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sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Mais uma data do calendário "orwelliano" para celebrar mentiras "do bem"

 O dia da CONSCIÊNCIA, se negra, branca, cor de rosa ou a cor que fosse, deveria ser literalmente um dia do CONHECIMENTO, da COMPREENSÃO, do ENTENDIMENTO... mas para uma "turma" que (supostamente) não acredita em verdades absolutas, objetivas e imparciais, uma palavra nunca tem um significado claro, ainda mais quando é usada para fins políticos. Esse também é o caso da "consciência" no contexto desse "dia". Pois se, oficialmente, foi criado para reforçar a consciência da sociedade brasileira, mas especialmente de brancos e negros, sobre o passado de escravidão e o presente do "racismo estrutural"*, sua verdadeira significância é muito menos nobre do que visa aparentar, se se baseia em narrativas ou interpretações dogmáticas e distorcidas de fatos que servem como suporte para agendas políticas com finalidades escusas: o domínio da narrativa cultural; a imposição de um novo sistema de injustiça e opressão que beneficia especialmente uma "elite" de cínicos oportunistas e, portanto, também a imposição de um sistema irracional de crenças que não se baseia, de maneira sistemática, na verdade dos fatos. E, como toda narrativa que se preze, essas narrativas "antirracistas" também são falácias: morais, lógicas... Por exemplo, de se acreditar que brancos não podem sofrer racismo ou que todo branco de origem europeia seja socialmente privilegiado apenas por ser branco...


* Um exemplo de distorção da realidade, ao afirmar que, até hoje, nesse ano de 2025 d.c, existe um sistema estrutural de discriminação negativa contra certos segmentos raciais em vários países, incluindo o Brasil, desprezando tanto as melhorias desta situação, quanto os fatores, alçados à condição de heresias politicamente incorretas, que explicam a persistência das desigualdades sociais e raciais... 


No mais, um verdadeiro dia da consciência negra não seria sobre vitimismo, distorção de fatos, pseudociências "do bem"... mas sobre a verdadeira educação, a práxis da filosofia em sua essência e específica aos tópicos em questão. Então, não seria apenas sobre promover a conscientização dos males da escravidão negra, do quão injusta e cruel ela foi, mas também sobre qualquer forma evidente de opressão e contra qualquer grupo ou indivíduo humano que, a priori, não mereça. 


Também seria sobre comentar que negros africanos também se escravizavam (ainda se escravizam??) e que não foram apenas brancos europeus que os escravizavam, vide os muçulmanos que promoveram o tráfico subsaariano de escravos, tão ou mais importante em termos demográficos quanto o tráfico transatlântico. 


Também seria sobre celebrar feitos (legítimos) dos negros africanos e sua diáspora, mas também de conscientização sobre os problemas sociais aos quais estão desproporcionalmente representados, como a criminalidade, sem empurrar uma espécie de supremacia "benigna" sobre esse grupo, que eu denominei de "racismo positivo", exatamente como tem acontecido... E que essa celebração, bem como a conscientização, não se limitasse a apenas um grupo racial ou étnico. 


Também seria sobre não promover a generalização de culpa histórica de grupos, ainda mais quando se trata de uma generalização injusta e sobre um grupo vagamente definido (pelo critério de raça), tal como a narrativa da "culpa branca" em que brancos são "coletivamente" responsabilizados pela escravidão africana, como se todos os brancos fossem diretamente culpados pelo que aconteceu séculos atrás e que foi cometido por grupos específicos de indivíduos, além de omitir quem são os maiores responsáveis, historicamente, pela maioria dos sistemas de opressão já levantados em uma sociedade ou comunidade humana: "elites" político- econômicas e/ou culturais, que também costumam ser as suas maiores beneficiadas, e que ainda é um grande contrassenso em relação à verdadeira justiça social, por criar bodes expiatórios ao invés de endereçar a responsabilidade aos que estiveram ou estão diretamente relacionados com o cometimento de certos crimes em escala social ou coletiva. 


Enfim, seria sobre a verdadeira educação de todos os fatos ou verdades relacionados com o tema, por exemplo, sobre a existência de raças humanas ou de variações fenotípicas, ao invés de, contraditoriamente, negar que existam enquanto promove racialização sobre tudo e supostamente bem intencionada, mas que divide e confunde, mais do que une e ilumina. Seria ainda mais surpreendente, mas muito improvável no cenário atual de primeira metade da década de 20 do século XXI, se, além de promover a educação sobre a existência de raças humanas, também fosse promovido a educação sobre as suas diferenças (culturais, cognitivas...)** da maneira mais polida possível (tal como eu tenho feito), sem que isso resultasse em uma histeria de totalitários que se sobrepusesse ao verdadeiro diálogo. A realidade, no entanto, é que esse dia se tornou o dia da INCONSCIÊNCIA, e não apenas dos negros, mas também de todos que compactuam com a data, com mais uma data do calendário "orwelliano"...


** Que fosse mostrado que se tratam também de diferenças estatísticas e que, não apenas ou necessariamente as diferenças, mas a situação social, cultural e cognitiva de cada população humana, não está absolutamente fadada a se perpetuar pra sempre, pois pode ser alterada ou mudada, mas não da maneira como esses supostos "democráticos" pensam, se se trata de práticas "eugenistas", de promover direcionamentos de fertilidade diferencial de grupos específicos, por exemplo, de incentivar aqueles que são identificados como "mais inteligentes" e/ou "mais racionais"/ponderados-realistas a ter mais filhos, e de fazer o oposto com aqueles que apresentam o perfil oposto, e que não precisa ser feito de maneira impositiva, tal como eu já pensei, de oferecer benefícios sociais tanto para quem se deseja que tenha mais descendentes quanto para quem se deseja que tenha menos. Sim! Mais mentiras dessa "turma" de "orwellianos" que têm sido propagadas em suas redes de doutrinação, de que a eugenia não é possível de ser praticada e ser bem sucedida e que se trata sempre de uma prática imoral. 

domingo, 9 de julho de 2023

Comparar inteligência entre populações humanas é como comparar maçãs com pêras (e outra comparação)

 É uma comparação imperfeita, porém, possível, afinal, são frutas... 


É imperfeita porque é literalmente uma comparação entre populações de caçadores-coletores e seus descendentes, de agricultores e seus descendentes, e de habitantes de civilizações e seus descendentes, em outras palavras, de populações com níveis culturais, cognitivos e evolutivos diversos, desde aquelas que são oriundas de culturas em que não houve a invenção da escrita até aquelas em que tem sido o principal modo de comunicação desde há muito tempo e que, provavelmente, gerou pressões seletivas progressivas para as capacidades de pensamento abstrato ou simbólico, de memorização e raciocínio a partir de símbolos imaginários, como palavras e números, em oposição aos ambientes culturais especialmente dos descendentes de caçadores-coletores, baseados exclusivamente na oralidade.

E como a "inteligência verbal", superficialmente analisada pelos testes cognitivos ou de QI, apresenta uma carga predominante na constituição dos mesmos...

