Quando o rato é infectado pelo protozoário do toxoplasma gondii, ele passa a se sentir estranhamente atraído pelo seu maior predador, o gato, perseguindo-o até encontrar o bichano e se deixar à disposição para virar sua comida.
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sexta-feira, 29 de maio de 2026
Quem foi Pava LaPere??
sábado, 26 de julho de 2025
Mais pimentinhas aleatórias
"Tolerância zero com bandido"
quarta-feira, 18 de dezembro de 2024
Antirracismo ou carência??
Uma reclamação que parece ser frequente entre autodeclarados "antirracistas" é a de falta de diversidade racial, não importa onde, mesmo se for em um filme sobre a Europa medieval. Pois, recentemente, eu vi uma publicação no X de um "antirracista" reclamando sobre a falta de "não-brancos" em uma reunião de pessoas e seus cachorros em um shopping. Sim, parece que querem enfiar diversidade até mesmo nos eventos mais aleatórios. Também já vi uma outra publicação que problematizava pessoas brancas que só tinham amigos brancos. Será que isso virou racismo?? Será que todo branco agora vai ter que estabelecer para si uma quota de amigos não-brancos para não "parecer racista"?? Como que essa reclamação ajudaria a causa antirracista?? Ou teria o efeito oposto, de deslegitimação?? Para mim, essa reclamação me remeteu a um quadro de humor do Comédia MTV, lá do início dos anos 2010, em que a humorista Tatá Werneck interpreta uma garotinha que ganha uma boneca que fala e que, ao longo do tempo, vai se revelando uma versão feminina do Chuck, uma boneca viva, porém assustadoramente carente, que sempre pergunta à sua dona se ela a ama, se nunca irá abandoná-la... Esses "antirracistas" parecem com essa boneca, se estão sempre pedindo que pessoas de outras raças e etnias, principalmente as brancas, os amem apenas por serem negros ou "não brancos", demandando carinho demais e sem perceber que também precisam merecê-lo, e, sinceramente, o grupo racial preferido e também o ideológico desses "antirracistas" não parecem ser esforçar muito para merecer respeito e simpatia compulsórios dos outros...
terça-feira, 1 de outubro de 2024
O nazismo disfarçado e inverso do anti branquismo/Disguised and inverse nazism of anti-whiteism
Nazismo
domingo, 2 de abril de 2023
Falácias "anti racistas"
1. Brancos não podem sofrer racismo
Racismo é um tipo de tribalismo, um comportamento universal que indivíduos de qualquer grupo racial podem praticar ou sofrer. Pois mesmo que o racismo contra brancos tenha sido historicamente menos comum, ainda não dá para dizer que não exista ou que não seja possível. Esse tipo de racismo também não pode ser confundido com a heterofobia, um tipo de preconceito logicamente possível, mas praticamente inexistente.
Aliás, dizer que brancos não podem sofrer racismo... é racismo.
2. Todo branco é privilegiado por ser branco
O racismo estrutural existiu, integralmente, na época da escravidão, no Brasil e em outras regiões do mundo, e se irradiou por muitas décadas depois da abolição. Mas, hoje em dia, não dá para dizer que continua intacto, que não tem havido muitas melhorias em termos de combate ao racismo. Além disso, o racismo estrutural está intrinsecamente associado ao classismo, do contrário, não existiriam (muitos) brancos pobres e remediados, explorados ou oprimidos por "elites" inescrupulosas (a maioria)...
Quanto às relações de poder e privilégio, a raça nunca é o único parâmetro, se existem outras vias de identificação e tratamento, como a orientação sexual e a classe social, que também são muito importantes. Por isso que, não é nada incomum que um indivíduo branco possa ser menos privilegiado que os de outras raças. Aliás, por uma perspectiva individual, é muito fácil encontrar "não-brancos" que são muito mais privilegiados que brancos. Por exemplo, um branco LGBT e pobre ou classe média baixa versus um negro ou um oriental heterossexual e rico.
