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quarta-feira, 9 de novembro de 2022

Sobre "idiotas' escolarizados

 São indivíduos com ensino superior que são ou se tornam analfabetos científicos, como os anti vacina, e/ou analfabetos políticos, como os que sempre votam na (extrema) direita: em partidos e políticos que pregam pela depredação de direitos, a exploração predatória do meio ambiente por lucros, que fazem discursos hipócritas em defesa da "família", da "religião" e contra a corrupção, e que incitam o ódio irracional contra indivíduos e grupos por orientação sexual, raça... ; que fazem faculdade pensando especialmente no dinheiro que poderão ganhar; que escolhem profissão por pressão da família ou pelo prestígio social que carrega e não por verdadeira vocação; que param de estudar, de pensar criticamente (isso se algum dia tiveram esse hábito) depois que se formam e, como resultado, passam a ser comandados pelos seus subconscientes, resultando nessa condição de mediocridade intelectual e moral em que se encontram...


Um exemplo flagrante, atualmente, no Brasil, são as massas bolsonaristas, que dispensa maiores explicações. 

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Individualismo//individualidade: subconsciente: "idiota útil"; consciente e super egoísta: sociopata///psicopata; super consciente e hipo egoísta: sábio

Do individualismo extremo e cego [ainda sem ser malevolamente super-consciente] à individualidade extrema e consciente.

Níveis baixos de heurística/compreensão factual + níveis altos de heurística + níveis muito altos.

Os três são mais individualistas do que a média.

Tal como eu tenho comentado, especificamente sobre o sociotipo manipulador, que mais parece um híbrido, para a nossa desgraça, dos outros dois sociotipos, do trabalhador e do observador, gozando de ambas as vantagens assim como também dos seus vícios, invariavelmente falando....

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Adestramento de seres humanos = ishquerdismo

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Fonte: MdeMulher

obs.: adoro cachorros e acho muito chato compará-los à essas pessoas e no mais, todos nós estamos mais ou menos adestrados, alguns bem mais do que outros. O fato, e já falei sobre isso, é que como não tenho outro exemplo perfeito para comparar com (a grande maioria* d)os esquerdos, então fico com a ingrata missão de usar essas criaturas maravilhosas. Também acho que já comentei que o ideal, tanto para os cachorros como para nós, seria a eugenia, humanizada, equilibrada e/ou filosoficamente enviesada...


A cultura pode ser entendida como um adestramento humano, primeiramente porque as comunidades sem um conjunto de ordens centrais, é mais provável de se dispersarem ou de se tornarem inviáveis em termos de cooperação. O adestramento em animais domesticados baseia-se especialmente na técnica de associação por gratificação, como muitos sabem. Por exemplo, para ensinar o cachorro a não fazer as suas necessidades fisiológicas dentro de casa, é feita uma associação entre a ''boa ação'' e qualquer gratificação, geralmente um biscoito. Portanto, quando o cachorro faz as suas necessidades fora de casa, no quintal, lhe é dado um biscoito e quando ele faz cocô ou xixi em lugares indesejados, o biscoito não é dado. Então este tipo de atitude é repetida até o momento em que o cachorro apreende por si mesmo que ganhará biscoitos gostosos se fizer xixi ou cocô fora de casa. Nós, seres humanos, podemos ser adestrados** Aliás, nós somos rotineiramente adestrados (e auto-adestrados)** 

É claro que sim, para as duas perguntas. Não somos deuses divinos, filhinhos únicos do papai do céu, porque somos mais parecidos com os nossos amigos caninos do que imaginamos e em especial do que a igreja [de qualquer tipo] gostaria que fôssemos. 

O adestramento é basicamente uma maneira de ensinar o animal não-humano geneticamente domesticado a obedecer ao seu dono humano. A domação é um tipo de adestramento só que é feita com animais ''selvagens'', e presume-se que geralmente, com os menos ariscos de seu grupo.

Os cachorros que forem melhor adestrados apreendem a respeitar o seu dono, muitos vezes de maneira indiscriminada, independente das atitudes do mesmo. Apreendem a abanar o rabo e a abaixarem a cabeça. 

