O sábio é o oposto do liberto esquerdo em termos de controle psicológico/instinto cognitivo, sendo mais psicologicamente auto-controlado e mais cognitivamente instintivo resultando em seu maior autoconhecimento [por ser capaz de conter a intrusão psicológica em sua compreensão factual, com maior frequência]. O esquerdo tende a confundir o seu instinto psicológico com liberdade enquanto que o mesmo, o instinto, se consiste numa espécie de prisão/proteção tendencioso e/ou subserviente às características intrínsecas do ser/ou a expressão direta das mesmas em atrito adaptativo à realidade circundante.
Em relação ao conserva girondino, o sábio tende a ser o seu oposto em [falta de] sensibilidade emotiva/consciência estética. Em outras palavras, o sábio mais verdadeiro reúne em si a tendência de sensibilidade emotiva/consciência estética de muitos esquerdos jacobinos e ao mesmo tempo uma capacidade de controla-la e de redireciona-la, já que são as nossas emoções que julgam os padrões que estamos constantemente percebendo e interagindo nomeadamente os da espinha dorsal da macro-realidade.
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sexta-feira, 15 de setembro de 2017
quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Criativo contínuo: espectro e com intersecções entre a TDAH, as psicoses e o autismo [um ''pouquinho' de cada*]
Eu sou um quase-TDAH...
Eu estou a alguns poucos quilômetros de distância do espectro menos alargado da TDAH. Mais um pouco fervendo no útero de mamãe e teria nascido bem mais desatento e [mentalmente/e talvez fisicamente] hiperativo. Assim como a um típico TDAH, a minha imaginação é fértil e os meus impulsos instintivos fortes, predominantes, principalmente na parte cognitiva. Sou apenas motivação intrínseca nesse lado, de modo que, ''estudar'' algo do qual não gosto visando por exemplo uma prova de concurso público, se consiste em uma espécie de odisseia pra mim, quase que como tentar levantar uma pedra muito grande [como eu já comentei].
E eu também estou pertinho do espectro maior das psicoses...
Isso, portanto, significa que eu ainda não sou um ''esquizo-forme'': esquizo-típico, esquizo-afetivo ou esquizo-sei-lá-o-que-mais...
Sou mais paranoico que a média, mas creio eu que tenho uma maior proporção de razões racionais para sê-lo, e no fim, paranoias super-bizarras, eu, definitivamente, nunca tive. Por perceber mais padrões, por ser mais sensível a eles, também acredito que isso se consista em mais uma manifestação branda de minha condição como vizinho próximo da rua esquizo-mórfica. Sem falar de minha leve porém companheira ciclotímia.
Portanto se tivesse de capengar em mais um novo delírio pseudo-aproximativo estatístico eu me compararia com o cidadão comum pagador-de-impostos desta maneira
[Pertinho ou já dentro do espectro maior do autismo*
Especialmente em relação aos interesses 'obsessivos'' e pensamento mais literal*]
De 0 a 1
0 a 0,3 baixo [definitivamente não tenho/não sou]
0,4 médio baixo
0,5 médio [maior amplitude, ser ou não ser, eis a situação]
0,6 médio alto
0,7 a 0,8 [definitivamente eu sou/tenho]
TDAH [sintomas e ''sintomas''] = 0,6 [eu]
TDAH típico = 1,0
cidadão comum = 0,3
Esquizofrenia/ espectro psicótico = 0,5 [eu]
Esquizofrênico típico = 1,0
Esquizo-típico/afetivo = 0,7
cidadão comum [brasileiro médio] = 0,3
Transtorno ou personalidade bipolar = 0,5 [eu]
Bipolar típico = 1,0
Ciclotímico = 0,7
cidadão comum = 0,2/0,3
Autismo/espectro largo do autismo= 0,5 [eu]
Autista típico= 1,0
Asperger= 0,8/0,9
Autista de alto funcionamento= 0,9
cidadão comum = 0,2
Eu estou a alguns poucos quilômetros de distância do espectro menos alargado da TDAH. Mais um pouco fervendo no útero de mamãe e teria nascido bem mais desatento e [mentalmente/e talvez fisicamente] hiperativo. Assim como a um típico TDAH, a minha imaginação é fértil e os meus impulsos instintivos fortes, predominantes, principalmente na parte cognitiva. Sou apenas motivação intrínseca nesse lado, de modo que, ''estudar'' algo do qual não gosto visando por exemplo uma prova de concurso público, se consiste em uma espécie de odisseia pra mim, quase que como tentar levantar uma pedra muito grande [como eu já comentei].
