A diferença entre achar (narcisismo puro) e saber (compreensão factual).
E as múltiplas perspectivas como método de desbaratamento desse mundo binário indiscriminado de ser ou não ser.
Em minha auto análise de personalidade e usando os quatro temperamentos eu me dei um valor baixo no sub-traço prepotência, um dos "defeitos' do temperamento colérico. Eu não me acho indiscriminadamente superior "às outras pessoas" como um típico prepotente colérico. Eu não tenho certeza só que embasada no ego que eu sou "indiscriminadamente" superior porque eu sei que eu não sou. No entanto em alguns departamentos eu tenho mostrado que manjo um bocado. E isso não é ser prepotente, a priore. O fato de ser mais criativo que a maioria das pessoas nomeadamente em minhas áreas de fixação não é um achismo retido direto do umbigo mas um fato, quer eu goste ou não, quer os outros gostem ou não.
Eu estaria sendo intelectualmente desonesto se me considerasse como menos nesse quesito ou ''falsa modéstia''. Também pelo fato de corresponder à maioria dos traços da superdotação e de me considerar como tal não me faz um prepotente ao menos que também me considere indiscriminadamente superior aos outros.
Posso se-lo em alguns departamentos, mas na média, e em relação aos outros, eu claramente sei que não sou. No fim, todos nós somos ou em momentos menos constantes, esboçamos superioridade, de uma maneira ou de outra. Por exemplo, a minha vizinha, que é negra, de idade avançada, que eu disse certa vez que é muito mais nobre que todas as famílias reais europeias e não-europeias juntas, por sua elegância e frescor de alma perene à sua pele. Ela com certeza me venceu e me vence de 1000 a 0 em simpatia e desembaraço para lidar com as outras pessoas. E ela é uma mulher de inteligência geral modesta. Sem falar que não deve ser super criativa.
Portanto se você se acha superior em tudo, parabéns, você é qualitativamente tolo OU pode estar parcialmente certo porque no final de tudo essa superioridade individual pouco importará, a priore.
Agora se você sabe no que você é bom e sabe reconhecer àquilo que os outros são bons então você não será a priore prepotente.
No entanto antes de nos examinarmos já tendemos a nascer com certos impulsos instintivos, e sim, nesse sentido, eu sou sim, podemos dizer naturalmente prepotente. No entanto uma personalidade constantemente auto-analisada pode aprender a conter estes seus impulsos naturais e é o que tenho feito. Ou eu já posso ter nascido com certa facilidade para a metacognição e também para conter o meu egocentrismo natural.
A diferença talvez seja essa, de ação primária e reação secundária.
O típico colérico simplesmente age já com base em seu auto-valor elevado. Já no meu caso ao invés de agir com base nos meus impulsos primários eu busco entender antes de agir. No mais, eu também sou muito auto-crítico, verdadeiramente crítico, isto é, posso ter uma tendência natural de me achar muito superior, mas também posso ser demasiadamente auto-crítico resultando no fracionamento desta tendência ou ao menos em um pretenso equilíbrio.
Prepotentes naturais, verdadeiros ou característicos, não são capazes de conterem os seus auto-sensos inflados e no quesito humildade intelectual tendem a capengar feio.
Portanto parece que pode-se nascer de um jeito mas graças à uma maior autoconsciência conter, redirecionar, enfim, mudar parcial porém decisivamente o caminho das águas.
Novamente, auto-estima não é arrogância, e baixa auto-estima não é humildade ainda que possam caber em lados iguais do mesmo espectro.
Eu não sou generalizadamente pré-potente e não ''me acho superior'' aos outros em alguns quesitos por simples achismo pré-conceituado. E isso não me faz agir de modo grosso, arrogante ou insolente com os outros, apenas se for racionalmente necessário. Todos esses fatores são importantes antes de nos conceituarmos como prepotentes ou não. O fato de me considerar proto-a-parcialmente superdotado ou talvez caracteristicamente, pelo menos no aspecto da ''criatividade'', também não é sinal de prepotência, a priore, especialmente quando eu tenho conhecimento o suficiente, acho que tenho, para que possa me avaliar desta maneira.
Se eu me achasse superior em tudo, em relação aos outros, não tenha sombra de dúvidas que, se fosse ao menos intelectualmente honesto como eu tento ser, me daria valores muito altos de prepotência.
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quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Por que eu me dei um valor baixo no sub-traço ''prepotência'' do temperamento colérico??
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quatro temperamentos
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
Nova observação sobre a minha auto análise via quatro temperamentos: colérico e o seu traço mais característico
Iracundo
Colérica, quer dizer, metaforicamente falando, eu sou como um etíope, com rosto e corpo de medidas caucasianas, mas de pele escura, que se consiste na principal característica física da macro raça negro-africana ou negro-subsaariana. A característica mais saliente do temperamento colérico é justamente a irritabilidade, a raiva, de ficar iracundo com certa facilidade, e surpresa, eu "pontuei" alto, e eu sou assim, muito assim, ao menos neste aspecto. Isto é, em minha auto análise eu pontuei mais alto em melancólico e fleumático, de maneira geral, e de fato, pode-se dizer que eu seja um bocado assim, como os dois. No entanto no traço definidor, no mais característico de certo temperamento, eu sou considerável, como no caso do colérico, mas não de maneira geral, especialmente no caso de seus "defeitos'. [e tenho a breeeeve impressão que já falei sobre isso... em fim]
Colérica, quer dizer, metaforicamente falando, eu sou como um etíope, com rosto e corpo de medidas caucasianas, mas de pele escura, que se consiste na principal característica física da macro raça negro-africana ou negro-subsaariana. A característica mais saliente do temperamento colérico é justamente a irritabilidade, a raiva, de ficar iracundo com certa facilidade, e surpresa, eu "pontuei" alto, e eu sou assim, muito assim, ao menos neste aspecto. Isto é, em minha auto análise eu pontuei mais alto em melancólico e fleumático, de maneira geral, e de fato, pode-se dizer que eu seja um bocado assim, como os dois. No entanto no traço definidor, no mais característico de certo temperamento, eu sou considerável, como no caso do colérico, mas não de maneira geral, especialmente no caso de seus "defeitos'. [e tenho a breeeeve impressão que já falei sobre isso... em fim]
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terça-feira, 15 de agosto de 2017
Infernos astrais: melancólico e colérico
Camada existencialista versus naturalista
Tão próximas e tão distantes
Os mais realistas entre os quatro temperamentos são os melancólicos e os coléricos. No entanto o melancólico tende a ir fundo na camada mais fina de distração ou mais exposta à hiper-realidade, que é a existencialista, enquanto que o colérico enfatiza-se pela camada naturalista. Mais fundo que isso e chegamos às camadas sociais/mundanas, onde fleumáticos e sanguíneos se localizam.
A camada existencialista é a mais ''exposta'' à hiper-realidade.
Já a naturalista, por ainda estar fortemente "contaminada" de instinto, a prisão e proteção natural que dá sentido e direção à vida, encontrar-se-á mais ''protegida' mas também limitada em relação à hiper-realidade.
A camada social/mundana, seria uma espécie de camada naturalista domesticada, em que as pequenezas da vida humana predominam sobre a percepção.
E ainda teríamos uma camada surrealista, que é uma clara perversão da camada existencialista, talvez ''localizada'' na ''social/mundana'' [ou ''paralela'' a todas elas por expressar níveis diversos de distração à hiper-realidade], só que com ''um falso ar de existencialidade'', e parte essencial [religião] dos joguetes de meias-verdades que usualmente populam a esfera cultural humana.
