Existe uma aparente desproporção de mulheres que se identificam como feministas que são literal ou objetivamente desprezíveis, basicamente iguais aos machistas misóginos que odeiam ou desprezam mulheres, justamente aqueles que dizem combater...
Minha lista de blogs
quarta-feira, 29 de julho de 2026
Mais uma lista de tretas
domingo, 7 de setembro de 2025
Mais uma lista de desaforos sinceros
Pseudo intelectuais buscam, primeiro, convencer a si mesmos sobre serem verdadeiros intelectuais, especialmente quando não têm consciência do que são ou do que não são, e geralmente não têm. Esse teatro ou performance de aparentar começa no próprio espelho
sexta-feira, 7 de março de 2025
Lacração é ruim. Mas as novelas antigas do Manoel Carlos...
Antes, as novelas brasileiras quase não tinham personagens LGBTs. Os que existiam, quase sempre faziam parte dos núcleos de humor. Pois era assim que muitos brasileiros conseguiam aceitar LGBTs na mídia, apenas se fossem para lhes causarem risadas, diga-se, especialmente se fossem suas próprias sexualidades a fonte principal para as piadas.
domingo, 12 de janeiro de 2025
O que a cidade de Rotherham e a Palestina têm em comum?/What do the city of Rotherham and Palestine have in common?
O que a cidade de Rotherham e a Palestina têm em comum?
A priori, nada. São apenas duas localidades distantes uma da outra, uma no norte da Inglaterra e outra na região do Levante, no Oriente Médio. No entanto, coisas perturbadoras têm acontecido nessas regiões. Só que a "mídia tradicional", pelas mesmas razões, tem evitado a todo custo falar abertamente sobre cada caso, se convertendo mais uma vez naquilo que sempre foi, em um dos tentáculos do poder, acobertando crimes graves por causa de sua submissão à diretrizes "politicamente corretas".
No primeiro caso, de 1997 a 2013, foram cometidos milhares de estupros seletivos, especialmente de adolescentes brancas de classe trabalhadora, por gangues de paquistaneses muçulmanos. E não é apenas a mídia que tem dado uma cobertura insignificante ao caso, mas também grupos que supostamente deveriam estar denunciando esses crimes, como as "feministas", que ficaram calados ou dando pouquíssima importância. Novamente, a desprezível indignação moral de muitos autodeclarados "de esquerda", em que parece que um crime só é digno de indignação se for cometido por seus inimigos políticos ou por indivíduos dos grupos que transformaram em bodes expiatórios, como os brancos. Então, para não serem vistos como "politicamente incorretos", se calaram por todo esse tempo e continuam... E ainda tem os que tentam abrandar a gravidade da situação...
Pois, na Palestina, também tem acontecido atrocidades, cometidas contra civis pelo exército do estado de "Israel", pela desculpa de perseguir membros do grupo terrorista Hamas depois dos atentados de outubro. Algumas estimativas falam em mais de duzentos mil mortos com direito a todos os tipos de crimes de guerra possíveis. Mas... Porque a "mídia" ocidental está literalmente nas mesmas mãos sujas que estão exterminando inocentes naquela região...
Esses dois casos apenas reforçam as evidências de que a mídia nunca trabalhou para o bem comum, mas para o poder.
What do the city of Rotherham and Palestine have in common?
At first glance, nothing. They are just two distant locations, one in the north of England and the other in the Levant region of the Middle East. However, disturbing things have been happening in these regions. But the "mainstream media", for the same reasons, has avoided talking openly about each case at all costs, once again becoming what it has always been, one of the tentacles of power, covering up serious crimes because of its submission to "politically correct" guidelines.
In the first case, from 1997 to 2013, thousands of targeted rapes were committed, especially of White working-class teenagers, by gangs of Pakistani Muslims. And it is not only the media that has given the case insignificant coverage, but also groups that are supposed to be denouncing these crimes, such as "feminists", who have remained silent or given very little importance. Once again, the despicable moral indignation of many self-proclaimed "leftists", who believe that a crime is only worthy of indignation if it is committed by their political enemies or by individuals from the groups they have turned into scapegoats, such as White people. So, in order not to be seen as "politically incorrect", they have remained silent for all this time and continue to do so... And there are still those who try to downplay the gravity of the situation...
Well, in Palestine, atrocities have also been committed against civilians by the army of the state of "Israel", under the pretext of persecuting members of the terrorist group Hamas after the October attacks. Some estimates speak of more than two hundred thousand deaths, including all types of possible war crimes. But... Because the Western "media" is literally in the same dirty hands that are exterminating innocent people in that region...
