Movimento de rotação/análise--observação de um elemento
e de translação psico-cognitiva/ conexão de um elemento a outro [proxy para a criatividade].
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sexta-feira, 1 de setembro de 2017
Rotação//manipulação de: objetos, ideias e pessoas. Espacial/impessoal/mecanicista ao verbal/pessoal/mentalista
Marcadores:
criatividade,
habilidades espaciais,
intelectual,
intelectualidade,
inteligência,
manipulação,
mentalismo--mecanicismo,
psicopatia,
rotação,
translação psico-cognitiva
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
Sabedoria, psicopatia e níveis de supremacia individual
Nível de supremacia individual (prepotência)
Proto método
0 a 0,3 -baixo
0,4 -médio-baixo
0,5 -médio
0,6 -médio-alto
0,7 a 1,0 -alto
Pessoa comum
Interpessoalmente ou em público: 0,6
Intrapessoalmente ou consigo: 0,9
Psicopata
Interpessoalmente ou em público: 0,3
Intrapessoalmente ou consigo: 1,0
Sociopata
Interpessoalmente ou em público: 0,8
Intrapessoalmente ou consigo: 1,0
Moralmente/emocionalmente estupido
Interpessoalmente ou em público: 0,7-1,0
Intrapessoalmente ou consigo: 1,0
Sábio
Interpessoalmente ou em público: 0,5
Intrapessoalmente ou consigo: 0,4-0,5
De baixa autoestima
Interpessoalmente ou em público: 0,2-0,3
Intrapessoalmente ou consigo: 0,1-0,3
A maioria dos seres humanos, em seus íntimos, se acham perfeitos e/ou, em especial, em relação aos seus comportamentos. Os religiosos, por exemplo, não rezam apenas para escapar da incerteza existencial ou hiper realismo/existencialismo, mas também porque sentem que as suas crenças estão absolutamente perfeitas/corretas, e é fácil de se constatar essa realidade apenas observando os seus comportamentos defensivos em relação às suas religiões, por exemplo, na hora de justificar os seus característicos atropelos de moralidade benigna. E isso, é claro, também vale para a grande maioria dos seres humanos.
Instinto ou preconceito cognitivo??
Se fôssemos seres realmente racionais, primeiro que, inevitavelmente nos tornaríamos muito mais parecidos em nossas conclusões ou julgamentos morais (moralidade objetiva). Segundo que inevitavelmente acabaríamos tomando atitudes ponderadas ao invés de destrutivas/potencialmente extremistas ou divisionistas.
Mas porque nascemos com "formas" ou organismos ''discretamente' distintos então tendemos a seguir as suas linhas e se alguns forem mais quadrados outros serão mais redondos e todos serão fortemente propensos a agir de acordo. Os instintos que herdamos podem ser facilmente denominados de preconceitos perceptivo-cognitivos. E eu já comentei que o ser humano por ser o menos instintivo também é aquele que está menos dotado de preconceitos cognitivos, e mesmo assim, percebe-se que não é suficiente para que possa ser [mais] racional. Na verdade os nossos instintos, bases instintivas ou preconceitos cognitivos são importantes, se não essenciais, porque precisamos partir de um começo, de uma referência primordial, que é a forma. O problema é a de nunca desenvolver a partir deles, dos preconceitos cognitivos ou da forma e de apenas projeta-la.
Níveis muito altos de supremacia individual com base nos próprios instintos, e de modo indiscriminado ou irrefletido, tendem a resultar, desde o comportamento normal, que se consiste na negação parcial dos sentimentos intrapessoais/íntimos mais inflamados em público, até às malditas, sociopatia e psicopatia.
As três intelectualidades
Normal
Independência: 0,3
Honestidade: 0,3-0,4
Humildade: 0,4-0,5
Psicopata
Independência: 0,8-0,9
Honestidade: 0,1-0,2
Humildade: 0,2
Sociopata
Independência: 0,6-0,7
Honestidade: 0,2
Humildade: 0,1-0,2
Sábio
Independência: 0,9
Honestidade: 0,8-0,9
Humildade: 0,8-0,9
Proto método
0 a 0,3 -baixo
0,4 -médio-baixo
0,5 -médio
0,6 -médio-alto
0,7 a 1,0 -alto
Pessoa comum
Interpessoalmente ou em público: 0,6
Intrapessoalmente ou consigo: 0,9
Psicopata
Interpessoalmente ou em público: 0,3
Intrapessoalmente ou consigo: 1,0
Sociopata
Interpessoalmente ou em público: 0,8
Intrapessoalmente ou consigo: 1,0
Moralmente/emocionalmente estupido
Interpessoalmente ou em público: 0,7-1,0
Intrapessoalmente ou consigo: 1,0
Sábio
Interpessoalmente ou em público: 0,5
Intrapessoalmente ou consigo: 0,4-0,5
De baixa autoestima
Interpessoalmente ou em público: 0,2-0,3
Intrapessoalmente ou consigo: 0,1-0,3
A maioria dos seres humanos, em seus íntimos, se acham perfeitos e/ou, em especial, em relação aos seus comportamentos. Os religiosos, por exemplo, não rezam apenas para escapar da incerteza existencial ou hiper realismo/existencialismo, mas também porque sentem que as suas crenças estão absolutamente perfeitas/corretas, e é fácil de se constatar essa realidade apenas observando os seus comportamentos defensivos em relação às suas religiões, por exemplo, na hora de justificar os seus característicos atropelos de moralidade benigna. E isso, é claro, também vale para a grande maioria dos seres humanos.