Basicamente. O melancólico não-escapista lamenta pelos mistérios da vida. O colérico, como uma versão não domesticada, age com o intuito de ser bem sucedido no jogo da vida. E por fim o sanguíneo e o fleumático apenas tomam a vida dentro das colmeias humanas como a única possível. Apesar de serem os mais realistas e intensos, coléricos e melancólicos também tendem a ser mutuamente repelentes porque enquanto que os primeiros aceitam com vigor e imperatividade os desafios da vida, impostos por um acordo secreto entre o instinto do ser e o seu ambiente de existência, o melancólico ainda que também um produto desta conjugação, os interpreta como um fardo potencial a necessariamente superável. O peso da percepção e ansiedade existencialista do melancólico lhe torna o mais apto a priore para guiar os passos da humanidade, e em especial buscando mante-la não muito longe da luz da hiper-realidade. No entanto, o colérico, por ser ''moderadamente realista'', ao nível comum da vida terrestre, elege-se como o mais apto para dominar ou submeter as populações humanas.
O melancólico supra-valoriza a vida enquanto que o colérico é o menos propenso a fazê-lo, talvez por ver-se tal como a própria vida pulsando de anseios, e sem os artifícios de uma domesticação mais efetiva. Tal como o humano que vê um macaco em seu meio natural, e desenvolve uma vontade de guiar os seus passos de maneira mais segura, isto é, interfere em seu ciclo de vida e desafios. O melancólico é o 'humano' e o colérico é o 'animal/macaco'. O primeiro quer, de fato, um mundo superior em qualidade. O segundo acredita que este está de bom tamanho, especialmente se for do tipo mais ''puro'', e o vive, aceitando o desafio de vencê-lo. Já, sanguíneos e fleumáticos, tendem a se submeter ao domínio do ''ambiente''.
A sociedade humana, dominada por melancólicos, talvez seria completamente diferente das atuais, que são produtos em especial dos coléricos mais inteligentes e dominantes.
Melancolia e um destino bifocal: escapistas/camada surrealista ou hiper-realistas/camada existencialista
Os coléricos tem dois tipos de 'estorvos'' melancólicos para caçoarem, caçarem, enganarem, ameaçarem: os escapistas-surrealistas e os hiper-realistas. Desprezam e/ou exploram os primeiros por suas covardias e temem os segundos pelo oposto, por suas ousadias, por serem corajosos o suficiente para lidarem diretamente com uma percepção que está além da ''sanidade mental'', que é o pensar no além, naquilo que não se tem respostas, na própria finitude, enfim, naquilo em que se é mais idiossincraticamente humano. E ele, enquanto um ser muito mais legitimamente ''animalesco'', especificamente o tipo mais puro, tenderá a olhar com incompreensão e despeito a essa capacidade ingrata do melancólico.
O melancólico sempre a um passo das lágrimas. O colérico sempre a um passo da raiva. Tudo é importante para melancólico. Apenas aquilo que convém é importante ao colérico. A moralidade objetiva é o ideal para o melancólico, ainda que pelo que parece a maioria acabe ''morrendo na praia'' para alcançá-la. A moralidade subjetiva, coletiva e geralmente mais personalizada, é a ideal para o colérico. Enfim, são muitos os contrastes, e não caberá a mim continuar a mostrá-los. O simples fato de que tendem a ser completos opostos em muitas perspectivas supra-importantes já parece ser suficiente para sintetizar conclusivamente a proposta desse texto.
Tão próximas e tão distantes
Os mais realistas entre os quatro temperamentos são os melancólicos e os coléricos. No entanto o melancólico tende a ir fundo na camada mais fina de distração ou mais exposta à hiper-realidade, que é a existencialista, enquanto que o colérico enfatiza-se pela camada naturalista. Mais fundo que isso e chegamos às camadas sociais/mundanas, onde fleumáticos e sanguíneos se localizam.
A camada existencialista é a mais ''exposta'' à hiper-realidade.
Já a naturalista, por ainda estar fortemente "contaminada" de instinto, a prisão e proteção natural que dá sentido e direção à vida, encontrar-se-á mais ''protegida' mas também limitada em relação à hiper-realidade.
A camada social/mundana, seria uma espécie de camada naturalista domesticada, em que as pequenezas da vida humana predominam sobre a percepção.
E ainda teríamos uma camada surrealista, que é uma clara perversão da camada existencialista, talvez ''localizada'' na ''social/mundana'' [ou ''paralela'' a todas elas por expressar níveis diversos de distração à hiper-realidade], só que com ''um falso ar de existencialidade'', e parte essencial [religião] dos joguetes de meias-verdades que usualmente populam a esfera cultural humana.
Basicamente. O melancólico não-escapista lamenta pelos mistérios da vida. O colérico, como uma versão não domesticada, age com o intuito de ser bem sucedido no jogo da vida. E por fim o sanguíneo e o fleumático apenas tomam a vida dentro das colmeias humanas como a única possível. Apesar de serem os mais realistas e intensos, coléricos e melancólicos também tendem a ser mutuamente repelentes porque enquanto que os primeiros aceitam com vigor e imperatividade os desafios da vida, impostos por um acordo secreto entre o instinto do ser e o seu ambiente de existência, o melancólico ainda que também um produto desta conjugação, os interpreta como um fardo potencial a necessariamente superável. O peso da percepção e ansiedade existencialista do melancólico lhe torna o mais apto a priore para guiar os passos da humanidade, e em especial buscando mante-la não muito longe da luz da hiper-realidade. No entanto, o colérico, por ser ''moderadamente realista'', ao nível comum da vida terrestre, elege-se como o mais apto para dominar ou submeter as populações humanas.
O melancólico supra-valoriza a vida enquanto que o colérico é o menos propenso a fazê-lo, talvez por ver-se tal como a própria vida pulsando de anseios, e sem os artifícios de uma domesticação mais efetiva. Tal como o humano que vê um macaco em seu meio natural, e desenvolve uma vontade de guiar os seus passos de maneira mais segura, isto é, interfere em seu ciclo de vida e desafios. O melancólico é o 'humano' e o colérico é o 'animal/macaco'. O primeiro quer, de fato, um mundo superior em qualidade. O segundo acredita que este está de bom tamanho, especialmente se for do tipo mais ''puro'', e o vive, aceitando o desafio de vencê-lo. Já, sanguíneos e fleumáticos, tendem a se submeter ao domínio do ''ambiente''.
A sociedade humana, dominada por melancólicos, talvez seria completamente diferente das atuais, que são produtos em especial dos coléricos mais inteligentes e dominantes.
Melancolia e um destino bifocal: escapistas/camada surrealista ou hiper-realistas/camada existencialista
Os coléricos tem dois tipos de 'estorvos'' melancólicos para caçoarem, caçarem, enganarem, ameaçarem: os escapistas-surrealistas e os hiper-realistas. Desprezam e/ou exploram os primeiros por suas covardias e temem os segundos pelo oposto, por suas ousadias, por serem corajosos o suficiente para lidarem diretamente com uma percepção que está além da ''sanidade mental'', que é o pensar no além, naquilo que não se tem respostas, na própria finitude, enfim, naquilo em que se é mais idiossincraticamente humano. E ele, enquanto um ser muito mais legitimamente ''animalesco'', especificamente o tipo mais puro, tenderá a olhar com incompreensão e despeito a essa capacidade ingrata do melancólico.
O melancólico sempre a um passo das lágrimas. O colérico sempre a um passo da raiva. Tudo é importante para melancólico. Apenas aquilo que convém é importante ao colérico. A moralidade objetiva é o ideal para o melancólico, ainda que pelo que parece a maioria acabe ''morrendo na praia'' para alcançá-la. A moralidade subjetiva, coletiva e geralmente mais personalizada, é a ideal para o colérico. Enfim, são muitos os contrastes, e não caberá a mim continuar a mostrá-los. O simples fato de que tendem a ser completos opostos em muitas perspectivas supra-importantes já parece ser suficiente para sintetizar conclusivamente a proposta desse texto.
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
Colérico (indiscriminado ou irracional): o perfil do ingrato
Imigrantes ou "imigrantes" muçulmanos tem praticamente banhado a Europa com os seus efetivos.
Imagine sair de um país pobre, com uma cultura 'atrasada", e mudar para um país de ideologia igualitária, de primeiríssimo mundo??! O que você faria??
