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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

On Self-Awareness and Rationality

A crucial aspect of rational intelligence—one that is rarely discussed—is self-awareness. It is through self-awareness that we can analyze and evaluate our own thoughts and actions.


Scientifically speaking, this is known as metacognition.


It is not merely "thinking about thinking," because thought generally leads to behavior—whether directly, when thought and action align, or indirectly, when an underlying logic (such as contradiction or hypocrisy) persists despite an apparent inconsistency.


Self-awareness allows us to judge ourselves—our thoughts and our deeds. Consequently, we can review our conduct and decide whether or not to maintain it.


And what a difference that makes...


I have known people who appear—or appeared—to possess only the most rudimentary level of self-awareness. I say "have known" because some of them met tragic ends precisely because they were never truly capable of self-criticism—the kind that is effective, precise, measured, and constant.


Essentially, a person with underdeveloped self-awareness is far more likely to think and act based on emotional impulse. This leads them to commit errors, lapses, and frequent missteps that can come at a high cost later on. They are also far more prone to extreme stubbornness—and I do not use that term lightly.


They are the type who almost never truly examines themselves, and when they do attempt it, the process lacks depth or precision. They blindly forge paths that often bring more harm than good, persisting in their errors—frequently without even clearly distinguishing between what they are doing "right" and what they are doing "wrong." If psychiatry were a little less limited than it currently is, perhaps it would be possible to diagnose this specific type of irrationality disorder. 


Among disorders of irrationality, this one relates primarily to instrumental—or behavioral—rationality, while its connection to epistemic—or cognitive—rationality is secondary. Fundamentally, our political-ideological beliefs or our levels of specific and general knowledge are not critical factors for this type of disorder; I believe it is possible to have limited knowledge of the world one inhabits yet still detect errors in one’s own conduct and revise one’s actions or decisions. I also believe there is often a coherence gap between thought and action—a disconnect that can lead brilliant thinkers to act wrongly, while causing mediocre thinkers to make sensible life decisions.


I consider myself an example of this: for quite a few years, I pursued a misguided path based on decisions rooted in personal thoughts or beliefs. When I finally realized how wrong I had been, I managed to return to a healthier path—even as I simultaneously developed my epistemic rationality. Today, I view myself as a "patient" in remission—much like a recovering addict, though my "addiction" was not to narcotics. Instead, it involved unresolved internal issues that I dealt with by validating them—much like justifying a psychopathological condition (such as anxiety) or even adopting an identity around it, rather than simply treating it...

Sobre autoconsciência e racionalidade

 Um aspecto muito importante, e que parece ser pouco comentado sobre a inteligência racional, é a autoconsciência. É por ela que podemos analisar e avaliar nossos próprios pensamentos e nossas próprias ações.


Cientificamente falando, chamam-na de metacognição.

Não é apenas o pensar sobre o pensar, porque o pensamento geralmente leva ao comportamento, mesmo se de maneira direta, quando pensamento e ação estão coerentes, ou de maneira indireta, quando, apesar de haver uma inconsistência, ainda existe uma lógica subjacente (de contradição ou hipocrisia).

É pela autoconsciência que podemos julgar a nós mesmos: do que pensamos e fazemos. E, com isso, rever condutas, se para mantê-las ou não. 

E como isso faz uma diferença…

Eu conheço e conheci pessoas que parecem/pareciam não ter uma autoconsciência mais desenvolvida do que em seus níveis mais básicos. Digo, conheci, porque algumas delas encontraram um fim trágico justamente porque nunca foram realmente capazes de autocrítica: eficaz, precisa, ponderada e constante.

