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quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

O Brasil é o país do futuro... E para sempre será...

 (Alerta de radiação pesada para a turma de autodeclarados "progressistas pró-ciência" que se colocam ao lado da mesma apenas quando a "direita" faz o contrário e sempre contrariamente quando é para defender os arroubos dos seus pares ideológicos ou os seus próprios, ou seja, sempre quando lhes convêm)



Graças ao dogma igualitário, cada vez mais dominante na mídia, na educação e no governo, muitas pessoas têm se convencido de que as diferenças de inteligência e comportamento entre indivíduos e grupos humanos são produtos apenas das circunstâncias do meio, da cultura, da socialização, de fatores históricos... menos da genética ou biologia, isto é, que podem ser facilmente ''desfeitas''... E, a partir desta crença pseudocientífica e negacionista acredita-se que não tem problema se forem impostos sistemas de cotas raciais ou para outros grupos em processos avaliativos e seletivos, ao invés de priorizar o mérito em si, afinal, todos (que não nascem com deficiências intelectuais evidentes) têm o mesmo potencial cognitivo, certo??

Também, por essa crença, acredita-se que não há problema se um país de maioria branca se tornar um país de maioria não-branca (ou vice-versa), ou se o Japão for colonizado por nigerianos, afinal, raças humanas não existem, certo?? 

E se as diferenças de inteligência e comportamento entre grupos raciais e étnicos são resultados apenas das diferenças culturais, certo?? 

Também não é problemático se os mais inteligentes deixarem de ter um número razoável de filhos ou se os menos inteligentes passarem a ter mais filhos, afinal, tudo é uma questão de ter uma educação de qualidade, certo?? 

Errado. 

Mas porque essa crença se tornou tão dominante nas instituições mais importantes das sociedades ocidentais, o completo desleixo em relação à qualidade intelectual e até moral de suas populações* se tornou a regra e ainda com um agravante, a imposição totalitária do multiculturalismo, importando milhões de indivíduos de populações, em média, menos inteligentes e civilizadas...

*... Que era, de certa forma, "administrada" pelo controle demográfico natural, resultado da alta mortalidade por doenças infecciosas, guerras, pobreza e crises de fome, antes da melhoria do padrão de vida, incluindo a medicina, tal como pela invenção e a universalização das vacinas.

Vingança de um "certo grupo" pelo que lhes aconteceu na segunda guerra?? Eu já comentei sobre isso nesse texto: Genocídio branco patrocinado pela "judiaria organizada": 'teoria' conspiratória ou realidade??

Quanto ao Brasil, a situação, apesar de não ser idêntica, é parecida com o que tem acontecido nos países desenvolvidos, especialmente os de maioria branca, nessas primeiras décadas do século XXI. Porque, aqui, por causa dessa mesma imposição de ideologias "do bem", também associadas ao constante aumento do custo de vida, desta vez, culpa do capitalismo, os indivíduos mais inteligentes têm gerado poucos ou nenhum descendente, enquanto que os menos inteligentes, com base no nível de escolaridade, têm mantido taxas de fecundidade acima do limite mínimo de reposição. Trocando em miúdos, os menos inteligentes estão gerando mais descendência que os mais inteligentes, isto é, a população está ficando (ainda) menos inteligente. E junte-se a isso o fato correlativo (não-paralelo**) entre baixa capacidade cognitiva e propensão a comportamentos criminosos e violentos para termos uma receita perfeita para o desastre. 

** Ou interseccional, quando a correlação não é apenas uma coincidência de fatores, havendo uma relação variável entre os mesmos. 

Aqui, outro fator que está contribuindo para gerar essa grave disgenia cognitiva, e causado pela doutrinação de falácias anti-racistas (que eu comentei nesse texto: "falácias anti-racistas" ***, é o alto índice de miscigenação racial, especialmente entre os grupos raciais com as maiores médias de inteligência, brancos de origem europeia e asiáticos, e os grupos com as menores médias, negros e pardos. 

*** ... que muito do que certos grupos acusam de ser racismo, na verdade, não o é, por exemplo, de não ter uma opinião totalmente positiva sobre a própria miscigenação, além de, eles mesmos defenderem alguns pensamentos legitimamente racistas, tal como o de que brancos não podem sofrer racismo


Isso significa que, os grupos raciais mais inteligentes não estão apenas deixando de se substituírem demograficamente, mediante suas taxas de fecundidade abaixo do limite mínimo de reposição de 2,01 filhos, como também estão desaparecendo de suas formas mais decantadas, gerando uma tendência de regressão à média dos descendentes dessas relações mistas, isto é, reduzindo suas médias de inteligência, sem falar da hereditariedade reduzida ou (ainda) mais embaralhada de traços de personalidade, quando os pais biológicos são de raças ou etnias diferentes, tendendo a resultar na herança de combinações menos "agradáveis", como uma menor capacidade cognitiva e um transtorno de personalidade anti social, que parecem ser mais "geneticamente dominantes" do que seus antônimos... 

Eu já comentei sobre essa outra heresia pós-moderna nesse texto: A complexidade de uma verdade muito inconveniente às esquerdas (frisando que se tratam de médias estatísticas e não de causalidade absoluta entre fenótipos físicos e mentais, e o caráter parcialmente relativo dessas diferenças, associando essa verdade à teoria da relatividade). 

Também falei sobre o meu ponto de vista em relação à miscigenação racial nesse texto: "Meus 3 crimes de pensamento sobre miscigenação racial", em que destaco que, apesar de não ser absolutamente problemática, não significa que seja completamente "inofensiva", se as populações humanas apresentam diferenças estatísticas e intrínsecas de capacidades cognitiva e moral, resultados de suas trajetórias adaptativas e evolutivas de centenas a milhares de anos e que (como dito acima), quando se misturam, seus descendentes parece que tendem a herdar os traços mais frequentes nas populações menos inteligentes ou os traços (combinações) menos racionalmente desejáveis. 

Percebam que, mesmo se, historicamente, o Brasil tenha se desenvolvido por meios tortos, abandonando a população de afrodescendentes recém-libertos à própria sorte e importando imigrantes europeus, do Oriente Médio e do Japão para substituí-los, entre a segunda metade do século XIX e a primeira metade do século XX, essa medida acabou contribuindo para aumentar a média de inteligência de sua população, se se tivesse ficado com a maioria de pardos e negros nativos é pouco provável que se desenvolveria no mesmo nível e ritmo. Apenas se tivesse adotado uma política agressiva de eugenia, selecionando os indivíduos mais inteligentes entre os "nativos brasileiros" pós-independência para gerarem a maioria das novas gerações, incluindo os da maioria negra e parda, para compensar a médio e longo prazo a hipotética recusa de importar mão de obra estrangeira. Mas os abolicionistas da época, que são os autodeclarados progressistas de hoje, em sua maioria, jamais pensariam em aplicar esse tipo de medida, certo?? 

Certo. 

Então, o caminho certo por meios tortos que o Brasil tomou está sendo redirecionado para onde começou... E com a crença dominante na tábula rasa em curso tudo indica que o nosso futuro enquanto nação e povo está condenado, ainda piorado pelo domínio crescente de outras ideologias "do bem" tão perigosas quanto, tal como o abolicionismo e o abrandamento penais, esse segundo, especialmente em relação aos crimes mais graves (pelo lado da direita, também existem forças nefastas cada vez mais dominantes, como o evangelismo neopentecostal e o capitalismo neoliberal)

Mas não se preocupem, porque o Brasil não está sozinho nessa derrocada civilizacional... A maior diferença é que o pouco de "civilização" que conseguimos alcançar está sendo progressivamente perdido...

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Irracional civilização ocidental

Irracional civilização ocidental

Da hipotermia conservadora
À histeria humanista
Do frio à febre
Do colonialismo à autodestruição
De um extremo ao outro
Da exploração ao hedonismo
Do estoicismo à paixão
De um egoísmo ao outro
E nunca a razão
Do mergulho aos mares profundos
Ergueu-se uma civilização
Ao suicídio de toda culpa
Séculos de ignara escravidão
Massas de esquerda e direita, confusas
Risos diabólicos, de celebração
A filosofia é uma desculpa
Para o ódio e para a servidão
A religião é uma loucura
Adultos de Eva e Adão
Maduros na labuta
Crianças sem contemplação
Até quando esta mesma tortura
Até quando o veneno
Do escorpião
Do homem pai e suas lutas estúpidas
De sábios calados, sem ação
Até quando os piores decidirão
Se a vida vale mais que ouro
Ou se vale  menos que um tostão

sábado, 27 de julho de 2019

Diferenças raciais em inteligência, ou melhor, diferenças histórico-civilizatórias...

Compare uma população de caçadores coletores com uma população urbanizada... O que você tem*

Maçãs e laranjas. 

A maioria dos africanos são oriundos de comunidades de caçadores coletores e agrícolas.

Em compensação, a maioria dos leste asiáticos e dos europeus, historicamente, vêm de sociedades agrícolas e urbanas, sendo que as de caçadores coletores, correspondem a uma minoria entre eles. 

 Posso até pensar num processo de transições sócio-cognitivas semelhante à ''transição demográfica''. 

Imagine as etapas de transição demográfica, a primeira, em que o crescimento da população é equivalente ao da taxa de mortalidade; a segunda, em que a taxa de mortalidade cai; a terceira, em que é a taxa de natalidade/crescimento demográfico que cai; e a quarta, em que a mortalidade aumenta [por causa do envelhecimento demográfico]. 

Pois então podemos ou eu posso ''criar'' a transição sócio-cognitiva, em que primeiro nós temos uma comunidade de caçadores coletores, com [comparativamente] baixa complexidade cultural ou cognitiva; então, segundamente, temos uma comunidade agrícola, mais sedentarizada, com média complexidade cultural e cognitiva [requerida]; terceiro, uma sociedade proto-civilizada, que já exige elevada complexidade cultural e cognitiva, e por fim, uma civilização completa. 

Os africanos, de maneira geral, jamais chegaram a alcançar o nível máximo de civilização, mas conseguiram chegar ao terceiro, sendo que seu epicentro de desenvolvimento cultural e cognitivo tem sido entre os caçadores coletores e os agricultores sedentários, primários, ou ''neolíticos''.

É tal como tentar comparar igualmente a pirâmide etária entre Nigéria e Japão...

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

''Simulação' [possivelmente um insight subjetivo] das macro-atividades na ''civilização'' em sociedades simples ou de caçadores-coletores

... usando os departamentos de educação superior: humanidades; ciências, engenharia, matemática.


