Eu já comentei sobre a diferença entre internalizadores ativos e passivos em que os primeiros se consistiriam em proto- pensadores/reflexivos que manipulam aquilo que internalizaram ou que internalizam, e também como proto-pensadores divergentes/criativos e os segundos que tendem a usar as informações internalizadas de modo passivo, sem repensar ou repensando pouco sobre elas. Bem não sei se comentei sobre outras possíveis e ou identificáveis diferenças entre aqueles que são de internalizadores predominantes e aqueles que são de pensadores predominantes. Os próprios termos falam por si mesmos.
Pensadores ou reflexivos predominantes estão em uma constância de auto-atualização, infelizmente nem todos ou mesmo a maioria não o faz em direção à sabedoria. Internalizadores predominantes se tornam obsoletos ainda em vida enquanto que pensadores predominantes e sábios estão sempre melhorando para o seu bem ou para o bem comum os seus modos de vivenciar, de interagir, de agir, de se adaptar, de sobreviver.
Eu não preciso dizer que a maioria das pessoas sejam de internalizadores predominantes que de acordo com as suas formas e expressões internalizam aquilo que lhes for intrinsecamente conveniente sem pensar muito no bem comum.
Homens ''de ação'' são em sua maioria de ''predominantemente estúpidos'' por regurgitarem as suas internalizações muitas vezes quase intocadas sem refletir nelas e em suas consequências ou reverberações, deixando subjacente quanto à sua natureza moral.
Maior é o juízo, maior é a autoconsciência e consciência sobre a realidade, maiores e mais numerosos serão os obstáculos para colocarem pensadores reflexivos em plena ação e de preferência, em ação que adentre nos ''campos de força'' existenciais das outras pessoas, isto é, tendo alcance macro-social ou de ''intrusões''.
Os internalizadores são ''dogmáticos (minimamente corretos ou não) naturais'' porque ao internalizarem e ao não re-estudarem as informações internalizadas passarão a regurgitá-las, exatamente da maneira com que internalizaram, tal como se faz no próprio do ato de regurgitar.
E percebam o quão convidativa se torna esta metáfora, porque a partir do momento em que internalizam certa informação, dependendo de sua natureza ou de sua capacidade para causar desarmonias, ao regurgitarem a mesma o farão tal como se vomitassem ignorância e estupidez, a dobradinha usual da ''infalível'' mente humana.
Portanto podemos ter um espectro que começa entre os internalizadores (uma tendência universal entre os seres vivos não-humanos) ou ''lógica orgânica'' (o uso subconsciente/fluido/instintivo das próprias características biológicas na sobrevivência): passivos a ativos ou internalizadores proto-criativos e pensadores reflexivos. Internalizadores, em geral, internalizam mais e pensam menos.
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terça-feira, 30 de agosto de 2016
domingo, 21 de agosto de 2016
O ser humano (indivíduo) é adaptável.... conte outra!!!
Acreditamos que o ser humano, a nível individual, seja adaptável, mas não parece...
Para se ser realmente adaptável (não confundir com adaptado) é necessário ter o mínimo de sabedoria (e muitas vezes o máximo de astúcia) para:
- entender a si mesmo, forças e fraquezas,
- entender o lugar e tempo em que está,
- entender os outros pares de convivência/interação,
- ser um pensador ou um internalizador ativo prodigioso, e portanto, ter bem desenvolvido e constante o pensar crítico e analítico, e claro, direcionados para a realidade,
- e além de um pensador ou internalizador ativo prodigioso, também é preciso ser constante neste quesito para estar atento às mudanças no ambiente...
... em suma, de se desenvolver um conhecimento minimamente factual/correto sobre a realidade em que se está e a partir daí se antecipar à mesma de modo vantajoso para si, de modo imoral, amoral ou mesmo, moral, sim, isso também é possível.
A maioria das pessoas não tem como forte: inteligência/cognição intrapessoal, interpessoal -- e -- naturalista, compreensão factual, sabedoria cognitiva ou capacidade de julgamento moral.