Basicamente, uma pessoa que parece provida de uma autoconsciência subdesenvolvida está muito mais propensa a pensar e a agir na base do impulso emocional e isso levá-la a cometer erros, deslizes, desvios frequentes … que podem custar caro mais tarde. Estão muito mais propensas a serem extremamente teimosas, sem medo de exagero descritivo aqui…

O tipo que quase nunca realmente se examina, e quando tenta fazê-lo, não o faz de maneira profunda e/ou precisa; que, cegamente, constrói trajetórias que, muitas vezes, lhes traz mais prejuízos que benefícios, porque insiste em seus erros, se frequentemente nem sabe como distinguir com clareza o que está fazendo “certo’ ou “errado’. Pois se a psiquiatria fosse um pouco menos limitada do que é, talvez, fosse possível estabelecer um diagnóstico para esse tipo de transtorno de irracionalidade.

Dos transtornos de irracionalidade, esse se relaciona primeiramente com a racionalidade instrumental, ou de comportamento, sendo sua relação com a racionalidade epistêmica, ou de pensamento, mais secundária. A priori, para esse tipo de transtorno, nossas crenças político-ideológicas e/ou nossos níveis de conhecimentos específicos e gerais não são absolutamente importantes, porque ainda acredito que seja possível conhecer menos o mundo em que se vive, mas conseguir detectar em si mesmo, erros de conduta, e rever ações ou decisões. Ainda acredito que exista uma barreira de coerência frequente entre o que se pensa e como se age, que pode levar bons pensadores a agirem errado e pensadores medíocres a tomarem decisões sensatas em suas vidas.

Eu mesmo me considero um exemplo que, por uns bons anos, me embrenhei em uma rota equivocada a partir de decisões que foram tomadas com base em pensamentos ou crenças de âmbito pessoal, e que quando, finalmente, vi o quão errado estava, consegui, mesmo se, paralelamente, também tenha desenvolvido minha racionalidade epistêmica, retornar a um caminho mais saudável. Hoje, me considero um “paciente” em remissão, como um ex-viciado, ainda que o meu vício não tenha sido algum tipo de entorpecente, se eram questões até então não-resolvidas dentro de minha mente e que, exatamente por isso, lidava com elas ratificando-as, o mesmo que justificar um quadro psicopatológico, como a ansiedade, por exemplo, inclusive de adotar uma identidade relacionada, ao invés de simplesmente tratá-la…

On my feelings regarding a certain country

 I hate K-pop and South Korea with a passion… I’ve tried watching South Korean movies and didn’t like them. I tried watching clips from one of the many South Korean series out there and didn’t like them. As for the pop music, I only ever enjoyed one song from about ten or fifteen years ago—and even then, it was a very lukewarm "like," the sort of: "it’s not crap; it’s listenable, even danceable, kinda cute," and nothing more… it was the choreography in the music video that caught my eye, and that’s it… I don’t like the sound of the South Korean language. I don’t like how they write and present stories (many are identical to the mindless American comedies typical of the 90s). And I don’t like the country: it’s a total sham. A country that’s a champion of plastic surgery, with sky-high rates of bullying, suicide, and depression—it’s not a country; it’s a sickness.


An EXTREMELY materialistic, class-obsessed, and competitive culture—I mean, a senseless competition for status… everything I despise most in this world…

Dos meus sentimentos em relação a um certo país

 Eu odeio K-pop e Coreia do Sul com uma paixão… Já tentei ver filme sul coreano e não gostei. Tentei ver trechos de uma das muitas séries sul coreanas disponíveis por aí e não gostei. Já as músicas pop, apenas curti uma música de uns dez ou quinze anos atrás, e mesmo assim, é um “gostei” muito vago, do tipo: “não é uma merda, é ouvível e até dançável, bunitinho” e nada mais… me chamou mais a atenção a coreografia do clipe da música, e só… não gosto do som da língua sul coreana. Não gosto de como eles escrevem e apresentam histórias (muitas são idênticas ao besteirol americano típico dos anos 90). E não gosto do país: um grande engodo. Um país campeão em cirurgias plásticas, com índices altíssimos de bullying, suicídio e depressão, não é um país, é uma doença. 


Uma cultura EXTREMAMENTE materialista, classista e competitiva, digo, uma competição por status sem sentido.. tudo o que eu mais desprezo nesse mundo…