Finalizando com a mesma conclusão do início, estamos falando de populações que expressam níveis distintos de evolução/da inteligência humana (mais para natural, sexual e/ou antropomórfica/cultural). 

Ainda podem ser comparadas, afinal, são humanos. Mas é como comparar "caçadores-coletores" com "velhos habitantes da civilização".

Outra comparação via espectro nerdismo-atletismo

Não é que todo nerd não seja atlético e nem o oposto. Mas é comum que um típico nerd seja mais voltado para tópicos intelectuais do que esportivos (ainda mais no sentido de prática) e o mesmo, obviamente, para o típico atleta, de ser mais voltado para atividades físicas (e sociais?) do que intelectuais. Também parece ser comum que difiram em outros aspectos, como o tipo de personalidade, de inteligência, nível de capacidade cognitiva e em constituição física. 

Pois parece que, em relação aos grupos raciais humanos, a distribuição demográfica de nerds e atletas varia bastante e pode estar relacionada exatamente com suas diferenças evolutivas. Por exemplo, enquanto leste asiáticos, especialmente chineses, coreanos e japoneses,  apresentam uma grande proporção de tipos de nerds (também incluiria aí os judeus ashkenazim) em comparação aos tipos atléticos, o oposto é provável de ser verdade para a maioria das populações de africanos subsaarianos e suas diásporas. 

Mas lembre-se de que estou falando de prováveis extremos dentro de um espectro e que existem tipos mistos entre eles, assim como populações com maior diversidade e mistura desses tipos.

terça-feira, 27 de setembro de 2022

A melhor maneira de saber se está (ideologicamente) doutrinado...

 ... é a de buscar perceber se está negando algum fato que parece óbvio demais para ser negado.


Exemplos: negação da existência e da relevância das raças humanas (mais típico de indivíduos que se declaram de esquerda) e da plausibilidade do ateísmo, isto é, da inexistência de deus/vida eterna (mais típico de indivíduos que se declaram de direita).

Se parece evidente que as raças humanas existem e que suas diferenças médias não são totalmente superficiais, facilmente erradicáveis. E que não existe nenhuma evidência, sequer padrões ou fatos existentes, que possam corroborar indiretamente para a possibilidade da existência de deus/vida eterna. 

quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

A complexidade de uma verdade muito inconveniente às esquerdas

 Existem diferenças médias de comportamento e de "inteligência' (raciocínio abstrato) entre as raças e etnias humanas. Diferenças que não podem ser eliminadas apenas por intervenções sociais por serem de natureza predominantemente biológica.


Judeus ashkenazim, brancos de origem 

 europeia e nordeste asiáticos (japoneses, chineses e coreanos) são, em média, mais "inteligentes' que indianos, negros de origem africana, índios americanos, sudeste asiáticos, ciganos, maoris e aborígenes. Ou pelo menos atualmente. Eles também apresentam diferenças estatísticas de tipos de personalidade. 


Não!!! 


Ao falar desta verdade, eu não estou pretendendo justificar o racismo ou os crimes do colonialismo europeu; fazer apologia à supremacia branca ou ao nazismo; ou sugerir que devemos abandonar a luta por igualdade social. 


Eu estou defendendo que precisamos amadurecer filosoficamente, aprendendo a lidar com a verdade, seja ela qual for, mesmo se parecer repugnante para nós.


No entanto, em contraste à minha proposta, a maioria dos que se definem como de esquerda negam com veemência essa verdade, pois preferem acreditar que as diferenças socioeconômicas e de desempenho intelectual entre os grupos raciais humanos são causadas exclusivamente por fatores ambientais, notoriamente o racismo estrutural e o capitalismo (não que eu despreze os seus papéis importantes, só não os considero os únicos fatores). 


De qualquer maneira, eu estou falando de médias coletivas porque existem indivíduos de grupos considerados menos inteligentes que são mais inteligentes (qualitativa e/ou quantitativamente) que a maioria dos indivíduos de grupos mais inteligentes. Por exemplo, usando a nacionalidade como comparação, temos brasileiros que são mais inteligentes (dependendo dos critérios usados) que a maioria dos britânicos, mesmo que o nosso povo seja, em média, menos inteligente que os "súditos da rainha". 


Percebam a complexidade do tema... 


Já em relação à inteligência, eu nem estou entrando em detalhes sobre a sua diversidade de tipos: capacidades verbal, espacial, aritmética... nível de criatividade, racionalidade, inteligência emocional... 


Outro fator muito importante, que precisa ser sempre ressaltado, é que traços raciais não causam essas diferenças. Portanto, não é exatamente sobre diferenças raciais que estamos falando, mas de personalidade e inteligência associadas a fenótipos raciais. Afinal, traços físicos, como o tamanho do nariz ou a cor da pele, não nos faz mais inteligentes ou agressivos. Nem mesmo quando há uma aparente causalidade, por exemplo, ter um nariz diferente e sentir vergonha dele. Porque, para que ocorra essa reação, parece ser preciso que, primeiro, exista uma predisposição para a timidez, pois não são todos aqueles com uma mesma característica física que reagem igualmente a partir dela. 


Correlação não é causalidade. 


A correlação é um conjunto de variáveis que compartilham ou coabitam um mesmo contexto. Esse é o caso dos traços raciais, psicológicos e cognitivos, porque estão dentro do mesmo contexto evolutivo, seletivo e adaptativo.


Apesar disso, por estarem dentro de um mesmo contexto biológico, esses traços podem e são transmitidos geneticamente, em conjunto, mesmo que não estejam se causando. Por exemplo, se os japoneses são, em média, mais inteligentes, então, eles estão mais propensos a transmitir aos seus filhos, quando os têm, suas maiores capacidades, particularmente naquelas em que tendem a se destacar (espaciais e aritméticas). 


O racismo não é uma verdade inconveniente, mas uma mentira conveniente, especialmente para os mais racistas, porque se baseia nas crenças falaciosas da supremacia ABSOLUTA de um grupo sobre outros e que traços raciais causam comportamentos. Essas duas afirmações são centrais para uma definição mais essencial de racismo. 


Agora, o fato de um grupo ser ou estar, em média, mais inteligente que outro, não significa que o grupo menos inteligente não seja inteligente, porque estamos falando de médias comparativas e não sobre desempenho objetivo do grupo (e de indivíduos do grupo), quer seja no âmbito cultural, social ou adaptativo e sem nunca desprezar a influência de fatores ambientais: políticos e históricos (vide as Coreias do Norte ou pseudo-comunista e do Sul ou capitalista-selvagem).  Outro fato é que as diferenças não existem apenas entre grupos, mas também dentro dos mesmos, dependendo de como os definimos. Por exemplo, se pegarmos os brancos de origem europeia, encontraremos povos, em média, mais inteligentes, como os alemães, especialmente os que não têm origem imigrante recente*, e outros menos, como os Irlandeses viajantes ou Pavee, um grupo étnico com feições tipicamente britânicas (pele muito branca, predomínio de olhos claros...), que apresenta similaridades culturais e intelectuais com os ciganos, como o semi nomadismo, a endogamia e a baixa capacidade cognitiva. 


