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sexta-feira, 29 de maio de 2026

I am definitely in favor of ending the 6x1 work schedule in Brazil and worldwide. But...

 ...I fear the serious side effects this measure could cause in the medium and long term, such as mass layoffs, not only because Brazil is once again experiencing a sensitive economic and social moment under a left-wing government, but also because the business class, especially the wealthiest, tends to exhibit psychopathic personality traits and would have no qualms about using the end of the 6x1 work schedule as an excuse to lay off workers, in addition to committing other injustices against the working class, aiming, of course, (always) at increasing their profits...


Therefore, I also fear the effects caused by the supposedly well-intentioned measures of left-wing governments, not just this one, the end of the 6x1 work schedule, because they seem reckless, both governments and so-called progressive masses, regarding the essentially hierarchical nature of the relationships between factors within a socioeconomic scenario or context, organizing themselves like houses of cards where the removal of some cards can mean the fall of the castle or, at least, a worsening of its base. to support it. Again, as if they were completely ignorant of these relationships and how altering them without in-depth study, which would most likely result in the conclusion that other equally popular, necessary, and complementary measures should be promoted, could bring unintended consequences. For example, the constant disregard by the progressive wing for some of the structural problems, primarily in Brazil, that most hinder the lives of both employers and employees, such as the high tax burden and its use to sponsor very high salaries for certain classes of public employees, such as politicians, only ratifies and reinforces the veracity of my concern. If they joined the chorus of those who want a reduction in taxes, especially some that seem to mock their authors, but, on the contrary, because they are among those who most advocate for the continuous increase in the tax burden, to continue sponsoring "welfare measures" that, in turn, keep a potentially growing part of the population dependent on the state, precisely serving as electoral cattle...

Definitivamente, sou a favor do fim da escala 6x1 no Brasil e no mundo. Mas...

 ... temo pelos efeitos colaterais graves que essa medida pode causar a médio e longo prazo, tal como a demissão em massa, não apenas porque o Brasil vive, mais uma vez, e sob um governo de esquerda, um momento econômico e social sensível, mas também porque a classe empresarial, especialmente os mais abonados, tende a apresentar traços psicopáticos de personalidade e não teria qualquer remorso em usar o fim da escala como desculpa para demitir, além de cometer outras maldades contra a classe trabalhadora, visando, é claro, (sempre) o aumento dos seus lucros...


Então, também temo pelos efeitos causados pelas medidas supostamente bem intencionadas de governos de esquerda, não apenas essa, do fim da escala 6x1, por parecer que são inconsequentes, governos e massas ditas progressistas, quanto à natureza essencialmente hierárquica das relações dos fatores dispostos dentro de um cenário ou contexto socioeconômico, se organizando como castelos de cartas em que a retirada de algumas cartas pode significar a queda do castelo ou, ao menos, uma piora de sua base em sustentá-lo. Novamente, como se estivessem completamente ignorantes sobre essas relações e em como que, alterá-las sem um estudo profundo, que muito provavelmente resultaria na conclusão de que se deve promover outras medidas, igualmente populares, necessárias e complementares, pode trazer consequências indesejadas. Por exemplo, pelo constante desprezo da ala progressista sobre alguns dos problemas estruturais, primariamente no Brasil, que mais dificultam a vida, tanto de empregadores quanto de empregados, como a carga tributária alta e o seu uso para patrocinar salários muito altos para certas classes de funcionários públicos, como os políticos, que apenas ratifica e reforça a veracidade dessa minha preocupação. Se se juntassem ao coro de quem quer uma diminuição de impostos, especialmente de alguns que parecem até um deboche dos seus autores, mas, pelo contrário, porque são dos que mais pregam pelo contínuo aumento da carga, para continuar patrocinando "medidas assistencialistas' que, por sua vez, mantêm uma parte potencialmente crescente da população dependente do estado, exatamente se servindo como gado eleitoral... 

Who was Pava LaPere?

 When a rat is infected by the protozoan Toxoplasma gondii, it becomes strangely attracted to its greatest predator, the cat, chasing it until it finds the feline and makes itself available to become its food.


Something similar happens to humans, with or without a protozoan that parasitizes and zombifies its victim, when one chooses an analogous path of ignorance and naiveté that leads, those who allow themselves to be deceived, sometimes literally, to an encounter with a predator...


This is what happened to Pava LaPere, a young American, white, and leftist woman, CEO of a technology company she herself created, who was raped and murdered by a Black man in 2023. Yes! A young, idealistic woman, full of well-intentioned ideas, attempted to combine technology with her distorted, excessively abstract vision of social justice, resulting in her own death when, naively, she saw no problem in allowing this strange "man" into her building at night, probably believing it would be racist to suspect him, leading to her tragic fate...


Pava was yet another victim of her own beliefs, of her own well-intentioned folly... If she had been educated about some of the most important social and statistical facts, perhaps she would have feared for her life that fateful night and would not have let that man into her building. And we would have had her with us, with her smile and her idealistic desire for a better world. And if she had any real potential to learn from experience, to gain wisdom, she would have abandoned those same beliefs that, in reality, contributed to taking her life so young. For there are many "Pavas" appearing in the world recently. They are the result of decades of profound ideological indoctrination embedded in the heart of Western culture. But they are also products of their own intellectual and emotional frailties, even in the case of a "young prodigy," if what matters is not grand achievements, but rather the most important thing, which is the constant search for an objective and impartial understanding of the world in which one lives, a much more humble, but also necessary, way to stop always projecting one's beliefs or desires onto the world, so that one can first truly understand it as it is...

Quem foi Pava LaPere??

 Quando o rato é infectado pelo protozoário do toxoplasma gondii, ele passa a se sentir estranhamente atraído pelo seu maior predador, o gato, perseguindo-o até encontrar o bichano e se deixar à disposição para virar sua comida. 


Algo parecido acontece com humanos, com ou sem um protozoário que parasita e zumbifica sua vítima, quando se escolhe por um caminho análogo de ignorância e ingenuidade e que leva, quem se deixa enganar, vezes, literalmente, ao encontro de um predador... 

Foi o que aconteceu com Pava LaPere, jovem americana, branca e esquerdista,  CEO de uma empresa de tecnologia que ela mesma criou e que foi estuprada e assassinada por um homem negro em 2023. Sim! Uma jovem idealista cheia de ideias bem intencionadas, tentou aliar tecnologia com a sua visão deturpada, excessivamente abstrata, de justiça social, resultando em sua própria morte, quando, ingenuamente, não viu nenhum problema em permitir que esse "homem" estranho entrasse no seu prédio, de noite, e claro, provavelmente por acreditar que seria racismo suspeitar dele, resultando em seu destino trágico...

Pava foi mais uma vítima de suas próprias crenças, da própria insensatez bem-intencionada... Se ela tivesse se letrado sobre alguns dos fatos sociais e estatísticos mais importantes, talvez, tivesse temido por sua vida naquela fatídica noite e não teria deixado aquele homem entrar em seu prédio. E a teríamos conosco com o seu sorriso e o seu desejo idealista por um mundo melhor. E se tivesse algum potencial real de aprender com a experiência, de sabedoria, teria abandonado essas mesmas crenças que, na realidade, contribuíram para ceifar sua vida tão jovem. Pois são muitas "Pavas" aparecendo no mundo, recentemente. São resultados de décadas de profunda doutrinação ideológica incrustada no seio da cultura ocidental. Mas também são produtos de suas próprias fragilidades intelectuais e emocionais, mesmo no caso de uma "jovem prodígio", se não importa à racionalidade, feitos grandiosos, e sim, o mais importante, que é a constante busca por uma compreensão objetiva e imparcial sobre o mundo em que se vive, muito mais humilde, mas também preciso, de deixar de, sempre se projetar: suas crenças ou desejos sobre o mundo, para que possa, primeiro, compreendê-lo de fato com ele é...  

domingo, 24 de maio de 2026

Regarding the temporal-ideological and genuinely empathetic gap of the left

 When Nazism from 80 years ago is more important than the suffering of millions of contemporaries subjected to the oppressive totalitarianism of "communist" regimes.