E eu também estou pertinho do espectro maior das psicoses...
Isso, portanto, significa que eu ainda não sou um ''esquizo-forme'': esquizo-típico, esquizo-afetivo ou esquizo-sei-lá-o-que-mais...
Sou mais paranoico que a média, mas creio eu que tenho uma maior proporção de razões racionais para sê-lo, e no fim, paranoias super-bizarras, eu, definitivamente, nunca tive. Por perceber mais padrões, por ser mais sensível a eles, também acredito que isso se consista em mais uma manifestação branda de minha condição como vizinho próximo da rua esquizo-mórfica. Sem falar de minha leve porém companheira ciclotímia.
Portanto se tivesse de capengar em mais um novo delírio pseudo-aproximativo estatístico eu me compararia com o cidadão comum pagador-de-impostos desta maneira
[Pertinho ou já dentro do espectro maior do autismo*
Especialmente em relação aos interesses 'obsessivos'' e pensamento mais literal*]
De 0 a 1
0 a 0,3 baixo [definitivamente não tenho/não sou]
0,4 médio baixo
0,5 médio [maior amplitude, ser ou não ser, eis a situação]
0,6 médio alto
0,7 a 0,8 [definitivamente eu sou/tenho]
TDAH [sintomas e ''sintomas''] = 0,6 [eu]
TDAH típico = 1,0
cidadão comum = 0,3
Esquizofrenia/ espectro psicótico = 0,5 [eu]
Esquizofrênico típico = 1,0
Esquizo-típico/afetivo = 0,7
cidadão comum [brasileiro médio] = 0,3
Transtorno ou personalidade bipolar = 0,5 [eu]
Bipolar típico = 1,0
Ciclotímico = 0,7
cidadão comum = 0,2/0,3
Autismo/espectro largo do autismo= 0,5 [eu]
Autista típico= 1,0
Asperger= 0,8/0,9
Autista de alto funcionamento= 0,9
cidadão comum = 0,2
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psicoses,
tdah
terça-feira, 16 de maio de 2017
Pensador passivo (maior predomínio do instinto [psico-] cognitivo) pensador ativo (menor predomínio do instinto)

Aquilo que já falei muitas vezes mas visto por outro ângulo [ou não]...
Como eu já falei o ser humano é provido pelo instinto mais expansível/grande e complexo da natureza terrestre. Nascemos com parte de nossos instintos ou intrinsicabilidades e ao longo de nossas vidas vamos expandindo especialmente as [suas] partes que apresentam maior potencial, ''preenchendo-as'. O fato de determos os "maiores' instintos (com potencial de expansão) necessariamente não significa que sejamos totalmente "dominados por eles", pelo contrário, pois os temos em proporções mais baixas de dominância comportamental do que em relação aos outros seres vivos. Tal como no caso do testosterona total e ativo. O "instinto total" humano é grande mas o "instinto ativo" é menor do que o primeiro, dando margem para um maior aprendizado ou preenchimento de todas as bases ou áreas instintivas especialmente as que apresentam maior potencial expansivo.
No reino não humano de seres vivos quanto maior é a dominância do instinto ativo sobre o instinto total, maior é a dominância do instinto sobre o comportamento dando pouca margem ao aprendizado [de ''novas' 'tarefas'].
O pensador passivo: que ou aquele que, ao invés de ser intelectualmente curioso e desbravar o mundo por si mesmo, tende a ''esperar'' que o conhecimento ''vá/venha até ele''. O pensador passivo parece ser mais instintivo, no sentido de ser menos auto-consciente, de duvidar menos do próprio instinto, daquilo que faz e que internaliza, isto é, denotando maior teimosia.