Instinto ou preconceito cognitivo??
Se fôssemos seres realmente racionais, primeiro que, inevitavelmente nos tornaríamos muito mais parecidos em nossas conclusões ou julgamentos morais (moralidade objetiva). Segundo que inevitavelmente acabaríamos tomando atitudes ponderadas ao invés de destrutivas/potencialmente extremistas ou divisionistas.
Mas porque nascemos com "formas" ou organismos ''discretamente' distintos então tendemos a seguir as suas linhas e se alguns forem mais quadrados outros serão mais redondos e todos serão fortemente propensos a agir de acordo. Os instintos que herdamos podem ser facilmente denominados de preconceitos perceptivo-cognitivos. E eu já comentei que o ser humano por ser o menos instintivo também é aquele que está menos dotado de preconceitos cognitivos, e mesmo assim, percebe-se que não é suficiente para que possa ser [mais] racional. Na verdade os nossos instintos, bases instintivas ou preconceitos cognitivos são importantes, se não essenciais, porque precisamos partir de um começo, de uma referência primordial, que é a forma. O problema é a de nunca desenvolver a partir deles, dos preconceitos cognitivos ou da forma e de apenas projeta-la.
Níveis muito altos de supremacia individual com base nos próprios instintos, e de modo indiscriminado ou irrefletido, tendem a resultar, desde o comportamento normal, que se consiste na negação parcial dos sentimentos intrapessoais/íntimos mais inflamados em público, até às malditas, sociopatia e psicopatia.
As três intelectualidades
Normal
Independência: 0,3
Honestidade: 0,3-0,4
Humildade: 0,4-0,5
Psicopata
Independência: 0,8-0,9
Honestidade: 0,1-0,2
Humildade: 0,2
Sociopata
Independência: 0,6-0,7
Honestidade: 0,2
Humildade: 0,1-0,2
Sábio
Independência: 0,9
Honestidade: 0,8-0,9
Humildade: 0,8-0,9
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humildade intelectual,
independência intelectual,
instinto,
intelectualidade,
moralidade,
moralidade objetiva,
preconceito cognitivo,
prepotência,
psicopatia,
sabedoria
sábado, 22 de julho de 2017
Nível de abertura para a experiência INTELECTUAL/ e obsessão:
- Não é interessado [por contrapartida, é mais interessado em assuntos autobiográficos e sociais, não necessariamente de modo introspectivo]:
Não tem motivação nem capacidade para interagir com [essas ou, de maneira geral] ideias e pensamentos.
Especulação [semi selvagem] de quanto tempo por dia passa pensando sobre essas ou aquelas ideias de natureza intelectual: menos ou 1/1 do dia= 1,7 horas por dia. [em um dia normal ou em média]
''Fórmula'' [de quinta...série]:
24 - 7 [médias de horas dormindo]= 17 [médias de horas acordado]
- É parcialmente interessado [a maioria das pessoas dentro de nossas macro-conjunturas que privilegiam o predomínio da medianidade]
Tem motivação e/ou capacidades geralmente médias.
de 1/1 ou um pouco mais: 1,7 horas ou mais.
- Está interessado [nível de ''estudante universitário comum'']
de 1/1 a 1/3: 1,7 a 5,1 horas.
- Está muito interessado [nível de ''professor universitário'', geralmente do tipo ''não-cientista'']
de 1/1 a 1/3: 1,7 a 5,1 horas.
- Está obcecado [espectro do talento e da superdotação/superlatividade psico-cognitiva insulada ou mais generalizada]. Último nível de separação ''ser e interesse'' e de ''inaturalidade''.
de 1/3 a 2/3: 5,1 a 11,9 horas.
- É constantemente criativo em relação ao assunto [superou a fase de obsessão repetitiva, porque deixou de idealizar o assunto (se cegar quanto aos pontos corretos e evitar escrutinar os pontos mais fracos), passando a buscar por suas partes faltantes, falhas ou possibilidades de incrementações]. O ''assunto de principal interesse'' se torna parte pulsante de si mesmo/ primeiro nível de naturalidade ''ser e interesse'', como eu já comentei, quando a ''empatia cognitiva'' pelo interesse se torna total, e ao invés de vê-lo separadamente, como algo exterior para ser louvado; como se ''ele'' se tornasse parte de si mesmo.