- construção de casas === engenharia, matemática [ciências]

- caça de ''animais''/alimento === ciências
- coleta de alimentos verdes === ciências

-coleta e quantificação de alimentos === matemática/ciências

- transmissão cultural de uma geração para a outra [mitos e conhecimento da tribo] === humanidades [ciências]
  - artes === humanidades

- lido social diário/psicologia === humanidades 

terça-feira, 25 de julho de 2017

Duas falácias comuns dos red pilhados: "de-masculinização" do homem branco/ocidental é a primeira causa para a decadência da civilização e "mulher no poder é sempre problemático"


Imagem relacionada

fonte:votoemimimagens.wordpress

Vou começar pela segunda falácia. São "as" mulheres, isto é, todas elas, ou a imensa maioria, incapazes de governar de maneira decente sem que se dê com base em abraços acalentados à políticas "progressistas"???

Primeiro, a política e não apenas em relação às mulheres, atrai tipos específicos de pessoas ou de personalidades/valores e capacidades perceptivas, e tem sido constantemente demonstrado que essas pessoas não são as mais aptas para o ato de governar... se a grande maioria dos políticos não são sábios.. 

Segundo que partindo dessa lógica e também por pura observação neutra notamos que a maioria dos políticos do sexo masculino não costumam ser muito bons não é?? Tendo algumas exceções e mesmo assim longe de ser um sucesso.

A política ocidental moderna seleciona por mulheres de ideologia esquerdista tal como também o faz em relação a políticos gays e de outras "minorias'. 

Portanto culpar a mulher de maneira generalizada tratando qualquer uma delas como incapazes de governar, pelo simples fato de serem mulheres, e desprezar a falta de políticos homens realmente bons na governança é uma atitude cínica e estupida, sem ter sido baseada em uma análise anterior tal como eu estou esboçando por agora. O sistema político é viciado e seleciona tanto entre homens quanto entre mulheres quem está apto para acatar as políticas))) em voga, conscientes ou não de seu veneno embutido. 

Segunda falácia: homens tem sido mais afeminados e isso é danoso para a civilização, um dos fatores que tem causado a sua decadência.

Além de duvidar que o homem moderno tenha se tornado mais "afeminado' que o homem de outras épocas também acho que, o que sempre leva à decadência (e não no sentido que tem sido sempre determinado, por exemplo, a maior liberdade de comportamento) é sempre a estupidez, coletiva e individual. Mais vale uma raça de homens menos glutões porém espertos, e se não for pedir muito, sábios, do que uma raça de glutões tolos. 

Os conservadores e em especial a extrema direita, são tendenciosamente inertes, inflexíveis e desorganizados. Daí eles, em média, decidem cavar bodes expiatórios, de generalizá-los, é claro, e sem olhar para as próprias falhas. 

terça-feira, 18 de julho de 2017

Os testes cognitivos são sintomas-produtos do desenraizamento da percepção humana em relação à hiper-realidade...

.... porque se consistem ou tem sido usados para TRIVIALIZAR a inteligência, em seu conceito e em sua aplicação conceitual, transformando-a em uma expressão mais recreativa/de status, e também reduzida ou restrita à ''tarefas mais cognitivas'', geralmente relacionadas à escola e ao trabalho [ciclo de vida do trabalhador ''moderno'].

Como eu já comentei, analisamos ou tendemos a analisar a inteligência de animais/e seres humanos [mais] domesticados e não-domesticados de diferentes maneiras, enfatizando as capacidades dos primeiros de obedecerem/e apreenderem à regras ou comandos dos seus ''patrões'', e as capacidades dos segundos de sobreviverem no mundo natural.

No mundo natural, a inteligência é questão de vida ou morte, é tudo, é onipresente, enquanto que no mundo domesticado, a inteligência é conceitualmente distorcida, trivializada, tendo o seu papel reduzido à capacidade de ''oferecer trabalho com qualidade''. Este também é um processo de dissociação do auto-conhecimento e luta pela justiça individual em relação à inteligência.

No mundo natural, inteligência e comportamento são extremamente simétricos em conceito e aplicação. No mundo domesticado, é possível e esperado uma progressiva dissociação dos dois, resultando também em um aborto precoce de se produzir sabedoria via seleção condicionada.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Tempos ruins fazem homens fortes que constroem a civilização... Tempos bons fazem homens fracos que destroem a civilização... Parece óbvio mas será??

Tempos ruins, mas por que??

Nunca se viveu tanto no ocidente. Nunca o conforto material foi tão grande. Não apenas no epicentro ocidental mas nas periferias do mundo geopolítico o padrão de vida tem dado saltos vertiginosos, nunca antes acontecido. Chegamos a um ponto em que gordas franjas das populações em um número crescente de países estão em plenas condições de prover para a maioria dos seus filhos uma "educação acadêmica". Se o padrão de vida melhora é improvável que a qualidade de vida também não melhorará ainda que tenhamos de ter em mente as diferenças mútuas entre eles

Os tempos bons se consistem em uma acumulação e prática de ideias, teorias e hipóteses [comprovadas ... ou não] de muitas mentes brilhantes de diferentes épocas, desde a eletricidade até alguns pensamentos filosóficos que tem predominado. O fim da supremacia religiosa ou do absolutismo monárquico, pelo menos até agora, também podem ser colocados nessa soma de bem feitorias que tem sido acumuladas. Por outro lado, supostamente, os homens tem se tornado demasiado domesticados, "emasculados",  e tudo aquilo que "a civilização tem conquistado" está sendo ameaçado por essa frouxidão...causada... pelo conforto maximizado.

Mas será??

Existem muitos fatores que não estão sendo levados em conta antes de, de fato, concordarmos com o aforismo do título, de maneira que, ao menos na minha opinião, não se deve culpar o aumento do conforto, que diga-se, desde os primórdios da civilização, já devia ter sido democratizado, como o único responsável pela suposta frouxidão masculina atual. As civilizações começam muito desiguais e pouco antes de sua era dourada de auge, a decadência começa. Dizem alguns que,  cabeça "vazia", oficina do diabo. Mas será mesmo?

O perigo dos eufemismos é que eles geralmente são usados para dar beleza poética e pretensa precisão factual mesmo com as suas poucas, belas e simples palavras. O aforismo acima é um exemplo disso.

Ele nos deixa a entender que a dureza faz "o homem" mais forte, que o conforto tem o efeito oposto e que portanto a dureza é mais desejável que o conforto. 

Partes dessa conclusão fazem sentido lógico, no entanto, novamente, será que "sacrifícios" (eufemismo para algo pior) são sempre necessários??

Sem a exploração extrema dos trabalhadores britânicos no primeiro século de revolução industrial a Grã Bretanha não teria se tornado uma super potência??? Sem séculos de exploração por parte da igreja e das coroas reais a Europa Ocidental não teria alcançado o patamar de civilização avançada?? Novamente, sacrifícios desta magnitude e impacto (invariavelmente destrutivo para muitos se não para a maioria dos indivíduos) são sempre necessários ?? É um mal necessário?? 

Então os "tempos ruins" deste país, que ceifaram as vidas de milhares se não de milhões de pessoas pobres e remediadas (em sua maioria), homens, mulheres, crianças, jovens, idosos, por acaso tornaram os homens ingleses mais fortes?? 

É verdade quanto a veracidade deste padrão universal exposto no título que parece refletir o ciclo de vida/energia das civilizações, em que, no início nós temos energia masculina fresca e abundante para construir, expandir, invadir e subjugar, e depois, supostamente, as sociedades vão se tornando mais ''caridosas'', e com isso, ao invés da expansão, tem-se uma retração até a consumação final de suas energias.


 Também é verdade que, quando somos criados apenas no conforto podemos nos adaptar facilmente a esta realidade e de nos tornar mais relaxados, e claro que esta tendência é provável que variará de pessoa em pessoa. No entanto não parece ser factual que apenas o conforto que afrouxe os homens nem que os homens modernos estejam assim tão afeminados

Relaxados talvez, mais afeminados, não.



Eu já comentei que por causa de uma cultura mais aberta (mas não em relação a tudo) aquilo que era mantido na surdina, na época de predominância cultural conservadora, se tornou muito mais exposto e portanto conhecido. Não é que hoje em dia tem mais homossexuais por causa do maior conforto que supostamente emascula causalmente os homens. Primeiro que, eu duvido que a proporção de homossexuais tenha aumentado muito, segundo que, eu acho que foi a "herdabilidade" ;) ou a expressão fenotípica em relação à paisagem genotípica da não-heterossexualidade exclusiva que aumentou. O que antes era abertamente condenado, menos experimentado e se feito, apenas em guetos culturais, hoje em dia, tem sido, por segundas intenções, celebrado ou ao menos tolerado e expandido para uma maior população. A proporção de não- heterossexuais assumidos ou apenas discretamente engajados de hoje em dia, e em comparação aos tempos dos nossos bisavós e avós, é equivalente à proporção de canhotos que na atualidade tem beirado os 10% nas populações ocidentais, e que na época do predomínio cultural do cristianismo/conservadorismo, era muito menor, porque os canhotos eram forçados a aprender a escrever com a mão direita.

É verdade que devemos ensinar aos outros que o conforto não brota do nada e que muitas vezes ele precisa ser conquistado e mantido. Mas também é verdade que a conquista deste esforço não precisa se dar com base na exploração do trabalho e subsequente redução significativa da qualidade de vida, para uma importante parcela da população, e claro, pra nós mesmos. Portanto sacrifícios além do BOM SENSO quase nunca são necessários em especial quando temos em mente que existem outras maneiras de se alcançar o mesmo objetivo. 

Geralmente e desgraçadamente falando, as civilizações tem se principiado com base na exploração extrema daqueles que são das classes sociais mais baixas mas também de todos aqueles que não apresentam posses que os fariam mais iguais em termos materiais às elites. Tempos ruins testam os limites de resistência psicológica e física das populações especialmente as que estão mais socialmente vulneráveis.


 Culpar o homem comum por não estar se organizando e lutando contra o declínio da "$ua" civilização é como o pastor culpar as ovelhas por não estarem se organizando por si mesmas para se defenderem contra raposas à espreita


Ganância, expansionismos e ignorância matam impérios e não o conforto

Os impérios são como mega-empresas comunitárias que servem única e exclusivamente para aumentar e perpetuar o poder das classes dominantes. Eles começam como negócios familiares até se transformarem em multinacionais. A ignorância filosófica leva à ganância que leva ao imperialismo diplomaticamente analfabeto que leva à expansão das fronteiras com base em pilhagens e guerras e por fim a aculturação daqueles que vão sendo conquistados, claro, depois de terem sido muito explorados. 


