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sábado, 26 de julho de 2025

Mais pimentinhas aleatórias

 "Tolerância zero com bandido"


Fala típica de um conservador 

Concordo!!

Mas... E quanto aos bandidos de terno e gravata e cheios de dinheiro?? 

Pode ser lamentável a morte precoce de uma "celebridade", mas também é lamentável que existam pessoas tão social e economicamente privilegiadas, ainda mais se são pessoas que tiveram a audácia de falar publicamente sobre supostos privilégios daqueles muito menos privilegiados que elas e do quão supostamente sofredoras elas foram enquanto vivas...

Mesmo que o preconceito por identidade ou natureza possa ser muito doloroso, não ter o que comer ou viver na insegurança financeira, é um sofrimento ainda mais visceral que dificulta a plenitude de viver. Além disso, uma pessoa rica que sofre discriminação negativa ainda pode compensar com os seus privilégios...

Sobre a problemática de se lamentar a morte de uma pessoa famosa é a de que, para a maioria se consiste em se lamentar pela perda de uma pessoa que não conheceu, que muitas vezes não legou contribuições sociais objetivamente boas e que também está associado a prestar condolências por uma questão de privilégio, deixando claro que certas vidas seriam supostamente mais dignas de comoção coletiva do que outras...

O politicamente correto da "esquerda" confunde compaixão com pena

O "esquerdista" adora justificar sua grande intolerância com opiniões diferentes com a regra de "não ser tolerante com o intolerante..." mas a intolerância é muito mais justificável se for com um tolo, justamente o que ele tende a ser...

Um traço inequívoco de estupidez é a incapacidade crônica de não generalizar grupos. Justamente o que identitários de "esquerda" (também os de "direita") mais fazem...

Imigração regulada e restrita está para beber com moderação e imigração em massa está para alcoolismo...

Muitos daqueles que mais acreditam e desejam pela aplicação da eugenia, geralmente de conservadores, se realmente compreendessem no que isso implicaria, especialmente se a eugenia tivesse como objetivo principal elevar a racionalidade humana, lutariam para manter a humanidade a mais estúpida possível...

Além dos "altruístas patológicos" e dos ignorantes sobre o tópico, entre os que se colocam como totalmente contrários à qualquer prática de eugenia, também existem os que têm um interesse pessoal nisso, tal como aqueles sujeitos que apresentam transtornos de personalidade antissocial... se costumam preferir por sociedades disfuncionais em que se disfarçam melhor e consideram como um ambiente perfeito para se adaptarem, também no sentido de serem bem sucedidos...

Estar em uma situação problemática, necessariamente não faz um indivíduo problemático. Se existem indivíduos problemáticos que estão em situações estáveis e tranquilas de vida...

Existe aquele que muitos consideram um "peso morto" primariamente por ser sustentado ou "carregado" pelos outros, ou que apresenta uma relação mais aparente de dependência unilateral. Mas também existe o "peso vivo", aquele que, mesmo que contribua financeiramente ou que não seja mais dependente em uma relação de convívio, também contribui negativamente, por outras vias e/ou não o suficiente...

"É importante respeitar o presidente, porque ele é uma autoridade"

Ou 

"é importante respeitar uma autoridade por ser uma autoridade"

Argumentos redundantes como esse nunca são suficientes para uma análise verdadeiramente filosófica...

É possível odiar grupos sem necessariamente generalizar todos os indivíduos que se associam aos mesmos

Apenas três vias para se desenvolver simpatia por grupos mais objetivamente problemáticos (com uma desproporção de indivíduos problemáticos): 

Auto identificação 
Distância 
Ou um idealismo fantasioso 

Algumas vezes, a melhor maneira de compreender as crenças das pessoas é
buscando saber quem elas são

Por que os gênios tendem à solidão?

Por dois fatores principais 

1. Porque, ao se tornarem obcecados pelos seus tópicos de maior interesse, tendem a se tornar pouco interessantes como figuras sociais

2. Porque essa obsessão intelectual tende a moldar suas maneiras de enxergarem e se relacionarem com o mundo, construindo uma perspectiva existencial única e de difícil acesso ou compreensão aos outros, enquanto que o ideal para a socialização é que a perspectiva existencial de um indivíduo seja a mais genérica possível, muito fácil de se relacionar e se alinhar

Todo ser vivo tem as suas próprias crenças, não apenas o humano. Crença, em seu sentido mais primitivo, como um eco de confirmação com base no que se sente, percebe e vive

Se criatividade é inteligência e racionalidade também é inteligência, a inteligência é o quê??