Os esquerdistas, em especial a classe de idiotas úteis, parecem funcionar assim. Os seus donos mentais aparecem e eles abanam os seus rabinhos. Eles foram subconscientemente adestrados, aliás, como quase sempre acontece, a respeitar os seus donos, leia-se, a elite esquerdista. Muitos deles tem os seus biscoitos gostosos garantidos por sua elite ou donos, seja em um emprego estatal, algum emprego praticamente vitalício na faculdade, algum direito superficialmente defendido (com segundas, terceiras, quartas intenções) ou apenas pela sensação de se estar do lado do poder, por exemplo, o percentual muito elevado de homossexuais que se definem como esquerdistas (e que eu vou falar um pouco mais sobre isso em outro texto, em breve). O biscoito dos homossexuais é a manutenção da legalização de [um de] seu[s] estilo[s] de vida, que os define deste modo. Como a maioria dos homossexuais são de normais, isto é, que ou aquele que segue normas, e de seres mundanos, como a maioria não-homossexual também costuma ser, então eles tendem a fazer rapidamente a associação ''políticos esquerdistas defendem o meu direito a seguir minha sexualidade'' assim como também ''políticos direitistas não nos defendem'' e a partir disso passam a agir da maneira como tem feito, tal como seres humanos adestrados ... pela ''esquerda'' política. 


''Os idiotas úteis não são apenas de esquerda''

Em termos de essência as diferenças entre um militonto esquerdista e uma beata varejeira de igreja são, se não mínimas, praticamente inexistentes. Sim, não são apenas ''os de esquerda'' que podem ser de idiotas úteis, nem de adestrados. Acreditar sem um pingo de pensamento crítico nas bobagens ideológicas da esquerda, não é muito diferente do que fazer o mesmo, só que com as bobagens ideológicas da direita. Como sempre, ao ''escolher' por um dos lados, se estará primeiramente negando a sabedoria, que não opta por nenhum lado divisionista, pois sempre busca pela compreensão do todo para que então possa agir de maneira perfeccionista.

Portanto ao notarmos um completo vazio de crítica por parte de muitos esquerdistas, especialmente os mais bitolados, em relação aos desmandos, erros (crassos, constante, senão forem característicos) e injustiças de seu grupo ideológico (e de sua elite, especialmente), começamos a nos dar conta que, a maioria deles não são de ''altruístas patológicos'', bonzinhos demais, incapazes de fazer ou de desejar mal a alguém, talvez nem mesmo apenas de estúpidos ignorantes e ingênuos, como eu tenho advogado, ainda que também possamos manter esta perspectiva, porque não está errada, pelo contrário. No entanto o cerne da questão é, o esquerdismo mais parece como uma espécie de adestramento cultural, se não for redundante vincular esta palavra com cultural, porque afinal de contas, toda cultura humana se baseia nos mesmos princípios do adestramento e com os mesmos resultados. O caso esquerdista é ainda pior do que por exemplo o ''direitismo'', ainda que este já tenha desgraçado a humanidade muitíssimas vezes e continue a fazê-lo mesmo tendo enfraquecido em alguns de seus aspectos, sempre perniciosos, e especialmente no Ocidente pré--pró-branco, porque ao invés da conservação do errado ou de uma predominância de ignorância e estupidez, logicamente sustentável (e portanto, moralmente errada), o mesmo parece funcionar como uma demolição maciça de culturas, mas com a mesma essência de seu pseudo-algoz direitista, isto é, o predomínio das irmãs más, ignorância e estupidez, só que à sua maneira. 

Fiéis aos seus donos mentais, sempre ávidos por benesses oriundas é claro de seu grupo, rosnam e podem atacar os ''inimigos dos seus donos'',  e socialmente simpáticos apenas ou especialmente em relação àqueles que compactuarem com a sua loucura, e não é que os esquerdos se parecem bastante com animais não-humanos adestrados**

''Mexeu com 'BULHA', mexeu comigo''

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Redefinição mais holística ou abrangente dos termos: idiota útil e esperto bobo e condensados com os termos: sábio e/ou astuto (esperto-esperto)






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Fonte: Elliot Lake News wordpress

Não é apenas a esquerda que tem os seus idiotas úteis e espertos bobos, você também pode ser um!!!

O termo idiota útil já é bem conhecido e bem definido. No entanto, quase sempre é assim, na hora de sua aplicação no mundo real, as pessoas em média tendem a fazê-lo mal feito, ao acreditarem que apenas o militonto esquerdista que pode ser um idiota útil, enquanto que na verdade, qualquer um que se dispor a lutar por uma causa ou vivenciar uma cultura, sem ter pleno conhecimento das mesmas, poderá ser definido como um idiota útil, por se enveredar em caminhos que não conhece plenamente e por ser útil para os que, sabem muito bem onde que estão pisando, e/ou que, sabendo muito bem ou não, se aproveitam egoisticamente daqueles que sabem menos. 

Pronto, o idiota útil não é apenas ''de'' esquerda, porque ''ele pode ser você''.