O homem neurotípico e heterossexual continua com os seus interesses específicos sem grande importância para o melhoramento da sociedade, no sentido intelectual, isto é, ele dedica boa parte dos seus neurônios à obsessões por carros, mulheres e esportes coletivos. Porque hoje, ou a partir da decadência da civilização que (((não é tão espontânea))) assim como muitos pensam, nós temos uma maior e melhor nitidez quanto à diversidade comportamental e portanto sexual do homem, tem-se criado esta visão deturpada de que algumas das vitórias mais valorosas da civilização, por exemplo, o conforto e uma maior racionalidade [com a secularização], quase sempre envoltas em um mar de sangue e estupidez, sejam os principais culpados por sua decadência. 

Tal como um fogo selvagem que vai encontrando capim seco para queimar a civilização vai encontrando oportunidades cada vez mais megalomaníacas ou superlativas de exploração com o intuito primordial de perpetuidade no poder e de expansão da riqueza de suas elites e a mesma energia monstruosa que a construiu a destruirá, algumas vezes de maneira mais espontânea, outras vezes de maneira bem mais (((calculada))) como a decadência atual. O ocidente, tal como uma cobra, está tentando trocar de pele.

São as elites que governam e que mandam, portanto, a ideia de que são os homens comuns que hoje em dia não estão ''tão fortes ou másculos'' como em outras etapas da civilização, e que este fator é o principal responsável por sua decadência, é apenas tolice. Se não são eles que governam então não podem ser totalmente culpados e sim aqueles que de fato o fazem, as elites. 

É verdade que ambientes ruins aumentam a pressão seletiva podendo resultar em maior robustez biológica de uma certa população. Mas isso não significa que a mesma regra possa ser aplicada em macro-sociedades como são as civilizações e os impérios, porque nas mesmas são aqueles que governam que de fato ditam as regras do jogo.

O verdadeiro altruísmo tem sido usado como chantagem emocional com o intuito de preparar a civilização [ocidental] para a colonização reversa, das colônias para as metrópoles, e mesmo no caso de países sem histórico de colonialismo como a Suécia, por exemplo. Ao menos em relação à civilização ocidental, tudo tem sido bem (((planejado))), com requinte de detalhes.

Ao começarmos a desbaratar essas associações precipitadas, e parar de confundir correlação com causalidade, vamos então percebendo que as causas para as quedas das civilizações estão em si mesmas, em suas estruturas brutais, em suas energias mais fortes e obscuras, a ganância, o desejo de poder, de supremacia, e não no conforto ou em uma maior sinceridade cultural em relação à diversidade humana [e não-humana] de comportamentos. Foi a ganância, a sede de poder e de controle que forjou o Império Romano, e que também o destruiu. 

sábado, 18 de março de 2017

Parasitas não atacam qualquer um, apenas os mais enfraquecidos... A civilização ocidental, surpreendentemente, é um caso de enfraquecimento ou de vulnerabilidade...

Porque tem se arrastado em devassidão megalomaníaca e acúmulo de problemas ao invés de confronta-los. 

O problema cristão: A infecção primária e basal da mente ocidental, o cristianismo, tem corrompido e engessado a capacidade, a vontade e evidentemente a possibilidade do "homem branco" de, pensar por si mesmo, e se possível alcançar a sabedoria, tornando-se dono de si e plenamente consciente de seus atos. Além de manter as desigualdades sociais ao ponto de já ter chegado a reforça-las, o cristianismo também tem desviado o homem branco ocidental do caminho da razão que inevitavelmente o faria prosseguir pelo caminho eugênico mas também ético e ponderado. Como resultado ao invés de selecionar por pensadores de estirpe intelectual ''superior'', o cristianismo [mas não apenas 'ele'] o tem forçado a selecionar desleixadamente pelos melhores escravos servis ao sistema que criou, ao invés de homens e mulheres completos, em sabedoria. 


Se tem selecionado por ''trabalhadores'' e não por ''observadores'' ou pensadores, então o porquê dessa surpresa ao ver o ''homem branco'' patinando em suas capacidades analíticas gerais** (que inclui especial ou centralmente a moralidade)

A hipocrisia moral cristã evidentemente que tem atrasado, lesado e congelado a evolução analítico-crítica da mente ocidental, que se daria com base na seleção, novamente, dos mais perspicazes. 

O problema cristão é tão subjacente à mente ocidental que mesmo muitos daqueles que dizem odiar o cristianismo (''ateus'') terminam por abraça-lo só que com outro nome, seguindo, suportando e/ou lutando por sua moralidade metafísica e pretensamente pura de bondade que desafia as leis da física e da psicologia evolutiva / ou bom senso.


O problema cristão também se coloca à frente de uma importante fração de ''brancos nacionalistas'' os fazendo declinar com frequência na hora de criticar e se possível lutar contra este espectro de psicose que foi importada da ''terra santa''.

Se o cristianismo fosse realmente tão bom para a ''raça branca'' (que eu tenho preferido chamar de ''roça bronca'') então já teria solucionado muitos dos problemas, e de maneira racional, que tem teimado em se arrastar dentro das áreas de vivência desta macro-população.

O problema judeu: Supostamente o cristianismo tem "defendido" e "combatido" o judaísmo e/ou a influência perniciosa "dos' judeus sobre aqueles que não pertencem ao seu grupo. Só que não porque se tivesse mesmo buscado sanar este problema, de se resolve-lo, então não o teria tolerado por tantos anos, mesmo ao ponto de tomar-lhe vantagens ''nada cristãs'' e sem falar na pobreza de resposta por parte dos cristãos na hora de analisar, criticar e julgar as atitudes desse povo sempre problemático. Os ocidentais brancos jamais conseguiram resolver o problema judeu provavelmente por já se encontrarem infestados pela infecção primária do cristianismo que pasmem apresenta todo um caráter judeu indiscutível, começando com a suposta história de Jesus, o super herói semita das massas europeias.

Aproveitando-se das muitas fraquezas morais (essenciais), psico-cognitivas e estruturais {de suas estruturas sociais) 'dos" europeus gentios, "os' (??) judeus tem trabalhado incansavelmente na exploração das mesmas, seja em relação à sua hipocrisia moral, ou à mentalidade servil e competitiva/atomizada, sempre dividindo para conquistar, seja em relação ao resultado ou efeito desta natureza intra-competitiva, como por exemplo, a incapacidade gentia de cooperar entre os seus por longo tempo sem resultar em conflitos e guerras constantes.


É fácil dividir pra conquistar quando as partes já se encontram soltas ou atomizadas entre si...

A melhor pedida não apenas para os judeus, seria a domesticação. Ou matamos os lobos antes que nos matem, especialmente se estivermos dividindo o mesmo território ou os transformamos em cachorros. Os ocidentais não mataram todos os judeus (que seria uma macro-atitude indevida) mas também não os ''domesticou'. O resultado de se repartir o território com lobos não poderia ser outro.


Crie corvos e eles te comerão os olhos... 

O problema negro: A mania ocidental [mas que não é apenas ocidental) de nunca resolver os seus problemas de frente, direta porém sabiamente, os fez acumula-los imensamente e agora nos deparamos com os resultados de sua frouxidão moral [e mesmo ao ponto da imoralidade) e falta de tino racional. Tal como no caso judeu, a domesticação seletiva (e mesmo ao ponto da eugenia controlada) e subsequente criação de um vínculo cultural simpático/cooperativo entre brancos e negros, bem que poderia ter resolvido este problema. Mas... 


Graças à infecção inicial, a ignorância-mor, mais omnisciente, que tem sequestrado gerações e gerações de ocidentais, os mesmos tem patinado na capacidade mais importante que o ser humano pode ter, a capacidade analítico-moral. 

Uma hora o castelo de cartas vai desmoronar, pode esperar, e é o que está acontecendo... 

Por causa da:

- escravidão, ganância e capitalismo [e recentemente com o aparecimento de outro monstro apenas para infectar a débil mente ocidental: o socialismo] === psicopatia;

- cristianismo === psicose culturalizada...

... ''o homem branco'' não apenas tem causado problemas nos quatro cantos do planeta [um eufemismo], com o seu senso de superioridade infinita, a sua impulsividade e total falta de jeito E de racionalidade no trato com os outros grupos, mas também ''a si mesmo'', isto é, as suas elites psicopáticas tem causado grande avaria às 'suas' populações ''metropolitanas'', isto é, das metrópoles (e não apenas de 'suas' colônias), resultando na patética derrota quase total dos mesmos, até agora, e evidente incapacidade de pensar de maneira completa, principiando ou buscando pela sabedoria. 

 Se virem algum ''branco ocidental'' sábio me avisem para que eu possa conservar, porque se consistirá em uma espécie rara.

O problema cigano: Agora [e sempre), o branquelo centro-europeu reclama da população crescente de ciganos Roma em seus territórios. Então por que diabos não tentaram resolver este problema antes?? Empurraram com a barriga e agora o problema já está em estado de metástase. 


Problemas não-solucionados usualmente tendem a crescer com o passar do tempo.

O problema ''homossexual'': Graças à infecção semita inicial os ocidentais tem tratado as minorias de várias naturezas da pior maneira possível. Deixar pra resolver depois um problema costuma ter como resultado o seu acúmulo e porque não o seu fortalecimento*! Ignorância, desrespeito e estupidez tem se consistido nas principais forças  nas interações sociais entre os ocidentais (e claro, não apenas com eles).

O problema social: Uma sociedade enfatizada nas diferenças de classe social ao invés de se fazer nas qualidades psico-cognitivas e morais


O problema do gênero: A condição de domésticas procriadoras, das mulheres, até bem pouco tempo, no ocidente, apenas nos mostra o quão moralmente E sabiamente/racionalmente indefensável tem sido a cultura ocidental. 

O fardo do ''homem branco'' é o de ''sempre'' ser o pioneiro, por que não no aspecto moral* O mais importante de todos, afinal, lidamos com questões morais a todo momento em nossos cotidianos. É como medir a qualidade do ar que respiramos.

O problema ameríndio: Muito parecido com os problemas negro, judeu e cigano. Se tivessem conhecimento, de fato, e sabedoria, de fato, como aliados, ''os'' ocidentais não teriam cometido o festival de crimes desde que começaram a explorar outras terras além ''das suas''. Por ''direito'' até poderia ter ''tomado' terras alheias, mas sem  qualquer necessidade de impor aos dominados, escravidão, desprezo, enfim, total falta de tato. 

O problema branco: Por fim o problema mais importante, e essencial de todos, que não é uma roupa como a cultura, porque se consiste na pele, no corpo nu, como a essência intrínseca, como o próprio ser, e suas disposições desnudas de qualquer culturalização. Se não fosse pelos defeitos que são muitos e que estão bem distribuídos por ''curvas de sino'', o ''homem branco'' não teria cometido tanta besteira a partir do momento em que teve a faca e o queijo na mão, o mundo aos seus pés. 