These two cases only reinforce the evidence that the media has never worked for the common good, but for power.
terça-feira, 1 de outubro de 2024
O nazismo disfarçado e inverso do anti branquismo/Disguised and inverse nazism of anti-whiteism
Nazismo
sábado, 10 de agosto de 2024
O anti branquismo do ativismo "anti racista" pode ser inteiramente resumido por uma (nova) falácia/The anti-whiteness of “anti-racist” activism can be entirely summed up by a (new) fallacy
Falácia de atribuição indevida
sexta-feira, 26 de julho de 2024
Um exemplo de empatia seletiva e falácia moral-histórica de ''esquerda'': política insensata de imigração em massa ou multiculturalismo/An example of selective empathy and moral-historical fallacy of the ''left'': senseless policy of mass immigration or multiculturalism
Eles, os autodeclarados juízes da moralidade pós moderna, ensinam que devemos sempre ter empatia pelos "mais necessitados", diga-se, especialmente se eles são de uma certa raça, gênero, sexualidade ou classe social... Então, temos a situação da imigração em massa, uma política insensata que tem sido imposta por partidos centristas e "de esquerda" em vários países e que tem causado muitos problemas aos mesmos. Então, temos esses juízes da moralidade pós moderna "ensinando" que os nativos de 'primeiro mundo" devem sentir empatia pelos imigrantes de "terceiro mundo", de recebê-los com generosidade, de defender por essa política, afinal, temos que nos colocar nos lugares dos outros, ainda mais se forem de grupos historicamente (auto) marginalizados. No entanto, não é tão simples assim, já que muitos desses imigrantes e refugiados que têm desembarcado nas regiões costeiras e cidades de primeiro mundo, no mínimo, não estão bem intencionados. Ou são muçulmanos com desejo de impor suas crenças e colonizar novas terras. Ou são qualquer outro tipo com ficha criminal ou apresentando comportamentos reprováveis. E não são apenas suposições, mas estatísticas de criminalidade e percepção variavelmente anedótica de padrões de comportamentos. Mas isso os juízes da moralidade pós moderna omitem ao máximo, chegando até a culpar os nativos por "racismo" ou "xenofobia". Além disso, quem é que sentirá empatia pelos nativos?? E por que não sentir?? Afinal, eles estão recebendo ondas cada vez maiores de estrangeiros com culturas níveis cognitivos e tipos de personalidade, em média, diferentes, em suas próprias terras e sem terem escolhido ou aprovado se submeterem a isso. E são especialmente os mais pobres, a classe trabalhadora nativa, que está recebendo o grosso dessa imigração, já que ricos e classe média se encastelam em seus bairros seguros, sendo que são esses dois grupos os que mais defendem por essas políticas. Pois sentir empatia dentro de um contexto também significa sentir por todos os que estão envolvidos. Não apenas empatia, mas também associada a uma análise racional, ponderada, sensata... Então, se é verdade que se deve ser solidário com refugiados fugindo de conflitos armados, também é importante entender que sua cidade, estado ou país infelizmente não pode resolver todos os problemas do mundo. Que, se acontecem tais conflitos, a culpa definitivamente não é sua, apenas se tiver participação direta. Nem mesmo se o governo do seu país tiver participação, porque você não tem controle sobre o que os seus governantes decidem fazer. Portanto, por mais triste possa ser um conflito armado, como uma guerra civil, um país sozinho não é capaz de receber todos os refugiados que estiverem fugindo desse conflito. Além disso, o status de refugiado não deve conferir imunidade total de comportamento a ninguém. Pois ninguém deve ser absolvido pelo cometimento de crimes, como o estupro, só por ser um refugiado. Nem faz sentido que um indivíduo genuinamente fugindo de uma opressão a cometa com outras pessoas. E se fizer, deve ser exemplarmente punido. Também é importante saber diferenciar refugiados verdadeiros de tipos que estão se passando ou se aproveitando para obter os benefícios sociais que o status tende a conferir. Uma dica: refugiados verdadeiros tendem a vir acompanhados de suas famílias... Já em relação à imigração, nenhum país é obrigado a manter suas fronteiras abertas para grandes fluxos de imigrantes. Nenhum país deveria ser forçado ao multiculturalismo, como tem acontecido. Ainda mais sabendo que costuma causar mais problemas do que melhorar a qualidade de vida de uma cidade, região ou país. O histórico do multiculturalismo definitivamente não é favorável ao mesmo.
