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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Quem foi Pava LaPere??

 Quando o rato é infectado pelo protozoário do toxoplasma gondii, ele passa a se sentir estranhamente atraído pelo seu maior predador, o gato, perseguindo-o até encontrar o bichano e se deixar à disposição para virar sua comida. 


Algo parecido acontece com humanos, com ou sem um protozoário que parasita e zumbifica sua vítima, quando se escolhe por um caminho análogo de ignorância e ingenuidade e que leva, quem se deixa enganar, vezes, literalmente, ao encontro de um predador... 

Foi o que aconteceu com Pava LaPere, jovem americana, branca e esquerdista,  CEO de uma empresa de tecnologia que ela mesma criou e que foi estuprada e assassinada por um homem negro em 2023. Sim! Uma jovem idealista cheia de ideias bem intencionadas, tentou aliar tecnologia com a sua visão deturpada, excessivamente abstrata, de justiça social, resultando em sua própria morte, quando, ingenuamente, não viu nenhum problema em permitir que esse "homem" estranho entrasse no seu prédio, de noite, e claro, provavelmente por acreditar que seria racismo suspeitar dele, resultando em seu destino trágico...

Pava foi mais uma vítima de suas próprias crenças, da própria insensatez bem-intencionada... Se ela tivesse se letrado sobre alguns dos fatos sociais e estatísticos mais importantes, talvez, tivesse temido por sua vida naquela fatídica noite e não teria deixado aquele homem entrar em seu prédio. E a teríamos conosco com o seu sorriso e o seu desejo idealista por um mundo melhor. E se tivesse algum potencial real de aprender com a experiência, de sabedoria, teria abandonado essas mesmas crenças que, na realidade, contribuíram para ceifar sua vida tão jovem. Pois são muitas "Pavas" aparecendo no mundo, recentemente. São resultados de décadas de profunda doutrinação ideológica incrustada no seio da cultura ocidental. Mas também são produtos de suas próprias fragilidades intelectuais e emocionais, mesmo no caso de uma "jovem prodígio", se não importa à racionalidade, feitos grandiosos, e sim, o mais importante, que é a constante busca por uma compreensão objetiva e imparcial sobre o mundo em que se vive, muito mais humilde, mas também preciso, de deixar de, sempre se projetar: suas crenças ou desejos sobre o mundo, para que possa, primeiro, compreendê-lo de fato com ele é...  

sábado, 26 de julho de 2025

Mais pimentinhas aleatórias

 "Tolerância zero com bandido"


Fala típica de um conservador 

Concordo!!

Mas... E quanto aos bandidos de terno e gravata e cheios de dinheiro?? 

Pode ser lamentável a morte precoce de uma "celebridade", mas também é lamentável que existam pessoas tão social e economicamente privilegiadas, ainda mais se são pessoas que tiveram a audácia de falar publicamente sobre supostos privilégios daqueles muito menos privilegiados que elas e do quão supostamente sofredoras elas foram enquanto vivas...

Mesmo que o preconceito por identidade ou natureza possa ser muito doloroso, não ter o que comer ou viver na insegurança financeira, é um sofrimento ainda mais visceral que dificulta a plenitude de viver. Além disso, uma pessoa rica que sofre discriminação negativa ainda pode compensar com os seus privilégios...

Sobre a problemática de se lamentar a morte de uma pessoa famosa é a de que, para a maioria se consiste em se lamentar pela perda de uma pessoa que não conheceu, que muitas vezes não legou contribuições sociais objetivamente boas e que também está associado a prestar condolências por uma questão de privilégio, deixando claro que certas vidas seriam supostamente mais dignas de comoção coletiva do que outras...

O politicamente correto da "esquerda" confunde compaixão com pena

O "esquerdista" adora justificar sua grande intolerância com opiniões diferentes com a regra de "não ser tolerante com o intolerante..." mas a intolerância é muito mais justificável se for com um tolo, justamente o que ele tende a ser...

Um traço inequívoco de estupidez é a incapacidade crônica de não generalizar grupos. Justamente o que identitários de "esquerda" (também os de "direita") mais fazem...

Imigração regulada e restrita está para beber com moderação e imigração em massa está para alcoolismo...

Muitos daqueles que mais acreditam e desejam pela aplicação da eugenia, geralmente de conservadores, se realmente compreendessem no que isso implicaria, especialmente se a eugenia tivesse como objetivo principal elevar a racionalidade humana, lutariam para manter a humanidade a mais estúpida possível...

Além dos "altruístas patológicos" e dos ignorantes sobre o tópico, entre os que se colocam como totalmente contrários à qualquer prática de eugenia, também existem os que têm um interesse pessoal nisso, tal como aqueles sujeitos que apresentam transtornos de personalidade antissocial... se costumam preferir por sociedades disfuncionais em que se disfarçam melhor e consideram como um ambiente perfeito para se adaptarem, também no sentido de serem bem sucedidos...

Estar em uma situação problemática, necessariamente não faz um indivíduo problemático. Se existem indivíduos problemáticos que estão em situações estáveis e tranquilas de vida...

Existe aquele que muitos consideram um "peso morto" primariamente por ser sustentado ou "carregado" pelos outros, ou que apresenta uma relação mais aparente de dependência unilateral. Mas também existe o "peso vivo", aquele que, mesmo que contribua financeiramente ou que não seja mais dependente em uma relação de convívio, também contribui negativamente, por outras vias e/ou não o suficiente...

"É importante respeitar o presidente, porque ele é uma autoridade"

Ou 

"é importante respeitar uma autoridade por ser uma autoridade"

Argumentos redundantes como esse nunca são suficientes para uma análise verdadeiramente filosófica...

É possível odiar grupos sem necessariamente generalizar todos os indivíduos que se associam aos mesmos

Apenas três vias para se desenvolver simpatia por grupos mais objetivamente problemáticos (com uma desproporção de indivíduos problemáticos): 

Auto identificação 
Distância 
Ou um idealismo fantasioso 

Algumas vezes, a melhor maneira de compreender as crenças das pessoas é
buscando saber quem elas são

Por que os gênios tendem à solidão?