Atualmente a apoteose ocidental vive a sua agonia (costumeira* quase que como um dejà vu*) vendo as suas populações originais envelhecerem e secarem de filhos, se misturando, e ao mesmo tempo vendo os seus territórios serem progressivamente tomados por ''imigrantes'', enfim, a sua ruína absoluta, desde a raiz.
E a grande maioria dos indivíduos de suas populações originais, pelo que parece, em grave perigo bio-existencial, até agora não demonstrou qualquer ''grande'' capacidade para se adaptar a esta situação.
E vos digo que existem muitas possibilidades, mas apenas algumas, das mais óbvias que tem sido... pensadas por eles, pensadas, porque na prática, até agora nada.
As populações originais do ''Ocidente'' mais parece que se dividem em dois subgrupos mais largos: os pseudo-intelectuais e vikings amalgamados...
O resultado não poderia ser mais desastroso.
O adaptável, ao compreender o ambiente, pode se antecipar ao mesmo, diga-se, a qualquer ambiente, de fato SE ADAPTANDO, ao invés de SER ADAPTADO... o que realmente costuma acontecer com a maioria dos indivíduos humanos...
Como resultado a velha ideia de que indivíduos humanos sejam adaptáveis, isto é, que consigam compreender minimamente bem o ambiente em que se está, de maneira holística e a priore superficialmente/horizontalmente abrangente parece se consistir em mais um pensamento vago e equivocado sobre o que realmente se passa e o comportamento predominante das populações euro-caucasianas/originais do Ocidente, rente à uma de suas maiores ameaças bio-existenciais, mostra que, sejam eles de pseudo-intelectuais ou de vikings amalgamados, não serão ou, não estão se comportando como ''adaptáveis/adapta-ativos'', visto que os primeiros tenderão a exibir baixa compreensão factual naturalista, isto é, em relação à própria natureza humana, exagerando na complexidade de seus pensamentos abstratos e perdendo o foco, o objetivo do conhecimento, que se consiste na compreensão factual ou objetividade filosófica, em especial no caso dos seres humanos, que em condições ideais, resultaria na transcendência de um destino selado pela sorte da seleção natural subconsciente e cadeia alimentar, para um destino bem mais controlado, consciente e potencialmente qualitativo.
O sábio mostra-se mais uma vez como um tipo essencialmente adaptável, só que como tenderá a estar muito a frente da cadeia hierárquica/alimentar humana, tenderá a não sê-lo na prática, ainda que o fará muito bem na teoria (e esta realidade determinará a experimentação existencial do sábio, perfeito/ideal em teoria, na maioria das vezes inerte na prática), porque a regressão da sabedoria caminhará para um comportamento astuto, um retrocesso para quem conhece de modo realista e preciso as vantagens fáceis do egoísmo e que tende a rejeitá-las, não por ignorância/ingenuidade, mas por puro conhecimento, isto é, mesmo depois de internalizar e construir um mapa da realidade bastante verossímil ainda assim evitar o uso equivocado deste poder/conhecimento de maneira predatória a parasitária em relação aos outros.
O sábio, comparando-o com o reino dos seres vivos não-humanos, mais se parecerá com o pós-parasita, ou seja, estabelecendo uma relação de simbiose ou mutualismo.
E o potencial para a capacidade adaptativa em sua expressão espectralmente ideal se encontrará no meio do caminho de onde todos os caminhos unilaterais poderão ser metaforicamente visualizados e compreendidos. Portanto, quem enfatiza o seu mapa da realidade com base em filtros unilaterais, é mais provável de se atomizar em relação à muitas outras possibilidades adaptativas.
Para se ser realmente adaptável (não confundir com adaptado) é necessário ter o mínimo de sabedoria (e muitas vezes o máximo de astúcia) para:
- entender a si mesmo, forças e fraquezas,
- entender o lugar e tempo em que está,
- entender os outros pares de convivência/interação,
- ser um pensador ou um internalizador ativo prodigioso, e portanto, ter bem desenvolvido e constante o pensar crítico e analítico, e claro, direcionados para a realidade,
- e além de um pensador ou internalizador ativo prodigioso, também é preciso ser constante neste quesito para estar atento às mudanças no ambiente...
