... é a imposição do modelo "socioconstrutivista", de esquerda. Um modelo pseudocientífico cheio de expressões vazias e jargões, como é típico de pseudociências, que se opõe ao modelo pedagógico tradicional: de ênfase no emprego da memorização da informação passada pelo professor ao estudante*. No entanto, o problema da educação, e não apenas no Brasil, não é apenas o modelo adotado, mas que, em média, nossa população já apresenta limitações cognitivas que não são reflexos de experiências pessoais ou carências sociais, mas de sua própria biologia, de algo que se nasce praticamente determinado, de até onde se pode alcançar... Portanto, não importa o modelo adotado, ainda que possa piorar o nível educacional, as próprias limitações cognitivas da maioria da população, pelo menos em relação aos aspectos acadêmicos, contribuem massivamente para determinar o potencial de proficiência que se pode adquirir. Então, mesmo se o software (modelo de "educação') for o melhor possível, ainda dependerá do hardware (características intrínsecas ou biológicas) que continuará limitando seus resultados. Se um modelo maravilhoso de educação não irá, por milagre, aumentar, por exemplo, a média de QI da população brasileira que, atualmente, encontra-se em torno dos 85 pontos, bem abaixo da média (greenwich) 100.
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sexta-feira, 15 de maio de 2026
O problema da educação brasileira, segundo a "direita"...
terça-feira, 4 de novembro de 2025
Sobre a "falácia sociológica" e uma grande evidência sobre ela
A sociologia se comporta como uma pseudociência que, categoricamente, afirma que o comportamento humano é determinado apenas pelo meio cultural ou social, em outras palavras, se trata de um negacionismo quanto ao papel da biologia ou da genética no mesmo. Um exemplo mais específico disso é o de apregoar apenas às condições do meio as diferenças de comportamento dentro de um contexto de criminalidade. Então, temos aqueles que tratam a sociologia como o melhor ou mesmo o único método para entender o comportamento humano, afirmando, justamente com base no que sociólogos têm produzido, que indivíduos oriundos de grupos sociais e raciais historicamente marginalizados que se enveredam no mundo do crime o fazem por serem vítimas da pobreza e da exclusão social e não por apresentarem desvios de caráter ou traços de personalidade que os tornam mais propensos a seguir por esse caminho. Pois ainda que fatores sociais e históricos possam ter alguma influência e até mesmo que, em um primeiro olhar, faça sentido que tenham um papel predominante, essa relação alegada de causalidade mais parece ser um caso de "lógica primária", termo que eu cunhei e que consiste em uma primeira impressão de confirmação de hipótese, mas que pode não se confirmar como um fato ou verdade a partir de uma análise mais profunda. Então, vamos às evidências contrárias a essa que é considerada a tese central à sociologia começando com uma pergunta: por que homens heterossexuais estão tão desproporcionalmente representados nas estatísticas de criminalidade??
terça-feira, 2 de setembro de 2025
Sobre o estado lastimável das "ciências humanas" com um exemplo de "anti-especialista"
Com certa frequência, e até gostaria que fosse menos, além de ver postagens ou publicações sobre geografia e história em redes sociais, eu também entro nas seções de comentários, por curiosidade. Mas aquele tipo de curiosidade que "matou o gato", porque geralmente me decepciona ver tanta besteira sendo dita por pessoas em espaços virtuais. E você, talvez, poderia completar: "essas pessoas... de direita, negacionistas da ciência..." Olha, eu até poderia concordar contigo que elas existem, são numerosas e que podem ser perigosas. Mas eu me vejo mais desconcertado com as pseudagens do outro lado da polarização, porque parece que são até piores que as tipicamente endossadas por autodeclarados conservadores. Porque essas pseudagens "de esquerda" correspondem, de maneira significativa (mas não absoluta), às próprias bases do sistema de crenças dito progressista, além de também se acoplarem a alguns dos conhecimentos mais básicos que nós, humanos, podemos ter, que chegam a ser até intuitivos à nossa percepção de tão básicos, particularmente uma subversão de alguns dos aspectos mais elementares de uma perspectiva psicológica, social, cultural, histórica, ou simplesmente humana, tornando-as tão ou mais perigosas, enquanto que as pseudagens "de direita" tendem a cair em categorias mais tradicionais ou características de pseudociência que geralmente e, pelo menos, não negam fatos tão básicos da nossa realidade prática, como as diferenças humanas de natureza mais intrínseca...
sábado, 30 de agosto de 2025
O que também leva as pessoas a acreditarem na pseudociência da tábula rasa??