Se você quis se mudar para esse país e se é, a priore ,bem a muito bem tratado, então não existem razões racionais para agir de modo agressivo ou contraventor, e mesmo se não fosse tão bem tratado.
No entanto se for um colérico as chances de agir assim, de modo irracional e ingrato, serão altas, porque o colérico, sem querer querendo, acaba, com a sua cólera constante, agindo exatamente como um ser ingrato, que exige muito dos outros mas muitas se não características vezes, pouco de si mesmo.
Portanto nesse sentido parece-me que o colérico se consistiria no tipo mais potencialmente ingrato entre os quatro temperamentos.
Imagine sair de um país pobre, com uma cultura 'atrasada", e mudar para um país de ideologia igualitária, de primeiríssimo mundo??! O que você faria??
Se você quis se mudar para esse país e se é, a priore ,bem a muito bem tratado, então não existem razões racionais para agir de modo agressivo ou contraventor, e mesmo se não fosse tão bem tratado.
No entanto se for um colérico as chances de agir assim, de modo irracional e ingrato, serão altas, porque o colérico, sem querer querendo, acaba, com a sua cólera constante, agindo exatamente como um ser ingrato, que exige muito dos outros mas muitas se não características vezes, pouco de si mesmo.
Portanto nesse sentido parece-me que o colérico se consistiria no tipo mais potencialmente ingrato entre os quatro temperamentos.
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sábado, 12 de agosto de 2017
Hedonismo e os quatro temperamentos: apesar de muito distintos em algumas perspectivas importantes, coléricos e melancólicos tendem a...
...se aproximarem de maneira significativa em relação a essa variável: hedonismo.
Pseudo-estimativa molestadora e auto-flagelante
0 a 0,3
0,4
0,5
0,6
0,7 a 0,1
Do mais ao menos hedonista
[Primeiro os prazeres da vida, segundo os deveres para com a sociedade]
Colérico = 0,6
Melancólico = 0,6
Sanguíneo = 0,5/0,6
Fleumático = 0,4
Do [espectro do] hedonismo irresponsável ou egoísta [colérico e sanguíneo], passando pelo hedonismo potencialmente mais responsável (do melancólico), até chegar ao hipo-hedonismo {fleuma}.
Interessante que, ao meu proto-ver, o sanguíneo seria mais ''constantemente propenso ao hedonismo'', mas em termos de intensidade o melancólico tenderia a equipará-lo ou a superá-lo.
Outra possibilidade é a de que o colérico ou tende a ser um workaholic, especialmente quando se mistura com o fleumático, ou propenso à liderança, quando mescla com o sanguíneo, ou a ser mais ''vagabundo típico'', quando também ''mescla'' com o sanguíneo, só que com outra de sua vertente, ou com o melancólico.
Pseudo-estimativa molestadora e auto-flagelante
0 a 0,3
0,4
0,5
0,6
0,7 a 0,1
Do mais ao menos hedonista
[Primeiro os prazeres da vida, segundo os deveres para com a sociedade]
Colérico = 0,6
Melancólico = 0,6
Sanguíneo = 0,5/0,6
Fleumático = 0,4
Do [espectro do] hedonismo irresponsável ou egoísta [colérico e sanguíneo], passando pelo hedonismo potencialmente mais responsável (do melancólico), até chegar ao hipo-hedonismo {fleuma}.
Interessante que, ao meu proto-ver, o sanguíneo seria mais ''constantemente propenso ao hedonismo'', mas em termos de intensidade o melancólico tenderia a equipará-lo ou a superá-lo.
Outra possibilidade é a de que o colérico ou tende a ser um workaholic, especialmente quando se mistura com o fleumático, ou propenso à liderança, quando mescla com o sanguíneo, ou a ser mais ''vagabundo típico'', quando também ''mescla'' com o sanguíneo, só que com outra de sua vertente, ou com o melancólico.
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quinta-feira, 10 de agosto de 2017
O problema das médias de personalidade: O meu caso, conscienciosidade (Big Five) e colérico (quatro temperamentos)
Duas [ aqui e aqui] auto análises de personalidade que realizei apresentaram problemas com os resultados especialmente em relação a alguns traços, porque eu não me identifiquei, a priore, com as suas "pontuações". A explicação que cheguei para esses desencontros foram as diferenças entre as médias e as variações dentro de cada traço. Vamos então aos finalmente.
Conscienciosidade
O traço conscienciosidade, do famoso Big Five, assim como todos os outros, obviamente, apresenta facetas e não é incomum que se possa ser muito consciencioso em um sub-cluster de traços mas não em outro. Por falha minha, por não ter ido mais a fundo nessas variações ou diversidades internas de cada traço acabei deixando essa análise incompleta.
Os mais conscienciosos tendem a ser mais honestos, responsáveis e conformistas. No entanto pode-se ser comparativamente mais consciencioso, de maneira geral, e no entanto isso não significar ser excepcional em uma de suas qualidades. Outro fator é que se pode ser muito consciencioso em relação aos traços mais qualitativamente polêmicos do que nos menos, ou o oposto.
Este parece ser o meu caso porque eu sou:
- MUITO honesto, e até a um nível quase-problemático;
- Responsável NAQUILO em que eu posso ser, isto é, em relação às minhas nano e micro-ações, e por enquanto não tenho podido mostrar em minhas macro-ações. [nano a micro-ações = afazeres domésticos ou convivência no dia a dia, por exemplo. macro-ações = no ambiente de trabalho por exemplo].
Percebe-se que, por causa das grandes variações ambientais ou circunstanciais, tendemos a mensurar o caráter ou as características de uma pessoa, mais com base em suas macro-ações do que com base em suas nano-a-micro-ações, que são basicamente a sua intimidade, no conforto de seu lar, e em convívio diário com os seus parentes mais próximos.
Portanto, podemos ter dois indivíduos: um que está empregado, paga as suas contas, gosta de ordem no trabalho, é financeiramente independente, e outro, que é o oposto, especificamente em relação à dependência financeira, e no entanto, mostra-se igualmente honesto, já no âmbito doméstico ou familiar. De acordo com um teste de personalidade do BIG FIVE, é possível que o primeiro indivíduo hipotético pontuará mais alto no traço conscienciosidade do que o segundo. Mas será que isso estará conclusivamente correto*
Aqui um insight sobre o comportamento. Por causa das flutuações circunstanciais, a melhor maneira de se comparar e analisar o comportamento das pessoas deve se dar com base em suas ações ou padrões em seus ambientes mais íntimos, constantes ou pessoalmente importantes, assim como também em relação às suas nano-a-micro-ações.
Outro fator é a proporção absoluta de ações rotineiramente efetuadas e o grau de responsabilização e repetição das mesmas, porque se pode ter um menor acúmulo de tarefas diárias mas de se executá-las muito bem, e pode-se ter um maior acúmulo e não ter a mesma proporção relativa predominante de eficácia e/ou responsabilidade. E a capacidade para acumular funções ou atividades diárias pode ser ambiental ou circunstancial, uma situação de momento, ou mais ''genético'', instintivo, como parece acontecer com o meu perfil de ''vagabundo sonhador''.
Conformista??
Eu sou conformista NAQUILO em que eu "acho" justo ou correto seguir, isto é, em que posso embasar os meus pontos de vista.
Interessante que, baseado na ideia de intersecção entre a conformidade, uma das facetas do traço conscienciosidade, com a compreensão factual, moral e geral, é provável que pontuaria muito mais alto em conscienciosidade e/ou os mais conscienciosos é provável que pontuariam mais baixo.
Mas claro que, em relação à conformidade indiscriminada, eu não vou ''pontuar'' alto, e isso é bom.
Portanto parece-me que a vaga obediência à autoridade/ou conformidade, sem contexto moral, do traço conscienciosidade do Big Five, já parece se consistir em uma faceta qualitativamente reprovável ou defeito, e que por si só, pode ter um efeito problemático para a neutralização da qualidade moral, isto é, de neutralizar o valor moral de um traço antes de contextualiza-lo, como é a proposta de qualquer tipologia psicológica.