Tal como se, tudo é Deus, Deus é o quê?

Se "tudo" é mais uma apanhado abstrato do que um fato absoluto 

O problema não é necessariamente ler pouco, mas pensar e entender pouco. E, nesse sentido, são muitos aqueles que são leitores ávidos, mas também apresentam uma capacidade deficitária de compreensão filosófico-científica... Tal como aqueles indivíduos excessivamente enviesados a um lado no espectro político-ideológico que são mais ignorantes que conhecedores sobre uma série de tópicos, mesmo ou especialmente aqueles que aparentam ter se especializado 

O problema, a priori, não é as ciências humanas estarem 99% enviesadas ideologicamente à esquerda ou à direita, mas o fato de que as verdades correspondentes às mesmas não estarem...

O mesmo em relação às artes. Não importa se estão enviesadas à esquerda, ao centro ou à direita, mas o que isso significa (mal gosto, politização excessiva...)

As maiores diferenças entre indivíduos de alto (120 ou mais) e baixo QI (90 ou menos): capacidades de memorização e de racionalizar crenças pessoais, inclusive as mais irracionais 

A maior diferença entre os indivíduos mais racionais e os menos racionais: capacidade de compreender a realidade, que é o mais crítico à inteligência 

"Eu sou totalmente contra a discriminação e a segregação"

Dizem aqueles alecrins dourados que estão sempre discriminando e se segregando em espaços ideologicamente homogêneos de convívio mais íntimo... 

O fanatismo ideológico pode ser tão grave quanto um quadro não-tratado de esquizofrenia, porque o indivíduo submetido a essa condição, passa a vivenciar e a interpretar a realidade de maneira integralmente distorcida, sempre enviesada às suas crenças delirantes...

O autoconhecimento legítimo é um autoconhecimento científico, que também é filosófico, que significa conhecer sobre os próprios potenciais e, portanto, sobre os próprios limites 

Já um exemplo clássico de autoconhecimento ideológico, no pior sentido do termo, significa desconhecer sobre os próprios limites, acreditando que apresenta potenciais infinitos 

A maneira mais segura de se autoconhecer é começando a fazê-lo pelos próprios limites, para então conhecer os próprios potenciais, se estes são determinados pelos primeiros 

"Mudamos a todo momento"

O autoconhecimento requer a disciplina de um auto-olhar treinado para que não faça o tipo de dedução vaga ou imprecisa, como a de cima. 

Não, não mudamos a todo momento, literalmente. A maioria não muda de maneira significativa a longo prazo. E a minoria que apresenta mudanças mais notórias de comportamento, é muito provável que já apresentavam fatores subjacentes, de suas próprias naturezas, pois se existe uma primeira regra do comportamento, bem que poderia ser essa, de que, nenhuma tendência emerge ou se expressa sem que já exista uma predisposição, tal como não existe um meio sem ter existido um começo. E o começo dos nossos comportamentos está em nós mesmos, no que temos de traços mentais mais inatos, e não no "meio" externo, diga-se, um apanhado de múltiplos fatores que recebe essa denominação abstrata, muito similar à ideia de um todo, nada mais do que uma soma de fatores circunscritos a um espaço arbitrariamente determinado. 

*Desconsiderando casos excepcionais de lesão cerebral ou outros fatores primariamente externos que causam alterações de personalidade/mentais

Tentativas de extrapolação universal das próprias experiências ou trajetórias de vida, como se fossem exemplos possíveis em qualquer outro contexto pessoal, parece que costumam se basear em exemplos aparentemente menos complexos, especialmente em relação aos contextos mais desafiadores. Um exemplo de uma espécie de falácia de pensamento muito comum de ser praticada...

O direito à livre associação ou à autossegregação também é especialmente o direito de não ser forçado a conviver com quem não sabe conviver...

Se declarar "antirracista" hoje em dia (década de 2020) se tornou progressivamente uma identificação que expressa uma deficiência de compreensão científica e até moral (filosófica) sobre os tópicos relacionados: raça, comportamento, sociedade... do que apenas uma inclinação político-ideológica e muito menos uma inclinação moralmente superior, se o julgamento mais justo nunca é possível com base em mentiras

Tal como, especialmente uma mulher, que se identifica como feminista, deixou de significar apenas um posicionamento político, e muito menos um posicionamento moralmente superior, até por se comportar como um machismo invertido, de desumanização generalizada do gênero masculino por muitas dos núcleos de ativismo...

