Quando o rato é infectado pelo protozoário do toxoplasma gondii, ele passa a se sentir estranhamente atraído pelo seu maior predador, o gato, perseguindo-o até encontrar o bichano e se deixar à disposição para virar sua comida.
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sexta-feira, 29 de maio de 2026
Quem foi Pava LaPere??
terça-feira, 14 de janeiro de 2025
Mais um exemplo (de tantos) sobre como a "isquerda" identitário-burguesa se equivoca
Crime de racismo ou assassinato por motivação fútil, qual que vale mais??
O que é crime de racismo??
Xingar uma pessoa negra ou de "outra raça" é racismo?? Mesmo se o contexto mostra que essa ofensa foi uma resposta a uma outra ofensa?? Mas e se uma pessoa branca é ofendida por ser branca??
Uma ofensa qualquer não deve ser tratada como uma categoria específica ou, então, ser enquadrada como difamação, desde que a parte queixante tenha bons motivos. Assim, não deveria ter essa desigualdade de tratamento, já que não existe diferença entre uma ofensa grave e outra.
Mas e quando tem uma acusação de racismo como motivação para um assassinato, a suposta motivação (que muitas vezes não se confirma) deve ser tratada como um adicional?? Então, se uma pessoa que não é negra e especialmente se for branca (na hierarquia "antirracista", os brancos estão em último lugar) é assassinada por motivo fútil, o crime é menos grave??
Existe diferença de gravidade entre matar uma pessoa porque ela é negra ou por qualquer outro motivo que não justifique tal ato??
Pois essa é uma discussão completamente inútil, característica dessa isquerda com i...
sexta-feira, 26 de julho de 2024
Mais um exemplo de pseudo jornalismo e como seria se fosse um verdadeiro jornalismo/Another example of pseudo journalism and what it would be like if it were true journalism
"Mulheres negras são vítimas desproporcionais de estupro no Brasil"
segunda-feira, 24 de junho de 2024
O racismo também pode ser um conceito muito preciso/Racism can also be a very accurate concept
Diferente do que já comentei em outros textos. Até porque, pode ser a sua aplicação mais comum que o deixe a desejar em termos de precisão conceitual, se também pode ser definido como um tipo de preconceito irracional ou racionalmente injustificável, assim como outros tipos de preconceito. Então, se aplicado em contextos reais de maneira coerente a esse conceito, um bocado do que muitos afirmam serem exemplos claros de racismo, na verdade, não seriam. No entanto, ainda pode ser ambíguo ou confuso e deixar margens para interpretações parciais, já que, para muitas pessoas, o conceito de racionalidade pode ser mais subjetivo ou relativo do que o seu ideal que, aliás, se consiste no exato oposto, de ênfase na imparcialidade e na objetividade. Por exemplo, no próprio caso do racismo, de ser confundido com ideias aparentadas de liberdade de associação e preferência pessoal, se, a priori, não é irracionalmente injustificável ter seus próprios gostos ou preferências. Por isso que, o ideal seria de adotar e aplicar o conceito que eu estabeleci, de generalização não-factual e/ou exagerada por causalidade associativa entre grupo e comportamento, tal como de se afirmar que "negros são violentos" (todos?? A maioria??), porque, quanto ao resto, de gosto pessoal por aparência à preferência de convívio... Um conceito mais objetivo que minimiza bastante a margem para interpretações excessivamente subjetivas do que poderia ser considerado racismo. Pois mesmo uma afirmação que a maioria considera como racismo, tal como de se dizer que "negros parecem com macacos", por mais ofensiva e grosseira possa soar aos nossos ouvidos, ainda não se trata de uma ofensa racista, no sentido de generalização pejorativa ou negativa associada a um comportamento, por ser, a priori, uma opinião pessoal que, por sua vez, pode refletir uma preferência estética pessoal. Se não é diferente do que dizer que "brancos, judeus ou chineses são feios" ou "parecem com esse ou aquele animal" (inclusive, se "parecer com um outro animal" pode não ser exatamente ofensivo. É porque é de praxe humanos acharem ofensivo serem comparados com animais de outras espécies). Pois é, parece que, se construído com mais objetividade, conceitos como o racismo podem acabar bem diferentes de como têm sido determinados, decepcionantes especialmente para quem os queriam mais vagos ou ambíguos, mas, talvez, mais justos, com menor risco de se tornarem armas para totalitarismos, como tem acontecido...
