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segunda-feira, 14 de outubro de 2024

O que veganismo e multiculturalismo têm em comum?? Falácia da bondade absoluta/What do veganism and multiculturalism have in common? Absolute goodness fallacy

 Se fosse possível abdicar totalmente do consumo de carne animal sem ocorrerem repercussões à minha saúde, eu teria me mantido firme na dieta vegetariana que comecei há uns dez anos atrás, nos idos de 2014, e que poucos anos depois acabou se tornando uma dieta "reducionista" ou "peixetariana" (entre aspas, porque sempre consumi pouco peixe), e que, por fim, resultou no meu retorno ao onivorismo, por temer que esse tipo de restrição alimentar pudesse afetar ou já estar afetando a minha saúde. Eu voltaria a essa dieta, porque apenas em termos morais, é o mais certo a se fazer, de minimizar ao máximo o sofrimento das outras espécies de seres vivos, com base no conhecimento de que somos, essencialmente, iguais, por sermos todos seres vivos e ainda mais no caso daqueles que apresentam senciência. Mas em termos funcionais, em um sentido mais evolutivo, não é tão simples assim, já que nossa espécie evoluiu por milhares de anos com uma dieta onívora e isso significa que nossos organismos estão adaptados a ela, de maneira que, mudá-la radicalmente costuma causar mais prejuízos que benefícios à nossa saúde, ainda que os estudos comparativos com diferentes dietas, na minha opinião, costumam ser um pouco oblíquos, com possíveis fatores de confusão, por exemplo, as correlações que têm sido encontradas entre transtornos mentais, asma e adoção de dietas vegetarianas. Pois não dá para afirmar que as mesmas estão causando asma ou transtornos psiquiátricos, se simplesmente não dá para fazer essas comparações sem levar em conta a diversidade dos organismos humanos e a real possibilidade de que alguns organismos se adaptam melhor à certas dietas do que outros, bem como as motivações que levam alguns a adotarem dietas que diferem da que tem sido adotada pela maioria de sua cultura original. Então, pode ser possível afirmar que, apesar de estar muito certo moralmente, o veganismo acaba escorregando parcialmente para um status de falácia, ou pela qual também se baseia, de falácia da bondade absoluta, típico de pseudociências "do bem", se não leva em conta os aspectos citados, funcionais e/ou evolutivos, responsáveis pelo onivorismo humano e que pode colocar em risco a saúde de, talvez, muitos dos que o adotam sem antes terem buscado fazer adaptações estritas visando a minimização desses potenciais prejuízos, ou quando veganos frequentemente incitam à mudanças estruturais relacionadas ao consumo de carne, sem pensarem em todos esses pormenores...


Pois além do veganismo, outra ideologia que se tornou hegemônica especialmente em espaços de poder, o multiculturalismo, também se baseia nessa falácia, de se basear em uma moralidade teoricamente superior, mas que na prática mostra-se bastante deficiente mesmo em sua principal intenção, de melhorar o mundo fazendo o bem. Se faz todo sentido, moralmente, que países, em especial os mais ricos, se tornem ou sejam generosos na recepção de imigrantes econômicos e refugiados fugindo do subdesenvolvimento, da pobreza ou de conflitos armados... Mas, em um outros aspectos, não é tão simples assim, até mesmo no aspecto moral, já que não somos, em média, iguais ou compatíveis cultural, psicológica e cognitivamente, nem perfeitamente dentro dos grupos aos quais nos associamos, imagina em relação a indivíduos oriundos de culturas e perfis psico-cognitivos distintos?? Isso significa que, cedo ou tarde, conflitos culturais, eufemismo para aumento de diferentes tipos de crimes, começarão a acontecer nas regiões mais receptivas a estrangeiros. Segundo que também é importante pensar no bem estar dos que moram nas regiões, cidades, estados ou países que se abrem para a imigração, não apenas nos imigrantes e refugiados. Em outras palavras, a empatia não deve ser direcionada apenas a um grupo... Terceiro que, por mais triste possam ser os problemas e conflitos humanos, é necessário aceitar que não somos capazes de resolver todos os problemas do mundo, também no sentido de receber um fluxo muito grande de refugiados e imigrantes econômicos. De acabar com essa "síndrome do super salvador", substituindo-a por uma abordagem realista. Como resultado, outras medidas poderiam ser pensadas visando ajudar os 'mais necessitados" de fora sem que se apele para a recepção massiva e sem controle de qualidade, pois sim, não parecem poucos os sujeitos mal intencionados que pedem asilo de refugiado ou entram como imigrantes econômicos. O que é certo de se afirmar é que a recepção generosa de estrangeiros teoricamente em situação de risco pouco ajuda na resolução dos conflitos ou problemas dos seus países de origem, tal como jogar baldes de água pensando em apagar um fogaréu. Além de acabar importando problemas para os países receptivos, sem filtro de qualidade... Por fim, o que parece ser um pensamento simples, pragmático e direto de bondade máxima, acaba se comportando como uma grande imprudência bem intencionada que não leva em consideração o máximo de detalhes que fazem toda diferença no julgamento final. 



