Orientação sexual não tem cura porque não é doença. Mas, dependendo da orientação sexual, é possível dizer que pode existir, ou existe, algo próximo de uma "cura", mais no sentido de potencial de mudança positiva, como é o caso da bissexualidade, já que, além de ser uma orientação, também é uma preferência, se aqueles que a possuem (como eu) apresentam graus variados de atração tanto pelo mesmo sexo quanto pelo sexo oposto e podem se orientar mais para um lado ou outro do espectro sexual. E que também podem fazê-lo de maneira mais deliberada ou objetiva, se assim desejarem ou conseguirem. Ainda que não seja algo tão simples como pode estar parecendo, já que o pêndulo da bissexualidade também se move com base em um ímpeto sexual e que pode não estar em pleno controle do seu "usuário", sendo mais influenciado pelas circunstâncias ou contextos do que pela própria vontade. Apesar disso, eu acredito que seja possível melhorar o autocontrole, se for realizado um esforço nessa direção...
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sábado, 14 de fevereiro de 2026
Cura gay não existe. Mas redirecionamento de preferência bissexual sim
sexta-feira, 24 de maio de 2024
Hipótese radical sobre a correlação entre saúde e consumo de alimentos específicos/Radical hypothesis about the correlation between health and consumption of specific foods
Basicamente, que pode se tratar de um caso de "genetic confounding", de uma correlação entre fatores extrínsecos e resultados específicos, confundida com uma causalidade. Especificamente, nesse caso, de que os indivíduos que tendem a adotar hábitos saudáveis, tal como uma alimentação rica em vegetais e frutas, também tendem a ser os mais saudáveis, talvez e, justamente, por se preocuparem mais com a própria saúde. É daí que pode ter se originado a correlação entre consumo de certos alimentos e melhores indicadores de saúde. E não estou dizendo que o consumo de alimentos considerados mais saudáveis não tenha qualquer benefício, mas que, para obtê-lo, é necessário consumir mais de um, sem cair na falácia do "alimento milagroso", e também que esteja aliado a uma rotina de exercícios físicos e de cuidado com a saúde mental. De qualquer modo, "já nascer mais saudável", ajuda bastante na maximização dos efeitos de uma adoção de hábitos saudáveis a longo prazo.
Basically, it could be a case of "genetic confounding", a correlation between extrinsic factors and specific results, confused with causality. Specifically, in this case, individuals who tend to adopt healthy habits, such as a diet rich in vegetables and fruits, also tend to be the healthiest, perhaps precisely because they are more concerned about their own health. This is where the correlation between consumption of certain foods and better health indicators may have originated. And I'm not saying that consuming foods considered healthier has no benefit, but that, to obtain it, it is necessary to consume more than one, without falling into the "miracle food" fallacy, and also that it is combined with a routine physical exercise and mental health care. In any case, "being born healthier" helps a lot in maximizing the effects of adopting healthy habits in the long term.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2024
O que o Brasil realmente precisa??