Sem sabedoria, regredimos ao estado de subconsciência que caracteriza as outras formas de vida, com tudo o que tem direito, desde as psicoses de um pensamento mágico oficializado até ao embotamento moral de atitudes tolas e totalmente reprováveis, que usualmente são retroalimentadas por essas siamesas infernais: estupidez [e psicopatia ] e ignorância.

Os parasitas na natureza não pegam qualquer hospedeiro, mas especialmente aqueles que já apresentam vulnerabilidades, e não, não é porque ''o branco'' padece de ''altruísmo patológico'', mas é porque este tende a ser tão ou mais moralmente estúpido, SÓ QUE, com uma classe criativa e de governantes fora de série, que o tem levado a abraçar o seu próprio desastre, bem como também de ''partilhá-lo'' em outras costas.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

São os autistas menos domesticados** Impulsividade como marca de menor domesticação...

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Fonte: youtube.com.br

Os seres vivos não-humanos são, em média, bem mais impulsivos/instintivos do que os seres humanos.

No entanto o instinto pode conviver com a disposição para a socialização, perfeitamente, e na verdade até poderíamos pensar na domesticação como uma espécie de instinto reduzido que foi direcionado para a docilidade, isto é, o jeito ''autômato'' de ser permanece só que mais dócil do que o habitual que tende a ser mais agressivo. Tal como eu tenho falado sobre o estado emocional, também enquanto um instinto/autômato/piloto automático, reduzido em agressividade mas preservado em sua essência, isto é, ainda um impulso fracamente reflexivo.

''Hoje'' eu li uma teoria que advoga por uma menor domesticação dos autistas que seria suportada graças ao seu comportamento ''menos social/dócil'' assim como também em relação às suas características fenotípicas/fisiológicas. Se partirmos do pressuposto que socialização e docilidade definem graus de domesticação e que impulsividade e agressividade definem graus de ''não-domesticação'' então pode ser possível de se constatar parcialmente que esta teoria esteja correta, mas apenas parcialmente, e a priore...

No entanto o autismo se consiste em uma extremidade/desordem mental humana e portanto não é possível relacioná-lo diretamente à domesticação ou à falta dela, que geralmente encontramos nos seres vivos não-humanos, em especial naqueles que ''nós'' domesticamos, o exemplo mais óbvio dos cachorros em relação aos lobos.

E mais, talvez os autores desta teoria parecem que estão  confundindo ''comportamento civilizado'' com ''domesticação''. 

Os seres humanos que são mais:

1. simpáticos ou socialmente-dispostos,

2. propensos a obedecer [cegamente] às autoridades ou ''superiores'',

3. mais ingênuos/ menos propensos a detectarem predadores...


...autistas ou não, serão mais propensos a serem corretamente considerados como ''mais domesticados'', se essas características já tendem a ser encontradas de maneira caracteristicamente prevalente entre as espécies não-humanas que tem sido domesticadas.

Como eu falei acima, o instinto não se consistiria epicentricamente em ''maior agressividade'', mas em maior impulso comportamental ou em menor capacidade de reflexão, enquanto que a docilidade necessariamente não se consistiria por sua vez em maior capacidade de pensamento reflexivo, MAS em uma redução da agressividade ''do'' instinto, tornando-o mais social, ainda instintivo/mais automático.

Docilidade e domesticação portanto ainda refletirão impulsos instintivos só que reduzidos ou amalgamados, o piloto automático continua ligado e dominante, só que não conduz a comportamentos ariscos, pelo contrário, e portanto a impulsividade, a priore, será mais benigna.

Os seres humanos que são/estão menos domesticados, de acordo com a provável regra encontrada na natureza, seriam tão ou mais impulsivos que os seres humanos mais dóceis, só que este impulso ou instinto, possivelmente, resultará em uma grande frequência de comportamentos agressivos em contraste ao comportamento dos mais domesticados.

Ainda é cedo para dizer que todos ou a maioria dos seres humanos menos domesticados sejam mais agressivos, porque isso não explicaria como que teriam conseguido conviver em comunidades no período pré-histórico, sem falar que as espécies de primatas que estão mais próximas de nós já tendem a apresentar comportamentos menos instintivos OU mais complexos, muitos que são bem similares aos nossos. É possível dizer que no ''passado'' e dependendo também da localização geográfica, houve uma maior frequência de seres humanos menos domesticados e basta apenas compararmos às raças humanas mais domesticadas, leste asiáticos e caucasianos europeus, com as menos domesticadas, atualmente ou desde a idade moderna, negros africanos e ameríndios, por exemplo, para constatarmos, eu não diria um diferencial apenas ou fundamentalmente no grau de agressividade, explícita, frequente ou direta, mas de impulsividade comportamental e o grau civilizacional tende a expressar um acúmulo de condicionamentos comportamentais pré-reflexivos, mais facilmente ''apreensíveis'' por certos tipos que tem sido previamente selecionados e de invenções artísticas e científicas que são produtos diretos de um maior desenvolvimento cultural e portanto de uma maior capacidade para o pensamento abstrato/reflexivo assim como também de pessoas que são capazes de (de)tê-los em uma maior frequência qualitativa. 

Finalizando, então, mais instinto tende a se correlacionar com maior agressividade, provavelmente porque a seleção natural tende a privilegiar os indivíduos mais dominantes e/ou ameaçadores de muitas espécies, resultando nesta correlação

O epicentro conceitual ou semântico do instinto me parece ser a impulsividade intuitiva e não a agressividade. A agressividade seria mais um produto lógico do instinto, novamente, uma correlação.


 No entanto esta teoria não parece funcionar para a maioria dos subtipos do espectro porque antes de se consistir em um subtipo comportamental normal do ser humano o autismo é uma condição sindrômica e portanto anormal/ geralmente desequilibrada. Pelo que parece os autistas são tipos intermediários entre domesticação e instinto humanos, só que fora do espectro neurotípico ou naturalmente adaptável, em especial os autistas de alto funcionamento, por exibirem, em média, maiores tendências comportamentais para agressividade e/ou impulsividade agressiva/anti-social e também por terem um perfil psico-cognitivo não-verbal mais prevalente. 

No mais parece um pouco complexo sugerir que por causa do espectro mecanicista--mentalista, de acordo com a teoria dos genes imprimidos, a luta entre os genes do pai e da mãe para produzir o(s) seu(s) filho(s), os autistas seriam (d)os menos domesticados ainda que faça algum sentido concluir que sejam menos domesticados do que alguns tipos [mais prevalentes] de seres humanos, em relação a alguns aspectos psicológicos. 

Se os autistas forem de fato mais

- agressivos e especialmente, mais impulsivos

- menos reflexivos/mais instintivos

- menos propensos a obedecer às autoridades

- e portanto, menos propensos a obedecerem às ordens de terceiros

- menos ingênuos/ mais propensos a apresentarem comorbidade com personalidade anti-social

então esta teoria estará potencialmente correta,

mas além de todas condições que foram compiladas acima, os autistas, em média, não parecem exibir essas características, pelo contrário, pois são mais propensos a serem o oposto.

Como eu disse, pode ser possível pensar se os autistas de auto-funcionamento, mais não-verbais e mais propensos a cometerem crimes, do que por exemplo os ''portadores da síndrome de Asperger'', que são mais verbais (em cognição) e menos anti-sociais, sejam os menos domesticados do espectro e contribuam de maneira mais ostensiva pra esta impressão de correlação à causalidade entre autismo e ''atavismo''.

Se o que melhor define o instinto é a impulsividade para o comportamento e a intuição para o pensamento então apenas as duas que poderiam sentenciá-los, isto é, os autistas, como seres humanos menos domesticados.

O tamanho do cérebro ainda que tenda a funcionar como um marcador de domesticação não deve ser usado como único parâmetro de comparação. Eu ainda estou tentando entender se este aumento do cérebro e posterior redução via agricultura e civilização, se deu entre todas as populações humanas, ou especialmente entre ''oeste europeus'' e ''leste asiáticos'', isto é, consistindo-se mais em uma particularidade de certos grupos, do que em um evento generalizado entre os humanos. 

Tal como sugeriu Cesare Lombroso, famoso criminologista ítalo-judeu do século XIX, responsável por estudos polêmicos, um deles em que expôs a sua teoria de que o gênio criativo, especialmente o artístico, seria uma manifestação degenerativa/atávica do ser humano, o atavismo humano se manifestaria com base em comportamentos anteriores aos ''civilizacionalmente aceitáveis'', por exemplo, criminalidade e transtornos mentais.

Baseado na ideia de que o instinto se consista em impulsividade no comportamento e intuição no modo de pensar, até que faz sentido pensar e não apenas no gênio criativo artístico mas também em todos os tipos de excepcionalidades psico-cognitivas humanas como manifestações atávicas (não necessariamente degenerativas) ou intermediárias em contraste com uma plena domesticação. Se a domesticação biológica + adestramento, nos faz mais normais, que ou aquele que segue normas sociais ou de superiores, então é pouco provável que os tipos geniais mais realistas, fossem dos mais domesticados, nomeadamente os tipos filosóficos (uber-realistas).

Os seres humanos antes da domesticação apresentavam diferentes tipos de personalidades, assim como hoje em dia. A diferença é que, como eu tenho falado, os seres humanos modernos tendem a ser tal como uma ''colcha de retalhos'', isto é, em amalgamentos desses traços mais extremos, que comumente são encontrados em transtornos mentais.

No mais, ao compararmos os seres humanos, funcionalmente adaptáveis à ''civilização'', em relação aos das comunidades de caçadores coletores remanescentes, como por exemplo, das tribos intocadas no meio da Amazônia, nós não vemos tribos de autistas... e acho que não veremos ''comportamentos autistas'' entre eles, mesmo se forem criados em ambientes ''civilizados''.

Além de teorizar se os autistas são menos domesticados, os autores da teoria dos ''genes imprimidos'', também teorizaram se o ''oposto' dos autistas, isto é, os esquizofrênicos, não seriam (d)os ''mais domesticados''. 

A correlação entre comportamento agressivo, tendência para inconformidade/excentricidade e paranoia não parecem favorecer à esta teoria. 

A ideia popular de domesticado, de muito domesticado, nós podemos ver entre as muitas raças caninas artificialmente criadas pelo homem. E o que facilmente constatamos é que os cachorros não parecem mais paranoicos, alucináveis ou ariscos, muito pelo contrário.

Os esquizofrênicos são mais domesticados**

Não parece, pelo contrário, mediante os quesitos ''pensar intuitivo'' e ''agir impulsivo'', eles parecem ser em média uma espécie de oposto desajustado.

