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terça-feira, 25 de julho de 2017

Tribalismo ocupacional/de personalidade/casta profissional, atomização em relação à macro-realidade e os pedantes honorários ou não à boa/alternativa governança

Atletas das mais diversas modalidades, professores dos mais diversos departamentos (fordisticamente subdivididos), artistas em suas muitas modalidades de escolha, empresários, etc etc etc

Todos tendem a escolher para mais ou para menos os seus nichos ocupacionais/micro-ecológicos e a se atomizarem nos mesmos em relação à macro-realidade (conhecimento sobre eles mesmos e os outros de maneira profunda e honesta + espaço/tempo e dinâmica). 

Logo os seus mundos de especialização/atomização, substituem a macro-realidade, isto é, o fordismo na percepção substitui o "artesanato": a percepção/criação de "todo' o processo ou ao menos dos sensorialmente disponíveis ou alcançáveis. 

Os "fordistas" não sabem o processo todo e nesta metáfora não sabem qual é a finalidade de seus trabalhos super- especializados/atomizados.


Por fim temos os ''artesanais'' que ao invés de se tornarem, à revelia subconsciente, partes de um processo coletivo que não tem plena consciência do que se consiste, permanecem perfeita ou imperfeitamente como ''donos de seus próprios juízos perceptivos'' se tornando como consequência de ''aconselhadores honorários, potencialmente pedantes, sobre governanças boas e/ou alternativas às vigentes'', que tem sido consistentemente ineficientes, em maior ou menor grau. 

Portanto o mundo ou realidade, de maneira geral, tende a ser trocado por um mundo particular, um sub-nicho cultural, especialmente em relação à profissão, e principalmente se for a desejada, resultando como subsequência lógica na atomização em relação à ''macro-realidade'', nomeadamente em relação à sua ''espinha dorsal''.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Novamente (ou não), o conceito de ''aprendizado'' e implicações para o teste de QI

A maioria daquilo que entendemos, erroneamente, como aprendizado, nada mais é do que ''decorar a matéria, a lição ou um conjunto de regras''. Isso se aplica à escola, à universidade e no trabalho. A maioria das profissões humanas são de/para mantenedores, e portanto de replicadoras de técnicas apreendidas.

Criatividade*

Muito pouca.

Sabedoria*

Menos.

Engraçado que especialmente em relação à primeira, à criatividade, toda profissão humana tende a encontrar-se totalmente salpicada pela mesma, só que já se encontra em um estado de ''não-novidade'', e portanto, a entendemos como ''inteligência''...

Tudo o que a maioria faz ou tende a fazer é:

- ''aprender'' a decorar a matéria na escola e replicá-la nas provas;

- ''aprender'' a decorar a matéria para o vestibular e replicá-la durante a prova;


Passou na faculdade, a mesma coisa hein*

- ''aprender'' a decorar a matéria na faculdade e replicá-la nas provas.

Conseguiu um emprego**

Então...

- ''aprender'' a decorar as instruções e replicá-las no trabalho.

Replicação é aquilo que o ser humano em média mais faz em seus ambientes de ''aprendizado''.

Replica ''insights criativos'' padronizados enquanto técnicas/tecnologias culturais.

E tudo isso se relaciona com QI!!!


Maior é o ''tamanho'' da sua inteligência, e direcionada para atender às necessidades do sistema, melhor.

No entanto, como eu já falei em textos e poesia anteriores, ''alto'' não é o mesmo que ''auto''. 

Não basta ser naturalmente bonito se não correr atrás para manter e até mesmo melhorar a sua beleza.

O mesmo pra inteligência,

Não basta ser/nascer naturalmente inteligente se não correr atrás para manter e até mesmo melhorar a sua inteligência.

E como eu já disse outras vezes eu não duvido se a verdadeira inteligência na verdade for mais aquilo que fazemos do que aquilo que somos, especialmente se for diretamente relacionado pra alguma das muitas facetas do mundo real em que se pode extrair resoluções concretamente inteligentes, e não apenas o ''ser'', ''provado'' por testes cognitivos. E novamente caímos no espectro-mor da inteligência, que se relaciona diretamente com as suas bases, o [estilo de] pensamento: sub-lógico, lógico, racional e sábio. 