If it were possible to completely give up eating animal meat without any repercussions on my health, I would have stuck to the vegetarian diet that I started about ten years ago, back in 2014, and which a few years later ended up becoming a "reductionist" or "fishtarian" diet (in quotation marks, because I have always eaten few fish), and which, in the end, resulted in my return to omnivorism, for fear that this type of dietary restriction could affect or was already affecting my health. I would go back to this diet, because in moral terms alone, it is the right thing to do, to minimize as much as possible the suffering of other species of living beings, based on the knowledge that we are, essentially, equal, because we are all living beings and even more so in the case of those that are sentient. But in functional terms, in a more evolutionary sense, it is not that simple, since our species has evolved for thousands of years with an omnivorous diet and this means that our organisms are adapted to it, so that changing it radically usually causes more harm than good to our health, although comparative studies with different diets, in my opinion, tend to be a bit biased, with possible confounding factors, for example, the correlations that have been found between mental disorders, asthma and the adoption of vegetarian diets. After all, it is not possible to affirm that these are causing asthma or psychiatric disorders, if it is simply not possible to make these comparisons without taking into account the diversity of human organisms and the real possibility that some organisms adapt better to certain diets than others, as well as the motivations that lead some to adopt diets that differ from that which has been adopted by the majority of their original culture. So, it may be possible to state that, despite being very morally correct, veganism ends up partially slipping into the status of a fallacy, or as it is also based on, the fallacy of absolute goodness, typical of "good" pseudosciences, if it does not take into account the aforementioned functional and/or evolutionary aspects responsible for human omnivorism and which may put at risk the health of, perhaps, many of those who adopt it without first having sought to make strict adaptations aimed at minimizing these potential harms, or when vegans frequently encourage structural changes related to meat consumption, without thinking about all these details...