Por dois fatores principais 

1. Porque, ao se tornarem obcecados pelos seus tópicos de maior interesse, tendem a se tornar pouco interessantes como figuras sociais

2. Porque essa obsessão intelectual tende a moldar suas maneiras de enxergarem e se relacionarem com o mundo, construindo uma perspectiva existencial única e de difícil acesso ou compreensão aos outros, enquanto que o ideal para a socialização é que a perspectiva existencial de um indivíduo seja a mais genérica possível, muito fácil de se relacionar e se alinhar

Todo ser vivo tem as suas próprias crenças, não apenas o humano. Crença, em seu sentido mais primitivo, como um eco de confirmação com base no que se sente, percebe e vive

Se criatividade é inteligência e racionalidade também é inteligência, a inteligência é o quê??

Tal como se, tudo é Deus, Deus é o quê?

Se "tudo" é mais uma apanhado abstrato do que um fato absoluto 

O problema não é necessariamente ler pouco, mas pensar e entender pouco. E, nesse sentido, são muitos aqueles que são leitores ávidos, mas também apresentam uma capacidade deficitária de compreensão filosófico-científica... Tal como aqueles indivíduos excessivamente enviesados a um lado no espectro político-ideológico que são mais ignorantes que conhecedores sobre uma série de tópicos, mesmo ou especialmente aqueles que aparentam ter se especializado 

O problema, a priori, não é as ciências humanas estarem 99% enviesadas ideologicamente à esquerda ou à direita, mas o fato de que as verdades correspondentes às mesmas não estarem...

O mesmo em relação às artes. Não importa se estão enviesadas à esquerda, ao centro ou à direita, mas o que isso significa (mal gosto, politização excessiva...)

As maiores diferenças entre indivíduos de alto (120 ou mais) e baixo QI (90 ou menos): capacidades de memorização e de racionalizar crenças pessoais, inclusive as mais irracionais 

A maior diferença entre os indivíduos mais racionais e os menos racionais: capacidade de compreender a realidade, que é o mais crítico à inteligência 

"Eu sou totalmente contra a discriminação e a segregação"

Dizem aqueles alecrins dourados que estão sempre discriminando e se segregando em espaços ideologicamente homogêneos de convívio mais íntimo... 

O fanatismo ideológico pode ser tão grave quanto um quadro não-tratado de esquizofrenia, porque o indivíduo submetido a essa condição, passa a vivenciar e a interpretar a realidade de maneira integralmente distorcida, sempre enviesada às suas crenças delirantes...

O autoconhecimento legítimo é um autoconhecimento científico, que também é filosófico, que significa conhecer sobre os próprios potenciais e, portanto, sobre os próprios limites 

Já um exemplo clássico de autoconhecimento ideológico, no pior sentido do termo, significa desconhecer sobre os próprios limites, acreditando que apresenta potenciais infinitos 

A maneira mais segura de se autoconhecer é começando a fazê-lo pelos próprios limites, para então conhecer os próprios potenciais, se estes são determinados pelos primeiros 

"Mudamos a todo momento"

O autoconhecimento requer a disciplina de um auto-olhar treinado para que não faça o tipo de dedução vaga ou imprecisa, como a de cima. 

Não, não mudamos a todo momento, literalmente. A maioria não muda de maneira significativa a longo prazo. E a minoria que apresenta mudanças mais notórias de comportamento, é muito provável que já apresentavam fatores subjacentes, de suas próprias naturezas, pois se existe uma primeira regra do comportamento, bem que poderia ser essa, de que, nenhuma tendência emerge ou se expressa sem que já exista uma predisposição, tal como não existe um meio sem ter existido um começo. E o começo dos nossos comportamentos está em nós mesmos, no que temos de traços mentais mais inatos, e não no "meio" externo, diga-se, um apanhado de múltiplos fatores que recebe essa denominação abstrata, muito similar à ideia de um todo, nada mais do que uma soma de fatores circunscritos a um espaço arbitrariamente determinado. 

*Desconsiderando casos excepcionais de lesão cerebral ou outros fatores primariamente externos que causam alterações de personalidade/mentais

Tentativas de extrapolação universal das próprias experiências ou trajetórias de vida, como se fossem exemplos possíveis em qualquer outro contexto pessoal, parece que costumam se basear em exemplos aparentemente menos complexos, especialmente em relação aos contextos mais desafiadores. Um exemplo de uma espécie de falácia de pensamento muito comum de ser praticada...

O direito à livre associação ou à autossegregação também é especialmente o direito de não ser forçado a conviver com quem não sabe conviver...

Se declarar "antirracista" hoje em dia (década de 2020) se tornou progressivamente uma identificação que expressa uma deficiência de compreensão científica e até moral (filosófica) sobre os tópicos relacionados: raça, comportamento, sociedade... do que apenas uma inclinação político-ideológica e muito menos uma inclinação moralmente superior, se o julgamento mais justo nunca é possível com base em mentiras

Tal como, especialmente uma mulher, que se identifica como feminista, deixou de significar apenas um posicionamento político, e muito menos um posicionamento moralmente superior, até por se comportar como um machismo invertido, de desumanização generalizada do gênero masculino por muitas dos núcleos de ativismo...

Ainda incluindo dentro do termo falacioso do "antirracismo", também o "antissemitismo", todo aquele que está muito enviesado a considerá-lo da maneira com que os mais interessados querem, como um crime de pensamento, estão tão fanatizados quanto os que se declaram de maneira apaixonada e acrítica como "antirracistas"

Uma pessoa aparentemente dotada de altas capacidades cognitivas que adota narrativas "antirracistas", bem como de outras vertentes "identitárias", ou é suspeita de fazê-lo, por, talvez, estar se beneficiando por esse posicionamento, ou o que é suspeito é o seu nível racional, diga-se, seu nível epistêmico de racionalidade. Mas por ser um comportamento tacitamente irracional, de defender ou se apoiar em distorções de fatos, não é suspeito o que já se ratifica como um baixo nível de racionalidade instrumental...

Tão ou mais digno de pena que aqueles indivíduos fanatizados que, claramente, defendem e ou se apoiam em adulterações da realidade, são aqueles que performam como aparentes opositores ao fanatismo e à influência do primeiro grupo. Em ambos os casos, o mesmo questionamento: são mais para loucos ou cínicos?? 