Racism can also be a very accurate concept
Different from what I have already said in other texts. Because it may be its most common application that leaves it wanting in terms of conceptual precision, if it can also be defined as a type of irrational or rationally unjustifiable prejudice, as well as other types of prejudice. So, if applied in real contexts in a coherent way to this concept, a lot of what many claim to be clear examples of racism, in fact, would not be. However, it can still be ambiguous or confusing and leave room for partial interpretations, since, for many people, the concept of rationality can be more subjective or relative than its ideal, which, in fact, consists of the exact opposite, of emphasis impartiality and objectivity. For example, in the case of racism itself, of being confused with related ideas of freedom of association and personal preference, if, a priori, it is not irrationally unjustifiable to have your own tastes or preferences. Therefore, the ideal would be to adopt and apply the concept that I established, of non-factual and/or exaggerated generalization due to associative causality between group and behavior, such as stating that "blacks are violent" (all? majority??), because, for the rest, from personal taste in appearance to social preference... A more objective concept that greatly minimizes the scope for excessively subjective interpretations of what could be considered racism. Because even a statement that the majority considers to be racist, such as saying that "black people look like monkeys", however offensive and rude it may sound to our ears, is still not a racist offense, in the sense of a pejorative generalization associated with a behavior, as it is, a priori, a personal opinion which, in turn, may reflect a personal aesthetic preference. If it's no different than saying that "Whites, Jews or Chinese people are ugly" or "they look like this or that animal" (in fact, "looking like another animal" may not be exactly offensive. It's because it is customary for humans to find offensive to be compared with animals of other species). Well, it seems that, if constructed with more objectivity, concepts such as racism could end up very different from how they have been determined, disappointing especially for those who wanted them more vague or ambiguous, but, perhaps, more fair, with less risk of becoming weapons for totalitarianism, as has been happening...
terça-feira, 21 de maio de 2024
Limites do conceito de racismo, com um exemplo: o direito à livre associação/Limits of the concept of racism, with an example: the right to free association
É racismo não querer conviver ou limitar o convívio com indivíduos da raça y ou da etnia x??
quinta-feira, 4 de abril de 2024
O que a "esquerda" (para burguês lacrar) chama de "justiça"
(Um "déjà vu" sempre necessário)
segunda-feira, 8 de janeiro de 2024
O que o Brasil realmente precisa??
Federalização ampliada
quinta-feira, 14 de dezembro de 2023
Mais um punhadinho de heresias modernas
1. Para quem se diz "totalmente contra a eugenia", então, é a favor da disgenia??
terça-feira, 28 de novembro de 2023
Meus 3 crimes de pensamento sobre miscigenação racial
Sempre bom??
terça-feira, 25 de abril de 2023
Sobre a "Cleópatra da Netflix"
A Cleópatra, particularmente a mais famosa das Cleópatras, era grega, nascida no Egito. E retratá-la como uma mulher negra não tem nada a ver com justiça social. Pelo contrário, tem a ver com apropriação ou distorção étnica para fins político-propagandísticos e, assim, continuar alimentando o "dividir para conquistar", ou controlar, de continuar colocando mais lenha na fogueira da polarização ideológica.
domingo, 2 de abril de 2023
Falácias "anti racistas"
1. Brancos não podem sofrer racismo
Racismo é um tipo de tribalismo, um comportamento universal que indivíduos de qualquer grupo racial podem praticar ou sofrer. Pois mesmo que o racismo contra brancos tenha sido historicamente menos comum, ainda não dá para dizer que não exista ou que não seja possível. Esse tipo de racismo também não pode ser confundido com a heterofobia, um tipo de preconceito logicamente possível, mas praticamente inexistente.
Aliás, dizer que brancos não podem sofrer racismo... é racismo.