* Interessante mostrar que, por exemplo, imigrantes vietnamitas e seus descendentes na Alemanha

tendem a ter desempenho superior se comparados com os alemães de outras origens, alemães étnicos inclusive, mas  principalmente que os de origem italiana (que são majoritariamente do sul da Itália) e turca. Claro que a maioria dos sociólogos apontarão apenas para os fatores ambientais como causas para essas disparidades... 


Também é preciso ressaltar que tem havido grandes ondulações civilizacionais entre povos e culturas humanas, de "grupos' que apresentaram realizações memoráveis (aqui, desprezando ações estúpidas ou cruéis) durante um certo período do seu passado e que, hoje em dia, estão em uma situação oposta. E também os que estão "melhor' hoje em dia do que antes. Essas variações estão relacionadas com eventos históricos, políticos e mudanças nos perfis das populações, e nada impede que continuem acontecendo.


Enfim, negar uma verdade inconveniente não fará com que desapareça, além de não ser possível trabalhar com mentiras e esperar por  resultados que correspondam perfeitamente aos objetivos desejados. Por isso, não adianta pedir por mais igualdade social se se despreza completamente a existência de desigualdades ou diferenças quantitativas e qualitativas de natureza biológica (também de outras categorias, como a de sexo). Propor resoluções de problemas com base em mentiras costuma causar mais problemas do que diminuir ou eliminar os existentes.

quinta-feira, 9 de julho de 2020

A doutrinação é ideológica, a educação é filosófica

Exemplo: questões raciais

Tem umas ideologias de esquerda que querem doutrinar as pessoas com uma série de factoides, fatos parciais e falácias sobre as raças humanas, e claro, junto a fatos históricos e legítimos, para dar credibilidade. Primeiro, que não existem raças humanas. Segundo, que suas diferenças [das populações humanas] são mínimas a inexistentes e, portanto,  que seus comportamentos médios são facilmente mutáveis. Terceiro, que o racismo só existe se for de branco contra negro, que não existe racismo contra branco, que eles chamam de "racismo inverso". Que está acontecendo um genocídio de jovens negros e pardos no Brasil, nos EUA, etc, perpetrado por policiais, escondendo que a maioria dos crimes contra negros [e pardos] são praticados por outros negros [e pardos], e o mesmo padrão para os outros grupos raciais. Que a principal razão para a criminalidade é circunstancial, de nascer pobre, por exemplo, desprezando que a maioria dos ''pobres'' ou precarizados não são violentos, isto é, confundindo correlação com causalidade. Que brancos, especialmente, não podem criticar negros, nem com educação e conhecimento, se não é racismo. Querem impor tudo isso, sem diálogo, sem reconsideração, generalizando e exacerbando as divisões desses grupos, enfim, inculcando uma narrativa simplória, mas superficialmente sofisticada, vezes com palavras difíceis, gramática impecável e discursos bonitos.

Mas isso só tem atiçado o verdadeiro racismo, por ser impositivo, injusto e recheado de meias verdades, inclusive perigosas [desprezando a existência de ''marginais congênitos'' e chamando de ''punitivismo'' o modelo de justiça mais racional, que é o ''proporcional''].

O efeito é o oposto do desejado, de educar para a compreensão, para a diminuição de fanatismos e preconceitos e busca por medidas que realmente combatam as desigualdades sociais e raciais.

A doutrinação é o forçar a uma perspectiva, negando a possibilidade de escolha. Também é a negação de uma diversidade de fatos que, naturalmente, reduz a pureza e a intensidade de convicções individuais subjetivas e leva à conclusões mais ponderadas.

O cenário piora porque a maioria das pessoas são de pensadores passivos ou de consumidores intelectuais, que esperam que a montanha vá até eles. São do tipo que compra linhas de pensamento como se fossem produtos de supermercado, por exemplo, os conceitos prontos de comunismo e capitalismo, e, não tenta pensar, analisar, investigá-los por si mesmo, buscando pela justiça dos seus fatos. Não são apenas os direitistas que, em sua maioria, agem desse jeito, excessivamente enviesados, tratando a arte do pensamento como se fosse competição entre times de esportes coletivos..

Pense, metaforicamente, que você está numa floresta com um incêndio acontecendo e você tenta apagar o fogo. Só que, com esse tipo de ideologia, que esquerdas obscurantistas têm tentado impor a todos, é como se, ao invés de usar a água ou fatos, usasse álcool pensando ser água, para aplacar o incêndio. O resultado você já sabe qual é. A intenção pode ser a melhor possível mas, para estar precisamente bem informado, até para a verdadeira justiça social, primeiro, é preciso se ater a fatos. Primeiro, os fatos. Depois, as considerações morais. Primeiro, analisar à distância. Depois, se colocar, se contextualizar no cenário de análise. É assim que se pensa com sabedoria. Não é dessa maneira que muitos teóricos, historiadores, pensadores esquerdistas ou progressistas tendem a fazer. Pelo contrário, pois eles impõem considerações morais antes de buscarem por TODOS os fatos, inclusive os que consideram insensíveis.

Tentar ensinar sobre racismo aplicando mais racismo e divisionismo entre as pessoas de diferentes raças só pode resultar em mais racismo, especialmente entre os mais inflamáveis.

É o que eu sempre penso. As ''esquerdas'' perdem muito quando agem de maneira igual às ''direitas'', se essas sempre manipularam e doutrinaram. As ou certas esquerdas,  quando decidem copiá-las, estão fadadas a se igualarem a elas em nível de compreensão limitada da realidade humana e universal. Mas, parece que é isso que querem, de serem antíteses pensando que são sínteses. A síntese é a sabedoria, a filosofia materializada, enraizada na cultura, substituindo, por fim, a ideologia, sem mais lados, o todo, pela essência.

Uma educação filosófica, ainda que também seja inevitavelmente impositiva, se faz com base no diálogo intermediado pela simples exposição de todos fatos, ou verdades, e buscando agir a partir deles.

Raças humanas existem. Diferenças e semelhanças entre elas existem. Todo mundo é capaz de perceber isso. Também existem policiais desequilibrados, sociopatas, não são poucos, mas, a maioria dos crimes contra jovens negros e pardos, é cometida por outros jovens negros e pardos e não, no imaginário progressista atual, por policiais brancos ou ainda mais abstrato, ''pelo estado''. Isso não significa que todo negro seja propenso à violência; também não significa que cenários reais de genocídio não possam ser deflagrados em hipotéticos horizontes sombrios nem que os casos graves de violência policial devam ser tratados com menor importância. Apontar esses fatos não é racismo. Racismo é dizer que todo negro ou  que todo pardo é violento ou que todo branco é racista ou que não pode sofrer racismo [que isso não existe].

A educação, de fato, filosófica, visa ''apenas'' uma melhor compreensão da realidade que, inevitavelmente, resulta numa diminuição de intensidades instintivas ou subjetivas, isto é, de preconceitos e fanatismos. E, não busca ''agradar'' lados.