Because in addition to veganism, another ideology that has become hegemonic especially in spaces of power, multiculturalism, is also based on this fallacy, of being based on a theoretically superior morality, but which in practice proves to be quite deficient even in its main intention, of improving the world by doing good. It makes perfect sense, morally, for countries, especially the richest ones, to become or remain generous in welcoming economic immigrants and refugees fleeing underdevelopment, poverty or armed conflicts... But, in other aspects, it is not that simple, even in the moral aspect, since we are not, on average, equal or compatible culturally, psychologically and cognitively, nor perfectly within the groups with which we associate, imagine in relation to individuals from different cultures and psycho-cognitive profiles? This means that, sooner or later, cultural conflicts, an euphemism for an increase in different types of crimes, will begin to occur in the regions that are most receptive to foreigners. Secondly, it is also important to think about the well-being of those who live in the regions, cities, states or countries that open up to immigration, not just immigrants and refugees. In other words, empathy should not be directed only at one group... Thirdly, as sad as human problems and conflicts may be, it is necessary to accept that we are not capable of solving all the problems in the world, also in the sense of receiving a very large influx of refugees and economic immigrants. To put an end to this "super savior syndrome", replacing it with a realistic approach. As a result, other measures could be considered to help the "most needy" abroad without resorting to mass reception without quality control, since yes, there seem to be many ill-intentioned individuals who request refugee asylum or enter as economic immigrants. What is certain to say is that the generous reception of foreigners who are theoretically at risk does little to help resolve conflicts or problems in their countries of origin, like throwing buckets of water in the hope of putting out a fire. In addition, it ends up importing problems to the host countries, without a quality filter... Finally, what seems to be a simple, pragmatic and direct thought of maximum kindness ends up behaving like a great well-intentioned imprudence that does not take into consideration the maximum details that make all the difference in the final judgment.

sábado, 21 de setembro de 2024

Falácias morais e mentiras usadas em defesa do multiculturalismo/imigração em massa/Moral fallacies and lies used in defense of multiculturalism/mass immigration

 1. Todo país rico tem a obrigação moral de receber "os pobres do mundo"


A priori, nenhum país tem a obrigação de abrir suas fronteiras para receber pessoas de fora, nem de maneira seletiva e muito menos sem critério. Cada país*, com base no princípio da autonomia nacional, deveria estar livre para decidir sobre suas próprias políticas, ainda mais se forem razoáveis ou racionais. Idealmente falando, toda política pública deveria ser mediada pelo diálogo constante do governo com a população, inclusive com direito a plebiscitos para saber a opinião ou a vontade da mesma e de, se possível, respeitá-la, especialmente se for bem embasada.

* Mas também serve para cidade, estado, região...

1.1 Todo país tem a obrigação moral de receber refugiados e/ou imigrantes 

Novamente, nenhum país deveria ser obrigado a receber refugiados ou imigrantes. A obrigação moral só seria potencialmente indiscutível em casos mais específicos. Mas mesmo em situações extremas, tal como em um conflito armado, esse tipo de decisão deveria ser da alçada de todos os envolvidos e não apenas de alguns grupos (ativistas, políticos...)

2. Devemos ser a favor da livre circulação de pessoas no mundo, por ser um direito humano, nosso, acaso quisermos ou precisarmos

Primeiramente, devemos ser a favor do respeito à autonomia das nações e não de achar que o mundo é o nosso quintal. Segundo, devemos ser a favor da moderação que só é possível pela ponderação. Pois esse pensamento é radical e insensível às pessoas que sofrerão ou já estão sofrendo com os efeitos negativos do multiculturalismo, bem como com os problemas ecológicos causados por turistas, imigrantes, empresas estrangeiras...

2.1 Devemos ter empatia ou sermos mais solidários com os mais necessitados, nos tornando mais receptivos, especialmente em relação aos refugiados 

Mas ser empático não significa tolerar abusos e crimes cometidos por imigrantes ou refugiados, ainda mais se forem hediondos. E já é notória a correlação positiva entre criminalidade e certos grupos de imigrantes. Idealmente, em um contexto de imigração inevitável, deve haver pelo menos um controle de qualidade, para detectar sujeitos cronicamente anti sociais antes que entrem no país e cometam crimes. E, com base no que a ciência, de fato, tem compilado sobre o comportamento humano, é possível fazer essa detecção a partir dos padrões relacionados com comportamentos anti sociais e suas frequências.

Mas mesmo se for possível ou decidido receber refugiados, deve haver um controle com base na real capacidade de recepção e integração (temporária??) deles ao país que os acolher, afinal, nenhum país é capaz de receber todos os "necessitados" do mundo. 