2/3 ou mais: 11,9 horas ou mais.
Não tem motivação nem capacidade para interagir com [essas ou, de maneira geral] ideias e pensamentos.
Especulação [semi selvagem] de quanto tempo por dia passa pensando sobre essas ou aquelas ideias de natureza intelectual: menos ou 1/1 do dia= 1,7 horas por dia. [em um dia normal ou em média]
''Fórmula'' [de quinta...série]:
24 - 7 [médias de horas dormindo]= 17 [médias de horas acordado]
- É parcialmente interessado [a maioria das pessoas dentro de nossas macro-conjunturas que privilegiam o predomínio da medianidade]
Tem motivação e/ou capacidades geralmente médias.
de 1/1 ou um pouco mais: 1,7 horas ou mais.
- Está interessado [nível de ''estudante universitário comum'']
de 1/1 a 1/3: 1,7 a 5,1 horas.
- Está muito interessado [nível de ''professor universitário'', geralmente do tipo ''não-cientista'']
de 1/1 a 1/3: 1,7 a 5,1 horas.
- Está obcecado [espectro do talento e da superdotação/superlatividade psico-cognitiva insulada ou mais generalizada]. Último nível de separação ''ser e interesse'' e de ''inaturalidade''.
de 1/3 a 2/3: 5,1 a 11,9 horas.
- É constantemente criativo em relação ao assunto [superou a fase de obsessão repetitiva, porque deixou de idealizar o assunto (se cegar quanto aos pontos corretos e evitar escrutinar os pontos mais fracos), passando a buscar por suas partes faltantes, falhas ou possibilidades de incrementações]. O ''assunto de principal interesse'' se torna parte pulsante de si mesmo/ primeiro nível de naturalidade ''ser e interesse'', como eu já comentei, quando a ''empatia cognitiva'' pelo interesse se torna total, e ao invés de vê-lo separadamente, como algo exterior para ser louvado; como se ''ele'' se tornasse parte de si mesmo.
2/3 ou mais: 11,9 horas ou mais.
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domingo, 9 de julho de 2017
Savant versus polímata
O primeiro como muitos sabem é uma ilha de excepcionalidade envolta por um oceano de deficiência severa.
Mas e o segundo, que aliás parece ser o oposto do savantismo? Parece ser mesmo o seu oposto? Não, espera. Será que os polímatas seriam como um oceano de excelência com uma ilha de deficiência severa??? E que essa deficiência bem que poderia ser em sua maioria/ou caracteristicamente o déficit em autoconhecimento?? (três intelectualidades)
Quanto maior é a auto-percepção de inteligência, especialmente quando o "aprendizado' parece vir sempre fácil, tendenciosamente menor a vontade de se auto-conhecer melhor??
E parece que nós temos uma espécie de autoconhecimento forçado e instintivo (ainda que possivelmente cru) no caso dos portadores da síndrome de Savant.
É impossível para o portador não reconhecer a sua ilha de excelência bem como também o seu oceano de deficiência.
Mas e quando tudo parece fácil de aprender? Aquilo que já comentei, a possível ilusão da simetria aparente. Quem é mais simetricamente inteligente, nomeadamente em termos cognitivos, mas que também poderia se dar em termos mais psicológicos, e não tem um ímpeto para a introspecção, pode se tornar mais auto-iludido com o próprio perfil e daí aparecer a síndrome do polímata.
Onde falta o autoconhecimento costuma ocorrer o predomínio do instinto individualmente/ personalizado. Tal como acontece com os outros seres vivos passa-se a refletir e a projetar as próprias características intrínsecas e sem reflexão ideal ou mesmo com muito pouca reflexão.
Este pode ser o caso do polímata [ou da maioria deles*]: real simetria de excelências (mas não necessariamente de excepcionalidades) [ cognitivas ] + vulnerabilidade para a hipo-sabedoria que por si só já se consiste em uma deficiência severa e que é ampliada por uma aparente simetria cognitiva ''geral' de excelência.
Portanto é isso, ''polímata [em média* ou, caracteristicamente*] como o oposto do savant: ilha de deficiência severa [autoconhecimento] em um oceano de excelência versus uma ilha de excepcionalidade [do tipo não-genial] em um oceano de deficiência severa].
Mas e o segundo, que aliás parece ser o oposto do savantismo? Parece ser mesmo o seu oposto? Não, espera. Será que os polímatas seriam como um oceano de excelência com uma ilha de deficiência severa??? E que essa deficiência bem que poderia ser em sua maioria/ou caracteristicamente o déficit em autoconhecimento?? (três intelectualidades)
Quanto maior é a auto-percepção de inteligência, especialmente quando o "aprendizado' parece vir sempre fácil, tendenciosamente menor a vontade de se auto-conhecer melhor??