Voltando ao primeiro pensamento.

Já compreendemos que boa parte daquilo que entendemos como inteligência, de uma maneira abusivamente conclusiva e unilateral, tem uma natureza consistentemente replicativa.

Na verdade, para quase todo comportamento inteligente existe a necessidade de se memorizar algo e de se replicá-lo corretamente. O diferencial  entre o fluido e o cristalizado é o tempo de memorização e replicação daquilo que foi memorizado em que no primeiro este hiato cronológico será mínimo e geralmente mais instintivo, e claro que eu falo desses termos de modo mais semanticamente literal do que ''psicométrico''. 

O diferencial entre todas as tarefas que acumulamos durante as diferentes etapas de nossas vidas e a simples porém básica e essencial tarefa de pensar é a objetividade filosófica ou vital/existencial/factual, advinda do nível de perceptividade/percepção, que por sua vez é anterior à própria inteligência.

O verdadeiro aprendizado, ainda que inevitavelmente replicativo e potencialmente repetitivo, nasce, novamente, da autenticidade, da verdadeira empatia, ou empatia total, de fato, entendermos o objeto de observação e escrutínio crítico-analítico, ao ponto de compreendermos os seus próprios padrões de funcionamento, tal como se nos colocássemos em seu ''corpo''. E a maioria das pessoas, dos seres humanos, parecem dar bem pouca importância a esta necessidade, resultando no show de horrores habitualmente característico de nossa mamada e cancerosa espécie. 

E as implicações para os testes de QI são, conclusivamente falando, que os mesmos se relacionam sim e até de maneira bem mais profunda com o aspecto replicativo da inteligência e não com o aspecto consideravelmente característico da mesma que se consiste justamente naquilo que denominei de ''verdadeiro aprendizado'', que não é apenas a memorização e replicação de técnicas, mas O SEU ENTENDIMENTO, representado por aquilo que tenho chamado de ''empatia total'' ou ''autenticidade'', o verdadeiro conhecer, transferindo-se para o ''corpo'' e ''mente'' dos ''outros sujeitos'', vivos, inanimados, fenomenológicos e/ou abstratos. 

Neste caso, reforço a minha ideia de que os testes de QI esbarrem, até mesmo por causa de sua natureza superficialmente holística, nas bases e na essência da inteligência... eu disse ''esbarram'', tal como quando atiramos no alvo com uma arma de paintball e além do alvo também mancha os arredores.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

"Personalidade resistente ao emprego" que se caracteriza por baixa conscienciosidade e agradabilidade...

Resultado de imagem para seu madruga

Fonte: central do whatsapp


... e que também tende a ser comum ou mesmo típica em/de gênios... oops.. 

Os ''hbds'' sempre esbarrando nesta vil realidade, que estão sempre tentando negar: muitos SE NÃO a maioria dos traços ''indesejáveis' de personalidade/comportamento encontram-se: presentes e atuantes em muitas das mentes mais geniais... 

Aquilo que 'Cesare Lombroso em seu ''O Homem de Gênio'' chamou de ''vagabondage''. 

De acordo com a metáfora dicotômica da cigarra e da formiga, o gênio mais se pareceria com uma cigarra (''estratégia 'reprodutiva' '' R) em termos de personalidade, e como uma formiga (''estratégia 'reprodutiva' '' K) em termos de cognição... isto é, ele tenderia a ter ao mesmo tempo a mente de um bon vivant, de um vagabundo profissional, de viver o presente, de buscar por sensações, mas também teria uma necessidade/motivação intrínseca de trabalhar, só que direcionada para a originalidade, por não ter patrão ou mesmo por não ser ''consciencioso'' no acato acrítico de ordens de superiores. Também poderíamos especular neste caso, em específico, se a ''personalidade da cigarra'', não seria mais para a extroversão, e a ''personalidade da formiga'', mais para a introversão, e portanto, se a criatividade, especialmente a ''BIG C'', por causa de sua natureza mais ambivertida, não se manifestaria por meio de uma personalidade bifurcada entre a vivacidade e a vivência ''no agora'' do típico extrovertido, em busca de sensações e recompensas, e a consciência, seriedade e maior introspecção do típico introvertido. Neste caso percebemos que apesar de perfis homogêneos de introversão, ambiversão ou extroversão serem raros se não quase que inexistentes e/ou potencialmente patológicos (ainda em discussão), e portanto a maioria de nós sermos uma mistura mais heterogênea dessas frequências, gênios, dentre outros virtuosos, se diferenciariam dos tipos não-geniais, exatamente por suas maiores intensidades nesta bifurcação entre extroversão e introversão, enfim, entre os contrastes do temperamento e da personalidade, em que ao invés de uma das tendências ''os puxarem mais'' para o seu lado, ambas se manifestariam de maneira intensa, especialmente em relação aos gênios artísticos, mas também em todos os outros tipos.

