e não necessariamente de um desses traços. Ainda é fato que alguns nascem mais de um jeito, ou mais para um dos ''lados'' deste ou daquele espectro, do que outros. No mais, eu uso a metáfora do estojo com lápis de cor [bem infantil] para explicar-lhes esta minha ideia, mais um devaneio proto-calculado, aliás nem tão nova porque já o expus em um combo de ideias, só que sem desenvolvê-lo, metaforicamente, à moda da casa. Então, vamos imaginar que você ganhou um estojo de lápis de cor da ''tia'', por causa de seu excelente comportamento em sala de aula + ótimas notas [gente, é só pra imaginar ok* Como diz o Chaves, é apenas um supositório!!]. Aí você, todo alegrinho, começa a usá-los para colorir, desenhar [diga-se, rabiscar e gastar folhas de papel, as árvores agradecem], etc... Ao longo do tempo você começa a usar mais algumas cores do que outras. O verde te agrada mais do que o vermelho. Aí progressivamente você vai se tornando mais tendencioso, e sempre usando mais certas cores do que outras. Então vamos imaginar que o ''ambiente'' [outras pessoas] começam a influencia-lo. É a professora [fessora] que passa tarefas para colorir só que com certa obrigatoriedade de uso das cores frias do que das cores quentes, por exemplo, ''desenhar uma floresta tropical úmida e bem no meio de uma chuva torrencial de verão em algum recanto sortudo de Mata Atlântica''. É o seu pai que lhe pede que desenhe a bandeira da Líbia, enfim... Percebam que você já tinha uma certa preferência por cores frias. Aí o ambiente começou a reforçar esta tendência ou disposição. Você continua a ter todos os lápis de cor à sua disposição, mas: certa preferência inata + ambiente o direcionaram para enfatizar-se em certo caminho do que em outro. É isso...
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domingo, 12 de março de 2017
Espectro normalidade, nostalgia, melancolia e depressão
Nível ou proporção e intensidade de pensamentos positivos, medianos e negativos...
Normalidade ou predomínio de pensamentos positivos
"Quase tudo faz sentido e nada me incomoda"
Normalidade: consciência existencial amalgamada e fortemente puxada para o pensamento positivo ''irreflexivo''.
Nostalgia: Princípio do desligamento do sistema humano de auto ilusão [instinto culturalizado] ou excesso de pensamentos positivos.
Quase tudo ainda faz sentido pra mim e continuo sem dar grande importância às coisas mais importantes... mas eu gostava tanto daquela época...
Ou ''melancolia parcial'' / Apego parcialmente realista [localizado] à vida.
Melancolia: Luta entre os pensamentos positivos e os negativos ambos em suas intensidades mais altas. Quase que como uma espécie de transtorno bipolar só que muito mais controlável.
Apego/amor predominantemente realista [generalizado] à vida com base em ideações nostálgicas constantes.
''Apesar da vida não fazer sentido ela é tão maravilhosa, fantástica... e eu estou totalmente seguro quanto ao pouco conhecimento que tenho sobre ela, pouco porém essencial''
Depressão: Predomínio dos pensamentos negativos. Quase tudo incomoda, inclusive a si mesmo. Decepção generalizada com a vida. A vitória do neuroticismo.
O neuroticismo típico ou verbal se difere da internalização não-verbal deste predomínio de pensamentos ''negativos ou depressão, pura e simplesmente. O neurótico [e outros, como o melancólico) luta contra a depressão, enquanto que o depressivo é o neurótico que perdeu a luta e se deixou dominar por seus pensamentos ''negativos' (racionais, ''racionalizados'' ou irracionais) tal quando a consciência é verbalizada e depois internalizada, se tornando ''não-verbal'' ou apenas a sensação emocional/ sensorial predominante do organismo.
Normalidade ou predomínio de pensamentos positivos
"Quase tudo faz sentido e nada me incomoda"
Normalidade: consciência existencial amalgamada e fortemente puxada para o pensamento positivo ''irreflexivo''.
Nostalgia: Princípio do desligamento do sistema humano de auto ilusão [instinto culturalizado] ou excesso de pensamentos positivos.
Quase tudo ainda faz sentido pra mim e continuo sem dar grande importância às coisas mais importantes... mas eu gostava tanto daquela época...
Ou ''melancolia parcial'' / Apego parcialmente realista [localizado] à vida.
Melancolia: Luta entre os pensamentos positivos e os negativos ambos em suas intensidades mais altas. Quase que como uma espécie de transtorno bipolar só que muito mais controlável.
Apego/amor predominantemente realista [generalizado] à vida com base em ideações nostálgicas constantes.