2. Todo branco é privilegiado por ser branco
O racismo estrutural existiu, integralmente, na época da escravidão, no Brasil e em outras regiões do mundo, e se irradiou por muitas décadas depois da abolição. Mas, hoje em dia, não dá para dizer que continua intacto, que não tem havido muitas melhorias em termos de combate ao racismo. Além disso, o racismo estrutural está intrinsecamente associado ao classismo, do contrário, não existiriam (muitos) brancos pobres e remediados, explorados ou oprimidos por "elites" inescrupulosas (a maioria)...
Quanto às relações de poder e privilégio, a raça nunca é o único parâmetro, se existem outras vias de identificação e tratamento, como a orientação sexual e a classe social, que também são muito importantes. Por isso que, não é nada incomum que um indivíduo branco possa ser menos privilegiado que os de outras raças. Aliás, por uma perspectiva individual, é muito fácil encontrar "não-brancos" que são muito mais privilegiados que brancos. Por exemplo, um branco LGBT e pobre ou classe média baixa versus um negro ou um oriental heterossexual e rico.
3. Ser contra ou ter uma opinião cautelosa sobre o multiculturalismo//imigração em massa é racismo
Na verdade, não é, e nem xenofobia, se nenhum país é ou deveria ser obrigado a abrir suas fronteiras para a imigração, ainda mais se for "em massa". Enquanto que a xenofobia e o racismo existem, ser mais interessado na própria cultura e/ou povo e querer preservá-los não é xenofobia, mas uma espécie de autoctonofilia. Essa é a diferença entre "odiar estrangeiros" e "preferir pelo próprio povo", ainda que pareça comum apresentar uma combinação dessas tendências ao invés de expressar apenas uma delas.
No caso da xenofobia, como é um termo ainda mais vago que racismo, então, é possível dizer que existem casos de "medo de estrangeiros" que são mais racionalmente justificáveis que outros.
4. Raças humanas não existem
Pode chamar de variações fenotípicas (que não se limitam aos aspectos físicos) ou populações, porque dá no mesmo. Não existiriam se não existisse qualquer diferença entre populações humanas. O simples fato de existirem pessoas negras, brancas e orientais, por exemplo, já é uma forte evidência...
5. Racismo é preconceito de cor
Racismo não é colorismo ou "biologismo", preconceito unicamente com base em aspectos físicos ou biológicos (tal como o albinismo... e a homofobia). Ainda que o colorismo seja uma parte importante do racismo, é muito comum que as pessoas discriminem racialmente com base em comportamento do que "apenas' por diferenças físicas.
6. Acreditar que as raças humanas apresentam diferenças médias e intrínsecas de comportamento e inteligência é racismo
Racismo é generalizar um grupo racial, tanto no sentido negativo quanto no positivo. Também é racismo legítimo afirmar que a raça de um indivíduo é causal ao seu comportamento. Isso é atribuir causalidade à raça o que lhe é correlativo (uma correlação interseccional ou não-paralela). Isso é dar muita ênfase à raça (ismo).
Qualquer forma de preconceito irracional (porque também tem aquele que é mais racional) é um exagero, uma injustiça e, portanto, uma mentira.
Verdades ideologicamente inconvenientes, tais como as diferenças raciais em comportamento, cultura e capacidades cognitivas, não são racistas, porque não são mentirosas ou injustas, especialmente quando é enfatizado que se tratam de correlações e que, consequentemente, contribui para evitar generalizações.
7. Vítimas de racismo alegado têm sempre razão
Depende do contexto, porque tem casos complexos em que, por exemplo, o indivíduo que denunciou a injúria racial ofendeu antes...
8. Ser contra ou cauteloso à miscigenação racial é racismo e ser a favor é legitimamente anti racista
Pois um mestiço ser a favor da miscigenação e contra a endogamia racial ou étnica não é muito diferente de um heterossexual homofóbico ou de um homem misógino.
Uma pessoa querer que pessoas brancas de origem europeia e negras de origem africana não se misturem, por preferir que preservem suas respectivas diversidades, mas compreender que sempre existirão cônjuges interraciais e mestiços é, por acaso, racismo??
