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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Big Five e seleção k/r

Qual traço que é mais k e qual que é mais r?? 

Em ordem [estimada] de prevalência 

R = desenvolvimento rápido = comportamento rápido, mais dinâmico, social//sexual, tomada de riscos = mais instintivo 

Extroversão
Psicoticismo
Agradabilidade
Abertura para a experiência



Mais mistos

Abertura para a experiência
Agradabilidade


K = desenvolvimento lento = comportamento lento, mais deliberado, mais responsável, mais formal/menos sexual = instinto amalgamado

Conscienciosidade
Introversão
Estabilidade emocional
Neuroticismo 

domingo, 6 de agosto de 2017

Espécies mais mecanicistas seriam mais K-orientadas e espécies mais mentalistas seriam mais R-orientadas

Resultado de imagem para pássaro cuco

fonte: https://entendame.files.wordpress.com/2013/01/cuco-no-ninho-roubado.jpg

https://entendame.wordpress.com/2013/01/29/cuco/

O passarinho que precisa construir o seu ninho [atividade cognitiva/mecanicista] para cuidar dos seus filhotes versus aquela espécie safada que precisa compreender o comportamento dos pássaros de outras espécies para depositar os seus ovos [atividade psicológica/mentalista].

Mecanicista: mais responsável; mais detalhista; mais trabalhador
Mentalista: mais ''hedonista''; mais [socialmente] detalhista; mais manipulador.

domingo, 2 de julho de 2017

Tempo de desenvolvimento tende a influenciar no tipo de estratégia evolutiva

São as mães (e pais) "mais R" mais negligentes com a "criação'/cuidado dos seus filhos?? 

Ou, são elas mais (primário/circuito-curto) instintivas, mais propensas a vivenciar e a replicar um modo de vida mais rápido e portanto menos paciente/mais ansioso?? 

E o cuidado parental das espécies mais K não seria na verdade o resultado lógico de um modo de vida mais lento aplicado no lido com os filhos [quase que por osmose, ''se sou mais lento/cuidadoso com aquilo, também serei com isso'']?? 

Maior cuidado = maior atenção/capricho = maior lentidão = filhos que demoram mais tempo para se desenvolverem?

terça-feira, 27 de junho de 2017

Seleção K --- R aplicada em humanos não leva em consideração a ''auto'-domesticação

São os cachorros mais K ou R orientados* E os lobos* 

Desde que Phillipe Rushton introduziu as estratégias evolutivas/reprodutivas entre/para os seres humanos que a sua teoria tem se discutida com frequência e mesmo, pra variar, de maneira aflorada. Phillipe deduziu que entre as macro-raças humanas os leste asiáticos seriam os mais K-orientados e os negros africanos os mais R-orientados, em outras palavras, os primeiros seriam mais propensos a ter poucos filhos mas cuidar muito bem deles, provavelmente porque são de desenvolvimento ''extrínseco'' [ao corpo da mãe] lento enquanto que os segundos teriam a ''estratégia'' oposta, de ter muitos filhos, mas de não cuidar muito bem deles, provavelmente por serem de desenvolvimento ''extrínseco'' rápido ou precoce. A teoria, na primeira vez que a li, realmente foi subjetivamente impressionante, e também parece ter agraciado muitos outros por aí, especialmente dentro do espectro HBD e '''alt-right'''. No entanto uma série de pontos mistos, favoráveis e desfavoráveis à teoria, obviamente que começaram a ser pautadas, de maneira honesta/''científica' ou desonesta/''ideológica'. Independente das motivações ulteriores, é fato que a teoria não parece ser tão boa assim, provavelmente porque o autor não a detalhou, criando uma espécie de ''teoria geral absoluta'', forçosamente vulnerável à falhas. 

É fato que, especialmente hoje em dia, a maioria das populações eurasiáticas tem sido forçadas a adotar um padrão-K de reprodução, diga-se, extremo, e chegando ao ponto da sub-fertilidade. E que a África é o único continente que não passou pela maioria das fases da ''transição demográfica''. É fato que o tamanho dos órgãos sexuais tendem a variar entre as macro-raças humanas, não apenas em relação ao órgão sexual masculino e que os negros africanos parecem deter as maiores médias, diversamente seguidos pelos europeus caucasianos, e por último os leste asiáticos. É fato que a incidência de DSTS é muito maior entre os negros africanos e diáspora e muito menor entre os leste asiáticos e diáspora. No entanto uma série de pontos sem nó tem aparecido para tornar a teoria geral de Rushton mais complexa a ponto de ser parcial a predominantemente descreditada. Vou tentar expor alguns desses pontos que a meu ver são importantes. 

