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sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Sobre o dogma da igualdade racial no Brasil com dados

 E se as diferenças socioeconômicas entre grupos raciais no Brasil não forem apenas ou exclusivamente uma questão de diferenças de oportunidade, exclusão social ou "legados históricos"????


(E muito longe de ser apenas no Brasil...)


Esse é um estudo interessante que mostra como que, do Oiapoque ao Chuí, as diferenças raciais em desempenho acadêmico se mantêm homogêneas, em que os estudantes autodeclarados brancos apresentaram, como um grupo, resultados mais satisfatórios¹ que os estudantes autodeclarados pretos (incluindo os pardos, de acordo com a tendência ''wokeista'' de muitas instituições tradicionais do nosso país: de adotar ideias ou crenças da esquerda burguesa, tal como de, arbitrariamente, eliminar a categoria mestiça, de pardos, e adicioná-la à categoria racial de pretos, talvez como maneira de acirrar um antagonismo com os autodeclarados brancos)... Também é interessante que, mesmo com dados amplos e alguns detalhes² que apenas replicam achados de estudos em outros países ³, a conclusão dos pesquisadores foi rigorosamente submissa ao politicamente correto totalitário na educação superior... 

Vale ressaltar que esses resultados confirmam o que tem sido encontrado de maneira consistente em muitas pesquisas ou estudos anteriores. Portanto, não é um achado isolado, mas totalmente conforme ao padrão de dados e evidências acumulados do tópico em questão e que os torna cientificamente válidos até para que se chegue a um veredito, no mínimo, parcialmente conclusivo.

Os dados mostram, não apenas uma vantagem grande de um grupo sobre o outro, mas também que, quando a classe social é introduzida como um fator comparativo adicional, essa vantagem se torna ainda mais evidente, ao mostrar que, a partir de um mesmo patamar socioeconômico, o grupo ("branco") com melhor desempenho o mantém sobre o outro grupo ("preto"), e mesmo que, aqueles do primeiro grupo em patamar socioeconômico inferior praticamente têm um desempenho similar aos do segundo grupo em patamar superior, corroborando contrariamente a uma das teses mais importantes às "teorias sociais" criadas e mantidas por acadêmicos ideologicamente fechados com a esquerda: de que a condição social tem um efeito direto e de longo prazo para uma alta frequência de comportamentos ditos "disfuncionais' ou "deficientes', como o baixo desempenho acadêmico. Pois se fosse única ou especialmente esse fator, estudantes "pretos" de classe social superior deveriam, em média, apresentar um desempenho acadêmico igual ou superior ao de estudantes "brancos" no mesmo nível social. Mas não apenas isso, porque, novamente, estudantes "pretos" em boa situação socioeconômica, como mostrado no estudo, também apresentam, em média, ou como um grupo, desempenho similar aos estudantes "brancos" em situação socioeconômica inferior...

E qual é a conclusão mais realista (objetiva e imparcial) que podemos chegar?? 

Que a tese igualitarista de esquerda, que atribui essas diferenças exclusivamente a fatores sociais, históricos ou culturais, e sempre nega o fator biológico, ou intrínseco, está essencialmente equivocada... De que, talvez, não seja apenas culpa de "racismo estrutural", "opressão" ou "legado da escravidão", mas que certos grupos, em média, apresentam maiores capacidades cognitivas que outros, independente se "um' tem um histórico de oprimir o outro, e mesmo que, essa dinâmica desigual de poder reflita justamente essas diferenças, tal como o ser humano julga outras espécies por também possuir uma maior inteligência, e que reconhecer essa realidade como ela é não é imoral ou mesmo "racista", se uma verdade científica: empírica, imparcial e objetiva, deve primariamente prevalecer sobre um postulado moral#, até para que um sistema de moralidade possa ser corretamente construído, com base em evidências, fatos...; a única maneira possível de se sistematizar a prática da justiça: pela verdade. Pois se continuarmos a acreditar que a única maneira de combater* as desigualdades raciais e sociais é pela "correção histórica" e redistribuição de riquezas, atribuindo-as a abstrações, é bem provável que, a médio e longo prazo, tal medida não irá solucionar por definitivo o problema* das desigualdades, de poder até piorá-lo, afinal, medidas assistencialistas aos mais pobres tipicamente desprezam que, a pobreza não é apenas uma questão estrutural, mas também cognitiva e psicológica, e então plenamente intratável por intervenções superficiais, tal como de prover aos estudantes das classes basais, condições escolares perfeitas, se eles não apresentam, em média, desempenhos inferiores apenas ou especialmente por causa de suas condições socioeconômicas, ou por causa dos seus ambientes, se, inclusive, existem estudantes em mesmo patamar social que apresentam excelente desempenho acadêmico, além da minoria de estudantes "pretos" e/ou de "classe mais baixa" que apresentam desempenhos satisfatoriamente similares aos seus pares "brancos" e/ou de "classe mais alta"...

