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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
Somos todos mágicos e o mais sábio é como o "Mister M"
A quilo que já falei: o sábio é um desmanipulador, manipula a manipulação ou ''racionalização'' alheia... ao bom senso.
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Continuando com a minha ideia de função e suporte qualitativo: inteligência

Fonte:http://whatculture.com/film/what-does-the-ending-of-vanilla-sky-really-mean
A maioria dos esquerdistas e das pessoas mais cognitivamente inteligentes, de uma maneira geral, são em média mais assimétricas em relação às suas inteligências, partindo de minha ideia de função (expressividade//quantitativa) e suporte qualitativo. Eles são, consideravelmente falando, denominados de mais inteligentes, justamente por apresentarem funcionamento (função) psico cognitivo, e centralmente o cognitivo, acima da média. No entanto em termos de funcionalidade (suporte qualitativo), serão fortemente propensos a deixarem a desejar. A função "inteligência" consiste em uma série bem diversa de comportamentos que a expressam enquanto que o suporte qualitativo é obviamente a qualidade do suporte ou cobertura para cada função expressada ou comportamento. O suporte qualitativo da inteligência, pode ser facilmente caracterizado pela auto-consciência, e também em relação a um de seus produtos mais importantes, diga-se, que são melhor expressados em combinação harmoniosa com a mesma, que é a compreensão factual ("heurística").
Pensamos, tendo uma função essencial que é o entendimento da realidade em que estamos, como meio de sobrevivência e possível replicação de nosso material biológico. A compreensão factual portanto, consiste na finalidade mais essencial da inteligência, independente da espécie ou ser vivo. As espécies não-humanas também precisam entender a realidade em que estão, para que possam se adaptar à elas, e continuarem com a sua replicação, do contrário perecerão. No entanto, a compreensão factual delas, que eu determinei, insossamente falando, que partiria de uma tal empatia procariota, acontece de modo agudamente direto, tendo os seus próprios corpos como vitrine ou "biblioteca" de seus conhecimentos vitais. Ao invés de simularem interações, via alcance sensorial//perceptivo, e disto buscando produzir uma coerência conclusivamente factual (em relação ao tamanho dos seus alcances perceptivos) sobre os seus funcionamentos, a maioria das formas de vida, especialmente as mais antigas, tende a fazê-lo de maneira direta, sem atravessadores perceptivos que possam isolar parcialmente o sujeito de uma interação ou contato imediato.
Como eu disse em um post recente a maioria dos mais cognitivamente inteligentes parecem caracterizar-se por uma elevada capacidade de auto-justificação, racionalização ou aquilo que achei mais apropriado denominar, irracionalização, em combinação com robusta expressividade ou nível quantitativo. No entanto no aspecto, diga-se, dos mais importantes, que é aquilo que chamo de suporte qualitativo, e que é melhor expressado por meio da compreensão factual, muitos deles deixam a desejar. Talvez até poderia denominar a nossa capacidade de "racionalização" como suporte parcial ou intermediário já que muito daquilo que buscamos justificar e tendo uma referência pessoal baseia-se em nossa própria capacidade de sobrevivência. No entanto novamente nos esbarraremos na dicotomia, falsa em um sentido essencial mas real ou forçada pelas circunstâncias, da idealidade e da realidade. Não é que o ideal seja uma mentira muito bem floreada. Mas é que na maioria das vezes o real não será o mesmo que o ideal. Tal como a maioria das formas de vida compreendem o mundo de modo muito mais auto-centrado ainda que objetivo, a maioria dos seres humanos buscam fazer o mesmo e com isso acabam renegando a idealidade ou sabedoria. Também é interessante perceber o papel inegavelmente altruísta da sabedoria já que, a partir do momento em que pensamos mais em nós mesmos de modo egoísta, inevitavelmente caminharemos para estabelecer rankings desiguais e potencialmente parciais ou incompletos, tanto em relação aos produtos de nossa empatia cognitiva, quanto da afetiva. A indignação moral hiper-seletiva dos esquerdistas, em média, mas também de muitos outros tribalistas, apenas nos mostra o quão incompleto e factualmente poroso o egoísmo, mesmo que involuntário, pode ser, já que passamos a julgar os elementos de interação//observação com base em nossos próprios princípios, sem se dar de modo universal ou objetivamente qualitativo. Pensamos naquilo que é melhor para nós mesmos, e não, a priore, naquilo que é melhor para todo mundo, e inevitavelmente a sabedoria, em sua supremacia, aparecerá como o único caminho possível.
Portanto, muitos altamente inteligentes especialmente em termos cognitivos mas também em termos psicológicos [quando se é mais esperto que ''cabeçudo''], apresentarão altos níveis de expressividade ou de valores quantitativos, incluindo ou mesmo, tendo como reverberação desse potencial em suas capacidades de irracionalização/racionalização. No entanto, no quesito ''suporte qualitativo'', que para a inteligência, INEVITAVELMENTE terá como ''princípio conclusivo'' de sua função essencial a compreensão factual, a maioria deles, pelo que parece, deixarão a desejar, já que usam as suas capacidades cognitivas de modos invariavelmente egoístas, conscientes ou nem tanto desta realidade.