Então temos um tipo de mente: rápida, rápida, irrequieta, da cigarra, miscigenada com um tipo de mente: lenta, mais conscienciosa e reflexiva. Dois tipos de frequências, uma muito rápida e outra muito lenta, eis a mente de um gênio ou de qualquer outro tipo de virtuoso. 

Claro que a motivação intrínseca para o trabalho do mais criativo se daria de maneira acoplada às suas vontades imediatas à obsessivas, mais uma vez, motivação intrínseca para ''fazer alguma coisa'', ''se ligar em alguma atividade'' + busca por sensações, criando a realidade do mesmo em que ''os meios são os fins'' e não ''os fins justificam os meios'', no caso de uma motivação extrínseca que a grande maioria dos mais criativos não apresentam.

Neste caso poderíamos pensar se o gênio não poderia ser compreendido, também, como uma mistura de dois sociótipos: do trabalhador e do observador ou mesmo do manipulador, se o observador pende para a penetração filosófica fulminante, cedo e intenso em vida, enquanto que muitos gênios podem ser menos objetiva e existencialmente profundos, contribuindo para que possam trabalhar para o sistema sem criticá-lo ou mesmo se rebelar contra ele, inclusive ao ponto de usufruir de suas benesses, neste caso haveria uma combinação entre o sociótipo do trabalhador com o sóciotipo do manipulador, ambos é claro, muito mais intensos do que as combinações menos ''excepcionais''.

No mais é isso. A tal ''personalidade resistente ao emprego'' parece se consistir em uma das características mais prevalentes nas mentes mais geniais e possivelmente ou não pelas razões que pincelei logo acima, claro, sempre pedante. 

domingo, 11 de dezembro de 2016

Testes de QI: inteligência CAPITALISTA ... mensura o quão bem adaptado se está às exigências superficialmente técnicas da sociedade moderna/tecnologicamente dominante

[Novamente]

O teste de QI portanto tem uma natureza claramente capitalista, por enfatizar em demasia na capacidade técnica, isto é, basicamente na capacidade cognitiva do trabalhador, tratando as pessoas como se fossem máquinas. Não é a toa que os resultados nos testes cognitivos tendam a refletir a hierarquia na folha de pagamento da sociedade moderna. 

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

''Meu irmão [do meio] é extremamente distraído''.... mas não se preocupe, ele não ''tem'' TDAH porque...

... isso (ainda) não o afeta de sobremaneira em seu trabalho....

O diagnóstico de qualquer transtorno mental parece se basear não apenas em sua intrinsicabilidade/genética/comportamento intrínseco ou intimamente derivado do ser ou ação primária, mas também em como que isso afeta o portador no ''mundo do trabalho''.

O déficit de atenção e hiperatividade pode ser real mesmo, mas parece que se torna uma realidade mais do que palatável quando afeta o desempenho do seu portador no mundo da escola e do trabalho. Agora se não for identificado qualquer ''déficit'' na escola ou no trabalho.... então, segundo muitos profissionais da saúde mental, pode ser ''desprezado''...

O valor fortemente utilitarista que encontra-se vinculado à psiquiatria e de maneira potencialmente equivocada apenas nos mostra o quão problemático um diagnóstico [incompleto] pode ser OU não ser, e por razões tolas, como quase sempre acontece...