3. Ser contra ou ter uma opinião cautelosa sobre o multiculturalismo//imigração em massa é racismo
Na verdade, não é, e nem xenofobia, se nenhum país é ou deveria ser obrigado a abrir suas fronteiras para a imigração, ainda mais se for "em massa". Enquanto que a xenofobia e o racismo existem, ser mais interessado na própria cultura e/ou povo e querer preservá-los não é xenofobia, mas uma espécie de autoctonofilia. Essa é a diferença entre "odiar estrangeiros" e "preferir pelo próprio povo", ainda que pareça comum apresentar uma combinação dessas tendências ao invés de expressar apenas uma delas.
No caso da xenofobia, como é um termo ainda mais vago que racismo, então, é possível dizer que existem casos de "medo de estrangeiros" que são mais racionalmente justificáveis que outros.
4. Raças humanas não existem
Pode chamar de variações fenotípicas (que não se limitam aos aspectos físicos) ou populações, porque dá no mesmo. Não existiriam se não existisse qualquer diferença entre populações humanas. O simples fato de existirem pessoas negras, brancas e orientais, por exemplo, já é uma forte evidência...
5. Racismo é preconceito de cor
Racismo não é colorismo ou "biologismo", preconceito unicamente com base em aspectos físicos ou biológicos (tal como o albinismo... e a homofobia). Ainda que o colorismo seja uma parte importante do racismo, é muito comum que as pessoas discriminem racialmente com base em comportamento do que "apenas' por diferenças físicas.
6. Acreditar que as raças humanas apresentam diferenças médias e intrínsecas de comportamento e inteligência é racismo
Racismo é generalizar um grupo racial, tanto no sentido negativo quanto no positivo. Também é racismo legítimo afirmar que a raça de um indivíduo é causal ao seu comportamento. Isso é atribuir causalidade à raça o que lhe é correlativo (uma correlação interseccional ou não-paralela). Isso é dar muita ênfase à raça (ismo).
Qualquer forma de preconceito irracional (porque também tem aquele que é mais racional) é um exagero, uma injustiça e, portanto, uma mentira.
Verdades ideologicamente inconvenientes, tais como as diferenças raciais em comportamento, cultura e capacidades cognitivas, não são racistas, porque não são mentirosas ou injustas, especialmente quando é enfatizado que se tratam de correlações e que, consequentemente, contribui para evitar generalizações.
7. Vítimas de racismo alegado têm sempre razão
Depende do contexto, porque tem casos complexos em que, por exemplo, o indivíduo que denunciou a injúria racial ofendeu antes...
8. Ser contra ou cauteloso à miscigenação racial é racismo e ser a favor é legitimamente anti racista
Pois um mestiço ser a favor da miscigenação e contra a endogamia racial ou étnica não é muito diferente de um heterossexual homofóbico ou de um homem misógino.
Uma pessoa querer que pessoas brancas de origem europeia e negras de origem africana não se misturem, por preferir que preservem suas respectivas diversidades, mas compreender que sempre existirão cônjuges interraciais e mestiços é, por acaso, racismo??
9. Pobreza e conflitos armados na África são resultantes do colonialismo europeu
Não apenas na África, mas em praticamente todas as regiões em que existe uma população negra de origem subsaariana, aleatoriamente selecionada e predominante, assim como em relação à qualquer outro grupo não-branco.
Só que não, porque, geralmente, a culpa de boa parte do que acontece em qualquer lugar é dos que vivem lá...
10. Os brancos são culpados pela escravidão africana
Todos?? De todas as idades??
Mesmo que a maioria dos seus ancestrais tivessem participado ativamente no tráfico de escravos negros e no sistema escravagista, não é moralmente correto culpar o filho pelos crimes do pai. Mas nem isso, porque os maiores responsáveis pela escravidão africana também foram os um dos que mais se beneficiaram dela: as "elites" monárquicas.