''Apesar da vida não fazer sentido ela é tão maravilhosa, fantástica... e eu estou totalmente seguro quanto ao pouco conhecimento que tenho sobre ela, pouco porém essencial''
Depressão: Predomínio dos pensamentos negativos. Quase tudo incomoda, inclusive a si mesmo. Decepção generalizada com a vida. A vitória do neuroticismo.
O neuroticismo típico ou verbal se difere da internalização não-verbal deste predomínio de pensamentos ''negativos ou depressão, pura e simplesmente. O neurótico [e outros, como o melancólico) luta contra a depressão, enquanto que o depressivo é o neurótico que perdeu a luta e se deixou dominar por seus pensamentos ''negativos' (racionais, ''racionalizados'' ou irracionais) tal quando a consciência é verbalizada e depois internalizada, se tornando ''não-verbal'' ou apenas a sensação emocional/ sensorial predominante do organismo.
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Neuroticismo racional versus clássico: Ênfase realista versus criar "expectativas" em excesso, idealizar
Primeiramente há de se fazer justiça com a palavra abstrata "idealização" que nada mais seria do que uma espécie de imaginação só que mais direcionada à ideia do que à sua figura. Idealizar esta bem próximo de imaginar ainda que não sejam exatamente a mesma coisa. Portanto como sabemos que as palavras abstratas em sua maioria estão destituídas de julgo de valor quando não estão vinculadas a nenhum contexto então quando idealizamos isso necessariamente não quer dizer "se enganar, imaginar errado....criar expectativas equivocadas", mas apenas aquilo que esta de fato dizendo, idealizar, porque depende do contexto.
Voltando ao assunto central do texto como eu já havia falado, para cada variação considerada negativa à patológica de comportamento existe o seu lado racional ou inteiramente justificável. Isto é, as características são parecidas mas as razões podem se diferir imensamente.
O neuroticismo é um caso interessante e nos mostra outra diferença entre esses traços, o racional e o impulsivo: o seu epicentro.
O clássico neurótico tende a desenvolver baixa autoestima porque internaliza grande, constante e atuante proporção de emoções e impressões negativas inclusive e especialmente sobre si mesmo. Ele passa a criar expectativas equivocadas, a "idealizar" de maneira equivocada tudo aquilo que sua mente se interessa aumentando pra si mesmo as chances de se decepcionar. Em compensação o neurótico racional enfatiza nos problemas especialmente quando passa a identificar muitos deles por meio de uma perceptividade mais aguçada agindo conforme a música/realidade que está se apresentando pra si. Ao invés de idealizar ele muitas vezes fará o oposto isto é, desenvolvendo senso realista. O neurótico racional tem total razão para lamentar enquanto que o neurótico clássico ou exagerado terá menos razões para que o seu comportamento possa ser racionalmente justificado. Portanto vemos novamente que quando um traço negativo de comportamento se dá de modo impulsivo, perceptivamente generalizado e sem direção coesa, então se fará enquanto uma ação primária, mais organicamente íntimo enquanto que quando se manifesta como resposta ou reação secundária então se fará tendenciosamente de modo mais reflexivo, mais sutil e portanto mais racional.
Quando a neurose é muito impulsiva não há nem tempo nem vontade de analisar o pensamento resultando na internalização acrítica de expectativas.
Voltando ao assunto central do texto como eu já havia falado, para cada variação considerada negativa à patológica de comportamento existe o seu lado racional ou inteiramente justificável. Isto é, as características são parecidas mas as razões podem se diferir imensamente.
O neuroticismo é um caso interessante e nos mostra outra diferença entre esses traços, o racional e o impulsivo: o seu epicentro.
O clássico neurótico tende a desenvolver baixa autoestima porque internaliza grande, constante e atuante proporção de emoções e impressões negativas inclusive e especialmente sobre si mesmo. Ele passa a criar expectativas equivocadas, a "idealizar" de maneira equivocada tudo aquilo que sua mente se interessa aumentando pra si mesmo as chances de se decepcionar. Em compensação o neurótico racional enfatiza nos problemas especialmente quando passa a identificar muitos deles por meio de uma perceptividade mais aguçada agindo conforme a música/realidade que está se apresentando pra si. Ao invés de idealizar ele muitas vezes fará o oposto isto é, desenvolvendo senso realista. O neurótico racional tem total razão para lamentar enquanto que o neurótico clássico ou exagerado terá menos razões para que o seu comportamento possa ser racionalmente justificado. Portanto vemos novamente que quando um traço negativo de comportamento se dá de modo impulsivo, perceptivamente generalizado e sem direção coesa, então se fará enquanto uma ação primária, mais organicamente íntimo enquanto que quando se manifesta como resposta ou reação secundária então se fará tendenciosamente de modo mais reflexivo, mais sutil e portanto mais racional.