Ainda incluindo dentro do termo falacioso do "antirracismo", também o "antissemitismo", todo aquele que está muito enviesado a considerá-lo da maneira com que os mais interessados querem, como um crime de pensamento, estão tão fanatizados quanto os que se declaram de maneira apaixonada e acrítica como "antirracistas"

Uma pessoa aparentemente dotada de altas capacidades cognitivas que adota narrativas "antirracistas", bem como de outras vertentes "identitárias", ou é suspeita de fazê-lo, por, talvez, estar se beneficiando por esse posicionamento, ou o que é suspeito é o seu nível racional, diga-se, seu nível epistêmico de racionalidade. Mas por ser um comportamento tacitamente irracional, de defender ou se apoiar em distorções de fatos, não é suspeito o que já se ratifica como um baixo nível de racionalidade instrumental...

Tão ou mais digno de pena que aqueles indivíduos fanatizados que, claramente, defendem e ou se apoiam em adulterações da realidade, são aqueles que performam como aparentes opositores ao fanatismo e à influência do primeiro grupo. Em ambos os casos, o mesmo questionamento: são mais para loucos ou cínicos?? 

Em termos absolutos, nenhum grupo racial ou étnico é superior ao outro, porque nenhum grupo é dotado de uma uniformidade absoluta de indivíduos, especialmente em termos de comportamento intelectual e moral. 

Mas em termos relativos e históricos, é perfeitamente sensato concluir que, sim, existe essa hierarquia...

O paradoxo do rótulo e do comportamento moral 

Quanto mais você se distancia ou condena um rótulo, mais livre você se sente para agir de acordo com esse mesmo rótulo, mas por vias não-tradicionais ou não-explícitas 

Os mesmos autoritários insuportáveis que se dizem contra qualquer tipo de segregação, são justamente os que mais querem impor sua presença desagradável em todo lugar...

Toda abstração é arbitrária. Uma cidade, um conceito ou uma palavra. É o mesmo que dar forma ou limite ao que não tem, porque não existe. É o mesmo que dar forma e estrutura à imaginação 

A formação humanista do professor não significa que ele tenha que incorporar funções que não são de sua primária competência, mas que ele, ao menos, domine o mínimo de saberes legítimos sobre as ciências com as quais ele lida em seu cotidiano profissional. Então, o ideal não é que lhe seja atribuído outras funções, como a de psicólogo/psiquiatra, mas que saiba julgar psicológica e cognitivamente os seus alunos, até para que possa direcionar suas estratégias de ensino. Ou pelo menos que tenha uma equipe multidisciplinar em seu auxílio.

terça-feira, 1 de outubro de 2024

O nazismo disfarçado e inverso do anti branquismo/Disguised and inverse nazism of anti-whiteism

 Nazismo


Um grupo de brancos supremacistas que:

- Culpou os judeus por todos os males do mundo, por narrativas de demonização generalizada desta população;

- Quando chegou ao poder, na Alemanha dos anos 30, começou a discriminá-los abertamente, expulsando-os de cargos públicos, universidades e escolas; boicotando suas empresas; incentivando a hostilidade contra os mesmos; prendendo dissidentes e reativos às suas políticas hostis e por, fim, praticando limpeza étnica, expulsando-os de suas antigas localidades, para enviá-los a campos de concentração//extermínio.

Teoria da vingança via "cavalo de Tróia"

Então, temos o "anti racismo" que, na verdade, é um "anti branquismo", em que os algozes são os judeus supremacistas (sionistas) e as vítimas, os brancos europeus e seus descendentes da diáspora, vulgo "arianos". 

