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quarta-feira, 29 de julho de 2026

Mais uma lista de tretas

 Existe uma aparente desproporção de mulheres que se identificam como feministas que são literal ou objetivamente desprezíveis, basicamente iguais aos machistas misóginos que odeiam ou desprezam mulheres, justamente aqueles que dizem combater... 


"Homens se tornaram obsoletos"

Frase de uma típica "feminista burguesa" (geralmente uma "prostituta de luxo"). Justamente de uma das criaturas mais inúteis a qualquer sociedade ou comunidade, um tipo de parasita que fala sobre obsolescência ou inutilidade do alto do seu parasitismo burguês e vitimista, rodeada por todas as comodidades predominantemente inventadas e sustentadas por homens... 

Muito do que as tais "feministas" mais "engajadas" acusam homens (aleatoriamente) de ameaçar ou praticar contra elas, mas que acontece apenas em suas imaginações mórbidas, talvez devesse ser realmente praticado contra elas... São tão insuportáveis que parece tentador a possibilidade de desferir atos violentos contra esse tipo... Uma espécie de psicologia inversa. E talvez seja isso mesmo: muitas dessas, no fundo, podem estar gritando por um macho dominador puxando seus cabelos e se impondo sobre elas... 

Alguns tipos de homens mais problemáticos são misóginos incorrigíveis. E o mesmo sobre alguns tipos mais problemáticos de mulheres, de serem misândricas irrecuperáveis... 

O que têm em comum? A psicopatia humana.

Um dos desafios intelectuais mais interessantes seria de colocar pessoas em debates em que a única regra fosse de nunca usarem qualquer tipo de falácia, para ver quais indivíduos e grupos que conseguem se sair melhor...

O recuo a um debate perdido é uma medida de cuidado com a saúde mental. Tem vezes, até mais frequentemente do que tipos, como eu, que estão mais inclinados a se meter nesse tipo de confronto, costumam pensar, em que não vale a pena insistir, ainda mais quando já começa mal, errando... Admitir o erro não é sinal de fraqueza, apenas para o tolo. Mas também existe essa alternativa de recuar e declinar a um debate que estava aberto... 

Se a esquerda não quer intencionalmente destruir países, enfim, o mundo, faz um esforço não-intencional enorme 

Ver brancos falando constantemente sobre "direita X esquerda" é muito irritante... Mesmo que a incapacidade de pensar em múltiplas perspectivas seja uma tendência universal entre a maioria dos grupos humanos, ver esse grupo em específico e, a todo momento, em redes sociais, comentando, mais sobre suas incapacidades de pensamento racional, é ainda mais irritante, pela frequência. Também porque se pensam como os "herdeiros do pensamento ocidental"... 

Existem pessoas predominantemente estúpidas que são adoráveis ou que apresentam outros traços de personalidade que se destacam mais que a sua estupidez. O típico militante político, especialmente o de esquerda, é um caso de estúpido em que o que mais se destaca é sua própria estupidez 

A esquerda festiva (e rica) sente uma atração por "tudo o que não presta". Mas adora usufruir de tudo o que é originário do que diz não gostar

Ainda que continue a pensar que a homossexualidade não é uma doença, já disse pensar em tratá-la como uma condição de status neutro de saúde. Mas diante das correlações positivas muito significativas de transtornos mentais que apresenta, estou repensando em recategorizá-la como um transtorno, ainda de status moderado (que eu já concluí em outros textos, mas sem, até então, ter estabelecido uma conclusão homogênea, pendulando entre o status de não-transtorno e o de transtorno) 

"Neurocientista", muitas vezes, é um eufemismo para psicopata sádico que adora torturar animais ou cobaias não-humanos para provar certas obviedades que podem ser observadas pela percepção de padrões, tal como de que a organização de um órgão como o cérebro é determinada por genes, pela observação do nascimento de filhotes de algumas espécies que já nascem com o corpo e a mente mais desenvolvidos, aptos a andar logo que saem do útero de suas mães...

domingo, 7 de setembro de 2025

Mais uma lista de desaforos sinceros

 Pseudo intelectuais buscam, primeiro, convencer a si mesmos sobre serem verdadeiros intelectuais, especialmente quando não têm consciência do que são ou do que não são, e geralmente não têm. Esse teatro ou performance de aparentar começa no próprio espelho 


O problema não é ter arte ruim, mas que seja alçada ao topo que deveria ser um lugar exclusivo à alta cultura. 

O problema não é ter Anita ou Madonna. Mas não termos mais uma nova Marisa Monte ou Elis Regina, ou que não tenha qualquer espaço de destaque na "mídia"... 

Indivíduos ideologicamente fanáticos estão em níveis similares de insanidade de indivíduos psicóticos não-tratados. Talvez, a maior diferença entre eles é que, enquanto a psicose típica causa um mal-estar subjetivo, a psicose atípica, gerada pela doutrinação ideológica, tem o efeito completamente oposto e, por isso, talvez, possa ser considerada ainda mais perigosa... 


Sobre o mimetismo de estratégias oportunistas ou parasitárias na natureza e extrapolação ao contexto geopolítico humano:

A mesma situação, de uma espécie que engana a outra, se passando por ela mesma, invadindo seu espaço de existência, geralmente de uma espécie social, e se aproveitando para se beneficiar desse engano. Então, esse mimetismo oportunista também acontece no mundo ocidental, em que uma certa tribo, de "escolhidos", se passa como "brancos nativos" para fazer exatamente o que se percebe no meio natural...

O engano, a usurpação, a exploração, até a destruição da espécie hospedeira...

Mas não se enganem porque, esse tipo de parasitismo tem sido característico de toda sociedade complexa ou civilização...

O exemplo desta tribo só foi usado por ser uma manifestação precisa desse tipo de mimetismo em um contexto humano.

Se a direita produz uma merda construtiva e a esquerda uma merda destrutiva, é porque a merda de direita é mais no sentido moral do que no estrutural, enquanto a esquerda, ao tentar desconstruir essa estrutura, acaba destruindo-a, diga-se, a única estrutura que existe

Como pensar racionalmente com um exemplo:

Primeiro, faça perguntas fundamentais sobre o tópico. Por exemplo, "racismo". 

Quem está definindo esses ou aqueles conceitos?? 

(Quem está definindo o conceito de racismo?? Resp: Indivíduos e/ou grupos ideologicamente enviesados...) 

O quão objetivas e precisas são essas definições?? 

(Resp: O conceito de racismo não tem sido definido da maneira mais objetiva, porque tem sido feito de maneira muito vaga, deixando margem para ser confundido com outros tipos de comportamentos ou tendências, por exemplo, a confusão entre gosto pessoal e preconceito racial, ou entre opinião negativa e generalização negativa) 

Mas como definir objetividade quando se trata de uma construção abstrata?? 

(Resp: Justamente por se tratar de uma construção abstrata, o conceito de racismo deveria ser o mais estrito possível, a maneira mais objetiva de definir uma abstração. Por exemplo, o meu conceito para o mesmo, como uma generalização entre comportamento e raça ou etnia, "todos do grupo X são assim", por exemplo)

O nível de subjetividade de um julgamento estético depende do que está sendo comparado. Por exemplo, comparar a língua francesa (padrão ou parisiense) com a polonesa inevitavelmente resultará na conclusão de que a primeira é mais esteticamente apreciável do que a segunda, se a língua polaca parece ter um som de chiado constante, enquanto a língua francesa soa mais elaborada e, portanto, mais sofisticada. Seria o mesmo que comparar uma linda flor com uma graminha no chão... 

Parece ser comum que, aquele que se define como "independente" seja basicamente um sovina individualista 

"Não existe verdade absoluta"

A negação da existência de verdades absolutas é uma declaração de verdade absoluta...