Ainda é possível atribuir culpa histórica, mas nunca individualmente. Na verdade, nem coletivamente, se durante os quatro séculos de escravidão africana nas Américas, a maioria dos europeus também era explorada e oprimida por suas "elites".
quarta-feira, 14 de abril de 2021
O caminho aparentemente mais fácil (da verdade/da sabedoria) e o das esquerdas
Quando antirracistas dizem que não existe racismo contra brancos, muitas pessoas, corretamente, discordarão desse raciocínio, por ser injusto ou inverídico.
Mas, era pra ser bem simples: condenar o racismo, diferenciando-o de escolhas ou gostos pessoais e concordar que os brancos também podem sofrê-lo, mesmo se nenhum deles tivesse sofrido, se é uma falácia dizer que algo tão universal, como o tribalismo (o racismo é uma variação dele), aconteça de maneira restrita ...
Quando marxistas dizem que a União Soviética foi uma nação exemplar, que cometeu apenas equívocos isolados e/ou que Stálin não foi um tirano genocida, muitos repudiarão ou ficarão corretamente indignados com essas declarações, afinal, se consistem em distorções de fatos históricos, que é o equivalente a negar o holocausto, enfatizando apenas as "bem feitorias" do nazismo, por exemplo, de que Hitler acabou com o desemprego na Alemanha da década de 30 do século XX.
Pois eu aposto que haveria um grande aumento no número de seguidores e apoiadores para as esquerdas, principalmente de "centristas", se elas deixassem de lado essa submissão cartesiana às suas ideologias de maior aderência, se em relação aos identitarismos ou ao marxismo, e focassem diretamente na justiça social.
Mas, parece que as esquerdas escolheram lutar ou seguir pelo caminho mais difícil, de negar ou distorcer algumas verdades muito importantes (possivelmente acreditando que fazem o oposto) e, mesmo assim, esperando que a sua popularidade irá aumentar. Se fossem apenas coerentes com aquilo que mais pregam, a justiça social; se ser justo é o mesmo que buscar pela verdade...
domingo, 24 de novembro de 2019
Representatividade versus capacidade [alerta radioativo para a esquerda-lacração]

"A USP vai ficar preta"(???)
"Progressistas', em média, acreditam que, para promover mais igualdade social é preciso aumentar a representatividade de grupos historicamente oprimidos em espaços importantes, como a mídia e as universidades, como um exemplo mais notório a implementação de cotas raciais e de escola pública nas universidades federais e para cargos públicos. Também acreditam que as diferenças intelectuais entre grupos humanos são inteiramente produtos do meio e, portanto, não fará diferença se o critério de admissão para o ensino superior for mudado de competência técnico-intelectual para características raciais.
Representatividades distintas e causas intrínsecas mais importantes que as extrínsecas
Estudantes de origem asiática, especialmente a japonesa, estão super-representados nas universidades brasileiras, públicas e privadas. O mesmo pode ser dito sobre estudantes de origem judaica e libanesa.
Estudar em escola particular
Isso também está relacionado com um maior acesso à educação superior. A explicação habitual é de que o ensino nas particulares é, em média, de maior qualidade que o das públicas.
Agora, aquela causa muito provável [e de ser mais importante], que provoca calafrios na grande maioria dos que se declaram como progressistas, a intrínseca.
Outro exemplo: capacidades verbais, particularmente sobre escrever "certo', respeitando as regras ou convenções ortográficas e gramaticais [do momento] da língua que se fala.
Pois mesmo quando 100% das crianças são alfabetizadas, "sempre" existe uma diversidade de aprendizado dessas regras que perdura por toda a vida.
E o mito do ''universidade para TODOS''
O problema da massificação das universidades ou a crença de que existem para que todos possam tirar diplomas
Este desgoverno bananeiro do palhaço, e com pretensões claramente fascistas, é predominantemente estúpido e cruel, algo muito fácil de ser percebido. No entanto, não é incomum que, do mais insensível, algumas verdades, proibidas ao mais sensível, possam ser proferidas.
