... nega o seu potencial de emancipação.
Imagine que você é um cantor de fama local. Então em uma não tão bela noite você desafina feio porque decidiu interpretar algumas músicas do Ney Matogrosso, que exige o uso de falsete. Só que aí alguns dos seus amigos mais próximos, com pena de você, decidem enganá-lo, o elogiando. Apesar das críticas, você se convence que apenas os seus amigos que realmente apreciam o seu talento e continua, teimosa e inocentemente, a desafinar para a plateia. Os seus amigos mais próximos, por compaixão, decidiram mentir pra você.
Mas em realidade eles teriam sido mais eficientes e conclusivamente corretos se não tivessem mentido sobre a sua tentativa fracassada de cantar em falsete.
Agora aplique esse cenário ao mundo (((politicamente correto))) de atualmente. É o direito de "negro's'", "gays", não importa o grupo, saber o máximo possível sobre si próprios [em relação a essas identidades supra-enfatizadas], ao menos ou principiando por uma perspectiva coletiva, e negar-lhes esse direito, mesmo se fosse originalmente bem intencionado, se consiste em um verdadeiro crime moral, pois sem a consciência dos próprios defeitos ou vulnerabilidades, não há como evoluir.
Minha lista de blogs
Mostrando postagens com marcador emancipação social. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador emancipação social. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Sexo anal: Um problema pra "comunidade" lgbt. E ainda é ecologicamente incorreto
Fonte: o pensador da aldeia blogspot
Publiquei um texto criticando ácida e merecidamente o "filósofo" brasileiro Olavo de Carvalho (ou Chomsky de Ogun, pois se assemelha fisicamente ao ''pensador'' ''americano'' e porque está sempre de branco) , por concluir que a homossexualidade ou, provavelmente, como ele prefere dizer, homossexualismo, nada mais seria do que a libertinagem em busca de sexo, sem o amor envolvido. Por dentro eu sabia que ele não estava totalmente errado mas é sempre ruim quando um homo-aversivo languidamente declarado cospe nas nossas caras algumas verdades subjetivamente inconvenientes, porém remediáveis a solucionáveis, que muitos de nós simplesmente nega.
De fato para a maioria dos homossexuais os direitos da classe nada mais são do que a liberdade de se fazer (muito) sexo com pessoas... do mesmo sexo.
De fato para a maioria dos homossexuais os direitos da classe nada mais são do que a liberdade de se fazer (muito) sexo com pessoas... do mesmo sexo.
Alguém tem haver com isso a não ser os próprios homos??
Não.
Não.
No entanto o problema é que não bastasse a maioria ''de nós'' não ser mutuamente solidária, quando possível, ainda temos problemas vinculados tanto à promiscuidade quanto ao tipo de sexo preferencial, isto é, o anal, ainda que suspeite que muitos homossexuais não gostem de pratica-lo, muito mais do que o atual estereótipo da classe tem pintado.
O sexo anal, sem camisinha, é uma prática não recomendada. Os riscos à saúde são grandes. No entanto tais riscos se reduzem consideravelmente em relação a quase todo resto das práticas homossexuais. Percebam que o sexo anal tanto pra casais homos e heterossexuais é um ato artificial, que está dependente de invenções inventadas por seres humanos. E tudo aquilo que é artificial tende a ser também "ecologicamente incorreto".
Quantas milhões de camisinhas e de lubrificantes que já não foram fabricados e jogados fora pra emporcalhar o solo deste planeta?? E quantos outros milhões, bilhões, ainda não serão produzidos justamente pra este fim??
Tem como piorar??
Tem sim.
Muitos lubrificantes são testados em animais não-humanos antes de serem comercializados.
Sim, o ânus é uma zona erógena mas não é um órgão sexual. Ok, a boca também não é, mas os riscos do sexo oral são sem dúvidas muito mais baixos do que o sexo anal.
Ok, o grau de vulnerabilidade anal via penetração constante parece variar muito, e depende de outras variáveis, por exemplo o tamanho do pênis (ou no plural) que tem penetrado no dito cujo, cuidados pré-sexo para evitar ardência e machucados. No entanto, não são apenas esses fatores que fazem do sexo anal uma das maiores fraquezas dos homossexuais. E mesmo assim, os riscos ainda serão grandes de qualquer maneira. Eu já me perguntei aqui no blogue se o mesmo não seria problemático desde que feito apenas com um parceiro fixo. E falarei no próximo texto, ou melhor, pensamento.
E a intensa promiscuidade do meio ainda piora a situação, porque a partir do momento em que os homossexuais se viciam muito mais no sexo do que no sexo advindo do amor, que tende a se dar em relações mais monogamicamente saudáveis, então, além de estarem poluindo o meio ambiente, se arriscando com a prática do sexo anal por já ser um fator de risco, ainda multiplicarão os seus próprios problemas com base na promiscuidade desenfreada. E por que*
Porque a maioria dos homossexuais não constroem relações afetivas duradouras e porque não existe uma rede, uma verdadeira comunidade que se dedique a solucionar as pendengas amorosas dos seus ''participantes'' ou comunitários. Está tudo a deus-dará, o resultado não poderia ser outro.
Eu acredito que, como não existe uma comunidade LGBT, de fato, mas uma população dentro de um ciclo social/cultura que por sua vez se encontra em estado feral, selvagem, pré-lapidado, então temos todos esses problemas, que são solucionáveis, dinamitando a força e os argumentos a favor da homossexualidade. E com a engenharia genética começando a ''bater na porta'', então nos encontraremos em maus lençóis, não apenas pra justificar a continuação da prática, mas em como que sobreviverá quando os pais, possivelmente, passarem a escolher as características dos seus filhos.
