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domingo, 7 de maio de 2017

''Conhecimento inútil'' e o utilitarismo benignamente holístico da sabedoria

Eu sei quais são as capitais de alguns países ''obscuros'' como a Eritreia e a Mauritânia e isso possivelmente pode ser categorizado como um ''conhecimento inútil'', porque ao menos até agora não tem me ajudado muito, apenas para impressionar algumas pessoas. Percebam que aquilo que denominamos de ''conhecimento inútil'' geralmente não tem qualquer grande ou decisiva relevância prática ou utilitária em nossas vidas. Se eu não soubesse a capital da Eritreia isso não me afetaria, não mudaria em quase nada, até mesmo porque tende a funcionar como uma recreação, pra mim e para os outros. 

Melhor que nada ... mas se eu não soubesse, também não faria falta.

Este tipo de ''conhecimento inútil'', que é geralmente mais ''isolado'', ''insulado'', pode até não ser tão inútil assim, mas apenas em situações extraordinárias, que não acontecem com frequência, isto é, no cotidiano, por exemplo, participar de um programa de ''conhecimentos gerais'' e essa pergunta cair em um momento decisivo.

No entanto, alguns tipos de conhecimentos polemicamente qualitativos podem ser decisivos de maneira negativa ou problemática na vida das pessoas, ainda que, paradoxalmente, por causa do predomínio da estupidez em nossas sociedades, também possam trazer muitas vantagens. Por exemplo, algumas teorias e pontos de vista estapafúrdios [geralmente] de tez esquerdista que são praticamente forçados goela abaixo para quem deseja construir uma carreira acadêmica, especialmente nas áreas das ciências humanas. Apesar de se consistirem em conhecimentos, predominantemente equivocados ou que se tornam errados a partir de seus desenvolvimentos teóricos, é possível galgar boas posições na sociedade, e alcançar um status quo ''de respeito'', a partir do momento em que se alia à motivação para prosseguir por esse caminho, por meio da repetição da narrativa imposta em trabalhos acadêmicos, estando ela factualmente correta ou não. Por outro lado, aquilo que é vantajoso hoje, especialmente no mundo aleatório e instável em que vivemos, pode se tornar desvantajoso amanhã, mesmo que não resplandeça de maneira explícita ou constante. Novamente o exemplo dos pseudo-conhecimentos que tem sido sumariamente pregados nas universidades, especialmente nos departamentos das ciências humanas. Enquanto que  a repetição da narrativa imposta, tendo consciência ou não de suas incongruências, pode te levar à uma boa situação sócio-econômica, por outro lado, também pode te fazer refém em situações de risco. Por exemplo, hipoteticamente falando, você, como um professor universitário de história, pode defender que a única ou a principal razão para a desproporção de pobreza e criminalidade entre as pessoas de raça negra seja o racismo [''branco'] e a segregação sócio-espacial. Então você luta para que, ao menos em seu ambiente de trabalho, todos possam frequentar, incluindo ''aqueles' que você define como ''totalmente injustiçados''. Então em um belo e ensolarado dia, você é assaltado justamente por um desses anjinhos. Percebe-se que esse pseudo-conhecimento [ou fatos incompletos], apesar de exibir as suas vantagens, em situações que, da teoria se vai para a prática, é muito provável que se deparará com uma assimetria entre aquilo que acredita ser e aquilo que é. São cada vez mais numerosos os exemplos de esquerdistas, mas também de qualquer tipo que se assemelhe em sua vulnerabilidade esquizotípica, que se defrontam com a realidade que teorizam como a verdade factual, e tendo como resultado o choque de realismo.