''Clever silly'' ou ''esperto bobo''

O termo, que já comentei aqui, no texto em que refuto algumas ideias de Bruce Charlton e Edward Dutton, parece se consistir numa espécie de ''idiota útil 'com' alto QI'' ou ''de alto funcionamento'' em que ao invés do militonto ou do (eterno) estudante universitário, nós temos cientistas, artistas e/ou professores universitários, que além de defenderem causas, sem ter pleno conhecimento das mesmas, ainda contribuem ''intelectualmente'', em suas áreas acadêmicas ou artísticas, produzindo teses, teorias, pesquisas, arte ou diretrizes políticas.

No entanto, a ideia de ''esperto'', nos passa uma outra realidade, e que não será obviamente parecida com a ideia/conceito de ''idiota'', e que de acordo com o seu próprio conceito, mais parece se referir à ''inteligência prática'', que ou aquele que é sagaz, que está atento, que percebe ''tudo''.

Um idiota pode ser esperto*

Em relação a um mesmo assunto, provavelmente não, ou é sagaz ou é tolo, e claro que estou a falar a partir de uma ótica amoral.

Os conceitos de idiota e esperto podem variar muito, e portanto, podemos ter diversos níveis de esperteza e de estupidez/ignorância. 

O esperto bobo, a partir de minha reconceituação, não precisa ser apenas um indivíduo de ideologia esquerdista e que é tecnicamente [mais] inteligente porque ele pode ser qualquer um que, é esperto o suficiente ou caracteristicamente, pra ser esperto, e bobo, justamente por faltar-lhe algo a mais (sabedoria) para poder evitar este tipo de adjetivo significativamente conclusivo. No mais, o esperto bobo não é um idiota útil, porque ao contrário deste, ele tem um mínimo de conhecimento sobre o que está fazendo, quer seja, a causa que está defendendo, ou a teoria sociopolítica furada, e isto quer indicar que, os ''clever sillies'' tendem a ser mais astutos, conscientemente imorais/desonestos, do que os idiotas úteis, que são caracteristicamente ingênuos, o tolo cheio de energia pra gastar defendendo ideais idealmente falhos ou comprometedores a longo prazo.

Nesta hierarquia de ignorância/estupidez e sabedoria/inteligência, aquele que for astuto o suficiente para não comprometer a própria imagem à ''idiotices acadêmicas'' ou à ''arte superficial'' será mais propenso a estar ainda mais adentro do espectro de personalidade anti-social apesar da presença de outras ''qualidades amorais'' combinando-o de modo mais inequívoco.

O sábio seria aquele que não é: ''super-conformista'' [de todos os tipos, que ou aquele que adere à modas comportamentais medíocres mesmo dentro de sua própria zona existencial individual e que tende a ser prevalente entre os humanos], idiota útil, esperto bobo, criminável vulgar e nem o astuto/parasita de alto funcionamento.

domingo, 19 de junho de 2016

Dois tipos de hipocrisias

Excessos e faltas que produzem a hipocrisia


A memória de curto prazo


A memória de longo prazo


Existem dois tipos de hipócritas, o hipócrita intencional e o hipócrita não-intencional. O primeiro é geralmente ou definitivamente constituído por uma boa memória de longo prazo e também por uma boa capacidade verbal fluida, isto é, é verbalmente ágil quando tenta enganar as outras pessoas, contando-lhes pedaços da realidade que retém via boa memória de longo prazo, e que poucos são capazes de perceber, ''se esquecendo intencionalmente'' de detalhes. Esperto, talentoso mas um potencial mal caráter. Ele também tenderá a ser prodigioso enquanto um ser perceptivamente diverso, isto é, prodigioso para internalizar de maneira invariavelmente correta ''conhecimentos gerais''.

O segundo é o oposto do hipócrita intencional, porque não entra em contradições [em especial quando for pego ''no ato''] por livre e espontânea [má] vontade, mas por ter uma memória de longo prazo e uma capacidade verbal fluida [mais a capacidade cognitiva lógico-ideacional] fracas. Uma maneira de diferenciar os tipos é observando as suas atitudes no dia a dia, em que o primeiro é muito provável que será ''desleixado'', descuidado, apenas em relação às mentiras que conta, esperando que os demais acreditem e em especial se forem menos prodigiosos que ele nesta perspectiva psico-cognitiva. No entanto, quando o hipócrita não for muito prodigioso para inventar mentiras no momento de suas confrontações verbais inter-pessoais, terminar utilizando de técnicas emocionais batidas como ''manipulação emocional de baixo nível e potencialmente sem efeito'' ou mesmo os famosos xingamentos pessoais e que também tende a expressar esta sua falta de cuidado em relação ao resto de suas atitudes no dia-a-dia, então é provável que será do tipo não-intencional, geralmente o idiota útil clássico. 