You're lucky! You weren't born in North Korea or Cuba. You don't live in either of those countries, although you probably live in Brazil, just like me. In this country, which, while far from being Switzerland, is at least not absolutely worse than those other two countries mentioned (until this year, 2026).


You don't live totally subjugated to a totalitarian government. Err, I mean, not yet... Although it seems we are heading towards a future more similar to the Cuban and North Korean present...


You don't live without being able to travel or leave your country with government authorization; afraid to say something "wrong" and be punished with forced labor or even death (although you can already be punished by the state if you commit certain "thoughtcrimes"); Without any autonomy, even minimal, over your own lives; in poverty, forced into constant rationing of food, energy, water... While the political elite of their country live in much better conditions... You don't live entirely within a lie maintained by perverse government officials: abandoned, treated literally like cattle on a farm, your spirit and body slaughtered daily until those days become years, decades..., and seeing your best years slip through your fingers, until you grow old without ever knowing what it is to have abundant food and the freedom to express yourselves, to dress, to come and go...


That's why I feel true compassion for these people who cannot enjoy what I have or can, which is still little, but minimally sufficient. I feel sorry for every North Korean and Cuban who would like, at least, to have the right to leave their countries and try to improve their lives outside of them. But not even that. They live in an existential limbo, in a kind of hell on Earth... And even if there are no extermination camps or official statistics of genocides perpetrated by their governments, it is not difficult, for anyone who still maintains some level of logical-rational reasoning, to associate them with other governments or social systems that, throughout history, have also caused great human suffering, such as Nazism. If I could be bolder and suggest that Cuba and North Korea are like two concentration camps of considerable physical dimensions, after all, their inhabitants are directly subjected to totalitarian social systems, not unlike what happened to prisoners in Nazi concentration camps. The biggest difference is that there is not, explicitly speaking, a routine of (immediate and explicit) mass murders. But it is not an exaggeration to conclude that they suffer so much in life that as if this constant pain accelerates the natural obsolescence of their organisms, leading to the premature death of many of them, especially the most vulnerable. While capitalist societies can also exhibit variably high levels of suffering, especially in third-world countries, which contrast sharply with the more humanized version of capitalism, social democracy...


But then, we have a likely majority of leftists silent about the suffering of inhabitants of countries like Cuba and North Korea, precisely those who claim to fight against social injustice and oppression; who advocate for solidarity, freedom, and equality... A likely majority that tends to be obsessed with certain historical periods and uses them as prime examples of human selfishness and cruelty, such as Nazism, which emerged and established itself as the dominant social and ideological system in Germany more than eighty years ago. And only or especially Nazism... While Cubans, people like you and me, live in misery, lacking the most basic necessities, even when there was Soviet aid, because they didn't even have the most basic democratic right to have a voice and to be able to use it, for example, to criticize the government/party. And they continue like this, only now it's even worse. Of course, the same can be said about the North Koreans...


What also persists are the excuses of those who coldly remain silent about the suffering of these peoples, as if denying its legitimacy (and that seems to be what they do). Because, according to this majority, it is not the "socialist/democratic" dictators (??), and their henchmen, who are most to blame for the deplorable states in which Cuba and North Korea find themselves. The blame, for those who adopt victimhood as a habit, always lies with the other: the American embargo, Western imperialism, structural racism... in short, any abstract expression that denotes a pretense of intellectual depth. Even with all the evidence pointing to the fact that every so-called socialist regime is basically a reinterpretation of what happened in the first revolutionary experience, in the Russian Empire, because.this perfectly illustrates what the most important political prophet, George Orwell, wrote in the form of a children's fable in his brilliant book: Animal Farm. Even though Nazism always deserves a definitively negative mention*, the absolute contempt of many leftists for the suffering of these exemplified peoples, while simultaneously always trying to associate the idea of ​​evil only with the other side of the political-ideological trenches, calls into question their capacity for moral discernment, due to an extreme selectivity of indignation, very incoherent or contradictory...


*although it is entirely possible, and I think even necessary, to explore and emphasize its complexity, for example, to show that not "everything" that was/is defended was/is unequivocally wrong, as many leftists/Orwellians like to do (for example, claiming that people, especially those of Caucasian white race, cannot have a more positive feeling about their race, because that would be the same as racism, "white supremacy" or even Nazism, as if only European peoples had a history of conflict, wars and oppression and, therefore, were no longer allowed to have and demonstrate it). that feeling...

Sobre defasagem temporal-ideológica e genuinamente empática da exquerda

 Quando o nazismo de 80 anos atrás é mais importante que o sofrimento de milhões de contemporâneos submetidos ao totalitarismo opressor de regimes "comunistas' 


Você tem sorte! Não nasceu na Coreia no Norte e nem em Cuba. Não vive em nenhum desses países, ainda que provavelmente viva no Brasil, assim como eu. Nesse país que, se está bem longe de ser uma Suíça, pelo menos não é tão absolutamente pior que esses outros dois países citados (até esse ano de 2026). 

Você não vive totalmente submisso a um governo totalitário. Err digo, não ainda... Apesar de parecer que estamos caminhando para ter um futuro mais parecido com os presentes cubano e norte-coreano...

Não vive sem poder viajar ou sair do seu país com autorização do governo; com medo de dizer algo "errado' e ser punido com trabalhos forçados ou até com a morte (ainda que já possa ser punido pelo estado se cometer certos "crimes de pensamento"); sem ter qualquer autonomia, mesmo que mínima, sobre a sua própria vida; na pobreza, forçado a racionamentos constantes de alimentos, de energia, água... Enquanto a elite política do seu país vive em condições muito melhores... Não vive inteiramente dentro de uma mentira mantida por perversos do governo: abandonado, tratado literalmente como gado dentro de uma propriedade, tendo seu espírito e o seu corpo abatidos diariamente até esses dias se tornarem anos, décadas..., e ver seus melhores anos escaparem de suas mãos, até envelhecer sem ter sabido o que é ter comida farta e liberdade para se expressar, se vestir, de ir e vir...

É por isso que eu sinto uma compaixão verdadeira por essas pessoas que não podem usufruir o que eu tenho ou posso, que ainda é pouco, mas minimamente suficiente. Eu sinto muito por todo norte-coreano e cubano que gostariam de, pelo menos, ter o direito de deixar seus países e tentarem melhorar de vida fora deles. Mas nem isso. Eles vivem em um limbo existencial, em uma espécie de inferno na Terra... E mesmo se não existem campos de extermínio ou estatísticas oficiais de genocídios perpetrados pelos seus governos, não é difícil, para quem ainda mantêm algum nível frequente de raciocínio lógico-racional, associá-los a outros governos ou sistemas sociais que, ao longo da história, também causaram grande sofrimento humano, tal como o nazismo. Se eu poderia ser mais ousado e sugerir que Cuba e Coreia do Norte são como dois campos de concentração de dimensões físicas consideráveis, afinal, seus habitantes estão diretamente submetidos a sistemas sociais totalitários, não muito diferente do que acontecia com prisioneiros dos campos de concentração nazistas. A maior diferença é que não há, explicitamente falando, una rotina de assassinatos (imediatos e explícitos) em massa. Mas não é exagerado concluir que, sofrem tanto em vida, que é como se essa dor constante acelerasse a obsolescência natural dos seus organismos, levando à morte precoce de muitos deles, em especial dos mais vulneráveis. Ainda que sociedades capitalistas também possam apresentar níveis variavelmente altos de sofrimento, especialmente em países de terceiro mundo, destoantes da versão mais humanizada do capitalismo, a social-democracia...

Mas, então, temos uma provável maioria de esquerdistas calada sobre esse sofrimento que habitantes de países como Cuba e Coreia do Norte, justamente aqueles que dizem lutar contra a injustiça social e a opressão; que defendem pela solidariedade, pela liberdade e pela igualdade... Uma provável maioria que costuma ter uma obsessão por certos períodos históricos e a usá-los como exemplos máximos do egoísmo e da crueldade humanos, como o nazismo, que emergiu e se estabeleceu como sistema social e ideológico dominante na Alemanha a mais de oitenta anos atrás. E apenas ou especialmente o nazismo... Enquanto cubanos, de pessoas como você e eu, vivem na miséria, carentes do mais básico, mesmo quando havia ajuda soviética, pois não tinham sequer o direito democrático mais básico de ter uma voz e de poderem usá-la, por exemplo, para criticar o governo/partido. E continuam assim, só que agora é até bem pior. Claro que o mesmo pode ser dito sobre os norte-coreanos...

