Texto originalmente publicado em 22 de janeiro de 2016 em um velho blog e cuja ideia principal irei comentar novamente aqui...
Texto originalmente publicado em 22 de janeiro de 2016 em um velho blog e cuja ideia principal irei comentar novamente aqui...
1. Para quem se diz "totalmente contra a eugenia", então, é a favor da disgenia??
I. O capitalismo, particularmente o tardio
Por ser um sistema (sócio)econômico que gira em torno do lucro individual sobre o bem-estar coletivo e, também, por causa disso, gerar acumulação desigual de riquezas e aumento do custo de vida, também sacrifica casais de classe média, forçando-os a diminuir suas taxas de fecundidade, atualmente para bem abaixo do limite de reposição demográfica. E como a classe média tradicional corresponde à maior parte da "fração inteligente" da população de um país, isto é, dos indivíduos com as maiores capacidades cognitivas; e como as capacidades cognitivas são primariamente hereditárias, desprezando mutações ou combinações que geram maiores discrepâncias de capacidades entre os progenitores e seus descendentes, sugerindo que apenas uma educação de qualidade não é suficiente para aumentar a inteligência, se é necessário que exista um potencial subjacente... e, só para piorar um pouco, também tem havido uma correlação negativa entre nível de escolaridade e fecundidade...
* Usando QI como parâmetro superficial de inteligência, aquilo que é.
II. O predomínio da "esquerda" identitário-burguesa ou "woke"
... especialmente na educação, na mídia e na política, impondo suas crenças ideológicas, geralmente divorciadas de um rigor científico e, também, filosófico (ou lógico-racional), entoando relativismos sobre moralidade e verdade, ao mesmo tempo que impõe seus dogmas ou "verdades absolutas": suposto anti-racismo, que é tacitamente racista contra brancos, e outros divisionismos, como o suposto feminismo, que incita animosidade entre os sexos, inclusive um ódio implícito aos homens, até os seus negacionismos de ciência, principalmente o das diferenças intrínsecas ou genéticas de grupos e indivíduos humanos, também baseado na crença da tábula rasa, no determinismo absoluto do meio sobre os nossos desenvolvimentos e comportamentos.
Então, a partir desta lavagem cerebral, de imposição de suas falácias, tal como as anti-racistas (que eu já comentei mais especificamente no texto: "falácias anti-racistas") e de suas pseudociências de estimação, especialmente a tábula rasa, muitos brasileiros têm sido doutrinados a acreditar que se tratam de fatos e agido de acordo, sendo que, um de seus efeitos mais notórios tem sido um aumento aparentemente significativo das relações interraciais. Pois se as mesmas sempre aconteceram e se também não são intrinsecamente imorais, é sim um problema que o seu aumento aconteça com base em uma doutrinação por mentiras sobre essa questão e de maneira tão generalizada. Outro fator que problematiza uma visão excessivamente positiva sobre a miscigenação é a existência de diferenças estatísticas de comportamento e inteligência entre grupos raciais e étnicos e que sua mistura tende a resultar no predomínio dos traços dos grupos "menos inteligentes', se parece que são mais "geneticamente dominantes". Eu já comentei sobre esse tópico muito polemizado por autodeclarados progressistas no texto "A complexidade de uma verdade muito inconveniente às esquerdas" e que não é preciso se tornar um neonazista para defendê-la. Já em relação aos caucasianos brancos, a mistura racial quase sempre significa a eliminação dos seus fenótipos, que são únicos na espécie humana...
Então, mantidas essas tendências disgênicas e, acreditando que apenas o "milagre da educação" irá desenvolver este país, também uma crença ideológica típica de esquerda, amplamente imposta nos setores acadêmicos, dominados por indivíduos ditos progressistas e suas crenças ideológicas, é provável que ocorrerá, a longo prazo, uma diminuição absoluta da proporção de brasileiros dotados de maiores capacidades cognitivas, que são aqueles com maior potencial de contribuição ao país, issp se já não estiver acontecendo, sem falar do aumento dos que estão mais propensos a causar do que a solucionar problemas (positivamente relacionado com baixa capacidade cognitiva), e sem desprezar a emigração de muitos dos nossos ''cérebros'', motivados pelo sucateamento das universidades públicas.
(Recomendo bastante a leitura dos textos destacados para melhor entender os meus apontamentos neste texto)
III. O fundamentalismo religioso
... mais especificamente a ascensão meteórica do protestantismo neopentecostal no país, que tem potencial para estender sua influência moral e intelectualmente corrupta para muito além dos seus limites atuais, especialmente se mantiver esse ritmo de crescimento nas próximas décadas, além de expressar por si mesmo um nível de racionalidade inequivocamente baixo.
A sua ascensão também significa um aprofundamento da corrupção generalizada neste país "abençoado". Pois, desprezando países árabes pequenos com muito dinheiro acumulado de suas reservas de petróleo, a grande maioria dos países mais desenvolvidos não estão dominados por fundamentalistas religiosos, enquanto que essa é a realidade de muitos dos mais pobres ou atrasados. A escolher...
Percebam que, tanto a direita quanto a esquerda, tem culpa no comprometimento da evolução social, econômica e civilizacional do nosso país nas próximas décadas.
À direita
Adolf Hitler ou Frankenstein??
Mas se eu disser tudo o que penso para alguém de esquerda, é bem provável que me acusará de ser um fascista.
É bem mais complexa. Primeiro que, apesar de pregar por valores opostos ao que consiste o transtorno de personalidade anti social, a esquerda, especialmente a marxista, tem se vinculado, desde a revolução russa, com países oficial e/ou superficialmente socialistas que, não apenas têm deixado a desejar, quanto ao objetivo de promover justiça, solidariedade e igualdade, como também oprimido suas populações, principalmente dissidentes. Como comparação, esses valores têm sido adotados de maneira mais integral em "social-democracias' capitalistas.
Quando antirracistas dizem que não existe racismo contra brancos, muitas pessoas, corretamente, discordarão desse raciocínio, por ser injusto ou inverídico.
Mas, era pra ser bem simples: condenar o racismo, diferenciando-o de escolhas ou gostos pessoais e concordar que os brancos também podem sofrê-lo, mesmo se nenhum deles tivesse sofrido, se é uma falácia dizer que algo tão universal, como o tribalismo (o racismo é uma variação dele), aconteça de maneira restrita ...
Quando marxistas dizem que a União Soviética foi uma nação exemplar, que cometeu apenas equívocos isolados e/ou que Stálin não foi um tirano genocida, muitos repudiarão ou ficarão corretamente indignados com essas declarações, afinal, se consistem em distorções de fatos históricos, que é o equivalente a negar o holocausto, enfatizando apenas as "bem feitorias" do nazismo, por exemplo, de que Hitler acabou com o desemprego na Alemanha da década de 30 do século XX.
Pois eu aposto que haveria um grande aumento no número de seguidores e apoiadores para as esquerdas, principalmente de "centristas", se elas deixassem de lado essa submissão cartesiana às suas ideologias de maior aderência, se em relação aos identitarismos ou ao marxismo, e focassem diretamente na justiça social.
Mas, parece que as esquerdas escolheram lutar ou seguir pelo caminho mais difícil, de negar ou distorcer algumas verdades muito importantes (possivelmente acreditando que fazem o oposto) e, mesmo assim, esperando que a sua popularidade irá aumentar. Se fossem apenas coerentes com aquilo que mais pregam, a justiça social; se ser justo é o mesmo que buscar pela verdade...