Portanto, saber a capital da Eritreia pode sim ser denominado como um conhecimento inútil, porque com ou sem ele, não me fará tanta falta. No entanto, pior do que ter um conhecimento inútil cristalizado na mente, é ter um sistema de pseudo-conhecimentos ou fatos incompletos e deturpados, direcionando as nossas mentes, em que, ao invés de nos proteger, é mais provável de nos tornar frágeis, especialmente quando não mais tivermos as proteções ''implícitas'' que nos isolam dos problemas que mal-compreendemos. Não parece haver exemplo melhor do que o professor universitário de ideologia esquerdista, encastelado na universidade e no condomínio onde mora, que não precisa lidar diariamente com os seus ''protegidos', e que na maioria das vezes não o faz.

A sabedoria é o utilitarismo benigno e holístico

Eu sou um grande crítico do utilitarismo, especialmente quando é pragmático, porque acima de qualquer outra verdade, na minha opinião enviesada em filosofia, reina a perspectiva existencial, que encapsula a todos, à todas as vidas e portanto nossos modos de vidas devem ser principiados pelo existencialismo e não pelo utilitarianismo ou utilitarismo, especialmente o de tez pragmática. Finalmente reorganizados a partir deste ordenamento hiper-lógico, o utilitarismo pode se tornar menos equivocado ou brutalmente eficiente, e é aí que a possibilidade de sabedoria aparece mais lúcida e nítida. Por seu caráter intensamente benigno e holístico, a sabedoria também é utilitária, se precisamos continuar a sustentar e a perpetuar a vida, de preferência, com base em seu melhoramento e em sua ''pegada'' no meio em que vive. Sem a sua faceta utilitária, a sabedoria orquestraria o definhamento demográfico de uma população humana, e é justamente o que está acontecendo no ocidente, em que apenas a faceta existencialista que tem sido culturalizada entre as pessoas, resultando no egoísmo existencial, de viver a vida como se não houvesse o amanhã, de celebrar cada momento, no hedonismo, e sim, de subjetivizar ou de relativizar, se não ''tudo'', quase tudo. Como resultado a estrutura que sustenta a perpetuidade biológica se esfacela, enquanto que ela é de extrema importância para a sua sustentação, por razões óbvias.

Portanto como conclusão, alguns tipos de conhecimentos inúteis na verdade não são apenas inúteis mas também extremamente nocivos, se não ao seu agente de expressão, a priore, também àqueles que estão sob a sua influência e mesmo em relação aos que não tem qualquer convívio direto com ele, o [particularmente] estúpido com poder. 

Quem quer ser um... profeta*

Resultado de imagem para quem quer ser um milionário

A maioria dos auto declarados filósofos e suas ''filosofias' na verdade se consistem em neoculturas esperando pra serem compradas por algumas pessoas e expandidas para muitas outras...

''Inteligência'' social não é o mesmo que ''inteligência'' emocional (novamente). A inteligência social é a adaptação/submissão subconsciente às exigências do ambiente

Você não precisa entender maravilhosamente as emoções alheias e de si mesmo para ser socialmente inteligente ( socialmente conformista e sutilmente oportunista)

Novamente...

Muitos dos mais emocionalmente inteligentes não são socialmente inteligentes por causa de seus elevados níveis de ''idealismo'' [e que muitas vezes pode, na verdade, se consistir ''apenas'' em uma compreensão factual moral/comportamental significativa], quase sempre um não -lugar nas sociedades humanas.


Na verdade, nós poderíamos até denominar os ''socialmente inteligentes'' de: ambientalmente inteligentes, especialmente se a espécie humana tece o seu ambiente com base no convívio e cooperação sociais. Em outras palavras, da mesma maneira que os seres vivos não-humanos se adaptam ao seu ambiente, o mesmo acontece com os socialmente inteligentes, isto é, eles podem ser fortemente análogos ao modo de adaptação universal: sujeição acrítica às demandas do ambiente.

Espero não me repetir mais em relação a isso.

Por que odeiam/odiamos os nerds [especificamente os CDF]??

O ódio ou desprezo aos nerds, em média, ou melhor, aos estudantes nota 10 [cdf], como eu já falei, tende a se consistir em uma ação irracional. No entanto...

