Não é sobre Trump ou Maduro, socialismo ou capitalismo.
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domingo, 4 de janeiro de 2026
A minha política não é sobre direita ou esquerda, é sobre empatia, conhecimento, justiça...
terça-feira, 17 de janeiro de 2023
Agulhadas teleguiadas
quinta-feira, 20 de maio de 2021
Globo e China, tudo a ver
Uma comparação pouco usual
O pior de cada...
A China reúne o que há de pior do capitalismo com o que há de pior do socialismo (sua pseudo-versão, diga-se)...
Pois a emissora mais importante e influente do Brasil, a rede Globo, compartilha com o gigante asiático essa capacidade excepcional de conseguir estar errada sobre tudo, de um lado para o outro do espectro político-ideológico, por ter como ideologias favoritas, atualmente, o "liberalismo" econômico e os identitarismos de esquerda, "para inglês ver"...
Pois, enquanto a China é uma ditadura de apenas um partido, o "comunista", em que há pouca ou nenhuma participação efetiva do "povo" e, que, desde meados dos anos 70 começou a abrir parte de sua economia para o capitalismo, passando também a explorá-lo/oprimi-lo por essa via, sem falar do seu caráter cultural indiscutivelmente conservador*... a Globo, que começou como braço direito da ditadura militar, aderiu à ideologia "neoliberal", que visa reduzir direitos básicos dos trabalhadores em prol da "liberdade" do empresariado, especialmente dos mais abonados, e, também, ao "identitarismo de boutique" em que, ao invés de conscientizar o ''povo'' sobre a exploração capitalista, o aliena dessa luta tão importante, fazendo-o acreditar, especialmente pelo ativismo antirracista, que a culpa pelas desigualdades sociais é unicamente dos brancos ou da raça, e não dos ricos ou das "elites" burguesas (em boa média e, especialmente, a político-econômica)...
* Sim, a China é supostamente comunista, oficialmente ateia, onde o aborto é legalizado... No entanto, valores e crenças de natureza conservadora: patriarcado misógino, homofobia, capacitismo, especismo, militarismo, ultranacionalismo,etc... continuam a predominar e a serem perpetuados, não apenas entre as pessoas comuns, mas, também, pelo próprio estado chinês...
quinta-feira, 11 de outubro de 2018
Dois possíveis insights políticos, ou não... a escolher .. e um plus [ou menos]
Segundo: a revolução industrial FOI a revolução capitalista, em que também ocorreu a expropriação de terras dos trabalhadores rurais [assim como aconteceu com a revolução comunista na ex URSS], começando é claro pela pioneira Inglaterra, com leis que as transferiram para as mãos de latifundiários, empurrando essa população para os centros urbanos, e estas sendo usadas como mão de obra barata, mediante a sua abundância, ociosidade e ''baixa qualidade''.
Segundo e 1/2: ''Escola sem partido'' ou ''Escola sem ideologia'', mais uma ideia pra lá de idiota dos ''liberais'' brasileiros, uma racinha que, em média, gravita entre o semi-analfabetismo e a completa ignorância quanto à história. Fui a favor do ''Escola sem partido'', mas então eu fui percebendo uma coisa: se tirarmos a ideologia da maioria dos professores, a ''esquerdista'', então será passaremos a ter uma educação totalmente neutra no aspecto ideológico** Com certeza que não, pois tudo o que pensamos, acreditamos, seguimos ou tentamos impor também É ideologia. Ideologia é o estudo e o uso de [certas] ideias. Capitalismo, liberalismo [para ricos] econômico, conservadorismo e religião também são ideologias... Então pensei em um exemplo bem literal do que seria a aplicação da tal ''escola sem partido''
Realidade ou o que aconteceu: africanos foram escravizados por árabes e europeus, sendo que estes segundos os levaram para as Américas, resultando em uma mácula histórica e longa de exploração absolutamente desumana. [interpretação ''esquerdista'', ou, neste caso, mais condizente com a realidade]
Suposta ''neutralidade ideológica'': africanos foram levados por árabes e europeus para trabalharem em suas respectivas destinações, sendo que estes segundos os levaram para as Américas... ;)
domingo, 2 de setembro de 2018
Uma das diferenças mais significativas do capitalismo e do ... socialismo* socialismo real* ou aquilo que é terminantemente anti-capitalista...
Um dos seus maiores acertos eu vou falar muito resumidamente aqui.
Primeiro, por que as taxas de desemprego tem sido, historicamente falando, sempre mais altas nos países capitalistas, especialmente nos mais capitalistas, e menos nos países socialistas**
Algo que muitos de vocês já sabem, mas vamos lá...
Porque no capitalismo a oferta de emprego é quase sempre mais baixa que a demanda. Isso faz com que as pessoas disputem uma mesma vaga. Essa diferença pode ser significativa ou nem tanto.
Já no socialismo a oferta de emprego tem sido quase sempre igual à demanda. Isso tem resultado na ''vaga garantida'' de ofício para a grande maioria.
É o que eu estou achando por agora.
segunda-feira, 20 de agosto de 2018
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
Sorria esquerdista você esta sendo enganado
Você estão torcendo e apoiando aqueles que mataram os ''socialistas reais'' e que estão a se passar por eles com intuitos descaradamente egoístas....
sábado, 23 de setembro de 2017
Racismo, hiper tribalismo versus antipatia
Eu posso ter antipatia ou desgostar MAS não ser hiper-tribalista, ao menos em termos raciais ou nacionais... isto é, eu posso odiar mas sem com isso sem se dar em relação ao aspecto racial ou nacionalmente nepotista [ainda que pareça ser a regra que um se relacione com o outro].