- K e R na natureza se referem a extremos reprodutivos

A maioria das espécies que tem sido alocadas para uma dessas estratégias evolutivas/reprodutivas parecem se consistir em extremos reprodutivos. E o ser humano parece bem mais ponderado, ao menos sem as interferências artificiais severas com as atuais. Então, é possível de se concluir que, se existe um espectro entre a estratégia K e a estratégia R, o ser humano [de todas as populações] em média se encontrará no miolo.

A estratégia R na natureza parece se manifestar em seus níveis mais altos por meio de ''ninhadas'', quando uma única gravidez já resulta em muitos descendentes.

- Os valores de fertilidade que foram usados para comprovar a teoria rushtoniana são atuais e expressam diferentes fases da ''transição demográfica''

Durante boa parte de sua história, a China tem apresentado elevados valores de fertilidade. Não sei se tão altos quantos os da África, mas ainda assim nada perto do nível abaixo da reposição mínima que exibe atualmente. Não apenas a China, é claro, mas todo continente asiático, do extremo oriente ao oriente médio. Seria interessante analisar os valores reprodutivos das populações humanas ANTES da ''modernidade'' e ao longo de suas histórias. Se os chineses, até então, tem tido uma média de 7 filhos mas ''os africanos'' tem tido uma média de 14 filhos, então ainda pode ser possível reviver parcialmente este ponto da teoria rushtoniana. Os valores atuais e em especial entre os eurasiáticos, são totalmente aberrantes e não podem ser levados em consideração.

- Se a estratégia K favorece o melhor [''alfa'' **] então a estratégia R irá favorecer o ''menos-melhor''.

Este é um dos pontos mais importantes [se é que podemos denominá-lo assim] porque de fato, se a estratégia K é sobre qualidade, então não faria sentido chamarmos muitos dos homens africanos de ''alfas'', como eu tenho feito, de acordo com a minha teoria da hiper-masculinidade para explicar as tendências anti-sociais de comportamento dessa população. No entanto eu acho que a estratégia K e R pode se modelar a diferentes ambientes, e ter diferentes resultados. O que importa a priore é o estilo estratégico em si. Os resultados serão dependentes do tipo de ambiente. Por exemplo, pode-se selecionar por guerreiros ou ''professores ''de alta qualidade'', claro que, em diferentes ambientes ou culturas. Portanto também temos o fator qualidade interferindo nessa situação. E aí que a ''auto'-domesticação humana aparece para, provavelmente, solucionar parte desse paradoxo, porque se é verdade que os leste asiáticos são mais K/qualidade-orientados, especialmente se for comprovado que cuidam melhor dos seus filhos, que eles demoram mais tempo para maturar e que tem menos filhos [especialmente de acordo com os valores reprodutivos de antes da ''transição demográfica''], então por que ao menos em termos de aparência, eles não estão entre os mais ''alfas'' [características sexuais mais desenvolvidas}* 

Oras, porque eles são os mais ''auto'-domesticados entre os seres humanos. A domesticação é um fator que não foi levado em conta por Rushton, pelo que parece, mas é essencial para explicar as diferenças de comportamento entre as populações humanas. É tal como compararmos as populações da sociedade distopicamente utópica de Admirável Mundo Novo com os ''selvagens''. 

A ''auto'-domesticação humana tem sido essencial para que sociedades complexas pudessem ser construídas, mantidas e ''melhoradas'. A domesticação caracteriza-se por uma ênfase seletiva pela docilidade que tende a se relacionar com mudanças no aspecto físico, mais juvenil, ainda que dependendo do nível de sofisticação da seleção, pode ser possível de se criar tipos que reúnam características físicas ''mais desejadas'', subjetivamente falando, com as características psicológicas de igual preferência. Muitos anos de civilização podem resultar em uma progressiva docilização da população. Tudo leva a crer que a seleção sexual, que parece ter sido e ser mais forte entre africanos mas especialmente entre os europeus, foi ''precocemente' substituída por outra ênfase seletiva, resultando no aumento ''geral' da inteligência, especialmente em seus aspectos mais cognitivos, e concomitante a uma redução em seus aspectos mais psicológicos, que parecem ser mais requeridos na seleção sexual. Portanto poder-se-ia dizer que, se existe uma espécie de ''transição evolutiva'', da sobrevivência/seleção natural, passando pela seleção sexual, e chegando à ''seleção antropomórfica'', então os negros africanos ''ainda' estão na seleção sexual, os europeus caucasianos a meio termo, e os leste asiáticos na seleção antropomórfica, com ênfase por características psicológicas minimalistas e pragmaticamente cognitivas. 