...ninguém gosta de puxa sacos
O sistema está logo à sua frente, com ou sem um sorriso no rosto, com ou sem consciência de que representa a sua autoridade, que trata a todos nós de maneira desumana, fria, pragmática, incluindo os seus próprios agentes, incluindo os professores. Ela ou ele deseja lhe transferir, supostamente, todo o seu conhecimento que, no entanto, ainda precisa do auxílio de livros didáticos, porque poucos são capazes de decorar e aprender tudo aquilo que é passado durante os anos escolares. A rebelião contra o agente pode se fazer com indiferença, falta de entusiasmo ou com base em suas típicas características, expressando a raiva, o escárnio, a luta contra os mandos da autoridade. Outra possibilidade, e talvez a mais racional, ainda que improvável de ser sempre frutífera, é a de tentar negociar com os professores antes de partir para as táticas mais comuns. A escola ainda nos quer massificar mas somos indivíduos, idiossincráticos e individuais, e mesmo o mais bem comportado dos alunos ainda esboçará sinais de rebelião interna algumas vezes de modos surpreendentemente improváveis, por exemplo, acatando a todas as suas ordens para se ver livre de sua desumanidade técnica e burocrática. 

No entanto é evidente que, para se rebelar você precisa mostrar a sua rebelião. Não são todos aqueles que, de alguma maneira, mesmo a mais implícita, se rebelam à flagrante tentativa de desumanização ou coletivização técnica da juventude. E alguns dos alunos mais convergentemente inteligentes farão parte desta tropa de "colaboracionistas" do sistema. Eles gostam do ambiente escolar nomeadamente durante as aulas, apreendem e aprendem boa parte do que é passado, estão sempre preocupados em estudar bastante nas provas para que possam tirar as notas mais altas. Tal como o funcionário do mês, eles buscam fazer tudo aquilo que o sistema lhes propõe. Pode parecer e de fato é sempre bom para o professor, que em sua maioria apresenta as melhores intenções no seu ofício, quando os alunos bem comportados, obedientes e estudiosos predominam em sua sala de aula. Apesar de quase sempre torcermos para os professores eles são em partes responsáveis por suas situações, por serem, muitas vezes, como esses estudantes obedientes à autoridade. Eles só querem ajudar os seus alunos a se tornarem competitivos no mercado de trabalho, muito parecido com o sentimento comum dos pais em relação aos seus filhos. No entanto no interior desta situação a luta de classes, de tipos humanos (sociotipos), enfim, da vida humana, simplesmente define o que de fato acontece na escola. Poderia ser diferente, a escola poderia ser idealmente projetada e com intenções e práticas verdadeiramente boas e eficientes. No entanto esta ilusão cai por terra quando lhe adentramos de maneira mais profunda e vemos que mesmo os sorrisos mais sinceros dos seus subalternos contratados, na verdade esconde uma máquina de massificar, doutrinar, conformar humanos, que não estão lá para serem paparicados pelo pai estado, mas para serem preparados pelo não tão pai, à vida técnica ou laboral, e para um sistema que é corrupto, tolo e desigual desde a sua raiz. 

O nerd e em especial alguns dos seus tipos, não é apenas aquele que se conforma desde cedo aos mandos autoritários de um sistema corrupto porque também caminhará para competir, vencer e se posicionar confortável em sua posição social de prestígio econômico e social, quando não é ele quem se torna o dono dos meios de produção e de organização. 


O sistema o quer por causa de sua inteligência técnica, de trabalhador, que aprende fácil, de maneira convergente e que aplica esse conhecimento em sua área de trabalho. O sistema quer trabalhadores inteligentes e conformados como o nerd, e não quer bobos da corte como os bullies na escola, os valentões ou palhaços que fazem troça com os outros estudantes mas especialmente com aqueles que mais se destacam, de maneira positiva, polemicamente descritiva ou mesmo predominantemente negativa [ainda que acabe usando esses tipos, sem falar que no final do período escolar, a conformidade em busca de conforto mundano e egoísta predominará na maioria das mentes juvenis]. 