E parece que nós temos uma espécie de autoconhecimento forçado e instintivo (ainda que possivelmente cru) no caso dos portadores da síndrome de Savant.
É impossível para o portador não reconhecer a sua ilha de excelência bem como também o seu oceano de deficiência.
Mas e quando tudo parece fácil de aprender? Aquilo que já comentei, a possível ilusão da simetria aparente. Quem é mais simetricamente inteligente, nomeadamente em termos cognitivos, mas que também poderia se dar em termos mais psicológicos, e não tem um ímpeto para a introspecção, pode se tornar mais auto-iludido com o próprio perfil e daí aparecer a síndrome do polímata.
Onde falta o autoconhecimento costuma ocorrer o predomínio do instinto individualmente/ personalizado. Tal como acontece com os outros seres vivos passa-se a refletir e a projetar as próprias características intrínsecas e sem reflexão ideal ou mesmo com muito pouca reflexão.
Este pode ser o caso do polímata [ou da maioria deles*]: real simetria de excelências (mas não necessariamente de excepcionalidades) [ cognitivas ] + vulnerabilidade para a hipo-sabedoria que por si só já se consiste em uma deficiência severa e que é ampliada por uma aparente simetria cognitiva ''geral' de excelência.
Portanto é isso, ''polímata [em média* ou, caracteristicamente*] como o oposto do savant: ilha de deficiência severa [autoconhecimento] em um oceano de excelência versus uma ilha de excepcionalidade [do tipo não-genial] em um oceano de deficiência severa].
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sexta-feira, 19 de maio de 2017
O mais do mesmo, só que dito de outra maneira e possivelmente mais entendível.... Inteligência/estupidez intelectual e cognitiva [QI]
Eu já comentei várias vezes e sob vários ângulos sobre esse assunto, por exemplo, construindo os conceitos de ''idiota/estúpido universal'' e o de ''idiota/estúpido contextual''. Só que agora eu vi uma maneira mais entendível para nos referirmos a esses tipos. Vamos lá, será bem rápido!
Inteligência/estupidez COGNITIVA [geralmente bem mensurada por testes cognitivos/QI] e Inteligência/estupidez INTELECTUAL [compreensão factual + consciência estética]
Podemos ter um clérigo muito cognitivamente inteligente, isto é, com excelentes habilidades secundárias/acessórias: vocabulário amplo, agilidade mental, habilidades matemáticas avançadas, bom conhecimento geral.... só que, com habilidades primárias/essenciais que deixam a desejar ou que se contrastam com as suas habilidades secundárias, que são a compreensão factual/racionalidade intelectual e a consciência estética/racionalidade moral. Em outras palavras, este clérigo pode escrever textos belíssimos mas na hora de diferenciar fatos de factoides ele se perde completamente, e mais, porque pelo simples fato de ser um ''agente do senhor todo poderoso'' e em especial se acreditar nisso, denotando níveis mais profundos de pensamento mágico, já o condenará em termos intelectuais, especialmente em relação ''ao que mais importa'' ou à ''camada existencial factual'' que o ser humano pode capturar e vivenciar. Eu acho que já tentei explicar quais seriam as diferenças entre o intelectual e o cognitivo, o primeiro uma combinação entre o emocional e o cognitivo, enquanto que o segundo se relacionaria mais à ''máquina ou computador humano'', que apenas processa as informações, mas sem avaliá-las. O cognitivo expressa a capacidade de processamento, o intelectual a capacidade de julgamento ou de ''processamento final'', isto é, a finalidade de todo este processo. O intelectual revela a integração de todos os ''sistemas'' mentais enquanto que o cognitivo expressa apenas a parte mais mecânica e acessória, por exemplo, as capacidades verbais, que servem como ''identificações'' ou ''marcações'' de nossos pensamentos, tal como quando usamos aquela caneta de cor verde-limão aberrante para marcar as partes mais importantes de um texto, para estudar pra prova.