O pensador ativo: que ou aquele que, ao invés de esperar que ''o conhecimento vá até ele'' ['conhecimento''], o persegue, isto é, que é mais intelectualmente curioso. Presume-se que, quem é mais ativo no hábito de pensar, também será mais propenso a questionar as próprias decisões, que se dão com base no instinto [primário ou herdado, ou acumulado/expandido], denotando maior plasticidade intelectual e portanto menor predomínio ou dominância do instinto sobre o comportamento.
Claro que, a maioria das pessoas acabarão caindo mais para o tipo ''pensador intermediário'', entre o pensador ativo e o pensador passivo.
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pensador passivo
terça-feira, 25 de abril de 2017
QI: tamanho do instinto cognitivo culturalizado
Definições de instinto cognitivo [intuição convergente] e psicológico [impulsividade/espontaneidade]:
Eu já comentei que o instinto não é apenas ou especialmente uma ''maior agressividade'', porque esta se correlacionaria com ele, especialmente por causa do vigor da seleção natural que tende a selecionar os seres vivos mais agressivos. O instinto na verdade se consistiria nos comportamentos inatos do ser vivo, que não foi apreendido, mas que é intuitivamente compreendido e espontaneamente usado [ ou o inverso, que também dá no mesmo, ;), espontaneamente compreendido e intuitivamente usado, ou é até melhor ).
O instinto, assim como muitos outros conceitos da psicologia, pode ser dividido em dois: o afetivo ou comportamental/psicológico e o cognitivo. O instinto afetivo se manifestaria com base no comportamento inatamente impulsivo ou espontâneo e o instinto cognitivo se manifestaria com base no ''comportamento cognitivo intuitivo'', por exemplo, a capacidade da aranha de tecer a sua teia. Se a aranha aprende a produzi-la via ''cultura'', eu realmente não sei, eu tenho quase certeza que não, que a aranha já nasce com essa habilidade. Outro exemplo é o voo dos pássaros, que parece ser menos instintivo que o tecer das teias pela aranha, porque os pássaros não nascem sabendo voar, mas já apresentam ''disposições'' intrínsecas, mentais e fisiológicas, muito fortes, que tornam este aprendizado possível, natural e esperado pra eles.
Da mesma maneira que o pássaro já nasce com as disposições fisiológicas e mentais aptas para o voo, só que precisa ser ensinado por seus pais para desenvolver essas habilidades, o mesmo acontece com o ser humano em relação a uma série de atividades psico-cognitivas, em especial a linguagem. E em ambos os casos, é papel do instinto e do seu tamanho fazê-lo. Como as bases instintivas humanas são superlativas, então nós podemos agregar mais ''conhecimentos'' ou melhor, ''técnicas'', além daquilo que já temos, desde ou a partir do nascimento. Então, podemos expandir os nossos instintos além dos valores que ''herdamos'. Entenderam bem, eu quis dizer ''expandir os nossos instintos''. E o fazemos principalmente com base na cultura, que nada mais é do que a externalização de nossas tendências, técnicas/cognitivas e comportamentais, especialmente as mais basais, em que, ao invés de nascermos sabendo todas elas, nós vamos, ao longo de nossos vagarosos desenvolvimentos, apreendendo-as, para mais ou para menos. Ainda há de se pensar o quão importante a cultura é para nos forjar, porque se fosse verdade mesmo que tivesse todo esse poder que behavioristas e similares tendem a ressaltar, então existiria uma homogeneidade muito mais significativa de ''normalização'' ou ''equalização'' dessas tendências, e o que na verdade nós temos é uma tendência para uma maior variedade de respostas de curto e longo prazo a essas interações. Em relação às nossas capacidades psico-cognitivas o principal divisor de águas é a sua verbalização ou culturalização. Devidamente impregnada por essa memorização semântica inicial, a segunda etapa é a de aprender a lê-la e a replicá-la em palavras e números. terceira etapa será a de manipulá-las, em folhas de papel, ou ''ao vivo'', com as outras pessoas, e mesmo, consigo mesmo.