... em suma, de se desenvolver um conhecimento minimamente factual/correto sobre a realidade em que se está e a partir daí se antecipar à mesma de modo vantajoso para si, de modo imoral, amoral ou mesmo, moral, sim, isso também é possível.
A maioria das pessoas não tem como forte: inteligência/cognição intrapessoal, interpessoal -- e -- naturalista, compreensão factual, sabedoria cognitiva ou capacidade de julgamento moral.
Atualmente a apoteose ocidental vive a sua agonia (costumeira* quase que como um dejà vu*) vendo as suas populações originais envelhecerem e secarem de filhos, se misturando, e ao mesmo tempo vendo os seus territórios serem progressivamente tomados por ''imigrantes'', enfim, a sua ruína absoluta, desde a raiz.
E a grande maioria dos indivíduos de suas populações originais, pelo que parece, em grave perigo bio-existencial, até agora não demonstrou qualquer ''grande'' capacidade para se adaptar a esta situação.
E vos digo que existem muitas possibilidades, mas apenas algumas, das mais óbvias que tem sido... pensadas por eles, pensadas, porque na prática, até agora nada.
As populações originais do ''Ocidente'' mais parece que se dividem em dois subgrupos mais largos: os pseudo-intelectuais e vikings amalgamados...
O resultado não poderia ser mais desastroso.
O adaptável, ao compreender o ambiente, pode se antecipar ao mesmo, diga-se, a qualquer ambiente, de fato SE ADAPTANDO, ao invés de SER ADAPTADO... o que realmente costuma acontecer com a maioria dos indivíduos humanos...
Como resultado a velha ideia de que indivíduos humanos sejam adaptáveis, isto é, que consigam compreender minimamente bem o ambiente em que se está, de maneira holística e a priore superficialmente/horizontalmente abrangente parece se consistir em mais um pensamento vago e equivocado sobre o que realmente se passa e o comportamento predominante das populações euro-caucasianas/originais do Ocidente, rente à uma de suas maiores ameaças bio-existenciais, mostra que, sejam eles de pseudo-intelectuais ou de vikings amalgamados, não serão ou, não estão se comportando como ''adaptáveis/adapta-ativos'', visto que os primeiros tenderão a exibir baixa compreensão factual naturalista, isto é, em relação à própria natureza humana, exagerando na complexidade de seus pensamentos abstratos e perdendo o foco, o objetivo do conhecimento, que se consiste na compreensão factual ou objetividade filosófica, em especial no caso dos seres humanos, que em condições ideais, resultaria na transcendência de um destino selado pela sorte da seleção natural subconsciente e cadeia alimentar, para um destino bem mais controlado, consciente e potencialmente qualitativo.
O sábio mostra-se mais uma vez como um tipo essencialmente adaptável, só que como tenderá a estar muito a frente da cadeia hierárquica/alimentar humana, tenderá a não sê-lo na prática, ainda que o fará muito bem na teoria (e esta realidade determinará a experimentação existencial do sábio, perfeito/ideal em teoria, na maioria das vezes inerte na prática), porque a regressão da sabedoria caminhará para um comportamento astuto, um retrocesso para quem conhece de modo realista e preciso as vantagens fáceis do egoísmo e que tende a rejeitá-las, não por ignorância/ingenuidade, mas por puro conhecimento, isto é, mesmo depois de internalizar e construir um mapa da realidade bastante verossímil ainda assim evitar o uso equivocado deste poder/conhecimento de maneira predatória a parasitária em relação aos outros.
O sábio, comparando-o com o reino dos seres vivos não-humanos, mais se parecerá com o pós-parasita, ou seja, estabelecendo uma relação de simbiose ou mutualismo.
E o potencial para a capacidade adaptativa em sua expressão espectralmente ideal se encontrará no meio do caminho de onde todos os caminhos unilaterais poderão ser metaforicamente visualizados e compreendidos. Portanto, quem enfatiza o seu mapa da realidade com base em filtros unilaterais, é mais provável de se atomizar em relação à muitas outras possibilidades adaptativas.
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sábado, 20 de agosto de 2016
Instintivo automático lógico, instintivo automático ilógico e automático/manual sábio
Instintivo, naturalisticamente lógico, automático, o "conservador"
Características invariavelmente universais:
- Friamente emocional,
- pragmático,
- naturalisticamente lógico,
- pensador rigidamente objetivo.