Inteligência/estupidez COGNITIVA [geralmente bem mensurada por testes cognitivos/QI] e Inteligência/estupidez INTELECTUAL [compreensão factual + consciência estética]
Podemos ter um clérigo muito cognitivamente inteligente, isto é, com excelentes habilidades secundárias/acessórias: vocabulário amplo, agilidade mental, habilidades matemáticas avançadas, bom conhecimento geral.... só que, com habilidades primárias/essenciais que deixam a desejar ou que se contrastam com as suas habilidades secundárias, que são a compreensão factual/racionalidade intelectual e a consciência estética/racionalidade moral. Em outras palavras, este clérigo pode escrever textos belíssimos mas na hora de diferenciar fatos de factoides ele se perde completamente, e mais, porque pelo simples fato de ser um ''agente do senhor todo poderoso'' e em especial se acreditar nisso, denotando níveis mais profundos de pensamento mágico, já o condenará em termos intelectuais, especialmente em relação ''ao que mais importa'' ou à ''camada existencial factual'' que o ser humano pode capturar e vivenciar. Eu acho que já tentei explicar quais seriam as diferenças entre o intelectual e o cognitivo, o primeiro uma combinação entre o emocional e o cognitivo, enquanto que o segundo se relacionaria mais à ''máquina ou computador humano'', que apenas processa as informações, mas sem avaliá-las. O cognitivo expressa a capacidade de processamento, o intelectual a capacidade de julgamento ou de ''processamento final'', isto é, a finalidade de todo este processo. O intelectual revela a integração de todos os ''sistemas'' mentais enquanto que o cognitivo expressa apenas a parte mais mecânica e acessória, por exemplo, as capacidades verbais, que servem como ''identificações'' ou ''marcações'' de nossos pensamentos, tal como quando usamos aquela caneta de cor verde-limão aberrante para marcar as partes mais importantes de um texto, para estudar pra prova.
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qi
sábado, 5 de novembro de 2016
''Efeito Flynn'' em termos intelectuais** A secularização do Ocidente tem feito as pessoas artificialmente mais inteligentes, em termos intelectuais/culturais*

Fonte: pinterest
As pessoas são intelectualmente preguiçosas ou demasiadamente comodistas. Ao invés de procurarem, via curiosidade, pelas melhores análises e julgamentos da realidade, internalizando-as em seu cotidiano, elas tendem a esperar, tal como bebês de colo, que as informações e/ou ordens sejam trituradas e passadas pra elas, independente de suas qualidades, tal como papinha dada à criança recém nascida.
Percebe-se que a maioria dos seres humanos não são nem de intelectualmente interessados, nem de intelectualmente obcecados.
O nível de motivação intrínseca e dedicação quase que diária ao conhecimento, em especial aquele que for mais concreto, mais relacionado com o mundo real, encontra-se abruptamente reduzido em uns bons rincões de humanidade, enquanto que a obsessão intelectual, que se consiste em uma manifestação consideravelmente característica da inteligência, em seus níveis mais desenvolvidos, encontra-se praticamente reduzida à uma minoria de seres humanos. E entre o torpor intelectual das ''massas'' e a curiosidade insaciável de uma minoria, nós temos uma classe-tampão de ''intelectualmente interessados'', que combinam parte da psicologia do primeiro com a do segundo grupo, geralmente as massas ''de'' QI razoavelmente alto (a muito alto) que povoam as universidades.
Portanto, sem mudanças culturais, a partir da base, a maioria das pessoas serão fortemente propensas a se conformarem, e mesmo com as mudanças, dependendo do grau de vantagem que a nova onda de conformidade poderá propiciar à elas, uma maioria em potencial se adaptará à nova roupa do rei, sem qualquer substancial escrutínio, este que tende a se dar via introspecção, quando debatemos com nós mesmos sobre as crenças que internalizamos, isto é, que se consistem em diálogos internos.
Temos visto grande transformação na cultura e nos pontos de vista do ''senso comum'' em especial no Ocidente em que no início do século XIX, a maioria das pessoas, especificamente na Europa e na América Anglo-saxônica, tinham como ''fonte de conhecimento'' a religião cristã. Com a secularização progressiva houve uma redução dramática do domínio da narrativa cristã sob o senso comum das massas. A partir do momento em que um conjunto de ideias baseadas em uma mistura vulgar de pensamento mágico e pensamento naturalista (religião) foram sendo substituídas por um conjunto de ideias mais enraizadas no mundo real, e portanto mais ''científicas'', as pessoas em média foram se tornando em receptadoras e agentes de ideias menos fantasiosas, em outras palavras, de mais intelectualmente inteligentes. Claro que esta mudança não foi completamente direcionada para um sentido ideal, e que, é provável que não tenha se traduzido em melhorias orgânicas/mentais entre os seres humanos expostos a essas mudanças.
Por exemplo, o percentual de pessoas, menores de 25 anos, que ''não acreditam em Deus'', na Islândia, segundo pesquisas recentes, atingiu um valor bastante significativo. Isso significa que os islandeses se tornaram mais intelectualmente inteligentes**
Artificialmente falando, pelo que parece, sim, porque pelo fato de ''terem'' substituído o besteirol cristão por algo menos fantasioso, pôde-se constatar que eles tem se tornado mais intelectualmente inteligentes ou que as novas gerações tem se tornado mais intelectualmente/filosoficamente (culturalmente) inteligentes. No entanto, essas macro-comparações vagas dizem pouco em termos de idealidade assim como também de mudanças intrínsecas, isto é, o aumento de uma maior precisão intelectual/moral pode não ter tido como resultado um igual aumento na qualidade psico-cognitiva intrínseca ou genotípica, em outras palavras, que a secularização nesta sociedade não foi acompanhada por um salto qualitativo de inteligência genotípica, que as pessoas tenham se tornado organicamente mais inteligentes, mas aparentemente.