Federalização ampliada
domingo, 11 de setembro de 2022
Saúde mental
Me lembro de umas férias de verão, no início dos anos 2000, em que sequer fui à varanda de casa, de tão acostumado com o conforto do meu lar, tão independente dos outros para passar o tempo, mas, também, tão preocupado com a opinião alheia. Me lembro que, por causa disso, minha mãe, em conluio com minha tia, conseguiram uma psicóloga da prefeitura para me consultar. Eu não tinha plena consciência de que estava tendo crises de fobia social, de que precisava de ajuda para me entender e deixar de ser tão arredio. Eu também não havia percebido que a psicóloga com a qual passei a me consultar, não deveria estar atendendo pessoas fragilizadas, mediante o seu amadorismo, especialmente quando me diagnosticou como maníaco-depressivo, vulgo bipolar, logo nas nossas primeiras sessões, já querendo me enfiar antidepressivo goela abaixo. Então, eu duvidei do seu diagnóstico e uma reportagem sobre o transtorno, que passou num programa de domingo, foi a prova de que precisava para confirmar minha suspeita e rechaçar qualquer tentativa de me medicar, se não havia qualquer razão para isso. Naquela fatídica reportagem, uma "atriz bipolar" comentou que não conseguia viver normalmente sem a medicação, e isso me fez perguntar, para mim mesmo, qual deveria ser a façanha que estava fazendo, já que nunca precisei de medicação para estabilizar o meu humor... Foram alguns meses de consulta com uma mulher fria que me dava conselhos rasos que qualquer outra pessoa poderia dar, por exemplo, de que eu deveria me comportar como os adolescentes de minha idade para não acabar isolado, ao invés de, primeiro, tentar me entender. Pelo menos em uma coisa ela foi certeira, em perceber a relação de minha gagueira com a personalidade do meu pai, quando foi chamado para conversar com ela. Eu tive que voltar na memória para reconhecer o momento em que comecei a falar e a gaguejar, e a falta de paciência do meu pai para lidar com essa situação. Sem querer condená-lo, afinal, ninguém é perfeito.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
Talvez novamente: homossexualidade é uma desordem mas não é uma doença
Anormalidade contextual: bissexualidade
Doença contextual: gigantismo
Anormalidade universal: homossexualidade
Doença universal: influenza ou gripe
E desordem/anormalidade universal macro-remediável: homossexualidade
Por que macro-remediável*
Porque uma sociedade pode ter uma maioria ou mesmo uma totalidade de indivíduos de homossexuais e ainda poder se reproduzir, de modo mais artificial/cultural, ou especialmente se tiver algumas doses naturais de bissexualidade..
Desordem/anormalidade universal grave/não-remediável: esterilidade
Por que não-remediável*
Porque uma sociedade não pode ter uma maioria ou mesmo uma totalidade de indivíduos estéreis.
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
Baixa capacidade cognitiva reduz o tempo de vida??? Correlação não é....
O mesmo em relação à longevidade feminina, será**
No mais, é isso, uma maior inteligência pode ser parcialmente causal para uma maior longevidade, mas isso não significará que não haverão pessoas de menor capacidade cognitiva [abaixo da média, padrão-Greenwich] (geral) com melhor ''fitness biológico'', mas que, aqueles com esses fenótipos serão mais propensos para apresentarem maior ''fitness reprodutivo''/ maior capacidade reprodutiva, potencialmente reduzindo o ''fitness biológico''. E que, em populações onde tem havido uma maior seleção PARA o homem, ou maior pressão seletiva no sexo masculino, pode acontecer [ou não, absolutamente especulativo] que as suas características, mais atreladas ao ''fitness reprodutivo'' do que ao ''biológico'' [e que não são a priore, absolutamente determinativas, isto é, são produtos dos processos seletivos que podem ser alterados com modificações nesses processos e/ou ênfases seletivas], possam prevalecer também chegando a afetar ''o outro sexo''.
Fitness reprodutivo ou biológico** Diferenças raciais e de sexo..
Resultado: as mulheres adoecem menos e vivem por mais tempo, em média, do que os homens. Interessante pensar que os homens continuam férteis por longo tempo, ao contrário da mulher, em média.
Tais diferenças também podem ser observadas entre as macro-raças humanas, já que, como eu já especulei, as diferenças sexuais vem antes que as diferenças psicológicas, que vem antes que as diferenças raciais.
Parece-me que, os leste asiáticos tem selecionado mais pelo fitness biológico do que pelo reprodutivo, e com isso eu não estou querendo dizer que eles simplesmente NÃO TEM selecionado também pelo segundo, claro que eles tem, mas de maneira menos enfática. Resultado: mais aspectos psicológicos e fisiológicos [aparência e funcionalidade do organismo] atrelados ao fitness biológico tem sido selecionados e expressados neste grupo do que em outros.
Continuando com este espectro, muito famoso entre ''hbd's'', parece que os brancos caucasianos tem selecionado de maneira mais equilibrada tanto por um maior fitness reprodutivo quanto por um maior fitness reprodutivo, enquanto que, por fim, os negros africanos tem selecionado mais/sido selecionados para a capacidade reprodutiva.