O que pode ser, que eu já falei há muito tempo no velho blogue, é que os transtornos mentais (e biológicos) tendam a ser tal como ''fenótipos-estirão'', isto é, que algum atributo psico-cognitivo encontrar-se-á muito ou pouco desenvolvido, resultando em um auto-desajuste, por exemplo, a ''imaginação fora de controle'' do esquizofrênico.


Paranoia como um possível marcador de instinto??


Pelo que parece o ser humano do passado tinha ambos os seus atributos mentalistas e mecanicistas bem intensos/instintivos e a domesticação atenuou, reduziu este vigor (ou como podemos perceber entre as tribos remanescentes de caçadores/coletores, essas diferenças não parecem tão significativas assim). Tal como acontece com os cachorros em relação aos lobos em que como eu me habituei a dizer "o instinto foi deslocado de suas funções originais ou de sobrevivência e se 'adaptou' a um contexto comportamental pró-social predominante". A domesticação é muitas vezes entendida de modo negativo e de fato, ao observarmos os animais não- humanos domesticados, podemos perceber as muitas desvantagens deste processo por exemplo a grande dependência e/ou cega docilidade, incapaz de discriminar as intenções alheias. Os seres humanos apresentam cérebros um pouco menores do que os seus antepassados mas por contrapartida houve um aumento em sua complexidade, ao menos na Eurásia. 

Portanto alguns indivíduos com uma maior presença de traços atávicos comportamentais por esta lógica é provável que apresentarão cérebros maiores porém menos complexo*

 Sera que os autistas são assim?  Será que aqueles que são mais propensos a apresentarem comportamento criminoso e também tendem a ter cérebros maiores e menos complexos? 

Mais propensos a serem criminosos? 

Pois parece que não.

No entanto também pode ser possível que não encontremos mais este tipo de ser humano andando entre nós, comum há 10,20 mil anos atrás.

Em termos de agressividade e impulsividade nenhum outro grupo parece caber mais nesta ideia de ''menor domesticação'', do que os anti-sociais, ainda que, pelo que parece, a grande maioria dos seres humanos apresentem cérebros menores e mais complexos, incluindo esses tipos de mais criminosos. Também é importante especular onde que o tamanho do cérebro teve o seu auge e depois por meio da domesticação/civilização passou a ser reduzido. Será que isso aconteceu com os povos "nativos' da Austrália ou da Papua Nova Guiné?? Ou será que foi apenas entre os eurasiáticos?? 

Mais perguntas do que respostas, pra variar.

São os lobos e felinos de grande porte mais paranoicos e agressivos, especialmente com outras espécies, incluindo a humana, do que cachorros e gatos?? 

Parece que sim.

Os gatos são mais paranoicos que os cachorros??

Pois parece que sim.  

São os autistas mais paranoicos que os não-autistas?? 

Uma pergunta direta e simples e com uma possível resposta mais nuançada ou complexa. 

Os autistas tendem a desconfiar de tudo?? Eles tendem a ter ''mania de perseguição''??

A desconfiar de tudo,
 parece que muitos não.

Mas isso não seria também uma característica definidora daqueles que são mais reflexivos, por repensarem com grande frequência, denotando maior desconfiança?? 

Ou a ''paranoia'' tipicamente instintiva não seria um tipo diferente de ''paranoia'' em relação àquela que produz o pensar reflexivo (céptico, mais deliberado, enfim... mais desconfiado)??

Se todo pensar principia-se a partir do próprio ser então o (ab)uso da palavra ''paranoia'' por mim neste texto pode não estar tão fora de mão como parece. Todo pensar reflexivo é caracteristicamente paranoico, pois parte do próprio ser, e na grande maioria das vezes desdobra-se de modo neurótico, isto é, enfatizado na resolução de problemas só que se faz tendenciosa e progressivamente de maneira mais impessoal. O pensar completo muitas vezes precisa passar invariavelmente por todas as sensações humanas, a alegria, a tristeza, a raiva, a ansiedade... 

Isso poderia contribuir pra minha ideia da sabedoria enquanto uma evolução qualitativa, direta, a partir do instinto. Explicaria a serenidade e empatia do sábio mas também a sua sagacidade e potencial pra violência, se necessário ((enquanto que geralmente os ''normies'' ou neurotípicos tendem a ser implicitamente violentos com base em suas usuais ignorância-mediocridade, na maior parte de suas vidinhas). A rara combinação entre extremo instinto e extrema docilidade.

Psicopatas, especialmente os de alto funcionamento, são menos domesticados?? Eles não seriam os ''nossos'' comandantes??

Se quanto mais domesticado mais dócil, então, psicopatas, sociopatas dentre outros tipos parecem ser de fato bem menos domesticados do que o ser humano médio. Maior agressividade, menor docilidade, maiores habilidades instintivas, maior impulsividade, tal como se estivessem no piloto automático de predador ou de parasita. Mas tal como acontece com o autista o psicopata humano especialmente o de alto funcionamento parece exibir um perfil evolucionário misto ou híbrido ainda que bem menos domesticado, especialmente em relação ao mesmo. 

Cachorros e gatos

Os cachorros tem sido muito domesticados. Os gatos não. E as diferenças de comportamento médio entre eles são bem visíveis. Gatos e cachorros são espécies diferentes e portanto por lógica intuitivamente precipitada tenderão a exibir modificações comportamentais diferentes, do instinto agressivo à docilidade (ou docilidade instintiva). Mas no geral o que mais se diferencia entre eles por agora é que o gato tem sido menos domesticado. E o que percebemos em média é uma remanescência de um  instinto de caça, uma certa hipersensibilidade, menor docilidade e carinho para com o dono, se comparadas com a maioria dos cachorros. 

O instinto tende a produzir indivíduos existencialmente egoístas que vivem para prover a própria sobrevivência, possivelmente mais uma correlação hiper-lógica, como dito no início do texto do que necessariamente uma causalidade intrínseca. O grau de "instinto compartilhado" ou pré -proto-empatia pode variar de acordo com cada espécie. Algumas espécies são mais sociais do que outras e essas diferenças encontram-se presentes desde os organismos mais simples até nós. Por exemplo, algumas espécies de abelhas que são mais agressivas do que outras.

A cadeia alimentar nos mostra que os animais selvagens mais dóceis encontram-se na última escala da cadeia alimentar, especialmente se forem desprovidos de maiores vantagens, por exemplo, em termos de força ou estatura, agilidade...  enquanto que os mais agressivos são os mais dominantes e o ser humano reflete de modo pedantemente sofisticado esta mesma máxima em suas organizações sociais.

Partindo desta lógica quem melhor combinar força com sagacidade é provável que ocupará o topo da cadeia alimentar humana. 

Além da ideia de que os autistas sejam menos domesticados, o mesmo autor da teoria dos genes imprimidos, Christopher Badcock, também sugeriu que, em contraste, os esquizofrênicos seriam os mais domesticados.

Voltemos às características comportamentais que são típicas à populações domesticadas.

Os esquizofrênicos são em média mais:

socialmente dispostos e/ou simpáticos?
propensos a obedecer à autoridades?
propensos a obedecer/aprender regras?
mais dependentes?

Pois parece que não.

Propensos a obedecer à autoridades eu acredito que a maioria de esquizofrênicos e autistas estão mais propensos.

Novamente, a esquizofrenia se consiste em uma extremidade mental humana e portanto encontra-se fora do espectro naturalmente adaptável da espécie humana, de modo que seria de bom tom não compará-los de modo tão histriônico até mesmo para evitar a possivelmente equivocada comparação com o espectro do ''instinto e da domesticação''. 

Esquizofrênicos assim como os autistas podem ser realocados à condição de híbridos ou intermediários atípicos entre atavismo e domesticação, lembrando que a domesticação necessariamente não se consiste em um oposto dualisticamente perfeito do atavismo, mas de acordo com que o ser humano tem ''evoluído', isto é, ''se auto-domesticando''. O verdadeiro oposto do atavismo seriam os traços evolutivamente novos da espécie humana, que além de novos também são úteis e que podem aparecer de modo mais demograficamente significativo ou de maneira menos endêmica, por exemplo, a capacidade de pensamento racional.

Autistas tendem a ter feições consistentemente menos neotênicos ou gracilizadas*

E os esquizofrênicos* Eles, por acaso, tendem a ter feições consistentemente mais neotênicas ou gracilizadas*


Domesticação não é neotenia


Como eu já falei outras vezes, a neotenia se consiste não apenas na domesticação mas também no aumento do tamanho do cérebro, em comparação ao corpo, enquanto que na domesticação, o tamanho do cérebro segue a redução do corpo, via retenção de características juvenis. 


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Um cachorro humano*

Acho que já conclui umas seis vezes durante a leitura deste texto que eu não concordo que os autistas sejam menos domesticados, pelo que parece, num sentido mais extremo e/ou histriônico, e nem que os esquizofrênicos sejam [d]os mais domesticados. Existem seres humanos dentro e fora do espectro neuro-típico que parecem corresponder de maneira bem mais significativa, ao menos, em relação às características psicológicas tipicamente encontradas em seres domesticados e não-domesticados. 




terça-feira, 27 de setembro de 2016

Invenções supérfluas (cadernos escolares industrialmente fabricados) e subsequentemente supérfluas (corretivos) que aumentam o lixo produzido pelo ser humano

Eu já comentei em muitos textos sobre escola/educação o porquê de ser tão cético aos supostos poderes mágicos da(s) mesma(s) na promoção do aumento de inteligência dos alunos. 