As pessoas nascem dentro de um certo ambiente, bastante secularizado, e não são inculcadas desde cedo a seguirem qualquer religião. No entanto, tal processo de secularização tem acontecido em todo Ocidente e eu acho que é comum que os jovens sejam mais propensos a serem descrentes e que ao longo do tempo o torpor típico das pessoas médias acabe assentando esta euforia e cinismo juvenis. Eu acredito que as pessoas médias, justamente por serem médias, encontram-se mais adaptáveis a essas mudanças culturais, enquanto que é claro que aquelas que estiverem sendo mais favorecidas por essas novas ondas de conformidade/senso comum, é provável que exibirão características intrínsecas (intrinsicabilidade) mais naturalmente/biologicamente dispostas pra este caminho, por exemplo, no caso de se ser mais intensamente ateu e/ou agnóstico em relação à secularidade da ''modernidade''.
Isso significa que precisamos pensar o quão plásticos estamos em relação às nossas crenças religiosas e eu acredito que esta particularidade obedecerá à regra geral dos comportamentos, isto é, que todos nós teremos uma plasticidade individualmente limitada de comportamento, que variarão individualmente em termos de intensidade, e que será mediado por interações com o ambiente, baseado na maneira com que o mesmo se apresenta e em que como respondemos a ele.
O aumento do número de filhos que nascem de pais mais velhos, presume-se, mais mutantes, pode ter um efeito real/biológico em larga escala nessas mudanças culturais. Aumento no tamanho do cérebro** Conjecturas...
O que sabemos por agora é que, quando os centros de inculcação cultural mudam as suas narrativas, a maioria das pessoas tendem a mudar também, para acompanhar os seus rebanhos. Ateus e agnósticos verdadeiros são raros. No entanto, eu acredito que a inculcação cultural anti-religiosa desde cedo e generalizada pode fazer um monte de gente normal (que segue normas) e média internalizar narrativas mais científicas e ou corretamente filosóficas, ainda que tendam a fazê-lo de modo superficial. O que também é bastante perceptível é o processo de esquerdização das narrativas culturais mais proeminentes, que em outras palavras significa: ''troca de pele'' cultural, da religião para a ideologia. A ideologia geralmente se passa como mais científica ou como mais filosoficamente correta, do que a religião, que já se consiste em sua metamorfose final, em sua imposição generalizada. Em outras palavras, toda religião nasce como ciência ou filosofia, se transforma em ideologia por um tempo e termina exatamente como religião, isto é, o nível de força de sua imposição cresce de acordo com que perde o seu brilho/encanto inicial e mentiroso.
Portanto pode-se dizer que a maioria dos jovens islandeses não são ou se tornaram exatamente em pensadores racionais até mesmo porque é provável que sejam ou que se tornem ''progressistas'', ''globalistas'' ou ''esquerdistas''. Eles estão mais racionais, é verdade, mas não são, pelo que parece, por definitivo racionais, em constância, qualidade ou precisão de julgamentos equilibrados e factualmente corretos. Percebe-se que muitos deles simplesmente estão sendo inculcados na ideologia globalista/esquerdista.
Se perguntarmos às pessoas que nasceram no início do século XX sobre uma série de questões morais/filosóficas, é provável que a maioria nos dará respostas moralmente questionáveis, que foram embasadas em pontos de vistas religiosos, enquanto que se fizermos o mesmo experimento, e de preferência com uma farta amostra representativa, só que com jovens, é provável de termos uma maior proporção de respostas mais moralmente corretas, que foram baseadas em algum conhecimento científico ou filosoficamente/moralmente correto -- preciso. Por exemplo, a homossexualidade é pecado condenado por Deus versus a homossexualidade encontra-se presente em várias outras espécies além da humana e portanto é um comportamento natural.
Por outro lado todo o conhecimento naturalista, muitos que foram embasados e expressados em/como pré-conceitos minimamente corretos, porém vulgarmente generalistas, que era a regra, juntamente com a metafísica bondade cristã, nos tempos de nossos bisavós, tem sido perdido, justamente para o incremento na parte da moralidade objetiva. Tira-se de um lado, coloca-se em outro. Por exemplo, as raças humanas existem e [todos] os negros são menos inteligentes que os brancos versus as raças humanas não existem especialmente por causa do legado moralmente equivocado deste termo em relação aos seres humanos e aos seus direitos ... e ... os negros não são menos inteligentes que os brancos porque as causas para essas disparidades são as diferenças ambientais e o racismo do grupo mais forte/opressor, isto é, dos brancos.