O que também se perpetuam são as desculpas desses que se silenciam friamente sobre o sofrimento desses povos, como se negassem que fosse legítimo (e parece ser isso que fazem). Porque, segundo essa maioria, não são os ditadores "socialistas/democráticos" (??), e seus capangas, os maiores culpados pelos estados lastimáveis que se encontram Cuba e Coreia do Norte. A culpa, para quem adota o vitimismo como hábito, é sempre do outro: do embargo americano, do imperialismo ocidental, do racismo estrutural... enfim, de qualquer expressão abstrata que denota uma pretensão de profundidade intelectual. Mesmo com todas as evidências apontando que todo regime dito socialista é basicamente uma releitura do que aconteceu na primeira experiência revolucionária, no Império Russo, porque mostra exatamente o que o profeta político mais importante, George Orwell, escreveu em forma de fábula infantil, em seu brilhante livro: A Revolução dos Bichos. Mesmo que o nazismo sempre mereça uma menção definitivamente negativa*, o desprezo absoluto de muitos esquerdistas em relação ao sofrimento desses povos exemplificados e, ao mesmo tempo, sempre tentando associar a ideia de mal apenas ao outro lado das trincheiras político-ideológicas, coloca em cheque a capacidade dos mesmos de discernimento moral, por ser uma seletividade extrema de indignação, muito incoerente ou contraditória...

*ainda que seja totalmente possível e acho que, até necessário, explorar e enfatizar sua complexidade, de, por exemplo, mostrar que, nem "tudo" o que defendia/defende estava/está inequivocamente errado, tal como muitos esquerdistas/orwellianos gostam de fazer (por exemplo, de afirmar que pessoas, especialmente as de raça branca caucasiana, não podem ter um sentimento mais positivo sobre sua raça, porque isso seria o mesmo que racismo, "supremacia branca" ou mesmo nazismo, como se apenas povos europeus que tivessem uma história de conflitos, guerras e opressão e, portanto, não lhes fosse mais permitido ter e demonstrar esse sentimento... 

sexta-feira, 15 de maio de 2026

The problem with Brazilian education, according to the "right wing"...

...is the imposition of the "socioconstructivist" model, from the left. A pseudoscientific model full of empty expressions and jargon, as is typical of pseudosciences, which opposes the traditional pedagogical model: emphasizing the memorization of information passed from teacher to student*. However, the problem with education, and not only in Brazil, is not just the model adopted, but that, on average, our population already presents cognitive limitations that are not reflections of personal experiences or social deficiencies, but of their own biology, of something that is practically determined at birth, of what one can achieve... Therefore, regardless of the model adopted, even if it may worsen the educational level, the cognitive limitations of the majority of the population, at least in relation to academic aspects, contribute massively to determining the potential proficiency that can be acquired. So, even if the software (the "education" model) is the best possible, it will still depend on the hardware (intrinsic or biological characteristics) that will continue to limit its results. A wonderful education model will not, miraculously, increase, for example, the average IQ of the Brazilian population, which is currently around 85 points, well below the Greenwich average of 100.


However, this is the misguided explanation that the so-called Brazilian "right" has decided to adopt, of course, exclusively blaming the influence of the "left" on education and completely disregarding these fundamental aspects, as they are also "controversial" or "polemical" nowadays. Yet another demonstration of how weak and submissive the "right" is in relation to the cultural hegemony of its antagonist in traditional institutions, since an "educativist" explanation (education for education's sake) has typically been adopted by the "left," even as a way to avoid a more objective and intellectually honest approach that would inevitably lead it to highlight these "fundamental aspects." However controversial, in short, it would force one to point to the "white elephant." For example, highlighting that Brazil has low academic performance because a significant portion of its population is composed of Afro-descendants (because they tend to have {on average} low cognitive abilities compared to other populations, such as European whites and East Asians of Asian descent), and all that litany of the "totalitarians of good" would come to the fore: "fascism," "scientific racism," "Nazism"... In short, a cowardly "right wing" submissive to the dominant "progressive" moral code...


* The socio-constructivist model, based mainly on Lev Vygotsky, proposes that learning occurs through social and cultural interaction (excerpt taken from an explanation of AI) and not through a previously established and universally ratified logical cognitive method as effective.

O problema da educação brasileira, segundo a "direita"...

 ... é a imposição do modelo "socioconstrutivista", de esquerda. Um modelo pseudocientífico cheio de expressões vazias e jargões, como é típico de pseudociências, que se opõe ao modelo pedagógico tradicional: de ênfase no emprego da memorização da informação passada pelo professor ao estudante*. No entanto, o problema da educação, e não apenas no Brasil, não é apenas o modelo adotado, mas que, em média, nossa população já apresenta limitações cognitivas que não são reflexos de experiências pessoais ou carências sociais, mas de sua própria biologia, de algo que se nasce praticamente determinado, de até onde se pode alcançar... Portanto, não importa o modelo adotado, ainda que possa piorar o nível educacional, as próprias limitações cognitivas da maioria da população, pelo menos em relação aos aspectos acadêmicos, contribuem massivamente para determinar o potencial de proficiência que se pode adquirir. Então, mesmo se o software (modelo de "educação') for o melhor possível, ainda dependerá do hardware (características intrínsecas ou biológicas) que continuará limitando seus resultados. Se um modelo maravilhoso de educação não irá, por milagre, aumentar, por exemplo, a média de QI da população brasileira que, atualmente, encontra-se em torno dos 85 pontos, bem abaixo da média (greenwich) 100. 

No entanto, é essa explicação equivocada que a tal "direita" brasileira resolveu adotar, claro, culpando exclusivamente a influência da "esquerda" na educação e desprezando completamente esses aspectos fundamentais, por também serem "controversos" ou "polêmicos" hoje em dia. Mais uma demonstração do quão fraca e submissa a "direita" está em relação à hegemonia cultural de sua antagonista em instituições tradicionais, pois uma explicação "educacionista" (a educação pela educação) tem sido tipicamente adotada pela "esquerda", até como maneira de evitar uma abordagem mais objetiva e intelectualmente honesta que, inevitavelmente a direcionaria para destacar esses "aspectos fundamentais porém controversos", enfim, de ser forçada a apontar para o "elefante branco". Por exemplo, de destacar que o Brasil apresenta um desempenho acadêmico baixo por ter uma significativa parcela de sua população composta por afrodescendentes (porque tendem a apresentar {em média} baixas capacidades cognitivas se comparados com outras populações, como os brancos europeus e os leste asiáticos de raça oriental), e toda aquela ladainha dos "totalitários do bem" viria à tona: "fascismo", "racismo científico', "nazismo"... Em suma, uma "direita" acovardada e submissa ao código moral "progressista" dominante...

* O modelo socioconstrutivista, baseado principalmente em Lev Vygotsky, propõe que a aprendizagem ocorre através da interação social e cultural (trecho retirado de uma explicação da I.A) e não por um método cognitivo lógico previamente estabelecido e universalmente ratificado como eficaz.

segunda-feira, 11 de maio de 2026

More sincere lints



"I respect the right to come and go"


A Marxist defending his opinion on (uncontrolled) immigration, especially to countries with a "white majority" ("oppressive"), while pretending not to see the same right being completely prohibited in his beloved countries, like Cuba...


Summary of the pseudo-intellectual (especially the "leftist"): abusive use of a pedantic way of speaking and writing that makes him feel smarter than the average person and wiser than the most intelligent person.


Either you are a collectivist or you are intelligent.


A very collectivist individual is the human equivalent of an ant or bee: a more nominal than integral individual.


A less appreciated trait of a highly rational individual is their ability to not deviate from what is most important, in terms of realism, starting with the most basic knowledge, such as geography and psychology, since these are also the most influential and constant areas of knowledge in human life.


Human intelligence is malleable, but its malleability is, obviously, limited; after all, there is nothing in this world, or within this world, that has infinite potential for development...