Quando a neurose é muito impulsiva não há nem tempo nem vontade de analisar o pensamento resultando na internalização acrítica de expectativas.
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Por que o nervosismo* As pessoas mais intelectualmente inteligentes podem ou tendem a ser mais propensas a internalizarem uma maior e diversa gama de informações potencial a decididamente factuais resultando na produção constante e até mesmo progressivamente qualitativa de pensamentos hiper-associativos, por exemplo, quando escutam uma palavra, em especial se estiver relacionada com uma de suas áreas de escrutínio intelectual epicêntricos, tendem a recobrar 'intuitivamente' de uma série de outras palavras ou informações.... e quanto mais intelectualmente inteligente, e na área de dedicação intelectual intrínseca maior será a profusão quase que instantânea de palavras, informações ou pensamentos associados à palavra/frase/informação-inicial
Por causa de uma melhor memória, autobiográfica e de trabalho, elas são mais propensas a recobrarem com maior facilidade as informações que melhor se encaixam com os [neo]eventos com os quais estão interagindo, resultando muitas vezes na captura de falhas das outras pessoas, seja por meio de contradições internas ou de raciocínios equivocados, sim, porque o intelectualmente inteligente ou o pensador, tende a ser muito idealista ou perfeccionista. Como resultado críticas e nervosismo tende a se tornar lugar comum para o intelectualmente inteligente, assim como também para aqueles que são mais cognitivamente inteligentes, especificamente quando precisam lidar com contradições e raciocínios equivocados em relação às suas áreas de especialização.
E cansa ver os mesmos erros sendo cometidos à exaustão...
Mais uma demonstração de psicoticismo/neuroticismo racional... ou a partir de uma reação secundária.
E cansa ver os mesmos erros sendo cometidos à exaustão...
Mais uma demonstração de psicoticismo/neuroticismo racional... ou a partir de uma reação secundária.
sábado, 17 de dezembro de 2016
Espectro individualista, negros africanos -- europeus -- leste asiáticos
Os leste asiáticos são em média os menos individualistas, em compensação os negros seriam os mais individualistas, proxy para personalidade anti-social... ao contrário da teoria de que são os europeus que são os mais individualistas, pois na verdade estes seriam, em média, misturas de mentalidade coletivista e individualista. Poder-se-ia dizer que os europeus apresentam uma distribuição muito larga de traços de personalidade, indo desde os confins do individualismo até ao outro extremo, do coletivismo, enquanto que leste asiáticos e negros africanos seriam mais homogêneos neste sentido. Como resultado, alguns dos seres humanos mais individualistas serão de europeus, mas em termos coletivos e macro-raciais, os negros africanos aparecem como os mais individualistas.
O individualismo puro, basicamente um sinônimo para egoísmo, explicaria em partes os tipos predominantes de personalidades africanas e em sua diáspora, assim como também os níveis de funcionalidade de suas sociedades, especialmente as que tem tentado copiar/manter o modelo ocidental, forçadamente falando, diga-se.
Sim, os homens tendem a ser mais egoístas que as mulheres... e os homens negros tendem a ser os mais egoístas, coletivamente/medianamente falando, e ''algumas'' vezes este egoísmo/falta de empatia tende a explodir em violência aberta, se aqueles com mentes mais criminosas tendem a ser os mais individualistas.
Individualismo - egoísmo - egocentrismo
Os introvertidos seriam, mesmo que de maneira menos causal, mais propensos a acatarem ou a se adaptarem à sociedades coletivistas, por causa de seus maiores níveis de autocontrole, enquanto que os extrovertidos, por causa de suas naturezas consistentemente extrospectivas, ou direcionadas pra fora de si mesmos, ainda que geralmente egocêntricas, seriam mais propensos a não se adaptarem idealmente/ harmoniosamente às sociedades desta natureza, onde que ''o bem comum'' dentre outras expressões coletivas são a ordem do dia em termos de respeito. Coletivistas, a priore, seriam mais propensos a pensar no outro, e isso acabaria produzindo uma faca de dois gumes, pois por um lado pode resultar em maior altruísmo intra-coletivo, e por outro lado também poderia ou pode resultar na imposição totalitária via conformidade social.
''Nós ajudamos você... mas você precisará obedecer às nossas regras sociais''
A minha ideia de ''empatia parcial'' versus ''empatia total'' cai como uma luva neste texto porque de fato a maioria de nós é apenas parcialmente empático, isto é, nos colocamos no lugar do outro, mas não como se fôssemos ELE, mas como nós mesmos.