Os testes cognitivos capturam, portanto, o tamanho médio de nossos instintivos cognitivos, já culturalizados.
O tamanho do instinto cognitivo/extensões instintivas mecanicistas ou cognitivas é o tamanho/valor quantitativo da inteligência genotípica, que também pode ser denominada de ''inteligência instintiva', que na espécie humana é mais expansível do que de qualquer outra espécie.
Eu já comentei que o instinto não é apenas ou especialmente uma ''maior agressividade'', porque esta se correlacionaria com ele, especialmente por causa do vigor da seleção natural que tende a selecionar os seres vivos mais agressivos. O instinto na verdade se consistiria nos comportamentos inatos do ser vivo, que não foi apreendido, mas que é intuitivamente compreendido e espontaneamente usado [ ou o inverso, que também dá no mesmo, ;), espontaneamente compreendido e intuitivamente usado, ou é até melhor ).
O instinto, assim como muitos outros conceitos da psicologia, pode ser dividido em dois: o afetivo ou comportamental/psicológico e o cognitivo. O instinto afetivo se manifestaria com base no comportamento inatamente impulsivo ou espontâneo e o instinto cognitivo se manifestaria com base no ''comportamento cognitivo intuitivo'', por exemplo, a capacidade da aranha de tecer a sua teia. Se a aranha aprende a produzi-la via ''cultura'', eu realmente não sei, eu tenho quase certeza que não, que a aranha já nasce com essa habilidade. Outro exemplo é o voo dos pássaros, que parece ser menos instintivo que o tecer das teias pela aranha, porque os pássaros não nascem sabendo voar, mas já apresentam ''disposições'' intrínsecas, mentais e fisiológicas, muito fortes, que tornam este aprendizado possível, natural e esperado pra eles.
Da mesma maneira que o pássaro já nasce com as disposições fisiológicas e mentais aptas para o voo, só que precisa ser ensinado por seus pais para desenvolver essas habilidades, o mesmo acontece com o ser humano em relação a uma série de atividades psico-cognitivas, em especial a linguagem. E em ambos os casos, é papel do instinto e do seu tamanho fazê-lo. Como as bases instintivas humanas são superlativas, então nós podemos agregar mais ''conhecimentos'' ou melhor, ''técnicas'', além daquilo que já temos, desde ou a partir do nascimento. Então, podemos expandir os nossos instintos além dos valores que ''herdamos'. Entenderam bem, eu quis dizer ''expandir os nossos instintos''. E o fazemos principalmente com base na cultura, que nada mais é do que a externalização de nossas tendências, técnicas/cognitivas e comportamentais, especialmente as mais basais, em que, ao invés de nascermos sabendo todas elas, nós vamos, ao longo de nossos vagarosos desenvolvimentos, apreendendo-as, para mais ou para menos. Ainda há de se pensar o quão importante a cultura é para nos forjar, porque se fosse verdade mesmo que tivesse todo esse poder que behavioristas e similares tendem a ressaltar, então existiria uma homogeneidade muito mais significativa de ''normalização'' ou ''equalização'' dessas tendências, e o que na verdade nós temos é uma tendência para uma maior variedade de respostas de curto e longo prazo a essas interações. Em relação às nossas capacidades psico-cognitivas o principal divisor de águas é a sua verbalização ou culturalização. Devidamente impregnada por essa memorização semântica inicial, a segunda etapa é a de aprender a lê-la e a replicá-la em palavras e números. terceira etapa será a de manipulá-las, em folhas de papel, ou ''ao vivo'', com as outras pessoas, e mesmo, consigo mesmo.
Os testes cognitivos capturam, portanto, o tamanho médio de nossos instintivos cognitivos, já culturalizados.
O tamanho do instinto cognitivo/extensões instintivas mecanicistas ou cognitivas é o tamanho/valor quantitativo da inteligência genotípica, que também pode ser denominada de ''inteligência instintiva', que na espécie humana é mais expansível do que de qualquer outra espécie.
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