A grande maioria dos argumentos morais são basicamente chantagens emocionais. Mas algumas chantagens são "melhores" ou mais justas e objetivas que outras

Aqueles que deixam o "rebanho" de uma religião tradicional, isto é, que saem de uma doutrinação ideológica tipicamente religiosa, mas acabam se tornando "progressistas" muito ideologicamente enviesados, apenas trocaram uma doutrinação ou lavagem cerebral por outra...

A influência do meio na inteligência humana só é mais significativa, mas nunca absoluta, durante os primeiros anos formativos, de imersão na educação básica, enquanto a influência biológica ou genética se torna progressivamente significativa quanto maior o nível de complexidade do conhecimento, pois expressa aspectos mais puramente vocacionais. É basicamente a diferença entre aprender a ler e a escrever e de direcionar os próprios interesses a um nível bem mais complexo e/ou específico

A direita está mais pra agressão e homicídio e a esquerda pra imolação e suicídio. Se a direita tradicional tem sido uma força histórica de opressão e destruição, tem sido mais no sentido de atacar aqueles que considera como ameaças, mas nunca ou primariamente a si mesma, enquanto a esquerda tem agido, especialmente a esquerda identitária, dominante nas nações ocidentais, atualmente, como uma forças autodestrutiva ou implosiva

A cultura não é a causa do comportamento humano, mas um dos seus efeitos

Atores antigos ou de formação clássica (obviamente)  se assemelham mais aos bailarinos clássicos do que aos atores modernos, porque também são produtos de um sistema que prioriza (ou priorizava) o talento sobre a aparência. Atualmente, os atores mais talentosos tendem a ser os que fazem teatro, justamente por ser uma remanescência do passado de sua profissão, já que o teatro continua priorizando o talento sobre a aparência...

Sobre expressões ou afirmações que envelheceram mal 

"Ter consciência de classe"

Progressivamente passou a ser sinônimo de hipocrisia e fanatismo ideológico

A doutrinação tem um sentido neutro ou essencial e um sentido pejorativo. Em um sentido neutro, é toda doutrina que é seguida por um indivíduo ou grupo. Toda cultura tem a sua doutrinação, seu modus operandi, se nenhuma cultura sobrevive sem uma doutrina. Já a doutrinação, em um sentido pejorativo, é o oposto da educação, porque a primeira se consiste na transmissão de informações de acordo com os desejos das autoridades que detém o poder de transmiti-las, e não com base em critérios mais objetivos e imparciais, ou racionais. Já a educação, idealmente, é a prática da própria sabedoria. 

Boa parte do que habitualmente se chama de "esquerda" se resume à chantagem emocional e a supostas boas intenções

Quem coloca a "bondade" à frente do conhecimento, também coloca a ignorância à frente

Bondade sem conhecimento não é diferente de maldade com conhecimento

O artista racional é uma ave rara. A maioria dos artistas são racionalmente idiotas 

Indivíduos intelectualmente pedantes e politicamente fanáticos são literalmente insuportáveis 

Uma narrativa é um evento, situação ou fenômeno descrito pela linguagem do sentimento. E por isso tende a se expressar com imprecisão ou mesmo como uma distorção dos fatos 

sexta-feira, 7 de março de 2025

Lacração é ruim. Mas as novelas antigas do Manoel Carlos...

 Antes, as novelas brasileiras quase não tinham personagens LGBTs. Os que existiam, quase sempre faziam parte dos núcleos de humor. Pois era assim que muitos brasileiros conseguiam aceitar LGBTs na mídia, apenas se fossem para lhes causarem risadas, diga-se, especialmente se fossem suas próprias sexualidades a fonte principal para as piadas. 


Antes, não era bom. Mas hoje, com esse excesso de representatividade, parece até que metade da população brasileira é "gay". Porque se tornou obrigatório que toda novela tem que ter personagens LGBTs de destaque, ao invés do bom senso de distribuí-los de maneira menos forçada, sem essa obrigação.

Antes, a maioria das novelas brasileiras eram sobre tramas que giravam em torno de famílias ricas ou de classe média alta. A maioria dos atores dos elencos eram brancos. Para atores negros e pardos, quase sempre sobravam papéis irrelevantes, de escravos, se a novela fosse de época, ou empregados, se passasse no tempo presente. Vale dizer que brancos pobres ou de classe média baixa também eram sub-representados e estereotipados. Até parecia que o Brasil era um país europeu e desenvolvido. Se especialmente a globo era racista e elitista, ou se também existia outra razão para evitar uma representatividade minimamente adequada de até metade da população brasileira em suas novelas, por exemplo, visando atender à demanda do público-alvo que mais tinha acesso a um aparelho de televisão até os anos 2000, predominantemente branco e de classes A e B?? Enfim, uma possível combinação entre pragmatismo capitalista com racismo e elitismo legítimos. 

Mas hoje não está melhor. Piorou até. Pois se antes as novelas pecavam em termos de representatividade, pelo menos eram de boa qualidade: atuação, direção e trama. Hoje, a representatividade se tornou compulsória, forçada e artificial, porque toda novela tem que ter personagem LGBT, ou com deficiência, e toda novela tem que ter protagonismo negro e pautas políticas enviesadas à "esquerda" como tema. Se antes as novelas eram homogeneamente excludentes e elitistas, hoje, o problema da homogeneidade de temas e composição permanece, só mudou de direção. Isso significa que continuam excluindo, especialmente a possibilidade de pluralidade e liberdade na construção das tramas, sem amarras ideológicas de direita ou esquerda ditando suas regras. Além disso, a qualidade técnica das novelas brasileiras despencou. Não apenas em um sentido técnico, mas também de essência, já que desde a década de 2010 que, especialmente os novos diretores, começaram a produzir enredos mais complexos ao invés de manter a antiga fórmula de como fazer um dramalhão, apostando alto na inovação e se esquecendo de agradar o perfil predominante de quem (ainda) assiste novelas: mulheres, donas de casa... Também parece que essa transição mal sucedida foi baseada em uma análise de mercado precipitada, com base nas tendências culturais ou de comportamento das novas gerações. Em suma, as novelas brasileiras têm tentado conquistar os mais jovens, abandonando o seu próprio público, mas a maioria deles prefere se entreter pela internet. E as séries, estrangeiras e nacionais, se tornaram tão ou mais populares, delegando às novelas, um futuro que parece cada vez menos presente na vida das pessoas. 

domingo, 12 de janeiro de 2025

O que a cidade de Rotherham e a Palestina têm em comum?/What do the city of Rotherham and Palestine have in common?

 O que a cidade de Rotherham e a Palestina têm em comum? 


A priori, nada. São apenas duas localidades distantes uma da outra, uma no norte da Inglaterra e outra na região do Levante, no Oriente Médio. No entanto, coisas perturbadoras têm acontecido nessas regiões. Só que a "mídia tradicional", pelas mesmas razões, tem evitado a todo custo falar abertamente sobre cada caso, se convertendo mais uma vez naquilo que sempre foi, em um dos tentáculos do poder, acobertando crimes graves por causa de sua submissão à diretrizes "politicamente corretas". 


No primeiro caso, de 1997 a 2013, foram cometidos milhares de estupros seletivos, especialmente de adolescentes brancas de classe trabalhadora, por gangues de paquistaneses muçulmanos. E não é apenas a mídia que tem dado uma cobertura insignificante ao caso, mas também grupos que supostamente deveriam estar denunciando esses crimes, como as "feministas", que ficaram calados ou dando pouquíssima importância. Novamente, a desprezível indignação moral de muitos autodeclarados "de esquerda", em que parece que um crime só é digno de indignação se for cometido por seus inimigos políticos ou por indivíduos dos grupos que transformaram em bodes expiatórios, como os brancos. Então, para não serem vistos como "politicamente incorretos", se calaram por todo esse tempo e continuam... E ainda tem os que tentam abrandar a gravidade da situação... 