E, maior o fitness reprodutivo mais prevalente a psicologia-R se tornará, que, ''a meu ver'' [ou não tanto apenas ''a meu ver''], não se limitaria apenas ao nível ou tipo de cuidado com os filhos, mas também ao próprio comportamento geral dos progenitores, sendo estes mais impulsivos, competitivos e portanto mais ''negligentes' no cuidado parental.
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
Hipótese: sociopatas//psicopatas naturais como "os vencedores" da seleção natural em qualidade confrontativa, auto-subsistência [predatória ou parasita] ... e em saúde de uma maneira geral??
Realmente não sei e espero que não... ainda que, mesmo se fosse o caso, tudo dá-se um jeito...
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
Forças, medianidades, fraquezas e aquele métodos
0,4 = médio baixo grau
0,5 = médio ou grau muito variável
0,6 = médio alto grau
0,7 a 1 = alto grau de expressividade
E estimativa com o tipo médio
Biológico
Físico
Psicológico
Cognitivo
Biológico (até agora)
Basicamente o sistema imunológico
Fraquezas: ~ 0,4-0,5
Medianidades: ~ 0,9
Forças: ~ 0,3-0,4
[indivíduo 'médio']
Fraquezas: 0,3-0,4
Medianidades: 0,9
Forças: 0,5
Explicação:
Até hoje, desprezando vacinas, ambiente limpo ou relativamente baixa exposição a patógenos, sem contar aqueles que estão contidos em poeira por exemplo, nunca padeci de qualquer doença muito séria, graças à...sorte?? Mas o conjunto da obra também não é lá...uma Brastemp... então chutei-me um "sistema imunológico" mediano, com fraquezas no limite da tolerabilidade mínima e forças não muito...fortes, já que sou bem mais mediano, creio eu. Claro que este chute pode sofrer alterações no futuro (ai de mim!!)
Físico (resistência física/ musculatura/vigor físico)
Fraquezas: 0,7??
Medianidades: 0,5
Forças: 0,3-0,4
Fraquezas: 0,3-0,4
Medianidades: 0,8
Forças: 0,5-0,6
Explicação:
Sim eu sou consistentemente preguiçoso como já devo ter comentado, não desenvolvo músculos com grande facilidade [sequer os tenho, de fato] e ainda sou fisicamente fraco. A fraqueza venceu, meu povo!! 0,7 de acordo com a minha "regrinha de três" está de ótimo tamanho porque além desse valor e teremos níveis crônicos e/ou patológicos de preguiça/cansaço físico, debilidade física geral, e pelo menos isso eu não tenho, to lá na esquina, bem perto, mas "ainda" não tenho. Já culpei minha hiperatividade mental mas talvez não seja apenas isso se temos workaholics que geralmente são hiperativos nos dois.
Psicológico
Fraquezas: 0,7
Medianidades: 0,7
Forças: 0,7
Fraquezas: 0,4-0,5
Medianidades: 0,9
Forças: 0,4-0,5
Explicação
Será??
Sou opostos, muito emocionalmente instável mas também muito emocionalmente estável (ou talvez seja só pedantismo). Forças e fraquezas psicológicas parecem estar páreo a páreo no meu caso.
Cognitivo
Fraquezas: 0,7
Medianidades: 0,8
Forças: 0,6-0,7
Fraquezas: 0,4
Medianidades: 0,9
Forças: 0,3
Explicação:
Em minhas fraquezas (matemática por exemplo) eu sou um tropeço de "burro". Já comentei que minhas habilidades matemáticas estacionaram na sexta série né?? Sabe quando a gente está começando a aprender a resolver problemas matemáticos?? Então, parei por aí.
Em relação às minhas medianidades eu acredito que esteja bem ... mediano, mas sinceramente não sei muito bem onde que eu seja mediano. Bem, talvez em algumas especialidades tipo história/tempo?? Ainda que, em história, eu acredite que esteja acima da média, mas nada de muito maravilhoso.