Se esquece onde coloca as ''coisas'',
 te acusa de fazer algo que ele mesmo fez ou faz, 
dentre outras atitudes contraditórias,

então é provável de ser ''apenas'' um idiota útil, dos tipos mais estúpidos de seres humanos que o ''design inteligente'' já nos providenciou. 

Se é predominantemente coerente especificamente por ser um avoado em relação a quase tudo o que faz [um pouco menos em relação àquilo que lhe faz ganhar dinheiro, diga-se] então é um hipócrita não-intencional ainda que possa ter algum conhecimento ou consciência em relação à incongruência constante entre as suas crenças e as suas atitudes, é provável que esta será muito baixa ou muito falha para que ele possa sair por conta própria do atoleiro de ilógica em que passa viver, especialmente quando é ''iluminado'' por crenças grosseiras que ''explicam tudo'', desde que passem por seus crivos unilaterais, basicamente a norma da estupidez humana em toda sua multitude de ''ideologias'', ''religiões'' e ''culturas''.

O clássico idiota útil é quintessencialmente deficiente em cognição [ ''inteligência''] intra-pessoal, isto é, auto-conhecimento.

Agora, se é intencionalmente dissimulado, denotando maior manejo intelectual em relação às suas argumentações e tende a não ser ''descuidado'' ou ''avoado'' em relação ao resto de suas atitudes diárias, então é provável de se consistir em um tipo anti-social que neste texto eu decidi nomear como ''hipócrita intencional''.

A hipocrisia assim como também a contradição [percebida ou não], técnica fundamental para qualquer hipócrita, encontram-se universalmente presentes nos dois tipos. O grande fator de diferenciação entre eles é o nível de conhecimento das contradições, percebidas ou não, que cometerão, e com a [também] universal intenção ou finalidade de convencer os seus oponentes de seus pontos de vistas quase sempre equivocados.




sábado, 5 de março de 2016

Extroversão e introversão expansão e contenção. Novamente a moralidade e a psicologia dos fenômenos naturais



Enquanto energias 'aprisionadas" dentro de uma multiformidade de organismos, nós expressaremos os fenômenos naturais da natureza por meio de nossos comportamentos, isto é, da dinâmica/movimento que se manifesta por todos os espaços do ou dos universos.

Gostamos de nos diferenciar fantasiosamente em relação à existência que nos rodeia mas temos de ter em mente que somos os acúmulos dos mesmos elementos que estão presentes aqui e fora de nosso planeta, isto é, que estão espalhados em todo o universo, e que portanto, os mesmos fenômenos"naturais" que se manifestam no ambiente também poderão encontrar análogos nas existências auto-percebidas, nas vidas, em nós (observação fútil: repeti a mesma ideia em duas frases, mas eu gostei das duas, portanto não vou escolher entre uma delas, ;) )

Mediante a dinâmica das forças e as suas diferentes naturezas de intensidade, podemos encontrar em todos os seres e fundamentalmente nos seres humanos, um espectro destas forças que se serpentearão entre a contenção e a expansão. Forças expansivas encontram analogia com a extroversão ou a projeção com  finalidade de dominância ou controle. Forças contidas encontram analogia com a introversão que tem como finalidade a (auto) conservação ao invés da expansão. O mecanismo de ataque e de defesa, do agressivo e do passivo, também encontrarão terreno nessas comparações inter-existenciais (isto é, o fenômeno encapsulado ou vida versus o fenômeno disperso ou dinâmica orgânica). 

O agressivo idiota útil que se utiliza do mundo abstrato/intelectual para impor a sua estratégia de competição é um exemplo elucidativo sobre o que está fundamentalmente errado na humanidade. E como complemento desta disfunção generalizada nós vamos encontrar os sábios que diante de suas serenidades introspectivas, raramente transbordarão todo o seu potencial além de suas próprias fronteiras existenciais. 


Nós somos tempestade, chuva, sol, calor, frio, nós expressamos os estados ou temperamentos da natureza dentro de nossas nações individuais orgânicas.


sexta-feira, 20 de novembro de 2015

A universalidade do idiota útil



De um lado nós temos alguns dos seres mais lunáticos (ou nem tanto) que já andaram bípedes pela superfície da Terra, as ''cigarras românticas'' mais à esquerda. Do outro lado nós temos uma mistura de pensamento mágico clássico baseado em uma compilação de estórias  oriundas de uma tal ''terra santa'' em conluio com uma cultura sistemática de hierarquia ''cega'', que basicamente se consiste na transposição de boa parte da cadeia alimentar/seleção ''natural' para dentro dos ambientes antropomorfizados, a alegorização/simbolização da ''lógica natural'' / seleção natural.