E claro, como eu já ''joguei essa pedra'', nós podemos odiar todo mundo/todos os grupos, que seria o equivalente a ''adorar todo mundo'', anulando qualquer tentativa de ''injustiça de tratamento''.
Novamente a tentativa de precisão semântica, começando pela palavra racismo: raça + ismo, ênfase em relação à ideia de raça.
Semelhante a:
capitalismo: ênfase no capital/bens materiais.
socialismo: ênfase no social/bens sociais-vitais.
individualismo: ênfase no indivíduo/individual.
botulismo: err... não, esse não.
Eu disse ênfase, isto é, uma atenção redobrada, que é mais significante.
Também comentei que a maioria das palavras terminadas em ''idade'', parecem [querer] expressar a ideia de ''natureza'', do que de ''ênfase'', os exemplos acima, claro, ''corrigidos'' a partir de uma pedante precisão semântica:
socialidade,
individualidade,
capitalidade**
E em relação à última, claro, quando estivermos falando DO capital, e não DA capital, ainda que o termo original tenha sido criado para se referir À capital.
Portanto, a priore, a palavra racismo não significa aquilo que a maioria das pessoas acreditam, especialmente a partir da precisão/pureza semântica, que se consiste na interpretação conceitual mais literalmente condizente com a ''morfologia'' ou construção semântica das palavras, como o exemplo principal, racismo [raça + ismo].
Como eu tenho sempre falado, seria muito importante que buscássemos pela precisão semântica especialmente em relação às palavras abstratas visando tornar esse canal associativo entre o elemento e o símbolo/palavra, o mais curto e auto-entendível possível. Atribuir funções extras para uma palavra tem sido a meu ver um grande erro, porque com isso, ao invés de tornarmos a nossa capacidade de comunicação e entendimento mais eficiente, fazemos/fizemos o caminho oposto, ao torná-la vaga, deixando-a a deus-dará.
Racista: Que ou aquele que enfatiza em relação ao assunto raça.
Raciologia: estudo das raças.
Raciologista: Que ou aquele que estuda sobre o assunto raça.
Estudar não é necessariamente o mesmo que enfatizar, ainda que se assemelhem bastante, porque o segundo verbo também pode ser entendido como ''prioridade'', ou ''tornar prioritário, importante, relevante'' [dogmatizar/fixar].
Tribalismo: preferência tendenciosamente indiscriminada por aqueles que pertencem à tribo/identidade da qual se faz parte.
Tribo esta que pode ser racial, ideológica/religiosa/cultural/mais explicitamente psico-cognitiva, sexual...
Já que temos muitas identidades, então inevitavelmente caminharemos para ser de multi-tribalistas/multi-identitários.
Hiper tribalismo: hiper preferência ou nepotismo em relação ao(s) indivíduo(s) que pertencem à tribo da qual faz parte.
Antipatia: estado antônimo à simpatia.
Antipatia racial: desaprovação ou falta de identificação/ de simpatia em relação a certo grupo racial [que geralmente quer realmente indicar ''antipatia em relação a certo subgrupo (psicológico/comportamental) deste grupo racial, e que é o mais demograficamente predominante].
Antipatia psicológica: falta de identificação em relação a certos tipos de estados psicológicos ou de personalidades.
Antipatia psicológica coletivamente específica: falta de identificação receptiva/simpatia de natureza psicológica em relação a certos grupos ou indivíduos que apresentam uma predominância de certos tipos de personalidades.
Antipatia psico-racial coletivamente específica: falta de identificação .... .......
Portanto, a priore, as palavras: racismo, tribalismo e antipatia, a partir de uma abordagem semanticamente precisa e mais, HONESTA, apresentam diferentes conceitos.
No mais, também é aquilo que já comentei, desenvolvemos antipatia por aquilo/expressões/comportamentais ou físicas que:
- não temos e/ou que são muito distintos de nós;
- são considerados ameaçadores;
- e que na maioria das vezes, a antipatia mais forte se dará em relação a traços psicológicos, porque ter antipatia por um nariz grande, por exemplo, a priore, não costuma ter grande impacto do que ter antipatia por um tipo de personalidade/ou dimensão de comportamento [geralmente associada à alegorias culturais].
quinta-feira, 20 de abril de 2017
Nós temos as colônias de exploração e de povoamento.... Agora também podemos pensar em ''sociedades de exploração'', ''sociedades de cooperação'', e talvez outras...
domingo, 2 de abril de 2017
Sistemas políticos e espectro de estratégias evolutivas
Níveis perturbadoramente altos de predação, tanto entre ''presas'' e ''predadores'', quanto entre os predadores. Estado primitivo de anarquia social.
Capitalismo & socialismo/ monarquia, etc = parasitismo interno/nacional via domesticação massificada e, dependendo da magnitude da ganância e/ou da falência moral, predação [parcial a total] externa/dirigida a inimigos de ameaça direta
Apresentam classes desigualmente privilegiadas. As que estão no topo da hierarquia geralmente se engajam em trabalhos que exigem pouco esforço e recebem remunerações exageradamente altas, especialmente no sistema capitalista. As que estão nas bases, geralmente ''se engajam'' em trabalhos que exigem muito esforço físico ou que consomem importantes frações do tempo individual, e recebem remunerações exageradamente baixas. As que estão no meio dessa pirâmide tendem a sofrer nas mãos, tanto das classes parasitárias/exploradoras mais ricas, quanto das classes exploradas mais pobres.