3. A imigração é importante para combater problemas demográficos, como o envelhecimento 

O maior problema não é o aumento da expectativa de vida, mas as taxas de fecundidade muito baixas, que só pode ser resolvido combatendo-as de frente, ao invés de relegar a uma outra solução, diga-se, falsa. 

3.1 A imigração é importante para a economia 

Depende muito do imigrante. Imigrantes vindos de países subdesenvolvidos, geralmente, causam mais problemas sociais (como o aumento da violência e do vandalismo) e, consequentemente, prejuízos econômicos.

4. A imigração ou multiculturalismo é importante para combater o racismo 

Então, destruir a homogeneidade cultural e étnica de uma cidade, estado/região ou país é o mesmo que combater o racismo??? 

5. Se você for descendente de imigrantes ou de um país com histórico de emigração, então, não pode criticar imigrantes ou refugiados 

Nenhum país tem a obrigação de ser um país "de imigrantes" para sempre ou durante toda sua história. E não, nem mesmo se você for um imigrante, nada impede que possa criticar imigrantes ou imigração, ainda mais se forem, respectivamente, sobre imigrantes que causam problemas e imigração em massa/sem controle... 

6. A culpa pela pobreza e/ou conflitos dos países subdesenvolvidos é principalmente dos habitantes dos países ricos ou dos "descendentes" dos colonizadores. Por isso que os países desses antigos colonizadores devem ser receptivos à imigração, como compensação por seus crimes 

Os diretamente envolvidos com o colonialismo não são as pessoas comuns que vivem em países outrora metrópoles coloniais, mas seus governos, ou suas "elites" política e econômica, principalmente. Acreditar que o cidadão médio de um país, como o Reino Unido, por exemplo, deve ser responsabilizado ou mesmo penalizado pelos crimes do colonialismo é injusto e falacioso (falácia da atribuição indevida). 

Além disso, os problemas sociais dos países pobres tendem a ser resultados da corrupção generalizada de suas "elites" e também de parcelas nada desprezíveis de suas próprias populações. Pois se as ruas da minha cidade pequena estão sempre sujas, a culpa é minha por ser branco e também dos europeus que não vivem aqui?? A culpa é sempre e primariamente do culpado e não de bodes expiatórios...


7. A livre circulação de pessoas é um processo inevitável da globalização 

Ou do globalismo?? 

Se a tendência é de nos tornarmos mais globalizados, isso pode ser feito com moderação, respeitando a autonomia das nações e os direitos dos nativos. 

8. A recepção de imigrantes econômicos e de refugiados é uma medida humanitária 

É sim, mas de curto prazo e paliativa, pois não ataca os problemas principais que estão resultando nesses fluxos migratórios. É como jogar baldes de água para apagar um fogaréu, além de causar problemas também aos países de imigração. Pois uma das razões para os problemas sociais dos países subdesenvolvidos está em seus próprios governos e com envolvimento de parcelas nada desprezíveis de suas próprias populações e, por isso que, os países mais ricos e socialmente desenvolvidos deveriam ajudar na administração e organização deles, inclusive com a possibilidade de intervenção, caso seja necessário, uma espécie de pseudo colonialismo benevolente (que seria o ideal... mas não para os ignorantes e/ou perversos que defendem o multiculturalismo).




1. Every rich country has a moral obligation to welcome "the world's poor"

A priori, no country has the obligation to open its borders to welcome people from outside, not even selectively and much less without criteria. Each country*, based on the principle of national autonomy, should be free to decide on its own policies, especially if they are reasonable or rational. Ideally speaking, all public policy should be mediated by constant dialogue between the government and the population, including the right to plebiscites to find out their opinion or will and, if possible, respect it, especially if it is well-founded.

* But it also applies to cities, states, regions...

1.1 Every country has a moral obligation to welcome refugees and/or immigrants

Again, no country should be obliged to welcome refugees or immigrants. The moral obligation would only be potentially indisputable in more specific cases. But even in extreme situations, such as an armed conflict, this type of decision should be made by all those involved and not just by a few groups (activists, politicians, etc.)