segunda-feira, 10 de junho de 2024
O afrocentrismo é ainda mais insano que a supremacia branca/Afrocentrism is even more insane than white supremacy
Afirmação de supremacia racial ABSOLUTA de qualquer grupo é sempre insana. Um tipo de afirmação extraordinária sem evidências extraordinárias. Mas algumas são bem mais insanas que outras. Por exemplo, a "midiaticamente famosa" supremacia branca, uma ideologia em que povos de raça branca europeia são colocados em um pedestal de supremacia absoluta em relação à outras populações, está muito aquém de uma análise ponderada dos fatos, justamente por exagerar os feitos do "homem branco", desprezando ou racionalizando os "feitos negativos" (numerosos, profundos e de impacto global), e por também fazer pouco caso sobre os feitos históricos de povos de outras etnias ou raças. No entanto, a supremacia branca não se baseia em nada, se, de fato, os europeus e seus descendentes espalhados pelo mundo também têm sido historicamente responsáveis por grandes realizações em todas as áreas: artes, ciências, filosofia... E ainda mais específica e literalmente, sua classe de criativos geniais (ainda que, para manter uma sociedade complexa, exige-se uma classe obediente e eficiente de trabalhadores). Já o afrocentrismo, uma versão subsaariana e negra de supremacia racial, se baseia basicamente na apropriação desses e de outros feitos e, francamente falando, também em um exagero sobre os próprios feitos ou realizações civilizacionais, diga-se, muito mais tímidos do que se comparados com os de outros grupos raciais ou étnicos, como os indianos e os asiáticos do extremo oriente... No entanto, até temos visto a adoção de narrativas afrocentristas pela "mídia", por exemplo, pelo pseudo documentário "Cleópatra", da Netflix, que retrata a famosa rainha do Egito, grega nascida em terras egípcias, como uma mulher negra...
Afrocentrism is even more insane than white supremacy
Claims of ABSOLUTE racial supremacy by any group are always insane. A kind of extraordinary claim without extraordinary evidence. But some are much crazier than others. For example, the "media-famous" white supremacy, an ideology in which people of the white European race are placed on a pedestal of absolute supremacy in relation to other populations, falls far short of a considered analysis of the facts, precisely because it exaggerates the achievements of the "white man", disregarding or rationalizing the "negative ones" (numerous, profound and with global impact), and for also making light of the historical achievements of people of other ethnicities or races. However, white supremacy is not based on anything, if, in fact, Europeans and their descendants spread across the world have also historically been responsible for great achievements in all areas: arts, sciences, philosophy... And even more specific and literally, its class of creative geniuses (although to maintain a complex society requires an obedient and efficient class of workers). Afrocentrism, a sub-Saharan and black version of racial supremacy, is basically based on the appropriation of these and other achievements and, frankly speaking, also on an exaggeration of one's own civilizational achievements, let's say, much more timid than if compared to those of other racial or ethnic groups, such as Indians and Far Eastern Asians... However, we have even seen the adoption of Afrocentric narratives by the "media", for example, by the pseudo documentary "Cleopatra", on Netflix , which portrays the famous queen of Egypt, a Greek born in Egyptian lands, as a black woman...
terça-feira, 14 de maio de 2024
Quanto vale um jornalista, atualmente??/How much is a journalist worth these days?
Ou talvez desde sempre...
quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024
Uma mentira "do bem" contada mil vezes
"Africanos escravizados foram os que construíram países como Brasil e EUA"
terça-feira, 6 de dezembro de 2022
"Quem são vocês, brancos, para reclamar de imigração/ colonização? Não se lembram dos índios??"
Argumento comumente usado por progressistas
sexta-feira, 25 de novembro de 2022
Genocídio branco patrocinado pela "judiaria organizada": 'teoria' conspiratória ou realidade??
* Antes, uma observação sobre o uso possivelmente equivocado da palavra teoria em "teoria de conspiração". Pois o ideal seria mudar esse termo para "hipótese de conspiração", particularmente para as que, de fato, não são factuais, se teoria é uma hipótese comprovada.