Por exemplo, quando a mãe se coloca no lugar da filha e passa a incentivá-la para que estude pro vestibular, mas despreza o fato que a filha, hipoteticamente falando, apresenta necessidades psico-cognitivas mais especiais [e menos explícitas], isto é, não buscou entender a perspectiva existencial da filha, como se fosse ela, como se estivesse na pele dela. Também poderíamos chamar este tipo de empatia parcial como ''auto-projetada'' ou ''eu-cêntrica''. Se colocar no lugar do outro como se fosse ele mesmo é meio caminho para o ato da compaixão, de emular com maior perfeição ou profundidade a empatia.
Claro que todos os grupos humanos tendem a ser coletivistas, só que nesta comparação, eu acredito que os negros africanos, especialmente algumas de suas populações ou etnias mais predominantes, serão os mais individualistas, especialmente os homens.
Individualismo e masculinismo
As mulheres tendem a ser mais empáticas, cooperativas e preocupadas com as opiniões dos outros sobre si mesmas. As mulheres são naturalmente mais coletivistas do que os homens, em média, e de acordo com as paisagens bio-culturais que tem prevalecido entre os seres humanos.
Como resultado ou contraste os homens tendem a ser menos empáticos, mais competitivos e menos preocupados com as opiniões alheias. Eles são naturalmente mais individualistas/potencialmente competitivos do que as mulheres.
Os leste asiáticos parecem ser em média os mais ''femininos'' neste sentido, claro que estamos falando de MÉDIAS.
Os negros africanos, por causa de seus padrões de comportamento mais individualistas, eu diria mais, que estão mais direcionados para o psicoticismo, seriam em média os mais ''masculinos''.
Maior o individualismo, maior a desconexão ou falta de capacidade empática [para com o outro], maior a disposição intrínseca para a competição.
Por causa do nível muito alto de pragmatismo entre os leste asiáticos, eles, em média, tendem a ser ou a parecerem menos empáticos do que os europeus caucasianos, provavelmente por causa de uma possível confusão com o maior autocontrole que tendem a apresentar. O autocontrole pode ser um dos efeitos de uma abordagem empática, por exemplo, evitar fazer comparações pouco polidas entre os negros e os primatas (especialmente, se no final das contas todo ser humano ''é um primata'')
E novamente, estamos falando de individualismo versus coletivismo, e não de individualidade versus coletividade. São dois espectros que expressam as mesmas ideias conceituais primárias mas que se diferem no decorrer de seus respectivos desenvolvimentos.
Pressuponho que também estejamos falando de espectros de comportamento lógico e racional. A individualidade relaciona-se com uma abordagem mais racional, ponderada, mais ricamente percebida e compreendida enquanto que p individualismo tende a se relacionar com uma abordagem mais lógica, pragmática, fria, menos moral ou hipo-percebida. Altos níveis de individualidade tendem a se relacionarem com altos níveis de idiossincrasias pessoais/individuais, e não necessariamente com maior egoísmo ou menor preocupação com os demais [''com o coletivo''], como acontece com o individualismo. Em termos de individualidade, os leste asiáticos também tenderão a expressá-la menos, que no geral está presente com baixa frequência, de qualquer maneira, na maioria das populações e grupos humanos.
Neurótico feminino, psicótico (psicoticista) masculino
Também seria interessante pensar no espectro do neuroticismo e do psicoticismo, que como eu comentei em um texto anterior, parece que, seriam lados da mesma moeda, só que o primeiro seria intro-direcionado e mais feminino, e o segundo extra-direcionado ou masculino. O neurótico é muito mais propenso a internalizar os seus sentimentos ou estados de humor ''negativos', enquanto que o psicoticista seria muito mais propenso a expelir essas sensações/emoções, geralmente em direção aos outros, resultando em suas características.
Os negros africanos, em média, parecem ser mais propensos a serem de psicoticistas, que tende a resultar em: maior abertura para a experiência//impulsividade, baixa empatia, baixa agradabilidade e agressividade...
Os leste asiáticos ''amarelos'', em média, parecem ser mais propensos a serem de neuróticos, porque tendem, em maior frequência, a internalizarem estados emotivos negativos como a ansiedade, medo, mau humor, preocupação, inveja, frustração, ciúme e solidão.
Só que eles seriam menos emocionalmente expressivos e este é um fator importante para diferenciá-los das tendências comportamentais femininas, se ELAS costumam ser muito mais propensas a expressarem os seus sentimentos com amigos ou parentes. As mulheres, ao mesmo tempo, internalizam e expressam mais os seus sentimentos. Os homens tendem a fazer o oposto, em média e quando o fazem são mais propensos a expressarem sentimentos negativos do que positivos, claro que estou falando de proporções.