Are the "normies" of the new generations becoming more stupid nowadays because of the very process of cultural stupidification (or discouragement of intelligence/beyond the process of dysgenics in which the less intelligent have generated more descendants than the more intelligent)?? Or have they always been more limited and the previous culture simply didn't make this explicit (precisely because it emphasized intelligence, but not in all instances)??


Not knowing certain basic subjects, such as geography, does not necessarily make someone stupid "in everything," an easy and popular association on social media nowadays (year 2025/2026...). But knowing very little about geography is a likely example of how rational intelligence, our compass for realism, is underdeveloped or poorly stimulated compared to its ideal state.


"Objective morality does not exist in an empirical sense."


Objective morality exists, in its essence, in every living being that seeks its own survival and begins, a priori, with the minimally conscious or objective desire not to self-exterminate. And this desire may or may not be extended to other individuals...


While the right is much more diverse in its subgroups of thought or ideology, the left is much more compact and homogeneous, quite typical of sects or cults, in which its members are easily identified by their highly stereotyped or collectivized patterns of thought. No wonder, since the right represents the majority of the human population...


Those who most criticize stereotyping are precisely the ones who stereotype the most, including themselves.


The feeling of being alone: ​​in the pain of disappointment, frustration, or any sadness, is very bad, but it can easily be reversed into a feeling of relief when one realizes that one is not alone or even that there are those in worse situations.


Perhaps the biggest difference between a genuine progressive and a rotten progressive, a false or very insufficient progressive, is that the former does not exhibit a chronic selectivity of empathy with situations, contexts, and causes, induced by ideology or politics.


The "left" doubles down.


Again, regarding what I've already commented on, the cycle of human stupidity, in which senseless ideologies have been the main protagonists.


Consider the example of the justice system: in the past, only the wealthiest escaped punishment for their crimes in Brazil. Now, with the introduction of "anti-punitive" approaches, lower-class criminals are also being released, even after committing numerous crimes. This is doubling down. It's the same as making a problem worse instead of solving it.


The average leftist is ONLY a pedant, intellectually speaking. The average rightist, at least, is not FAKE, just a nobody, yet still functionally intelligent in a very basic aspect. The average leftist tends to be intellectually dysfunctional.

Mais fiapos sinceros

 "Eu respeito o direito de ir e vir"


Marxiste defendendo sua opinião sobre imigração (sem controle), especialmente para países de ''maioria branca' ("opressora"), enquanto finge que não vê o mesmo direito sendo completamente proibido em seus países de estimação, como Cuba...


Resumão do pseudo intelectual (especialmente o "de esquerda"): uso abusivo de um modo de falar e escrever pedante que o faça se sentir mais inteligente que o homem comum e mais sábio que o homem mais inteligente


Ou você é coletivista ou você é inteligente 


Um indivíduo muito coletivista é o equivalente humano a uma formiga ou abelha: um indivíduo mais nominal do que integral. 


Um traço pouco apreciado de um indivíduo altamente racional é sua capacidade de não se desviar do que é mais importante, em termos de realismo, começando pelos conhecimentos mais básicos, como a geografia e a psicologia, até por também serem os conhecimentos mais influentes e constantes na vida humana


A inteligência humana é plástica, mas sua plasticidade é, obviamente, limitada, afinal, não existe nada nesse mundo ou, dentro desse mundo, que tenha um potencial de desenvolvimento infinito... 


Os "normies" das novas gerações estão ficando mais estúpidos, hoje em dia, por causa do próprio processo de estupidificação cultural (ou desincentivo da inteligência/além do processo de disgenia em que os menos inteligentes têm gerado mais descendentes do que os mais inteligentes)?? Ou eles sempre foram mais limitados e a cultura anterior apenas não deixava isso explícito (justamente por enfatizar a inteligência, mas não em todas as instâncias)?? 


Não saber sobre certos conhecimentos básicos, como a geografia, necessariamente não torna alguém estúpido "em tudo", uma associação fácil e popular em redes sociais, atualmente (ano 2025/2026...). Mas saber muito pouco sobre geografia é um exemplo provável de que a inteligência racional, nossa bússola para o realismo, encontra-se pouco estimulada ou subdesenvolvida, se comparada com o que seria o seu ideal. 


 ''A moralidade objetiva não existe em um sentido empírico''


A moralidade objetiva existe, em sua essência, em todo ser vivo que busca por sua própria sobrevivência e começa, a priori, com o desejo minimamente consciente ou objetivo de não se autoexterminar. E esse desejo pode ou não ser estendido a outros indivíduos... 


Enquanto a direita é muito mais diversa em seus subgrupos de pensamento ou ideologia, a esquerda é muito mais compacta e homogênea, bem típico de seitas ou cultos, em que seus membros são facilmente identificados pelos seus padrões altamente estereotipados ou coletivizados de pensamento. Também pudera, se a direita representa a maioria da população humana...


Justamente aqueles que mais criticam a estereotipação, são os que mais estereotipam, inclusive a si mesmos 


A sensação de estar só: na dor de uma decepção, frustração ou de uma tristeza qualquer, é muito ruim, mas que pode facilmente ser revertida para uma sensação de alívio quando se percebe que não se está só ou mesmo que existem aqueles em situação pior 


Talvez, a maior diferença entre um progressista autêntico e um podrecista, um progressista falso ou muito insuficiente, é que o primeiro não apresenta uma seletividade crônica de empatia com situações, contextos e causas, induzida por ideologia ou política


A "esquerda" dobra a aposta 


De novo, sobre o que já comentei, o ciclo da estupidez humana, em que ideologias insensatas têm sido as maiores protagonistas. 


Veja o exemplo da justiça em que, se no passado, apenas os mais ricos que saíam impunes pelos seus crimes no Brasil, agora, com a introdução de abordagens "antipunitivistas", criminosos de classe baixa também estão sendo liberados mesmo depois de cometerem muitos crimes. Isso é dobrar a aposta. É o mesmo que, ao invés de resolver um problema, de piorá-lo 


O esquerdista médio é APENAS um pedante,intelectualmente. Já o direitista médio, pelo menos, não é FALSO, apenas um Zé Ninguém, ainda assim funcionalmente inteligente em um aspecto muito básico. O esquerdista médio tende a ser intelectualmente disfuncional.

domingo, 10 de maio de 2026

Human Mad

 Makes wasted time productive

Lies seem true

Philosophy seem wrong

Wrong fate a certainty


Rivers of money

Back that weigh down before such immensity...

of this opaque, decrepit stage of our stupidity


We keep carrying unnecessary excesses

Rituals of false emotions

of technocratic sterility


The poet promised freedom

But it only exists in his verses of hope and disillusionment...


There is still joy to fill the void that is being human

This scar that never heals

This shadow that always borders our paths

That reveals itself in the deepest reflections...

A loucura humana

 Faz a perda de tempo, produtiva 

Faz as mentiras parecerem verdadeiras 
Faz a filosofia parecer errada
E o descaminho se tornar certeza

Rios de dinheiro
Costas que pesam diante de tanta imensidão...
desse opaco, decrépito palco da nossa estupidez 

Continuamos carregando excessos desnecessários
Rituais de falsas emoções 
da esterilidade tecnocrática

O poeta prometeu a liberdade 
Mas só existe em seus versos de esperança e desilusão...

Ainda há alegria para preencher o vazio que é ser humano 
Essa cicatriz que nunca cicatriza 
Essa sombra que sempre margeia nossas caminhadas 
Que se revela nas reflexões mais profundas...

domingo, 3 de maio de 2026

Feeling Time More Deeply

 Inspired by the song "The End of Daylight" by Castle Hearts


It's especially about feeling loss


Constantly

Successively


Of lives that are fading away

Year after year


Lives you believed to be eternal...


That the newest times are getting older and older


Faded, deconstructed...


Leaving remnants of everything you've lived

And that you still hold on to out of stubborn attachment


It's about feeling that changes in cycles also imply losses of friends, acquaintances...


Who leave, for whatever reason


From death to parting ways


And memories remain

Whether in portraits you keep as treasures or in moments that continue to exist within your mind

Sentir o tempo mais profundamente

 Inspirado pela música The End of Daylight de Castle Hearts


É especialmente sobre sentir perdas 

Constantemente 
Sucessivamente 

Das vidas que estão se apagando 
Ano após ano 

Vidas que acreditou serem eternas...
 