A hipótese da vingança
Imagine um povo (judeu) que foi trucidado em um genocídio (holocausto) e, depois da (segunda) guerra (mundial), em que seus maiores inimigos (nazistas//gentios brancos antissemitas) saíram derrotados, resolveu (especialmente suas organizações políticas**) colocar em prática um plano de vingança para eliminar lentamente essa "população' que os perseguiu por séculos, se consistindo na infiltração de suas principais instituições (isto é, dos países de maioria branca ou controlado por uma minoria branca), e uso de pautas morais muito relevantes, como o combate ao racismo, para convencer, primeiro, suas ''elites' política, acadêmica e cultural e, então, suas massas sobre: a inexistência das diferenças predominantemente intrínsecas entre indivíduos e grupos humanos, incluindo a inexistência de raças humanas; a irrelevância da genética ou biologia no desenvolvimento e comportamento humanos, ou tábula rasa; a inculcação de culpa, vergonha e auto-ódio coletivos pelo passado de colonialismo, racismo e outros preconceitos (apenas explicitamente para brancos); de uma cultura individualista e materialista; o feminismo que promove narrativas que aumentam a animosidade entre os sexos, e a conformidade à políticas multiculturalistas, que incentivam a imigração em massa e a miscigenação racial.
Em outras palavras, um plano para “desarmar” populações brancas e fazê-las cometer suicídio racial /coletivo, lenta e inconscientemente.
** judeus mais etnocêntricos??
Agora, apenas veja o cenário atual em que temos uma maioria de brancos europeus e seus descendentes na diáspora, em todo mundo, apresentando: taxas de fecundidade extremamente baixas, altas taxas de miscigenação racial¹ e de imigração de outras populações, especialmente para os países em que são maioria, e com significativa participação de indivíduos e organizações judaicas na promoção dessas políticas [em relação às suas proporções demográficas comparativamente diminutas].
Então, o que você me diz??
¹ Lembrando que os fenótipos raciais dos brancos europeus são os mais geneticamente recessivos...
Alguns pontos relativamente discordantes:
Atrair uma grande população de muçulmanos para a Europa Ocidental tem sido mais prejudicial do que benéfico para os judeus que vivem nessa região, porque muitos desses imigrantes são tão antissemitas quanto os neonazistas nativos, especialmente por causa de Israel e sua política opressora no Oriente Médio,em relação aos palestinos. Aliás, o aumento de muçulmanos no mundo ocidental, ainda mais se for expressivo e ocorrer nos países europeus, a médio e longo prazo, além de aumentar a insegurança das comunidades judias, também pode acabar isolando, geograficamente, o estado de Israel...;
Judeus são um povo muito plural, ideologicamente. Há muita crítica interna sobre a conduta de Israel em relação à Palestina, por exemplo;
É possível especular, favoravelmente, que a maioria dos judeus comuns não estão ativamente promovendo ou, conscientes, sobre o genocídio lento e sofisticado, por enquanto, predominantemente não-violento, das populações brancas gentias (se é isso mesmo que está acontecendo) e o papel de suas elites ou parte delas nisso, porque, especialmente os judeus mais progressistas, também estariam ludibriados por certas ideias equivocadas "de esquerda", por exemplo, a crença na tábula rasa e da inexistência de raças humanas ou de diferenças médias mais pronunciadas entre elas, tal como acontece com muitos gentios;
Judeus, especialmente os mais seculares e progressistas, e que também são, em média, os mais inteligentes entre eles, são os que mais se misturam ou se casam com indivíduos de outros grupos, e essa tendência pode ter consequências negativas no futuro quanto ao seu poder político, cultural e econômico, ainda mais se os ortodoxos se tornarem maioria;
A ampla adesão a comportamentos individualistas pela maioria dos gentios brancos pode indicar uma tendência anterior ou mais intrínseca, mas que era bloqueada pelo conservadorismo compulsório nos séculos passados.
[Sou da opinião de que as culturas conservadoras são tentativas de uniformização comportamental e antinatural da pluralidade humana].
Pode ser que, os judeus mais etnocêntricos e/ou revanchistas em relação ao antissemitismo histórico, que culminou no holocausto, estariam por trás dessa agenda genocida contra os brancos;
Outra possibilidade de explicação é que o perfil psicológico e cognitivo dos judeus europeus (capacidades cognitivas acima da média e mais verbal do que não-verbal), os inclinaria a abraçar pontos de vista progressistas (capacidades de pensamento crítico e abstrato), mas também capitalistas (capacidades matemáticas). Uma possível evidência que corroboraria parcialmente para essa hipótese seria a existência de uma desproporção de judeus ateus ou agnósticos e LGBTs, dois grupos universalmente mais propensos a se posicionar à esquerda no espectro político-ideológico;
Algumas más línguas até afirmam que os judeus asquenazes, especialmente e, "em média", seriam tal como "ciganos de alto QI", porque além do histórico de endogamia (casamentos consanguíneos) e de insularidade cultural, também teriam em comum uma inclinação para mentir ou enganar grupos de fora para alcançar seus objetivos individuais e coletivos (diga-se, ainda mais do que outras populações usualmente fazem)...