Pois, na Palestina, também tem acontecido atrocidades, cometidas contra civis pelo exército do estado de "Israel", pela desculpa de perseguir membros do grupo terrorista Hamas depois dos atentados de outubro. Algumas estimativas falam em mais de duzentos mil mortos com direito a todos os tipos de crimes de guerra possíveis. Mas... Porque a "mídia" ocidental está literalmente nas mesmas mãos sujas que estão exterminando inocentes naquela região...


Esses dois casos apenas reforçam as evidências de que a mídia nunca trabalhou para o bem comum, mas para o poder. 


What do the city of Rotherham and Palestine have in common?


At first glance, nothing. They are just two distant locations, one in the north of England and the other in the Levant region of the Middle East. However, disturbing things have been happening in these regions. But the "mainstream media", for the same reasons, has avoided talking openly about each case at all costs, once again becoming what it has always been, one of the tentacles of power, covering up serious crimes because of its submission to "politically correct" guidelines.


In the first case, from 1997 to 2013, thousands of targeted rapes were committed, especially of White working-class teenagers, by gangs of Pakistani Muslims. And it is not only the media that has given the case insignificant coverage, but also groups that are supposed to be denouncing these crimes, such as "feminists", who have remained silent or given very little importance. Once again, the despicable moral indignation of many self-proclaimed "leftists", who believe that a crime is only worthy of indignation if it is committed by their political enemies or by individuals from the groups they have turned into scapegoats, such as White people. So, in order not to be seen as "politically incorrect", they have remained silent for all this time and continue to do so... And there are still those who try to downplay the gravity of the situation...


Well, in Palestine, atrocities have also been committed against civilians by the army of the state of "Israel", under the pretext of persecuting members of the terrorist group Hamas after the October attacks. Some estimates speak of more than two hundred thousand deaths, including all types of possible war crimes. But... Because the Western "media" is literally in the same dirty hands that are exterminating innocent people in that region...


These two cases only reinforce the evidence that the media has never worked for the common good, but for power.

terça-feira, 1 de outubro de 2024

O nazismo disfarçado e inverso do anti branquismo/Disguised and inverse nazism of anti-whiteism

 Nazismo


Um grupo de brancos supremacistas que:

- Culpou os judeus por todos os males do mundo, por narrativas de demonização generalizada desta população;

- Quando chegou ao poder, na Alemanha dos anos 30, começou a discriminá-los abertamente, expulsando-os de cargos públicos, universidades e escolas; boicotando suas empresas; incentivando a hostilidade contra os mesmos; prendendo dissidentes e reativos às suas políticas hostis e por, fim, praticando limpeza étnica, expulsando-os de suas antigas localidades, para enviá-los a campos de concentração//extermínio.

Teoria da vingança via "cavalo de Tróia"

Então, temos o "anti racismo" que, na verdade, é um "anti branquismo", em que os algozes são os judeus supremacistas (sionistas) e as vítimas, os brancos europeus e seus descendentes da diáspora, vulgo "arianos". 

Vejamos:

O anti branquismo consiste na imposição de narrativas ou doutrinação (lavagem cerebral) e de políticas que têm como principal objetivo oprimir e até mesmo exterminar as pessoas brancas. Só que não acontece de maneira explícita e rápida, como aconteceu durante o regime nazista dos anos 30 do século passado, mas implícita e lentamente, sem que suas vítimas percebam do que se trata. Primeiro, tem a imposição de narrativas de demonização generalizada dos brancos e inculcação nos mesmos de auto ódio, como se todos fossem responsáveis pela escravidão africana ou pelo holocausto judeu (por exemplo). E essa imposição só tem sido possível com a infiltração de anti branquistas (sendo que, os mais importantes ou proeminentes têm sido muito desproporcionalmente de judeus) nas principais instituições do mundo ocidental: educação, mídia, governo... Segundo, também a partir de uma lavagem cerebral, baseada em manipulação emocional, brancos têm sido doutrinados a acreditar que raças humanas não existem, que suas diferenças são produtos de diferenças do meio e não de si mesmas, ou que suas diferenças não são mais intrínsecas, e que por, supostamente, serem culpados por todos os males da humanidade, precisam ser generosos com as "suas vítimas" do passado (e do presente), por exemplo, apoiando políticas de imigração em massa ou multiculturalismo. Eles também devem aceitar, de bom grado, políticas que os excluam ou os discriminem no mercado de trabalho e em outras áreas relevantes, como na educação superior. Pois essas medidas são análogas às que foram impostas pelos nazistas contra os judeus (e seus aliados gentios) durante o governo de Adolf Hitler. A mesma discriminação, a mesma narrativa de demonização e também a mesma limpeza étnica, só que por meio de um método indireto e legitimamente conspiratório: de políticas de imigração em massa nos países de maioria branca, incentivo ao auto ódio, à miscigenação racial e ao individualismo... Isto é, além da imposição de uma doutrinação de ideologias que incentivam a destruição dos valores tradicionais e o anti natalismo, como o feminismo e o individualismo, também incentivam à mistura de raças, especialmente dos brancos com outros grupos, enquanto demonizam o oposto, por exemplo, alargando em demasia o conceito de racismo e, a partir disso, classificando como tal qualquer defesa pela auto preservação racial, principalmente se for defendida por brancos. E como os brancos caucasianos apresentam fenótipos muito recessivos, os efeitos de uma miscigenação generalizada deste grupo representa o seu próprio desaparecimento ou de suas expressões fenotípicas mais autênticas, mas não apenas em aparência física, pois a mistura de raças também costuma ter os mesmos efeitos quanto aos traços mentais, se também são primariamente hereditários e mais recessivos (dos brancos bem como de outros grupos, como no caso de indivíduos de alto QI) , pelo que se percebe dos padrões de miscigenação...

Eu já comentei sobre esse tema nesse texto (Genocídio branco patrocinado pela "judiaria organizada": 'teoria' conspiratória ou realidade??),mas achei melhor voltar a falar sobre isso depois que cheguei a essa conclusão de que, o anti branquismo, primariamente orquestrados por judeus supremacistas ou sionistas, e amplamente adotado por seus "aliados" de outros grupos étnico-raciais, especialmente por muitos brancos ditos "de esquerda", se expressa exatamente como uma espécie de nazismo inverso (contra os "arianos", organizado e praticado principalmente por judeus*) e disfarçado: de justiça, correção histórica, empatia, amor, solidariedade, abnegação...

* Sempre deixo explícito que não pretendo generalizar grupos, como se todos os judeus estivessem plenamente conscientes dos planos de suas "elites" (ou máfias) em relação às outras populações humanas. 

Novamente, também tenho chegado à mesma conclusão que a do outro texto, de que se comporta ou se trata de um caso de "vingança" de um grupo sobre outro, diga-se, muito injusta, se também se baseia em uma generalização negativa de um grupo por outro(s). 

E no que isso tudo vai dar?? 

Em merda, é claro. 

Especialidade da espécie "mais inteligente"... 



Nazism

A group of white supremacists who:

- Blamed the Jews for all the evils of the world, through narratives of widespread demonization of this population;

- When they came to power in Germany in the 1930s, they began to openly discriminate against them, expelling them from public office, universities and schools; boycotting their companies; encouraging hostility against them; arresting dissidents and those who reacted to their hostile policies and, finally, practicing ethnic cleansing, expelling them from their former locations and sending them to concentration/extermination camps.