Então novamente nós temos uma pessoa, no caso, o meu irmão do meio, que exibe clara deficiência de atenção e vinculada ou tendo como resultado uma hiperatividade, demonstrando-a em muitos outros aspectos tão ou mais relevantes que aqueles que encontram-se fortemente atrelados ao mundo do trabalho ou desempenho laboral, por exemplo, em sua capacidade de discernimento moral e/ou de pensamento crítico-analítico. Sendo ele um esquerdopata típico, eu não duvidaria que no ''mundo dos reais e da justiça [sabedoria]'' o seu tipo não fosse diagnosticado como ''déficit de atenção ideacional e hiperatividade'', se o ativismo ideológico ou político analfabeto já não pudesse ser identificado como uma clara manifestação de TDAH, isto é, consistindo-se em um de seus ''sintomas extrínsecos'' ou ''reações secundárias''.

No entanto, porque ele não demonstrou as suas fraquezas na escola e no mundo do trabalho a maioria dos psicólogos não o identificariam como uma pessoa que ''precisa de ajustamento''.

O que é ainda mais assombroso dentro do mundo falho dos ''inteligentos'', é que a maioria dos psicólogos dificilmente o definiriam como uma ''pessoa mentalmente desequilibrada'' e portanto que ''precisa de ajustamento'' justamente porque tendem a comungar com as mesmas crenças/factoides grosseiros, ''on the left'', que o meu ''querido'' irmãozinho. Em outras palavras, muitos profissionais da saúde mental que diagnosticam os outros com transtornos mentais explícitos, também poderiam ser diagnosticados com transtornos mentais, e mesmo os explícitos, porém que não foram e provavelmente não serão identificados como tal, como é o caso do esquerdismo. É o feitiço se virando contra o feiticeiro.

Quanto mais adentramos ao ''mundo dos reais'' mais estúpidos e triviais os inteligentos se tornarão pra nós.

Eu que vejo diariamente o meu irmão do meio se esquecendo de seus pertences, entrando em constantes e grosseiras contradições morais, em suma,  agindo tal como um animal não-humano puramente instintivo, sem qualquer reflexão honesta e humilde sobre os seus próprios atos, não consigo concebê-lo de outra maneira a não ser enquanto um ''tdah'', só que com os seus déficits relacionados a outros aspectos da vida.

Sim a psicologia não serve a nós, mas contra o próprio povo e já sabemos quanto a esta grave realidade apenas ao percebermos as muitas técnicas de manipulação que são diariamente usadas na mídia e pelos governos... mas também em detalhes que afetam diretamente as nossas vidas como a de transformar em ideal de (pseudo) conduta e pensar (o ''bom pensar'') aqueles que mais parecem estar desprovidos de uma atenção aos detalhes daquilo que afirmam e defendem em uníssono dentro de seu coletivo hipnótico.

E talvez ainda possa vincular o meu diagnóstico anterior quanto ao esquerdismo, enquanto um déficit na capacidade de detecção de predadores e parasitas, à tdah ideacional ou ''déficit de atenção e hiperatividade no próprio ato de pensar''.


domingo, 17 de julho de 2016

Como que os ''normies'' tendem a lidar com as suas profissões* : como 'um caixa de supermercado' lida com a sua... de maneira mecânica, fria, pragmática e bem pouco sutil

Mesmo em relação à ''profissões' em que a necessidade da racionalidade deveria ser mais importante. 

A maioria das pessoas não são caprichosas...

Eu vejo cada profissão como um ramo que exige obviamente de diferentes estratégias de entendimento e posterior ação. No entanto, eu tenho a impressão que a maioria das pessoas, que eu ''aprendi'' que devem ser denominadas de ''normies'', tendem a homogeneizar a maioria delas de maneira mecanizada resultando em erros crassos de procedimento. 

Falta-lhes o capricho, a consciência estética necessária para que possam entender que existem profissões E profissões, algumas que, sejamos sinceros, não são ''ocupações laborais'', mas algo além, como no caso da filosofia. Supostamente os professores de ''filosofia' são filósofos. No entanto isso não se consiste na plena verdade. Como eu tenho falado muitas vezes aqui, primeiro há de se entender realmente no que se consiste a filosofia. Segundo, há de se, a partir desta compreensão factual (de preferência com boas doses de reflexões independentemente construídas ou ao menos literalmente entendidas), torná-lo um compromisso pra toda vida e coerente, isto é, agir de acordo com aquilo que se auto-denomina. 