2. We should be in favor of the free movement of people around the world, because it is a human right, ours, whether we want or need it

First, we should be in favor of respecting the autonomy of nations and not of thinking that the world is our backyard. Second, we should be in favor of moderation, which is only possible through consideration. This thinking is radical and insensitive to the people who will suffer or are already suffering from the negative effects of multiculturalism, as well as from the ecological problems caused by tourists, immigrants, foreign companies, etc.

2.1 We should have empathy or be more supportive of those most in need, becoming more receptive, especially towards refugees

But being empathetic does not mean tolerating abuses and crimes committed by immigrants or refugees, especially if they are heinous. And the positive correlation between crime and certain groups of immigrants is already well-known. Ideally, in a context of inevitable immigration, there should be at least some quality control to detect chronically antisocial individuals before they enter the country and commit crimes. And, based on what actualscience has actually compiled about human behavior, it is possible to make this detection based on the patterns related to antisocial behavior and its frequencies.

But even if it is possible or decided to receive refugees, there should be a control based on the real capacity of reception and integration (temporary??) of them in the host country, after all, no country is capable of receiving all the "needy" people in the world.

3. Immigration is important to combat demographic problems, such as aging

The biggest problem is not the increase in life expectancy, but the very low fertility rates, which can only be solved by combating them head on, instead of relegating them to another, let's say, false solution.

3.1 Immigration is important for the economy

It depends a lot on the immigrant. Immigrants from underdeveloped countries generally cause more social problems (such as increased violence and vandalism) and, consequently, economic losses.

4. Immigration or multiculturalism is important to combat racism

So, destroying the cultural and ethnic homogeneity of a city, state/region or country is the same as combating racism???

5. If you are a descendant of immigrants or from a country with a history of emigration, then you cannot criticize immigrants or refugees

No country has the obligation to be a country of "immigrants" forever or throughout its history. And no, even if you are an immigrant, nothing prevents you from criticizing immigrants or immigration, especially if they are, respectively, about immigrants who cause problems and mass/uncontrolled immigration...

6. The blame for poverty and/or conflicts in underdeveloped countries lies mainly with the inhabitants of rich countries or the "descendants" of colonizers. That is why the countries of these former colonizers should be receptive to immigration, as compensation for their crimes.

Those directly involved in colonialism are not the ordinary people who live in countries that were once colonial metropolises, but their governments, or their political and economic "elites", mainly. To believe that the average citizen of a country, such as the United Kingdom, for example, should be held responsible or even punished for the crimes of colonialism is unfair and fallacious (fallacy of wrongful attribution).

In addition, the social problems of poor countries tend to be the result of the widespread corruption of their "elites" and also of not insignificant portions of their own populations. Because if the streets of my small town are always dirty, is it my fault for being white and also that of the Europeans who do not live here? The blame is always and primarilyof the guilty and not of scapegoats...

7. Is the free movement of people an inevitable process of globalization

Or of globalism??

If the trend is to become more globalized, this can be done in moderation, respecting the autonomy of nations and the rights of natives.

8. The reception of economic immigrants and refugees is a humanitarian measure

Yes, it is, but it is short-term and palliative, as it does not address the main problems that are resulting in these migratory flows. It is like throwing buckets of water to put out a fire, in addition to causing problems for the countries of immigration. Because one of the reasons for the social problems of underdeveloped countries lies in their own governments and the involvement of not insignificant portions of their own populations, and that is why the richest and most socially developed countries should help in their administration and organization, including the possibility of intervention, if necessary, a kind of benevolent pseudo-colonialism (which would be ideal... but not for the ignorant and/or perverse people who defend multiculturalism).

sexta-feira, 26 de julho de 2024

Um exemplo de empatia seletiva e falácia moral-histórica de ''esquerda'': política insensata de imigração em massa ou multiculturalismo/An example of selective empathy and moral-historical fallacy of the ''left'': senseless policy of mass immigration or multiculturalism