O professor e o sistema educacional acreditam que a maioria dos alunos sairão  do colégio como polímatas, conhecedores de cada ciência humana que foi lhes foi ensinada. Mas na verdade ao invés do ideal(izado) ~ 90% de conhecimento memorizado e aprendido a realidade é significativamente mais falha visto que sejamos sinceros guardamos uma média de 30% e olhe lá do que é ensinado durante todo o período escolar. Cadernos, livros sempre atualizados, estojos com canetas, canetinhas coloridas, lápis, borracha, enfim uma parafernália que me parece muito supérflua e excessiva se foi projetada com base nas esperanças tolas do sistema escolar e de seus funcionários de que promovam de maneira direta, imperativa talentos e rendimentos e não na realidade nua e crua, de que a influência do professor tenda a ser substancialmente mais limitada seja na melhoria ou piora do "desempenho" dos seus alunos do que ele mesmo tende a acreditar. Motivações intrínsecas, estilos psico-cognitivos diferentes e a inteligência genotípica contribuem ostensivamente para o desempenho dos estudantes durante o período escolar. Por estarem em fase de desenvolvimento mental (biológico) criou-se a ideia de que o professor, como uma espécie de substituto dos pais, possa ser o principal responsável pela melhoria ou piora do comportamento e da "inteligência' de seus alunos. Por um lado os professores podem tirar uma boa carga de responsabilidade de suas costas. Por outro lado eles se verão em maus lençóis ao perceberem o quão limitada são as suas influências, se esquecendo que na lei da ação e reação a natureza dos elementos de interação é fundamental e respondem por boa parte das respostas ou reações em relação aos estímulos que estão a sofrer impacto. Portanto, por exemplo, um aluno que for mais cognitivamente inteligente e consciencioso é provável que apreenderá mais rápido e melhor que os outros. Em outras palavras, a participação do professor no "aumento' de inteligência (fenotípica ou "cultural") deste (tipo de) de aluno será muito mais indireta e portanto menos determinante do que muitos tendem a pensar.
Os esforços excessivos que são concentrados na educação parecem ter se esquecido do meio ambiente pois produz muito lixo e lixo supérfluo pois se aprendemos (apreendemos) tão pouco então não faz sentido por exemplo cada aluno ter uma mini biblioteca de livros anualmente atualizados/fabricados se a grande maioria dos estudantes darão pouca a nula importância aos mesmos, se no final não aprenderão apenas ou unicamente por causa deles mas por si mesmos, quando se interessarem pela matéria, quando os seus cérebros gostarem do que está sendo passado no quadro negro.

Se não bastassem as invenções escolares "necessárias" a fantástica criatividade humana também adora inventar em excesso resultando no incremento do lixo humano que é produzido e por puro capricho. Um exemplo muito interessante é o corretivo. 

Vamos nos ambientar melhor. Você tem uma criança hipotética em idade escolar com os seus cadernos e livros, sua mini biblioteca anualmente atualizada. Então esta criança que se tornará um adolescente quando escreve errado em seu caderno  e de caneta ela pegará o seu corretivo e corrigirá o erro. Vejamos. O caderno que depois de usado virará lixo juntamente com o corretivo e a caneta. Ela usará o seu corretivo até acabar e então comprará outro. O mesmo para o caderno  e a caneta. O mesmo para lápis e borracha. Apenas uma criança já terá um mini lixão que acumulará durante toda a sua vida escolar. Imaginemos milhões delas fazendo o mesmo e a quantidade de lixo que será acumulado. Sem lápis e borracha ela não aprenderia o vocabulário?? Um giz não poderia solucionar parcialmente esta situação? Sem cadernos e livros será que um ser humano apreenderá menos que o de costume todo conhecimento a que é exposto durante a sua vida escolar?? Mas o verdadeiro aprender não é o apreender. Não basta expormos outrem a certo conhecimento e esperar que sua memorização se traduza subsequentemente em verdadeiro aprendizado, em saber como que aquele conhecimento funciona, reconhecer os seus padrões, as suas estruturas. A escola é um dos grandes engodos de nossa era, super valorizada e no entanto não sabemos mesmo ou temos a impressão de que o verdadeiro método científico não tem sido usado para mensurar e analisar o grau de eficiência do sistema escolar para a melhoria objetiva e precisa da inteligência  fenotípica ou "cultural" dos alunos. É fato que sem forçarmos jovens humanos a ficarem de frente a um quadro negro e convence-los por linhas tortas que isso é importante pras suas vidas é possível que teríamos uma situação ainda pior. No entanto eu estou a criticar mais especificamente as frivolidades inventadas por seres humanos que terão como derradeiro fim os lixões urbanos. Eu acredito com veemência que não é preciso todo este material escolar para que um ser humano possa apreender ao menos 10% do conhecimento a que for exposto durante a sua vida escolar. Sem este lixo que na minha opinião é supérfluo eu acredito que teríamos o mesmo resultado que usualmente temos com toda esta parafernália. Que me perdoem as papelarias mas esta sandice precisa parar.


E uma das principais razões para este excesso, isto é, de se acreditar que lápis, muitos cadernos e livros irão tornar os seres humanos mais inteligentes, é justamente porque o sistema escolar enfatiza a memorização pretensamente acumulativa de ''todo'' o conhecimento multifacetado que ''ensina'' ao corpo discente.  Sabemos que no final, ao contrário da promessa de que sairemos polímatas, na verdade na maioria dos casos, aprendemos bem menos que a metade que foi ensinada, especialmente em matérias escolares que são mais (contextualmente) difíceis, por exemplo, química e física. 

Deveríamos jogar fora boa parte dessas ilusões [ideológicas, de todas as matizes encontráveis] que povoam e influenciam de sobremaneira o sistema escolar, e não apenas no ocidente nauseabundo, de fato buscar saber o quão efetiva é a educação na fixação de conhecimento útil e valoroso, repensar em suas prioridades que são predominantemente técnicas (literalmente falando, isto é, na pretensa apreensão de técnicas ou conhecimentos) e possivelmente começar a acabar com as aulas massivas em que os estudantes gastam as pontas dos seus lápis ou as tintas de suas canetas, para depois descartá-los aos milhões, assim como também os seus cadernos e os livros, que os colégios geralmente descartam, para supostamente aprender (apreender) o que está sendo passado no quadro negro, enfim, de se pensar o quão necessário é todo este lixo, se é realmente supérfluo, pois não restam dúvidas que, em uma macro-escala quantitativa, eles estão engordando o tamanho dos lixões urbanos... e pra quê mesmo*

O problema da Reciclagem

Reciclamos mas e depois??

Ao invés de reduzir o problema do lixo a reciclagem parece que contribui para aumenta-lo. Pega-se um material jogado no lixo o recicla ele será usado e depois descartado novamente. 

O ideal seria que não tivesse sequer a necessidade de se reciclar o lixo. 

A reciclagem esta cheia de boas intenções mas não é efetiva mesmo que comece a ser praticada em larga escala. O mais importante não é reaproveitar o lixo mas reduzir de preferência o mais supérfluo como eu já comentei antes, sobre a inutilidade das embalagens para uma quantidade significativa de alimentos sem falar naqueles que são apenas exageros alimentícios por exemplo a enorme quantidade de biscoitos industrializados. 

Não restam dúvidas que a criatividade humana sem qualquer sabedoria se transformará em um estorvo.

domingo, 7 de agosto de 2016

Combo d'e ideias... novamente e assim por diante...




1- Esquerdismo como o perfil intermediário entre o pensador intelectual e o "pescador"/pensador normal

E a analogia com vitiligo

Espectro do esquerdismo: intermediaridade entre a superdotação intelectual (não confundir com cognitiva) e a normalidade intelectual.


São [comparativamente com outros subgrupos cultural-cognitivos] 'bons' para 'entender'' certas ideias, 
mas não para entender fatos.

São pedantes por se sentirem superiores aos pensadores comuns ou normais...

Mas se tornam alucinados por não perceberem que não são esses intelectuais maravilhosos, como muitos deles pensam que são.


É muito provável que existam perfis intermediários entre os fenótipos psico-cognitivos mais ''puros'', ou perfis entre-tipos.

E alguns desses perfis intermediários, como os que se acoplam fenotipicamente ao espectro psicológico do esquerdismo, parecem ser bem ingratos, tanto para quem os tem, quanto para quem ''precisa'' aturar quem os tem.

Assim como o vitiligo que mais parece se consistir em um perfil intermediário e mesmo mutante de cor de pele, que ao longo do tempo, vai se modificando, o esquerdismo e em especial os tipos que de fato podem ser considerados como ''metamorfoses ambulantes'', mais parecem exibir estas intermediaridades pulsantes.

Me veio à cabeça agora aquele tipo que se torna esquerdista durante a juventude e com o desabrochar da vida adulta vai ''voltando a si'' e muitas vezes acabará inclusive renegando totalmente a sua velha doutrina, não é a toa que muitos hippies de Woodstock acabaram se tornando yuppies.

O esquerdista médio é, portanto, o tipo intermediário entre o intelectualmente comum e o intelectualmente inteligente, e como termina em um ''não-lugar'', se não tem certeza sobre a sua própria natureza psico-cognitiva que está enviesada por esta perspectiva específica ambígua/intermediária, então termina seguindo o discurso comum que encontra-se superficialmente sofisticado, confundindo bom senso com senso comum, ou, aquele que estiver sendo imposto como oficial pelas elites e que (provavelmente) melhor alimente as suas disposições comportamentais.

E por que que eles parecem, em média, ser este tipo intermediário**

Uma possível evidência seria o gosto cultural que tende a predominar entre eles, que é claramente superior, em muitos aspectos, em relação aos gostos culturais/musicais/intelectualmente gerais que tendem a predominar entre os seres humanos mais comuns, que por sua vez, tendem a ser mais conservadores. 

Ao invés de futebol, mulheres e dinheiro, eles são mais propensos a desenvolver gostos musicais, culturais, enfim, transcendentais, ligeiramente mais sofisticados, mais evoluídos, só que ainda conurbando-se com as tendências dos pensadores comuns, e sentenciando-lhes as suas naturezas intermediárias, entre o comum e o (mais) intelectual.

Mas acabam caindo no meio termo, entre o pensador comum e geralmente vulgar, e o pensador que é mais intelectualmente sofisticado e da mesma maneira que a pele do portador de vitiligo vai descascando, completamente, predominantemente ou parcialmente, o pensador tipicamente esquerdista também termina abraçando o discurso mais intelectualmente sofisticado do que o ''senso comum'', acreditando que estará abraçando o ''bom senso''.