Quando se atinge ao nível da ''seleção antropomórfica'', força física ou beleza são substituídos pela inteligência. 

Seleção natural = o ambiente natural ''te seleciona''
Seleção sexual = você seleciona as características sexualmente desejáveis
Seleção antropomórfica [tipo 1*] = ambiente artificial humano ''te seleciona''

Asiáticos são mais misto K-R-orientados por causa de uma maior densidade demográfica*

Baseado nesta confusão acima, eu concluí que os [leste] asiáticos são mais misto K-R orientados, porque um ambiente densamente povoado tende a diminuir ou a minimizar o cuidado parental ou a selecionar por tipos mais pragmáticos, e ao mesmo tempo selecionar por uma espécie de ''qualidade minimizada''.

Europeus são mais K-orientados e os africanos são mais R-orientados, discretamente falando.

Os europeus também seria mais K-R orientados, aliás, todas as populações humanas, e bem mais orientadas para a estratégia-K, já que ''ninhadas humanas'' em cada gravidez parecem ser extremamente raras.

No entanto por se localizarem justamente entre uma possível fase intermediária entre a seleção sexual e a seleção antropomórfica então os europeus parecem ser mais propensos a selecionar por uma maior diversidade qualitativa. 

Possível evidência de caminho evolutivo para duas das três principais macro-raças humanas: a incidência de gêmeos e gravidez múltiplas

A incidência de gravidez múltipla ou de gêmeos parece ser bem maior entre os africanos [e diáspora] do que entre europeus e especialmente em relação aos leste asiáticos [e pelo que parece, em relação ao tronco mongoloide].. ainda que no final o ser humano seja em média, independente da procedência genético-geográfica, mais K-orientado, de qualquer maneira. No entanto este fato parece indicar que, já em termos biológicos, e em relação essa perspectiva ou dimensão, os negros africanos tem ''puxado'' mais para a estratégia-R e os leste asiáticos mais para a estratégia-K, ainda que por causa da densidade demográfica historicamente grande + maior ''auto'-domesticação eles também tenham, pelo que parece, caminhado para um modelo mais minimalista de estratégia-K, emulando em alguns aspectos o modelo típico da estratégia-R, que parece se consistir em uma tendência de redução da ''qualidade' em prol da quantidade. 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Você é mais R, misto ou K orientado?

E a não-série: teimando em dizer obviedades:: por que os mais K orientados são indefectivelmente superiores aos R orientados ao menos em uma perspectiva humana??

Zequinha casou cedo, teve filhos, divorciou cedo e hoje trabalha em um emprego mal remunerado para sustentar a sua família numerosa. Zequinha é possível que soubesse de todos os riscos que uma gravidez indesejada e/ou precoce pode oferecer mas não se preocupou em se precaver. Sua mente adolescente "racionalizou" e por causa de uma mistura de ignorância e pensamento positivo (isso nunca vai acontecer comigo) acabou cedo em vida condenando-se à uma insegurança sócio-econômica. Ah, mas não se preocupe porque Zequinha é tão avoado que a sua situação não parece deixá-lo insone. Deixe a vida me levar, dizem Zequinhas e poetas.

Adamastor sempre foi um estudante regular. Ainda que não tivesse as melhores notas sempre se preocupava em estudar para as provas e prestar atenção na aula. Começou a trabalhar antes dos vinte e a namorar quase na mesma época em que conseguiu o seu primeiro emprego como garçom.  Sempre usou preservativos para evitar gravidez indesejada. Casou-se aos 25 anos. Com o dinheiro que tem acumulado deu pra comprar uma casa na periferia, mais no asfalto do que no morro. Ele não é lá muito religioso mas acompanha a namorada no culto de domingo. Tem uma mentalidade típica de trabalhador, acha que bandido bom é bandido morto. Aos 27 decidiu ter o seu primeiro filho. Enquanto isso Zequinha já colecionara uma família robusta com 3. Adamastor se preocupa em dar um futuro melhor para o seu filho, porque se sacrifica, poupa aqui e ali, deixa de comprar pra ele pra guardar para o seu filho.