Theory of revenge via the "Trojan horse"

So, we have "anti-racism" which, in reality, is an "anti-whiteism", in which the executioners are the supremacist Jews (Zionists) and the victims, the white Europeans and their descendants from the diaspora, aka "Aryans".

Let's see:

Anti-whiteism consists of imposing narratives or indoctrination (brainwashing) and policies that have as their main objective the oppression and even extermination of white people. However, it does not happen explicitly and quickly, as it did during the Nazi regime in the 1930s, but implicitly and slowly, without its victims realizing what it is. First, there is the imposition of narratives of widespread demonization of white people and inculcation of self-hatred in them, as if every-White were responsible for African slavery or the Jewish Holocaust (for example). And this imposition has only been possible with the infiltration of anti-whiteists (the most important or prominent of whom have been disproportionately Jewish) into the main institutions of the Western world: education, media, government... Second, also through brainwashing, based on emotional manipulation, Whites have been indoctrinated to believe that human races do not exist, that their differences are products of differences in the environment and not of themselves, or that their differences are no more intrinsic, and that because they are supposedly to blame for all of humanity's ills, they need to be generous with "their victims" of the past (and present), for example, by supporting mass immigration policies or multiculturalism. They must also willingly accept policies that exclude or discriminate against them in the job market and in other relevant areas, such as higher education. For these measures are analogous to those imposed by the Nazis against the Jews (and their gentile allies) during the government of Adolf Hitler. The same discrimination, the same narrative of demonization and also the same ethnic cleansing, only through an indirect and legitimately conspiratorial method: mass immigration policies in countries with a white majority, encouraging self-hatred, racial miscegenation and individualism... That is, in addition to imposing an indoctrination of ideologies that encourage the destruction of traditional values ​​and anti-natalism, such as feminism and individualism, they also encourage the mixing of races, especially of Whites with other groups, while demonizing the opposite, for example, by overly broadening the concept of racism and, from that, classifying as such any defense of racial self-preservation, especially if it is defended by Whites. And since Caucasian Whites have very recessive phenotypes, the effects of widespread miscegenation of this group represent their own disappearance or their most authentic phenotypic expressions, but not only in physical appearance, since the mixing of races also tends to have the same effects on mental traits, if they are also primarily hereditary and more recessive (of Whites as well as of other groups, as in the case of individuals with high IQs), from what can be seen in the miscegenation patterns...

I have already commented on this topic in this text (White genocide sponsored by "organized Jewry": conspiracy 'theory' or reality??),but I thought it would be better to return to this after I came to the conclusion that anti-whiteism, primarily orchestrated by supremacist or Zionist Jews, and widely adopted by their "allies" from other ethnic-racial groups, especially by many so-called "left-wing" Whites, expresses itself exactly as a kind of reverse Nazism (against the "Aryans", organized and practiced mainly by Jews*) and disguised as: justice, historical correctness, empathy, love, solidarity, selflessness...

* I always make it clear that I do not intend to generalize groups, as if all Jews were fully aware of the plans of their "elites" (or mafias) in relation to other human populations.

Again, I have also reached the same conclusion as the other text, that it behaves or is a case of "revenge" of one group over another, let's say, very unfair, if it is also based on a negative generalization of one group by another(s).

And what will all this lead to??

In shit, of course.

Specialty of the "more intelligent" species

sábado, 10 de agosto de 2024

O anti branquismo do ativismo "anti racista" pode ser inteiramente resumido por uma (nova) falácia/The anti-whiteness of “anti-racist” activism can be entirely summed up by a (new) fallacy

 Falácia de atribuição indevida 


De culpar contemporâneos pelos crimes dos seus 'antepassados" ou de culpar cidadãos comuns pelas ações dos "seus' governos ou de "suas elites' e/ou de culpar indivíduos por ações de grupos específicos com base em uma relação vaga de identidade ou associação...

Misattribution fallacy

Of blaming contemporaries for the crimes of their 'ancestors' or of blaming ordinary citizens for the actions of 'their' governments or 'their elites' and/or of blaming individuals for the actions of specific groups based on a vague relationship of identity or association. ..

sexta-feira, 26 de julho de 2024

Um exemplo de empatia seletiva e falácia moral-histórica de ''esquerda'': política insensata de imigração em massa ou multiculturalismo/An example of selective empathy and moral-historical fallacy of the ''left'': senseless policy of mass immigration or multiculturalism

 Eles, os autodeclarados juízes da moralidade pós moderna, ensinam que devemos sempre ter empatia pelos "mais necessitados", diga-se, especialmente se eles são de uma certa raça, gênero, sexualidade ou classe social... Então, temos a situação da imigração em massa, uma política insensata que tem sido imposta por partidos centristas e "de esquerda" em vários países e que tem causado muitos problemas aos mesmos. Então, temos esses juízes da moralidade pós moderna "ensinando" que os nativos de 'primeiro mundo" devem sentir empatia pelos imigrantes de "terceiro mundo", de recebê-los com generosidade, de defender por essa política, afinal, temos que nos colocar nos lugares dos outros, ainda mais se forem de grupos historicamente (auto) marginalizados. No entanto, não é tão simples assim, já que muitos desses imigrantes e refugiados que têm desembarcado nas regiões costeiras e cidades de primeiro mundo, no mínimo, não estão bem intencionados. Ou são muçulmanos com desejo de impor suas crenças e colonizar novas terras. Ou são qualquer outro tipo com ficha criminal ou apresentando comportamentos reprováveis. E não são apenas suposições, mas estatísticas de criminalidade e percepção variavelmente anedótica de padrões de comportamentos. Mas isso os juízes da moralidade pós moderna omitem ao máximo, chegando até a culpar os nativos por "racismo" ou "xenofobia". Além disso, quem é que sentirá empatia pelos nativos?? E por que não sentir?? Afinal, eles estão recebendo ondas cada vez maiores de estrangeiros com culturas níveis cognitivos e tipos de personalidade, em média, diferentes, em suas próprias terras e sem terem escolhido ou aprovado se submeterem a isso. E são especialmente os mais pobres, a classe trabalhadora nativa, que está recebendo o grosso dessa imigração, já que ricos e classe média se encastelam em seus bairros seguros, sendo que são esses dois grupos os que mais defendem por essas políticas. Pois sentir empatia dentro de um contexto também significa sentir por todos os que estão envolvidos. Não apenas empatia, mas também associada a uma análise racional, ponderada, sensata... Então, se é verdade que se deve ser solidário com refugiados fugindo de conflitos armados, também é importante entender que sua cidade, estado ou país infelizmente não pode resolver todos os problemas do mundo. Que, se acontecem tais conflitos, a culpa definitivamente não é sua, apenas se tiver participação direta. Nem mesmo se o governo do seu país tiver participação, porque você não tem controle sobre o que os seus governantes decidem fazer. Portanto, por mais triste possa ser um conflito armado, como uma guerra civil, um país sozinho não é capaz de receber todos os refugiados que estiverem fugindo desse conflito. Além disso, o status de refugiado não deve conferir imunidade total de comportamento a ninguém. Pois ninguém deve ser absolvido pelo cometimento de crimes, como o estupro, só por ser um refugiado. Nem faz sentido que um indivíduo genuinamente fugindo de uma opressão a cometa com outras pessoas. E se fizer, deve ser exemplarmente punido. Também é importante saber diferenciar refugiados verdadeiros de tipos que estão se passando ou se aproveitando para obter os benefícios sociais que o status tende a conferir. Uma dica: refugiados verdadeiros tendem a vir acompanhados de suas famílias... Já em relação à imigração, nenhum país é obrigado a manter suas fronteiras abertas para grandes fluxos de imigrantes. Nenhum país deveria ser forçado ao multiculturalismo, como tem acontecido. Ainda mais sabendo que costuma causar mais problemas do que melhorar a qualidade de vida de uma cidade, região ou país. O histórico do multiculturalismo definitivamente não é favorável ao mesmo. 