Democracia = fase ou sistema intermediário entre o parasitismo e o mutualismo
Princípio da política filosófica que, em suas cores mais verdadeiras, sempre busca pela sabedoria e de preferência, por sua introdução na política, como fonte final das diretrizes que produzem o tecido social. O parasitismo geralmente explora, com base na ilusão do mutualismo, de que existe igualdade ou de que existe plena e pulsante meritocracia.
Sociedade ideal = mutualismo
Parece que, tal como a um corpo, toda sociedade precisa ter um cérebro ou uma classe dirigente, e um corpo, ou uma diversidade hierarquicamente despojada de classes que, nesta metáfora fácil, representam o corpo. Os membros superiores seriam tal como a classe média profissional, enquanto que os membros inferiores seriam tal como a classe trabalhadora. Classes diferentes tendem a expressar diferentes aspectos fisiológicos e psico-cognitivos. Quem é melhor para gerir a sociedade, geralmente, ou em média, não será melhor para trabalhar em profissões basais, que abastecem as necessidades essenciais, como por exemplo, a agricultura que abastece as cidades com comida. E o inverso também é o mais provável de ser. Portanto, partindo desta lógica metaforizada, de que o sistema social se assemelha ao corpo humano, por causa de sua natureza hierárquica, impossível, ao menos por agora, de se ser totalmente eliminada, se é parte fundamental de sua essência ou estrutura, então as elites serão sempre necessárias, porque sempre haverá a necessidade de se ter alguém que comande e organize a sociedade assim como também de se ter aqueles que façam os ''membros superiores e inferiores do corpo'' funcionarem. Um dos maiores problemas de uma sociedade, é a qualidade de suas elites, e quanto menos sábia forem, mais problemática a mesma será. Se é o cérebro que comanda o corpo, então se o cérebro está doente ou é simplesmente inefetivo, o corpo não funcionará de maneira ideal.
É ululante de se afirmar que, os melhores governantes, serão os mais sábios, por causa de suas completudes perceptivas, por serem capazes de pensar lógica e emocionalmente ou moralmente, sendo capazes de aplicarem as duas ênfases para solucionar os problemas e maximizar as conquistas. E a sabedoria nada mais é do que a manifestação da estratégia evolutiva mutualista, entre os humanos, que eu defini como a melhor, a estratégia mais inteligente que os seres vivos são capazes de se engajar. É quase como a ''democratização'' do parasitismo, isto é, aquilo que o parasita faz pensando apenas em si mesmo, o mutualista faz, só que também pensando nos outros.
domingo, 26 de março de 2017
Idealistas versus partidários: contrastes e semelhanças
Diferenças e semelhanças de quem compra uma causa de de quem compra um partido
idealismo versus oportunismo
Níveis de
Consciência estética
Os idealistas evidentemente que apresentarão os valores mais altos de consciência estética, da beleza ou simetria, pela idealidade, claro que, limitada à ideologia que tiver escolhido, resultando no idealismo.
Os partidários serão no entanto mais propensos a apresentarem valores mais baixos da mesma, ainda que, tal como os idealistas, eles também tendam a escolher uma ideologia porque a veem, primeiramente, como uma idealidade [ uma das principais falhas desta natureza, de se confundir idealismo com idealidade ].
Isso também significa que, a partir do momento em que a ideologia, que é geralmente uma farsa de moralidade objetiva, começar a revelar o seu verdadeiro rosto, os idealistas mais perspicazes começarão a debandar, ao começarem a perceber as muitas contradições que praticamente caracterizam a mesma. Por outro lado, os partidários, porque estão muito menos esteticamente/moralmente sensíveis, tenderão a permanecerem ''no recinto ideológico'' que escolheram, e assim como a ideologia vai se mostrando mais feia do que no princípio, os partidários vão acompanhando essa metamorfose. Os partidários, conscientes ou não, emulam os idealistas, que são de proto-mutualistas, mas serão, desproporcionalmente falando, de proto-parasitas, que veem no grupo ideológico um modo de vida, ainda mais quando a ideologia casa ''perfeitamente'' com as suas crenças ou inclinações morais, quase sempre superficiais, especialmente porque também tenderão a sê-lo no âmbito intelectual. Os partidários são oportunistas, que geralmente estão subconscientes de suas naturezas morais nebulosas, e ao mesmo tempo de inseguros, que sentem a necessidade de fazerem parte de um grupo, e em especial, novamente, quando o grupo lhe for de bom gosto, se casar com as suas características psico-intelectuais.
Os idealistas são em sua maioria de crentes devotos e os mais inteligentes tendem a perceber cedo as contradições, enfim, a natureza essencialmente corrupta e mentirosa, que geralmente a maioria das ideologias/ ou religiões humanas apresentam. Os idealistas mais tolos tendem a permanecer ''no barco'' mesmo quando vão percebendo contradições e muitas vezes também quando não o fazem, isto é, quase que como em um estado permanente de psicose ''parcial'. Os idealistas apostam as suas fichas em suas ideologias de estimação enquanto que os partidários, subconsciente ou conscientemente, estão mais preocupados em fincar raízes nesta estrutura e tirar dela o seu sustento parasitário, do que de pensar em ideais ou valores morais superiores. Ele pode ser como uma cobra cega ou como uma serpente bem desperta, que sabe muito bem o que está fazendo.