Em termos absolutos, nenhum grupo racial ou étnico é superior ao outro, porque nenhum grupo é dotado de uma uniformidade absoluta de indivíduos, especialmente em termos de comportamento intelectual e moral. 

Mas em termos relativos e históricos, é perfeitamente sensato concluir que, sim, existe essa hierarquia...

O paradoxo do rótulo e do comportamento moral 

Quanto mais você se distancia ou condena um rótulo, mais livre você se sente para agir de acordo com esse mesmo rótulo, mas por vias não-tradicionais ou não-explícitas 

Os mesmos autoritários insuportáveis que se dizem contra qualquer tipo de segregação, são justamente os que mais querem impor sua presença desagradável em todo lugar...

Toda abstração é arbitrária. Uma cidade, um conceito ou uma palavra. É o mesmo que dar forma ou limite ao que não tem, porque não existe. É o mesmo que dar forma e estrutura à imaginação 

A formação humanista do professor não significa que ele tenha que incorporar funções que não são de sua primária competência, mas que ele, ao menos, domine o mínimo de saberes legítimos sobre as ciências com as quais ele lida em seu cotidiano profissional. Então, o ideal não é que lhe seja atribuído outras funções, como a de psicólogo/psiquiatra, mas que saiba julgar psicológica e cognitivamente os seus alunos, até para que possa direcionar suas estratégias de ensino. Ou pelo menos que tenha uma equipe multidisciplinar em seu auxílio.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

Antirracismo ou carência??

Uma reclamação que parece ser frequente entre autodeclarados "antirracistas" é a de falta de diversidade racial, não importa onde, mesmo se for em um filme sobre a Europa medieval. Pois, recentemente, eu vi uma publicação no X de um "antirracista" reclamando sobre a falta de "não-brancos" em uma reunião de pessoas e seus cachorros em um shopping. Sim, parece que querem enfiar diversidade até mesmo nos eventos mais aleatórios. Também já vi uma outra publicação que problematizava pessoas brancas que só tinham amigos brancos. Será que isso virou racismo?? Será que todo branco agora vai ter que estabelecer para si uma quota de amigos não-brancos para não "parecer racista"?? Como que essa reclamação ajudaria a causa antirracista?? Ou teria o efeito oposto, de deslegitimação?? Para mim, essa reclamação me remeteu a um quadro de humor do Comédia MTV, lá do início dos anos 2010, em que a humorista Tatá Werneck interpreta uma garotinha que ganha uma boneca que fala e que, ao longo do tempo, vai se revelando uma versão feminina do Chuck, uma boneca viva, porém assustadoramente carente, que sempre pergunta à sua dona se ela a ama, se nunca irá abandoná-la... Esses "antirracistas" parecem com essa boneca, se estão sempre pedindo que pessoas de outras raças e etnias, principalmente as brancas, os amem apenas por serem negros ou "não brancos", demandando carinho demais e sem perceber que também precisam merecê-lo, e, sinceramente, o grupo racial preferido e também o ideológico desses "antirracistas" não parecem ser esforçar muito para merecer respeito e simpatia compulsórios dos outros...

terça-feira, 1 de outubro de 2024

O nazismo disfarçado e inverso do anti branquismo/Disguised and inverse nazism of anti-whiteism

 Nazismo


Um grupo de brancos supremacistas que:

- Culpou os judeus por todos os males do mundo, por narrativas de demonização generalizada desta população;

- Quando chegou ao poder, na Alemanha dos anos 30, começou a discriminá-los abertamente, expulsando-os de cargos públicos, universidades e escolas; boicotando suas empresas; incentivando a hostilidade contra os mesmos; prendendo dissidentes e reativos às suas políticas hostis e por, fim, praticando limpeza étnica, expulsando-os de suas antigas localidades, para enviá-los a campos de concentração//extermínio.

Teoria da vingança via "cavalo de Tróia"

Então, temos o "anti racismo" que, na verdade, é um "anti branquismo", em que os algozes são os judeus supremacistas (sionistas) e as vítimas, os brancos europeus e seus descendentes da diáspora, vulgo "arianos". 

Vejamos:

O anti branquismo consiste na imposição de narrativas ou doutrinação (lavagem cerebral) e de políticas que têm como principal objetivo oprimir e até mesmo exterminar as pessoas brancas. Só que não acontece de maneira explícita e rápida, como aconteceu durante o regime nazista dos anos 30 do século passado, mas implícita e lentamente, sem que suas vítimas percebam do que se trata. Primeiro, tem a imposição de narrativas de demonização generalizada dos brancos e inculcação nos mesmos de auto ódio, como se todos fossem responsáveis pela escravidão africana ou pelo holocausto judeu (por exemplo). E essa imposição só tem sido possível com a infiltração de anti branquistas (sendo que, os mais importantes ou proeminentes têm sido muito desproporcionalmente de judeus) nas principais instituições do mundo ocidental: educação, mídia, governo... Segundo, também a partir de uma lavagem cerebral, baseada em manipulação emocional, brancos têm sido doutrinados a acreditar que raças humanas não existem, que suas diferenças são produtos de diferenças do meio e não de si mesmas, ou que suas diferenças não são mais intrínsecas, e que por, supostamente, serem culpados por todos os males da humanidade, precisam ser generosos com as "suas vítimas" do passado (e do presente), por exemplo, apoiando políticas de imigração em massa ou multiculturalismo. Eles também devem aceitar, de bom grado, políticas que os excluam ou os discriminem no mercado de trabalho e em outras áreas relevantes, como na educação superior. Pois essas medidas são análogas às que foram impostas pelos nazistas contra os judeus (e seus aliados gentios) durante o governo de Adolf Hitler. A mesma discriminação, a mesma narrativa de demonização e também a mesma limpeza étnica, só que por meio de um método indireto e legitimamente conspiratório: de políticas de imigração em massa nos países de maioria branca, incentivo ao auto ódio, à miscigenação racial e ao individualismo... Isto é, além da imposição de uma doutrinação de ideologias que incentivam a destruição dos valores tradicionais e o anti natalismo, como o feminismo e o individualismo, também incentivam à mistura de raças, especialmente dos brancos com outros grupos, enquanto demonizam o oposto, por exemplo, alargando em demasia o conceito de racismo e, a partir disso, classificando como tal qualquer defesa pela auto preservação racial, principalmente se for defendida por brancos. E como os brancos caucasianos apresentam fenótipos muito recessivos, os efeitos de uma miscigenação generalizada deste grupo representa o seu próprio desaparecimento ou de suas expressões fenotípicas mais autênticas, mas não apenas em aparência física, pois a mistura de raças também costuma ter os mesmos efeitos quanto aos traços mentais, se também são primariamente hereditários e mais recessivos (dos brancos bem como de outros grupos, como no caso de indivíduos de alto QI) , pelo que se percebe dos padrões de miscigenação...