"Mas vocês já foram imigrantes no passado. Não podem reclamar dos imigrantes atuais"

Um juiz da moralidade pós moderna pode usar esse argumento para convencer italianos ou irlandeses, por exemplo, a não oferecerem qualquer resistência à políticas de imigração em massa ou multiculturalismo. Porém, todavia, contudo, nenhum país deveria servir ou se tornar uma espécie de albergue permanente para o mundo. Nem mesmo países historicamente de imigrantes como os EUA ou o Canadá. Nem eles. Porque não existe nada de imoral ou irracional que os impossibilite de decretar moratória da imigração ou diminuição significativa da recepção de fluxos de estrangeiros. Eles podem. Não o fazem porque boa parte de suas classes políticas estão mancomunadas com esse projeto de destruir suas culturas e suas maiorias demográficas de brancos de origem europeia e não, não é por um mundo melhor, disso tenha certeza, porque, mais uma vez ou como sempre, é pelo poder. Uma nova maneira de continuar oprimindo e dividindo o povo, de continuar criando bodes expiatórios ao invés de se responsabilizarem por suas próprias ações de agora e também do passado, tal como de se responsabilizarem, as "elites" ocidentais, pelo colonialismo, sem responsabilizar "brancos" ou povos de origem europeia, se forem pessoas "de elite" que organizaram, patrocinaram e protagonizaram as grandes navegações e os projetos "colonialistas'... Mas isso os juízes pós modernos supostamente contrários à opressão não enxergam ou fingem que não está acontecendo. Talvez porque não são tão perfeitos assim como pensam para julgar moralmente os outros, mais do que a si próprios...



They, the self-declared judges of postmodern morality, teach that we should always have empathy for those "most in need", so to speak, especially if they are of a certain race, gender, sexuality or social class... So, we have the situation of mass immigration, a senseless policy that has been imposed by centrist and "left-wing" parties in several countries and has caused them many problems. So, we have these judges of postmodern morality "teaching" that natives of the 'first world' must feel empathy for immigrants from the 'third world', to welcome them with generosity, to defend this policy, after all, we have to put ourselves in other people's places, even more so if they are from historically (self) marginalized groups. However, it is not that simple, since many of these immigrants and refugees who have landed in coastal regions and first world cities do not have good intentions. They are Muslims with a desire to impose their beliefs and colonize new lands. Or they are any other type with a criminal record or exhibiting reprehensible behavior. And these are not just assumptions, but crime statistics and anecdotal perception of behavior patterns.
But the judges of postmodern morality omit this as much as possible, going so far as to blame the natives for "racism" or "xenophobia". Besides, who will feel empathy for the natives? And why not feel it?? After all, they are receiving increasing waves of foreigners with different cultures, cognitive levels and personality types, on average, into their own lands and without having chosen or approved to submit to it. And it is especially the poorest, the native working class, who are receiving the bulk of this immigration, as the rich and middle class are nestled in their safe neighborhoods, and these two groups are the ones who most defend these policies. Because feeling empathy within a context also means feeling for everyone involved. Not just empathy, but also associated with a rational, considered, sensible analysis... So, if it is true that one must show solidarity with refugees fleeing armed conflicts, it is also important to understand that your city, state or country unfortunately cannot resolve all the problems in the world. That, if such conflicts occur, it is definitely not your fault, only if you have direct participation. Not even if your country's government has participation, because you have no control over what your rulers decide to do. Therefore, no matter how sad an armed conflict, such as a civil war, may be, a country alone is not capable of receiving all the refugees fleeing that conflict. Furthermore, refugee status should not confer total behavioral immunity on anyone. Because no one should be absolved of committing crimes, such as rape, just because they are a refugee. Nor does it make sense for an individual genuinely fleeing oppression to commit it to other people. And if he does, he must be exemplarily punished. It is also important to know how to differentiate true refugees from types who are impersonating or taking advantage to obtain the social benefits that status tends to confer. A tip: real refugees tend to come with their families... Regarding immigration, no country is obliged to keep its borders open to large flows of immigrants. No country should be forced into multiculturalism, as has been the case. Even more so knowing that it usually causes more problems than improving the quality of life in a city, region or country. The history of multiculturalism is definitely not favorable to it.

"But you were immigrants in the past. You can't complain about current immigrants"

A judge of postmodern morality can use this argument to convince Italians or Irish, for example, not to offer any resistance to policies of mass immigration or multiculturalism. However, no country should serve or become a kind of permanent hostel for the world. Not even historically immigrant countries like the USA or Canada. Neither do they. Because there is nothing immoral or irrational that makes it impossible for them to declare a moratorium on immigration or a significant reduction in the reception of foreigners. They can. They don't do it because a good part of their political classes are in league with this project of destroying their cultures and their demographic majority of white people of European origin and no, it's not for a better world, that's for sure, because, once again or as always , it's for power. A new way of continuing to oppress and divide the people, of continuing to create scapegoats instead of taking responsibility for their own actions now and in the past, as well as holding Western "elites" responsible for colonialism, without holding them accountable." whites" or people of European origin, if
were/it has been the ''elites'' who organized, sponsored and led the great navigations and "colonialist" projects... But postmodern judges supposedly opposed to oppression do not see this or pretend that it is not happening. Maybe because they are not that perfect. how they think to morally judge others, more than themselves...


segunda-feira, 10 de junho de 2024

O afrocentrismo é ainda mais insano que a supremacia branca/Afrocentrism is even more insane than white supremacy

 Afirmação de supremacia racial ABSOLUTA de qualquer grupo é sempre insana. Um tipo de afirmação extraordinária sem evidências extraordinárias. Mas algumas são bem mais insanas que outras. Por exemplo, a "midiaticamente famosa" supremacia branca, uma ideologia em que povos de raça branca europeia são colocados em um pedestal de supremacia absoluta em relação à outras populações, está muito aquém de uma análise ponderada dos fatos, justamente por exagerar os feitos do "homem branco", desprezando ou racionalizando os "feitos negativos" (numerosos, profundos e de impacto global), e por também fazer pouco caso sobre os feitos históricos de povos de outras etnias ou raças. No entanto, a supremacia branca não se baseia em nada, se, de fato, os europeus e seus descendentes espalhados pelo mundo também têm sido historicamente responsáveis por grandes realizações em todas as áreas: artes, ciências, filosofia... E ainda mais específica e literalmente, sua classe de criativos geniais (ainda que, para manter uma sociedade complexa, exige-se uma classe obediente e eficiente de trabalhadores). Já o afrocentrismo, uma versão subsaariana e negra de supremacia racial, se baseia basicamente na apropriação desses e de outros feitos e, francamente falando, também em um exagero sobre os próprios feitos ou realizações civilizacionais, diga-se, muito mais tímidos do que se comparados com os de outros grupos raciais ou étnicos, como os indianos e os asiáticos do extremo oriente... No entanto, até temos visto a adoção de narrativas afrocentristas pela "mídia", por exemplo, pelo pseudo documentário "Cleópatra", da Netflix, que retrata a famosa rainha do Egito, grega nascida em terras egípcias, como uma mulher negra...