Vejamos:

O anti branquismo consiste na imposição de narrativas ou doutrinação (lavagem cerebral) e de políticas que têm como principal objetivo oprimir e até mesmo exterminar as pessoas brancas. Só que não acontece de maneira explícita e rápida, como aconteceu durante o regime nazista dos anos 30 do século passado, mas implícita e lentamente, sem que suas vítimas percebam do que se trata. Primeiro, tem a imposição de narrativas de demonização generalizada dos brancos e inculcação nos mesmos de auto ódio, como se todos fossem responsáveis pela escravidão africana ou pelo holocausto judeu (por exemplo). E essa imposição só tem sido possível com a infiltração de anti branquistas (sendo que, os mais importantes ou proeminentes têm sido muito desproporcionalmente de judeus) nas principais instituições do mundo ocidental: educação, mídia, governo... Segundo, também a partir de uma lavagem cerebral, baseada em manipulação emocional, brancos têm sido doutrinados a acreditar que raças humanas não existem, que suas diferenças são produtos de diferenças do meio e não de si mesmas, ou que suas diferenças não são mais intrínsecas, e que por, supostamente, serem culpados por todos os males da humanidade, precisam ser generosos com as "suas vítimas" do passado (e do presente), por exemplo, apoiando políticas de imigração em massa ou multiculturalismo. Eles também devem aceitar, de bom grado, políticas que os excluam ou os discriminem no mercado de trabalho e em outras áreas relevantes, como na educação superior. Pois essas medidas são análogas às que foram impostas pelos nazistas contra os judeus (e seus aliados gentios) durante o governo de Adolf Hitler. A mesma discriminação, a mesma narrativa de demonização e também a mesma limpeza étnica, só que por meio de um método indireto e legitimamente conspiratório: de políticas de imigração em massa nos países de maioria branca, incentivo ao auto ódio, à miscigenação racial e ao individualismo... Isto é, além da imposição de uma doutrinação de ideologias que incentivam a destruição dos valores tradicionais e o anti natalismo, como o feminismo e o individualismo, também incentivam à mistura de raças, especialmente dos brancos com outros grupos, enquanto demonizam o oposto, por exemplo, alargando em demasia o conceito de racismo e, a partir disso, classificando como tal qualquer defesa pela auto preservação racial, principalmente se for defendida por brancos. E como os brancos caucasianos apresentam fenótipos muito recessivos, os efeitos de uma miscigenação generalizada deste grupo representa o seu próprio desaparecimento ou de suas expressões fenotípicas mais autênticas, mas não apenas em aparência física, pois a mistura de raças também costuma ter os mesmos efeitos quanto aos traços mentais, se também são primariamente hereditários e mais recessivos (dos brancos bem como de outros grupos, como no caso de indivíduos de alto QI) , pelo que se percebe dos padrões de miscigenação...

Eu já comentei sobre esse tema nesse texto (Genocídio branco patrocinado pela "judiaria organizada": 'teoria' conspiratória ou realidade??),mas achei melhor voltar a falar sobre isso depois que cheguei a essa conclusão de que, o anti branquismo, primariamente orquestrados por judeus supremacistas ou sionistas, e amplamente adotado por seus "aliados" de outros grupos étnico-raciais, especialmente por muitos brancos ditos "de esquerda", se expressa exatamente como uma espécie de nazismo inverso (contra os "arianos", organizado e praticado principalmente por judeus*) e disfarçado: de justiça, correção histórica, empatia, amor, solidariedade, abnegação...

* Sempre deixo explícito que não pretendo generalizar grupos, como se todos os judeus estivessem plenamente conscientes dos planos de suas "elites" (ou máfias) em relação às outras populações humanas. 

Novamente, também tenho chegado à mesma conclusão que a do outro texto, de que se comporta ou se trata de um caso de "vingança" de um grupo sobre outro, diga-se, muito injusta, se também se baseia em uma generalização negativa de um grupo por outro(s). 

E no que isso tudo vai dar?? 

Em merda, é claro. 

Especialidade da espécie "mais inteligente"... 



Nazism

A group of white supremacists who:

- Blamed the Jews for all the evils of the world, through narratives of widespread demonization of this population;

- When they came to power in Germany in the 1930s, they began to openly discriminate against them, expelling them from public office, universities and schools; boycotting their companies; encouraging hostility against them; arresting dissidents and those who reacted to their hostile policies and, finally, practicing ethnic cleansing, expelling them from their former locations and sending them to concentration/extermination camps.

Theory of revenge via the "Trojan horse"

So, we have "anti-racism" which, in reality, is an "anti-whiteism", in which the executioners are the supremacist Jews (Zionists) and the victims, the white Europeans and their descendants from the diaspora, aka "Aryans".