Compreensão factual
Pelo que parece a grande maioria dos idealistas e dos partidários apresentam déficits neste aspecto. No caso dos idealistas, mais especificamente, me parece que, tendem a ter uma forte disposição para o pensamento holístico, para a imagem maior, mas ao mesmo tempo, fraquezas em relação ao pensamento detalhista. Isso explica porque o socialismo, a priore, e teoricamente falando, parece mais correto que o capitalismo. Isto é, igualdade e justiça sociais, que são valores morais holísticos, não estão errados, sob nenhuma instância. O problema começa quando, do holístico, da imagem maior, se passa a buscar por detalhes, pela ''imagem menor''. E são muitos os detalhes que tornam o socialismo difícil de se sustentar e de maneira ideal. O idealista se assemelha ou apresenta um estilo de pensamento pseudo-psicótico, que é mais global do que local, que constrói a imagem maior, mas que se esquece dos detalhes que a perfazem. Por exemplo, em média, um idealista socialista deseja a igualdade social, novamente, que se consiste em um valor moral holístico. Só que ele se esquece que existem muitos detalhes que tornam a possibilidade da igualdade social mais difícil, desde os fatores mais intrínsecos como as diferenças raciais médias em inteligência e temperamento, até os fatores estruturais, como a ideia de meritocracia, de que, aquele que produz mais, merece ganhar mais do que outro, ou um exemplo ainda mais concreto: o médico merece ganhar mais do que o gari, porque a sua função é muito mais importante que a função do gari, ele salva vidas enquanto que o gari varre as ruas.
Compreensão factual assim como tudo aquilo que percebemos ou que fazemos, quer queiramos ou não, obedece a uma hierarquia que se principia em nós, como eu já falei, sobre o epicentro do comportamento. Portanto, apesar de estarmos rodeados e mesmo compostos por infinitos fatos, de todos os tipos e tamanhos, é pela espinha dorsal da realidade que devemos principiar, porque é a mais importante, especialmente pra nós. E essa espinha, novamente, principia-se por nós, via autoconhecimento, se expande para o ambiente de vivência, via reconhecimento ou conhecimento de padrões, dos outros seres, humanos e não-humanos, de fenômenos naturais e das dinâmicas entre todos esses elementos.
Portanto, quem já exibe fraco autoconhecimento, já terá uma compreensão factual igualmente fraca, ainda que possa se tornar um conhecedor de periferias do saber. Partidários e idealistas podem ser muito inteligentes em termos cognitivos, acadêmicos, mas em termos macrospectivos, da ''imagem maior existencial''/ sabedoria, sobre a espinha dorsal da realidade, geralmente, eles serão na média ou abaixo da média, e eu acho que serão desproporcionalmente abaixo da média.
A compreensão factual, a meu ver, será variável entre os dois grupos, mas eu acho que, os partidários conscientes de suas naturezas oportunistas e camaleônicas, fortemente propensos a serem de ''anti-sociais'', apresentarão compreensões factuais maiores, se tipos psicopáticos tendem a fazê-lo de qualquer maneira. Portanto é possível que esses perfis médios respectivamente para os idealistas e para os partidários mais conscientes: alto em consciência estética, baixo em compreensão factual/ baixo em consciência estética, alto em compreensão factual. Em compensação os partidários menos conscientes, que devem ser mais demograficamente prevalentes, é possível que serão mais fracos em ambos os quesitos. Poderíamos também substituir os neo-termos que propus, por: empatia afetiva/empatia cognitiva, ainda que a consciência estética não se consista exatamente em empatia afetiva, a tem como ferramenta fundamental, e o mesmo no caso da compreensão factual, e especialmente a partir do momento em que passarmos a entender todos esses outros termos de maneira generalizada, isto é, a empatia afetiva não apenas em relação a outros seres, mas também à realidades impessoais, por exemplo, sentir afeição ou afeto por matemática.
Dissonância cognitiva
Faça o que eu falo, não faça o que eu faço
Novamente, a meu ver, os idealistas serão em média desproporcional ou característica, menos cognitivamente dissonantes do que os partidários, isto é, procurarão evitar hipocrisias em suas condutas ideacionais e comportamentais. O idealista socialista mais inteligente, por exemplo, será mais propenso a colocar o seu filho em uma escola pública, a buscar reduzir a sua ''pegada'' no meio ambiente, etc. Em compensação o partidário socialista, mais ''preocupado' com as questões políticas, mas também com o seu parasitismo se possível discreto, será muito mais propenso a pensar de um jeito, e fazer de outro, ou mesmo, a dizer aos outros como agir, mas fazer o oposto daquilo que prega, que é um sinal mais do que claro de hipocrisia. Se quase todo sistema de moralidade subjetiva se coloca como ''o sistema moral perfeito'', ou que representa a moralidade objetiva/final/''divina'', então em todas essas estruturas psicóticas de crença e valor, nós vamos encontrar esses dois tipos.