2- ''O comportamento é causado pela genética'' é como dizer que ''a chuva é causada pela água''



3- Sabedoria e criatividade 

Extrema sanidade mental e disposição para comportamentos de baixo risco 

versus

Relaxamento em relação à sanidade mental e disposição para comportamentos de alto risco ( como as ideias criativas)


O sábio em sua forma mais pura,
é honesto, 
altruísta,
 ponderado,
 inquisidor,
educado, busca saber,
sabe quando erra,
tem consciência quando algo não está bem,
e espera,
que quase sempre vem,
a galope,
ou de trem,
vem cantando ou em silêncio,
mas vem,
a sabedoria,
a sua deusa,
 somos panteístas naturais,
nossas qualidades 
nossas deusas,
nossos defeitos
nossos Ares,
nossas guerras, 
mas queremos paz,
temos de conter nossos soldados,
se não queremos feridas nem dores,
se procurarmos pela filosofia,

A criatividade se difere,
pois sua forma é atrevida, 
não tem freios,
não tem respeito,
gosta de experimentar,
gosta de ir mais além,
se transborda,
foge às suas fronteiras,
toca, 
mesmo em seus demônios mais pessoais,
comete erros,
e muitas vezes,
descobre neles,
sê criativo,
não vê limites,
sem ser sábio,
torna um caos 
que constrói 
dentro da própria destruição,
que joga sementes no solo,
como um furacão, a invadir corações verdes,
semeando olhares,
num transe,
num ódio pelo ócio,
pela vida mansa,
o fogo do gênio,
e mesmo de um mau empenho,

e o sábio,
a conter esses prováveis,
especulantes,
errantes,
as duas deusas assim são,
criatividade,
alegre e triste,
bipolar, 
intensa,
do vazio à totalidade,
de se sentir 
como se pudesse bater asas,
de se esvaziar,
como se fosse alma aprisionada,
e é,

a deusa sabedoria,
como a criação amadurecida,
que deixou a adolescência,
ardente, sensual, criadora,
desafiadora, rebelde,

não perdeu nem uma dessas virtudes criativas,
pois as domou,
não deixou infância ou adolescência,
se se acumula delas, 
como a um pergaminho a ser desenrolado,
é o domínio de si,
menos como um fenômeno criador,
mais como a existência 
em si a se espelhar,
para curar toda esta dor,

a deusa da novidade 
de beleza selvagem
 à divindade, de face sóbria e doce,
que superou qualquer vaidade,
não por se desfazer,
mas por saber-se
 e assim, frear-se,
criar com cuidado,
tudo aquilo que  lhe define 
oh deusa sabedoria
oh Atenas, deusa da vida,
da perfeição,
de todos os lugares
onde prima, a verdadeira felicidade





4- Quem confia muito nas palavras sabe pouco delas 



As palavras são meios para o entendimento.

As palavras são rameiras,

das mais torpes, 
das mais desonestas,

querem o seu dinheiro,

e tu
 quer apenas o seu doce sexo,

a finalidade é o prazer,

o conhecimento é o gozar,

quem confia muito nelas,

pouco sabe,

idealizam-nas,

pensam que são mensageiras,

mas mensageiros,

apenas nós que podemos ser,

as palavras são meios,

quem crê em seus lábios vermelhos,
pela metade há de ser,

a função de uma palavra,

é o seu espelhar perfeito,

é o seu fim,

a razão para existir,

entendemos que apenas uma palavra

 não pode expressar uma ideia inteira,
pois se mal usada,
será reprimida,
mal entendida
e desordeira,

mas nem 
as ideias são fins,

apenas fatos,

esses machos,
que são assim,

o fato é O fim,

de uma procura,
de uma sedução,
de um esfregar de corpos,
o primeiro segundo do último gozo,
imediato,
este relaxado, 

mais deles devemos reunir,

menos de ideias,
de palavras,
de sereias 
que gostam de nos consumir,

se queremos o fim de um sexo,

o gozar leitoso e gostoso,

o fato é sempre consumado,

ideias e palavras assim são,
meios importantes a serem usados,
nunca abusados,
devem ser amadas,
tocadas, pois também devem gozar conosco,
devem deleitar neste colosso,
de descobrir
de descascar as cascas do ovo...



E a possível relação entre transtornos mentais implícitos e capacidade verbal



Parece que ser dotado de um perfil psico-cognitivo assimétrico (por exemplo, inteligência verbal elevada, inteligência técnico-cognitiva comparativamente baixa) tende a se relacionar com maior risco de transtornos mentais implícitos como a psicose ideológica invariavelmente discreta porém constante, assim como também com maior capacidade criativa, como eu já falei.


5- Existem homens que ficam muito diferentes com e sem barba. Outros não. Intermediário intermitente e o conflito interno.

Ser e não ser.

Eu sou do tipo que sem barba fica bastante neotênico e que com barba adquire pontos extras de masculinidade. Isso parece se assemelhar com o meu perfil psico-cognitivo intermediário, masculino e feminino, maduro e infantil. Ou não.

Pra mim isso faz sentido, é um caso de correlação individual.
Quando um conjunto de fatores fazem sentido apenas para uma certa realidade particular ou individual. (ou, ainda não, ;) )

Eu olhar macho, bonito, homem e maduro, com barba, e quase que o completo oposto quando estou sem.



6- Analogia entre fronteiras naturais e artificiais dos países e transtornos subjetivos e objetivos da mente

Psicopatia esta para fronteira natural/rio/mar/cadeia de montanhas assim como a personalidade borderline esta para fronteira artificial


7- A diferença entre sábios e comuns: A primeira metade da vida de um sábio é de aprendizado primário e portanto flerte com a loucura das culturas humanas. A segunda metade é de usufruto desta sabedoria acumulada acompanhada por uma crescente rejeição desta poluição mental.

As pessoas comuns ficam progressivamente saturadas de moralidade subjetiva e de ignorância (tomar a metade como se fosse o inteiro) e quando mais velhos a melancolia da velhice reproduz a sabedoria fenotípica ou pseudo-sabedoria, o abrandamento do espírito e o início de seu preparo ou expectativa para a sua morte.

A primeira metade da vida das pessoas comuns se dá justamente com base neste involuntário/subconsciente acúmulo de memória ambiental qualitativamente porosa. Apenas com o abrandamento do espírito que passarão, possivelmente, a vivenciar de modo mais sábio as suas vidas, enquanto que o sábio ''faz o mesmo trajeto'' saindo deste labirinto que se consistem as culturas humanas só que de maneira muito mais rápida e eficiente. Isto explica o porquê do sábio genotípico passar a pensar ''como um velho'' em idade precoce, porque ele compreende completamente a fragilidade de sua (da) vida e a necessidade de priorizar este viés existencial profundamente filosófico/correto, tal como muitos seres humanos o fazem em idade mais avançada, assim como também muitos animais não-humanos, só que de maneiras menos autoconscientes, obviamente, ainda assim evidentes. 


8- O conhecimento sobre o filho deveria ser um dos assuntos mais importantes para os pais 

Eu sou matematicofóbico

Meu pai é filhofóbico


9- Cultura = um conjunto de preconceitos cognitivos tomados como um sistema autossuficiente de fatos


10- A diferença entre inteligência social ( interpessoal) e psicológica (intra e teoricamente interpessoal)


"inteligência"

OU

Vantagem evolutiva??


A diferença entre ter sorte (nascer com as disposições adequadas para certo ambiente, nascer no lugar certo, na hora certa) e a de se ser organicamente inteligente para certa ênfase perceptiva.

Muitos socialmente inteligentes não são exatamente "inteligentes", literalmente falando, mas vantajosamente adaptáveis a certo ambiente.

Por exemplo, o famoso "Street smart" versus aquele que exibe grande perspicácia em relação ao funcionamento da sociedade.


A diferença entre conhecimento ou acúmulo exponencial de informações factuais [fatos]  em relação à certa perspectiva e a prática subconsciente de certos atributos psico-cognitivos (ou cinestésicos) primordialmente inatos. 

O average joey que é popular, casado, com família constituída (filhos) e um bom emprego (o proto-adaptado, conformado ou sortudo) 

versus 

o talentoso inato que apesar de exibir grande capacidade intra e inter-pessoal, por causa das circunstâncias tolas da sociedade em que vive, não pode exercer ou se expressar naturalmente, isto é, demonstrar o seu talento neste quesito.


11- Antes de me tornar fortemente intuitivo e objetivamente criativo, quais os traços relacionados com a criatividade que eu sempre tive, desde as minhas primeiras memórias mais sólidas*



irresistível disposição imaginativa

fixação ou interesses significativos

narcisismo

auto-centrismo ou forte senso de si mesmo e independência em relação à socialização

hipocondria leve (como resultado de auto-consciência expandida)





12- Civilizações, psicopatia e a metáfora da sujeira debaixo do tapete

progressivamente, as civilizações humanas habituais decaem por causa do excesso de sujeiras que tentam esconder debaixo de seus tapetes, resultando em seus respectivos enfraquecimentos.

Uma hora o lixo não poderá mais ser escondido de baixo do tapete e alguns tipos oportunistas ainda poderão usar esta fraqueza a seu favor.




13- A natureza uber-intrínseca da sabedoria e da estupidez




SABER E NÃO-SABER 

sobre

TUDO AQUILO QUE MAIS IMPORTA,

DE FATO...

A simplicidade dos julgamentos predominantemente corretos e predominantemente equivocados...


Nada de múltiplos testes cognitivos...

Nada de uma ''necessidade de um ambiente favorável'', o saber e o não-saber são atemporais e espacialmente universais, pois não precisam de contextos históricos.


Na chuva, na rua ou na fazenda, 
ou numa casinha de sapé,

Na África,

na Europa,
no deserto do Saara ou nas costas inglesas,
ser sábio ou estúpido,
não tem desculpas, apenas certezas,
que encobre toda a complexa inteligência,
com o seu manto de luz ou de escuridão,
te faz cego mesmo para as cerejas mais sensuais,
em seu vermelho tão quente,
ou te faz perspicaz como a linha do tempo,
em sua frieza onisciente, 
o mais intrínseco, o mais profundo,
como ao Deus que a tudo vigia,
ou aos gêmeos,
uma Deusa Atena, de sabedoria,
ou qualquer deusa tola, em sua estupidez ríspida,
o inteiro de uma visão verdadeira,
ou a metade, de uma cultologia herdeira, 
a seriedade de alguém, que carrega o mundo nas costas,
as traquinagens de quem prefere ser carregado por sua ignorância,
não é pesado pois não vê pecados, 
não vê problemas, 
só quer agrados,
voa alado com as suas asas engraçadas,
só julga certo o que julga errado,
não estuda atitudes...
 age como um animal selvagem,
ou ledo engano,
se age mesmo como um ser humano,
degenerado de sua percepção,
de extremo em extremo, 
as mãos se tocam por duas pontes,
se parecem, sábio e estúpido,
e o astuto, 
que não é mais do que uma mistura dos dois,
o contempla-dor, que deveria ser mais, como ao seu mestiço
 e aprender que no mundo real, 
só se vive se se faz, 
em ações de punhal sentido, 
no tato das criações 
e não em muros alvos de lamentações, 
O estúpido que deveria aprender,
 que o seu ego não é o centro do mundo,
mas é de onde se começa, como uma expressão, 
levar os seus ecos em consideração, 
que errar é humano, 
e que aprender com os erros é sábio
faz bem pra alma,
e pra todo mundo,
mas se aprenderem um dia,
deixarão de ser a si próprios,
que bom,
que se toquem,
que comecem pelo simples sentir,
de culto a culto,
o verdadeiro conhecimento
pelo verdadeiro religar,
à vida,
reconhecendo o próprio fenômeno,
começando pelo começo,
começando por si mesmo,
e aprendendo a controlar-se,
quem dera se fosse assim tão fácil,
se fosse um livre arbítrio,
se fôssemos livres,
e se eles fossem assim,
livres de suas formas,
pois se expressam mal,
mesmo sem erros de ortografia ou gramática,
suas almas são analfabetas,
mal sabem a língua da razão,
da vida,
da verdadeira filosofia...