A mentalidade K é basicamente a mentalidade do cuidado, da criação, da ideia de que a criação molda as características e o desenvolvimento das pessoas ou dos filhos, ou ao menos que é absolutamente necessária.


A mentalidade R encontra-se no mesmíssimo espectro que a mentalidade K, só que é claramente mais desleixada, instintiva e desorganizada. Aqueles que são muito mentalidade R ou são mais propensos a serem de hedonistas ou de impulsivos, sem necessariamente serem de ''bon vivant''. Alguns ou muitos mentalidade R até pensam como o K, mas são menos propensos a ligarem os pontos e a perceberem que constituir família antes de construir o ninho onde ela vai viver, pode e geralmente terá consequências para o resto da vida, tornando-a mais difícil enquanto que poderia ser, de fato, mais fácil. Em compensação os mais R são ainda piores, obviamente, justamente por serem caracteristicamente/intensamente desleixados. 

O tipo misto

Já temos conhecimento por agora em relação aos R-orientados que apresentam uma sobreposição irregular da mentalidade K e que podem ser denominados de mistos com predomínio do tipo R. Mas e em relação àqueles que são decididamente misturados entre as duas mentalidades*

Presume-se uma série de duas possibilidades logicamente cabíveis: de resultar em desordens ou em vantagens que não são facilmente encontradas em ambas as mentalidades. 

As pessoas mais/a muito racionais penderão fortemente para a mentalidade K. Por outro lado eu acredito que a mescla de mentalidade K e R de maneira mais mutuamente simétrica é possível de se relacionar mais com maiores capacidades criativas, se as mesmas já tendem a apresentar uma natureza ''incondicionalmente' híbrida, isto é, reunindo dentro de si extremos do comportamento, então partindo desta lógica geral que parece relacionar e se não causar maior potencial criativo, conclui-se por agora que a mesma regra geral de ''hibridismo'' será mais comumente encontrado entre esse grupo. No caso da racionalidade, em seus níveis mais altos, também é possível encontrar maior plasticidade de resposta, do que no caso da ''racionalidade acima da média'' que tende a ter como resultado um maior auto-controle além de uma maior compreensão factual prática/pessoal em relação aos desafios do cotidiano e de como lidar com eles. 

Estimativas analfabetas

Traços R a partir do big five: extroversão, estabilidade emocional, psicoticismo, abertura para a experiência: estética / artística 

Traços K: introversão, neuroticismo, agradabilidade, abertura para a experiência / intelectual, e mais para convencionalidade


Percebe-se que os traços que eu especulei, que se relacionam mais com a mentalidade-R, são justamente aqueles que parecem indicar maior instintividade ou espontaneidade de comportamento, por exemplo, a extroversão. A estabilidade emocional [intrapessoal], por exemplo, também apareceria como um ''traço'' mais espontâneo do que deliberado, que se manifesta de maneira mais ativa ou constante do que reativa, em justaposição ao neuroticismo. O psicoticismo [instabilidade emocional interpessoal], que eu defini como uma versão ativa e mais impulsiva do neuroticismo, também se relacionaria aos traços de mentalidade-R, resultando na correlação: maior disposição para a criminalidade individual + maior desleixo em relação aos outros incluindo os próprios filhos.

Agradabilidade, neuroticismo e introversão, todos parecem ser mais ''elaborados'' e atrelados à maior autoconsciência assim como também a uma maior consciência em relação ao outro/empatia, ou ao menos de não serem ''de curto prazo''/''pavio curto'' ou resposta espontânea/ativa sem prévia e correta deliberação mais alongada.

sábado, 10 de junho de 2017

O behaviorismo é a transferência da mentalidade K reprodutiva/''criação'' para a psicologia enquanto que a mentalidade R se consistiria na ideia de "criação livre"/dando a entender que a genética/o instinto/precocidade é dominante

Isso explicaria porque tantas pessoas "mais inteligentes" acreditam muito mais no behaviorismo. Porque a maioria delas é de mentalidade K e portanto acreditam que a ''criação dos pais'' molda o comportamento, porque elas mesmas tendem a ''cuidar melhor' dos seus filhos.