Instintivo ilógico, automático, o "socialmente liberal"
Características invariavelmente universais:
- Histericamente emocional,
- simpático,
- naturalisticamente 'ilógico'',
- pensador rigidamente ambíguo.
... e como eu já comentei = perfil intermediário entre o internalizador/''pensador' comum/ passivo e o pensador/verdadeiro intelectual/sábio/ativo
''piloto automático''
Sábio
O pensador crítico-analítico, que ao longo de sua vida vai construindo um sistema moral pessoal exponencialmente completo.
O pensador objetivamente moral, rigidamente perfeccionista, anti-culto/cultural.
O revisor da realidade
Como eu já comentei o sábio ao contrário da ideia popular de se consistir em um ser ''puro'' de 'razão' na verdade se caracterizaria justamente pela completude comportamental, do instinto à razão. Seres ''puramente'' racionais, se existirem, e se forem realmente racionais, tendem ou podem ser demasiadamente cépticos ou ''manuais'' em suas maneiras de pensar e de construir as suas realidades, resultando em um efeito similar ao predomínio do instinto.
Saber e não-saber é a verdadeira razão. Como eu também já falei, nem todos os nossos preconceitos cognitivos que serão equivocados. É papel e talento do sábio saber construir o melhor mapa da realidade moral/essencial e não apenas ''humana''...
O instinto é o começo, precisamos começar de algum começo, e enquanto que o pseudo-racional, hiper-céptico, tenderá a se confundir durante este processo construtivo, em especial a partir do momento em que considerar-se livre de qualquer pensamento equivocadamente tendencioso, o verdadeiro racional, o sábio, o fará, com base em erros e acertos. Em suma, a sabedoria é a bússola moral mais precisa...
Características invariavelmente universais:
- Friamente emocional,
- pragmático,
- naturalisticamente lógico,
- pensador rigidamente objetivo.
Instintivo ilógico, automático, o "socialmente liberal"
Características invariavelmente universais:
- Histericamente emocional,
- simpático,
- naturalisticamente 'ilógico'',
- pensador rigidamente ambíguo.
... e como eu já comentei = perfil intermediário entre o internalizador/''pensador' comum/ passivo e o pensador/verdadeiro intelectual/sábio/ativo
''piloto automático''
Sábio
O pensador crítico-analítico, que ao longo de sua vida vai construindo um sistema moral pessoal exponencialmente completo.
O pensador objetivamente moral, rigidamente perfeccionista, anti-culto/cultural.
O revisor da realidade
Como eu já comentei o sábio ao contrário da ideia popular de se consistir em um ser ''puro'' de 'razão' na verdade se caracterizaria justamente pela completude comportamental, do instinto à razão. Seres ''puramente'' racionais, se existirem, e se forem realmente racionais, tendem ou podem ser demasiadamente cépticos ou ''manuais'' em suas maneiras de pensar e de construir as suas realidades, resultando em um efeito similar ao predomínio do instinto.
Saber e não-saber é a verdadeira razão. Como eu também já falei, nem todos os nossos preconceitos cognitivos que serão equivocados. É papel e talento do sábio saber construir o melhor mapa da realidade moral/essencial e não apenas ''humana''...
O instinto é o começo, precisamos começar de algum começo, e enquanto que o pseudo-racional, hiper-céptico, tenderá a se confundir durante este processo construtivo, em especial a partir do momento em que considerar-se livre de qualquer pensamento equivocadamente tendencioso, o verdadeiro racional, o sábio, o fará, com base em erros e acertos. Em suma, a sabedoria é a bússola moral mais precisa...
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Combo de ideias interessantes (ou não)
1- A "humanidade" precisa de hospícios discretos e não (apenas) de escolas
2- Internalizadores passivos versus internalizadores ativos ou manipulativos - - - criativos
Internalizador lógico e ilógico
Não aprendemos porque na maior parte das vezes apreendemos e de acordo com as características biológicas de nossos sistemas corpo e mente.
Internalizamos e usamos essas apreensões a ''nosso'' favor, ou acreditamos que assim o fazemos.