Estúpido ou mal caráter*
A maioria dos idealistas não apresentam má índole, pelo contrário, pois tendem a ser tão teoricamente bondosos que ultrapassam largamente o limite do bom senso, de auto-preservação [ uma das características fundamentais da espinha dorsal da realidade]. A maioria deles também apresenta características proto-psicóticas, para que possam se convencer de ideias de natureza holística e que invariavelmente se apresentam de modo superficial, sem detalhes, obviamente holísticas, quase que de maneira poética. Nesse caso estamos a falar de apofenia, que se consiste em uma característica essencial das psicoses. A maioria dos seres humanos encontram-se vulneráveis para a adoção de ideias apofênicas, e eu acredito que, os ''mais apofênicos'' providos de maiores capacidades cognitivas, serão mais propensos a adotarem a ideologia, enquanto que os menos capazes, neste sentido, serão mais propensos a adotarem a religião. A explicação parece simples, a ideologia se apresenta de maneira mais científica, filosófica, e menos bizarra, como acontece com a religião. Por exemplo, acreditar na ressurreição de Jesus Cristo versus o racismo institucionalizado das sociedades ocidentais. O primeiro é claramente uma aberração de pensamento. O segundo já se encontrará muito mais próximo da realidade concreta, e mesmo poder-se-ia dizer que se consiste em uma interpretação de um possível fato ou mesmo, que pode ser entendido como tal, mediante algumas perspectivas mais periféricas. Parece que, talvez, no fundo, seja um pouco, mas o cerne de toda esta confusão é que se está confundindo [[[propositalmente]]] causa com efeito. A causa para as desigualdades sócio-raciais não é o racismo institucionalizado, mas as desigualdades intelecto-raciais médias e de temperamento. Isto é, não são ''os'' brancos ou as suas instituições que, propositalmente, mantém a maioria dos negros em condições sócio-econômicas inferiores, mas os próprios negros que, em sua maioria, não estão ''cognitivamente adaptados'' às sociedades ''modernas'' [tecnologicamente dominadas].
Por outro lado, os partidários, a meu ver, serão bem menos propensos a serem de super-''bonzinhos'' porém meio psicóticos e ingênuos, como os idealistas costumam ser, até mesmo porque estarão mais focados no grupo do que em seus [supostos] ideais. Como camaleões, eles emulam os idealistas, que são os garotos-propaganda de qualquer culto, mas tendem a ter, de maneira mais aguda, porém invariavelmente subconsciente, outras intenções. Eles querem ganhar em cima de suas escolhas e não necessariamente de ver os ideais do seu grupo ideológico vingarem e se tornarem a ordem do dia.
Em termos de apofenia, o partidário médio também tenderá a ser mais apofênico, como a maioria das pessoas menos perspicazes costumam ser de qualquer maneira. Mas menos proto-psicótico que o idealista e portanto mais cínico. O partidário mais inteligente, como eu já comentei, tenderá a ser mais psicopático que psicótico, aliás esta dobradinha tem ''dado certo'' desde os primórdios da civilização. O psicopático manipulando o psicótico, lhe tolhendo a sua capacidade de entender a realidade, a ponto de se tornar mentalmente emancipado e de não mais depender de seus mestres mentais calculistas. O idealista mais inteligente tenderá a ser mais parecido com o sábio, e muitas de se sê-lo. Percebam que o parasita sempre tenta atrair o mutualista para dentro de seu projeto de poder perpétuo. Idealistas mais inteligentes, como eu já comentei, são os primeiros a debandarem do grupo, sem falar do sábio, o mutualista mais inteligente, que incomumente se deixa atrair por ideologias por períodos prolongados de sua vida.
Síndrome de Dunning-Krueger
Princípio da compreensão factual
Proto-psicóticos e proto a psicopáticos são em média muito autoconfiantes. Portanto não esperemos por humildade intelectual entre eles, ou em relação à maioria deles. Surpreendentemente ou nem tanto os mais [intelectualmente] inteligentes de ambos, idealistas e partidários, apresentam os níveis mais baixos de síndrome de Dunning-Krueger, se forem é claro comparados com os outros de seus respectivos grupos. Os níveis mais altos de humildade intelectual, que se relaciona com autoconhecimento e com níveis mais baixos desta síndrome, que é extremamente comum, fazem com que os idealistas mais inteligentes, de maneira precoce, capturem os problemas e contradições fatais dos sistemas ideológicos ou religiosos que decidiram seguir, a priore, porque quando nos apropriamos de uma ideologia, correta ou não, passamos a tratá-la como parte de nós, nós como os seus mensageiros ou agentes, tal como templários ou cavaleiros. Portanto o exercício de humildade intelectual necessita de auto-''reflexão'' constante, do contrário, ficará difícil de se alcançá-la. Os partidários mais inteligentes, e portanto psicopáticos, desde cedo entenderão de maneira profunda e mais factualmente precisa, quanto à natureza essencialmente corrupta do sistema ideológico que passam a investir, novamente, denotando sinal de ''humildade intelectual'', que neste caso, mostra-se mais como uma peça auxiliar, como um meio, do que como uma reflexão/expressão da índole. Em ambos os casos, as palavras ''talento'' e ''autenticidade'' podem ser facilmente introduzidas, porque demonstrarão maiores capacidades intelectuais, só que de um lado, se fará de maneira moralmente benigna, e de outro, de maneira moralmente maligna.