Do contrário ou se estará obrando de forma cínica/debochada ou de forma estúpida, sem haver qualquer tipo de absolvição para as duas situações pois ambas apenas revelarão falhas significativas de suas conjunturas psico-sociais e  moralmente objetivas/caráter.

Portanto não é apenas a real identidade do filósofo, do ser e agir de acordo, que está em jogo, mas todas as identidades que incorporamos, de sermos genuínos, sinceros consigo mesmos expressando esta auto-honestidade/sinceridade por meio de nossas ações, de forma complementar. E o capricho tende a se consistir no produto desta lógica intrapessoal, isto é, que ao sermos auto-sinceros também possamos compreender mais ''profundamente'' ou apenas corretamente as nossas funções até mesmo ao ponto de melhorá-las em qualidade.

Nuance e sutileza racionais são atributos que decididamente tendem a escassear entre os ''normies'', os normais.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Testes cognitivos são testes mentais, parte 2,3 ou 4 .... ''Qi comprova as diferenças raciais médias em 'inteligência' ''



Qualquer teste de natureza ou ênfase puramente cognitiva é muito provável de ter os mesmos resultados... 

EM MÉDIA, é muito provável que um número desproporcional de negros se sairá pior para qualquer atividade cognitiva que for relativamente exigente, desde a compreensão de brincadeiras complexas (para a faixa etária apropriada e com as diferenças heterogêneas de maturação cerebral devidamente homogeneizadas) até a execução de tarefas técnico-cognitivas (leia-se, os negros tendem a ser menos robóticos neste aspecto, eu também sou assim, rsrs)


O negro médio (50%, em condições estatísticas ideais ou padrão), no Brasil, nos EUA, no Caribe ou no Reino Unido, não será capaz de passar para a universidade de maneira ''natural'' porque é preciso ter 

- um perfil de inteligência cognitiva (vulgo, cognição) com um qi de no mínimo 100,

- características psicológicas favoráveis como ''conscienciosidade'', ''estabilidade emocional'',  ''motivação intrínseca específica'' (relacionada com as próprias características bio-cognitivas),

- condições sócio-econômicas favoráveis como fatores ambientais aditivos que possam ter alguma influência favorável para esta situação.

As escolas ocidentais, em sua maioria, estão projetadas para atender á crianças e adolescentes de inteligência técnica ou cognitiva que seja no mínimo relativamente complexa (isto é, média 100 e acima) e de perfil mais ou menos simétrico. 

As universidades ocidentais por sua vez tendem a apresentar pontos de corte de no mínimo ''100 de qi geral''. 

Para aprender qualquer tarefa cognitiva relativamente complexa é necessário ter ao menos uma inteligência cognitiva apta para o rápido e preciso entendimento ou compreensão. 

Novamente, os testes cognitivos são os testes ou joguinhos mentais mais completos que existem, mas ainda serão ''apenas' joguinhos mentais. 

Quem aprende fácil uma brincadeira (cognitiva, de preferência) quando se é criança é provável que aprenderá igualmente rápido na memorização e replicação de certas atividades técnicas quando se tornar um adulto.



 Mas e para o pensamento crítico, analítico, holístico ou específico e com a finalidade uber-necessária da real prática filosófica****




quinta-feira, 10 de março de 2016

A verdadeira diversidade no mercado de trabalho



"diversidade"

3 neurotípicos de raças diferentes 

Versus

3 tipos diferentes de mentes ... independente da raça

Para o sucesso laboral cooperativo ou ao menos  em relação a um potencial via lógica racional, a presença de diferentes tipos de mentes e consequentemente de especialidades cognitivas me parece ser muito mais provável de produzir um cenário de trabalho próximo da perfeição cooperativa em condições normais de temperatura e pressão, ao invés das pré-concepções vagas e populares quanto a diversidade de raças e ou de equidade e diversidade de gêneros. A matéria prima do pensamento são as ideias e que serão mais propensas de serem oriundas por uma diversidade de mentes super-especificas e ou que apresentem idiossincrasias de operacionalidade e que possam ser potencialmente positivas e/ou colaborativas.

Uma empresa com uma diversidade de raças ou de gêneros pode não ser suficientemente eficaz em sua proposta porque a verdadeira diversidade, isto é, aquela que está direcionada para as atividades humanas pela lógica racional só poderá ser a de mentes.