Direita, volver

Também existem ideologias conservadoras relacionados à questão racial ,hoje, chamadas de ''racismo científico'', e que, pra variar, são distorções, essencialmente iguais às progressistas. A diferença é justamente essa, a ênfase exagerada nas diferenças entre os grupos humanos, algo comum, padrão, entre os conservadores, de categorizar as pessoas dentro das identidades que estão mais latentes nelas, distanciando-as em relação às identidades mais universais [somos todos vida; indivíduos], que as unem. No caso das raças humanas, os conservadores, especialmente os de extrema-direita, ''de raiz'', exacerbam as diferenças entre elas, com o intuito de se estabelecer hierarquias de supremacia, desprezando uma série de fatos, tal como a cadeia de eventos únicos que resultaram nessas diferenças, e que não podem ser definidas como ''demonstrações do talento ou da supremacia de um grupo racial'' e mais como uma questão de ''sorte'', e, novamente, a existência das identidades universais, comportamentos e médias que diluem de sobremaneira essas diferenças particulares entre as raças e que também valem para outras categorias [classe social; identidade/inclinação sexual..].


Como sempre, pela ideologia, puxa-se muito para um lado ou perspectiva, criando uma espécie de purificação ou filtro da diversidade ou da complexidade de fatos, tal como nesses dois casos de doutrinação em que, se tenta anular as diferenças ou então exaltá-las [anulando, então, as igualdades e/ou semelhanças].

Se já sabemos o que de monstruoso as ideologias conservadoras podem fazer em termos de racismo e preconceitos, também temos que ficar atentos aos problemas graves que podem resultar de ideologias obscurantistas, de natureza progressista, justamente por, falaciosamente, decretarem como intratavelmente errado, tudo o que ''o outro lado'' pensa [assim como o lado conservador sempre fez].

Um adendo interessante é que, enquanto o progressismo prega a igualdade absoluta entre os grupos e as diferenças absolutas entre os indivíduos, o conservadorismo vai pelo caminho oposto, exacerbando as diferenças de grupo e tentando combater a livre expressão de individualidade [de personalidade]. 

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

A diferença entre doutrinação e educação (alerta de radioatividade para a galerinha da ''esquerda-lacração'')

A diferença entre doutrinação e educação (alerta de radioatividade para a galerinha da ''esquerda-lacração'')

A doutrinação é ideológica, a educação é filosófica, exemplo, questões raciais

Tem umas ideologias de esquerda que querem doutrinar as pessoas a acreditarem numa série de factoides, fatos parciais e falácias sobre as raças humanas, e claro, junto a fatos históricos e legítimos. Primeiro, que não existem raças humanas. Segundo, que suas diferenças são mínimas a inexistentes. Terceiro, que o racismo só existe se for de branco contra negro. Que não existe racismo contra branco, que eles chamam de "racismo inverso". Que desde há um bom tempo, tem havido um genocídio de jovens negros e pardos no Brasil, nos EUA, etc, perpetrado apenas por policiais. Escondendo que a maioria dos crimes contra negros são praticados por outros negros. Que a principal razão para a criminalidade é circunstancial, de se nascer pobre, por exemplo, desprezando que a maioria dos pobres não são violentos, isto é, confundindo correlação com causalidade. Que branco, especialmente, não pode criticar negro, nem com educação e conhecimento, se não é racismo. Querem impor tudo isso, sem diálogo, sem reconsideração, generalizando e exacerbando as divisões de grupos, enfim, inculcando uma narrativa simplória, mas superficialmente sofisticada, com palavras difíceis, gramática impecável e discursos bonitos.

Tudo isso só tem atiçado o verdadeiro racismo, por ser impositivo, injusto e recheado de meias verdades. O efeito é o oposto do desejado, de educar para a compreensão, para a diminuição de fanatismos e preconceitos e busca por medidas que realmente combatam as desigualdades sociais, não apenas entre uma raça e outra, mas também entre as classes sociais, o que engloba todas elas.

A doutrinação é o forçar à uma perspectiva, negando a possibilidade de escolha, mas também a negação de uma diversidade de fatos, que naturalmente  reduz a pureza e intensidade de convicções individuais e leva à escolhas mais ponderadas.

O cenário piora porque a maioria das pessoas são de pensadores passivos ou de consumidores intelectuais, que esperam que a montanha vá até eles do que irem até ela. São do tipo que compram as informações que nós produzimos, se você for como eu, do tipo que pegam conceitos sobre comunismo e capitalismo, dados por influenciadores digitais e não tentam pensar, analisar, investigar por si mesmos esses conceitos, buscando pela justiça dos seus fatos. Não são apenas os direitistas que, em sua maioria, são  assim...

Pense, metaforicamente, que você está numa floresta com um incêndio acontecendo. Logicamente, você tentará apagar o fogo. Só que, com esse tipo de ideologia, que esquerdas obscurantistas têm tentado impor a todos, é como se você, ao invés de usar a água ou fatos, usasse álcool pensando ser água, para aplacar o incêndio. O resultado você já sabe qual é.

Tentar ensinar sobre racismo aplicando mais racismo e divisionismo entre as pessoas de diferentes raças só pode resultar em mais racismo, especialmente entre os mais inflamáveis.

É o que eu sempre penso. As esquerdas perdem muito quando agem como direitas, se estas sempre distorceram, manipularam e doutrinaram desde quando foram constituídas. As ou certas esquerdas,  quando decidem copia-las estão fadadas a se igualarem a elas. Mas, parece que é isso que querem, se tornarem antíteses pensando que são sínteses. A síntese é sabedoria, a filosofia materializada, enraizada na cultura, substituindo a ideologia.

Uma educação filosófica, ainda que também inevitavelmente impositiva, se faz com base no diálogo que é intermediado pela simples exposição de fatos. Raças humanas existem. Diferenças e semelhanças entre elas existem. Todo mundo é capaz de perceber isso. Também existem policiais desequilibrados a sociopatas, não são  poucos, mas a maioria dos crimes contra jovens negros e pardos, é cometida por outros jovens negros e pardos, e não, no imaginário progressista atual, por policiais brancos. Isso não significa que todo negro é propenso à violência. E apontar esses fatos não é racismo. Racismo é dizer que todo negro ou  que todo pardo é violento ou que todo branco é racista ou que não pode sofrer racismo.

A educação, de fato, filosófica, visa apenas a uma melhor compreensão da realidade que inevitavelmente resulta numa diminuição de intensidades instintivas ou subjetivas que, por sua vez, resultam em preconceitos e fanatismos.

