Que todos compartilham
Minha lista de blogs
terça-feira, 23 de setembro de 2025
Nosso mundo é a alma
quarta-feira, 10 de setembro de 2025
O que eu sou é o que somos
Todos
sábado, 28 de setembro de 2024
Eu não sou a minha mente/I am not my mind
Eu sou a minha vontade
My desires
My satisfaction
My joys, certainties
Even my sadness
I am my reflection
I am not what my mind decides without me asking
I am not my random memories
My self-deprecating thoughts
My confusing feelings
I am not what I do not want
I am the warmth of my hope
The stubbornness of my idealism
The reality of my realism
I am not the pain I feel
The frustration or the hate
I am not made of anxiolytics
Despite being essentially imperfect
Like everything
I am not what pulls me down
What brings me closer to a precipice
I am the force that carries me forward
Even my pessimistic optimism
Or my optimistic pessimism
I am what makes me continue following the dark river of life
O número/The number
O tempo
Is my math
No profits
Or dividends
The only distance
Via sacra
Seconds, minutes
Multiples of moments
That divide by infinity up to zero
That divide by one, one, one
Always empty inside
A bubble of existence where it is possible to live
And even forget that one does not live in a hurry
Even though everything passes so quickly
As cold as the days
Without fractions or whole numbers
Without engineering or quantum physics
Just the simplest of calculations
In which melancholy adds up
Negative
And its geometry of circles and cycles that always return to the same place
In the same questions
Without answers, when we ask
Until when? How much?
And with a ruler we go back to the past
By dates, decades or years
By approximation
Sensations, guesses
Inaccuracy, bruxism
The disease we try to hide
What is all this
Of existing
Of living
sexta-feira, 26 de abril de 2024
I wasnt born for this world /Eu não nasci para esse mundo
Therefore, in the drift I keep
sábado, 30 de março de 2024
Traição
Desde as primeiras revoluções
A mesma sequência de eventosA mesma sequência de Josefs Stálins ou Almas Coins
Coin??
De poder, mas dizem que é sobre justiça
De vingança, mas dizem que é sobre verdade
Prometem o que não cumprem
Substituem bodes expiatórios
Querem ser os novos reis e rainhas
A mesma deslealdade
Manipulando as peças do tabuleiro
Sempre o mesmo jogo
Até quando?
Até não haver mais Terra para ocupar e destruir??
O mesmo muro de estupidez e crueldade
''Se não perdem a ternura jamais''
Também não perdem a hipocrisia
Não aprendem
E continuamos presos nesse ciclo vicioso
Se não existem Katnisses Everdeens e suas flechas certeiras
E continuamos com essas trocas de cadeiras, essa mesma política
De pão e circo
Café com leite
Ou é um novo Snow ou uma velha Alma
Essa mesma alma que muitos acreditam
Nossa aposta mais cega e cara
Nossa mentira mais dura
E como dura
E como resiste à sabedoria
Sempre criando novas bruxas, heresias...
Se pensando como transcendência
Mas é apenas outro extremismo normalizado
Porque não seguimos em frente
Se o verdadeiro caminho não muda
O único caminho, a reta que um dia encurva
Se é o destino que será esquecido, ultrapassado
Mas não adianta
Porque não agimos com sapiência
E só nos resta lamentar sobre a nossa situação
E a repensar sobre a nossa missão
Que não é salvar o mundo, mas a nós mesmos
Tentando sobreviver aos assaltos de ambos os lados
E ainda ver beleza nesse mundo humano tão complicado, tão errado
quarta-feira, 4 de outubro de 2023
Sol de domingo
Um momento de existência
quinta-feira, 21 de setembro de 2023
A arte imita a vida
A somma é o sermão da missa
O crime de pensamento é o politicamente corretoA linguagem neutra é a novilíngua
A Coreia do Norte é Oceania
Os EUA é uma Roma antiga
Com os seus prédios feios e modernos
A razão é uma heresia
Tal como em Demônios da Loucura
E os novos Galileus continuam a formar longas filas
Menos como mártires da verdade e mais como astrônomos da culpa
O Sol gira em torno da Terra
Vacinas matam mais que pandemias
Apocalypse Now
É o capitalismo que salva vidas
Antes de salgá-las com preços nas costelas do curral
E Adão é um sodomita
Preferiu a cobra do que sua mulher Evita
Maçã vermelha e virginal
São as colheres que dobram e é aquela pedra azul e radioativa
que brilha como um maldito cristal
Se é Uri Geller ou Yuri Gagarin
No Show de Truman
São as nossas mentiras
É a arte imitando a vida
É a loucura humana que não parece ter final
quinta-feira, 24 de agosto de 2023
Se na lua Europa tem vida
Também tem ilusão, melancolia??
sexta-feira, 6 de janeiro de 2023
6 de janeiro
As luzes se apagam
quarta-feira, 31 de agosto de 2022
A música
A música é minha oração, meu refúgio, meu ópio e minha libertação; a música é a minha transcendência e a minha alienação.