Let's see:

Anti-whiteism consists of imposing narratives or indoctrination (brainwashing) and policies that have as their main objective the oppression and even extermination of white people. However, it does not happen explicitly and quickly, as it did during the Nazi regime in the 1930s, but implicitly and slowly, without its victims realizing what it is. First, there is the imposition of narratives of widespread demonization of white people and inculcation of self-hatred in them, as if every-White were responsible for African slavery or the Jewish Holocaust (for example). And this imposition has only been possible with the infiltration of anti-whiteists (the most important or prominent of whom have been disproportionately Jewish) into the main institutions of the Western world: education, media, government... Second, also through brainwashing, based on emotional manipulation, Whites have been indoctrinated to believe that human races do not exist, that their differences are products of differences in the environment and not of themselves, or that their differences are no more intrinsic, and that because they are supposedly to blame for all of humanity's ills, they need to be generous with "their victims" of the past (and present), for example, by supporting mass immigration policies or multiculturalism. They must also willingly accept policies that exclude or discriminate against them in the job market and in other relevant areas, such as higher education. For these measures are analogous to those imposed by the Nazis against the Jews (and their gentile allies) during the government of Adolf Hitler. The same discrimination, the same narrative of demonization and also the same ethnic cleansing, only through an indirect and legitimately conspiratorial method: mass immigration policies in countries with a white majority, encouraging self-hatred, racial miscegenation and individualism... That is, in addition to imposing an indoctrination of ideologies that encourage the destruction of traditional values ​​and anti-natalism, such as feminism and individualism, they also encourage the mixing of races, especially of Whites with other groups, while demonizing the opposite, for example, by overly broadening the concept of racism and, from that, classifying as such any defense of racial self-preservation, especially if it is defended by Whites. And since Caucasian Whites have very recessive phenotypes, the effects of widespread miscegenation of this group represent their own disappearance or their most authentic phenotypic expressions, but not only in physical appearance, since the mixing of races also tends to have the same effects on mental traits, if they are also primarily hereditary and more recessive (of Whites as well as of other groups, as in the case of individuals with high IQs), from what can be seen in the miscegenation patterns...

I have already commented on this topic in this text (White genocide sponsored by "organized Jewry": conspiracy 'theory' or reality??),but I thought it would be better to return to this after I came to the conclusion that anti-whiteism, primarily orchestrated by supremacist or Zionist Jews, and widely adopted by their "allies" from other ethnic-racial groups, especially by many so-called "left-wing" Whites, expresses itself exactly as a kind of reverse Nazism (against the "Aryans", organized and practiced mainly by Jews*) and disguised as: justice, historical correctness, empathy, love, solidarity, selflessness...

* I always make it clear that I do not intend to generalize groups, as if all Jews were fully aware of the plans of their "elites" (or mafias) in relation to other human populations.

Again, I have also reached the same conclusion as the other text, that it behaves or is a case of "revenge" of one group over another, let's say, very unfair, if it is also based on a negative generalization of one group by another(s).

And what will all this lead to??

In shit, of course.

Specialty of the "more intelligent" species

terça-feira, 8 de novembro de 2016

O ''anti-semitismo'' é uma manifestação extrínseca (independente da saúde intrínseca da mente) de saúde mental...

Sistema mental imunológico memeticamente saudável = sabedoria

A sabedoria é apolítica, apartidária, em especial em um contexto tendenciosamente dualista, incompleto e interpessoalmente conflitivo/competitivo, como o nosso. 

Para a sabedoria, a verdade, dentro desta vil realidade em que nos encontramos, estará espalhada por todos os cantos, em cada rincão do espectro político ou ideológico e enquanto que a maioria dos seres humanos parecem ser incapazes de buscar pela razão onde quer que se encontre, pois são sobrepujados por suas naturais indolências racionais, dor esta que lhes causaria uma busca frenética por suas respectivas curas, o raro sábio, caracteristicamente falando, superará toda esta poluição/polução hormonal e cognitiva, que se mistura desvairadamente dentro da maioria dos organismos humanos, e que tem como consequência a redução de suas perceptividades filosóficas, deixando-os a meio caminho entre a razão e a ''bestialidade'. 

Portanto, se certa precisão lógica (a racional) estiver sendo endossada, porca ou corretamente, por exemplo, na extrema direita do espectro político/ideológico, então, para o sábio, esta ''peça'' será importante para completar o seu quebra-cabeças, e eu diria mais, o seu mapa da realidade, enquanto que para um típico ser humano, mentalmente dependente dos sistemas ideacionais que são inventados por outras pessoas, existe uma tendência hipo-perceptiva de se comprar todo ''o pacote'', isto é, de se desprezar por uma sutileza na análise, crítica e julgamento, e com isso, se ver, subconscientemente, sob o julgo do sistema ideacional ou memético que ''escolheu' pra si, ainda que muitos tendam a fazê-lo de modo subconscientemente cínico, e como conclusivo e constante resultado, ele caminhará para rejeitar qualquer ideia ou meme que renegar ou que ameaçar o seu sistema de ''crenças'', e sem qualquer crítica introspectiva que possa lhe prover os melhores julgamentos.