9. Pobreza e conflitos armados na África são resultantes do colonialismo europeu
Não apenas na África, mas em praticamente todas as regiões em que existe uma população negra de origem subsaariana, aleatoriamente selecionada e predominante, assim como em relação à qualquer outro grupo não-branco.
Só que não, porque, geralmente, a culpa de boa parte do que acontece em qualquer lugar é dos que vivem lá...
10. Os brancos são culpados pela escravidão africana
Todos?? De todas as idades??
Mesmo que a maioria dos seus ancestrais tivessem participado ativamente no tráfico de escravos negros e no sistema escravagista, não é moralmente correto culpar o filho pelos crimes do pai. Mas nem isso, porque os maiores responsáveis pela escravidão africana também foram os um dos que mais se beneficiaram dela: as "elites" monárquicas.
Ainda é possível atribuir culpa histórica, mas nunca individualmente. Na verdade, nem coletivamente, se durante os quatro séculos de escravidão africana nas Américas, a maioria dos europeus também era explorada e oprimida por suas "elites".
quarta-feira, 1 de março de 2023
Sobre uma das principais diferenças entre homofobia e racismo
Enquanto indivíduos de minorias sexuais tendem a ser discriminados sem ter uma razão realmente justa ou apenas por causa de suas sexualidades, indivíduos, em especial os de raça negra, são desproporcionalmente mais propensos a serem os autores do que apenas as vítimas de discriminação, inclusive por homofobia.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023
Sobre racismo e outras palavras ou termos abstratos
Antes de tudo, é preciso entender que o racismo, assim como qualquer outra palavra de natureza abstrata, também consiste em uma invenção da imaginação humana¹ e, por isso, pode ser determinada de maneira moralmente positiva, neutra ou negativa. Por exemplo, eu posso definir racismo como o estudo das raças, ao invés de endossar o conceito vigente sobre essa palavra, de ser um pensamento ou comportamento especificamente ignorante à questão racial. Mas é exatamente por causa do seu grande potencial de diversidade de definição, por sua natureza primariamente opaca ou vaga, que deve-se buscar pela definição mais objetiva, coerente e universal possível (que eu tentei contribuir, racismo como uma generalização por atribuição de causalidade às correlações existentes entre raça e comportamento, aqui, excluindo preferência estética*, menos quando é expressada a partir de ofensas e sem justa causa ou sem ser por autodefesa. De qualquer maneira, em um sentido mais primitivo, racismo pode ser entendido como uma ênfase excessiva na raça que, inclusive, teria como desdobramento mais direto justamente a generalização por causalidade entre raça ou etnia e comportamentos), até para que seja aplicada com clareza e justiça (em contraste ao que tem acontecido, em que, graças à capacidade que, parece inata, das esquerdas de estarem sempre entrando em contradição e com frequência julgando com injustiça quando pensam que fazem o oposto).
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023
Sobre racismo e outras palavras ou termos abstratos
Antes de tudo, é preciso entender que o racismo, assim como qualquer outra palavra de natureza abstrata, consiste em uma invenção da imaginação humana e, por isso, pode ser determinada de maneira moralmente positiva, neutra ou negativa. Por exemplo, eu posso definir racismo como o estudo das raças, ao invés de endossar o conceito vigente sobre essa palavra, de ser um pensamento ou comportamento especificamente ignorante à questão racial. Mas é exatamente por causa do seu grande potencial de diversidade de definição, por sua natureza primariamente opaca ou vaga, que deve-se buscar pela definição mais objetiva, coerente e universal possível (que eu tentei contribuir, racismo como uma atribuição de generalização por causalidade às correlações existentes entre raça e comportamento, aqui, excluindo preferência estética*, menos quando é expressada a partir de ofensas e sem justa causa ou sem ser como autodefesa. De qualquer maneira, em um sentido mais primitivo, racismo pode ser entendido como uma ênfase excessiva na raça que, inclusive, teria como desdobramento mais direto justamente a atribuição de generalização por causalidade entre raça ou etnia e comportamentos), até para que seja aplicada com clareza e justiça (em contraste ao que tem acontecido, em que, graças à capacidade que, parece inata, das esquerdas de estarem sempre entrando em contradição e com frequência julgando com injustiça quando pensam que fazem o oposto).
segunda-feira, 30 de janeiro de 2023
''Como as pessoas podem se educar e se engajar para combater o racismo?''