Eu já comentei sobre esse tema nesse texto (Genocídio branco patrocinado pela "judiaria organizada": 'teoria' conspiratória ou realidade??),mas achei melhor voltar a falar sobre isso depois que cheguei a essa conclusão de que, o anti branquismo, primariamente orquestrados por judeus supremacistas ou sionistas, e amplamente adotado por seus "aliados" de outros grupos étnico-raciais, especialmente por muitos brancos ditos "de esquerda", se expressa exatamente como uma espécie de nazismo inverso (contra os "arianos", organizado e praticado principalmente por judeus*) e disfarçado: de justiça, correção histórica, empatia, amor, solidariedade, abnegação...

* Sempre deixo explícito que não pretendo generalizar grupos, como se todos os judeus estivessem plenamente conscientes dos planos de suas "elites" (ou máfias) em relação às outras populações humanas. 

Novamente, também tenho chegado à mesma conclusão que a do outro texto, de que se comporta ou se trata de um caso de "vingança" de um grupo sobre outro, diga-se, muito injusta, se também se baseia em uma generalização negativa de um grupo por outro(s). 

E no que isso tudo vai dar?? 

Em merda, é claro. 

Especialidade da espécie "mais inteligente"... 



Nazism

A group of white supremacists who:

- Blamed the Jews for all the evils of the world, through narratives of widespread demonization of this population;

- When they came to power in Germany in the 1930s, they began to openly discriminate against them, expelling them from public office, universities and schools; boycotting their companies; encouraging hostility against them; arresting dissidents and those who reacted to their hostile policies and, finally, practicing ethnic cleansing, expelling them from their former locations and sending them to concentration/extermination camps.

Theory of revenge via the "Trojan horse"

So, we have "anti-racism" which, in reality, is an "anti-whiteism", in which the executioners are the supremacist Jews (Zionists) and the victims, the white Europeans and their descendants from the diaspora, aka "Aryans".

Let's see:

Anti-whiteism consists of imposing narratives or indoctrination (brainwashing) and policies that have as their main objective the oppression and even extermination of white people. However, it does not happen explicitly and quickly, as it did during the Nazi regime in the 1930s, but implicitly and slowly, without its victims realizing what it is. First, there is the imposition of narratives of widespread demonization of white people and inculcation of self-hatred in them, as if every-White were responsible for African slavery or the Jewish Holocaust (for example). And this imposition has only been possible with the infiltration of anti-whiteists (the most important or prominent of whom have been disproportionately Jewish) into the main institutions of the Western world: education, media, government... Second, also through brainwashing, based on emotional manipulation, Whites have been indoctrinated to believe that human races do not exist, that their differences are products of differences in the environment and not of themselves, or that their differences are no more intrinsic, and that because they are supposedly to blame for all of humanity's ills, they need to be generous with "their victims" of the past (and present), for example, by supporting mass immigration policies or multiculturalism. They must also willingly accept policies that exclude or discriminate against them in the job market and in other relevant areas, such as higher education. For these measures are analogous to those imposed by the Nazis against the Jews (and their gentile allies) during the government of Adolf Hitler. The same discrimination, the same narrative of demonization and also the same ethnic cleansing, only through an indirect and legitimately conspiratorial method: mass immigration policies in countries with a white majority, encouraging self-hatred, racial miscegenation and individualism... That is, in addition to imposing an indoctrination of ideologies that encourage the destruction of traditional values ​​and anti-natalism, such as feminism and individualism, they also encourage the mixing of races, especially of Whites with other groups, while demonizing the opposite, for example, by overly broadening the concept of racism and, from that, classifying as such any defense of racial self-preservation, especially if it is defended by Whites. And since Caucasian Whites have very recessive phenotypes, the effects of widespread miscegenation of this group represent their own disappearance or their most authentic phenotypic expressions, but not only in physical appearance, since the mixing of races also tends to have the same effects on mental traits, if they are also primarily hereditary and more recessive (of Whites as well as of other groups, as in the case of individuals with high IQs), from what can be seen in the miscegenation patterns...

I have already commented on this topic in this text (White genocide sponsored by "organized Jewry": conspiracy 'theory' or reality??),but I thought it would be better to return to this after I came to the conclusion that anti-whiteism, primarily orchestrated by supremacist or Zionist Jews, and widely adopted by their "allies" from other ethnic-racial groups, especially by many so-called "left-wing" Whites, expresses itself exactly as a kind of reverse Nazism (against the "Aryans", organized and practiced mainly by Jews*) and disguised as: justice, historical correctness, empathy, love, solidarity, selflessness...

* I always make it clear that I do not intend to generalize groups, as if all Jews were fully aware of the plans of their "elites" (or mafias) in relation to other human populations.

Again, I have also reached the same conclusion as the other text, that it behaves or is a case of "revenge" of one group over another, let's say, very unfair, if it is also based on a negative generalization of one group by another(s).

And what will all this lead to??

In shit, of course.

Specialty of the "more intelligent" species

domingo, 2 de abril de 2023

Falácias "anti racistas"

 1. Brancos não podem sofrer racismo



Racismo é um tipo de tribalismo, um comportamento universal que indivíduos de qualquer grupo racial podem praticar ou sofrer. Pois mesmo que o racismo contra brancos tenha sido historicamente menos comum, ainda não dá para dizer que não exista ou que não seja possível. Esse tipo de racismo também não pode ser confundido com a heterofobia, um tipo de preconceito logicamente possível, mas praticamente inexistente. 


Aliás, dizer que brancos não podem sofrer racismo...  é racismo. 