Eu cheguei ao resultado geral nessa auto-análise:
Abertura para experiências: +++
Conscienciosidade: +
Extroversão: --
Agradabilidade: +
Neuroticismo: ++
De fato, com base na descrição da conscienciosidade, isto é, vaga e ao mesmo tempo ideologicamente tendenciosa [por exemplo em relação à ideologia que vincula o amor platônico ao trabalho como uma característica do mais consciencioso = responsável], e vendo novamente o resultado, até que faz sentido que tenha pontuado mais baixo [não apenas nessa análise, porque eu tendo a pontuar mais baixo de qualquer maneira em qualquer teste de personalidade, e em relação a esse traço do big five].
No mais, percebe-se que em uma das facetas desse traço eu ''pontuarei'' muito alto.
Na superfície, na média, parece que eu sou pouco consciencioso: responsável, honesto e conformista. No entanto eu sou muito honesto, responsável em relação às minhas nano a micro-tarefas e me conformo, assim como todo mundo, só que o meu sistema de valores definitivamente não foi popularizado e também porque muitos se conformam em qualquer ambiente, enquanto que outros são bem mais ''exigentes''. Essa fricção entre idealidade ou espectro da perfeição e realidade parece que está a todo momento afetando a maneira com que julgamos os outros e a nós mesmos.
Colérico
Colérico: 0,56
Fleumático: 0,59
Melancólico: 0,66
Sanguíneo: 0,53
''qualidades'':
Colérico: 0,5
Fleumático: 0,58
Melancólico:0,73
Sanguíneo:0,52
''defeitos'':
Colérico: 0,62
Fleumático: 0,6
Melancólico:0,6
Sanguíneo: 0,54
Se eu pontuo alto no neuroticismo e moderado/a alto no psicoticismo, no big five, então como ou por que eu me dei, ou encontrei um valor mais baixo do temperamento colérico**
Eu sou do tipo que fico nervoso com facilidade. No entanto eu também sou muito mais melancólico E fleumático, e neste segundo, de maneira assimétrica, isto é, pontuando mais alto em alguns traços e mais baixo em outros. No temperamento melancólico eu pontuei muito mais alto nas qualidades do que nos defeitos. No fleumático as pontuações para ambos foram parecidas. Já no colérico eu pontuei muito mais alto nos defeitos do que nas qualidades. Mesmo se formos comparar os valores totais, as diferenças do colérico em relação ao fleumático ainda não serão significativas. Como resultado, esses resultados podem dar a impressão de que eu seja pouco colérico, e definitivamente não é o caso, mas com certeza é o caso de uma média que não corresponde às flutuações internas dos traços do temperamento ou de um ''construto psicológico maior'', como é por exemplo a conscienciosidade.
Profundidade existencial [melancólico], certa estabilidade emocional e passividade [fleumático] e tendência para ficar com raiva [colérico], e talvez extremamente seletivo no quesito ''consanguinidade'', ;) ;)
Conscienciosidade
O traço conscienciosidade, do famoso Big Five, assim como todos os outros, obviamente, apresenta facetas e não é incomum que se possa ser muito consciencioso em um sub-cluster de traços mas não em outro. Por falha minha, por não ter ido mais a fundo nessas variações ou diversidades internas de cada traço acabei deixando essa análise incompleta.
Os mais conscienciosos tendem a ser mais honestos, responsáveis e conformistas. No entanto pode-se ser comparativamente mais consciencioso, de maneira geral, e no entanto isso não significar ser excepcional em uma de suas qualidades. Outro fator é que se pode ser muito consciencioso em relação aos traços mais qualitativamente polêmicos do que nos menos, ou o oposto.
Este parece ser o meu caso porque eu sou:
- MUITO honesto, e até a um nível quase-problemático;
- Responsável NAQUILO em que eu posso ser, isto é, em relação às minhas nano e micro-ações, e por enquanto não tenho podido mostrar em minhas macro-ações. [nano a micro-ações = afazeres domésticos ou convivência no dia a dia, por exemplo. macro-ações = no ambiente de trabalho por exemplo].
Percebe-se que, por causa das grandes variações ambientais ou circunstanciais, tendemos a mensurar o caráter ou as características de uma pessoa, mais com base em suas macro-ações do que com base em suas nano-a-micro-ações, que são basicamente a sua intimidade, no conforto de seu lar, e em convívio diário com os seus parentes mais próximos.
Portanto, podemos ter dois indivíduos: um que está empregado, paga as suas contas, gosta de ordem no trabalho, é financeiramente independente, e outro, que é o oposto, especificamente em relação à dependência financeira, e no entanto, mostra-se igualmente honesto, já no âmbito doméstico ou familiar. De acordo com um teste de personalidade do BIG FIVE, é possível que o primeiro indivíduo hipotético pontuará mais alto no traço conscienciosidade do que o segundo. Mas será que isso estará conclusivamente correto*
Aqui um insight sobre o comportamento. Por causa das flutuações circunstanciais, a melhor maneira de se comparar e analisar o comportamento das pessoas deve se dar com base em suas ações ou padrões em seus ambientes mais íntimos, constantes ou pessoalmente importantes, assim como também em relação às suas nano-a-micro-ações.
Outro fator é a proporção absoluta de ações rotineiramente efetuadas e o grau de responsabilização e repetição das mesmas, porque se pode ter um menor acúmulo de tarefas diárias mas de se executá-las muito bem, e pode-se ter um maior acúmulo e não ter a mesma proporção relativa predominante de eficácia e/ou responsabilidade. E a capacidade para acumular funções ou atividades diárias pode ser ambiental ou circunstancial, uma situação de momento, ou mais ''genético'', instintivo, como parece acontecer com o meu perfil de ''vagabundo sonhador''.
Conformista??
Eu sou conformista NAQUILO em que eu "acho" justo ou correto seguir, isto é, em que posso embasar os meus pontos de vista.
Interessante que, baseado na ideia de intersecção entre a conformidade, uma das facetas do traço conscienciosidade, com a compreensão factual, moral e geral, é provável que pontuaria muito mais alto em conscienciosidade e/ou os mais conscienciosos é provável que pontuariam mais baixo.
Mas claro que, em relação à conformidade indiscriminada, eu não vou ''pontuar'' alto, e isso é bom.
Portanto parece-me que a vaga obediência à autoridade/ou conformidade, sem contexto moral, do traço conscienciosidade do Big Five, já parece se consistir em uma faceta qualitativamente reprovável ou defeito, e que por si só, pode ter um efeito problemático para a neutralização da qualidade moral, isto é, de neutralizar o valor moral de um traço antes de contextualiza-lo, como é a proposta de qualquer tipologia psicológica.
Eu cheguei ao resultado geral nessa auto-análise:
Abertura para experiências: +++
Conscienciosidade: +
Extroversão: --
Agradabilidade: +
Neuroticismo: ++
De fato, com base na descrição da conscienciosidade, isto é, vaga e ao mesmo tempo ideologicamente tendenciosa [por exemplo em relação à ideologia que vincula o amor platônico ao trabalho como uma característica do mais consciencioso = responsável], e vendo novamente o resultado, até que faz sentido que tenha pontuado mais baixo [não apenas nessa análise, porque eu tendo a pontuar mais baixo de qualquer maneira em qualquer teste de personalidade, e em relação a esse traço do big five].
No mais, percebe-se que em uma das facetas desse traço eu ''pontuarei'' muito alto.
Na superfície, na média, parece que eu sou pouco consciencioso: responsável, honesto e conformista. No entanto eu sou muito honesto, responsável em relação às minhas nano a micro-tarefas e me conformo, assim como todo mundo, só que o meu sistema de valores definitivamente não foi popularizado e também porque muitos se conformam em qualquer ambiente, enquanto que outros são bem mais ''exigentes''. Essa fricção entre idealidade ou espectro da perfeição e realidade parece que está a todo momento afetando a maneira com que julgamos os outros e a nós mesmos.