A esquerda lacração

Muitos, especialmente os da juventude progressista, apresentam um desejo irresistível de ganhar pontos ou biscoitos de seus companheiros de bolha. Por isso que adoram agir em bando, empurrando qualquer coisa que é imposta ou determinada por influenciadores de esquerda, sem checar fatos ou coerência. Sentem uma necessidade de auto afirmação intelectual do que de responsabilidade filosófica, em checar fatos e nem falo de modo dicotômico aos seus sentimentos inflamados pela justiça social, pois eu também os tenho. No entanto, não tem como buscar pela justiça com mentiras, meias verdades e factoides. Não tem como alcançar um objetivo desejado por crenças enraizadas de como proceder  sendo que, não são apenas crenças no sentido de idealismo mas também no de distorção da realidade.

sábado, 27 de julho de 2019

Diferenças raciais em inteligência, ou melhor, diferenças histórico-civilizatórias...

Compare uma população de caçadores coletores com uma população urbanizada... O que você tem*

Maçãs e laranjas. 

A maioria dos africanos são oriundos de comunidades de caçadores coletores e agrícolas.

Em compensação, a maioria dos leste asiáticos e dos europeus, historicamente, vêm de sociedades agrícolas e urbanas, sendo que as de caçadores coletores, correspondem a uma minoria entre eles. 

 Posso até pensar num processo de transições sócio-cognitivas semelhante à ''transição demográfica''. 

Imagine as etapas de transição demográfica, a primeira, em que o crescimento da população é equivalente ao da taxa de mortalidade; a segunda, em que a taxa de mortalidade cai; a terceira, em que é a taxa de natalidade/crescimento demográfico que cai; e a quarta, em que a mortalidade aumenta [por causa do envelhecimento demográfico]. 

Pois então podemos ou eu posso ''criar'' a transição sócio-cognitiva, em que primeiro nós temos uma comunidade de caçadores coletores, com [comparativamente] baixa complexidade cultural ou cognitiva; então, segundamente, temos uma comunidade agrícola, mais sedentarizada, com média complexidade cultural e cognitiva [requerida]; terceiro, uma sociedade proto-civilizada, que já exige elevada complexidade cultural e cognitiva, e por fim, uma civilização completa. 

Os africanos, de maneira geral, jamais chegaram a alcançar o nível máximo de civilização, mas conseguiram chegar ao terceiro, sendo que seu epicentro de desenvolvimento cultural e cognitivo tem sido entre os caçadores coletores e os agricultores sedentários, primários, ou ''neolíticos''.

É tal como tentar comparar igualmente a pirâmide etária entre Nigéria e Japão...

domingo, 11 de março de 2018

[Mister óbvio ataca novamente] O verdadeiro 'humanista" é consideravelmente crítico em relação...

... à sua cultura e raças "maternas"...

Especialmente se existirem razões ou evidências para isso e quase sempre tem. Como resultado a maioria dos "humanistas" não-brancos e judeus não conseguiriam passar por esse crivo fundamental a caminho da verdadeira racionalidade.


sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Como sempre parece óbvio de se dizer mas vamos lá: aspectos físicos das raças...

... : tem como função principal a adaptação física ao ambiente e correlacionadamente falando, também ao modo de vida adotado para a sobrevivência. 

É o modo de vida que tenderá a resultar nos aspectos psico-cognitivos [mister óbvio], claro, sem a presença da idealidade universal, razão ou sabedoria...

Aspectos físicos: adaptação ao ambiente [físico]

Aspectos psico-cognitivos: adaptação ao modo de vida adotado para se adaptar ao ambiente , e tudo o que nele está contido, por exemplo, meios para encontrar comida e/ou para evitar predadores, capacidade para cooperar e/ou competir socialmente...

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

''Tudo'' ou quase tudo que você precisa saber sobre raças humanas por um calango indiferenciado e famigerado

- As raças humanas não são eternamente fixas, tanto em termos fisiológicos quanto em termos psicológicos//culturais;

- Nós não temos culpa [ninguém tem] de uma raça ser assim ou assado [no sentido mais egoísta//''negativo'] porque muitos desses processos de diferenciação aconteceram h[a muito tempo E tendo causas ambientais [ambientes mais complicados que selecionaram por certos tipos; a ideia de que climas mais temperados selecionaram os mais providentes ou de ''pensamento de longo prazo'', do em ambientes intertropicais];

- Quando falamos de raças, falamos de médias;

- Ainda que possa resistir alguma verdade sobre haver uma associação mais causal [que me parece ser mais pontual do que generalizada], é certo que '' o tom ou cor de pele muito improvavelmente causará certo comportamento'' e o melhor que podemos extrair disso é que existe uma associação ou correlação entre variáveis fisiológicas e variáveis psicológicas, que eu tentei explicar por meio desta metáfora;

- Por essa lógica até poderíamos concluir que, não discriminamos [positiva ou negativamente] apenas pela ''cor da pele'' mas ESPECIALMENTE em relação às variáveis psicológicas que estão em associação fortemente positiva com certo fenótipo. Em suma, na imensa maioria das vezes não discriminamos por ''cor da pele'' [ainda que acredite em tipos reais de colorismo DIRETO: exemplo, a ''albinofobia'' ou a ''vitiligofobia''];

- É a partir dessas diferenças psicológicas//culturais//de valores, que podemos concluir que, a aparência física ainda que também possa estabelecer ou estreitar relações [pessoas bonitas se associam mais à outras pessoas de aparência parecida, por exemplo...] não se consiste no aspecto final que mais nos entrelaça ou que mais nos afasta, mas as similaridades [ou complementaridades] dos nossos comportamentos, e o mundo atual ''anti-conservador' [ou nem tanto], no ocidente, apenas tem nos mostrado essa realidade;

- É aquelas: existem [tendem a existir] mais diferenças dentro de uma raça do que entre elas, e muitos tem buscado por seus iguais em psicologia ou combinação psicológica/de personalidade//valores do que por seus racialmente iguais, isto é, a priore, em aparência fenotípica específica;

- Boa parte daquilo que entendemos como ''racismo' na verdade consiste em uma espécie de misandria, ou ''preconceito'' com relação ao comportamento masculino//atrelado ao homem típico, especialmente o hiper-masculino;

- Boa parte dos conflitos humanos inter-raciais na verdade são conflitos masculinos;

- Raças mais inteligentes OU também mais domesticadas*

Muito daquilo que determinamos como ''inteligência', mais parece expressar sinais de comportamento domesticado, especificamente o comportamento cognitivo [domesticado], por exemplo, a capacidade ou proficiência em partes, pré-existente e adquirida, de se cristalizar um vocabulário grande e convencionalmente correto. Poder-se-ia concluir que o fator ''domesticação'' também é fundamental para interpretar as diferenças MÉDIAS de capacidades cognitivas entre as raças//populações humanas, e mesmo, não apenas por essa perspectiva racial...

Por enquanto acho que é ''só'' isso...