Se o conceito de racismo fosse aplicado de maneira correta, a grande maioria o combateria. Mas se tratando dessa "esquerda" que adora Paris…
Disse bem, as pessoas precisariam se EDUCAR, que não é o mesmo que se DOUTRINAR, sobre racismo. Primeiramente, se educariam sobre o conceito de racismo: qualquer generalização de causalidade que é determinada para um grupo racial ou étnico. Por exemplo, de afirmar que "todo italiano é mafioso" ou uma variação mais implícita "O povo italiano é mafioso" (todo italiano está subentendido).
Eu até poderia mostrar que também existe o "racismo positivo", que pode não ser tão problemático quanto o "negativo", mas ainda se expressa como tal, por exemplo, de afirmar que "todo italiano é simpático".
Segundo, entenderiam que, observar ou perceber relações correlativas, geralmente um tipo de correlação mais interseccional do que apenas paralela, entre raça ou etnia e comportamentos, e que ainda pode ter uma causa mais intrínseca ou evolutiva do que apenas ser um produto do meio, não é racismo e, independente se isso ferir o politicamente correto vigente, de esquerda, isto é, de ser considerado uma "verdade inconveniente", tal como por exemplo, de se perceber que " existe uma desproporção de homens negros e pardos em penitenciárias em relação à sua população total" ou também de que "há uma desproporção de descendentes de orientais nas universidades públicas em relação à sua população total". Em ambos, não há qualquer afirmação de causalidade entre fenótipo racial e tendências comportamentais "pele escura causa comportamento violento", que se configuraria de maneira legítima como racismo.
Terceiro, se as pessoas se educarem que qualquer grupo racial pode sofrer ou praticar racismo se se consiste em um comportamento universal, um tipo de tribalismo. Isso significa que, brancos podem sofrer racismo e negros podem praticá-lo, por exemplo e, ao contrário do que prega a doutrinação de esquerda sobre racismo.
Quarto, deveriam aprender a diferenciar gosto ou preferência pessoal de racismo, porque definitivamente não é todo mundo que não tem preferência racial, por exemplo, para a "escolha' de parceiro ou parceira.
Quinto, aceitar que, por mais horrendas as ofensas racistas possam ser ou parecer , ainda é preciso que os contextos específicos em que acontecem sejam analisados antes de se fazer julgamentos, porque não é sempre que o ofendido tem razão.
Sexto, que muito dos conflitos raciais ou étnicos acontecem mais por razões culturais ou comportamentais: diferenças médias de personalidade ou crenças, e de gênero, se a maioria desses conflitos bem como de qualquer outro tem uma desproporção de homens heterossexuais como protagonistas.
Acho até que, além daqueles indivíduos que estão mais propensos a cultivar crenças classicamente racistas em que há um evidente estabelecimento de uma generalização de causalidade entre fenótipo étnico-racial e tendências comportamentais, muitos dos que se declaram como "'anti-racistas" também deveriam se educar ou melhor, se desdoutrinar primeiro para então aprender sobre esse tema, já que graças à doutrinação que adotaram, tendem a distorcer seu reconhecimento e aplicação mais justos, por exemplo, de considerarem o racismo contra brancos impossível e que negros só podem ser racistas se forem consigo mesmos, porque enquadram todo branco como membro de um grupo historicamente opressor e todo negro como membro de um grupo historicamente oprimido… uma espécie de falácia em que a baixa incidência de um em relação ao outro é imediatamente considerado como inexistente, e também pelo equívoco de determinar categorias fixas e mono-identitárias dentro da dinâmica das relações humanas ao invés de apenas perceberem a sua realidade, em que um indivíduo humano não é apenas a sua raça e que, a priori, ele não pode ser culpado por crimes cometidos por outros, no tempo presente ou em outras épocas, apenas porque compartilham uma mesma identidade ou alguma vaga macro ancestralidade, tal como o filho de um criminoso não pode ser culpado pelos crimes do seu pai, apenas se ele mesmo cometer crimes objetivamente definidos.