Em relação aos idealistas e aos partidários medianos, parece fácil de se concluir que ''pontuarão'' alto em síndrome de Dunning-Krueger, isto é, apresentarão autoconhecimentos distorcidos, exagerando as suas forças e portanto as suas capacidades de se usá-las, negligenciando as suas fraquezas, realidade essa que claramente se mesclará com as suas escolhas ideológicas, isto é, as segundas reforçarão as suas autoconfianças exageradas.
Os partidários, talvez, possam ser até definidos como hipo-psicóticos, e portanto mais próximos dos seus mestres, dos seus patrões mentais, denotando pragmatismo, realismo frio mas ainda embotado de ''real realismo'', no sentido de se compreender a macro-realidade, disposição essa que se manifesta em níveis mais altos de autenticidade entre os mais sábios, que se consistem na elite final dos idealistas. Os partidários em média estão a meio caminho entre o normal ou o convencional e o psicopata, ainda assim, eles não serão em sua maioria de sociopatas ou de psicopatas, mas de hipócritas patológicos, ou como eu gosto de falar, de ''cobras cegas''. Os idealistas em média [média característica] estão a meio caminho entre o normal, a psicose e a sabedoria, e portanto se bifurcarão entre os proto-psicóticos e os proto-racionais.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
A maioria dos homossexuais são organicamente socialistas?
Eu escrevi este texto sobre a blogueira cubana Yoani Sanchez em que me questionei se ela, que mais parece uma típica professora de espanhol, letrista, de grande inteligência verbal, realmente continuaria sendo anti-esquerda como manda o figurino acaso o seu país aderisse por definitivo à ideologia globalista que é culturalmente esquerdista (e economicamente direitista)??
Será que a herdabilidade co-relativa entre homossexualidade e esquerdismo será alta?? E será universalmente alta ( em qualquer país) ?? Ou o esquerdismo enquanto uma macro construção social epicentricamente presente no ocidente pós moderno é mais específico no espaço e tempo do que imaginamos??
Ou o socialismo real é muito mais conservador, retrógrado do que se pensa?
E será que a maioria dos outros esquerdistas atuais continuariam pro socialismo quando o socialismo real, sempre brochante para os idiotas úteis mais inocentes, começasse a dar às caras??
Como resposta rápida para a pergunta do título eu acho que não existe tal coisa ''organicamente socialista'', pra começo de conversa, mas existe sim disposições comportamentais mais empáticas, baseadas na emoção e menos na lógica/e razão, e sim, que também podem ser mais ingênuas. Os homossexuais são um grupo bem diferente, neste caso me refiro em específico aos homens. Apesar de haver uma tendência epicêntrica de similaridades, tal como tende a acontecer com quase todo grupo, racial, cultural, ideológico, etc, também existe uma diversidade interna de tipos, de intenções, assim como também uma diversidade de circunstâncias. ''Socialistas'' realmente preocupados com o bem estar geral e inteligentes/ eu diria mais, sábios, na captura dos problemas que tem nos impedido de alcançar o olimpo da qualidade de vida, parece que são bem raros, enquanto que a maioria tende se consistir de pessoas com fraqueza em questões lógicas, de boas intenções e um dos principais, que estão em evidência, que foram colocadas no controle ou seria melhor, descontrole, das nações, assim como também uma elite obscura de sociopatas clássicos, que se camuflam às hordas de ''idiotas úteis', tal como se fossem eles, mas vivem no mais burguês modo de vida possível.
Da mesma maneira que temos um excesso de negros, especialmente em países como os EUA, ''de esquerda'', de judeus e de outros grupos, por exemplo, os hispânicos, eu também acredito que esta guinada homossexual para a esquerda nas últimas décadas é mais um produto provocado justamente pela constante inculcação ''esquerda pró-gay/direita anti-gay'' e endossada principalmente pela segunda, e que na verdade o percentual real de ''socialistas'', idealistas, tolos ou não, assim como também de oportunistas da pior espécie, de sociopatas, seja bem menor do que os dados esmagadoramente favoráveis à ''esquerda'', e mais, pois acho que muitos homossexuais estão despertando e muitos outros continuarão a despertar rente ao caráter venenoso da ''esquerda'' e de suas verdadeiras intenções. Eu poderia me questionar também sobre os ecologistas, eu que me considero totalmente favorável à causa. Será que a maioria dos ecologistas são ''organicamente socialistas''*
sábado, 9 de abril de 2016
Literalização conceitual para ''socialista'' e ''capitalista''
Que me perdoem os direitistas, mas esta imagem reproduz uma perspectiva bastante realista do sistema que defendem.
ISMO
Eu entendo o prefixo ismo como uma ênfase/direcionamento significativo em relação ao termo que vier acoplado.
Portanto, nós temos o social + o ismo, resultando no socialismo.
E temos o capital + o ismo, resultando no capitalismo.
O capitalista seria aquele que, em termos puramente conceituais, daria grande ênfase ao capital, isto é, a moeda de troca que circula e molda as relações humanas em sociedades complexas.
O socialista seria aquele que, em termos puramente conceituais, daria grande ênfase ao social, isto é, ao aspecto mais saliente da própria sociedade que são organizações/aglomerações constituídas por mais de um indivíduo.
Em termos realistas, todos nós somos ou estamos um pouco socialistas e capitalistas, porque o capital existe enquanto um mediador material de mérito para as diferentes atividades que exercemos dentro dessas colmeias e o social se consiste obviamente no bem mais importante que permeia as relações das formas de vida que evoluíram para conviver socialmente.