Eu poderia pensar o mesmo para o exército, pois não é todo brasileiro que tem condições físicas e psicológicas para fazer parte dele.
Provável falta de representatividade (cognitiva)
Eu vejo o tipo predominante de prova do vestibular o aspecto mais injusto dos meios de acesso à educação superior, por desprezar a diversidade de estilos cognitivos, por exemplo, o tipo mais criativo, que não é contemplado porque as provas de admissão analisam apenas as capacidades cognitivas convergentes, como a de memorização.
Então, quando fazemos provas de concurso ou vestibular, aspectos fundamentais da inteligência humana, como a criatividade, a racionalidade e a inteligência emocional, passam batido. Como resultado, tipos altamente criativos, que não apresentam habilidades convergentes capazes de fazê-los passar com segurança nessas provas, como eu, estão em risco de sequer conseguirem entrar na universidade. Eu consegui por cota de escola pública. Se não fosse assim, talvez não teria conseguido. E, quando entrei e fiz o curso, praticamente não vi nada de incentivo à criatividade, muito pelo contrário!! Já sobre a racionalidade, também não a vi sendo adotada de maneira sistemática, mas imposição de ideologias, como sempre.
Outro problema é que provas típicas de vestibular privilegiam constituições cognitivas simétricas, isto é, basicamente se consistem na continuação do padrão escolar, de buscar por um único modelo ideal de estudante enquanto despreza sumariamente a diversidade de tipos humanos. Se existem pessoas que são muito capazes em algumas áreas do conhecimento ou da inteligência humana e, ao mesmo tempo, apresentam déficits naturais ou intrínsecos em relação a outras áreas. Mas, a maioria das universidades, ao invés de construírem provas objetivas à área pretendente do candidato, ou talvez, colocar um peso menor nos conhecimentos gerais, têm feito o oposto. Todos esses equívocos partem de idealizações ideológicas ou distorções da realidade da inteligência humana.
Como conclusão deste texto, acho muito perigoso forçar à representatividade, per si, e desprezar a necessidade de avaliação objetiva de competência específica. Também percebo que as universidades geralmente não se interessam em promover a criatividade ou a racionalidade e sim em impor ideologias, se de direita ou de esquerda, e no caso da criatividade, apenas quando passa a ser solicitada, quando já ocorreu um filtro no vestibular [e mestrado, doutorado...], que não a contemplou. E de concluir novamente que, o maior problema não é a diferença racial de representatividade em espaços de maior relevância ou prestígio social e salarial, exatamente, ainda mais quando não ocorrem meios legítimos ou anti-meritórios de exclusão, mas a própria existência de diferenças sociais excessivas.
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
Os "anti racistas' negam aos negro"s" [e a qualquer outro grupo] o seu próprio autoconhecimento ao menos em termos coletivos
Imagine que você é um cantor de fama local. Então em uma não tão bela noite você desafina feio porque decidiu interpretar algumas músicas do Ney Matogrosso, que exige o uso de falsete. Só que aí alguns dos seus amigos mais próximos, com pena de você, decidem enganá-lo, o elogiando. Apesar das críticas, você se convence que apenas os seus amigos que realmente apreciam o seu talento e continua, teimosa e inocentemente, a desafinar para a plateia. Os seus amigos mais próximos, por compaixão, decidiram mentir pra você.
Mas em realidade eles teriam sido mais eficientes e conclusivamente corretos se não tivessem mentido sobre a sua tentativa fracassada de cantar em falsete.
Agora aplique esse cenário ao mundo (((politicamente correto))) de atualmente. É o direito de "negro's'", "gays", não importa o grupo, saber o máximo possível sobre si próprios [em relação a essas identidades supra-enfatizadas], ao menos ou principiando por uma perspectiva coletiva, e negar-lhes esse direito, mesmo se fosse originalmente bem intencionado, se consiste em um verdadeiro crime moral, pois sem a consciência dos próprios defeitos ou vulnerabilidades, não há como evoluir.