Especialmente aquelas com altas capacidades cognitivas, além da própria irracionalidade* de apresentarem essa crença??
O que já falei antes em outros textos: uma autoprojeção ou extrapolação da própria situação pessoal, de contexto situacional, sobre perspectivas alheias*, mas também de aspectos mais intrínsecos, como as capacidades cognitivas, como se, o que ''funciona'' ou ''funcionou'' para elas, também fosse perfeitamente ensinável para os outros, ou pelo menos para uma maioria. Basicamente uma confusão de perspectiva pessoal com perspectiva universal, em que uma facilidade mais inata para apreender informações, regras e/ou técnicas, mais uma deficiência em autoconhecimento, relacionada com uma deficiência de pensamento racional, leva algumas ou muitas pessoas, especialmente aquelas com esse perfil de altas capacidades, a acreditarem que, o que acontece com elas, também pode acontecer com os outros, que tudo é apenas uma questão de vontade, esforço ou persistência, e de "educação"...
* O que não deixa de ser um aspecto estrutural da irracionalidade
Outro fator que costuma gerar essa confusão é o de pertencer a uma classe social mais alta, já que pode passar uma falsa impressão de que os desafios pessoais, especialmente os de natureza financeira, dos indivíduos que pertencem às classes sociais mais baixas, podem ser tão facilmente manejáveis quanto dos que pertencem às classes mais altas, que tudo depende da vontade ou capacidade do indivíduo, desprezando completamente contextos desfavoráveis, enfim, reforçando e replicando a narrativa falaciosa do neoliberalismo econômico, de afirmação de responsabilidade individual como único fator relevante para a situação de um indivíduo, delegando ao contexto social, pouca ou nenhuma importância.
sábado, 24 de maio de 2025
Sobre o terraplanismo do comportamento
O terraplanismo virou sinônimo informal para pseudociências em redes sociais nos últimos anos.Também pudera, por ser uma das pseudociências mais óbvias, uma falsificação absurda de fatos científicos atualmente muito básicos, como o formato do planeta Terra, se tornou alvo fácil para o deboche, especialmente entre os que se pensam como mais entendidos em ciências. Por isso que eu também resolvi adotá-lo para me referir a uma série de pseudo conhecimentos, mas sobre o comportamento humano, que têm se tornado hegemônicos no governo, na mídia e na academia, e que, por ironia do destino, tendem a ser erroneamente ratificados como conhecimentos legítimos por muitos dos que adoram caçoar dos terraplanistas originais... Também me acostumei a chamar esses terraplanismos de "pseudociências do bem" (ideologicamente enviesadas à "esquerda" no espectro político-ideológico). Então, sem mais demora, vamos a eles:
terça-feira, 25 de março de 2025
A replicação de um achado pseudocientífico
A suposta correlação (quase causal) entre QI e racionalidade, nesse novo estudo abaixo:
quarta-feira, 9 de outubro de 2024
Não é apenas a direita que adota pseudociências... O caso das pseudociências "do bem"[vídeo do meu canal no youtube]
https://www.youtube.com/watch?v=_WZPO09XU-4
terça-feira, 30 de julho de 2024
Sobre diferenças e semelhanças entre pseudociência e pseudofilosofia/About differences and similarities between pseudoscience and pseudophilosophy
Uma diferença
sexta-feira, 12 de julho de 2024
A diferença entre pseudociências "do bem" e a filosofia/The difference between pseudosciences of good and philosophy
Uma pseudociência "do bem" ou "de esquerda" é uma categoria de pseudociência que eu identifiquei e determinei, de falsificação específica da prática científica em que ocorre o estabelecimento de um código moral, do que se considera certo ou errado, ao invés de, antes, priorizar a busca pelo conhecimento, do que é verdadeiro ou falso. E por isso também pode ser considerada uma pseudofilosofia, por estabelecer uma moralização, como também faz a filosofia, mas invertendo a ordem mais ideal da sabedoria e, portanto, da justiça, ao impor uma moralidade antes de buscar por uma análise imparcial e objetiva ou racional dos fatos, de ponderação no pensamento e no julgamento. Em outras palavras, impõe-se o certo e o errado sem ser estritamente com base no que é verdadeiro ou falso. Tal como, por exemplo, de se fazer uma afirmação sem evidência tratando-a como uma verdade absoluta ou desprezando a necessidade de confirmá-la se por meios empíricos ou por verificação comparativa entre o que se afirma e sobre o que se afirma. O certo e o errado impostos, sem evidência ou análise racional, como verdadeiro e falso. Então, a filosofia também visa estabelecer uma moralidade ou construir uma consciência crítica sobre o que se pensa e o que se faz. A diferença em relação à pseudociência do bem é que essa moralização só acontece a partir de uma análise racional.