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domingo, 19 de novembro de 2017
De novo o mais do mesmo de sempre, só que pretensamente reducionista e objeto: a maioria dos MAIS inteligentes são de hiper-''racionalizadores'' [irracionalizadores] e não de ''hiper-heuristicistas'' [excepcionais na compreensão factual]
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sábado, 12 de agosto de 2017
As semelhanças entre o tribalismo e a psicopatia e o porquê da propaganda (malignamente desenhada) contra o "racismo'...
... ser tão bem sucedida...
Como eu já comentei no texto anterior, o tribalismo é uma espécie de psicopatia coletiva, geralmente direcionada para outros grupos e o psicopata é uma espécie de ''tribalista individual''. Ambos são ''excepcionais'' e característicos para: cometer crimes contra outros grupos/indivíduos e para ''racionalizá-los''. Para ambos, os seus defeitos não existem porque, secretamente ou nem tanto, se consideram perfeitos. A fundamental diferença é que a psicopatia típica se dá a nível individual. Tudo aquilo que o psicopata faz de bom pra si mesmo e de ruim para os outros, invariavelmente falando, os tribalistas fazem ''para si'' e contra os outros, lembrando que o termo tribalista não se refere, unicamente ou mesmo, essencialmente falando, à nacionalidade, raça ou religião, mas ao nível máximo de similaridade fenotípica: comportamental e física. Isto é, quanto mais próximo você estiver do ''ideal de seu grupo'', maior será a empatia [interpessoal] do grupo em relação a você, e quanto mais distante, menor, até ao ponto da ''anti-empatia interpessoal'' ou empatia destrutiva, quando se enfatiza pelos defeitos do outro.
Como resultado ser tribalista ou hiper-tribalista/racista/coletiva-e-empaticamente destrutivo, não está tão longe assim de se ser [individualmente] hiper-tribalista/ individual-e-empaticamente destrutivo. Em partes ou predominantemente falando, uma das razões para o sucesso da propaganda [criada e imposta por psicopatas/hiper-tribalistas individuais E hiper-tribalistas típicos] do ''anti-racismo'' se dá justamente por causa dessa grande semelhança entre o tribalismo e a psicopatia, especialmente o hiper-tribalismo.
Como eu já comentei no texto anterior, o tribalismo é uma espécie de psicopatia coletiva, geralmente direcionada para outros grupos e o psicopata é uma espécie de ''tribalista individual''. Ambos são ''excepcionais'' e característicos para: cometer crimes contra outros grupos/indivíduos e para ''racionalizá-los''. Para ambos, os seus defeitos não existem porque, secretamente ou nem tanto, se consideram perfeitos. A fundamental diferença é que a psicopatia típica se dá a nível individual. Tudo aquilo que o psicopata faz de bom pra si mesmo e de ruim para os outros, invariavelmente falando, os tribalistas fazem ''para si'' e contra os outros, lembrando que o termo tribalista não se refere, unicamente ou mesmo, essencialmente falando, à nacionalidade, raça ou religião, mas ao nível máximo de similaridade fenotípica: comportamental e física. Isto é, quanto mais próximo você estiver do ''ideal de seu grupo'', maior será a empatia [interpessoal] do grupo em relação a você, e quanto mais distante, menor, até ao ponto da ''anti-empatia interpessoal'' ou empatia destrutiva, quando se enfatiza pelos defeitos do outro.
Como resultado ser tribalista ou hiper-tribalista/racista/coletiva-e-empaticamente destrutivo, não está tão longe assim de se ser [individualmente] hiper-tribalista/ individual-e-empaticamente destrutivo. Em partes ou predominantemente falando, uma das razões para o sucesso da propaganda [criada e imposta por psicopatas/hiper-tribalistas individuais E hiper-tribalistas típicos] do ''anti-racismo'' se dá justamente por causa dessa grande semelhança entre o tribalismo e a psicopatia, especialmente o hiper-tribalismo.
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quinta-feira, 20 de julho de 2017
Irracionalização versus racionalização
É muito comum culpar a racionalidade pelas desculpas que as pessoas inventam pra si próprias e/ou para as outras com o intuito de passar um verniz de razão nas mesmas, de se .... racionalizá-las.
Mas me perdoem, porque eu não concordo que manipular crenças equivocadas buscando dar-lhes um aspecto de racionalidade se consista em ''racionalizar''. Racionalizar, na minha nada-humilde opinião é basicamente aquilo que já está dizendo, o ato de prover a razão, e que só pode ser feito com base na razão, tendo-a como finalidade concreta ou factualmente correta.
Racionalizar: o ato de pensamento deliberadamente razoável ou intencionalmente equilibrado.
Não é apenas o ''raciocinar'', ou o ato de pensar de modo mais profundo, mas também de dar-lhe a razão/balança.
Não é apenas o ''raciocinar'', ou o ato de pensar de modo mais profundo, mas também de dar-lhe a razão/balança.
Justificar crenças equivocadas, aliás, toda CRENÇA já parece ser primordialmente equivocada, por não se basear em fatos mas em pré-fatos, não é racionalizar, mas irracionalizar, tentar tornar o equivocado em certo///racional.
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