Colérico
Colérico: 0,56
Fleumático: 0,59
Melancólico: 0,66
Sanguíneo: 0,53
''qualidades'':
Colérico: 0,5
Fleumático: 0,58
Melancólico:0,73
Sanguíneo:0,52
''defeitos'':
Colérico: 0,62
Fleumático: 0,6
Melancólico:0,6
Sanguíneo: 0,54
Se eu pontuo alto no neuroticismo e moderado/a alto no psicoticismo, no big five, então como ou por que eu me dei, ou encontrei um valor mais baixo do temperamento colérico**
Eu sou do tipo que fico nervoso com facilidade. No entanto eu também sou muito mais melancólico E fleumático, e neste segundo, de maneira assimétrica, isto é, pontuando mais alto em alguns traços e mais baixo em outros. No temperamento melancólico eu pontuei muito mais alto nas qualidades do que nos defeitos. No fleumático as pontuações para ambos foram parecidas. Já no colérico eu pontuei muito mais alto nos defeitos do que nas qualidades. Mesmo se formos comparar os valores totais, as diferenças do colérico em relação ao fleumático ainda não serão significativas. Como resultado, esses resultados podem dar a impressão de que eu seja pouco colérico, e definitivamente não é o caso, mas com certeza é o caso de uma média que não corresponde às flutuações internas dos traços do temperamento ou de um ''construto psicológico maior'', como é por exemplo a conscienciosidade.
Profundidade existencial [melancólico], certa estabilidade emocional e passividade [fleumático] e tendência para ficar com raiva [colérico], e talvez extremamente seletivo no quesito ''consanguinidade'', ;) ;)
domingo, 6 de agosto de 2017
Possíveis diferenças entre o colérico mais ativo e o colérico mais reativo

Fonte: pinterest
Especulo agora que alguns ou a maioria dos coléricos sejam mais ativos ou provocativos, talvez os típicos coléricos, e que outros sejam mais do tipo reativo, e que portanto, a priore, não serão constantemente ou ''preferencialmente'' coléricos.
Por exemplo.
Fictício.
Dona Florinda e Seu Madruga
Ela seria ou representaria o tipo mais ativamente colérico, ainda que para ambos, as circunstâncias ambientais também funcionem claramente como fatores desencadeantes. A
Ficar nervoso ''a toa', sem ter uma razão real ou definitivamente justificada VERSUS reagir de maneira mais colérica denotando que o estado original/preferencial de ânimo tende a ser menos irritadiço. Em outras palavras, o nível de irritabilidade é muito maior para o ''colérico ativo'' do que para o ''colérico reativo'' e na verdade, no segundo grupo, muitas vezes o ''temperamento predominante'' sequer será o colérico.
Outro aspecto importante de diferenciação é o grau de prepotência do colérico ativo ou seria melhor altivo, e do colérico reativo ou também passivo, em que o primeiro já seria mais ''naturalmente prepotente'' enquanto que o outro não, necessariamente falando.
Eu seria o exemplo, mais meso, digamos assim, entre o colérico ativo e o reativo, porque sou ''naturalmente mais prepotente'', mas não a ponto de não conseguir conter essa tendência, já denotando uma menor intensidade/intrinsecabilidade dessa fração de comportamento em mim. E sem falar, mas falando, que o meu estado de ânimo original não é o de irritabilidade OU que, apesar de ser mais colericamente reativo, ainda não serei tanto quanto o típico colérico, que já se encontra em um estado de ânimo, eu não diria de irritação, mas de prepotência/e perfeccionismo [subjetivo], tendo a irritabilidade como uma reação às suas constantes frustrações.
Também poderíamos vincular o colérico ativo ao psicoticismo e o colérico reativo ao neuroticismo, o primeiro como uma irritabilidade mais expansiva, provocativa ou ativa, e o segundo como uma irritabilidade mais introspectiva, sensitiva, internalizável. Aquilo que o psicoticista tende a descontar nos outros o neurótico tende a internalizar, como eu já comentei.
Em resumo conclusivo, existem dois tipos de irritáveis: o irritável irritante [que se irrita com facilidade e que irrita o outro] e o irritável irritado [que é bem mais propenso a não tentar descontar ''no outro'', logo na primeira oportunidade].
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quatro temperamentos
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Perfeccionistas subjetivos (potencialmente coléricos comuns) versus perfeccionistas (moralmente) factuais (potencialmente sábios)
A moralidade subjetiva é essencial/primordialmente pessoal, aquilo que achamos que está certo para nós e não aquilo que definitivamente está certo [moralidade objetiva].
A insatisfação e posterior cólera em relação à realidade em que se vive, especialmente em termos morais, pode se dar com base no perfeccionismo subjetivo: naquilo que se considera certo, mais ou menos, ou errado, isto é, mediante uma perspectiva pessoal, que comumente vincula-se à uma subcultura ou cultura/moralidade já existente OU popularizada. E também pode se dar com base no perfeccionismo objetivo: naquilo que está indefectivelmente certo, mais ou menos ou errado, quando é produto de um raciocínio bem trabalhado... e ponderado/moderado.
A insatisfação e posterior cólera em relação à realidade em que se vive, especialmente em termos morais, pode se dar com base no perfeccionismo subjetivo: naquilo que se considera certo, mais ou menos, ou errado, isto é, mediante uma perspectiva pessoal, que comumente vincula-se à uma subcultura ou cultura/moralidade já existente OU popularizada. E também pode se dar com base no perfeccionismo objetivo: naquilo que está indefectivelmente certo, mais ou menos ou errado, quando é produto de um raciocínio bem trabalhado... e ponderado/moderado.
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terça-feira, 18 de julho de 2017
Quatro temperamentos e distribuição racial, por sexo, classe social, psico-cognitiva...

https://espacoastrologico.files.wordpress.com/2012/06/tabela11.jpg
Eu disse no último texto de auto-análise que os quatro temperamentos se dividem em dois tipos: quente e frio, e que cada um tem um par mais extremo, que seria uma versão mais intensa do outro, por exemplo o colérico em relação ao sanguíneo. Pois bem, agora eu começarei a especular, se isso já não foi feito, sobre os quatro temperamentos em relação à variáveis coletivas [que também são individuais, é claro, especialmente quando o estereótipo coletivo bate com a composição individual] como raça e sexo. A Priore parece até fácil de se perceber que as duas categorias representam um tipo mais amplo de temperamento capitaneado pelo espectro introversão-extroversão. Fleumáticos e melancólicos tendem a ser mais puxados para a introversão. Sanguíneos e coléricos tendem a ser mais puxados para a extroversão. Sem mais enrolação, vamos ao novo delírio:
Mulher mais normal. Homem mais extremo?
As mulheres seriam em média mais propensas a terem um predomínio dos temperamentos mais amenos, basicamente o sanguíneo e o fleumático. Os homens por sua vez seriam mais propensos a terem os temperamentos mais intensos, colérico e melancólico. Eu não sei como estimar o percentual mas pode ser que nos níveis mais altos e não apenas dos temperamentos mais intensos será sempre esperado uma desproporção de homens. Também pode ser esperado uma desproporção masculina em relação aos perfis que apresentam as combinações mais incomuns. Isso nos ajudaria em partes a explicar a incidência mais significativa de propensão ao crime e ao gênio entre os homens, assim como também quanto ao espectro menos intenso, de maior e de menor inteligência cognitiva (e intelectual ou qualitativa).
Em ordem de importância (especulativo):
Mulheres: Sanguíneo, fleumático, melancólico, colérico
Lésbicas: Fleumático, sanguíneo, colérico/melancólico
Homens: Fleumático, colérico, sanguíneo, melancólico
Homossexuais: Sanguíneo, melancólico/colérico/fleumático
Por causa de uma tendência para uma macro-conjuntura seletiva humana, homens e mulheres de todas as culturas tendem a apresentar características parecidas com diferenças mais sutis do que consideravelmente significativas ainda que tipos exóticos também existam.