Os leste asiáticos seriam como ''neuróticos emocionalmente estáveis'', porque internalizam mais as suas emoções/autocontrole comportamentalmente extrospectivo, incluindo aí as emoções ou estados de humor negativos, mas também tendem a ser mais emocionalmente estáveis, em contraste com o típico neurótico que tende a ser emocionalmente instável.
Os negros são mais femininos em relação à expressão de seus sentimentos, muitos que serão de natureza ''negativa', mas também os de natureza 'positiva'', por causa de suas maiores tendências de espontaneidade comportamental, geralmente derivada de comportamentos impulsivos. Isso também explica a maior simpatia dos mesmos, basicamente o tipo que tende a falar, sem ter filtros, tanto para o bem quanto para o mal. Os leste asiáticos parecem ser mais masculinos neste mesmo quesito, isto é, bem mais fechados na expressão de seus sentimentos.
No que se refere à internalização empática, os negros parecem ser, em média, menos propensos a praticá-la, tornando-os mais masculinos neste quesito, enquanto que os leste asiáticos seriam mais propensos a fazê-lo, ainda que esta me parece ser uma dicotomia imperfeita, porque um não espelhará totalmente o outro de maneira invertida, se os homens tendem a se parecer mais uns com os outros do que com as mulheres de suas respectivas raças e vice versa, isto é, estamos falando de dois espectros que se sobrepõem e que muitas vezes, um decidirá sobre o outro, por exemplo, o comportamento tipicamente masculino que tende a se assemelhar em demasia com o comportamento tipicamente negro. A hiper-masculinidade (espectro do comportamento sexual) é que tende a definir o comportamento médio das pessoas de raça negra, especialmente os homens. E perceba como que as mulheres negras, em média, são mais masculinas em comportamento do que as de outras populações. Poderíamos concluir apressadamente que, mais do que o ''comportamento negro/africano'', o que costumamos ver entre eles é justamente parte do ''comportamento masculino'', geralmente as suas características menos agradáveis.
Será que os leste asiáticos tendem a ser de fato um pouco mais neuróticos do que os brancos europeus e os negros africanos* Parece notória a relação entre psicoticismo e raça negra. Ao menos entre os japoneses, sabemos que os seus níveis de neuroticismo parecem ser maiores do que em relação aos negros. Os neuróticos demonstram grande preocupação em relação às opiniões alheias assim como também os paranoicos, mais próximos do espectro psicótico, tendem a fazer. No entanto me parece que as abordagens de cada um tende a se diferirem entre si. O neurótico também apresenta mania de perseguição (ou, como eu já comentei antes... que pode não ser necessariamente um exagero, depende de caso pra caso) assim como o paranoico*
O epicentro psico-reativo do neurótico típico parece localizar-se no sentir, isto é, na empatia afetiva. O neurótico SENTE ou pode perceber que algumas pessoas estão falando mal dele, resultando na internalização desses achismos, mais ou menos factuais, e posterior sensação interna de, baixa-autoestima, ou tristeza, ou raiva.
Instabilidade emocional intro-vertida / introspectiva = neuroticismo
O epicentro psico-reativo do paranoico típico no entanto parece localizar-se no ato de pensar, de gerar ideias sobre as suas impressões paranoicas (ou nem tanto), e tendo o medo ou a preocupação como a emoção-chefe de suas ideações. O paranoico, a partir do momento em que não consegue decifrar certa linguagem corporal ou cochicho ou risadas próximas a si, passa a PENSAR sobre esta situação, até mesmo ao ponto de elaborar muitas hipóteses e teorias sobre esses pormenores do dia a dia que a maioria de nós tende a vivenciar ao menos uma vez na vida.
Portanto o epicentro psico-reativo da paranoia é mais cognitivo (pensar) do que afetivo (sentir).
Instabilidade emocional extro-vertida/ extrospectiva = psicoticismo (paranoia ali fortemente embutida)
Partindo do pressuposto, agora conclusivo, que os leste asiáticos sejam menos emocionalmente expressivos, de qualquer maneira, se comparados aos outros grupos raciais humanos, nomeadamente os macro-raciais, então pode-se concluir que também possam ser mais neuróticos, em média, justamente porque o neuroticismo também apresenta uma natureza mais internalizável do que expelível. O neurótico típico no entanto tenderá a ser mais expressivo, ainda que tal expressão muitas vezes se fará mais acrítica em relação aos demais e mais crítica em relação a si mesmo, enquanto que o psicoticismo tenderá a se manifestar de maneira mais crítica em relação aos demais e menos crítica em relação a si mesmo.