# Existem exceções a essa regra em que uma verdade científica nem sempre tem que se sobrepor a um postulado moral. Por exemplo, em uma hipotética comprovação empírica de que, a maioria dos presos que cometem crimes hediondos apresentam excelente potencial de ressocialização... Pois mesmo que a ciência possa comprová-lo, o mais justo, moralmente, é que eles continuem presos por muitos anos, ou mesmo que sofram a mais dura das penas: a pena de morte.

- O próprio exemplo aqui de: se foi encontrado que uma causa principal para as diferenças raciais em indicadores socioeconômicos são as diferenças psicocognitivas entre os grupos étnicos, então, de usá-la como justificativa para cessar qualquer medida social que vise combater as desigualdades extremas, se não se trata apenas de promover medidas meritocráticas em que, aqueles mais capazes possam ser recompensados, mas também que isso não tenha que significar em punir os menos capazes em determinadas demandas técnicas, se, em ambos os casos, essas diferenças não expressam simplesmente uma questão de escolha e, portanto, é uma punição literalmente injusta, tal como de cercear a liberdade de corpo das mulheres por serem, em média, fisicamente mais fracas que os homens... 

Além do próprio fator moral envolvido e que não precisa ser baseado em uma religião que apela para forças metafísicas ou em uma ideologia que distorce fatos "duros" para vender suas "mentiras brancas", se pela própria sabedoria, ou filosofia em sua essência, é perfeitamente possível defender pelo combate às desigualdades extremas a partir dos seguintes argumentos: a natureza essencialmente fictícia da matemática (financeira); a natureza essencialmente igual de toda forma de vida, e primariamente destacando a igualdade essencial da vida humana; e a natureza essencialmente parasitária de um sistema econômico em que uma classe explora as outras em prol do próprio benefício, consistindo em um sistema social claramente anti-meritório, se não é justo que, aqueles que mantêm a sociedade funcionando em suas bases também não sejam contemplados com direitos e ganhos suficientes para poderem viver dignamente, com acesso fácil a amenidades materiais e imateriais...

* Se é realmente um problema que grupo x apresente desempenhos médios distintos de grupo y ou se o que mais importa é se essas diferenças estão causando problemas sociais graves, por exemplo, as diferenças raciais de propensão a comportamentos irracionalmente antissociais...

Alguns detalhes não-mostrados na pesquisa principal usada como referência primária nesse texto e também a secundária usada como referência de reforço (mostrando que os achados tendem a ser replicados em outros países e com grandes amostras representativas):

- Se a categoria de "pretos", forjada pelo IBGE, em que autodeclarados pretos e pardos foram colocados em um mesmo grupo, fosse desconstruída e os dois realocados em suas próprias categorias, é muito provável que essas diferenças em desempenho acadêmico seriam ainda maiores, se os estudos em outros países já mostram diferenças grandes entre grupos raciais determinados por critérios menos subjetivos, como os de ancestralidade e fenótipo do que apenas por autodeclaração (caso dos EUA e Europa); e que "pardos" obtivessem resultados melhores do que "pretos" se com base em resultados comparativos que têm sido encontrados em outros países (por exemplo, a comparação de desempenho entre "hispânicos", um grupo predominantemente mestiço, e "afro americanos", nos EUA);

- Se a definição de "brancura" no Brasil não se limitasse apenas a autodeclaração, é muito provável que "brancos" brasileiros por fenótipo e até por predomínio de ancestralidade europeia (ou caucasiana) apresentassem um desempenho acadêmico médio ainda melhor do que apenas por autodeclaração...

- Se as categorias de "leste-asiáticos", judeus e descendentes de libaneses fossem usadas como comparação, é muito provável que apresentariam desempenhos superiores que os dos autodeclarados "brancos" e da categoria politicamente manipulada de "pretos"...

Portanto, a crença igualitária, e pseudo científica, de que as diferenças entre indivíduos e grupos humanos têm sempre como causa principal as diferenças sociais e históricas, ao ser tomada como um fato científico, pode levar uma cidade, estado ou nação a adotar medidas baseadas nesse equívoco e gerar uma cadeia de consequências problemáticas, como realmente tem acontecido, por exemplo, de um país resolver abrir suas fronteiras para a imigração em massa, desprezando que grupos humanos tendem a apresentar diferenças cognitivas e psicológicas, intratáveis se apenas por medidas superficiais, e que, a médio e longo prazo, essa massa de "novos moradores" pode piorar seus problemas sociais, como o aumento da violência, de conflitos culturais e a redução exponencial do nível médio das competências técnicas de sua população etnicamente "diversificada' ou alterada... Além de não acabar com a pobreza ou com as desigualdades extremas nos países de origem desses imigrantes, ainda complica a capacidade de absorção dos países receptivos desses fluxos migratórios, e a própria situação social dos mesmos... 