Macro-raças
Leste asiáticos [especialmente os mais geneticamente decantados: chineses han, coreanos e japoneses]: fleumático [fortemente predominante +60%*], sanguíneo, melancólico e colérico [este último é provável que exibirá muito baixa proporção];
Caucasianos europeus: fleumático, sanguíneo [ predominantes, + 60%], colérico/melancólico [especulo que serão muito próximos em suas respectivas proporções];
Negros africanos [bantu* as populações predominantes]: sanguíneo [fortemente predominante +60%], colérico, fleumático e melancólico [este último é provável que exibirá muito baixa proporção].
Fleumático: o temperamento mais adaptado para a civilização*
Classe social: Ricos e pobres mais entre os extremos.
Em relação às classes sociais os mais ricos parecem ser mais propensos a serem nessa ordem de importância: sanguíneo, fleumático, colérico (diferenças pequenas de proporção) e melancólico.
Classe média: fleumático [predominante], sanguíneo, melancólico e colérico
Classe baixa: sanguíneo, fleumático, colérico (diferenças pequenas) e melancólico.
Classe cognitiva
Mais cognitivamente inteligente: fleumático, sanguíneo, melancólico, colérico.
Mais intelectualmente inteligente: sanguíneo/melancólico, fleumático, colérico.
Superdotado ''alto-empreendedor'': fleumático [predominante], sanguíneo, melancólico, colérico
Superdotado ''brilhante'': melancólico/sanguíneo, colérico, fleumático.
Superdotado ''criativo'': melancólico/colérico, sanguíneo, fleumático.
Sábio: fleumático/melancólico, sanguíneo/colérico.
Racional: fleumático, melancólico/sanguíneo, colérico.
Lógico: fleumático, sanguíneo/colérico, melancólico.
Normie: fleumático/sanguíneo, colérico/melancólico.
Sub-lógico: sanguíneo/melancólico, colérico, fleumático [algumas facetas da ''conscienciosidade''*]
Nacionalidade
Brasileira: sanguíneo, colérico/fleumático, melancólico
Italiana: sanguíneo, colérico/fleumático, melancólico
Francesa: fleumático/sanguíneo, melancólico, colérico
Inglesa: fleumático, sanguíneo, melancólico, colérico
Japonesa: fleumático, melancólico/sanguíneo, colérico
...
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domingo, 16 de julho de 2017
Nova auto análise de personalidade usando os quatro temperamentos

https://espacoastrologico.files.wordpress.com/2012/06/tabela11.jpg
E usando aquele método infalivelmente preguiçoso de proto-correlação...
De 0 a 1 [0 a 0,3: correlação baixa/baixa intrinsecabilidade ou auto-correlação; 0,3 a 0,7: correlação média; 0,7 ou +: correlação alta]
Em outras palavras, mais baixo = apenas no manual e olhe lá; muito alto = praticamente no automático.
Vamos lá, sem demora...
Por ordem alfabética, ;)
{delícia]
COLÉRICO
''Qualidades':
enérgico: 0,6 [especificamente em termos mentais, mas não em termos cinestésicos]
resoluto: 0,5 [muito dependente de qual objetivo/critério que estiver sendo usado como análise. Por isso decidi dar-me um 0,5, que de acordo com a minha mente saudavelmente doente significa que é variável, que posso ser muito ou pouco resoluto, que é dependente da situação, e é provável que esse tipo de análise ''aparecerá'' nos outros traços/adjetivos]
independente: 0,5 [ mentalmente sim, com certeza. Agora, no mundo extrospectivo...]
otimista: 0,5 [ surpreendentemente sim, pelo menos em relação a mim mesmo... mas ''ainda'' depende].
prático: 0,6 [parece quase a mesma coisa que resoluto/determinado. Novamente, sim, mas pra quê*]
eficiente: 0,5 [ talvez sim, talvez não, mas pra quê*]
líder: 0,2 [por enquanto não, não mesmo. Mas o 0,2 é pra dar um soluço de esperança, de ser remotamente possível.]
audacioso: 0,7 [pois sim, talvez... e geralmente muito menos ao vivo... ainda que não signifique que eu seja ''covarde', mas que de fato, na web é muito mais fácil ser audacioso. Mas se tiver que ser audacioso ao vivo e à cores, eu o serei, o 'problema' ou problema é que eu adoro ficar comigo mesmo, no meu mundinho. No mais, muitas pessoas não são audaciosas na web...]
Média: 0,5
''Defeitos':
iracundo: 0,7
sarcástico: 0,6 [quase a mesma coisa, mas talvez um pouquinho mais, isto é, tendo a ser um pouco mais mas não a ponto de fazê-lo no automático... de fato quanto maior for a pontuação no meio do espectro a partir de minhas propostas, maior o potencial de livre arbítrio e/ou que depende mais das circunstâncias do ambiente e o humor do momento].
impaciente: 0,7 [não sou super-ansioso, mas estou perto]
prepotente: 0,3 [Prepotente é um adjetivo de dois gêneros com origem no latim praepotens que significa uma pessoa muito poderosa e influente que abusa do seu poder e autoridade.
Uma pessoa prepotente muitas vezes também é classificada como arrogante, porque se considera superior aos outros, tratando-as de forma desrespeitosa. Peguei do significados.com.]
intolerante: 0,8 [apesar de ser sempre complexo afirmar de maneira conclusiva e considerável em relação a esse assunto, ao menos em termos introspectivos eu sou de fato muito intolerante]
vaidoso: 0,7 [um defeito* não necessariamente, a priore]
auto-suficiente: 0,5 [em termos intelectuais/introspectivos, com certeza, ao menos em relação à independência (que é...quase a mesma coisa*), porque literalmente falando ninguém é totalmente auto-suficiente. Em termos extrospectivos ou ativos, com certeza não. Isso é um defeito também*]
insensível: 0,5
astucioso: 0,8 ;)
média: 0,62
FLEUMÁTICO
''Qualidades':
calmo/tranquilo: 0,5 [ introspectivamente falando, sim. ''o inferno são os outros'']
cumpridor: 0,6 [em relação àquilo que gosto de fazer e que me ponho a fazer pelos outros, sim]
eficiente: 0,5 [em relação ao que gosto de fazer, acho]
conservador: 0,3 [geralmente não, isso é uma qualidade*]
prático: 0,7 [sim, especialmente para o que eu gosto de fazer ou que não está em minha zona de desconforto... nem na zona de confronto]
líder: 0,3 [um líder fleumático* quem sabe, uma pontinha de dúvida que talvez poderia ser. Ser líder ou ter grandes chances de ser, está fortemente relacionado com a semelhança entre o líder e o seu pastoreio]
diplomata: 0,9 [sim, sim, sim]
bem-humorado: 0,9 [é]
média: 0,58
''Defeitos':
calculista: 0,5 [defeito*]
temeroso: 0,5 [ou cauteloso*]
indeciso: 0,5
contemplativo: 0,9 [defeito***... foi um conserva quem fez isso, só pode]
Desconfiado: 0,8 [outro ''defeito'' grave]
Pretensioso: 0,4
Introvertido: 0,7
Desmotivado: 0,5
média: 0,6
MELANCÓLICO
''Qualidades'
habilidoso: 0,5 [depende pra quê]
minucioso: 0,7 [depende pra quê, mas dou-me mais]
sensível: 0,8
perfeccionista: 0,7 [depende]
esteta: 0,8
idealista: 0,9
leal: 0,8
dedicado: 0,7 [depende]
média: 0,73
''Defeitos'
egoísta: 0,5 [nem vou mais responder, se vier 0,5 ou próximo disso já sabem]
amuado: 0,4 [já fui mais]
pessimista: 0,7 [depeeende, mas neste caso pendo mais para o pessimismo do que para o otimismo]
teórico: ** Não sei o que esse adjetivo negativado significa, mas por aquilo que intui = 0,6
confuso: 0,6
anti-social: 0,7 ** [quer dizer, de personalidade anti-social*, acho que aqui ficou mais como ''introvertido e neurótico'']
crítico: 0,8
vingativo: 0,5 [apesar de depender, até agora, que eu me lembre, nunca me vinguei, até porque não tive lá muuuuuitas situações para requisitá-la de maneira indivisível]