Afrocentrism is even more insane than white supremacy


Claims of ABSOLUTE racial supremacy by any group are always insane. A kind of extraordinary claim without extraordinary evidence. But some are much crazier than others. For example, the "media-famous" white supremacy, an ideology in which people of the white European race are placed on a pedestal of absolute supremacy in relation to other populations, falls far short of a considered analysis of the facts, precisely because it exaggerates the achievements of the "white man", disregarding or rationalizing the "negative ones" (numerous, profound and with global impact), and for also making light of the historical achievements of people of other ethnicities or races. However, white supremacy is not based on anything, if, in fact, Europeans and their descendants spread across the world have also historically been responsible for great achievements in all areas: arts, sciences, philosophy... And even more specific and literally, its class of creative geniuses (although to maintain a complex society requires an obedient and efficient class of workers). Afrocentrism, a sub-Saharan and black version of racial supremacy, is basically based on the appropriation of these and other achievements and, frankly speaking, also on an exaggeration of one's own civilizational achievements, let's say, much more timid than if compared to those of other racial or ethnic groups, such as Indians and Far Eastern Asians... However, we have even seen the adoption of Afrocentric narratives by the "media", for example, by the pseudo documentary "Cleopatra", on Netflix , which portrays the famous queen of Egypt, a Greek born in Egyptian lands, as a black woman...

terça-feira, 14 de maio de 2024

Quanto vale um jornalista, atualmente??/How much is a journalist worth these days?

 Ou talvez desde sempre...


Com um exemplo que se tornou a regra em muitos países ocidentais:

'Homem negro comete crime hediondo"

Filtro jornalístico atualmente, mancomunado com o "politicamente correto da 'esquerda' burguesa":

"SUJEITO/JOVEM/INDIVÍDUO... comete crime hediondo"

Homem branco comete crime hediondo 

Filtro "jornalístico" atual:

"Homem BRANCO comete crime hediondo" 

Com que intuito manipular informações desta maneira?? 

Parece que já está subentendido. Ênfase na narrativa de demonização de brancos e santificação de negros... 



How much is a journalist worth these days?

Or maybe sincever...

With an example that has become the rule in many Western countries:

'Black man commits heinous crime'

Current journalistic filter, submitted with the "political correctness of the bourgeois 'left'":

"SUBJECT/YOUNG/INDIVIDUAL... commits heinous crime"

White man commits heinous crime

Current "journalistic" filter:

"WHITE man commits heinous crime"

What is the purpose of manipulating information in this way?

It seems like it's already understood. Emphasis on the narrative of demonization of white people and sanctification of black people...

quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

Uma mentira "do bem" contada mil vezes

 "Africanos escravizados foram os que construíram países como Brasil e EUA"


Um tipo de "falácia anti racista" ... que se baseia em racismo positivo (uma espécie de supremacia 'do bem': "apenas o grupo racial x que construiu este ou aquele país")

Mas mesmo se cada pedaço desses países tivesse apresentado significativa contribuição de mão de obra escrava, ainda não há construção sem projeto e a grande maioria foi pensada ou projetada e fiscalizada por homens brancos... 

Sim, a escravidão é um sistema objetivamente imoral, no sentido de irracional: desnecessário, excessivo, cruel. Mas isso não significa que a contribuição da mão de obra escrava em qualquer sociedade que já a adotou seja uniformemente absoluta, justamente pela necessidade de que existam arquitetos, engenheiros, artistas, projetistas... a maioria de não-escravizados.

Claro que pedreiros são sempre importantes, na construção de casas, prédios, no asfaltamento de ruas... A intenção desse texto não é de negar a contribuição desses grupos, inclusive os de contextos históricos problemáticos, mas de não negar a contribuição tão igualmente necessária da mão de obra especializada. 

terça-feira, 6 de dezembro de 2022

"Quem são vocês, brancos, para reclamar de imigração/ colonização? Não se lembram dos índios??"

 Argumento comumente usado por progressistas


Mas... 

continuar permitindo que as terras outrora dos povos tradicionais continuem a ser colonizadas por estrangeiros é o correto?? 

O que os indígenas pensam sobre isso?? 

(Também como resposta à política extremamente pró-imigração do Canadá)

sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Genocídio branco patrocinado pela "judiaria organizada": 'teoria' conspiratória ou realidade??

 * Antes, uma observação sobre o uso possivelmente equivocado da palavra teoria em "teoria de conspiração". Pois o ideal seria mudar esse termo para "hipótese de conspiração", particularmente para as que, de fato, não são factuais, se teoria é uma hipótese comprovada. 



A hipótese da vingança 


Imagine um povo (judeu) que foi trucidado em um genocídio (holocausto) e, depois da (segunda) guerra (mundial), em que seus maiores inimigos (nazistas//gentios brancos antissemitas) saíram derrotados, resolveu (especialmente suas organizações políticas**) colocar em prática um plano de vingança para eliminar lentamente essa "população' que os perseguiu por séculos, se consistindo na infiltração de suas principais instituições (isto é, dos países de maioria branca ou controlado por uma minoria branca), e uso de pautas morais muito relevantes, como o combate ao racismo, para convencer, primeiro, suas ''elites' política, acadêmica e cultural e, então, suas massas sobre: a inexistência das diferenças predominantemente intrínsecas entre indivíduos e grupos humanos, incluindo a inexistência de raças humanas; a irrelevância da genética ou biologia no desenvolvimento e comportamento humanos, ou tábula rasa; a inculcação de culpa, vergonha e auto-ódio coletivos pelo passado de colonialismo, racismo e outros preconceitos (apenas explicitamente para brancos); de uma cultura individualista e materialista; o feminismo que promove narrativas que aumentam a animosidade entre os sexos, e a conformidade à políticas multiculturalistas, que incentivam a imigração em massa e a miscigenação racial. 

Em outras palavras, um plano para “desarmar” populações brancas e fazê-las cometer suicídio racial /coletivo, lenta e inconscientemente.

** judeus mais etnocêntricos??

Agora, apenas veja o cenário atual em que temos uma maioria de brancos europeus e seus descendentes na diáspora, em todo mundo, apresentando: taxas de fecundidade extremamente baixas, altas taxas de miscigenação racial¹ e de imigração de outras populações, especialmente para os países em que são maioria, e com significativa participação de indivíduos e organizações judaicas na promoção dessas políticas [em relação às suas proporções demográficas comparativamente diminutas].

Então, o que você me diz?? 

¹ Lembrando que os fenótipos raciais dos brancos europeus são os mais geneticamente recessivos...

Alguns pontos relativamente discordantes:

Atrair uma grande população de muçulmanos para a Europa Ocidental tem sido mais prejudicial do que benéfico para os judeus que vivem nessa região, porque muitos desses imigrantes são tão antissemitas quanto os neonazistas nativos, especialmente por causa de Israel e sua política opressora no Oriente Médio,em relação aos palestinos. Aliás, o aumento de muçulmanos no mundo ocidental, ainda mais se for expressivo e ocorrer nos países europeus, a médio e longo prazo, além de aumentar a insegurança das comunidades judias, também pode acabar isolando, geograficamente, o estado de Israel...; 

Judeus são um povo muito plural, ideologicamente. Há muita crítica interna sobre a conduta de Israel em relação à Palestina, por exemplo; 

É possível especular, favoravelmente, que a maioria dos judeus comuns não estão ativamente promovendo ou, conscientes, sobre o genocídio lento e sofisticado, por enquanto, predominantemente não-violento, das populações brancas gentias (se é isso mesmo que está acontecendo) e o papel de suas elites ou parte delas nisso, porque, especialmente os judeus mais progressistas, também estariam ludibriados por certas ideias equivocadas "de esquerda", por exemplo, a crença na tábula rasa e da inexistência de raças humanas ou de diferenças médias mais pronunciadas entre elas, tal como acontece com muitos gentios;  

Judeus, especialmente os mais seculares e progressistas, e que também são, em média, os mais inteligentes entre eles, são os que mais se misturam ou se casam com indivíduos de outros grupos, e essa tendência pode ter consequências negativas no futuro quanto ao seu poder político, cultural e econômico, ainda mais se os ortodoxos se tornarem maioria;

A ampla adesão a comportamentos individualistas pela maioria dos gentios brancos pode indicar uma tendência anterior ou mais intrínseca, mas que era bloqueada pelo conservadorismo compulsório nos séculos passados.
[Sou da opinião de que as culturas conservadoras são tentativas de uniformização comportamental e antinatural da pluralidade humana].