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

''Preconceito'' ou antipatia instintiva DIRETA: contra homossexuais e INDIRETA: contra grupos raciais

Antipatia instintiva contra homossexuais é direta porque não existe mais nada que esteja subjacente aí, enquanto que a antipatia instintiva contra certos grupos raciais, por exemplo, contra negros, na verdade não significa que não se gosta da ''cor da pele'' do grupo [ainda que se possa ter antipatia em relação ao aspecto de uma característica física], mas ESPECIALMENTE do tipo de personalidade que tende a predominar, caracterizar e determinar o comportamento médio do grupo.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Proporção estimada [chutada] de tipos de narcisistas por macro-raças e de mentalismo--mecanicismo

Baseado neste texto


Raça ''negra'' [genericamente falando, para todas/ ''branca''/ ''amarela''

Típico exibicionista (menos autoconfiante) = típico narcisista 

''15%''/''15%''/''5%''

Típico super autoconfiante = atípico narcisista


''20%''/''10%''/''5%''
Hedonista = narcisista ''extrospectivo''

''15%''/''20%''/''10%''
Crônico hedonista (e autoconfiante) = psicopático/sociopático

''10%''/''5%''/ ''2,5%'' 

[baseado na possível média de tipos mais ''anti-sociais' para cada grupo]

Tipos normais/amalgamados

''40%/''50%''/''77,5%'' 

''60%''/''50%''/''22,5%''

[baseado na ideia lógica de que os tipos mais normais sejam os mais comuns e que os leste asiáticos sejam, em média, os menos narcisistas]

Grau de confiabilidade deste chute pseudo-calculado: baixíssimo, mas a ideia é essa mesma, que os negros, em média, sejam os mais narcisistas/autoconfiantes e que os leste asiáticos os menos.

''Nível'' médio de mentalismo--intelectualismo--mecanicismo

Proto-pseudo-tosco-método

0--0,3 baixo
0,4  médio baixo
0,5 médio/variável
0,6 médio alto
0,7--1,0 alto

mentalismo 

raça negra/branca/amarela

''0,8/0,6/0,5''

intelectualismo

raça negra/branca/amarela

''0,4/0,5/0,4''

mecanicismo

raça negra/branca/amarela

''0,2/0,6/0,7''

Nível de confiabilidade deste método-tosco: 0,1


sábado, 12 de agosto de 2017

Quatro temperamentos e as sub-raças europeias

Nórdicos: fleumático, melancólico/sanguíneo, colérico

Alpinos: fleumático, sanguíneo/melancólico/colérico

Mediterrâneos: sanguíneo, colérico/melancólico, fleumático

Dináricos: colérico/sanguíneo/fleumático, melancólico

Armenoides: sanguíneo/colérico/fleumático, melancólico 

Bálticos: fleumático, sanguíneo/melancólico, colérico

Desordens mentais, macro-raças e outras

Usando aquele proto-método capenga de aproximação (chute preguiçosamente providenciado)

0 a 0,3 (níveis mais baixos de expressividade)
0,4
0,5
0,6
0,7 a 1,0

Desordem mental e epicentro/ e proporção de personalidades


Tdah (ou personalidade unipolar eufórica??) 1,0

Negros africanos (especialmente bantu??)   0,7
Brancos europeus  0,4
Leste asiáticos amarelos  0,2

Ameríndios 0,4/0,5
Indianos 0,3/0,4
Judeus [europeus] 0,5/0,6

Depressão ou personalidade unipolar depressiva 1,0

Negros 0,2
Brancos 0,5
Amarelos 0,3/0,4

Ameríndios 0,4/0,5
Indianos 0,4/0,5
Judeus 0,4

Transtorno bipolar ou personalidade bipolar eufórico-depressiva 1,0

Negros 0,4
Brancos 0,4/0,5
Amarelos 0,2

Ameríndios 0,3
Indianos 0,3/0,4
Judeus 0,5/0,6

Psicopatia 1,0

Negros 0,5/0,6
Brancos 0,3/0,4
Amarelos 0,2/0,3

Ameríndios 0,2/0,3
Indianos 0,3
Judeus 0,6/0,7

Narcisismo 1,0

Negros 0,8
Brancos 0,5
Amarelos 0,2/0,3

Ameríndios 0,3/0,4
Indianos 0,4/0,5
Judeus 0,7/0,8

Autismo 1,0

Negros 0,2
Brancos 0,5
Amarelos 0,5/0,6

Ameríndios 0,3
Indianos 0,3/0,4
Judeus 0,3/0,4

Esquizofrenia 1,0

Negros 0,4
Brancos 0,4
Amarelos 0,2

Ameríndios 0,4
Indianos 0,4
Judeus 0,4/0,5

...

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

O que fãs (fanáticos) e tribalistas tem em comum?

Fanatismo e zero fair play

Eu sou um aficionado por ginástica artística e até poderia me denominar como um fã porque se-lo em relação à "coisas inanimadas ou abstratas" pode não ser tão grave quanto ser em relação à pessoas. Mesmo quando se é em relação à pessoas em que vale a pena, no duro, nunca vale totalmente a pena celebrar uma pessoa de maneira absolutamente cega, aquilo que os fãs geralmente ou em sua maioria fazem. No mais, de vez em quando eu comento em alguns vídeos do youtube de ginástica artística e claro, eu tenho encontrado muitos fãs de ginastas e consequentemente tretas tem acontecido. 


É o de sempre: fair play versus preferência pessoal.

Não pode dizer o óbvio, mesmo se for de maneira educada, que os escravos mentais naturais caem em cima tentando manipular, distorcer e encobrir a verdade límpia dos fatos. 

Se raças, povos, culturas, ideologias ou religiões fossem ''celebridades'' então os seus respectivos tribalistas seriam, sem sombra de dúvidas, os seus fãs, ou fanáticos [naturalmente adestrados]. Mas não é preciso ser um indivíduo de carne, osso e ''fama'' para atrair essas pessoas que francamente, tendem a exceder em suas paixões...

terça-feira, 18 de julho de 2017

Quatro temperamentos e distribuição racial, por sexo, classe social, psico-cognitiva...

Resultado de imagem para quatro temperamentos

https://espacoastrologico.files.wordpress.com/2012/06/tabela11.jpg


Eu disse no último texto de auto-análise que os quatro temperamentos se dividem em dois tipos: quente e frio, e que cada um tem um par mais extremo, que seria uma versão mais intensa do outro, por exemplo o colérico em relação ao sanguíneo. Pois bem, agora eu começarei a especular, se isso já não foi feito, sobre os quatro temperamentos em relação à variáveis coletivas [que também são individuais, é claro, especialmente quando o estereótipo coletivo bate com a composição individual] como raça e sexo. A Priore parece até fácil de se perceber que as duas categorias representam um tipo mais amplo de temperamento capitaneado pelo espectro introversão-extroversão. Fleumáticos e melancólicos tendem a ser mais puxados para a introversão. Sanguíneos e coléricos tendem a ser mais puxados para a extroversão. Sem mais enrolação, vamos ao novo delírio:

Mulher mais normal. Homem mais extremo?

As mulheres seriam em média mais propensas a terem um predomínio dos temperamentos mais amenos, basicamente o sanguíneo e o fleumático. Os homens por sua vez seriam mais propensos a terem os temperamentos mais intensos, colérico e melancólico. Eu não sei como estimar o percentual mas pode ser que nos níveis mais altos e não apenas dos temperamentos mais intensos será sempre esperado uma desproporção de homens. Também pode ser esperado uma desproporção masculina em relação aos perfis que apresentam as combinações mais incomuns. Isso nos ajudaria em partes a explicar a incidência mais significativa de propensão ao crime e ao gênio entre os homens, assim como também quanto ao espectro menos intenso, de maior e de menor inteligência cognitiva (e intelectual ou qualitativa). 