No caso do Brasil, de adotar medidas educacionistas, baseadas em uma crença de que a "educação" opera verdadeiros milagres na inteligência de indivíduos e grupos, tal como de conseguir aumentá-la apenas por uma suposta "educação de qualidade", como se não apresentassem, ou não apresentássemos características mentais mais intrínsecas, como as capacidades cognitivas e traços de personalidade, que não são unicamente reflexos dos meios ou circunstâncias aos quais nos situamos e interagimos... Pois a partir disso, ao invés de aceitar a realidade do verdadeiro potencial cognitivo do povo brasileiro (em média), medidas que a desprezam não resolvem o problema do déficit acadêmico, assim como também podem contribuir para piorá-lo. E, realisticamente falando, a única maneira de, a médio e longo prazo, começar a resolver esse problema será, não apenas por uma cultura que valoriza a aquisição de conhecimento e de produções artísticas superiores, que não temos, mas também que estabelece meios ou mecanismos, desculpem os mais emocionados... tacitamente eugênicos: de incentivo à alta fertilidade dos "mais inteligentes', ou desincentivo dos "menos', que eu já propus em outros textos: de oferecer vantagens tanto para os que serão incentivados a ter mais filhos, mas não muitos, quanto aos que serão desincentivados ou a terem menos, de um a dois..., além de outras medidas: por exemplo, a desintoxicação da lavagem cerebral "antirracista" ou antibranquista, ensinando às pessoas, especialmente às de ascendência europeia, que gostar da própria etnia não é crime ou pecado, claro, sem que isso resulte ou signifique odiar de maneira generalizada e injusta as outras etnias, até como maneira de também preservar a integridade racial e existencial de grupos "mais inteligentes' no país, além de incentivar os indivíduos "mais inteligentes' dos grupos "menos inteligentes' a se casarem entre si e terem mais descendentes. E sinceramente não vejo nada disso como uma afronta aos verdadeiros direitos humanos... {Também já propus em outro texto que, no caso do risco real de extinção de etnias europeias, que aqueles que almejam preservar seus fenótipos físico-comportamentais de tomarem a dianteira nesse objetivo, defendendo pelo direito à livre associação, sem ter que inibir os direitos mais básicos daqueles que não apresentam essa motivação}...

Mostrar que grupos raciais ou étnicos apresentam diferenças biológicas de comportamento e inteligência não significa que o "verdadeiro' racismo tenha que ser normalizado. A aceitação de uma verdade mais "dura" ou "endurecida" por indução ideológica hegemônica, não significa que se deva agir com crueldade a partir disso. O esclarecimento de um fato geralmente significa ampliar conhecimento e consciência e não o oposto. Da mesma maneira que podemos aceitar a realidade das raças ou etnias humanas e suas diferenças, e de não serem apenas reflexos de cultura ou ambiente, também podemos perceber uma série de outras verdades que contribuem para torná-la menos "dura", por exemplo, de apelar para a natureza complexa da inteligência humana, compreendendo que, mesmo um indivíduo "menos inteligente" em relação a certas competências, não significa que não possa ser inteligente em relação a outras, ou mesmo que só possa ser "não-inteligente". Em nosso cotidiano, podemos perceber que a inteligência humana não se limita a escrever "certo" ou resolver problemas matemáticos, ainda que essas capacidades sejam muito importantes... Aceitar esse fato não significa que tenhamos de generalizar grupos, se essas diferenças também são primariamente estatísticas. Não significa que não possam ser reduzidas ou que, pelo menos, os grupos menos inteligentes também não possam melhorar seus desempenhos ao longo do tempo. Só que essa melhoria real não irá acontecer apenas com mais livros nas escolas de periferia... 

Aceitar que nossas características mentais não são absolutamente sensíveis ao meio e/ou totalmente plásticas por estímulo direcionado, não precisa resultar em um fatalismo determinista, de acreditar que estamos fadados a nunca conseguirmos mudar ou melhorar nada sobre nós mesmos, se não apresentamos apenas limitações, mas também potenciais. Só que esses potenciais são determinados por nossas limitações, o que necessariamente não tem que ser uma verdade ruim, se é melhor sabermos quem somos e até onde podemos alcançar do que nos enganarmos com ilusões. Essa verdade, da natureza primariamente hereditária e intrínseca de nossas características mentais, também pode servir para que o sistema escolar, por exemplo, repense punições por mal desempenho, mas sem que isso signifique em um desleixo sistemático à performance acadêmica e ao comportamento social do corpo estudantil. Se a ciência em sua verdadeira prática e contextualizada ao comportamento e à inteligência inexoravelmente pende para a realidade do predomínio da biologia sobre os mesmos, então, um método de ensino realmente baseado em evidências empíricas precisa aceitá-la, e sem que isso resulte em uma diminuição da importância do professor, ainda que será inevitável uma mudança de função: de "construtor" do intelecto alheio para instrutor...