O sistema também não deseja milhões de observadores ou pensadores lamuriando pelas estrelas, tecendo versos do alto de suas afetações filosóficas, ou escrevendo textos como este, enfim, lhes olhando bem no fundo dos olhos. O sistema precisa de sua matéria prima ou de trabalhadores e os mais espertos deste grupo são essenciais para que possa se manter e se perpetuar. E claro que o sistema tende a se consistir em sua maioria de manipuladores.

Graças aos ''cdf's'' que temos a civilização, especialmente em seus aspectos mais técnicos, mas também graças a eles, em média ou em sua maioria, estando plenamente conscientes ou não, que temos sistemas sócio-econômicos culturalmente tolos, mentirosos, propositalmente construídos para reproduzir desigualdades sociais, conflitos e sofrimentos totalmente desnecessários, que eles ajudam a sustentar, e pior, a construir, porque a maioria dos manipuladores que infectam os centros de poder tem como maiores atributos psico-cognitivos e evolutivos as suas capacidades de manipulação maligna e subsequente parasitismo.

Portanto, sim, os alunos mais convergentemente inteligentes, bem comportados e obedientes aos professores [agentes do sistema] também são aqueles que mais contribuem, conscientes ou não, para o sistema monstruoso que civilizações & impérios viciosamente produzem, ao menos durante o período escolar, que por sua vez mais parece reproduzir um simulacro das sociedades em que vivemos. 

Enquanto que a maioria dos nerds são invariavelmente discriminados nesses ambientes e sem haver razões racionais que validem este tipo de comportamento reprovável, também existem justificativas plausíveis para o mesmo, ao menos em relação a certos tipos, por exemplo quando os outros alunos começam a vê-los como colaboradores de um sistema-monstro. Sim, existe a inveja dos demais por causa de sua maior inteligência [do tipo convergente e cristalizada], conflitos de divergências culturais e de comportamento [os estudantes mais convergentemente inteligentes tendem a ser mais comportamentalmente racionais/psicologicamente maduros do que os demais estudantes], de aspecto físico, mas por outro lado, também temos essa percepção por parte de muitos estudantes, que pra sermos sinceros, em sua maioria, só querem se divertir, especialmente quando estão na adolescência, e que veem nos mais estudiosos ou naqueles que tiram as maiores notas, como colaboradores deste sistema que os impedem de viver de maneira mais livre, de acordo com os seus desejos juvenis de momento. 

sábado, 6 de maio de 2017

Hoje a pureza morreu

E ontem 
E a quinze anos atrás
E a vinte
E a 200 anos atrás
E a 500
E a 2000
E a 5000 anos atrás