Que os tempos mais novos estão cada vez mais velhos 

Descoloridos, desconstruídos... 

Sobrando restos de tudo o que já viveu 
E que ainda mantém pela teimosia do apego
 
É sobre sentir que mudanças de ciclos também implicam em perdas de amigos, conhecidos... 

Que se vão, por qualquer motivo 

Da morte ao desencontro 

E sobram memórias 
Se em retratos que guarda como tesouros ou em momentos que continuam a existir dentro da mente 

domingo, 19 de abril de 2026

Regarding the end of the 6x1 work schedule and the criticism from the right

 It seems that the problem, if there is one, with ending the 6x1 work schedule (analogous to slavery), is that it would further increase employers' costs, especially those with "smaller economic stature," stifling the economy. However, as the right itself also criticizes, the real problem is not the worker or employee having the right to rest that is not limited to one day a week, as they seem to claim, but the high tax burden in Brazil, which "eats up" a large portion of the population's earnings. Therefore, instead of many on the right, stupidly and/or perversely, opposing the end of a cruel system of economic exploitation, perhaps simply because it is a left-wing agenda, they should focus on reducing taxes and, at the same time, supporting this measure, since both benefit workers and entrepreneurs, in short, the economy itself...

Ainda sobre o fim da escala 6x1 e a crítica à direita

Parece que o problema, se existe, do fim da escala 6x1 (análoga à escravidão), seria que isso aumentaria ainda mais os custos dos empregadores, especialmente os de "menor envergadura econômica", sufocando a economia. No entanto, como a própria direita também critica, o problema realmente não é o trabalhador ou o empregado ter direito a um descanso que não se limite a um dia semanal, como parece afirmar a mesma, mas a alta carga tributária no Brasil, que "come" um bocado dos ganhos da população. Portanto, ao invés de muitos da direita, estúpida e/ou perversamente, se colocarem contra o fim de um sistema cruel de exploração econômica, talvez só por ser uma pauta de esquerda, deveriam focar na redução dos impostos e, ao mesmo tempo, apoiando essa medida, já que ambas favorecem tanto os trabalhadores quanto os empreendedores, enfim, a própria economia...

True Political Awareness

The 6x1 scale is about to fall. It will be the current president, Lula, in this April of 2026 when I write this text, who will finally launch the bill to be approved. This is a promise he and his party have made since his first term, back in 2002. And what does this mean??


That I, who should be directly benefited, will have to bow to the great "Brazilian helmsman" and be eternally grateful??


No. But that's what people on the left preach: that specific gratitude is the same as absolute submission. But when a politician serves the population, he is doing nothing more than his duty. He is doing the basics, which every democratically elected politician should do. Furthermore, it is necessary, intelligently, to analyze not only one measure taken by a politician, but in relation to everything he has already done, or at least, to greatly broaden the critical view of him. Preferably, a rational view: objective and impartial. So, based on this approach, it's impossible to treat the current president as the typical PT supporter wants us to treat him: as an extraordinary human being, above all criticism. It's quite clear, for those accustomed to reason, that the PT governments, which have already spanned two decades, present a prevalence of results ranging from ignoble to very negative (increased crime*, continued serious failures in education and health, practically epidemic political corruption...).


*One of the causes of which is the rigging of the judiciary with "anti-punitive professionals" or those forced to act according to laws imposed by politicians of this same ideology.


For true political awareness is precisely about placing oneself above, not below, the political class. Treating them as employees, for what they are, and not as kings, as many of them would like to be seen and treated...


Therefore, treating Lula the way he deserves, according to what he has done, is doing, and continues to do in politics. Tip: nothing close to "based on the perfection of legacy and actions," according to Lula supporters...


Therefore, it's a: "Oh, that's good, Lula... Finally..."


"Thank you (?)"


But...


"...for that reason alone, I will not vote for you in this election (in my case, again), since, if your actions are not limited only to the 'end of the 6x1 scale,' your legacy of more than twenty years of PT governments and, currently, until the first half of 2026, has been much worse than your propaganda."


Furthermore, to conclude, true political awareness requires that we become clever, in a good way, than the politicians we elect or who make up the political class of our country, and not the opposite. In short, to "empower" ourselves as ordinary citizens and not to "empower" them...

A verdadeira conscientização política

 A escala 6x1 está para cair. Será o atual presidente, Lula, nesse abril de 2026 em que escrevo esse texto, que irá finalmente lançar o projeto de lei para ser aprovado. Isso que se trata de uma promessa dele e do seu partido desde o seu primeiro mandato, já no longínquo ano de 2002. E o que isso significa?? 


Que eu, que devo ser diretamente beneficiado, terei que me curvar ao grande "timoneiro brasileiro" e agradecer eternamente?? 

Não. Mas é isso que gente de exquerda prega: que gratidão específica seja o mesmo que submissão absoluta. Só que um político, quando atende à população, não está fazendo nada mais do que sua obrigação. Está fazendo o básico, que todo político eleito democraticamente deveria fazer. Além disso, é necessário, com inteligência, analisar não apenas uma medida tomada por um político, mas em relação a tudo o que já fez, ou pelo menos, ampliar bastante o olhar crítico sobre ele. De preferência, um olhar racional: objetivo e imparcial. E, então, se com base nessa abordagem, não tem como tratar o atual presidente como o petista típico quer que o tratemos: como um ser humano extraordinário, acima de todas as críticas. Se está bem claro, para quem tem o hábito da razão, que os governos petistas, que já somam duas décadas, apresentam uma prevalência de resultados que variam do ignóbil ao muito negativo (aumento da criminalidade*, continuidade de falhas graves na educação e na saúde, corrupção política praticamente epidêmica...). 

*Que tem como uma de suas causas o aparelhamento do judiciário com "profissionais antipunitivistas" ou forçados a agir de acordo com leis impostas por políticos desta mesma ideologia. 

Pois a verdadeira conscientização política é justamente sobre se colocar acima, e não abaixo da classe política. De tratá-los como funcionários, pelo que são, e não como reis, de como muitos deles gostariam de serem vistos e tratados... 

Portanto, de tratar o Lula do jeito que ele merece, de acordo com o que já fez, tem feito e continua fazendo na política. Dica: nada próximo de "com base na perfeição de legado e ações", de acordo com petistas-lulistas... 

Portanto é um: "ah que bom, lula... Finalmente..."  

"Obrigado (?)" 

Mas...

"... só por isso, não irei votar em você nessa eleição (no meu caso, de novo), visto que, se suas ações não se limitam apenas ao 'fim da escala 6x1', o seu legado de mais de vinte anos de governos petistas e, na atualidade, até à primeira metade do ano de 2026, tem sido muito pior do que sua propaganda" 

Ainda, para finalizar, a verdadeira conscientização política requer que nos tornemos mais espertos, no bom sentido, que os políticos que elegemos ou que compõem a classe política do nosso país, e não o oposto. Enfim, de nos "empoderarmos" como cidadãos comuns e não de os "empoderá-los"...

The Problem of Constant/Compulsory Appeal to Scientific Evidence in Promoting Public Policy

Specifically Regarding a Certain Issue


Hypothetically speaking, let's consider that:


"It has been found that some people who commit heinous crimes (out of pure sadism: without complex contexts that could justify them) show a capacity for resocialization."


In this hypothetical scenario, according to legitimate scientific evidence, disregarding the falsifications made by subtypes of pseudoscientists, such as a likely majority of sociologists, for example.


So, even if science achieves this result, it's not fair that someone who commits a heinous crime should have the right to reintegration into society simply because they showed good behavior during their incarceration and even afterward. After all, it's only fair that they remain in prison out of respect for the victim(s), their family, and friends... This is the most important point: an individual who commits a heinous crime, beyond all possible ambiguities, should not be imprisoned "only" because of the crime or the action, but also because of the person or being who was victimized. In other words, also "out of respect" for the victim, their memory, and those most tenderly associated with them. This is more of a moral and philosophical question than just a technical scientific one. Or perhaps the problem lies in the focus many place on: the capacity for resocialization rather than the severity of the crime and what is truly just, a kind of meta-justice: about what is just for the sake of being just, without falling into what seems to be a technicistic trap, at the very least, suspicious...