¹ ...números mostram que, em todos os estados brasileiros, independentemente da disciplina avaliada (Língua Portuguesa ou Matemática), tanto no 5° ano como no 9° ano do Ensino Fundamental, há uma diferença expressiva no percentual de estudantes brancos e de estudantes pretos com aprendizado adequado.

No 5° ano, em Língua Portuguesa, há 65,1% de estudantes brancos com aprendizado adequado; entre os estudantes pretos, o percentual é de 40,3%. Os estados que apresentam as maiores diferenças entre os dois grupos são: Amazonas, Rio Grande do Norte, Roraima e Amapá. No Amazonas, já no 5° ano, estudantes brancos têm desempenho quase 100% superior ao dos alunos pretos (50,8% com aprendizado adequado contra 25,5%).

Em Matemática, o desempenho dos alunos, de forma geral, é pior, mas a diferença por raça persiste: 55,8% dos estudantes brancos têm aprendizado adequado na disciplina contra 31,2% dos estudantes pretos. Em Matemática, além do Amazonas e do Rio Grande do Norte, há diferenças bastante significativas no Rio Grande do Sul, em Mato Grosso, Santa Catarina e na Paraíba. Nesses Estados, a diferença entre brancos e pretos é maior que 70%.

No 9° ano do Ensino Fundamental, em Língua Portuguesa, os alunos brancos têm desempenho 68,2% superior ao dos pretos (46% com aprendizado adequado contra 27,4%). Em Matemática, nesta etapa, verifica-se a maior desigualdade: 25,8% dos estudantes brancos com aprendizado adequado contra 11,9% dos pretos, uma diferença que chega a 116,4%.



² Nos dois anos avaliados e nas duas disciplinas, há diferenças importantes mesmo quando os alunos pertencem ao mesmo grupo socioeconômico: por exemplo, em Matemática, entre os alunos de nível socioeconômico alto, 34,4% dos brancos têm aprendizado adequado, entre os pretos, 17,3% (diferença de 98,8%). Entre os de baixo, 15,8% contra 8% (diferença de 98%).


Traduzido 

"Utilizando dados de crianças que viviam com mulheres incluídas no *National Longitudinal Study of Youth 1979* (Estudo Longitudinal Nacional da Juventude de 1979), os autores apresentam resultados sobre o desempenho em matemática e leitura de crianças nas faixas etárias de 5 a 6, 9 a 10 e 13 a 14 anos, ao longo de um período de 20 anos (1986 a 2005). As crianças foram divididas em seis grupos: crianças negras, hispânicas e brancas de famílias com renda igual ou inferior a 100% do limite federal de pobreza (estudantes pobres) e crianças negras, hispânicas e brancas de famílias com renda acima da linha da pobreza (estudantes não pobres).

Principais Conclusões

Crianças brancas não pobres apresentaram, consistentemente, desempenho superior ao de estudantes negros e hispânicos não pobres, da educação infantil ao ensino médio, tanto em leitura quanto em matemática, entre 1986 e 2005.
A disparidade de desempenho acadêmico entre estudantes brancos não pobres e estudantes negros não pobres aumentou.
Em contrapartida, a disparidade de desempenho acadêmico entre estudantes brancos não pobres e estudantes hispânicos não pobres diminuiu.
Além disso, estudantes negros não pobres apresentaram desempenho inferior ao de estudantes brancos pobres em quase todos os momentos analisados.
Da mesma forma, crianças brancas pobres apresentaram, consistentemente, desempenho superior ao de seus pares negros e hispânicos pobres, da educação infantil ao ensino médio, em leitura e matemática, ao longo do período de 20 anos.
A disparidade de desempenho entre estudantes brancos pobres e seus pares negros pobres aumentou ao longo do tempo e parece se ampliar após a educação infantil.
A disparidade de desempenho entre estudantes brancos pobres e seus pares hispânicos pobres também persistiu ao longo do tempo e aumentou entre crianças em idade de ensino fundamental II (anos finais).
A pobreza exerce um efeito mais prejudicial sobre o desempenho acadêmico de crianças não brancas em comparação com seus pares brancos.
Considerando que mesmo estudantes brancos de famílias pobres superam o desempenho de seus pares negros e hispânicos pobres, essas conclusões sugerem que a renda mais elevada — em média — das famílias brancas não pobres, em comparação com as famílias negras e hispânicas não pobres, não explica totalmente as disparidades raciais/étnicas no desempenho acadêmico".

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