Lembranças
Lembranças em cada esquina desta cidadezinha que odeio e amo tanto. Amo as sombras do meu passado que só eu posso ver. De chuvas, manhãs e dias nublados ou ensolarados, que só eu posso escutar, com a alma silenciosa, sentindo saudades de tudo o que já fui e que continuo deixando de ser, todo dia. Eu continuo sonhando a realidade. Tentando ser o mais humano; ser uma régua em um mundo incompreensível e, ao mesmo tempo, tão simples. O Tempo é sempre tão simples...
sexta-feira, 4 de dezembro de 2020
Ética ou "perfeição"??
Eles querem
que fiquemos mais bonitos
Ou menos feios
Mais altos
Ou menos baixos
Mais magros
Ou menos gordos
Mais saudáveis
Ou mais alienados
Mais inteligentes
Ou menos errados
Mais longevos
Ou menos rápidos
Mas pra quê??
Até quando??
Até onde??
A ética equilibra o passo
Mas querem a purificação
Querem se livrar do "degenerado"
Os degenerados que eles também são,
Por que não se olham no espelho??
Mas eles querem a perfeição
Que não existe
Querem negar que o templo é o mesmo
Que o tempo é o espaço
De um mesmo fim
Querem resistir
Com estilo,
pompa e circunstância
Com carros voadores
e uma civilização interplanetária
Querem continuar na infância,
brincando de se esconder da realidade que assombra
Com a sua face pálida,
Como se tudo não fosse nada
Apenas uma miragem humana
de concreto e aço
De cetro e bomba
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
Re-cobrando e imantando novamente: o poeta é um escritor apressado. Espectro de ansiedade/serenidade e euforia/seriedade: do escritor, passando pelo poeta, até ao compositor musical
Poeta típico: SERIEDADE igual à EUFORIA [melancolia]; SERENIDADE igual à ansiedade [plenitude];
Compositor musical/cantor típico: seriedade menor que a EUFORIA; serenidade menor que a ANSIEDADE.
Escritor típico: ritmo lento de vida [obras tendenciosamente grandes e esparsamente expressivas]
Poeta típico: ritmo médio de vida [obras tendenciosamente variadas]
Compositor musical típico: ritmo rápido/agitado de vida [obras tendenciosamente pequenas e diretamente expressivas]
quinta-feira, 21 de setembro de 2017
Ruas vazias
Livres de mãos, de olhares, de pernas,
de cabeças, vazias,
Livres de ódio, de lascívia, de ilusão,
de almas, vazias,
Ruas e suas curvas, cheias de cheiros, de passos calmos, de um sonho, de um desejo, Das janelas, das suas varandas,
cheiro de ruazinhas, de ruelas, de lavanda,
O sabor das unhas intactas, bem longe, e cá minha,
a ânsia, que não mais me alcança,
E que descansa,
E eu onde, quando, talvez,
Ando, por seu vazio,
E contorno a sua morte,
E febril, sem arrepio,
Retorno,
a sou, a sua sorte,
Que ninguém viu.
Ruas que varam as ruas,
Num labirinto de solidão,
Num sonho sem sonho, magias,
Nem a voz, lá assim, que ria, em rouquidão,
Ruas do interior, do meu cobre coração,
Que eu queria, que eu queria...
Ruas que tocam o sentido,
Em seu vazio,
Ruas vazias, de humanos,
livres de paixão,
De libido,
Ruas vazias de ruas,
Apenas os riscos, os seus pisos,
Dos meus passos, que ecoam sem emoção,
Do triunfo fúnebre, sem sentido,
Sem ter razão,
Apenas caminho, em meu delírio,
Nas ruas vazias,
Na busca, por uma explicação,
No vazio, busco pelo completo,
Pelo cheio,
Mas no cheiro,
Eu só encontro a solidão.
domingo, 10 de julho de 2016
Servilização e civilização
o servil serve
e serve pra ser servil
o civil serve
e serve pra ser servido
como um contrato camarada
trabalha em prol mas também quer um lugar ao sol
o servil é o escravo bem tratado
o civil é protegido
o servil é vigiado
o civil é igual ao patrão,
mas diferente
por estar em outra posição,
só que não é uma pirâmide,
é como um tabuleiro,
em uma mesa horizontal,
de face lisa,
isto é cooperação,
iguais em estatura,
complementares em ação,
na cultura da servilização,
o vertical torna a um servo
e outro, um capataz,
chamam-no o ''civil'',
e ele, tolamente esperançoso,
crê neste deboche monstruoso,
trabalha muito e ganha pouco,
corre e a frente o ''seu'' queijo,
é usado como energia,
pega o seu salário pouco,
mas tem muito mais nos bancos,
que pertencem a porcos tolos,
no banco da praça,
inveja a liberdade das asas,
queria sonhar com o céu ao seu lado,
pedalar em cima das nuvens brancas,
cheirar o perfume das árvores,
segurar os raios pelos cabelos,
mas é ''adulto'' e servil,
condenado, dentro de um funil,
e como carne barata, é triturado
o abutre lhe engoliu
morte feia de quem só serviu
de quem nunca viveu
eis a verdadeira face
civilizado é uma ave rara
aos bandos, são todos servilizados...