Esta precisão semântica parece favorecer a priore ao socialista ou àquele que subconscientemente se define principalmente como tal, ao legar para o capitalista, o papel de ''obcecado por dinheiro'', mas não é de todo verdadeiro, a partir do momento em que internalizamos que quase todas as palavras abstratas são amorais em suas respectivas raízes semânticas/conceituais.
Portanto, a priore, estar enfatizado ao social ou ao capital, dependerá do contexto para que possa ser corretamente moralizado.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Ser anti-humanas não deveria significar se tornar de desumanas
Os nossos ''amados'' ''gênios'' do ''humor''
Em sua superfície, o marxismo cultural aparenta ser maravilhoso, ainda que já comece cedo a se tornar rancoroso, em relação à sabedoria. Sem preconceitos, sem 'racismo'', sem todo o tipo de julgamento bruto ou venal que possa tornar algumas vidas menos felizes em seu potencial. O rejeito de um mundo frio chamado conservadorismo, onde os mais fracos nunca tiveram vez e nunca terão. No entanto, ao contrário de uma evolução, o marxismo cultural é uma armadilha, cujas paredes estão pintadas de um caminho lindo de pedras, com flores a pontilhá-lo, um sol sereno entre nuvens brancas, o verde manto da terra protegido, enfim, se parece com o desejo mais sublime de São Francisco de Assis, e o mais essencial. O céu deitado ou caído sobre o solo terrestre. No entanto, se há paredes, então não há por onde caminhar, evoluir, querem nos cultivar dentro desta armadilha, deste grande laboratório. É o último estágio de nossa domesticação.
Desumanizar o ser humano, viciá-lo em suas fraquezas, reduzir sua percepção àquilo que sua mão quer de imediato, consumir para ser consumido. E existe a obviedade em que a palavra ''marxismo'', dificilmente poderá esboçar qualquer coisa boa, se seu passado lhe condena sem piedade. Eu não torci pela aristocracia contra o proletariado, mas isso não significa que tivesse que escolher entre um dos dois, e especialmente o segundo sob uma bandeira vermelha ou o primeiro, sob a tirania de suas coroas douradas. O proletariado, o nome dado a uma massa de russos pobres, jogados à própria sorte, brutalizados por bailes espalhafatosos, à moda frívola de uma tal Paris, o tintim de ricos que além de nunca olharem para os mais famintos, ainda os tratavam com o ríspido desprezo de classes. Mas se o socialismo não tem camaradagem, ajuda mútua, a cooperar-se, então não é socialismo, mas comunismo, ou pior, coletivismo oligárquico. Antes o pobre não tinha o que comer ou comia a lavagem dada, desde a queda do tzarismo, passaram a ter em mãos, um pratinho, desde que suassem ''um pouquinho'', em uma vida de ordens e mentiras. Pouco mudou. Na verdade, se pusermos tudo no lápis, nos cálculos, muito pouco realmente mudou na vida do russo pobre, do proletário de fábricas frias e gigantes, de Moscou ou São Petersburgo. Até o fim do maior desastre da história humana, tão celebrada por artes audiovisuais, a vida russa continuou brutal, desde os tempos mais terríveis, ínfima melhoria, continou tradicionalmente ridícula em termos de qualidade. A partir da guerra ''fria'', os vandalos arrogantes que tomaram o poder, ponderaram em dar algo que cheirava a conforto ao ''seu' povo, mas que ainda não poderia ser chamado de tal maneira. E este, durou poucos anos, em uma gigante planície fria, que até então, só havia ouvido rugidos de ursos famintos, menos pelos e mais neuronios, mesmo os caninos, continuaram intactos, a brilhar de fome e ganancia. O fim do comunismo ou de parte dele, nestas terras, regurgitou tudo aquilo que havia se escondido de propósito, no intestino grosso de tal império vermelho. O sangue voltou a circular como antes, como sempre. A ineficiencia e o desprezo a vida, voltaram com toda força ao seu cotidiano, que antes, se fazia milimetricamente menos aparente, por toda a propaganda, tradicional e brega de sempre, que estes retardos de megalomania adoram.
As humanidades, assim como todas as faculdades da vida burocrática e moderna, são inchaços que se assemelham às mazelas urbanas, tão comuns no mundo de terceiros, onde os primeiros mandam. Excessivas, frutos de metástases, de naturezas cancerígenas, que não visa tornar íntimo o conhecimento humano, até agora adquirido, mas de intimar o inconformista ou o intelectual, é mais uma desculpa com utilidade, de algo que pudéssemos chamar ''verdade''. Tal como as favelas, as muitas universidades e seus muitos estudantes, são aberrações, produtos iguais em ignorancia humana. O mundo subjetivo, onde o diabo vive, onde a confusão triunfa, é o mundo das ''humanas''. Está tudo errado, se nasce desviado de Deus, e não falo daquele de estórias com filisteus, então já se expandira camuflada em sombras, mentiras, e não no caminho da evolução percebida. Clama por sabedoria, mas é tudo política. Despreza a qualidade de indivíduos em prol de massas famintas por ''educação'', que acreditam tolamente, que ler livros apenas, lhes farão sábios, às centenas. Sábios nunca se fazem, nascem. Ainda que se possa fundar bases na sua divulgação e prática.