O aprender é basicamente a compreensão factual, é o apreender de um reflexo espectralmente perfeccionista da realidade.
O internalizar é o modo habitual de raciocínio humano que a Priore não obedece a critérios qualitativos que resultaria em uma constância em sua compreensão factual. Somos como esponjas que absorvem água. Absorvemos /internalizamos e o sábio é aquele que passa a questionar as suas próprias internalizações pra ver se elas refletem a verdade factual mas também holisticamente sensorial (emocional) que inevitavelmente terá como fim a harmonia, a busca pela harmonia ou a maximização da segurança existencial.
O clássico estupido raramente o faz e portanto tende a toma-las (as suas internalizações) como verdades absolutas sem qualquer precisa e necessária reflexão.
Somos todos de internalizadores e alguns poucos que serão por definitivo de pensadores constantes, predominantemente eficientes e fundamentalmente realistas. Todos nós pensamos é claro mas geralmente esta capacidade se dará de modo mais mecânico/instintivo/internalizante do que reflectante.
Ao invés de pensadores divergentes e convergentes eu penso que seria melhor via precisão semântica usar o adjetivo "internalizador" como um termo ainda mais corretamente constatável do que este que tem sido usado.
Também preferi mudar o termo divergente e convergente por acreditar que a divergência inevitavelmente se converterá em uma convergência, isto é, havendo uma continuidade complementar por passivo/ativo. E também porque estes termos parecem evidenciar com melhor eficiência em como que criatividade e conformidade se manifestam. Então internalizamos e os mais criativos serão ativos em relação àquilo que internalizaram via manipulação enquanto que o internalizador habitual aceitará ou tomará as suas internalizações como verdades finais ou absolutas
3- Autista: "o pensador lento/deliberado", tdah/psicoses: "o pensador rápido/precipitado"
4- Por que eu consigo ler perfeitamente em voz baixa ou sussurrando?
O ponto crítico da disfluência.
Por lógica operacional, o gago deveria gaguejar mesmo quando lê ou fala em voz... só que isso não acontece, ao menos comigo.
Eu consigo ler ou falar, até perfeitamente quando o faço em voz baixa/e aos sussurros.
Por que será**
Eu tenho voz baixa, interior, um pouco nasalada e a maioria das pessoas não entendem o que falo, pela primeira vez..
Eu sempre gaguejo quando alguém não entende o que eu disse e pede para que explique novamente.
Talvez eu também consiga falar/ler se o fizer aos gritos
É claro que eu tenho uma zona de desconforto em relação ao volume de minha voz, pois quando eu preciso repetir o que eu disse eu tendo a aumentar o volume da voz, um pouco acima de minha média de volume da voz.
5- Aprender é reanalisar e domesticar o instinto
6- IDI índice de desenvolvimento individual
A metáfora dos países e dos indivíduos
Estúpidos universais ou idiotas morais são como os países mais pobres
80% de ''pobres'' ou "80%" de ignorância
Os sábios são como os países mais ricos em qualidade de vida
7- Família nuclear gera maior competição interna, atomização social e fracionamento das comunidades
8- A filosofia é uma tentativa de freio da humanidade
Veja o que você esta fazendo
Sem ela a humanidade mais parece se comportar como um trem desgovernado
9- Serenidade, a "melancolia alegre"
O lado mais iluminado ou menos escuro da melancolia, uma pequena, contida e constante alegria
A calma contemplativa
10- Coletividades não, plurindividualidades, sim
Qual é a diferença??
O coletivo sacrifica o indivíduo
A plurindividualidade o valoriza mas mantendo-se e entendendo-se como um organismo
11- Sem firulas, eis o filósofo
O pensador objetivo, fulminante e holístico
A principal ilusão ou distração humana, o fator g de todas as outras distrações, é a de nos desviar daquilo que realmente importa
O filósofo verdadeiro é o menos distraído
Um dos principais trabalhos do filósofo é justamente o de manter o foco no mundo real além da ilusão humana e enquanto um mediador do espectro existencial/transcendental maior de ''nossa'' espécie.