O problema do apelo constante/compulsório à evidência científica no fomento de políticas públicas

 Especificamente a uma certa questão 


Hipoteticamente falando, vamos pensar que 

"Foi encontrado que algumas pessoas que cometem crimes hediondos (por puro sadismo: sem contextos complexos que possam justificá-los), apresentam capacidade de ressocialização"

Nessa hipótese de cenário, segundo evidências científicas legítimas, desprezando as falsificações feitas por subtipos de pseudocientistas, como uma provável maioria dos sociólogos, por exemplo. 

Então, mas mesmo que a ciência obtenha este resultado, não é justo que quem comete um crime bárbaro possa ter o direito de ressocializar só porque apresentou indicadores de bom comportamento durante o período do encarceramento e, até depois disso, afinal, é justo que seja mantido na prisão com respeito à(s) vítima(as), aos seus familiares, amigos... Eis aí o ponto mais importante: um indivíduo que comete um crime hediondo acima de todas as ambiguidades possíveis, não deve ser preso "apenas" por causa do crime ou da ação, mas também por causa da pessoa ou ser que foi vitimada. Em outras palavras, também "em respeito" à vítima, sua memória e àqueles mais ternamente associados a ela. Se se trata mais de uma questão moral e filosófica e não apenas uma questão técnica da ciência. Ou talvez o problema aí esteja no foco que muitos se direcionam: na capacidade de ressocialização e não na gravidade do crime e no que é realmente justo, de uma espécie de meta-justiça: sobre o que é justo por ser justo, sem cair nessa que parece ser uma armadilha tecnicista, no mínimo, suspeita...

terça-feira, 24 de março de 2026

Thoughts on (my) sexuality

Passivity/Bottomness or obsessive fetish?? (In the past tense)


Obsession with fetishism generally mean some kind of dysfunction where the imaginary world becomes as important as, or even more important than, the real world. This can also be induced by (self-)brainwashing...


In my case, although it always seemed more natural to me to be bottom in a homosexual relationship, I also realize that when I sought or considered a relationship within that same orientation, the options of being versatile and top became equally or more attractive. Perhaps because I realized that preference in bed is as important as affinities, or that, without a fetish context, the "bottom" position was less attractive to me, even in the long term...


Furthermore, while living within the gay scene, I always felt a great discomfort in the bottom position, a constant and significant contrast between the fetishization of the act and its actual practice.


I don't judge others, because I believe there are many gay and bisexual men who experience anal pleasure, even for anatomical reasons. Certainly, that has never been my case. That's why I decided to break free from this sexual cycle I was trapped in.


Desire for other men or envy of wanting to be like them?


I've been thinking about this lately and I've come to the conclusion that perhaps it's not just or especially a matter of sexual attraction, but something more complex, yet easily understandable: that what I really feel is envy, a desire to be the other, and not precisely to possess him, more a matter of low self-esteem than just an expression of sexuality (without wanting to extrapolate beyond my personal sphere, as if it were a truth for all gay and bisexual men). Today, as I write this text and find myself in a different situation in my life, one that I feel is a situation of emerging from a limbo of illusions and entering a more literal or real world, at least from a more personal perspective, this confusion between the desire to possess another man and to be him seems to have become more evident. There may still be the issue of attraction, but not as homogeneously defined as is usually the case.

Pensamentos sobre a (minha) sexualidade

 Passividade ou fetiche obsessivo?? (No tempo pretérito) 


Sendo que, obsessão por fetiche, geralmente, significa algum tipo de disfunção em que o mundo imaginário se torna tão ou mais importante quanto o mundo real. Que também pode ser induzida por (auto) lavagem cerebral... 

No meu caso, apesar de que, para mim, sempre parecia mais natural ser passivo em uma relação homossexual, também percebo que, quando buscava ou pensava em estreitar um relacionamento nesse mesmo contexto de orientação, as opções de versátil e ativo se tornavam igual ou mais atraentes. Talvez por perceber que a preferência na cama seja tão importante quanto as afinidades, ou que, sem um contexto de fetiche, para mim, a posição de "passivo" era menos atraente, inclusive a longo prazo...

Além disso, eu sempre sentia, enquanto vivia dentro da cena gay, um grande desconforto na posição de passivo, um contraste constante e significativo entre a fetichização do ato e sua prática real. 

Não julgo os outros, pois acredito que existam muitos homens gays e bissexuais que sentem prazer anal, até por uma questão anatômica. Com certeza, esse nunca foi o meu caso. Por isso que resolvi romper com esse ciclo sexual no qual me encontrava preso. 


Desejo por outros homens ou inveja de querer ser como eles?? 

Eu tenho pensado nisso ultimamente e tenho chegado à conclusão de que, talvez, não seja apenas ou especialmente uma questão de atração sexual, mas algo mais complexo, e ainda assim facilmente entendível: de que o que sinto mesmo é uma inveja, um desejo de ser o outro, e não precisamente de possuí-lo, mais uma questão de baixa autoestima do que apenas expressão de sexualidade (sem querer extrapolar para além do meu âmbito pessoal, como se fosse uma verdade de todos os homens gays e bissexuais). Hoje, em que escrevo esse texto e me encontro em outra situação em minha vida, que sinto ser uma situação de ser saído de um limbo de ilusões e adentrado em um mundo mais literal ou real, pelo menos a partir de uma perspectiva mais pessoal, essa confusão entre o desejo de possuir outro homem e de sê-lo parece que se tornou mais evidente. Ainda pode ser que também tenha a questão da atração, mas não tão homogeneamente definida, tal como é o que costume de se fazer. 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Black Helen of Troy, and How the Globalist "Elites" Want Us to Remain in the Battle of Polarization

 Divide and conquer is a very old tactic precisely because it is so effective, because in practice it translates into dividing the majority into groups that are cultivated to hate each other. First, differences are perceived. Then, they are capitalized on. Useful idiots and opportunists are very important in this process. They are organized to constantly fuel these divisions, keeping the majority very busy hating each other, while clever minorities remain on top, controlling the circus. Among this "playing one against the other," or stirring up discord, another example, among many, is Christopher Nolan's new film, in which a supposed poetic license is taken to alter the ethnicity of a character from Greek mythology, Helen of Troy: from white European to black African. The argument used is that, since it's a fictional character and there's no explicit mention of their racial characteristics, then this creative freedom would be entirely possible. But we, who are not inside the rottencist hives, know very well what it's about: continuing to humiliate the "white man," appropriating his culture and vandalizing his history, showing him that the intention* is to erase him, demographically and culturally. Furthermore, this Hollywood debacle, yet another one, also perfectly fuels the fire of polarization, and so the blame falls on: Black people, activists... but especially those behind the curtains of this "vampire theater": "globalist elites," "Zionists"...

Helena negra de Troia e como as "elites" globalistas querem que continuemos na rinha da polarização

 Dividir para conquistar é uma tática muito antiga justamente por ser tão eficaz, porque se traduz, na prática, como uma divisão da maioria em grupos que são cultivados para se odiarem. Primeiro, diferenças são percebidas. Depois, são capitalizadas. Idiotas úteis e oportunistas são muito importantes nesse processo. Eles são organizados para alimentarem constantemente essas cisões, mantendo a maioria muito ocupada se odiando, enquanto minorias espertas se mantêm no topo, controlando o circo montado. Entre esse "jogar um contra o outro", ou de atiçar discórdias, mais um exemplo, de tantos, é o novo filme de Christopher Nolan, em que ocorre uma suposta licença poética para alterar a etnia de uma personagem da mitologia grega, Helena de Tróia: de europeia branca para negra africana. O argumento usado é de que, como se trata de uma personagem fictícia e não existe nenhuma menção explícita de suas características raciais, então, seria totalmente possível essa liberdade criativa. Mas nós, que não estamos dentro das colmeias podrecistas, sabemos muito bem do que se trata: de continuar humilhando o "homem branco", se apropriando de sua cultura e vandalizando sua história, lhe mostrando que a intenção* é a de apagá-lo, demográfica e culturalmente. Além disso, esse descalabro hollywoodiano, mais um, também serve perfeitamente como lenha na fogueira da polarização, e assim culpam-se: negros, militantes... menos especialmente quem está por trás das cortinas desse "teatro de vampiros": "elites globalistas", "sionistas"...

sábado, 14 de fevereiro de 2026

There is no such thing as a "gay cure." But there is a redirection of bisexual preference.