Nesse sentido, as pseudociências do bem pouco se diferem das religiões tradicionais, por ambas se basearem nessa inversão da prática mais ideal da filosofia. Uma das únicas grandes diferenças entre elas, como já postulei em outros textos, é que as religiões tradicionais expressam um anti intelectualismo, uma crença a partir da fé ou suspensão do pensamento lógico-racional, enquanto que as ideologias políticas, especialmente as de esquerda, e que também podem ser categorizadas como pseudociências (que eu ainda acrescentei o complemento sarcástico "do bem"), expressam um pseudo intelectualismo, basicamente o mesmo que o anti intelectualismo, só que visando se passar como ciência ou filosofia, como uma espécie de falsificação da razão, não necessariamente como uma negação explícita da mesma.
A pseudoscience of "good" or of the left is a category of pseudoscience that I have identified and determined, of specific falsification of scientific practice in which the establishment of a moral code occurs, of what is considered right or wrong, instead of, rather, prioritize the search for knowledge, of what is true or false. And for this reason it can also be considered a pseudophilosophy, as it establishes a moralization, as philosophy also does, but inverting the most ideal order of wisdom and, therefore, justice, by imposing a morality before seeking an impartial and objective analysis or rationality of facts, of weighting in thought and judgment. In other words, right and wrong are imposed without being strictly based on what is true or false. Such as, for example, making a statement without evidence, treating it as an absolute truth or disregarding the need to confirm it whether by empirical means or by comparative verification between what is stated and what is stated about. Right and wrong imposed, without evidence or rational analysis, as true and false. So, philosophy also aims to establish morality or build a critical consciousness about what one thinks and what one does. The difference in relation to the pseudoscience of good is that this moralization only occurs based on a rational analysis.
In this sense, the pseudosciences of good differ little from traditional religions, as both are based on this inversion of the most ideal practice of philosophy. One of the only major differences between them, as I have already postulated in other texts, is that traditional religions express an anti-intellectualism, a belief based on faith or suspension of logical-rational thinking, while political ideologies, especially those of left, and which can also be categorized as pseudosciences (which I also added the sarcastic complement "of good"), express a pseudo intellectualism, basically the same as anti-intellectualism, only aiming to pass itself off as science or philosophy, as a species of falsification of reason, not necessarily as an explicit denial of it.