Se a verdade está em todo lugar, e a melhor mentira está disfarçada de credível, então não se pode jogar no lixo, tudo aquilo que o marxismo apropriou pra si e usa como bucha de canhão, suas desculpas, seus protegidos e porque não, torná-los culpados, na primeira oportunidade, como bons covardes que são. Mas estes escravos podem ser valiosos, são tão 'tolos''!!! Eles merecem biscoitos e elogios tortos.
Sê anti-humanas, não é ruim, desde que saiba entender que muitos do outro lado do rio, estão completamente ingênuos, e mesmo que muitos tenham concedido, sabendo das mentiras, ainda existirão indivíduos lá, e ao se perceberem como tal, pelo auto-valor, o sentido de viver, então merecem respeito, meu e seu.
Dispare sem preconceito, e generalizará. Não é pré-conceituar, mas pré-entender, que apenas os clones que serão todos iguais. Nenhum grupo é cópia idêntica, e individualidades merecem ser protegidas, especialmente se forem de virtudes.
Muitos do outro lado do rio, tornaram-se ou sempre foram das ''desumanas''. São brutalmente sinceros, como crianças mal criadas, apontam para todos os defeitos, reais ou de fato, relativos e os que exageram, como se viver não fosse um defeito, se se vive para depois morrer, se não somos o final mas um eterno ciclo, é sempre o meio de uma estória, e nunca o final derradeiro, o clímax nunca é a ti. E se é, então não será maravilhoso, mas como o último dos moicanos, o último brilho de vida d'uma estrela, o último que sai, que apaga a luz.
Está na hora dos rótulos perderem seu encanto artificial. Mas agora, o que vemos é a reação daqueles que mais lhe apregoam valor. Em partes, substanciais, estão corretos, porque a natureza nos legou assim. Mas se somos humanos e queremos continuar a sê-los, especialmente se formos em novas dimensões de ser, desvendadas e ainda a serem encontradas, para evoluirmos, para tomarmos nossa caminhada, ao invés de continuarmos a deixá-la sob as mãos ''delicadas'' do caos e de vis gargalhadas no silêncio, então devemos começar a dar maior espaço à essência existencial, se estamos todos no mesmo barco, desiguais enquanto indivíduos, alguns mais do que outros, mas no mesmo espaço, mínimo de universo, do qual somos filhos. Este discurso é coletivo, ao repetir ''somos todos'', mas é porque estou a falar de nossa mais pura essência, nosso núcleo, este sim, é tudo igual. São as formas que o protege, nossa armadura, que, de espinhos, penas a rir ou rosas a sorrir, ou à mistura de todos eles, que nos mostra como reagir, à lógica de como que nos projetamos, se quadrado, enquadraremos, se círculo, nos viciaremos, se mil formas, entenderemos à moda da sabedoria, a vida.
As ''humanas'' são uma armadilha. Ser anti-humanas e a favor dos ''utilitários pragmáticos'', abençoados em nome de deus, o deus- trabalho e aquele que lhe dá certezas e promessas de paraíso pós-vida, não é tão ruim, mas nem tão bom, se continuam a interpretar a vida por meio de ilusões antigas e se tal como os ''humanos das humanas'', eles também continuam a negar a sabedoria em prol de sua ideologia, preferem caricaturas divertidas do que a realidade por si, querem maquiagem e a personagem do que o mundo real, mais chato, sem devaneios.
Ser das ''desumanas'' é muito pior, porque se usa da lógica animal, onde a pirâmide da vida, da morte, das injustiças, dos alimentos, dos que consomem e dos que são consumidos, e se salienta a importância de rótulos, deixando a essência enquanto uma tola ''filosofia'', dos tempos das guilhotinas, e que se arrastam em palacetes pedantes do saber. Mas a essência sem a forma que herdamos e que rotulamos, é tão nula quanto o mar de Aral, agora sob o deserto líquido que se tornou, desde que lírios límpios do campo, lhe presenteou sua morte precoce e melancólica. Secou e ser das desumanas é ser como a um deserto, que não tem vida, e que não pode ser reconhecida em outros, especialmente os menos quistos, se tudo o que é, se espelha e se busca, que chamamos amizade ou empatia, está nos genes, queremos os quase clones e os de desumanas não conseguem enxergar-nos pela essência, enquanto irmãos, mas como degeneração ou excrecência, se não somos a manivela, iguais. Estamos sempre diferentes e estamos sempre em conflitos, se os rótulos sao os seus ritos!!
A verdade não tem de ser sempre de espinhos, pode-se ve-los sem tocar com a ponta dos dedos. Pode-se se usar palavras menos grosseiras, são excessos que podemos acudir, com zelo, e a evitá-los sempre que for necessário. Alguns chamam-no de eufemismo. O problema não está na educação de se usá-lo, mas na mentira que lhes imbutem, será que fazem de propósito** Quem será que está a misturá-los**
Eufemismo não é sinonimo de hipocrisia, que pode ser usada mesmo nos confins mais próximos da sinceridade. A verdade nunca se resume a uma única palavra ou expressão, porque não está apenas em uma dimensão. Especialmente em nossos olhos, podemos vislumbrá-la sob muitas óticas, se a expansão do conhecimento humano, tem como naturalidade, a transcendencia da lógica brutal, onde que se racionaliza o caos em seu explendor dramático e torpor em relação a sabedoria.