2. Todo branco é privilegiado por ser branco


O racismo estrutural existiu, integralmente, na época da escravidão, no Brasil e em outras regiões do mundo, e se irradiou por muitas décadas depois da abolição. Mas, hoje em dia, não dá para dizer que continua intacto, que não tem havido muitas melhorias em termos de combate ao racismo. Além disso, o racismo estrutural está intrinsecamente associado ao classismo, do contrário, não existiriam (muitos) brancos pobres e remediados, explorados ou oprimidos por "elites" inescrupulosas (a maioria)...


Quanto às relações de poder e privilégio, a raça nunca é o único parâmetro, se existem outras vias de identificação e tratamento, como a orientação sexual e a classe social, que também são muito importantes. Por isso que, não é nada incomum que um indivíduo branco possa ser menos privilegiado que os de outras raças. Aliás, por uma perspectiva individual, é muito fácil encontrar "não-brancos" que são muito mais privilegiados que brancos. Por exemplo, um branco LGBT e pobre ou classe média baixa versus um negro ou um oriental heterossexual e rico. 


3. Ser contra ou ter uma opinião cautelosa sobre o multiculturalismo//imigração em massa é racismo


Na verdade, não é, e nem xenofobia, se nenhum país é ou deveria ser obrigado a abrir suas fronteiras para a imigração, ainda mais se for "em massa". Enquanto que a xenofobia e o racismo existem, ser mais interessado na própria cultura e/ou povo e querer preservá-los não é xenofobia, mas uma espécie de autoctonofilia. Essa é a diferença entre "odiar estrangeiros" e "preferir pelo próprio povo", ainda que pareça comum apresentar uma combinação dessas tendências ao invés de expressar apenas uma delas.


No caso da xenofobia, como é um termo ainda mais vago que racismo, então, é possível dizer que existem casos de "medo de estrangeiros" que são mais racionalmente justificáveis que outros. 


4. Raças humanas não existem 


Pode chamar de variações fenotípicas (que não se limitam aos aspectos físicos) ou populações, porque dá no mesmo. Não existiriam se não existisse qualquer diferença entre populações humanas. O simples fato de existirem pessoas negras, brancas e orientais, por exemplo, já é uma forte evidência... 


5. Racismo é preconceito de cor


Racismo não é colorismo ou "biologismo", preconceito unicamente com base em aspectos físicos ou biológicos (tal como o albinismo... e a homofobia). Ainda que o colorismo seja uma parte importante do racismo, é muito comum que as pessoas discriminem racialmente com base em comportamento do que "apenas' por diferenças físicas.


6. Acreditar que as raças humanas apresentam diferenças médias e intrínsecas de comportamento e inteligência é racismo 


Racismo é generalizar um grupo racial, tanto no sentido negativo quanto no positivo. Também é racismo legítimo afirmar que a raça de um indivíduo é causal ao seu comportamento. Isso é atribuir causalidade à raça o que lhe é correlativo (uma correlação interseccional ou não-paralela). Isso é dar muita ênfase à raça (ismo).


Qualquer forma de preconceito irracional (porque também tem aquele que é mais racional) é um exagero, uma injustiça e, portanto, uma mentira. 


Verdades ideologicamente inconvenientes, tais como as diferenças raciais em comportamento, cultura e capacidades cognitivas, não são racistas, porque não são mentirosas ou injustas, especialmente quando é enfatizado que se tratam de correlações e que, consequentemente, contribui para evitar generalizações.


7. Vítimas de racismo alegado têm sempre razão 


Depende do contexto, porque tem casos complexos em que, por exemplo, o indivíduo que denunciou a injúria racial ofendeu antes...


8. Ser contra ou cauteloso à miscigenação racial é racismo e ser a favor é legitimamente anti racista 


Pois um mestiço ser a favor da miscigenação e contra a endogamia racial ou étnica não é muito diferente de um heterossexual homofóbico ou de um homem misógino. 


Uma pessoa querer que pessoas brancas de origem europeia e negras de origem africana não se misturem, por preferir que preservem suas respectivas diversidades, mas compreender que sempre existirão cônjuges interraciais e mestiços é, por acaso, racismo?? 


9. Pobreza e conflitos armados na África são resultantes do colonialismo europeu 


Não apenas na África, mas em praticamente todas as regiões em que existe uma população negra de origem subsaariana, aleatoriamente selecionada e predominante, assim como em relação à qualquer outro grupo não-branco. 


Só que não, porque, geralmente, a culpa de boa parte do que acontece em qualquer lugar é dos que vivem lá... 


10. Os brancos são culpados pela escravidão africana


Todos?? De todas as idades?? 


Mesmo que a maioria dos seus ancestrais tivessem participado ativamente no tráfico de escravos negros e no sistema escravagista, não é moralmente correto culpar o filho pelos crimes do pai. Mas nem isso, porque os maiores responsáveis pela escravidão africana também foram os um dos que mais se beneficiaram dela: as "elites" monárquicas.


Ainda é possível atribuir culpa histórica, mas nunca individualmente. Na verdade, nem coletivamente, se durante os quatro séculos de escravidão africana nas Américas, a maioria dos europeus também era explorada e oprimida por suas "elites".

quarta-feira, 14 de abril de 2021

O caminho aparentemente mais fácil (da verdade/da sabedoria) e o das esquerdas

 Quando antirracistas dizem que não existe racismo contra brancos, muitas pessoas, corretamente, discordarão desse raciocínio, por ser injusto ou inverídico.


Mas, era pra ser bem simples: condenar o racismo, diferenciando-o de escolhas ou gostos pessoais e concordar que os brancos também podem sofrê-lo, mesmo se nenhum deles tivesse sofrido, se é uma falácia dizer que algo tão universal, como o tribalismo (o racismo é uma variação dele), aconteça de maneira restrita ...


Quando marxistas dizem que a União Soviética foi uma nação exemplar, que cometeu apenas equívocos isolados e/ou que Stálin não foi um tirano genocida, muitos repudiarão ou ficarão corretamente indignados com essas declarações, afinal, se consistem em distorções de fatos históricos, que é o equivalente a negar o holocausto, enfatizando apenas as "bem feitorias" do nazismo, por exemplo, de que Hitler acabou com o desemprego na Alemanha da década de 30 do século XX.