Pode ser que, os judeus mais etnocêntricos e/ou revanchistas em relação ao antissemitismo histórico, que culminou no holocausto, estariam por trás dessa agenda genocida contra os brancos;

Outra possibilidade de explicação é que o perfil psicológico e cognitivo dos judeus europeus (capacidades cognitivas acima da média e mais verbal do que não-verbal), os inclinaria a abraçar pontos de vista progressistas (capacidades de pensamento crítico e abstrato), mas também capitalistas (capacidades matemáticas). Uma possível evidência que corroboraria parcialmente para essa hipótese seria a existência de uma desproporção de judeus ateus ou agnósticos e LGBTs, dois grupos universalmente mais propensos a se posicionar à esquerda no espectro político-ideológico;

Algumas más línguas até afirmam que os judeus asquenazes, especialmente e, "em média", seriam tal como "ciganos de alto QI", porque além do histórico de endogamia (casamentos consanguíneos) e de insularidade cultural, também teriam em comum uma inclinação para mentir ou enganar grupos de fora para alcançar seus objetivos individuais e coletivos (diga-se, ainda mais do que outras populações usualmente fazem)...

Existe até um nome para esse suposto genocídio, "Plano Kalergi", e que não teria a participação apenas das "elites" judaicas, mas também da monarquia europeia e de ultra-ricos (em sua maioria de brancos europeus e descendentes), que seria um plano para miscigenar todas as populações humanas, começando com aquelas que têm o maior histórico de revoluções, visando destruir suas identidades culturais e abrir espaço para o estabelecimento de uma civilização global com uma elite internacional e uma população de consumidores desenraizados e conformistas ou deficientes em pensamento crítico (muitos da extrema direita também chamam isso de ''globalismo'', ainda que o termo apresente versões diferentes entre eles sobre o que seria).

Enfim, talvez seja uma combinação de todos esses fatores citados,

De alguns deles, 

OU 

apenas uma "teoria" conspiratória...

domingo, 9 de outubro de 2022

Novamente sobre padrões de votos no Brasil e uma pergunta: será que, em média, brancos não sabem votar??

 Não apenas aqui...


Se não fosse pelos votos do Nordeste, a maioria dos eleitores das regiões mais desenvolvidas e com melhor nível educacional do Brasil, Sul, Sudeste e Centro-oeste, teriam praticamente reeleito no primeiro turno um dos piores presidentes da história quase democrática de nosso país, Jair Bolsonaro, nessas eleições de 2 de outubro de 2022, mesmo depois de quatro anos de um mandato pífio e asqueroso. E esse show [de horrores] da democracia brasileira não parou por aí, porque a extrema direita avançou muito no senado, com vários de seus candidatos sendo eleitos, diga-se, em sua maioria de sujeitos com propostas quase sempre estúpidas ou cruéis e que só pensam em poder e/ou dinheiro, claro, graças a muitos eleitores dessas mesmas regiões.

Então, você já imagina o perfil deles, né?? 

Brancos, cristãos, conservadores, de classe média e alta e sim, com bom nível de escolaridade (não, não estou desprezando os eleitores evangélicos, só enfatizando o outro tipo de bolsonarista). 

Bem, aí cabe perguntar o que está acontecendo, se esse perfil, de brancos de classe média e alta, tem a média de QI mais alta*, não era lógico de se esperar que, maior a média de QI, maior a capacidade cognitiva e, também, racional?? 

* Segundo alguns poucos estudos sobre QI realizados no país e, também, com base no que tem sido encontrado lá fora, de correlação do mesmo com: desempenho escolar e acadêmico, raça, classe social...

Primeiro que, a maioria dos bolsonaristas mais escolarizados não tem formação nas ciências humanas, se são desproporcionalmente de médicos, advogados, dentistas, engenheiros...

Isso implica que, não adianta apenas ter um bom nível educacional se também é preciso saber em qual área que se especializou. Pois em termos de conhecimento político, nenhuma outra área é mais relevante que as ciências humanas.

Segundo que, sim, há décadas que as esquerdas têm demonizado brancos, cristãos e de classe média em seus discursos e práticas. Portanto, uma boa parte dessa culpa é delas mesmas. 

Terceiro e o mais importante que, apesar das esquerdas terem contribuído para fomentar uma grande animosidade neste grupo, a priori, é perfeitamente possível analisar candidatos ou políticos de maneira imparcial e objetiva. Mas desde que o indivíduo esteja suficientemente sensato para votar com consciência, e é aí que podemos perceber uma desproporção de brancos, especialmente os que também são cristãos, conservadores e de classe média e alta, apresentando um nível sofrível de capacidade racional, votando com base em suas preferências político-ideológicas do que analisando o histórico e a qualidade das propostas dos candidatos...

Pois está parecendo que uma larga fração de autodeclarados brancos, descendentes de europeus, simplesmente não têm um nível suficiente de capacidade racional para analisar a política, isto é, as sociedades dos países em que vivem, de maneira imparcial, objetiva ou justa, de se aterem primeiramente aos fatos antes de se posicionarem política e ideologicamente. 

Não que os outros grupos raciais sejam muito melhores nesse quesito, apenas que, o mito de que "a raça branca é a mais racional" não se sustenta com base nessas evidências de comportamento irracional coletivo. E, não. Brancos, nem mesmo os de classe média alta, se beneficiam mais com a maioria das políticas defendidas e/ou impostas pela extrema direita, especialmente no Brasil. Por exemplo, a liberalização do porte de armas que, muito improvavelmente, irá diminuir os índices de criminalidade, que pode até aumentá-los, forçando-os a gastar mais dinheiro com segurança pessoal.

Portanto, a lição que podemos tirar, não apenas dos padrões de votos nas eleições brasileiras, é a de nunca julgar a capacidade racional de uma pessoa com base em: raça, classe social e até nível de escolaridade, mas sempre por suas crenças e comportamentos.

Parafraseando a mãe do Forrest Gump:

"Stupid, stupid does" 

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Por que pouco se fala sobre os "privilégios' asiático e judeu??

 No Brasil, judeus compõem uma pequena parcela da população. Mas estão muito desproporcionais entre os mais ricos, poderosos e/ou influentes do país. Esse fenômeno não é apenas brasileiro. 


Aqui também tem uma minoria de descendentes de leste asiáticos, principalmente japoneses, que estão desproporcionalmente representados em ambientes e posições de elite. Esse tem sido um padrão comum dessas populações em suas diásporas, especialmente nas Américas.

Eu também poderia citar os descendentes de sírio-libaneses, em sua maioria de cristãos. 

E, por acaso tem algum outro progressista, além de mim, que é capaz de falar abertamente dos privilégios desses grupos no nosso e em outros países??? 

Nos EUA, há uma reclamação relativamente correta de que existe uma desproporção de brancos na indústria do entretenimento, especialmente em Hollywood. Mas, por razões que podem variar, de hipocrisia a ignorância, dependendo de quem está repetindo essa narrativa, pouco se fala sobre a enorme desproporção e influência de judeus em Hollywood, inclusive na promoção de si mesmos e de outros brancos, e da exclusão relativa de asiáticos, latinos, índios nativos, indianos e negros.