Em ordem de importância (especulativo):


Mulheres: Sanguíneo, fleumático, melancólico, colérico


Lésbicas: Fleumático, sanguíneo, colérico/melancólico

Homens: Fleumático, colérico, sanguíneo, melancólico


Homossexuais: Sanguíneo, melancólico/colérico/fleumático 

Por causa de uma tendência para uma macro-conjuntura seletiva humana, homens e mulheres de todas as culturas tendem a apresentar características parecidas com diferenças mais sutis do que consideravelmente significativas ainda que tipos exóticos também existam.

Macro-raças

Leste asiáticos [especialmente os mais geneticamente decantados: chineses han, coreanos e japoneses]: fleumático [fortemente predominante +60%*], sanguíneo, melancólico e colérico [este último é provável que exibirá muito baixa proporção];

Caucasianos europeus: fleumático, sanguíneo [ predominantes, + 60%], colérico/melancólico [especulo que serão muito próximos em suas respectivas proporções];

Negros africanos [bantu* as populações predominantes]: sanguíneo [fortemente predominante +60%], colérico, fleumático e melancólico [este último é provável que exibirá muito baixa proporção].


Fleumático: o temperamento mais adaptado para a civilização*


Classe social: Ricos e pobres mais entre os extremos.

Em relação às classes sociais os mais ricos parecem ser mais propensos a serem nessa ordem de importância: sanguíneo, fleumático, colérico (diferenças pequenas de proporção) e melancólico.

Classe média: fleumático [predominante], sanguíneo, melancólico e colérico 

Classe baixa: sanguíneo, fleumático, colérico (diferenças pequenas) e melancólico.



Classe cognitiva

Mais cognitivamente inteligente: fleumático, sanguíneo, melancólico, colérico.


Mais intelectualmente inteligente: sanguíneo/melancólico, fleumático, colérico.

Superdotado ''alto-empreendedor'': fleumático [predominante], sanguíneo, melancólico, colérico

Superdotado ''brilhante'': melancólico/sanguíneo, colérico, fleumático.

Superdotado ''criativo'': melancólico/colérico, sanguíneo, fleumático.

Sábio: fleumático/melancólico, sanguíneo/colérico.

Racional: fleumático, melancólico/sanguíneo, colérico.

Lógico: fleumático, sanguíneo/colérico, melancólico.

Normie: fleumático/sanguíneo, colérico/melancólico.

Sub-lógico: sanguíneo/melancólico, colérico, fleumático [algumas facetas da ''conscienciosidade''*]

Nacionalidade

Brasileira: sanguíneo, colérico/fleumático, melancólico

Italiana: sanguíneo, colérico/fleumático, melancólico

Francesa: fleumático/sanguíneo, melancólico, colérico

Inglesa: fleumático, sanguíneo, melancólico, colérico

Japonesa: fleumático, melancólico/sanguíneo, colérico

...






domingo, 9 de julho de 2017

Mente empática para dummies

Por que é tão difícil falar sobre diferenças raciais em inteligência especialmente para algumas pessoas?

Interação em primeira pessoa/mentalismo versus interação em segunda ou terceira pessoa/mecanicismo 

Eu acredito que tenho uma mente que é acima média em mentalismo mas também em mecanicismo. Eu já devo ter explicado no que se consiste este espectro. O mentalismo é a capacidade de ler expressões faciais, comportamento não verbal e de maneira geral tudo aquilo que se refere às esferas intrapessoal e interpessoal ou de interações sociais. O mecanicismo se refere basicamente ao reconhecimento de padrões em informações impessoais, e basicamente também se pode dizer que o mentalismo também seja um reconhecimento de padrões. No entanto o reconhecimento de padrões mentalista é sobre seres, em especial sobre pessoas e sobre si mesmo, é pessoal, enquanto que o mecanicismo é sobre assuntos impessoais. Em ambos há de se julgar os padrões, aquilo que eu denominei de emoção. Capturamos padrões e os julgamos, correta ou incorretamente. A emoção seria o julgamento instintivo.

Podemos facilmente reconhecer os padrões que reproduzem uma pedra. Quando precisamos julgar emocionalmente essa pedra não há a necessidade de sentir afeição ou empatia por ela. Por outro lado ao reconhecermos os padrões de uma pessoa o julgamento de seus padrões será ou tenderá a ser muito mais exaltado. Por que sentimos em média maior afeição por um semelhante da mesma espécie? Porque a empatia é como um espelho e quando olhamos para um semelhante humano é como se estivéssemos olhando e julgando a nós mesmos. Eu já falei que apesar de sua feiura ou crueza intelectual o pré conceito tem um porquê racional e pseudo-paradoxalmente empático. Se alguém te critica muitas vezes é porque quer o seu bem, só que não sabe como falar de uma maneira que não te ofenda.

Eu vivo no Brasil e do Paraná pra cima é praticamente impossível não conviver ao menos superficialmente com pessoas da raça negra. Eu tenho comentado ou nem tanto dessa maneira  que é difícil e ao mesmo tempo fácil de julgá-los. A nível coletivo é fácil reconhecer os problemas crônicos que tendem a afetar essa população. A nível individual a situação tende a mudar, primeiro porque estamos sempre selecionando quem nós queremos conviver. Segundo que a partir deste filtro é muito comum e em especial quando estamos mais distantes da média dessa população ou mesmo quando as repudiamos mesmo de maneira não intencional, que convivamos com as suas exceções. Os menos factualmente constantes serão portanto fortemente propensos a generalizar as exceções com as quais tendem a conviver muito mais. Em média os negros mostram-se parecidos com qualquer outro grupo ainda que apresentem as suas próprias idiossincrasias. O que é uma marca de diferenciação evolutiva no negro médio tende a se tornar aberrante e indesejável em uma minoria (que neste caso parece ser potencialmente significativa) por exemplo a extroversão ou simpatia que pode se transformar em desrespeito e irresponsabilidade. Também há de se pensar nas diferenças de idade e de sexo. Geralmente por serem mais emocionalmente inteligentes as mulheres de qualquer raça tendem a se mostrar mais agradáveis do que os homens. Jovens e em especial os adolescentes tendem a ser mais impulsivos e em tempos de cultura permissiva ainda mais ousados e debochados do que o costume. Como eu já falei, na verdade não tendemos a ter cautela e crítica negativa sobre o comportamento invariavelmente médio dos negros apenas pela cor da pele mas também porque muitos deles tendem a agir como eternos adolescentes e sabemos que os mesmos tendem a ser muito irritantes, e mesmo nas populações humanas mais polidas ainda haverá uma certa tendência por eles de agirem de maneiras reprováveis no lido interpessoal a partir da moralidade objetiva ou regra de ouro/ racionalidade comportamental. 