Outra correlação interessante é a de obedecer regras, diretamente relacionada com o oposto do psicoticismo. Os leste asiáticos pelo que parece, por serem os mais coletivistas e socialmente conformistas, também por obviedade subsequente, serão os mais propensos para obedecer regras ou ordens de superiores. E percebam que os negros africanos são os menos propensos a fazê-lo. Também podemos notar que é comum entre os psicoticistas uma maior independência de ação, ao invés de esperar pelos outros ou ''ler o manual'', eles são mais propensos a serem mais ativos e como quase tudo neste mundo, se consiste em uma faca de dois gumes, porque por um lado significa que poderá ser mais livre das amarras da convencionalidade social ou cultural a que a maioria está presa, e portanto mais potencialmente criativo, mas também mais propenso a cometer erros, a confiar demais em si mesmo.
E não é que os homens tendem a ser mais auto-confiantes que as mulheres**
E claro que, estamos falando de uma dicotomia evidente porém mais ''suja'', por não ser diametralmente perfeita, isto é, negros africanos refletindo o exato oposto dos leste asiáticos, tal como se vissem no espelho. De fato as diferenças entre os dois ''grupos'' tendem a ser bem salientes, mas isso não significa que não compartilharão similaridades, e o fazem.
O individualismo puro, basicamente um sinônimo para egoísmo, explicaria em partes os tipos predominantes de personalidades africanas e em sua diáspora, assim como também os níveis de funcionalidade de suas sociedades, especialmente as que tem tentado copiar/manter o modelo ocidental, forçadamente falando, diga-se.
Sim, os homens tendem a ser mais egoístas que as mulheres... e os homens negros tendem a ser os mais egoístas, coletivamente/medianamente falando, e ''algumas'' vezes este egoísmo/falta de empatia tende a explodir em violência aberta, se aqueles com mentes mais criminosas tendem a ser os mais individualistas.
Individualismo - egoísmo - egocentrismo
Os introvertidos seriam, mesmo que de maneira menos causal, mais propensos a acatarem ou a se adaptarem à sociedades coletivistas, por causa de seus maiores níveis de autocontrole, enquanto que os extrovertidos, por causa de suas naturezas consistentemente extrospectivas, ou direcionadas pra fora de si mesmos, ainda que geralmente egocêntricas, seriam mais propensos a não se adaptarem idealmente/ harmoniosamente às sociedades desta natureza, onde que ''o bem comum'' dentre outras expressões coletivas são a ordem do dia em termos de respeito. Coletivistas, a priore, seriam mais propensos a pensar no outro, e isso acabaria produzindo uma faca de dois gumes, pois por um lado pode resultar em maior altruísmo intra-coletivo, e por outro lado também poderia ou pode resultar na imposição totalitária via conformidade social.
''Nós ajudamos você... mas você precisará obedecer às nossas regras sociais''
A minha ideia de ''empatia parcial'' versus ''empatia total'' cai como uma luva neste texto porque de fato a maioria de nós é apenas parcialmente empático, isto é, nos colocamos no lugar do outro, mas não como se fôssemos ELE, mas como nós mesmos.
Por exemplo, quando a mãe se coloca no lugar da filha e passa a incentivá-la para que estude pro vestibular, mas despreza o fato que a filha, hipoteticamente falando, apresenta necessidades psico-cognitivas mais especiais [e menos explícitas], isto é, não buscou entender a perspectiva existencial da filha, como se fosse ela, como se estivesse na pele dela. Também poderíamos chamar este tipo de empatia parcial como ''auto-projetada'' ou ''eu-cêntrica''. Se colocar no lugar do outro como se fosse ele mesmo é meio caminho para o ato da compaixão, de emular com maior perfeição ou profundidade a empatia.
Claro que todos os grupos humanos tendem a ser coletivistas, só que nesta comparação, eu acredito que os negros africanos, especialmente algumas de suas populações ou etnias mais predominantes, serão os mais individualistas, especialmente os homens.
Individualismo e masculinismo
As mulheres tendem a ser mais empáticas, cooperativas e preocupadas com as opiniões dos outros sobre si mesmas. As mulheres são naturalmente mais coletivistas do que os homens, em média, e de acordo com as paisagens bio-culturais que tem prevalecido entre os seres humanos.
Como resultado ou contraste os homens tendem a ser menos empáticos, mais competitivos e menos preocupados com as opiniões alheias. Eles são naturalmente mais individualistas/potencialmente competitivos do que as mulheres.