Eu já expus, sob muitas perspectivas, as razões para sermos cautelosos com a engenharia genética. E tive um ''insight'', meio óbvio para solucionar este problema, a partir da emancipação da comunidade, isto é, de uma verdadeira comunidade homossexual, autoconsciente, organizada, coletivamente inteligente, que toma pra si o seu destino ao invés de esperar pelo bom senso de milhões de pais mundo afora.
Tem como parar de justificar, de encontrar desculpas ou EXCEÇÕES, para defender a homossexualidade, e começar de fato a construir uma comunidade realmente comunitária, que se ajuda, que busca de fato solucionar os seus problemas e que ainda por cima poderá dar contribuições à sociedade em que está, de uma maneira mais direta e identificável, sem parecer com um fardo parasitário, que apenas se beneficia e não contribui.
Tem como melhorar, mas para fazê-lo há de se apontar o dedo nas próprias feridas e começar a mexer os pauzinhos (alerta de piada sem graça!!)
O sexo anal, sem camisinha, é uma prática não recomendada. Os riscos à saúde são grandes. No entanto tais riscos se reduzem consideravelmente em relação a quase todo resto das práticas homossexuais. Percebam que o sexo anal tanto pra casais homos e heterossexuais é um ato artificial, que está dependente de invenções inventadas por seres humanos. E tudo aquilo que é artificial tende a ser também "ecologicamente incorreto".
Quantas milhões de camisinhas e de lubrificantes que já não foram fabricados e jogados fora pra emporcalhar o solo deste planeta?? E quantos outros milhões, bilhões, ainda não serão produzidos justamente pra este fim??
Tem como piorar??
Tem sim.
Muitos lubrificantes são testados em animais não-humanos antes de serem comercializados.
Sim, o ânus é uma zona erógena mas não é um órgão sexual. Ok, a boca também não é, mas os riscos do sexo oral são sem dúvidas muito mais baixos do que o sexo anal.
Ok, o grau de vulnerabilidade anal via penetração constante parece variar muito, e depende de outras variáveis, por exemplo o tamanho do pênis (ou no plural) que tem penetrado no dito cujo, cuidados pré-sexo para evitar ardência e machucados. No entanto, não são apenas esses fatores que fazem do sexo anal uma das maiores fraquezas dos homossexuais. E mesmo assim, os riscos ainda serão grandes de qualquer maneira. Eu já me perguntei aqui no blogue se o mesmo não seria problemático desde que feito apenas com um parceiro fixo. E falarei no próximo texto, ou melhor, pensamento.
E a intensa promiscuidade do meio ainda piora a situação, porque a partir do momento em que os homossexuais se viciam muito mais no sexo do que no sexo advindo do amor, que tende a se dar em relações mais monogamicamente saudáveis, então, além de estarem poluindo o meio ambiente, se arriscando com a prática do sexo anal por já ser um fator de risco, ainda multiplicarão os seus próprios problemas com base na promiscuidade desenfreada. E por que*
Porque a maioria dos homossexuais não constroem relações afetivas duradouras e porque não existe uma rede, uma verdadeira comunidade que se dedique a solucionar as pendengas amorosas dos seus ''participantes'' ou comunitários. Está tudo a deus-dará, o resultado não poderia ser outro.
Eu acredito que, como não existe uma comunidade LGBT, de fato, mas uma população dentro de um ciclo social/cultura que por sua vez se encontra em estado feral, selvagem, pré-lapidado, então temos todos esses problemas, que são solucionáveis, dinamitando a força e os argumentos a favor da homossexualidade. E com a engenharia genética começando a ''bater na porta'', então nos encontraremos em maus lençóis, não apenas pra justificar a continuação da prática, mas em como que sobreviverá quando os pais, possivelmente, passarem a escolher as características dos seus filhos.
Eu já expus, sob muitas perspectivas, as razões para sermos cautelosos com a engenharia genética. E tive um ''insight'', meio óbvio para solucionar este problema, a partir da emancipação da comunidade, isto é, de uma verdadeira comunidade homossexual, autoconsciente, organizada, coletivamente inteligente, que toma pra si o seu destino ao invés de esperar pelo bom senso de milhões de pais mundo afora.
Tem como parar de justificar, de encontrar desculpas ou EXCEÇÕES, para defender a homossexualidade, e começar de fato a construir uma comunidade realmente comunitária, que se ajuda, que busca de fato solucionar os seus problemas e que ainda por cima poderá dar contribuições à sociedade em que está, de uma maneira mais direta e identificável, sem parecer com um fardo parasitário, que apenas se beneficia e não contribui.
Tem como melhorar, mas para fazê-lo há de se apontar o dedo nas próprias feridas e começar a mexer os pauzinhos (alerta de piada sem graça!!)
Marcadores:
bom senso,
ecologia,
emancipação social,
homossexualidade,
política,
saúde,
sexo anal
sábado, 10 de dezembro de 2016
[Novamente] introvertidos precisam parar de gravitar em torno dos extrovertidos ... a emancipação e união social dos introvertidos
Pare de babar pelos extrovertidos!!
Os introvertidos também precisam se unir, porque nunca vi classe tão desunida!!
Os introvertidos também precisam se unir, porque nunca vi classe tão desunida!!
Marcadores:
emancipação social,
extroversão,
introversão
Assinar:
Postagens (Atom)