14- Preconceito cognitivo, forças e fraquezas.


Seletividade lógico - racional/moral

Entre sábios e tolos 

Os mais sábios são os menos seletivos, a tudo aquilo que tem natureza moral, eles querem analisar, criticar e julgar.




15- Diferentes perspectivas existenciais = diferentes estados de consciência

E o sábio obviamente que será o mais holisticamente acordado.
Ele é, a priore, apenas alguém que raramente nega a realidade e a realidade mais realista da vida, é aquela que se encontra mais perto de seu fim, de sua morte. Como a um senhor em idade avançada, o sábio genotípico prostra-se ''diante da vida'' e reconhece em si toda sua aguda fragilidade, misteriosa e profunda. O menos distraído e portanto o mais desperto.



16- Hipocondria eu quero uma pra viver 


Preocupação exagerada/patológica, em um ambiente estável, sobre a própria saúde claro que tem uma natureza patológica, isto é, que passou do limite do auto-tolerável e que se tornou desconfortável. 

No entanto, um pouco de preocupação quanto à saúde pode fazer bem, em especial quando se está lidando com situações de alto risco e com baixo conhecimento.

Cazuza, um dos grandes nomes da música brasileira dos anos 80, que nos diga.

Ele preferiu uma ideologia pra viver, e acabou morrendo justamente por causa de sua escolha, ao confiar sua saúde à um conjunto de achismos superficiais. 

Sem se questionar se sexo promíscuo e sem cuidados, drogas e rock'n roll poderiam causar graves transtornos para a sua saúde, acabou se deparando com a ''AIDS'', em uma época em que esta matava sem dó nem piedade. 

Um pouco de hipocondria e em especial em situações ou comportamentos ''complexos'' ou confusos, muitas vezes faz muito bem à saúde.

Saber dosá-las também porque no final não vivemos para nos preocupar, mas exatamente para viver.


17- Múltiplas ''inteligências'' ** Não, me desculpem. Múltiplas  ' combinações potencialmente polifórmicas psico-cognitivas''


18- ''Novo'' parâmetro de sub-humanidade: irresponsabilidade 




Todo aquele que que estiver dentro do largo e prevalente espectro da sub-humanidade estará prevalentemente destituído de CONSCIÊNCIA ou RESPONSABILIDADE por suas ações e poderá ser tratado como um SUB-HUMANO ou um RETARDADO MENTAL em moralidade objetiva/sabedoria.


19- Virtuosos versus ''normais''



A diferença entre o péssimo ator/humano genuíno e aquele que adere a papeis fajutos de si mesmo de maneira excepcional, isto é, interpretando por tempo praticamente permanente a caricatura que fez de si mesmo.

Os normais e suas máscaras de sanidade, isto é, as suas personas públicas, enquanto que os virtuosos muitíssimas vezes pagarão por serem estes atores canastrões, que não conseguem por muito tempo, sustentar os seus papeis, as suas personagens de si mesmas, as suas versões subjetivamente emparelhadas com a ordem do dia. 

E claro que muitos confundirão toda esta originalidade com ''desvios comportamentais'', vizinhos dos transtornos mentais.


20- Por que ou quando não existe diálogo... As pessoas ficam tentando adivinhar motivações e estados mentais dos outros** 


21- Nível de autoconsciência e vulnerabilidades  pessoais 

A personalidade complexa é a autoconsciência complexa ou rica em uma diversidade de auto-concepções internalizadas. 

A confiança do homem comum é o resultado direto de uma superficialidade de autoconsciência ou auto-preconceito, que toma de si uma rasa concepção e portanto estando mais apto para corresponder as exigências do mundo mundano ou tecnocrático, do trabalho e da reprodução do que aquele que desenvolve um senso muito agudo de si próprio. E como nós somos como um buraco sem fim, os que forem mais conscientes caminharão para aumentar consideravelmente a diversidade e profundidade de sua autoconsciência. 

Este caminho  oferece riscos como os transtornos mentais assim como também o talento criativo e talvez o mais importante, a verdadeira filosofia. 


22- A revolução dos quietos ??


A-partido político silencioso. Você não precisa de quinze minutos de fama no horário político para produzir uma coletividade transcendental.

E mais, e para que público** aquele que compreende/aceita menos de 20% de tudo aquilo que diz/acredita**

Está na hora, mais do que na hora, de que introvertidos e ambivertidos outliers e virtuosos aprendam a criar os seus grupos de apoio ou ''máfias do bem''.


23- Você precisa estar com bom humor/espírito pra ler textos, especialmente alguns textos, como os meus por exemplo.




24- O que disposição para a vulnerabilidade psicológica e também fisiológica (obesidade fenotípica) tem a ver com o super popular jogo tetris*

Algumas pessoas já nascem com a ''carga cheia''

A vida é como um jogo de tetris... alguns tem uma avalanche de coisas para administrar, muitas vezes começando ''dentro de si mesmas'', isto é, a partir de uma perspectiva intra-pessoal, e tal como quando o nível de tetris fica por demasia difícil, as chances de que não consigamos sustentar este constante jogo, agora negativamente acumulado e complicado, aumentarão significativamente.

Mas a dificuldade do tetris também relacionar-se com finalidades/caminhos positivos, por exemplo, no caso da sabedoria. 

e neste caso em específico, a metáfora do jogo tetris se fará especialmente pouco usual, visto que, apesar da dificuldade, com mais pecinhas difíceis para encaixar e evitar o ''game over'', esta se fará no mesmo ritmo lento de quando começamos a jogá-lo. ;)

A sabedoria é assim

as múltiplas perspectivas, aquilo que os sábios genotípicos (precoces ou ''nascidos'') passam a perceber, criticar e julgar,

e de modo mais tranquilo, ''demorado'' ou deliberado.


25- O lento neuro-típico, o veloz mundo do gênio criativo


26- Definição imponente para a fraqueza do caucasiano: estupidez letárgica


Compreende mal o mundo em que vive e quando vai se tornando autoconsciente, continua dependente da ''boa vontade'' daqueles que são mais perceptivos e como mais da metade destes são de psicopatas de alto funcionamento...

já viu né*

27- .... estratégia de reprodução K....'' maior cuidado parental'' e a falta de cuidado/precisão no reino encantando da psicologia

Maior cuidado parental**

Forçar os filhos a estudarem dia e noite para tirarem notas altas na escola ou na faculdade é por acaso ''maior cuidado parental''**

Há sempre de se especificar palavra por palavra para evitar, tanto para si quanto para os demais, que passe e/ou internalize premissas potencialmente equivocadas.

Mais perto dos detalhes de cada palavra e de seu significado, menos subjetivo e mais sábio/moralmente objetivo será.




28- A ignorância é o estado constante de um pseudo-sonho

Este torpor 
eles sonham

o mundo acontece
e outros tramam

para parecer espontâneo

tudo é verdadeiro
até a falsidade

revela o lado podre de muitos seres

e o torpor de quem tem pouco
quem vê pouco
sente pouco

este é o normal

mas eu o prefiro assim
normau

com u

ele é a norma
e por ser tão displicente
tão sonhador ou inconsciente
é um mau!!!

todo escravo tem o mestre que merece
sonham de verdade
e chamam de realidade

algum tratamento de choque à vista**
alguma lobotomia**

chegar perto deles
conversar face a face
abaixar, falar baixinho,
tentar explicar tudo bem direitinho
falar como uma criança 
e para um bebê crescido!!!

olham sempre felizes
quietos demais
ou barulhentos, 
rapaz!!
a tragédia logo ao lado
e eles
o que fazem*

vão comprar
vão passear


lamentam quando acordam
mas voltam para os seus sonhos o mais tardar

são zumbis alheios à realidade
existem muitos espelhos que embaçam as suas visões

como conchas do mar que abraçam as suas pérolas brilhantes
como o casco a proteger a tartaruga
como o útero que mantém o feto seguro

a ignorância é um escudo difícil de ser perfurado
e quem muito se fecha em seu sonho
pode se tornar o primeiro dos perturbados

o torpor de ver o tempo passar
de fazer coisas erradas sem se perceber
onde estão as perguntas pra serem feitas***
onde está a curiosidade**
sobre si mesmo********
sobre os outros*
onde está a inteligência humana**
eu vejo muitas cognições apenas
eu vejo roldanas
eu vejo máquinas orgânicas
mas não vejo seres completos

não vejo muitos sábios por aí
apenas o torpor de quem não sabe o que está fazendo
diz ser médico, filósofo, político, 
mas palavras são apenas enfeites
são joguetes
são atores
nem de verdade são
mesmo sendo de verdade
se tudo é verdadeiro
até a maldade de uma mentira
de uma indecência 
mãos a manipularem
língua a soltar verbos, pronomes, substantivos
mas sem saber
fala como se fosse uma necessidade
mais do que uma responsabilidade

fala-se por falar
andam sem se perguntar
e quando se perguntam
tem dentro da mente um censor
a escravidão já começa dentro de si

este torpor
este demente torpor
esta água morna
estão sempre a se queimarem lentos
escravos,
estes lazarentos
tão orgulhosos
tão bufantes
tão horrorosos

 e eu,
eu tenho pena deles,
eu quero ser amigo mesmo sabendo que não posso ser
eu quero ajudá-los para me ajudar
a vida social é assim
o que acontece na esquina
pode chegar até mim

mas este torpor
preciso manter seus olhos abertos
eles teimam em fechar
e quando fecham
este acordar...
este espreguiçar....
de sairem de seus sonhos...
ou de suas vãs e vagas certezas
de pensar que está tudo no lugar
no reino encantando de vosso umbigo 
é provável!!!

em um mundo que não está nem aí pra uma formiga como você ou como eu,

é bem pouco...






29- O extermínio de populações humanas também é crime ambiental

Ouviu Judas*

30- Índice de desenvolvimento animal IDA

Acho que não preciso dizer muito...
=)

31- O utilitarismo moral é o derradeiro utilitarismo

Você é amoral ou imoral**

Jura...
então não se importa se alguém chegar atrás de ti de supetão e de lhe tirar a vida, assim do nada, sem qualquer razão...

correto* ;)

Moral é substancialmente útil...

32- ideias são impressões (achismos) trabalhadas

34- É possível ter certeza sem ser empírico*


Sim, por meio da sabedoria.