12- Ímpar e par
O estado emocional impar como a melancolia é como uma laranja cítrica que apesar de sua acidez pode-se extrair sensações mais adocicadas enquanto que um estado emocional par se consiste naquele que é o fim em si mesmo ao invés de um possível começo tal como uma laranja estragada ou já muito doce, em que a sua finalidade já se revela logo no primeiro sentir.
O impar é a possibilidade ou riqueza de caminhos. O par é a bruta conclusão, sem qualquer chance de desvio ou independência.
13- Pra que tanto livro?? Criatividade e inteligência... Sem sabedoria
"quem lê tanta Notícia"
Desperdício lógico-criativo, a norma humana de se pensar
Pra quê tanto livro didático, cadernos, se no final, todo este material didático terá pouco efeito na inteligência humana e ainda por cima emporcalhará a natureza??
Agora vamos pensar quantos bilhões de lápis, borrachas, cadernos e livros são feitos por ano, usados e desperdiçados, e pra quê??
A educação faz todos geniais??
Qual é a eficiência da educação em, supostamente, prover maior conhecimento aos seres humanos?? Ou será que alguns ensinamentos extremamente importantes, algumas técnicas essenciais não estão sendo ensinadas?? Como o autoconhecimento e em como pensar corretamente?
14- Abertura para a experiência cognitiva ou impulsividade cognitiva : Criatividade
A criatividade é uma forma de abertura para experiência, eufemismo para impulsividade, puramente intelectual, para explorar novas possibilidades de vivência ou de uso
15- Por que a maioria dos seres humanos são egoístas?? Porque a maioria deles é de autômatos subconscientes que acabam atendendo aos seus desejos vitais ou imediatistas ao invés de tentarem repensar as suas ações em especial àquelas que lhes são ou que lhes parecem naturalmente cabíveis/desejadas. De fato é muito ruim quando nos preparamos para certa ação e a interrompemos no meio do processo. E esta realidade manifesta-se de maneira predominante em nossas vidas e ''passa batida'' para uma importante parcela dos seres humanos.
16- Na onda de meu escrutínio semi-caótico sobre a dualidade proposta: automático/instintivo -- manual/reflexivo .... a gagueira enquanto uma falha instintiva na comunicação oral abstrata
Aprendemos a andar e depois de um tempo nunca mais esquecemos...
Muitos aprendem a andar de bicicleta e tal aprendizado nunca se esquece, em condições normais...
Também aprendemos a falar que geralmente se dá sem maiores percalços. Menos no caso dos gagos que passam a exibir disfluência...
O gago, como eu já falei antes acredita subconscientemente que a fala é manual, mas na verdade, para a maioria das pessoas que não gaguejam, a fala é instintiva. Fala-se sem saber como se fala enquanto que o gago a partir do momento em que percebe em si uma dificuldade quanto à naturalidade instintiva (se não for um pleonasmo) da fala, passa a tentar falar de maneira manual, isto é, ''mexendo na marcha'', estudando o próprio ato ''mecânico' da mesma e claro resultando em nervosismo.
[A esquizofrenia como uma disfluência da mente para capturar e entender a realidade/verdade objetiva]
Portanto a gagueira pode ser também entendida como um modo manual da fala ao invés do automático/instintivo, similar a outras condições como a dislexia.
Algo que para a maioria é: direto, espontâneo, fácil, básico, instintivo ... para gagos, disléxicos e outros, será quase uma epopeia. Parece elementar que o gago encontra-se menos evoluído neste aspecto e também interessante pensar que o ''manual'' possa representar tanto uma evolução quanto um atraso, ou os mesmos, isto é, que a gagueira, por exemplo, talvez possa representar ao mesmo tempo o passado humano de transição para a evolução psico-cognitiva em direção à capacidade instintiva/automática de aprendizado da linguagem ou ''habilidade oral ou de fala abstrata'', assim como também um atraso, por mostrar-se, por agora, mal-adaptativa.
O manual portanto parece representar, dependendo da característica, um desafio/dificuldade/fraqueza, ou uma facilidade/força.
2- Internalizadores passivos versus internalizadores ativos ou manipulativos - - - criativos
Internalizador lógico e ilógico
Não aprendemos porque na maior parte das vezes apreendemos e de acordo com as características biológicas de nossos sistemas corpo e mente.