inflexível/ intolerante*: 0,6 [ inflexível parece ser um pouquinho diferente do que intolerante. Neste sentido, talvez, eu seja mais flexível para modificar os meus pontos de vistas, e é o que tenho feito, mas tendo como finalidade os seus respectivos melhoramentos... com sempre a psicologia tende a ser muito vaga]
média: 0,6
SANGUÍNEO
''Qualidades'
Comunicativo: 0,5 [micro-interpessoalmente falando e com pessoas que eu tenho muita confiança ou mesmo alguma pessoalidade, sim]
Destacado: 0,4* [parece ser, como a maioria desses traços, dependente do ambiente. Eu posso ser destacado em um ambiente mas não em outro]
Entusiasta: 0,5 [em relação à humanidade, não. De alguma maneira entusiasta, talvez comigo mesmo. Entusiasta = otimista]
Afável: 0,5 [depende pra quem, por quê]
Simpático: 0,5 [como quase todo mundo, com quem eu gosto... já me chamaram de espirituoso]
Bom companheiro: 0,7
Compreensivo: 0,6 [tortuosamente falando sim, eu sei me colocar no lugar do outro e entender o porquê de estar agindo assim. Neste sentido deveriam ter colocado um ''interpessoalmente compreensivo'']
Crédulo: 0,5 [qualidade***** talvez, todos os traços tenham o seu lado bom]
média: 0,52
''Defeitos'
pusilânime: 0,6
volúvel: 0,4
indisciplinado: 0,5
impulsivo: 0,5
inseguro: 0,8
egocêntrico: 0,8
barulhento: 0,3
exagerado: 0,4 [alguns traços polêmicos, este por exemplo. Exagerado, no meu caso, apenas em relação àquilo que de fato se consiste em uma tempestade no copo d'água]
medroso: 0,6
média: 0,54
Médias totais [defeitos + qualidades}
Colérico: 0,56
Fleumático: 0,59
Melancólico: 0,66
Sanguíneo: 0,53
Análise do método:
Parece ao menos pra mim que este método de análise de personalidade funcionou muito bem, porque de fato entre os quatro tipos eu estou mais melancólico, e em segundo lugar, eu sou mais fleumático. Pelo que entendi, os dois em que tirei as maiores médias representam as ''personalidades frias'', enquanto que, até mesmo pelo próprio nome, os outros dois representam as ''personalidades quentes''. Fleumático e sanguíneo seriam versões mais amalgamadas de, respectivamente, melancólico e colérico. Até acho que é um método mais simples e ao mesmo tempo preciso para analisar a personalidade do que os mais famosos, porque afinal de contas inevitavelmente cairemos em alguns desses tipos, de maneira mais simétrica ou não. As minhas diferenças, das personalidades 'frias' em relação às personalidades 'quentes', pelo que entendi, não foram tão significativas e talvez possamos ou é provável de encontrarmos pessoas que sejam bem mais assimétricas nessa distribuição.
Em relação às ''qualidades'
Colérico: 0,5 [traço com a maior pontuação: 0,7, audacioso com a menor: 0,2, líder]
Fleumático: 0,58 [0,9, diplomata e bem-humorado. 0,3, conservador e líder]
Melancólico: 0,73 [0,9, idealista. 0,5, habilidoso]
Sanguíneo: 0,52 [0,7, bom companheiro. 0,4, destacado/popular*, porque se for isso mesmo então eu deveria reduzir a pontuação, enfim. No mais, acho que tenho potencial para ser mais popular do que sou agora]
Muito interessante que algumas de minhas qualidades mais destacadas foram precisamente os traços em que tirei as maiores pontuações. De fato eu estou mais audacioso, diplomata, bem-humorado, idealista e bom companheiro, claro, em condições ideais de temperatura e impressão. Mesmo os traços em que tirei pontuações altas mas não necessariamente as mais altas, refletiram muito bem as minhas virtudes, por exemplo, esteta e minucioso [do temperamento melancólico].
Em relação aos ''defeitos'
Colérico: 0,62 [0,8 astucioso e intolerante. 0,3 prepotente]
Fleumático: 0,6 [0,9, contemplativo ''defeito'. 0,4, pretensioso. Creio eu que geralmente os mais vaidosos tendem a ser também os mais pretensiosos. De alguma maneira, eu acho que isso não acontece comigo porque apesar de ser vaidoso eu tenho desenvolvido um bom auto-conhecimento. Ainda assim, sabemos que o intervalo de 0,3 a 0,7, também quer indicar maior fluidez do traço, portanto eu posso ou devo ser pretensioso em relação a alguns aspectos, mas não de maneira generalizada, e por ser ou ter me tornado ainda mais introspectivo isso possa ter reduzido esta minha nuance ou potencial]
Melancólico: 0,6 [0,7, anti-social e pessimista. 0,4, amuado]
Sanguíneo: 0,54 [0,8, inseguro e egocêntrico. 0,3, barulhento]
Obs.: defeitos com pontuações iguais ou maiores do que as qualidades geralmente podem indicar maiores flutuações emocionais, ;).
E os ''defeitos', estes mais polêmicos, também refletiram bem os meus meandros mais importantes: astucioso, intolerante, contemplativo, anti-social, pessimista, inseguro e egocêntrico.
Astúcia e contemplação definitivamente não são, a priore, defeitos, da mesma maneira que egocentrismo ou insegurança. No entanto creio eu ter entendido a intenção porcamente explicitada do autor desse ''psicograma'' que deve ter pensado nos dois pelas seguintes e respectivas maneiras: manipulador esperto e sonhador exagerado.
Big five [multiplicado por 2, ;) ] e quatro temperamentos por ordem de correlacionalidade
Melancólico = neuroticismo, introversão, abertura para a experiência, conscienciosidade, estabilidade emocional, psicoticismo, agradabilidade e extroversão.
Fleumático = estabilidade emocional, conscienciosidade, agradabilidade, introversão, neuroticismo, extroversão, abertura para a experiência e psicoticismo.
Sanguíneo = extroversão, agradabilidade, abertura para a experiência, psicoticismo, estabilidade emocional, neuroticismo conscienciosidade e introversão.
Colérico = psicoticismo, neuroticismo, extroversão, abertura para a experiência, estabilidade emocional, conscienciosidade e introversão.
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sexta-feira, 14 de julho de 2017
A sabedoria do "pavio curto", especificamente o racional
"Não levar desaforo pra casa"
Geralmente acreditamos e com toda a razão que ser pavio curto por qualquer coisa não é racional e que é sempre importante analisar situação por situação antes de agir com base no impulso. Claro que tendemos a entender os conceitos mas também patinamos na hora de aplica-los, e nesta parte, geralmente sem saber que cometemos esses erros. No mais também tendemos a esquecer que cada fenótipo comportamental tem uma história ou passado evolutivo por trás e que na totalidade das vezes as pessoas não agem de maneira inteiramente ilógica [e na verdade elas tendem a agir de maneira muito lógica, ao menos em relação às suas próprias características intrínsecas, mentais e corporais]. Muitos fenótipos comportamentais que ainda prevalecem nas populações humanas refletem outros tempos, de quando surgiram, e em que se tornaram de alguma maneira demograficamente importantes. Por exemplo a crença religiosa. Em outras épocas mas mesmo em algumas culturas antigas que ''ainda'' estão entre nós, especialmente as mais isoladas, a religião pode ser considerada como o suprassumo do conhecimento da tribo ou comunidade. No entanto em "nosso" contexto moderno apesar de ainda ter muita serventia especialmente a de natureza reprodutiva, a religião se tornou mais supérflua em termos culturais.
Cultura não é apenas cultuar mas também acreditar e tende de maneira invariável porém constante a expressar o grau de qualidade intelectual de certa população ao menos em relação ao seu cidadão médio.