O sistema mental-imunológico memético do sábio é provavelmente dos mais resilientes entre os seres humanos. A capacidade mental do sábio de se desviar ou mesmo de vencer memes culturais ou ideias irracionais, ilógicas e/ou bizarras, é consideravelmente desenvolvida. Além disso, o sábio também se desvencilhará de ideias ou modos de vida mais naturalista, compreendendo que neles falta precisão moral pois se baseiam fortemente na lógica de igual natureza, naturalista, semelhante a que é encontrada na cadeia alimentar, em outras palavras, geralmente destituída de considerações morais.

Basicamente, o sábio ''procura' pela verdade dos fatos/padrões absolutamente coerentes, até mesmo porque esta é a melhor maneira de se promover a justiça

Novamente, baseado-se em ''minha'' ideia de que análises e conclusões factualmente (e moralmente) precisas se encontrem ''espalhadas por aí'' e que é dever dos mais sábios de procurá-las, internalizá-las e torná-las parte de sua realidade, então, o ''anti-semitismo'', a partir de uma cascata constante de padrões de comportamento, por parte ''dos'' judeus (a grande maioria deles* uma parte desproporcional* uma minoria significativa* ... e feito de modo plenamente consciente*), especialmente, que pode ser facilmente observada com base em seu histórico coletivo incrivelmente constante de expulsões em relação aos países (europeus) em que eles tem vivido, em suas versões altamente tendenciosas quanto à sua própria história coletiva, quase sempre se passando de vítimas indefesas de hordas irracionais de campesinos europeus e de suas elites europeias, a famosa e batida tática do vitimismo, assim como também com base ''em suas'' atitudes no tempo-presente, participando ativa e epicentricamente (como 'os' mentores principais)  da destruição dos países europeus e derivados, empurrando imigração em massa, distorcendo a ciência e a filosofia para fins claramente anti-sábios, sem falar de Israel, pode-se constatar que a tomada de consciência quanto ''às'' suas naturezas comportamentais e culturais problemáticas (e saber o quão prevalente elas estão em relação à demografia judia)  nada mais é do que uma manifestação, generalizada (no caso de se ser/se tornar sábio) ou pontual (na maioria dos casos), de saúde mental (extrínseca) aplicada, isto é, contextualizada, tal como reconhecer os padrões factuais ou sintomas de uma doença, como a gripe.  

Um esquizofrênico, uma pessoa com transtornos emocionais ou um normal/normie, pode reconhecer parte essencial desta realidade factual e a partir disso expressar, extrinsecamente falando, doses cavalares de saúde mental, especialmente em um ambiente altamente persuasivo que tem buscado de muitas formas bloquear esta tomada específica de consciência, e a maioria das pessoas, por terem em média mentes ''fracas'', tem caído neste feitiço, tornando-se anestesiados quanto a esta profunda e necessária realidade, a de se reconhecer possíveis pedras no caminho de um mundo ideal. 

A sabedoria, por exibir uma abordagem gritante/fulminantemente  prioritária em termos de organização supra-racional/supra-ideal, tanto da realidade que está sendo percebida, mas sem chegar a distorcê-la, obviamente, quanto das ênfases ideacionais e ações a serem tomadas pelo ser que abraçá-la, pressupondo-se que precisará apresentar disposições anteriores para tal compromisso, despreza sumariamente qualquer ideia ou meme factualmente nebuloso ou equivocado que estiver em circulação entre os seres humanos, em específico, é claro, em relação àqueles que podemos alcançar ''por nossas'' perceptividades. 

