Minha lista de blogs

sábado, 25 de julho de 2026

A verdadeira práxis do "não ser tolerante com o intolerante": unicamente se ele for irracional

Especialmente quando estamos lidando com questões, decisões ou situações que não afetam apenas um indivíduo, o mais objetivamente intolerável não é o "intolerante", pois esse adjetivo sempre requer uma contextualização para ser, de fato, definido, também no sentido de moralizado. Porque o mais objetivamente intolerável não é apenas um vago "intolerante", mas aquele que é o mais irracional: indivíduo ou grupo que expressa um predomínio de crenças, ideias ou pensamentos tacitamente equivocados em termos factuais, que são baseados em ignorância, falácias, mentiras... É justamente ESSE tipo que pode nos colocar, incluindo ele mesmo, em uma situação de risco, por ser o menos objetivamente inteligente, o mais alienado sobre a realidade; dos mais perigosos... Na verdade, tem sido justamente ESSE que, como massa de manobra e principalmente na governança, que mais tem desencaminhado a humanidade do seu caminho mais ideal, de filosofia...


Então, dos tantos grupos ou seitas de irracionais, quais seriam dos mais perigosos?? 

Eis aqui uma lista deles 

Esquerdistas 
Capitalistas ferrenhos 
Fundamentalistas religiosos 
Nazistas 
Sionistas 

Esquerdistas 

O primeiro grupo ou seita elencado, já em pleno domínio no mundo ocidental, especialmente sua vertente mais identitária, não é apenas dos mais alienados, mas também dos mais hipócritas, sendo a hipocrisia um traço de personalidade desprezível em que o sujeito que a pratica com assiduidade apresenta um desejo sistemático de ditar aos outros o que fazer ou o que acha que é o mais certo, porém, sem ele mesmo praticar integralmente o que prega, ou de fazer até o oposto... A "esquerda", apesar de também apresentar crenças sensatas, estas mostram-se desarticuladas e isoladas entre si ou sobrepujadas por um apego completamente desmedido ao seu próprio narcisismo intelectual e moral, resultando em um sistema extremamente rígido de equívocos tomados como verdades absolutas e bem difundidos por muitas disciplinas, principalmente as das ciências humanas, suas principais vítimas...  Um exemplo clássico de sua profunda ignorância é a crença pseudo científica e pseudo filosófica no dogma da igualdade humana, de que todos os grupos humanos são muito mais parecidos do que distintos entre si, porque supostamente suas diferenças seriam apenas produtos de diferenças culturais e históricas, erroneamente legando à biologia comportamental um papel irrelevante na dinâmica constitutiva da natureza humana em termos de desenvolvimento e comportamento. Como se tudo sobre nós se resumisse ao poder e à opressão de um grupo sobre o outro. Os resultados, até agora, nessa década de 2020, têm sido devastadores, visto que, quando essas narrativas tomam a forma de políticas públicas, passam na íntegra a decompor sociedades, por exemplo, pela imposição do multiculturalismo ou da imigração em massa, visando literalizar na prática o que se pensa como fato dado: de que raças humanas não existem e/ou de que suas diferenças intrínsecas são mínimas, incentivando à mistura indiscriminada das mesmas, como se isso não resultasse em consequências negativas de médio e longo prazo, do próprio desaparecimento da variação racial até à diminuição da média de inteligência das populações humanas. Além disso, essa política em particular se baseia em falácias antirracistas, que qualquer um com uma capacidade básica de pensar de maneira imparcial e intelectualmente honesta pode perceber, primária e essencialmente pelo duplo-padrão de sua hipocrisia, em que certos grupos, como os brancos de origem europeia, são demonizados, e outros, como os negros de origem subsaariana, são santificados...

Isso que, quando não é a vertente colorida e degenerada da esquerda que toma o poder, é a sua versão mais "raiz", igualmente problemática, que em sua prática histórica sempre tem resultado na imposição de um regime totalitário, de submissão absoluta ao partido socialista e suas consequências subsequentes: perseguição, genocídios, igualdade pela pobreza (com exceção das classes dominantes), enfim, a perpetuação de disfuncionalidades sociais ou estruturais, ao invés da promessa de uma sociedade evoluída e regenerada...

Capitalistas ferrenhos 

Que ou aqueles que se preocupam mais com os seus lucros do que com o bem-estar social e/ou com a natureza também estão definitivamente "fora da casinha" a umas boas léguas e não deveriam ter acesso irrestrito a espaços de poder. Mas, como vivemos, ou sobrevivemos, na idiocracia capitalista, justamente o que não deveria ser permitido está ratificado pela legalidade das estruturas do poder vigente...  Da destruição massiva de florestas à perpetuação desavergonhada das desigualdades sociais e da pobreza, também com a problematização excessivas de medidas assistencialistas às classes mais exploradas ou desassistidas, como se todo pobre só estivesse na pobreza por sua própria culpa, se é comum que, mesmo o "pobre limpinho": trabalhador e honesto, não consiga melhorar plenamente sua situação socioeconômica com base nas regras do "sistema" porque este não lhe permite ou não lhe facilita... Sem aqui, querer também afirmar o completo oposto, de que todo pobre é vítima do sistema, que não é bem a verdade, se existem verdades, estas mais ideologicamente inconvenientes, especialmente às esquerdas, que ajudam a completar este quadro de explicação da perpetuação da pobreza em sociedades variavelmente meritocráticas...