Internalizamos e usamos essas apreensões a ''nosso'' favor, ou acreditamos que assim o fazemos.
O aprender é basicamente a compreensão factual, é o apreender de um reflexo espectralmente perfeccionista da realidade.
O internalizar é o modo habitual de raciocínio humano que a Priore não obedece a critérios qualitativos que resultaria em uma constância em sua compreensão factual. Somos como esponjas que absorvem água. Absorvemos /internalizamos e o sábio é aquele que passa a questionar as suas próprias internalizações pra ver se elas refletem a verdade factual mas também holisticamente sensorial (emocional) que inevitavelmente terá como fim a harmonia, a busca pela harmonia ou a maximização da segurança existencial.
O clássico estupido raramente o faz e portanto tende a toma-las (as suas internalizações) como verdades absolutas sem qualquer precisa e necessária reflexão.
Somos todos de internalizadores e alguns poucos que serão por definitivo de pensadores constantes, predominantemente eficientes e fundamentalmente realistas. Todos nós pensamos é claro mas geralmente esta capacidade se dará de modo mais mecânico/instintivo/internalizante do que reflectante.
Ao invés de pensadores divergentes e convergentes eu penso que seria melhor via precisão semântica usar o adjetivo "internalizador" como um termo ainda mais corretamente constatável do que este que tem sido usado.
Também preferi mudar o termo divergente e convergente por acreditar que a divergência inevitavelmente se converterá em uma convergência, isto é, havendo uma continuidade complementar por passivo/ativo. E também porque estes termos parecem evidenciar com melhor eficiência em como que criatividade e conformidade se manifestam. Então internalizamos e os mais criativos serão ativos em relação àquilo que internalizaram via manipulação enquanto que o internalizador habitual aceitará ou tomará as suas internalizações como verdades finais ou absolutas
3- Autista: "o pensador lento/deliberado", tdah/psicoses: "o pensador rápido/precipitado"
4- Por que eu consigo ler perfeitamente em voz baixa ou sussurrando?
O ponto crítico da disfluência.
Por lógica operacional, o gago deveria gaguejar mesmo quando lê ou fala em voz... só que isso não acontece, ao menos comigo.
Eu consigo ler ou falar, até perfeitamente quando o faço em voz baixa/e aos sussurros.
Por que será**
Eu tenho voz baixa, interior, um pouco nasalada e a maioria das pessoas não entendem o que falo, pela primeira vez..
Eu sempre gaguejo quando alguém não entende o que eu disse e pede para que explique novamente.
Talvez eu também consiga falar/ler se o fizer aos gritos
É claro que eu tenho uma zona de desconforto em relação ao volume de minha voz, pois quando eu preciso repetir o que eu disse eu tendo a aumentar o volume da voz, um pouco acima de minha média de volume da voz.
5- Aprender é reanalisar e domesticar o instinto
6- IDI índice de desenvolvimento individual
A metáfora dos países e dos indivíduos
Estúpidos universais ou idiotas morais são como os países mais pobres
80% de ''pobres'' ou "80%" de ignorância
Os sábios são como os países mais ricos em qualidade de vida
7- Família nuclear gera maior competição interna, atomização social e fracionamento das comunidades
8- A filosofia é uma tentativa de freio da humanidade
Veja o que você esta fazendo
Sem ela a humanidade mais parece se comportar como um trem desgovernado
9- Serenidade, a "melancolia alegre"
O lado mais iluminado ou menos escuro da melancolia, uma pequena, contida e constante alegria
A calma contemplativa
10- Coletividades não, plurindividualidades, sim
Qual é a diferença??
O coletivo sacrifica o indivíduo
A plurindividualidade o valoriza mas mantendo-se e entendendo-se como um organismo
11- Sem firulas, eis o filósofo
O pensador objetivo, fulminante e holístico
A principal ilusão ou distração humana, o fator g de todas as outras distrações, é a de nos desviar daquilo que realmente importa
O filósofo verdadeiro é o menos distraído
Um dos principais trabalhos do filósofo é justamente o de manter o foco no mundo real além da ilusão humana e enquanto um mediador do espectro existencial/transcendental maior de ''nossa'' espécie.