Em minhas forças eu chutei 0,5-0,6, salientando uma natureza possivelmente variável ou bem assimétrica, de ser muito bom e talvez também ruim nos mesmos departamentos, depende do naco que estivermos falando.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Sexo anal: Um problema pra "comunidade" lgbt. E ainda é ecologicamente incorreto
De fato para a maioria dos homossexuais os direitos da classe nada mais são do que a liberdade de se fazer (muito) sexo com pessoas... do mesmo sexo.
Não.
O sexo anal, sem camisinha, é uma prática não recomendada. Os riscos à saúde são grandes. No entanto tais riscos se reduzem consideravelmente em relação a quase todo resto das práticas homossexuais. Percebam que o sexo anal tanto pra casais homos e heterossexuais é um ato artificial, que está dependente de invenções inventadas por seres humanos. E tudo aquilo que é artificial tende a ser também "ecologicamente incorreto".
Quantas milhões de camisinhas e de lubrificantes que já não foram fabricados e jogados fora pra emporcalhar o solo deste planeta?? E quantos outros milhões, bilhões, ainda não serão produzidos justamente pra este fim??
Tem como piorar??
Tem sim.
Muitos lubrificantes são testados em animais não-humanos antes de serem comercializados.
Sim, o ânus é uma zona erógena mas não é um órgão sexual. Ok, a boca também não é, mas os riscos do sexo oral são sem dúvidas muito mais baixos do que o sexo anal.
Ok, o grau de vulnerabilidade anal via penetração constante parece variar muito, e depende de outras variáveis, por exemplo o tamanho do pênis (ou no plural) que tem penetrado no dito cujo, cuidados pré-sexo para evitar ardência e machucados. No entanto, não são apenas esses fatores que fazem do sexo anal uma das maiores fraquezas dos homossexuais. E mesmo assim, os riscos ainda serão grandes de qualquer maneira. Eu já me perguntei aqui no blogue se o mesmo não seria problemático desde que feito apenas com um parceiro fixo. E falarei no próximo texto, ou melhor, pensamento.
E a intensa promiscuidade do meio ainda piora a situação, porque a partir do momento em que os homossexuais se viciam muito mais no sexo do que no sexo advindo do amor, que tende a se dar em relações mais monogamicamente saudáveis, então, além de estarem poluindo o meio ambiente, se arriscando com a prática do sexo anal por já ser um fator de risco, ainda multiplicarão os seus próprios problemas com base na promiscuidade desenfreada. E por que*
Porque a maioria dos homossexuais não constroem relações afetivas duradouras e porque não existe uma rede, uma verdadeira comunidade que se dedique a solucionar as pendengas amorosas dos seus ''participantes'' ou comunitários. Está tudo a deus-dará, o resultado não poderia ser outro.
Eu acredito que, como não existe uma comunidade LGBT, de fato, mas uma população dentro de um ciclo social/cultura que por sua vez se encontra em estado feral, selvagem, pré-lapidado, então temos todos esses problemas, que são solucionáveis, dinamitando a força e os argumentos a favor da homossexualidade. E com a engenharia genética começando a ''bater na porta'', então nos encontraremos em maus lençóis, não apenas pra justificar a continuação da prática, mas em como que sobreviverá quando os pais, possivelmente, passarem a escolher as características dos seus filhos.
Eu já expus, sob muitas perspectivas, as razões para sermos cautelosos com a engenharia genética. E tive um ''insight'', meio óbvio para solucionar este problema, a partir da emancipação da comunidade, isto é, de uma verdadeira comunidade homossexual, autoconsciente, organizada, coletivamente inteligente, que toma pra si o seu destino ao invés de esperar pelo bom senso de milhões de pais mundo afora.
Tem como parar de justificar, de encontrar desculpas ou EXCEÇÕES, para defender a homossexualidade, e começar de fato a construir uma comunidade realmente comunitária, que se ajuda, que busca de fato solucionar os seus problemas e que ainda por cima poderá dar contribuições à sociedade em que está, de uma maneira mais direta e identificável, sem parecer com um fardo parasitário, que apenas se beneficia e não contribui.
Tem como melhorar, mas para fazê-lo há de se apontar o dedo nas próprias feridas e começar a mexer os pauzinhos (alerta de piada sem graça!!)