Existe até um nome para esse suposto genocídio, "Plano Kalergi", e que não teria a participação apenas das "elites" judaicas, mas também da monarquia europeia e de ultra-ricos (em sua maioria de brancos europeus e descendentes), que seria um plano para miscigenar todas as populações humanas, começando com aquelas que têm o maior histórico de revoluções, visando destruir suas identidades culturais e abrir espaço para o estabelecimento de uma civilização global com uma elite internacional e uma população de consumidores desenraizados e conformistas ou deficientes em pensamento crítico (muitos da extrema direita também chamam isso de ''globalismo'', ainda que o termo apresente versões diferentes entre eles sobre o que seria).
Enfim, talvez seja uma combinação de todos esses fatores citados,
De alguns deles,
OU
apenas uma "teoria" conspiratória...
domingo, 9 de outubro de 2022
Novamente sobre padrões de votos no Brasil e uma pergunta: será que, em média, brancos não sabem votar??
Não apenas aqui...
quarta-feira, 1 de junho de 2022
Por que pouco se fala sobre os "privilégios' asiático e judeu??
No Brasil, judeus compõem uma pequena parcela da população. Mas estão muito desproporcionais entre os mais ricos, poderosos e/ou influentes do país. Esse fenômeno não é apenas brasileiro.
terça-feira, 11 de janeiro de 2022
A única pauta de justiça social que interessa à extrema direita
???
Imagine um mundo alternativo em que, segundo algumas previsões, a raça negra pode entrar em extinção até o final deste século, se nada mudar em relação ao seu cenário atual: de taxas de fecundidade muito baixas, envelhecimento demográfico progressivo, imigração em massa para os países em que são maioria, e altos índices de miscigenação racial, lembrando de sua genética recessiva; que a maioria dos governos dos países em que habitam introduziram políticas que incentivam a vinda de imigrantes, a maioria de outras raças; que boa parte da mídia e do sistema educacional também parece estar mancomunada com esse propósito, pela inculcação do negacionismo anticientífico da existência e relevância das raças humanas, das diferenças médias e intrínsecas entre elas e dos sujeitos de nossa espécie; de lavagem cerebral que promove a miscigenação e demoniza qualquer tentativa de autopreservação racial, especialmente dos "negros'', e a "culpa negra", como se apenas "eles" que fossem culpados por todos os males da humanidade; que fazem tudo isso supostamente para combater o racismo (argumento moral) e o envelhecimento da população (argumento econômico)...
A que conclusão você chegaria??
Que provavelmente está havendo uma tentativa de genocídio, né??
Eu estou pensando que, se você for um típico progressista, você irá concordar que se trata de uma tentativa de genocídio, especialmente se estivermos falando de negros... aliás, na realidade, você provavelmente acredita que esteja acontecendo um genocídio, financiado pelo Estado (no Brasil, nos EUA...), contra populações negras que vivem em áreas periféricas*...
* Só que a maioria dos crimes ou atos de violência contra indivíduos negros é praticada por outros indivíduos negros, geralmente homens heterossexuais (não estou desprezando a violência desproporcional da polícia contra os mais pobres, geralmente negros e pardos), e o termo genocídio não parece cabível aqui se não há redução demográfica e risco de extinção.
Mas, agora, quero que volte para o mundo real, em que estamos, e apenas substitua raça negra por branca.
Então, você mudaria de opinião??
Passaria a negar que tudo isso esteja acontecendo mesmo diante desses fatos??
Será mesmo que todos os brancos, especialmente os de classe trabalhadora, devem ser sacrificados para "curar o racismo" do mundo??
Afinal, são justamente eles que têm recebido o grosso da imigração em seus bairros de periferia, nos países de "primeiro mundo", não os mais ricos.
Mas não parece que estão sendo injustiçados??
Que estão sendo usados como bodes expiatórios para livrar as "elites" (burguesas, monárquicas e eclesiásticas), a maior parte da culpa pelos males que já causaram e que continuam a causar??