12- Ímpar e par
O estado emocional impar como a melancolia é como uma laranja cítrica que apesar de sua acidez pode-se extrair sensações mais adocicadas enquanto que um estado emocional par se consiste naquele que é o fim em si mesmo ao invés de um possível começo tal como uma laranja estragada ou já muito doce, em que a sua finalidade já se revela logo no primeiro sentir.
O impar é a possibilidade ou riqueza de caminhos. O par é a bruta conclusão, sem qualquer chance de desvio ou independência.
13- Pra que tanto livro?? Criatividade e inteligência... Sem sabedoria
"quem lê tanta Notícia"
Desperdício lógico-criativo, a norma humana de se pensar
Pra quê tanto livro didático, cadernos, se no final, todo este material didático terá pouco efeito na inteligência humana e ainda por cima emporcalhará a natureza??
Agora vamos pensar quantos bilhões de lápis, borrachas, cadernos e livros são feitos por ano, usados e desperdiçados, e pra quê??
A educação faz todos geniais??
Qual é a eficiência da educação em, supostamente, prover maior conhecimento aos seres humanos?? Ou será que alguns ensinamentos extremamente importantes, algumas técnicas essenciais não estão sendo ensinadas?? Como o autoconhecimento e em como pensar corretamente?
14- Abertura para a experiência cognitiva ou impulsividade cognitiva : Criatividade
A criatividade é uma forma de abertura para experiência, eufemismo para impulsividade, puramente intelectual, para explorar novas possibilidades de vivência ou de uso
15- Por que a maioria dos seres humanos são egoístas?? Porque a maioria deles é de autômatos subconscientes que acabam atendendo aos seus desejos vitais ou imediatistas ao invés de tentarem repensar as suas ações em especial àquelas que lhes são ou que lhes parecem naturalmente cabíveis/desejadas. De fato é muito ruim quando nos preparamos para certa ação e a interrompemos no meio do processo. E esta realidade manifesta-se de maneira predominante em nossas vidas e ''passa batida'' para uma importante parcela dos seres humanos.
16- Na onda de meu escrutínio semi-caótico sobre a dualidade proposta: automático/instintivo -- manual/reflexivo .... a gagueira enquanto uma falha instintiva na comunicação oral abstrata
Aprendemos a andar e depois de um tempo nunca mais esquecemos...
Muitos aprendem a andar de bicicleta e tal aprendizado nunca se esquece, em condições normais...
Também aprendemos a falar que geralmente se dá sem maiores percalços. Menos no caso dos gagos que passam a exibir disfluência...
O gago, como eu já falei antes acredita subconscientemente que a fala é manual, mas na verdade, para a maioria das pessoas que não gaguejam, a fala é instintiva. Fala-se sem saber como se fala enquanto que o gago a partir do momento em que percebe em si uma dificuldade quanto à naturalidade instintiva (se não for um pleonasmo) da fala, passa a tentar falar de maneira manual, isto é, ''mexendo na marcha'', estudando o próprio ato ''mecânico' da mesma e claro resultando em nervosismo.
[A esquizofrenia como uma disfluência da mente para capturar e entender a realidade/verdade objetiva]
Portanto a gagueira pode ser também entendida como um modo manual da fala ao invés do automático/instintivo, similar a outras condições como a dislexia.
Algo que para a maioria é: direto, espontâneo, fácil, básico, instintivo ... para gagos, disléxicos e outros, será quase uma epopeia. Parece elementar que o gago encontra-se menos evoluído neste aspecto e também interessante pensar que o ''manual'' possa representar tanto uma evolução quanto um atraso, ou os mesmos, isto é, que a gagueira, por exemplo, talvez possa representar ao mesmo tempo o passado humano de transição para a evolução psico-cognitiva em direção à capacidade instintiva/automática de aprendizado da linguagem ou ''habilidade oral ou de fala abstrata'', assim como também um atraso, por mostrar-se, por agora, mal-adaptativa.
O manual portanto parece representar, dependendo da característica, um desafio/dificuldade/fraqueza, ou uma facilidade/força.
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