Agora, o que não é sábio é cometer injustiças contra a possível existência de judeus com níveis variados de inocência assim como também de repetir as mesmas táticas/erros de contra-ataque, bem ao estilo ''sistema imunológico tentando combater doenças'', aja febre alta, dores de cabeça e catarro. As ''células brancas'', geralmente de conservadores, das sociedades humanas, metaforicamente falando, se assemelham em demasia aos leucócitos, as nossas células-soldados que combatem micro-organismos invasores que geralmente são danosos à saúde. Em outras palavras, eles tem grande instinto para farejar problemas extrínsecos, porém pouco tato para evitar generalizações e tomadas de ações subsequentemente lógicas a esta falta de sutileza/entendimento. O organismo imunológico humano poderia ser muito mais esperto se analisasse mais detalhadamente os micro-organismos e quem sabe domesticar os mais úteis, em tempo recorde, se já o temos feito ( não em tempo recorde) ou mesmo de incorporar habilidades biológicas, encaixáveis, tal como algumas espécies fazem. O mesmo pode ser entendido ou transferido enquanto metáfora aos seres humanos, os seus respectivos nichos meme-ecológicos (culturais) e à dinâmica que se origina a partir dessas interações.  

Malvados favoritos*


Se não fossem as atitudes 'dos'' judeus (nos EUA, os judeus estão entre os grupos étnicos mais [politicamente] liberais...) no desmantelamento da ''velha ordem'', ao menos no Ocidente, que é binariamente moral (generalista, a coletivização negativa, e não necessariamente o ''pré-conceito''), bastante hipócrita, com(o) a tal ''bondade metafísica'' (vamos rezar pelos mendigos/ Deus me ajudou a ser um milionário sovina e pouco preocupado com o meu redor), ordem cristã/contrária à razão, progressivo 'racismo científico' (de fato), novamente, com base em coletivizações negativas do tipo ''TODOS os negros são estúpidos e criminosos'', talvez ainda estivéssemos no mesmo nível de compreensão moral de 60,70 anos atrás. 

Ateus/agnósticos, homossexuais, ''minorias' raciais, mulheres, dentre outros, ainda tem muito a agradecer aos seus ''malvados favoritos'', por terem desmantelado parte do velho sistema social e cultural no Ocidente... mas quais são as verdadeiras intenções dessas ''boas ações'' por parte 'dos'' judeus**

Será que sem ''os'' judeus, o ''homem branco'' seria incapaz de uma auto-crítica, de uma melhoria em relação à maneira com que tem lidado com os outros grupos** 

Enfim, no mais como conclusão saiba que: 

-criticar a versão judia da história judaica, em que ''eles' se pintam como vítimas eternas de sentimentos irracionais por parte dos gentios,

- observar os padrões históricos, em que eles tem sido expulsos de uma grande quantidade de países, especialmente os europeus,

- observar os padrões atuais, em que ''eles' (eles quem, quantos, em que proporção e nível de consciência*) tem 

   - manipulado a ciência e a filosofia,

   - manipulado a mídia e portanto as informações que estão sendo passadas,

   - participado como protagonistas fundamentais em todas as macro-transformações sociais, culturais e étnicas nas sociedades ocidentais, e a principal e mais perigosa delas é a substituição progressiva das populações euro-caucasianas via imigração em massa, baixas taxas de fecundidade por parte dos ''nativos'' e o ''esquerdismo'', que se consiste basicamente em uma cultura especialmente criada para anestesiá-las, para que aceitem ''o seu destino''.

Parece claro que existe uma 'desproporcional' (comparativamente falando) presença de tipos anti-sociais entre os judeus e que estes estão claramente por de trás de cada artimanha forjada para enganar e destruir os euro-caucasianos, em especial o povo. Mas quão 'desproporcional' ou prevalente são esses tipos* Quão coniventes em relação a todo este estado de coisas estão os (judeus) que não forem 'psicopáticos'** Qual é o nível de consciência ''dos'' judeus em relação à realidade potencial e possivelmente explosiva que muitos elementos do seu grupo forjaram e continuam a alimentar* 

Onde há fumaça, é provável que haja fogo. E a partir de uma abordagem/varredura completa e portanto sábia, concluiremos que, a verdade da macro-política ocidental encontra-se espalhada, propositalmente ou tolamente, à moda humana, por todos os cantos do espectro ideológico/político, tal como um rio subterrâneo onde todas as ideias factuais ou conclusivamente corretas, de todas as matizes perceptivas / prismas existenciais, encontrar-se-ão homogeneamente perfiladas. 

Portanto é sinal de saúde mental extrínseca desenvolver grande cautela em relação ''aos'' judeus, da mesma maneira que também é mentalmente saudável fazer o mesmo, por exemplo, em relação aos sistemas de ''crenças'' que o ser humano já desenvolveu.