Enquanto que o sábio genotípico ou intrínseco tenderá a aceitar os dois conjuntos de concepções, naturalista e moral, e os melhorará em demasia, ou ao menos tentará fazê-lo, o ser humano comum, normal, que segue normas, e médio, tenderá a ser persuadido de maneira subconsciente a seguir um dos modelos parciais e superficialmente corretos de entendimento e de interação com o mundo, resultando em algumas dessas vampiras que já tanto falei: cultura, religião ou ideologia. Uma menor compreensão sobre os próprios mecanismos de operacionalidade ou comportamento também quer indicar uma maior vulnerabilidade para acatar as necessidades irreflexivas do próprio ego, e de acordo com a profusão de ideias, pensamentos e diretrizes que estão sendo constantemente despejadas dentro das sociedades humanas, especialmente das mais complexas, produzindo, e a nível individual, aquilo que chamamos de co-evolução cultura e genética/biologia. Isto é, as pessoas vão sendo selecionadas para certa cultura, se houver reciprocidade ''benigna' entre ambas as partes.
Portanto como conclusão, por agora, percebe-se claramente uma melhoria a nível superficial do ''senso comum'' no que se refere à moralidade objetiva/proporcionalidade comportamental, mas por outro lado, percebe-se uma perda cultural de todo o conhecimento naturalista acumulado, expressado por meio de ''pré-conceitos'' ou seria melhor, generalizações sobre as diferentes nuances do comportamento humano, ainda que generalistas e minimamente corretos.
Vamos ficar todos bonzinhos e super-mega-ultra compreensivos.
...
Isto quer indicar que com o deslocamento da narrativa oficial, a partir de um epicentro religioso/cristão, para um epicentro científico/secular, houve uma melhoria relativa na qualidade das informações, ideias, pensamentos e diretrizes que são socializadas, e com isso podemos concluir previamente que as novas gerações foram se tornando mais intelectualmente inteligentes, em comparação às gerações mais antigas, mais inculcadas com pensamento religioso, ainda que tal melhoria foi apenas a nível muito superficial, porque ao invés de uma completude no pensar e agir, que faria com que melhorássemos os pontos válidos, predominantemente de natureza naturalista, que eram parte do senso comum há 80, 90 anos atrás, o sistema sócio-cultural ocidental tem apenas deslocado o seu epicentro, da religião para a ideologia, e com segundas intenções, pois embutido à religião, ao velho epicentro cultural, encontra-se o conhecimento naturalista, e este tem sido ostensivamente atacado, sendo tratado erroneamente (e propositalmente))))) como o oposto da moralidade objetiva, que também tem sido superficialmente trabalhada, e novamente, com segundas, terceiras, quartas intenções maquiavélicas.

Fonte: Equilíbrio e Família
Puxou para um lado, mas tirou do outro lado.
''(d)Efeito Flynn'' = melhorou superficialmente no quesito intelectual/moral, piorou no quesito naturalista.
Marcadores:
agnosticismo,
ateísmo,
conformidade,
cultura,
efeito Flynn,
intelectualidade,
intelectualmente interessados,
intelectualmente obcecados,
moralidade objetiva,
motivação intrínseca,
religião,
senso comum
domingo, 30 de outubro de 2016
É a qualidade intelectual bebê!!! obsessão por mundanices se consiste num marcador poderoso de inferioridade intelectual... (já falei isso umas oitocentas mil vezes... mas nunca é ruim relembrar o ponto mais crucial da evolução humana, da vida)

Panis et circensis
Fonte: Vagalume
Chá pra fila de esterilização!!!! ;)
Homens que falam por demasia em ''futebol'', ou em qualquer outra mundanice de apelo mais masculino = intelectualmente inferior
Mulheres que falam por demasia em ''novelas'', ''mundo das celebridades'', ou em qualquer outra mundanice de apelo feminino = intelectualidade inferior...
É a qualidade, estúpido!!
Eu não duvidaria se a maioria dos ''altos QI'' não fossem de intelectuais medíocres a inferiores,
e se a maioria dos mais intelectualmente exaltados, ainda não fossem suficientemente superiores a ponto de tocarem o céu decididamente sereno da racionalidade.
A ''superioridade'' embutida aqui é apenas: pensar e agir corretamente.
inteligência: cognitivo e intelectual/cultural = criar/sustentar/construir e viver

Máquina (cognição) e Alma (afetividade/temperamento)
Fonte: inverse
O mundo do trabalho e o mundo da vida
Vivemos e trabalhamos, seja numa cidade grande, ou em uma caravana de camelos no meio do deserto do Saara ou no meio da floresta amazônica.
E nossos comportamentos e inteligências, inconscientemente, imediatamente, sabem quanto a esta sina da vida.