domingo, 23 de junho de 2024
Razões para ser ou se tornar um progressista dissidente às esquerdas marxista e identitário-burguesa/Reasons to be or become a progressive dissident to the Marxist and bourgeois-identitarian Lefts
Ambas, apesar de se declararem como progressistas, na verdade, são regressistas (em relação à melhorias sociais), porque, mesmo se bem intencionadas*, se baseiam em crenças, ideias e/ou pensamentos que destoam variavelmente dos fatos e de análises mais ponderadas, se comportando como "pseudociências do bem", em que ocorre uma inversão da ordem de ouro da sabedoria e, portanto, da justiça, em que a moralidade, ou o que se considera como certo ou errado, determina o que se considera como falso ou verdadeiro, e não, primeiro, a busca pela verdade objetiva e imparcial como determinante moral. E quando muitas dessas crenças, ideias ou pensamentos se concretizam como políticas públicas, tendem a prejudicar, a médio e longo prazo, mas mesmo a curto prazo, inclusive os próprios "progressistas". Por exemplo, políticas de multiculturalismo e/ou imigração em massa, sem controle, em que ocorre a entrada e o aumento de indivíduos vindos de culturas machistas e homofóbicas ao país que os recebe, e que também tendem a apresentar capacidades cognitivas baixas, incluindo a de racionalidade (traços mais intrínsecos, geralmente, pouco reativos à intervenções sociais ou educativas), causando um aumento proporcional de violência e outros tipos de conflitos diretamente relacionados a essas diferenças culturais, psicológicas e cognitivas intratáveis. E ainda associado a isso, só para piorar um pouco mais, existe a imposição do politicamente correto ou polícia de pensamento "de esquerda", que tolera a intolerância importada e penaliza dissidentes ideológicos que criticam essas políticas...
* Se em relação às suas "elites", é pouco provável...
Já em relação à esquerda marxista ou revolucionária, "de raiz", a mesma, enquanto se diz a favor da democracia, defende ditaduras como Cuba, China e Irã, por se declararem "socialistas" ou como antagonistas aos EUA e seus aliados; faz o mesmo com países historicamente "socialistas", como a extinta URSS, fazendo pouco caso sobre os seus múltiplos crimes cometidos enquanto existiu... Enfim, apresenta o mesmo fanatismo extremo de seita ou culto, incapaz de uma autocrítica ponderada, de evoluir além do nível muito baixo de coerência moral e intelectual em que se posiciona desde a primeira revolução "popular", na Rússia. Por isso que também não tem como seguir apenas a lógica progressista, de defesa pela justiça social, e continuar alinhado ideologicamente à pelo menos uma das esquerdas principais.
Both, despite declaring themselves to be progressive, are actually regressive (in relation to social improvements), because, even if well-intentioned*, they are based on beliefs, ideas and/or thoughts that vary from facts and more considered analyses. , behaving like "pseudosciences of good", in which there is an inversion of the golden order of wisdom and, therefore, of justice, in which morality, or what is considered right or wrong, determines what is considered false or true, and not, first, the search for objective and impartial truth as a moral determinant. And when many of these beliefs, ideas or thoughts materialize as public policies, they tend to harm, in the medium and long term, but even in the short term, including the "progressives" themselves. For example, policies of multiculturalism and/or mass, uncontrolled immigration, in which the entry and increase of individuals from sexist and homophobic cultures occurs in the country that receives them, and who also tend to have low cognitive abilities, including of rationality (more intrinsic traits, generally not very reactive to social or educational interventions), causing a proportional increase in violence and other types of conflicts directly related to these intractable cultural, psychological and cognitive differences. And also associated with this, just to make things a little worse, there is the imposition of political correctness or "left-wing" thought police, which tolerates imported intolerance and penalizes ideological dissidents who criticize these policies...
* If in relation to your "elites", it is unlikely...
In relation to the Marxist or revolutionary left, while it claims to be in favor of democracy, it defends dictatorships such as Cuba, China and Iran, for declaring themselves "socialist" or as antagonists to the USA and its allies; does the same with historically "socialist" countries, such as the extinct USSR, making light of its multiple crimes committed while it existed... In short, it presents the same extreme fanaticism of a sect or cult, incapable of thoughtful self-criticism, of evolving beyond of the very low level of moral and intellectual coherence at which it has been positioned since the first "popular" revolution in Russia. That's why there's no way to just follow the progressive logic, defending social justice, and continue ideologically aligned with at least one of the main lefts.
quarta-feira, 5 de junho de 2024
Variações de pseudociências/Pseudoscience Variations
Entre as pseudociências, existe um espectro de variação de legitimidade científica, de modo que, algumas pseudociências estão mais próximas de uma ciência verdadeira do que outras. Nesse texto, usarei exemplos para ilustrar suas diferenças.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2024
Mais uma lista de provocações necessárias
1. Outra contradição [absoluta] de "esquerda"