Apesar de todos esses fatores possivelmente mais confusos do que tendemos a nos habituar a pensar (negros "são" violentos e desrespeitadores porque são negros OU negros "são" assim ou assado por causa da opressão branca) é fato que algumas pessoas se prenderão mais a fatos impessoais mesmo que estejam explicando os fatos pessoais e outras, e talvez a maioria das pessoas, se prenderão predominantemente a fatos pessoais. Fatos pessoais tendem a ser centrados no indivíduo. Fatos impessoais para explicar os fatos pessoais estão além do ser e buscam entender os mecanismos subjacentes do seus comportamentos. O primeiro é uma abordagem logicamente primária que busca descrever o comportamento a partir de sua observação a olho nu e onde é tendencioso a confundir efeito com causa.  O segundo é uma abordagem abstrata bem mais centrada nas causas. O primeiro induz confundindo indução com dedução. O segundo deduz, um método mais íntimo do científico, mas que também pode desprezar a indução que tende a ser importante para a criatividade.

Enfim, quanto maior o mentalismo maior a personificação dos eventos. Como as pessoas tendem a ser mais mentalistas do que mecanicistas, não necessariamente em termos absolutos, isto é, de serem hiper mentalistas, mas em termos relativos, onde que o mentalismo tenderá a ser predominante sobre o mecanicismo, então elas estão muito mais propensas a analisar o mundo a partir desse viés e a cometer os erros que estão atrelados a este estilo. Não é que o mentalismo não possa ser abstrato como o mecanicismo, porque ambos partem de bases concretas, o olhar sobre o outro que lhe é semelhante e a si mesmo e o olhar sobre o outro que não lhe é semelhante ou mais impessoal. Mas é que quando um dos dois se desloca para a área de atuação típica do outro a abstração costuma se tornar uma constante.


Quando a mente mais mecanicista se desloca para entender fatores pessoais tende a não levar em consideração os fatos pessoais que também tendem a ser fortemente autobiográficos. E por que?? Porque ele tende a interagir em segunda ou mesmo em terceira pessoa. A distância que o torna interessado e apto no lido intelectual impessoal pode ser também causal  ou mesmo constante quando ele precisa lidar com pendengas pessoais.  Por isso que tende a ser menos empático mas também mais afiado no pensamento abstrato. Parece que ou você tem um capacidade de memória autobiográfica mais elevada ou de memória semântica. 

Ainda que em cérebros maiores talvez possam "caber" as duas e em níveis mais inchados, esta parece ser a regra. Talvez não seja apenas uma questão de valores absolutos, ser mais, porque como estamos lidando com dois tipos de memória então a proporção entre as duas parece-me até mais importante, decisiva e inevitável, reforçando esta dicotomia proposta.

No entanto uma mente mais empática terá o outro que lhe é (invariavelmente) semelhante como ponto de referência. 

Será que ele ou ela vai se ofender???


E quanto maior a agradabilidade maior a preocupação com o outro ou ao menos com a opinião dele. 

O meu exemplo. 

Eu convivo, modo relativo de falar, mas verídico, com algumas pessoas negras sem falar que como eu disse acima é tecnicamente impossível não se esbarrar com eles pelo menos uma vez na vida estando no Brasil e especialmente da cintura do Paraná pra cima. Ontem por exemplo eu reencontrei com um amigo distante em convivência, um negro simpático, alto, magro, humilde, de boa aparência e que sempre tem algo agradável para dizer pra mim. Ontem ele elogiou-me dizendo que eu sou um bom filho e que mereço sucesso na vida. Já comentei de uma vizinha que é uma espécie de rainha da simpatia, uma figura invariavelmente comum na região onde vivo, de educação técnica e capacidades cognitivas limitadas mas de uma real educação ou bons modos que parece ser constante e sem limites, que aliás já parece estar no seu teto de uso. Acho que já falei de uma ex professora de matemática que infeliz e precocemente veio a falecer uns dois anos atrás e de sua simpatia espontânea por mim. Se eu fosse mais frio ou mesmo se fosse de alguma maneira mais emotivo, só que sendo mais mecanicista, é provável que acabaria preferindo por este estilo cognitivo e portanto não tendo "o outro" como referência. Se os fatos impessoais fossem mais importantes do que os pessoais pra mim pode ser possível de se especular que eu sequer pensaria nessas interações e pessoas, antes de aceitar e mesmo, de pesar os prós e contras. Eu, invariavelmente, tenho os outros também como referência, me preocupo com os seus sentimentos, especificamente aqueles com os quais eu tenho convivido de maneira mais direta. Ao contrário do lógico afobado que confunde frieza com racionalidade, eu preciso pensar mais antes de sair por aí dizendo que certas pessoas são ''menos'' ou ''mais'', ou ''muito'', especialmente no sentido negativo, e especificamente quando estou a falar sobre coletividades, categorias ou identidades. Por isso que eu concluí recentemente que eu sou como uma espécie de tradutor mútuo dos dois estilos de mente e claro que especialmente em relação a esses assuntos mais polêmicos. 


Porque somos mais intensos em nossas convivências, nós os mais empáticos ou mentalistas, tendemos a ter ''o outro'' como ponto de referência, e sem uma capacidade lógica/primariamente racional robusta, a interpretação objetiva da realidade pode se perder em um mundo de subjetividades ou de subterfúgios.

Ou não.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Espectro do mentalismo-mecanicismo e QI entre as macro raças

Como sempre a pergunta constante aqui: eu já falei sobre isso?

Se não, vamos de novo. 

E com uma dúvida. Mentalismo é o modo de vida predominante nas espécies mais instintivas??

Possível a evidentemente, assim como também o mecanicismo por exemplo uma aranha e a sua capacidade de tecer a sua teia que pode ser denominada de capacidade cognitiva/mecanicista. A aranha também é capaz de reconhecer outras aranhas assim como também outras espécies ainda que claro o faça ao seu modo que é comparativamente menos sucinto do que a maneira humana por não ser capaz de ir muito além da verdade objetiva, concreta e imediata. 

O ser humano exibe ambos os atributos, é claro, só que muito bem desenvolvidos e ainda com o adendo do "intelectual", entre a cognição e a afetividade e mesmo talvez onde que brota uma maior autoconsciência. 

Agora em relação às macro-raças


Os negros subsaarianos parecem ser mais mentalistas que mecanicistas enquanto que os leste asiáticos tenderiam a ser o oposto. Por que?

Maior o mentalismo maior o ego-centrismo. Maior o mecanicismo maior é a capacidade cognitiva, a Priore, maior o QI. E os brancos/caucasianos europeus claro, no meio. Isso explicaria o porquê de muitos acharem e com certa razão que os leste asiáticos sejam mais "autistas" do que outros grupos, afinal os segundos seriam o extremo do espectro mecanicista ou "cognitivamente 'masculino' ".


Maior o mentalismo = maior as capacidades psicológicas [sobre as cognitivas]

Maior o mecanicismo = maior as capacidades cognitivas [sobre as psicológicas].