Voltando ao fenótipo comportamental do "pavio curto", que ou aquele que tem pouca paciência ou tolerância com desaforos. Existem os "esquentados" ou "coléricos" generalizados que eu também gosto de chamar de "irracionais", ainda que fenotipicamente lógicos, e os coléricos racionais, que tem boas razões para ficarem assim. Especialmente entre os homens, é comum que os mais coléricos acabem cometendo crimes. Por exemplo, se um homem te "passa a perna" qual seria a sua reação?? Muitos homens/ou pessoas, as mulheres inclusas, relevam ou acionam a justiça para tentar solucionar o caso, e que dependendo do país, será quase que "deixar passar". Outros homens preferem fazer justiça com as próprias mãos. O homem te enganou então você vai e o mata. Esse tipo de justiça mais se parece com a "Lei de Talião", olho por olho dente por dente. Se não fossem pelos excessos desse sistema de justiça e/ou se fosse muito mais detalhado e universalmente justo, via moralidade objetiva, seria o melhor de todos e não haveria a necessidade de algumas pessoas buscarem fazer justiça com as próprias mãos.
Ser passivo ou tranquilo demais pode te fazer mais propenso a ser "feito de trouxa". O caso "recente" do povo brasileiro que finalmente começou a perceber o nível de podridão de seus políticos e como bom gado que são permanecem passivos mesmo que mais alterados do que antes, quando a roubalheira mal era noticiada.
São nessas horas que ser pavio curto pode ter das suas vantagens.
Não permitir que se cometam injustiças mas antes procurar analisar a situação para depois de fato agir. Eis a sabedoria de não ser sempre tolerante. No entanto vivemos em sociedades em que o nível de tolerância para quase todas as injustiças é pra dizer a verdade muito alto, e aliás, esta tem sido a historinha humana.
Geralmente acreditamos e com toda a razão que ser pavio curto por qualquer coisa não é racional e que é sempre importante analisar situação por situação antes de agir com base no impulso. Claro que tendemos a entender os conceitos mas também patinamos na hora de aplica-los, e nesta parte, geralmente sem saber que cometemos esses erros. No mais também tendemos a esquecer que cada fenótipo comportamental tem uma história ou passado evolutivo por trás e que na totalidade das vezes as pessoas não agem de maneira inteiramente ilógica [e na verdade elas tendem a agir de maneira muito lógica, ao menos em relação às suas próprias características intrínsecas, mentais e corporais]. Muitos fenótipos comportamentais que ainda prevalecem nas populações humanas refletem outros tempos, de quando surgiram, e em que se tornaram de alguma maneira demograficamente importantes. Por exemplo a crença religiosa. Em outras épocas mas mesmo em algumas culturas antigas que ''ainda'' estão entre nós, especialmente as mais isoladas, a religião pode ser considerada como o suprassumo do conhecimento da tribo ou comunidade. No entanto em "nosso" contexto moderno apesar de ainda ter muita serventia especialmente a de natureza reprodutiva, a religião se tornou mais supérflua em termos culturais.
Cultura não é apenas cultuar mas também acreditar e tende de maneira invariável porém constante a expressar o grau de qualidade intelectual de certa população ao menos em relação ao seu cidadão médio.
Voltando ao fenótipo comportamental do "pavio curto", que ou aquele que tem pouca paciência ou tolerância com desaforos. Existem os "esquentados" ou "coléricos" generalizados que eu também gosto de chamar de "irracionais", ainda que fenotipicamente lógicos, e os coléricos racionais, que tem boas razões para ficarem assim. Especialmente entre os homens, é comum que os mais coléricos acabem cometendo crimes. Por exemplo, se um homem te "passa a perna" qual seria a sua reação?? Muitos homens/ou pessoas, as mulheres inclusas, relevam ou acionam a justiça para tentar solucionar o caso, e que dependendo do país, será quase que "deixar passar". Outros homens preferem fazer justiça com as próprias mãos. O homem te enganou então você vai e o mata. Esse tipo de justiça mais se parece com a "Lei de Talião", olho por olho dente por dente. Se não fossem pelos excessos desse sistema de justiça e/ou se fosse muito mais detalhado e universalmente justo, via moralidade objetiva, seria o melhor de todos e não haveria a necessidade de algumas pessoas buscarem fazer justiça com as próprias mãos.
Ser passivo ou tranquilo demais pode te fazer mais propenso a ser "feito de trouxa". O caso "recente" do povo brasileiro que finalmente começou a perceber o nível de podridão de seus políticos e como bom gado que são permanecem passivos mesmo que mais alterados do que antes, quando a roubalheira mal era noticiada.
São nessas horas que ser pavio curto pode ter das suas vantagens.
Não permitir que se cometam injustiças mas antes procurar analisar a situação para depois de fato agir. Eis a sabedoria de não ser sempre tolerante. No entanto vivemos em sociedades em que o nível de tolerância para quase todas as injustiças é pra dizer a verdade muito alto, e aliás, esta tem sido a historinha humana.
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quinta-feira, 13 de julho de 2017
Categorias ofídio-humanas
Cobras venenosas e agressivas [personalidades anti-sociais];
Cobras venenosas mas geralmente não-agressivas [personalidades anti-sociais incompletas* no quesito agressividade ativa* ainda assim, fortemente propensas a incutirem o seu veneno*];
Cobras agressivas mas não-venenosas [personalidade's colérica's ou em combinações com a personalidade colérica mas sem o talento na 'arte' da manipulação maligna];
Cobras não-venenosas e não-agressivas [personalidades predominantemente pró-sociais]
veneno = capacidade de manipulação maligna e supra-entendimento interpessoal [ e no caso do sábio = capacidade de de-manipulação, de manipular a manipulação maligna ou de de-manipulá-la]
agressividade = propensão a rompantes fisicamente pré-agressivos, ainda que também tenha como origem a ideação agressiva, maligna e/ou destrutiva.
Nesta tipologia ofídio-humana ''é esperado'' que o sábio se localize mais numa categoria intermediária, provavelmente entre os tipos mais destacados de cobra, ainda que a personalidade sábia tenda a ser muito distinta das personalidades comuns, como se estivesse em um nível completamente novo e sim, superior, porque ao invés de ser naturalmente insulada ou atomizável, se consiste em uma omniversão de características que geralmente não se combinam no espectro habitual humano, em especial em suas versões benignas. Enquanto que o ''veneno'' tende a estar ou não estar, o famoso ''ser ou não ser'', na sabedoria será um ''ser ou não ser, depende da questão/situação'', e não ''eis a questão''.
Cobras venenosas mas geralmente não-agressivas [personalidades anti-sociais incompletas* no quesito agressividade ativa* ainda assim, fortemente propensas a incutirem o seu veneno*];
Cobras agressivas mas não-venenosas [personalidade's colérica's ou em combinações com a personalidade colérica mas sem o talento na 'arte' da manipulação maligna];
Cobras não-venenosas e não-agressivas [personalidades predominantemente pró-sociais]
veneno = capacidade de manipulação maligna e supra-entendimento interpessoal [ e no caso do sábio = capacidade de de-manipulação, de manipular a manipulação maligna ou de de-manipulá-la]
agressividade = propensão a rompantes fisicamente pré-agressivos, ainda que também tenha como origem a ideação agressiva, maligna e/ou destrutiva.
Nesta tipologia ofídio-humana ''é esperado'' que o sábio se localize mais numa categoria intermediária, provavelmente entre os tipos mais destacados de cobra, ainda que a personalidade sábia tenda a ser muito distinta das personalidades comuns, como se estivesse em um nível completamente novo e sim, superior, porque ao invés de ser naturalmente insulada ou atomizável, se consiste em uma omniversão de características que geralmente não se combinam no espectro habitual humano, em especial em suas versões benignas. Enquanto que o ''veneno'' tende a estar ou não estar, o famoso ''ser ou não ser'', na sabedoria será um ''ser ou não ser, depende da questão/situação'', e não ''eis a questão''.
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