Nos dividimos em cognição, intelectualidade e temperamento/afetividade e os três são controlados por nossas capacidades de reconhecimento básico e não-tão-básico de padrões. Como eu já comentei, primeiro temos o simples auto-reconhecimento físico, do próprio corpo. Depois temos o uso desses atributos, de acordo com que eles vieram pra nós. Todos os seres vivos, incluindo o ser humano, apresentam essas duas fases do comportamento. O ser humano é aquele com o nível mais desenvolvido de auto-consciência, claro, se comparado com o restante da fauna terrestre, porque se forem comparados entre si mesmos, haverão grandes diferenças de indivíduo para indivíduo. Existe um espectro entre a cognição, o comportamento misto cognitivo-afetivo e o temperamento. Eu denominei o comportamento misto cognitivo-afetivo de ''intelectualidade''. A cognição em seu estado puro seria metaforicamente falando como as partes ''mecânicas'' de nossas inteligências, enquanto que a intelectualidade se consistiria no uso intermediário, da cognição e do temperamento ou afetividade, o comportamento por si mesmo, caracteristicamente falando. Sem a cognição, o temperamento ou afetividade é basicamente inútil e se perderá nas emoções fortes e incontroláveis. Também podemos entendê-los/vê-los como o espectro mecanicista e mentalista, em que o mecanicismo será mais cognitivo em natureza, e o mentalista será intermediário entre o intelectual e o afetivo, e não necessariamente apenas o intelectual ou o afetivo, como eu já expliquei logo acima. Os homens, em média, são mais mecanicistas e as mulheres mais mentalistas. Os homens pensam mais nas coisas (ou redor dos seres/vidas), e são mais propensos a serem do sócio-tipo do trabalhador. As mulheres pensam mais nos seres, mas também são mais propensas a serem deste sócio-tipo, ainda que tendam a se diferir no tipo de trabalho em que são melhores.
Quem é mais cognitivo, será mais propenso a ser mais frio em temperamento e mais focado justamente nesta área, ainda que o estado puro de cognição como eu falei, mais se pareceria com uma máquina. O temperamento também pode ser entendido como uma espécie de ''alma'', e a intelectualidade se consistiria na mistura entre a máquina cognitiva e alma afetiva.
A inteligência cognitiva basicamente atrela-se ao mundo do trabalho e/''ou' da sobrevivência enquanto que a inteligência intelectual se atrelaria ao mundo misto, entre o temperamento/afetividade e a cognição. Como eu tenho falado, a inteligência não se consiste apenas em seu lado cognitivo/mecânico, mas também afetivo, e a união de todo esse espectro produzirá, que geralmente resulta na intelectualidade, também na inteligência por si mesma, se eu não poderia ser ainda mais atrevido ao sugerir que ambas possam ser consideradas como sinônimos. Como eu já falei muitas vezes, não somos apenas ou especialmente de trabalhadores, mas de seres completos, e portanto nossas capacidades precisam abranger todo o espectro cognitivo--afetivo.
A intelectualidade geralmente se relaciona com o nível cultural/moral dos seres humanos (dentre outros seres) e portanto quanto mais acrítico e copiado de culturas locais, que quase sempre são irracionais (civilizações) OU inconscientemente incompletas (comunidades de caçadores/coletores), menor será o nível da mesma, enquanto que quanto mais factualmente correto e artisticamente rico, elegante ou elegantemente variado, maior será o nível de intelectualidade. Não preciso dizer que a intelectualidade se relaciona com a consciência estética, a consciência da beleza e que por sua vez, ao fazer-se de modo generalizado, resultará na sabedoria (já falei sobre isso), isto é, a ''artisticização'' da vida, harmonizando, simetrizando a mesma, em sua ''totalidade''.
Quem é mais intelectualizado, presume-se, de acordo com esta lógica que está sendo proposta, tenderá a ser melhor na arte de viver, mas também de compreender o mundo dos seres, nomeadamente dos seres humanos. Quem é muito orientado para o emotivo/afetivo, tenderá a ser mais ilógico e potencialmente irracional daquele que for muito orientado para o lado cognitivo e em especial, em relação a quem está mais balanceado.
A qualidade do comportamento terá o seu cume, o seu teto de excelência, ao menos em termos de potencial, mas também em relação a toda sorte de comportamento/atitude racional, justamente na intelectualidade, enquanto que será mais minimalista, direto e insensível do lado mais cognitivo (comum entre os homens) e mais maximalista, indireto e sensível do lado mais afetivo (comum entre as mulheres). Como também acontece com a sabedoria, a intelectualidade será consideravelmente mais balanceada, por causa de sua natureza intermediária, mas também por causa de sua qualidade, por reunir o que há de melhor nos dois lados, ainda que puxe mais para o lado afetivo.
O cognitivo é mais lógico e nem por isso mais racional. O afetivo é mais ilógico e nem por isso totalmente irracional.
Portanto este se consiste em mais um texto com o intuito de desbaratar a narrativa supremacista do sócio-tipo trabalhador que tolamente tenta vincular a inteligência exclusivamente para si, reduzindo-a meramente ao papel que original e corretamente cabe à cognição. Não somos apenas máquinas...
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