Os dois lados são gritantemente complementares, mas não se entendem, e já faz um bom tempo que é assim. A diferença é que agora o lado que sempre foi patologizado tomou o controle, ou melhor, está sendo usado por isolacionistas co-evolutivos como bode expiatório  para dominar a civilização a que sempre estiveram inconvenientemente relacionados.  

O idiota útil é aquele que apresenta uma forte predisposição/vulnerabilidade para internalizar um sistema de factoides ou meias verdades que poderão ser úteis para que tipos psicopáticos dentro de uma macro-dinâmica social/contextual, possam usar estas fraquezas para se perpetuarem no poder.

Dentro do espectro político, esquerda e direita estão equivocadas, justamente por se alienarem em relação às suas respectivas fraquezas e também entre si mesmas se a fraqueza de uma é a força da outra. 

(E penso, será que não seria interessante misturar as duas populações** Será que isso não poderia produzir uma população menos dualista e mais sábia**)

Eu acredito que o fenômeno do pensamento binário/dualista seja universal, isto é, que se manifesta em todas as populações humanas. No entanto, eu tenho a impressão de que seja mais intenso entre as cepas caucásicas da espécie humana do que em relação às outras raças.



A raça branca ''fazendo'' ''história'', isto é, perpetuando conflitos que estamparão novas edições dos livros didáticos. :(

Se é verdade que os brancos sejam em média mais ideologicamente (transcendentalmente) ''extremistas'', então poderia-se concluir por agora sobre a maior ''vulnerabilidade'' para bancarem os idiotas úteis, da esquerda ou da direita. 

Até agora, vendo pela montanha, do alto, é esta a impressão que tenho tido ''deles'.

Em um próximo texto eu vou falar sobre a possível característica cerebral que determina o sábio e consequentemente a constância comportamental racional, o equilíbrio das disposições femininas e masculinas de pensamento e ação. Empatia (lógica emocional) e lógica dedutiva bailando uma valsa em uma só mente

A maior variação de disposições comportamentais individuais ou de personalidade entre os caucasianos europeus pode nos ajudar a entender em partes esta situação, mas o idiota útil me parece se consistir em uma realidade universal, comum em todas as populações humanas.



 O único diferencial é o de estarmos vivenciando uma clara tentativa de genocídio contra os europeus e seus descendentes espalhados pelo mundo via miscigenação, baixas taxas de fecundidade/natalidade e imigração em massa. Portanto, temos tido a impressão de que apenas os brancos europeus é que são  os mais faustianos em suas transcendências. Pode ser verdade e existem fortes evidências de que se consista na verdade se populações mais competitivas tendem a ser mais extremistas do que aquelas que são mais socialmente persuasivas. Mas a idiotice utilitária apresenta muitas, intermináveis facetas...

Todas as populações que estão em média desprovidas de uma boa proporção de indivíduos que são naturalmente hábeis para o pensamento crítico-analítico-holístico ou sábio, serão enquanto coletividade e em sua maioria, compostas por ''idiotas úteis'', escravos ou subalternos subconscientes, que deixam que uma panaceia de desmandos corroam seus modos de vida particulares e singulares no espaço/tempo, em outras palavras, desprezam suas próprias vidas, seja porque estão convencidos quanto à perpetuação vital infinita via religião, seja porque (e é provável de ser o ponto mais importante) não tenham a disposição para reconhecer a importância/o valor da vida, não apenas a sua, mas também de outros seres humanos (valorosos) e de outros seres vivos, que pertencem a outras espécies.


O sábio é o anti-idiota útil por excelência

O idiota útil é efusivo, alegre, calmo e cheio de certezas EQUIVOCADAS. Costumamos ver em redes sociais a popularização de frases aforísticas em que ''as certezas'' são generalizadamente demonizadas por filósofos.


Somos todos iguais se 'somos todos'' uns idiotas úteis...

A verdade é relativizada porque ''na verdade'', ela se consiste na perpetuação da semi-escravidão via macro-estruturas sociais ou fazendas humanas. É conveniente que seja relativizada, para quê seja muito mais fácil dominar as massas. O idiota útil é o resultado universal da ênfase seletiva de longo prazo via socialização seleção cognitiva ou por ''trabalhadores servis'', domesticados.