...
E continuará a morrer
Ou a ser morta
Pelos infortúnios da vida
Pela gula da morte
Pela luxúria da ignorância ou da estupidez
Pela pureza de quem só sabia sorrir
De ser feliz
Que se contentava com o pouquinho
E que o pouquinho, nas mãos da criança
Tornava um montão, na simplicidade
Na eterna mocidade
De quem esquecia, que a morte está em todo lugar
À espreita
À espera 
Do primeiro erro mortal
Da primeira conjugação de má sorte 
Do primeiro desencontro ou caos
A vida é rara, a existência é cheia de morte
A vida é um brilho fraco 
Um fósforo aceso lutando contra o frio
A vida é frágil, está sempre a um pavio
E a pureza é ainda mais vida, de cristal
A confundir-se que vive um sonho 
Hoje de manhã uma purezinha morreu
Os seus olhinhos se apagaram pra sempre 
Sua breve vidinha cessou
Sua felicidade, eterna, enquanto durou 
Seu pequeno rabinho não mais balançou
Seu amor infinito, não mais brilhou
Seu peludo corpinho, não mais pulou
Sua pequena janelinha, sempre ensolarada, se fechou
Numa manhã nublada, em meio ao asfalto, à brutalidade humana
À frieza do chão
Sua pequena alma, se foi
Pra onde não se sabe
Espera-se que, seu sonho, tenha se tornado verdade
Espera-se que, quando morrermos, Deus terá piedade, o que quer que seja,
Será justo, perdoando a todos, culpando a si mesmo, mais espinhos, mais pregos, que em cada desgraça, a sua pele arda
Hoje uma pureza morreu
Impurezas também se vão
Mas quando um solzinho se consome, os sentimentos corrompem, sem saber como sentir, se é a revolta ou a tristeza, se apontam os dedos, ou se oferece o colo, mais porquês, com ou sem respostas, respondemos as mais físicas, literais, deixamos em teorias e hipóteses, o que se não pode pensar, do outro lado, sem ser vida, e o que será,
Quem não tem fé prescrita, reza em lamentos,
Chora por dentro, 
E difícil ter luto, por quem não preencheu a memória, é mais forçado do que natural, mais perplexo, sem ação, do que em prantos,
Mais desconexo da perda, ainda assim, busca ser discreto, mesmo quando os sentimentos não são sinceros,

Força porque é o certo,
Não chora, não relembra, não pensa na vida, como se fosse parte de si,
Ainda que tenha sido,
Se toda a vida é irmã,
Se somos filhos de sua loucura,
De seus porquês, de seus instintos, de suas correntes,
Se estamos todos acorrentados, se não temos escolha,

Hoje uma purezinha morreu,
E a minha tristeza,
 tímida, forçosa, querida, desejada, mas fraca, matou parte de mim, e se foi com ela,
Em cada assombro, da própria fragilidade,
Sobre o irmão ou a irmã que se foi, 
Morremos um pouco, sem saber, mesmo sem querer,
Mesmo quando lutamos, mesmo quando rimos ou desprezamos,
Aceitamos ou tentamos nos enganar,
Quando a morte não é humana, 
Mas é morte, e foi vida,
Primos distantes, desta grande família,
Desta irmandade vital,
E nós, 
Como os primeiros a despertar,
Mais sentimos, por ressentirmos, por chorarmos não uma, mas duas, três, muitas vezes se for preciso, se vier pelo instinto, 
Hoje a pureza morreu,
E ontem,
e noutro país,
e noutra calçada,
e noutra jornada,
e noutra memória...

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Qual é o seu qi "cultural-evolutivo"????

A informação certa e a informação errada


A cultura, pra nós, não é apenas a música que escutamos ou a roupa que vestimos ou a ''comida' que comemos ou as crenças que temos, mas também como que a entendemos, em termos factuais e eu diria mais, em termos ideais. E quando eu falo em ''factuais'', eu também estou me referindo aos ''fatos morais''. 

E é por meio da compreensão factual, por sua constância e qualidade, que de fato se poderá alcançar um bom nível de entendimento de parte, porém muito importante [espinha dorsal], da [macro]-realidade. 

Portanto novamente:

Acredita em ''estórias divinas'' como a de Jesus, de Maomé ou Buda: - 10 pontos de inteligência;

pra começar...

Já devo ter falado sobre isso mas usando outras palavras, que bom que este texto ficou pequeno, upa lelê!! =)


Ainda que estivesse certo...

... o Lamarckismo não poderia explicar como que as características ''adquiridas'' seriam passadas, se para a maioria das espécies, a reprodução acontece logo depois do amadurecimento orgânico, isto é, equivalente à ''adolescência'' humana. Daria tempo o suficiente para que o ''esforço repetitivo'' se ''transformasse'' em ''mutação adquirida'' e pudesse ser passada aos filhos* 

Enfim, bobagens.