Os leste asiáticos parecem ser em média os mais ''femininos'' neste sentido, claro que estamos falando de MÉDIAS.
Os negros africanos, por causa de seus padrões de comportamento mais individualistas, eu diria mais, que estão mais direcionados para o psicoticismo, seriam em média os mais ''masculinos''.
Maior o individualismo, maior a desconexão ou falta de capacidade empática [para com o outro], maior a disposição intrínseca para a competição.
Por causa do nível muito alto de pragmatismo entre os leste asiáticos, eles, em média, tendem a ser ou a parecerem menos empáticos do que os europeus caucasianos, provavelmente por causa de uma possível confusão com o maior autocontrole que tendem a apresentar. O autocontrole pode ser um dos efeitos de uma abordagem empática, por exemplo, evitar fazer comparações pouco polidas entre os negros e os primatas (especialmente, se no final das contas todo ser humano ''é um primata'')
E novamente, estamos falando de individualismo versus coletivismo, e não de individualidade versus coletividade. São dois espectros que expressam as mesmas ideias conceituais primárias mas que se diferem no decorrer de seus respectivos desenvolvimentos.
Pressuponho que também estejamos falando de espectros de comportamento lógico e racional. A individualidade relaciona-se com uma abordagem mais racional, ponderada, mais ricamente percebida e compreendida enquanto que p individualismo tende a se relacionar com uma abordagem mais lógica, pragmática, fria, menos moral ou hipo-percebida. Altos níveis de individualidade tendem a se relacionarem com altos níveis de idiossincrasias pessoais/individuais, e não necessariamente com maior egoísmo ou menor preocupação com os demais [''com o coletivo''], como acontece com o individualismo. Em termos de individualidade, os leste asiáticos também tenderão a expressá-la menos, que no geral está presente com baixa frequência, de qualquer maneira, na maioria das populações e grupos humanos.
Neurótico feminino, psicótico (psicoticista) masculino
Também seria interessante pensar no espectro do neuroticismo e do psicoticismo, que como eu comentei em um texto anterior, parece que, seriam lados da mesma moeda, só que o primeiro seria intro-direcionado e mais feminino, e o segundo extra-direcionado ou masculino. O neurótico é muito mais propenso a internalizar os seus sentimentos ou estados de humor ''negativos', enquanto que o psicoticista seria muito mais propenso a expelir essas sensações/emoções, geralmente em direção aos outros, resultando em suas características.
Os negros africanos, em média, parecem ser mais propensos a serem de psicoticistas, que tende a resultar em: maior abertura para a experiência//impulsividade, baixa empatia, baixa agradabilidade e agressividade...
Os leste asiáticos ''amarelos'', em média, parecem ser mais propensos a serem de neuróticos, porque tendem, em maior frequência, a internalizarem estados emotivos negativos como a ansiedade, medo, mau humor, preocupação, inveja, frustração, ciúme e solidão.
Só que eles seriam menos emocionalmente expressivos e este é um fator importante para diferenciá-los das tendências comportamentais femininas, se ELAS costumam ser muito mais propensas a expressarem os seus sentimentos com amigos ou parentes. As mulheres, ao mesmo tempo, internalizam e expressam mais os seus sentimentos. Os homens tendem a fazer o oposto, em média e quando o fazem são mais propensos a expressarem sentimentos negativos do que positivos, claro que estou falando de proporções.
Os leste asiáticos seriam como ''neuróticos emocionalmente estáveis'', porque internalizam mais as suas emoções/autocontrole comportamentalmente extrospectivo, incluindo aí as emoções ou estados de humor negativos, mas também tendem a ser mais emocionalmente estáveis, em contraste com o típico neurótico que tende a ser emocionalmente instável.
Os negros são mais femininos em relação à expressão de seus sentimentos, muitos que serão de natureza ''negativa', mas também os de natureza 'positiva'', por causa de suas maiores tendências de espontaneidade comportamental, geralmente derivada de comportamentos impulsivos. Isso também explica a maior simpatia dos mesmos, basicamente o tipo que tende a falar, sem ter filtros, tanto para o bem quanto para o mal. Os leste asiáticos parecem ser mais masculinos neste mesmo quesito, isto é, bem mais fechados na expressão de seus sentimentos.