Sexual orientation has no cure because it is not an illness. However, depending on the sexual orientation, it is possible to say that something close to a "cure" may exist, or does exist, more in the sense of potential for positive change, as is the case with bisexuality. This is because, in addition to being an orientation, it is also a preference, as those who possess it (like me) exhibit varying degrees of attraction to both the same sex and the opposite sex, and may lean more towards one side or the other of the sexual spectrum. They can also do so in a more deliberate or objective way, if they so desire or are able to. Although it is not as simple as it may seem, since the pendulum of bisexuality also swings based on a sexual impulse that may not be fully controlled by its "user," being more influenced by circumstances or contexts than by their own will. Despite this, I believe it is possible to improve self-control if an effort is made in that direction...


Another variant close to "gay conversion therapy" is a change in sexual preference or style, but within a specific homosexual/lgbt context. This could be, for example, a promiscuous gay or bisexual man embracing a monogamous lifestyle, or deciding to become more active/top than passive/bottom, or vice versa, if he objectively identifies this change as good for his mental and sexual health.

Cura gay não existe. Mas redirecionamento de preferência bissexual sim

 Orientação sexual não tem cura porque não é doença. Mas, dependendo da orientação sexual, é possível dizer que pode existir, ou existe, algo próximo de uma "cura", mais no sentido de potencial de mudança positiva, como é o caso da bissexualidade, já que, além de ser uma orientação, também é uma preferência, se aqueles que a possuem (como eu) apresentam graus variados de atração tanto pelo mesmo sexo quanto pelo sexo oposto e podem se orientar mais para um lado ou outro do espectro sexual. E que também podem fazê-lo de maneira mais deliberada ou objetiva, se assim desejarem ou conseguirem. Ainda que não seja algo tão simples como pode estar parecendo, já que o pêndulo da bissexualidade também se move com base em um ímpeto sexual e que pode não estar em pleno controle do seu "usuário", sendo mais influenciado pelas circunstâncias ou contextos do que pela própria vontade. Apesar disso, eu acredito que seja possível melhorar o autocontrole, se for realizado um esforço nessa direção... 

Outra variante próxima de "cura gay" é a mudança de preferência ou estilo sexual, mas dentro de um contexto homossexual específico, que pode ser no sentido de, por exemplo, um homem gay ou bissexual promíscuo abraçar um estilo de vida monogâmico, bem como de decidir se tornar mais ativo do que passivo, ou o oposto nos dois casos, desde que ele objetivamente identifique essa mudança como boa para a sua saúde mental e sexual. 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Perguntas deprimentes sobre certos padrões extremamente seletivos de indignação ou comoção

 Um monte de pessoas "de esquerda" se revoltando contra o "caso Orelha", o pobre cachorrinho de rua que foi brutalmente atacado por delinquentes juvenis em Florianópolis....


Mas será que, então, da noite para o dia, ficaram a favor da redução da maioridade penal??? 

Sim, porque eles sempre foram a favor de que isso nunca acontecesse....

E eu penso também: e se os "garotos" responsáveis por esse crime não fossem brancos e ricos de Satã Catarina, mas negros e pobres de algum estado nordestino?? Será que essa indignação, particularmente desse grupo, seria muito diferente?? 

Interessante pensar que, de acordo com algumas pesquisas científicas (sérias) sobre crueldade animal, pelo menos nos EUA, o perfil mais comum de indivíduos que praticam tal ato não é o mesmo que dos delinquentes juvenis do caso Orelha. E se não existe esse tipo de pesquisa disponível no Brasil, é possível extrapolar essa mesma tendência a partir dos padrões raciais de criminalidade, que são basicamente os mesmos aqui em relação aos dos EUA...

É lógico e evidente que a "esquerda" jamais lançaria campanhas direcionadas aos grupos mais propensos a esse tipo de crueldade, pois seria "muito politicamente incorreto" pra ela...

(Resumo

Objetivo

Examinar os correlatos sociodemográficos, comportamentais e psiquiátricos da crueldade contra animais nos EUA.

Materiais e Métodos

Os dados foram derivados de uma amostra nacionalmente representativa de adultos residentes nos EUA. Entrevistas psiquiátricas estruturadas (N = 43.093) foram realizadas por entrevistadores leigos treinados entre 2001 e 2002. Transtornos de personalidade, uso de substâncias, humor e ansiedade, além da crueldade contra animais, foram avaliados com a versão do Alcohol Use Disorder and Associated Disabilities Interview Schedule (DSM-IV).

Resultados

A prevalência vitalícia (ao longo da vida) de crueldade contra animais em adultos nos EUA foi de 1,8%. Homens, afro-americanos, nativos americanos/asiáticos, americanos nativos (nascidos no país), pessoas com níveis mais baixos de renda e escolaridade e adultos que vivem na região oeste dos EUA relataram níveis comparativamente altos de crueldade contra animais, enquanto os hispânicos relataram níveis comparativamente baixos de tal comportamento. A crueldade contra animais foi significativamente associada a todos os comportamentos antissociais avaliados. Análises ajustadas revelaram fortes associações entre transtornos pelo uso de álcool ao longo da vida, transtorno de conduta, transtornos de personalidade antissocial, obsessivo-compulsivo e histriônico, jogo patológico, histórico familiar de comportamento antissocial e crueldade contra animais.

https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC2792040/)

São perguntas deprimentes, porque eu sei as respostas, igualmente deprimentes, se muito provavelmente, a reação dessas pessoas seria bem distinta da que têm sido, já que elas estão sempre demonstrando uma seletividade extrema de indignação ou comoção, sempre com base no contexto político-ideológico, e não pelo contexto moral, como se a básica empatia não bastasse para ficar ao lado da vítima. O tipo de seletividade extrema que me faz concluir que, independente se a pessoa escolhe a tragédia para se indignar de caso friamente pensado ou o oposto, tomada por um inducionismo ideológico-emotivo, a própria atitude já expressa um desvio de caráter evidente.

(Mais um caso em que a "esquerda" dificilmente se indignaria por causa dos perfis dos envolvidos: em Campo Grande, um homem que havia acabado de sair de uma cirurgia na córnea que devolveu sua visão, depois de esperar por dois anos, foi espancado por um mendigo, não-branco e violento, por nada, e isso resultou na perda/potencialmente irreversível de sua visão...

''Homem é suspeito de cometer agressões violentas e reiteradas na mesma região. Ele é uma pessoa em situação de rua e já é conhecido por ter um comportamento agressivo. Levantamentos realizados pela Polícia Civil indicam que ele tem ao menos sete registros policiais anteriores pelo mesmo tipo de crime, todos com características semelhantes…''

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/01/27/homem-perde-visao-apos-soco.htm).

sábado, 17 de janeiro de 2026

For and Against "Vinheteiro"

Famous Brazilian YouTuber with over five million followers whose channel's fixed theme is classical music. While I agree with him that Brazilian music has declined significantly in recent decades—even if that's an empirical and objective observation—I completely disagree that MPB (Brazilian Popular Music), and especially its greatest exponents, are as "crap" (a vulgar expression he always uses to refer to anything he dislikes) as the most popular names currently in the Brazilian music scene. I totally disagree that Caetano Veloso, Gilberto Gil, or Elis Regina, for example, are equivalent to the biggest names in modern sertanejo and carioca funk, the two dominant musical genres today (first half of the 2020s). They are definitely not "crap", and I even think Vinheteiro believes that, not only because of his adoration for classical music, but also because of his ideological antipathy towards most of the most renowned singers and/or composers of MPB (Brazilian Popular Music), since, while he clearly positions himself more to the right on the political-ideological spectrum, they follow in the opposite direction. Basically, a possible corruption of discernment by mixing personal taste, political and ideological positioning, and impartial evaluation of the quality of artistic works. If it is thanks to the "old school" MPB that Brazil managed to produce a genuinely national musical culture, and one that is highly appreciated abroad...