 

Pois eu aposto que haveria um grande aumento no número de seguidores e apoiadores para as esquerdas, principalmente de "centristas", se elas deixassem de lado essa submissão cartesiana às suas ideologias de maior aderência, se em relação aos identitarismos ou ao marxismo, e focassem diretamente na justiça social.


Mas, parece que as esquerdas escolheram lutar ou seguir pelo caminho mais difícil, de negar ou distorcer algumas verdades muito importantes (possivelmente acreditando que fazem o oposto) e, mesmo assim, esperando que a sua popularidade irá aumentar. Se fossem apenas coerentes com aquilo que mais pregam, a justiça social; se ser justo é o mesmo que buscar pela verdade...

domingo, 24 de novembro de 2019

Representatividade versus capacidade [alerta radioativo para a esquerda-lacração]

Resultado de imagem para a usp vai ficar preta

Fonte: https://acervo.racismoambiental.net.br/wp-content/uploads/2015/04/cotas-usp-vai-ficar-preta-750x410.jpg


[Alerta radioativo para a "esquerda"-lacração]

(Texto relativamente antigo que pensei em não postar por achá-lo muito polêmico. Mas já que comecei a postar outros até mais polêmicos... com alguns pensamentos já compartilhados nesses textos) 

"A USP vai ficar preta"(???)

Conteúdo de um cartaz levantado em uma manifestação a favor do aumento da "representatividade" nesta universidade de São Paulo...

"Progressistas', em média, acreditam que, para promover mais igualdade social é preciso aumentar a representatividade de grupos historicamente oprimidos em espaços importantes, como a mídia e as universidades, como um exemplo mais notório a implementação de cotas raciais e de escola pública nas universidades federais e para cargos públicos. Também acreditam que as diferenças intelectuais entre grupos humanos são inteiramente produtos do meio e, portanto, não fará diferença se o critério de admissão para o ensino superior for mudado de competência técnico-intelectual para características raciais.

Suas intenções podem ser as melhores possíveis, mas, antes, é preciso analisar de maneira imparcial os fatos envolvidos para ver se estão mesmo com toda razão.

Representatividades distintas e causas intrínsecas mais importantes que as extrínsecas

Estudantes de origem asiática, especialmente a japonesa, estão super-representados nas universidades brasileiras, públicas e privadas. O mesmo pode ser dito sobre estudantes de origem judaica e libanesa. 

Existem explicações politicamente corretas e incorretas para isso. Primeiro, causas extrínsecas: a maioria das famílias de descendentes de japoneses, libaneses e judeus têm prosperado no país, alcançando um bom nível sócio-econômico, e tornando possível que seus descendentes consigam estudar até ao ensino superior sem ter que priorizar pelo trabalho, logo cedo em vida. A maioria deles chegou pobre no país. Foram e, muitos continuam a sofrer discriminação, principalmente verbal, por exemplo, as piadinhas sem graça sobre japoneses e seus descendentes. Não têm o legado da escravidão nas costas, mas, novamente, suas vidas não foram fáceis, especialmente para os imigrantes japoneses que saíram de muito longe para um país culturalmente estranho. Pois a hipótese do legado da escravidão sugere que, UNICAMENTE por causa dela, de quatro séculos de escravismo negro e, depois, com a abolição, nenhuma ajuda do governo para os libertos, incluindo a existência de um racismo estruturalizado, em que as pessoas pretas eram tendenciosamente desprezadas para ocupar posições de relevância na sociedade, as diferenças raciais em padrão de vida e representatividade permanecem. É uma hipótese muito forte, porque tudo leva a crer que apenas isso pode explicar as diferenças, que nós podemos ver, entre os grupos raciais no país, mesmo num país de muita miscigenação. No entanto, quando analisamos as trajetórias de grupos, como os brasileiros de origem japonesa, podemos nos perguntar o quão forte ela é. E mais, a existência de uma minoria preta "bem sucedida", não apenas de agora, mas de 80, 90 anos atrás... 

A exceção prova a regra

Nipo-descendentes sofreram forte discriminação no passado, por serem de "raça mongoloide", e continuam a sofrer preconceito, inclusive de brasileiros que não são autodeclarados brancos. Eles não chegaram ricos aqui. A maioria veio para trabalhar no campo. Fez a transição para a cidade, começando a trabalhar em empregos humildes. Hoje, em termos de padrão de vida, essa população tem um dos melhores do país. As coisas não foram dadas de graça pra eles. As melhores terras para plantar ficavam com os patrões ou eram compradas por quem tinha dinheiro. Tiveram que se virar e conseguiram. Pois mesmo se não existissem brasileiros de origem japonesa e sua trajetória coletiva de sucesso, apesar dos muitos percalços num país complicado como esse, ainda é perfeitamente possível analisar os diversos indicadores de comportamento, personalidade e inteligência para constatar aquilo que causa calafrios na maioria daqueles que se dizem blindados de fake news e ignorância, e que querem um mundo melhor...

Estudar em escola particular

Isso também está relacionado com um maior acesso à educação superior. A explicação habitual é de que o ensino nas particulares é, em média, de maior qualidade que o das públicas. 

Mas será que é só isso mesmo?? 

Afinal, não são todos nem a maioria dos que estudam em escolas particulares que conseguem passar no vestibular para estudar em universidades federais. Sem falar dos que estudaram em escolas públicas e conseguiram passar na universidade com nota alta o suficiente para passar sem ajuda de cota. Também existe o fator financeiro que facilita muito que estudantes de classe média alta e alta consigam tirar diploma mesmo se for por uma universidade particular, geralmente considerada de menor qualidade de ensino que a pública...

Agora, aquela causa muito provável [e de ser mais importante], que provoca calafrios na grande maioria dos que se declaram como progressistas, a intrínseca.

Então, já parou para pensar se algumas pessoas praticamente nascem com maiores facilidades cognitivas (convergentes, divergentes e/ou racionais) que as outras??

Pois é quase certo que suas suspeitas não estão erradas. Afinal, vemos isso a todo momento, nos ambientes de trabalho, nas escolas e dentro de casa. 

A maioria dos progressistas, tradicionalmente ou, como tem acontecido, sempre deslegitimam essa causa, pois a associa ao nazismo e também à eugenia, outro termo pelo qual desenvolveram bloqueio, resultando em conceituações pobres de suas autorias e apropriação da extrema direita... 