No que se refere à internalização empática, os negros parecem ser, em média, menos propensos a praticá-la, tornando-os mais masculinos neste quesito, enquanto que os leste asiáticos seriam mais propensos a fazê-lo, ainda que esta me parece ser uma dicotomia imperfeita, porque um não espelhará totalmente o outro de maneira invertida, se os homens tendem a se parecer mais uns com os outros do que com as mulheres de suas respectivas raças e vice versa, isto é, estamos falando de dois espectros que se sobrepõem e que muitas vezes, um decidirá sobre o outro, por exemplo, o comportamento tipicamente masculino que tende a se assemelhar em demasia com o comportamento tipicamente negro. A hiper-masculinidade (espectro do comportamento sexual) é que tende a definir o comportamento médio das pessoas de raça negra, especialmente os homens. E perceba como que as mulheres negras, em média, são mais masculinas em comportamento do que as de outras populações. Poderíamos concluir apressadamente que, mais do que o ''comportamento negro/africano'', o que costumamos ver entre eles é justamente parte do ''comportamento masculino'', geralmente as suas características menos agradáveis.
Será que os leste asiáticos tendem a ser de fato um pouco mais neuróticos do que os brancos europeus e os negros africanos* Parece notória a relação entre psicoticismo e raça negra. Ao menos entre os japoneses, sabemos que os seus níveis de neuroticismo parecem ser maiores do que em relação aos negros. Os neuróticos demonstram grande preocupação em relação às opiniões alheias assim como também os paranoicos, mais próximos do espectro psicótico, tendem a fazer. No entanto me parece que as abordagens de cada um tende a se diferirem entre si. O neurótico também apresenta mania de perseguição (ou, como eu já comentei antes... que pode não ser necessariamente um exagero, depende de caso pra caso) assim como o paranoico*
O epicentro psico-reativo do neurótico típico parece localizar-se no sentir, isto é, na empatia afetiva. O neurótico SENTE ou pode perceber que algumas pessoas estão falando mal dele, resultando na internalização desses achismos, mais ou menos factuais, e posterior sensação interna de, baixa-autoestima, ou tristeza, ou raiva.
Instabilidade emocional intro-vertida / introspectiva = neuroticismo
O epicentro psico-reativo do paranoico típico no entanto parece localizar-se no ato de pensar, de gerar ideias sobre as suas impressões paranoicas (ou nem tanto), e tendo o medo ou a preocupação como a emoção-chefe de suas ideações. O paranoico, a partir do momento em que não consegue decifrar certa linguagem corporal ou cochicho ou risadas próximas a si, passa a PENSAR sobre esta situação, até mesmo ao ponto de elaborar muitas hipóteses e teorias sobre esses pormenores do dia a dia que a maioria de nós tende a vivenciar ao menos uma vez na vida.
Portanto o epicentro psico-reativo da paranoia é mais cognitivo (pensar) do que afetivo (sentir).
Instabilidade emocional extro-vertida/ extrospectiva = psicoticismo (paranoia ali fortemente embutida)
Partindo do pressuposto, agora conclusivo, que os leste asiáticos sejam menos emocionalmente expressivos, de qualquer maneira, se comparados aos outros grupos raciais humanos, nomeadamente os macro-raciais, então pode-se concluir que também possam ser mais neuróticos, em média, justamente porque o neuroticismo também apresenta uma natureza mais internalizável do que expelível. O neurótico típico no entanto tenderá a ser mais expressivo, ainda que tal expressão muitas vezes se fará mais acrítica em relação aos demais e mais crítica em relação a si mesmo, enquanto que o psicoticismo tenderá a se manifestar de maneira mais crítica em relação aos demais e menos crítica em relação a si mesmo.
Outra correlação interessante é a de obedecer regras, diretamente relacionada com o oposto do psicoticismo. Os leste asiáticos pelo que parece, por serem os mais coletivistas e socialmente conformistas, também por obviedade subsequente, serão os mais propensos para obedecer regras ou ordens de superiores. E percebam que os negros africanos são os menos propensos a fazê-lo. Também podemos notar que é comum entre os psicoticistas uma maior independência de ação, ao invés de esperar pelos outros ou ''ler o manual'', eles são mais propensos a serem mais ativos e como quase tudo neste mundo, se consiste em uma faca de dois gumes, porque por um lado significa que poderá ser mais livre das amarras da convencionalidade social ou cultural a que a maioria está presa, e portanto mais potencialmente criativo, mas também mais propenso a cometer erros, a confiar demais em si mesmo.
E não é que os homens tendem a ser mais auto-confiantes que as mulheres**
E claro que, estamos falando de uma dicotomia evidente porém mais ''suja'', por não ser diametralmente perfeita, isto é, negros africanos refletindo o exato oposto dos leste asiáticos, tal como se vissem no espelho. De fato as diferenças entre os dois ''grupos'' tendem a ser bem salientes, mas isso não significa que não compartilharão similaridades, e o fazem.
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terça-feira, 6 de dezembro de 2016
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