Também nos EUA, em média, asiáticos, se do extremo oriente ou do subcontinente indiano, atualmente, apresentam um padrão de vida superior ao da maioria branca...

Mas só se fala em ''privilégio branco'', como se apenas ''os brancos'' que fossem ''mais privilegiados'', aliás, desprezando que até a maioria deles não é, especialmente os de classe média baixa e trabalhadora...

Ultra ricos (que podem ser brancos, judeus, negros, asiáticos...), é que são os mais privilegiados e deveríamos estar falando, criticamente, mais deles.

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

A única pauta de justiça social que interessa à extrema direita

 ???


Imagine um mundo alternativo em que, segundo algumas previsões, a raça negra pode entrar em extinção até o final deste século, se nada mudar em relação ao seu cenário atual: de taxas de fecundidade muito baixas, envelhecimento demográfico progressivo, imigração em massa para os países em que são maioria, e altos índices de miscigenação racial, lembrando de sua genética recessiva; que a maioria dos governos dos países em que habitam introduziram políticas que incentivam a vinda de imigrantes, a maioria de outras raças; que boa parte da mídia e do sistema educacional também parece estar mancomunada com esse propósito, pela inculcação do negacionismo anticientífico da existência e relevância das raças humanas, das diferenças médias e intrínsecas entre elas e dos sujeitos de nossa espécie; de lavagem cerebral que promove a miscigenação e demoniza qualquer tentativa de autopreservação racial, especialmente dos "negros'', e a "culpa negra", como se apenas "eles" que fossem culpados por todos os males da humanidade; que fazem tudo isso supostamente para combater o racismo (argumento moral) e o envelhecimento da população (argumento econômico)...


A que conclusão você chegaria?? 


Que provavelmente está havendo uma tentativa de genocídio, né?? 


Eu estou pensando que, se você for um típico progressista, você irá concordar que se trata de uma tentativa de genocídio, especialmente se estivermos falando de negros... aliás, na realidade, você provavelmente acredita que esteja acontecendo um genocídio, financiado pelo Estado (no Brasil, nos EUA...), contra populações negras que vivem em áreas periféricas*...


* Só que a maioria dos crimes ou atos de violência contra indivíduos negros é praticada por outros indivíduos negros, geralmente homens heterossexuais (não estou desprezando a violência desproporcional da polícia contra os mais pobres, geralmente negros e pardos), e o termo genocídio não parece cabível aqui se não há redução demográfica e risco de extinção.  


Mas, agora, quero que volte para o mundo real, em que estamos, e apenas substitua raça negra por branca.


Então, você mudaria de opinião?? 


Passaria a negar que tudo isso esteja acontecendo mesmo diante desses fatos??


Será mesmo que todos os brancos, especialmente os de classe trabalhadora, devem ser sacrificados para "curar o racismo" do mundo??

 

Afinal, são justamente eles que têm recebido o grosso da imigração em seus bairros de periferia, nos países de "primeiro mundo", não os mais ricos.


Mas não parece que estão sendo injustiçados??

Que estão sendo usados como bodes expiatórios para livrar as "elites" (burguesas, monárquicas e eclesiásticas), a maior parte da culpa pelos males que já causaram e que continuam a causar?? 


(Já que são as "elites" que detêm o poder e, portanto, que mandam)


Se é verdade que os europeus e sua diáspora têm sido responsáveis por muitos crimes, da escravidão africana e ameríndia à destruição do meio ambiente, eles não são os únicos que têm praticado crueldades desde os primórdios de nossa espécie, e sem estar querendo justificá-los ou desculpá-los. Porque também temos que nos preocupar com as generalizações, se não são todos os caucasianos europeus que são coniventes, indiferentes ou protagonistas nessas merdas. O problema, portanto, não é de incutir culpa "neles", mas apenas neles, além de fazê-lo sem a complexidade que esse tópico exige.


Pois será que devo lembrar que "raça não define caráter"?? 


Sem falar que, individualmente falando, somos responsáveis apenas pelos atos que praticamos (ainda que também exista "culpa coletiva e histórica"). Isso significa que, nenhum branco vivo tem culpa pessoal pela escravidão africana, que acabou há mais de um século atrás. Só se a tiver praticando de maneira literal (desprezando que continuam a acontecer formas análogas de escravidão dentro da África e praticadas por negros contra negros). 


Talvez isso esteja acontecendo via capitalismo. Mas, indivíduos de todas as raças têm sido vitimados por essa escravidão moderna, inclusive muitos brancos. Sem falar da existência de "patrões" abusivos de outras raças. Pois se o critério para explorar fosse especialmente a raça, não faria sentido que brancos também fossem explorados. 


Em relação às baixas taxas de fecundidade, existem algumas pesquisas mostrando que a maioria dos casais (heterossexuais), ao menos nos países da União Europeia, gostaria de ter uma média de dois filhos. Porque, em todo mundo desenvolvido (e também nos países em desenvolvimento), o alto custo de vida nos meios urbanos é um dos principais fatores que têm inibido esses casais a ter o número de filhos de suas preferências. 


Alguns poderiam argumentar que estaria acontecendo uma coincidência de fatores, já que outras populações também têm apresentado taxas de fecundidade muito baixas e consequente envelhecimento, mas sem a inculcação de auto-ódio e doutrinação, via mídia, do multiculturalismo e da miscigenação racial. Pois mesmo se apenas o alto custo de vida, causado pelas lambanças das elites burguesas, fosse suficiente para provocar essa queda vertiginosa do crescimento demográfico, desde os anos 70, continua evidente que existe uma doutrinação de "culpa branca" e "cura" dessa culpa pela mistura racial e/ou adesão ao multiculturalismo, pela maior parte dos meios de comunicação ocidentais. 


Pra mim está claro que essa provável tentativa de genocídio da raça branca é mais uma pauta da justiça social, tal como a antirracista, a ecológica, a antiespecista, a feminista e a LGBT. Aliás, seria parte da pauta antirracista...


No entanto, para uma provável maioria de progressistas, não passa de uma teoria de conspiração inventada pela extrema direita ocidental para justificar a perpetuação da supremacia branca. Mas mesmo que a extrema direita, de fato, tenha esse objetivo, não significa que o genocídio branco não esteja acontecendo. Só não é imediatamente percebido porque tem acontecido de maneira lenta, sem banho de sangue, por enquanto, desprezando o aumento da violência racialmente motivada em regiões específicas, como a África do Sul...


Interessante pensar que, justamente aqueles que mais desprezam a justiça social são os mais consternados com esse possível genocídio em curso. Mas, faz sentido já que são, em sua maioria, de brancos conservadores...


E que muitos daqueles que mais prezam por justiça social, pelo menos nominalmente, estejam desprezando completamente essa situação, inclusive se colocando ao lado dos que estão, conscientes ou não, empurrando o genocídio branco. 


Que a raça tem sido um símbolo usado para a prática de opressão, isso é inquestionável. Mas o ponto crítico aqui é a própria ocorrência da opressão, que pode ser justificada por qualquer outro símbolo. Portanto, o que mais importa não é se são brancos oprimindo negros mas que existam grupos ou indivíduos oprimindo outros. E se fossem negros oprimindo brancos, de maneira indiscriminada, acho que muitos progressistas apoiariam...  


Na minha opinião, se as esquerdas reconhecessem e adotassem como pauta de justiça social essa tentativa de genocídio da raça branca, que elas mesmas incentivam, eu aposto que isso poderia ser um grande avanço na desarticulação política das forças ultraconservadoras.


Mais uma vez o meu lamento de sempre... de, se a esquerda apenas buscasse ser coerente com o que mais defende, generalizando o seu faro por justiça social, enfim, fizesse o básico...