(Já que são as "elites" que detêm o poder e, portanto, que mandam)
Se é verdade que os europeus e sua diáspora têm sido responsáveis por muitos crimes, da escravidão africana e ameríndia à destruição do meio ambiente, eles não são os únicos que têm praticado crueldades desde os primórdios de nossa espécie, e sem estar querendo justificá-los ou desculpá-los. Porque também temos que nos preocupar com as generalizações, se não são todos os caucasianos europeus que são coniventes, indiferentes ou protagonistas nessas merdas. O problema, portanto, não é de incutir culpa "neles", mas apenas neles, além de fazê-lo sem a complexidade que esse tópico exige.
Pois será que devo lembrar que "raça não define caráter"??
Sem falar que, individualmente falando, somos responsáveis apenas pelos atos que praticamos (ainda que também exista "culpa coletiva e histórica"). Isso significa que, nenhum branco vivo tem culpa pessoal pela escravidão africana, que acabou há mais de um século atrás. Só se a tiver praticando de maneira literal (desprezando que continuam a acontecer formas análogas de escravidão dentro da África e praticadas por negros contra negros).
Talvez isso esteja acontecendo via capitalismo. Mas, indivíduos de todas as raças têm sido vitimados por essa escravidão moderna, inclusive muitos brancos. Sem falar da existência de "patrões" abusivos de outras raças. Pois se o critério para explorar fosse especialmente a raça, não faria sentido que brancos também fossem explorados.
Em relação às baixas taxas de fecundidade, existem algumas pesquisas mostrando que a maioria dos casais (heterossexuais), ao menos nos países da União Europeia, gostaria de ter uma média de dois filhos. Porque, em todo mundo desenvolvido (e também nos países em desenvolvimento), o alto custo de vida nos meios urbanos é um dos principais fatores que têm inibido esses casais a ter o número de filhos de suas preferências.
Alguns poderiam argumentar que estaria acontecendo uma coincidência de fatores, já que outras populações também têm apresentado taxas de fecundidade muito baixas e consequente envelhecimento, mas sem a inculcação de auto-ódio e doutrinação, via mídia, do multiculturalismo e da miscigenação racial. Pois mesmo se apenas o alto custo de vida, causado pelas lambanças das elites burguesas, fosse suficiente para provocar essa queda vertiginosa do crescimento demográfico, desde os anos 70, continua evidente que existe uma doutrinação de "culpa branca" e "cura" dessa culpa pela mistura racial e/ou adesão ao multiculturalismo, pela maior parte dos meios de comunicação ocidentais.
Pra mim está claro que essa provável tentativa de genocídio da raça branca é mais uma pauta da justiça social, tal como a antirracista, a ecológica, a antiespecista, a feminista e a LGBT. Aliás, seria parte da pauta antirracista...
No entanto, para uma provável maioria de progressistas, não passa de uma teoria de conspiração inventada pela extrema direita ocidental para justificar a perpetuação da supremacia branca. Mas mesmo que a extrema direita, de fato, tenha esse objetivo, não significa que o genocídio branco não esteja acontecendo. Só não é imediatamente percebido porque tem acontecido de maneira lenta, sem banho de sangue, por enquanto, desprezando o aumento da violência racialmente motivada em regiões específicas, como a África do Sul...
Interessante pensar que, justamente aqueles que mais desprezam a justiça social são os mais consternados com esse possível genocídio em curso. Mas, faz sentido já que são, em sua maioria, de brancos conservadores...
E que muitos daqueles que mais prezam por justiça social, pelo menos nominalmente, estejam desprezando completamente essa situação, inclusive se colocando ao lado dos que estão, conscientes ou não, empurrando o genocídio branco.
Que a raça tem sido um símbolo usado para a prática de opressão, isso é inquestionável. Mas o ponto crítico aqui é a própria ocorrência da opressão, que pode ser justificada por qualquer outro símbolo. Portanto, o que mais importa não é se são brancos oprimindo negros mas que existam grupos ou indivíduos oprimindo outros. E se fossem negros oprimindo brancos, de maneira indiscriminada, acho que muitos progressistas apoiariam...
Na minha opinião, se as esquerdas reconhecessem e adotassem como pauta de justiça social essa tentativa de genocídio da raça branca, que elas mesmas incentivam, eu aposto que isso poderia ser um grande avanço na desarticulação política das forças ultraconservadoras.
Mais uma vez o meu lamento de sempre... de, se a esquerda apenas buscasse ser coerente com o que mais defende, generalizando o seu faro por justiça social, enfim, fizesse o básico...