A favor e contra "Vinheteiro"

 Famoso YouTuber brasileiro com mais de cinco milhões de seguidores cujo canal tem como tema fixo a música clássica. Pois, rapidamente, se concordo com ele que a música brasileira decaiu muito nessas últimas décadas, se se trata até de uma observação empírica e objetiva, eu discordo em gênero, número e grau, que a MPB, e especialmente seus maiores expoentes, são tão "fezes" (expressão chula que ele sempre usa para se referir à qualquer coisa que não goste) quanto aos nomes mais populares atualmente do cenário musical brasileiro. Discordo totalmente que Caetano Veloso, Gilberto Gil ou Elis Regina, por exemplo, são equivalentes aos maiores nomes do sertanejo moderno e do funk carioca, os dois gêneros musicais dominantes na atualidade (primeira metade da década de 2020). Definitivamente, não são "fezes" e acho até que o Vinheteiro acredita nisso, não apenas por sua adoração pela música clássica, mas também por ter uma antipatia ideológica pela maioria dos cantores e/ou compositores mais renomados da MPB, já que, enquanto ele claramente se posiciona mais à direita no espectro político-ideológico, eles seguem na direção oposta. Basicamente uma possível corrupção do próprio discernimento ao misturar gosto pessoal, posicionamento político e ideológico e avaliação imparcial de qualidade de obras artísticas. Se é graças à MPB das "antigas" que o Brasil conseguiu produzir uma cultura musical genuinamente nacional, e muito apreciada lá fora...

Talking about Bardot can be complex, but necessary

Brigitte Bardot, one of the greatest names in 20th-century French cinema, passed away at the age of 91 on one of the last days of 2025. It's a fact that the legacy she left behind goes far beyond a beautiful image, a muse of European cinema who enchanted audiences and generations. While Brigitte left the spotlight to dedicate herself to animal rights, she also didn't shy away from publishing "tough" opinions on various topics that are considered highly controversial today, especially by those "on the left." A true activist who got her hands dirty during her years of dedication to a noble cause, in contrast to many of her "ideological enemies"—who talk a lot and do little or nothing of what they preach—she had the "audacity" to disagree with that same group of totalitarian "democrats," whether on homosexuality or immigration. For me, even if I don't agree with everything she's said that's "controversial" in interviews, I can't help but admire her courage in going against political correctness and also for abandoning her acting career to help rescue and care for vulnerable animals. And I think my opinion about her seeks to reflect more accurately who she was, what she said/thought and did, rather than reducing her to the identity of "muse" or even "fascist," as I read in a comment from an opponent whose debate on Instagram arose from the news of her death. So, at least for me, Brigitte Bardot leaves us with some valuable lessons, such as judging a person especially by their actions and not only or solely by their opinions, and also learning to tolerate the complexity of the "human person," of course, when it doesn't exceed all acceptable limits, instead of always falling into a Manichean dichotomy of judgment...

Falar sobre Bardot pode ser complexo, mas necessário

 Brigitte Bardot, um dos maiores nomes do cinema francês do século XX, faleceu aos 91 anos em um dos últimos dias de 2025. É fato que o legado que ela deixou vai muito além de uma boa figura, de musa do cinema europeu que encantou plateias e gerações. Pois se Brigitte deixou os holofotes para se dedicar à causa animal, ela também não se poupou de publicar opiniões "duras' sobre diversos temas que, hoje em dia, são considerados muito polêmicos, especialmente por aqueles "à esquerda". Uma ativista literal que colocou a mão na massa durante seus anos de dedicação a uma causa nobre, em contraste a muitos de seus "inimigos ideológicos", que são do tipo que falam muito e fazem pouco ou nada do que falam, teve a "audácia" de não concordar com essa mesma turma de "democráticos" totalitários, quer seja sobre homossexualidade ou imigração. Para mim, mesmo que não concorde com tudo o que ela já disse de "controverso' em entrevistas, não posso deixar de admirá-la pela coragem de ir contra o politicamente correto e também por ter abandonado sua carreira de atriz para ajudar a resgatar e cuidar de animais em situação de vulnerabilidade. E acho que a minha opinião sobre ela busca refletir de maneira mais precisa quem ela foi, o que disse/pensava e fez, do que reduzi-la à identidade de "musa" ou mesmo de "fascista", como eu já li em um comentário de uma oponente cujo debate, no Instagram, se deu a partir da notícia do seu falecimento. Então, pelo menos para mim, Brigitte Bardot nos deixa algumas lições valiosas, como a de julgar uma pessoa especialmente por suas ações e não apenas ou unicamente por suas opiniões, e também de aprendermos a tolerar a complexidade da "pessoa humana", claro, quando não ultrapassa todos os limites aceitáveis, ao invés de sempre nos deixarmos cair em uma dicotomia maniqueísta de julgamento...

domingo, 4 de janeiro de 2026

A diferença entre classismo e anti-estupidez/The Difference Between Classism and Anti-Stupidity

 O que muitos entendem como classismo:


Não o genuíno preconceito de classe, mas o anti-incentivo ou anti-valorização da estupidez, especialmente via cultura

Por exemplo: achar funk carioca um estilo musical desprovido de qualidade artística, mediante a ausência predominante de qualquer beleza, sofisticação ou complexidade em suas letras e melodias. 

O conceito mais adequado para classismo, até para que não seja confundido com anti-relativização da qualidade artística, justamente uma das expressões mais típicas de valorização da estupidez, é o de discriminação de indivíduos com base em sua procedência social, por exemplo, de, afirmativamente, concluir que, qualquer indivíduo de classe trabalhadora é inerentemente inferior a qualquer indivíduo de classe alta. Portanto, não é "preconceito de classe" acreditar e/ou afirmar que um gênero musical, criado por indivíduos por determinada classe social e mais apreciado também pelos mesmos círculos sociais ou identitários de origem, é de baixa qualidade artística. Porque aqui a questão não é a procedência social do gênero, mas a sua qualidade...

2. Classismo não é apenas ou necessariamente esnobismo

Classismo não é apenas ou unicamente "preconceito de rico contra pobre" ou qualquer outro tipo de "esnobismo", porque também pode ser o oposto, de preconceito "de pobre contra rico", isto é, quando é realmente preconceito ou generalização irrealista e negativa de indivíduo, grupo, nação...  Classismo é qualquer tipo de preconceito genuíno, nesse caso, de grupo, e mais especificamente de classe social. 

Classismo, de maneira geral, não é o mesmo que "não tolerar estupidez". Aliás, o próprio classismo pode ser considerado uma forma de estupidez, quando alguém é valorizado ou desvalorizado apenas pela classe social a que pertence (em dado momento ou período) em desprezo às suas características mais intrínsecas, que também são as mais valorosas, como o caráter e a inteligência (o que, objetivamente falando, mais importa). 



What many understand as classism:

Not genuine class prejudice, but the anti-incentive or anti-valorization of stupidity, especially through culture.

For example: considering ''funk carioca'' a musical style devoid of artistic quality, due to the predominant absence of any beauty, sophistication, or complexity in its lyrics and melodies.

The most appropriate concept for classism, so as not to be confused with the anti-relativization of artistic quality—precisely one of the most typical expressions of valuing stupidity—is the discrimination of individuals based on their social origin, for example, affirmatively concluding that any individual from the working class is inherently inferior to any individual from the upper class. Therefore, it is not "class prejudice" to believe and/or affirm that a musical genre, created by individuals from a certain social class and also appreciated by the same social or identity circles of origin, is of low artistic quality. Because here the issue is not the social origin of the gender, but its quality...

2. Classism is not only or necessarily snobbery

Classism is not only or solely "prejudice of the rich against the poor" or any other type of "snobbery," because it can also be the opposite, prejudice "of the poor against the rich," that is, when it is truly prejudice or an unrealistic and negative generalization of an individual, group, nation... Classism is any type of genuine prejudice, in this case, of a group, and more specifically of a social class.

Classism, in general, is not the same as "not tolerating stupidity." In fact, classism itself can be considered a form of stupidity, when someone is valued or devalued only by the social class to which they belong (at a given moment or period) in disregard of their most intrinsic characteristics, which are also the most valuable, such as character and intelligence (which, objectively speaking, matters most).