Fundamentalistas religiosos 

Indivíduos muito excessivamente absorvidos por sua fé em um Deus ou na vida eterna, e específico a uma cultura de crenças mais particular, têm mostrado, ao longo da história humana, que podem ser perigosos quando alcançam o poder, justamente por lhes ser de praxe imporem suas crenças sobre os demais, sem conceções ou respeito às diferenças de pensamento e comportamento, mesmo as que não comprometem o bem-estar ou a ordem social, mas também porque almejam, como sistema de governo ideal, uma teocracia. Irredutíveis e totalitários, mas acima de tudo, predominantemente irracionais, como é típico de toda seita composta por uma maioria desses mesmos tipos fanáticos: a mesma essência, só mudando o conteúdo... E por causa de um histórico tão extenso, além de um presente contínuo em certos lugares, de sociedades que normalizam atrocidades em nome da fé ou de "Deus", enfim, por esse acúmulo de evidências irrefutáveis, se comportam, especialmente quando empoderados, exatamente como "intolerantes irracionais intoleráveis"... Ainda com a "cereja do bolo" de suas crenças serem baseadas na fé ou crença cega, que não se baseia em evidências, e que, em uma sociedade idealmente racional, mesmo se poderiam ser toleradas, não deveriam ser tratadas como fatos irrefutáveis e mandatárias educacionais pelo próprio sistema social...

Nazistas

O nazismo, na prática, ao contrário do que muitas pessoas acreditam, especialmente no mundo ocidental, não foi absolutamente equivocado. Mas tal como acontece com quase todo culto ou seita, a irracionalidade sempre prevalece sobre a racionalidade, já em sua teoria. Por exemplo, a ideia de que a cor dos cabelos, da pele e dos olhos indicam uma superioridade mental e orgânica absolutas é um exemplo de pseudo antropologia que era e continua a ser parte central ao seu sistema de crenças, que foi aplicado na íntegra quando os nazistas tomaram o poder na Alemanha e o expandiram de acordo com que avançavam em territórios vizinhos. O nível de destruição que o nazismo histórico causou, em termos humanos e civilizacionais, em muito superou as melhorias sociais promovidas pelo partido nacional-socialista na sociedade alemã do início dos anos 30 do século XXI, profundamente afetada pela crise de 29. Se retornarem ou se retornassem ao poder, parece muito provável que os seguidores atuais de Adolf Hitler e seu culto aplicariam as mesmas lógicas irracionais e cruéis que praticaram quando seus ancestrais ideológicos tiveram essa oportunidade. Tratar indivíduos como se fossem absolutamente indissociáveis dos seus grupos raciais ou étnicos de pertencimento e de maneiras abjetamente imorais, definitivamente não é o mais justo ou certo, em um sentido objetivo e factual, a se fazer...

Sionistas

Então, temos os nazistas em pele de judeus, ou de cordeiros, os sionistas... E se eles estão disfarçados de pseudo sociólogos de cabelo azul ou respeitosamente apresentáveis em universidades ocidentais, destilando o seu veneno de suposta "empatia", inculcando auto flagelação aos seus "inimigos" históricos, os brancos de origem europeia, desorientando-os para que desapareçam enquanto etnias fenotípica e culturalmente identificáveis, enquanto eles mesmos se mantêm, ao menos o seu núcleo: intactos, unidos e coerentes, além de outros venenos disfarçados de "ciência", "filosofia" ou "cultura", como a própria demonização generalizada e injusta de certos grupos (brancos, homens heterossexuais, cristãos...) a partir das instituições tradicionais dominadas por eles e seus "agentes"; começaram a trucidar palestinos, especialmente depois dos atentados de outubro de 2023 (que já sofriam com a opressão de terem suas terras ocupadas e sua legitimidade política negada pela autoridade israelense e corroborada por boa parte do mundo ocidental), que não é muito diferente do que os nazistas fizeram com os seus ancentrais, condenando tanto o presente quanto o futuro desse povo que teve a "audácia" de ocupar o lugar que há dois mil anos atrás foi a "terra prometida" dos "israelitas"... Uma "tribo" supostamente muito inteligente que nunca aprendeu com os seus erros e com os erros dos outros, e apenas repete a mesma ladainha de "cadeia alimentar" ou de "predador versus presa" que tem paralelamente definido estruturas sociais e relações humanas, sob vernizes vagos como "cultura" e "normalidade"... Um nazismo "inverso", com os mesmos problemas sérios de racionalidade e com tudo o que significam: ideologia de supremacia racial ou étnica absoluta; duplo padrão moral: "tudo para nós, nada para os outros"; demonização generalizada e injusta de grupos vagamente definidos; imposição de políticas excludentes aos "inimigos", enfim, uma sistematização da crueldade ou do sadismo político, exatamente tudo o que os nazistas fizeram com os judeus, mas inverso, em que são eles, disfarçados, que nesse agora (desde há umas boas décadas até nesse ano de 2026) impõem as mesmas injustiças contra "arianos" e qualquer outro que se coloque como um empecilho aos seus planos totalitários, como os palestinos... 

Nenhum comentário:

Postar um comentário