Enquanto acusam apenas os conservadores de acreditarem em verdades absolutas, concluem de maneira absoluta que a inteligência humana é totalmente plástica e, portanto, basta igualar os ambientes escolares, por exemplo, de diferentes classes sociais, para obter resultados similares entre os indivíduos e dos grupos ou identidades aos quais pertencem. Mas, apenas analisando padrões e a nós mesmos, podemos perceber que nossas personalidades e inteligências não são produtos absolutos do ambiente, que é muito provável de termos nascido com predisposições. 

Existem muitos exemplos que problematizam essas crenças behavioristas. Um deles é a existência de crianças superdotadas, que demonstram avanços cognitivos muito acima de suas idades cronológicas, ainda mais quando nascem em famílias pobres. Uma demonstração de que características intrínsecas têm um papel central em nossos desenvolvimentos intelectuais. E, com isso, não estou querendo dizer que fatores extrínsecos não tenham qualquer influência, mas que geralmente não são mais influentes que os intrínsecos.

Outro exemplo: capacidades verbais, particularmente sobre escrever "certo', respeitando as regras ou convenções ortográficas e gramaticais [do momento] da língua que se fala.

Pois mesmo quando 100% das crianças são alfabetizadas, "sempre" existe uma diversidade de aprendizado dessas regras que perdura por toda a vida. 

Tamanho e sofisticação do vocabulário são um bom parâmetro de comparação. E claro que não para por aí. Na matemática, em outros conhecimentos científicos e no filosófico, as diferenças continuam a existir e não podem ser unicamente atribuídas às condições circunstanciais, afinal, se fulano decidiu acreditar no terraplanismo, a "culpa' também é dele, aliás, principalmente dele. Novamente, fatores extrínsecos ao indivíduo, tal como o acesso a material escolar, viver em um ambiente familiar minimamente tranquilo, ajudam, mas não são capazes de alterar predisposições biológicas profundas. Por exemplo, eu, que nasci com uma imaginação acesa e a expresso desde que me conheço por gente. Não é possível dizer que a educação que recebi dos meus pais me deixou mais imaginativo se eu sou assim desde a primeira infância, de quando tinha uns quatro ou cinco anos de idade.

Voltemos ao problema da representatividade.

Se existem diferenças individuais de inteligência e comportamento e que não são apenas ou especialmente resultados de influências ambientais, então, não é difícil extrapolar essa mesma lógica para grupos humanos, quanto à raça, gênero, etc... 

A maioria dos brasileiros de origem japonesa, ainda mais hoje em dia, são realmente mais privilegiados por virem de famílias de classe média e alta. Mas seus antepassados que chegaram no Brasil não eram ricos e tiveram que lutar para alcançar esse alto padrão, que não seria possível se também não tivessem empregado suas inteligências e se, primeiro de tudo, não tivessem, em média, um maior potencial cognitivo. 

Já quanto aos afro brasileiros, onde o cenário tem sido o oposto, as causas principais são as mesmas, seus potenciais cognitivos (em média, comparativamente mais baixos) e suas tendências (desfavoráveis) de comportamento, em contraste aos nipo brasileiros e que, neste caso, têm contribuído para dificultar a ascensão social da maioria desses indivíduos, ainda mais em uma sociedade capitalista como a "nossa'.

Eu não seria injusto de desprezar a existência e a influência do racismo estrutural, especialmente no passado. Mas foi justamente pela percepção intuitiva dessas diferenças médias de desempenho cognitivo e comportamental, exagerada por crenças legitimamente racistas (de generalização de grupo e associação causal do fenótipo racial a comportamentos) e também atreladas à crenças classistas (preconceito por classe social), que negros e pardos têm escasseado em profissões de maior prestígio. Mas não apenas porque eram excluídos.

É o equivalente a uma junta decidir pela exclusão sumária da grande maioria ou de quase todos os estudantes de uma escola hipotética, de disputar campeonatos de natação por se constatar que não conseguirão alcançar uma alta performance nesse esporte. Os mais prejudicados neste cenário, bem como no caso dos afrodescendentes, são a minoria que é naturalmente capaz e que é considerada igual aos outros do seu grupo. Pois o que mais amplifica as diferenças sociais, incluindo as raciais, é o classismo estrutural, "espinha dorsal" das estruturas vigentes que perpetuam essas mesmas diferenças. Como eu já comentei em outros textos, o maior problema não é ter poucos negros e pardos advogados ou médicos, já que o ideal é que, para exercer qualquer cargo o indivíduo tenha capacidade, vocação e caráter, e não que seja branco ou negro. O maior problema sobre as desigualdades sociais ou, salariais e patrimoniais, é, primeiro de tudo, que elas existem, começando pela existência de diferenças salariais significativas entre as profissões consideradas de maior prestígio em relação às de menor prestígio.

Portanto, a ideia de que a representatividade racial deva substituir o mérito pode ser muito mais problemática do que se pensa, mesmo que se baseie no pensamento racional de eliminar desigualdades sociais e injustiças históricas. Por isso que, haveria de se buscar por outros meios para se chegar a essas finalidades filosoficamente desejadas, a partir do momento que for concluído que a imposição de representatividade, per si, pode resultar no favorecimento de profissionais aquém, nas áreas que escolheram, e multiplicação de mais conflitos, dentre elas a exacerbação do próprio racismo, enfim, de combater uma injustiça com outra...

E o mito do ''universidade para TODOS''

O problema da massificação das universidades ou a crença de que existem para que todos possam tirar diplomas

Este desgoverno bananeiro do palhaço, e com pretensões claramente fascistas, é predominantemente estúpido e cruel, algo muito fácil de ser percebido. No entanto, não é incomum que, do mais insensível, algumas verdades, proibidas ao mais sensível, possam ser proferidas. 

O ministro da deseducação, não esta besta atual, mas aquele pseudo-filósofo que foi destituído do cargo, é um exemplo desta lógica, pois não mentiu quando concluiu que as universidades não foram feitas para todo mundo. Se todo mundo fosse capaz de se tornar pesquisador, professor universitário, tecnicista de alto nível e/ou cientista, isso faria sentido. Mas porque a maioria das pessoas não têm esse nível de capacidade, e até poderia pensar em mim como parte dessa maioria, ou, no limite de compatibilidade, então, não é possível ou idealmente desejável que todos possam frequentar uma universidade. Mesmo assim, se o aumento de pessoas e de pessoas de todas as raças, frequentando as universidades, não for baseado no desfavorecimento direto do mérito daqueles, isto é, dos ''brancos', especialmente de classe média, então não haveria qualquer problema. Em um texto longínquo, eu sugeri que, uma maneira de solucionar esta situação, seria pela construção de mais universidades públicas. O problema seriam os gastos que isso provavelmente resultaria. De qualquer maneira, o maior problema não é que tenham poucos negros, brancos ou amarelos nas universidades e sim que existam essas diferenças tão grandes de valorização salarial entre as profissões. 

Eu poderia pensar o mesmo para o exército, pois não é todo brasileiro que tem condições físicas e psicológicas para fazer parte dele.

Outro problema que acredito ter encontrado, que talvez seja até mais relevante e poderia "pegar um coelho com uma arapuca só". 


Provável falta de representatividade (cognitiva)


Eu vejo o tipo predominante de prova do vestibular o aspecto mais injusto dos meios de acesso à educação superior, por desprezar a diversidade de estilos cognitivos, por exemplo, o tipo mais criativo, que não é contemplado porque as provas de admissão analisam apenas as capacidades cognitivas convergentes, como a de memorização. 

A maioria dos progressistas parece culpar a ideologia da meritocracia como uma das principais causas para as desigualdades sociais. Eu não entendo bem se criticam uma cultura legítima de mérito, mesmo que muito parcial, tal como nós temos, ou justamente a parcial legitimidade de sua prática. Não é racional condenar um sistema que busca dar oportunidade de atuação ao mais competente para determinado conjunto de atividades. É por causa da meritocracia que existem filtros para selecionar os melhores de cada área. Idealmente falando, era assim que tinha de funcionar. Mas na realidade, é menos que isso porque os critérios para uma série de finalidades tendem a ser muito frouxos, incluindo a ocorrência paralela de favorecimentos, a priori, anti-meritórios, por exemplo, o infame QI no sentido de "Quem Indica". Portanto, o problema não é a meritocracia, per si, mas como que tem sido imposta nas sociedades, especialmente a brasileira. Eu já comentei que, premiar aqueles que fazem mais lucro, não é um bom critério de meritocracia pois estará colocando no topo da sociedade os mais gananciosos, que, estando no poder, governarão para si mesmos, pensando apenas em aumentar seus privilégios.

Então, quando fazemos provas de concurso ou vestibular, aspectos fundamentais da inteligência humana, como a criatividade, a racionalidade e a inteligência emocional, passam batido. Como resultado, tipos altamente criativos, que não apresentam habilidades convergentes capazes de fazê-los passar com segurança nessas provas, como eu, estão em risco de sequer conseguirem entrar na universidade. Eu consegui por cota de escola pública. Se não fosse assim, talvez não teria conseguido. E, quando entrei e fiz o curso, praticamente não vi nada de incentivo à criatividade, muito pelo contrário!! Já sobre a racionalidade, também não a vi sendo adotada de maneira sistemática, mas imposição de ideologias, como sempre.
 
Outro problema é que provas típicas de vestibular privilegiam constituições cognitivas simétricas, isto é, basicamente se consistem na continuação do padrão escolar, de buscar por um único modelo ideal de estudante enquanto despreza sumariamente a diversidade de tipos humanos. Se existem pessoas que são muito capazes em algumas áreas do conhecimento ou da inteligência humana e, ao mesmo tempo, apresentam déficits naturais ou intrínsecos em relação a outras áreas. Mas, a maioria das universidades, ao invés de construírem provas objetivas à área pretendente do candidato, ou talvez, colocar um peso menor nos conhecimentos gerais, têm feito o oposto. Todos esses equívocos partem de idealizações ideológicas ou distorções da realidade da inteligência humana.

Interessante pensar que, se métodos de admissão passassem a focar na diversidade cognitiva e também numa maior especificação objetiva quanto ao conteúdo pedido para cada faculdade, é possível que ocorresse um aumento consequente e natural de aprovação de estudantes negros e pardos, e outros de escola pública, sem a necessidade de cotas.

Como conclusão deste texto, acho muito perigoso forçar à representatividade, per si, e desprezar a necessidade de avaliação objetiva de competência específica. Também percebo que as universidades geralmente não se interessam em promover a criatividade ou a racionalidade e sim em impor ideologias, se de direita ou de esquerda, e no caso da criatividade, apenas quando passa a ser solicitada, quando já ocorreu um filtro no vestibular [e mestrado, doutorado...], que não a contemplou. E de concluir novamente que, o maior problema não é a diferença racial de representatividade em espaços de maior relevância ou prestígio social e salarial, exatamente, ainda mais quando não ocorrem meios legítimos ou anti-meritórios de exclusão, mas a própria existência de diferenças sociais excessivas.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Os "anti racistas' negam aos negro"s" [e a qualquer outro grupo] o seu próprio autoconhecimento ao menos em termos coletivos

... nega o seu potencial de emancipação.

Imagine que você é um cantor de fama local. Então em uma não tão bela noite você desafina feio porque decidiu interpretar algumas músicas do Ney Matogrosso, que exige o uso de falsete. Só que aí alguns dos seus amigos mais próximos, com pena de você, decidem enganá-lo, o elogiando. Apesar das críticas, você se convence que apenas os seus amigos que realmente apreciam o seu talento e continua, teimosa e inocentemente, a desafinar para a plateia. Os seus amigos mais próximos, por compaixão, decidiram mentir pra você. 

Mas em realidade eles teriam sido mais eficientes e conclusivamente corretos se não tivessem mentido sobre a sua tentativa fracassada de cantar em falsete. 

Agora aplique esse cenário ao mundo (((politicamente correto))) de atualmente. É o direito de "negro's'", "gays", não importa o grupo, saber o máximo possível sobre si próprios [em relação a essas identidades supra-enfatizadas], ao menos ou principiando por uma perspectiva coletiva, e negar-lhes esse direito, mesmo se fosse originalmente bem intencionado, se consiste em um verdadeiro crime moral, pois sem a consciência dos próprios defeitos ou vulnerabilidades, não há como evoluir.