 Eles, os autodeclarados juízes da moralidade pós moderna, ensinam que devemos sempre ter empatia pelos "mais necessitados", diga-se, especialmente se eles são de uma certa raça, gênero, sexualidade ou classe social... Então, temos a situação da imigração em massa, uma política insensata que tem sido imposta por partidos centristas e "de esquerda" em vários países e que tem causado muitos problemas aos mesmos. Então, temos esses juízes da moralidade pós moderna "ensinando" que os nativos de 'primeiro mundo" devem sentir empatia pelos imigrantes de "terceiro mundo", de recebê-los com generosidade, de defender por essa política, afinal, temos que nos colocar nos lugares dos outros, ainda mais se forem de grupos historicamente (auto) marginalizados. No entanto, não é tão simples assim, já que muitos desses imigrantes e refugiados que têm desembarcado nas regiões costeiras e cidades de primeiro mundo, no mínimo, não estão bem intencionados. Ou são muçulmanos com desejo de impor suas crenças e colonizar novas terras. Ou são qualquer outro tipo com ficha criminal ou apresentando comportamentos reprováveis. E não são apenas suposições, mas estatísticas de criminalidade e percepção variavelmente anedótica de padrões de comportamentos. Mas isso os juízes da moralidade pós moderna omitem ao máximo, chegando até a culpar os nativos por "racismo" ou "xenofobia". Além disso, quem é que sentirá empatia pelos nativos?? E por que não sentir?? Afinal, eles estão recebendo ondas cada vez maiores de estrangeiros com culturas níveis cognitivos e tipos de personalidade, em média, diferentes, em suas próprias terras e sem terem escolhido ou aprovado se submeterem a isso. E são especialmente os mais pobres, a classe trabalhadora nativa, que está recebendo o grosso dessa imigração, já que ricos e classe média se encastelam em seus bairros seguros, sendo que são esses dois grupos os que mais defendem por essas políticas. Pois sentir empatia dentro de um contexto também significa sentir por todos os que estão envolvidos. Não apenas empatia, mas também associada a uma análise racional, ponderada, sensata... Então, se é verdade que se deve ser solidário com refugiados fugindo de conflitos armados, também é importante entender que sua cidade, estado ou país infelizmente não pode resolver todos os problemas do mundo. Que, se acontecem tais conflitos, a culpa definitivamente não é sua, apenas se tiver participação direta. Nem mesmo se o governo do seu país tiver participação, porque você não tem controle sobre o que os seus governantes decidem fazer. Portanto, por mais triste possa ser um conflito armado, como uma guerra civil, um país sozinho não é capaz de receber todos os refugiados que estiverem fugindo desse conflito. Além disso, o status de refugiado não deve conferir imunidade total de comportamento a ninguém. Pois ninguém deve ser absolvido pelo cometimento de crimes, como o estupro, só por ser um refugiado. Nem faz sentido que um indivíduo genuinamente fugindo de uma opressão a cometa com outras pessoas. E se fizer, deve ser exemplarmente punido. Também é importante saber diferenciar refugiados verdadeiros de tipos que estão se passando ou se aproveitando para obter os benefícios sociais que o status tende a conferir. Uma dica: refugiados verdadeiros tendem a vir acompanhados de suas famílias... Já em relação à imigração, nenhum país é obrigado a manter suas fronteiras abertas para grandes fluxos de imigrantes. Nenhum país deveria ser forçado ao multiculturalismo, como tem acontecido. Ainda mais sabendo que costuma causar mais problemas do que melhorar a qualidade de vida de uma cidade, região ou país. O histórico do multiculturalismo definitivamente não é favorável ao mesmo. 


"Mas vocês já foram imigrantes no passado. Não podem reclamar dos imigrantes atuais"

Um juiz da moralidade pós moderna pode usar esse argumento para convencer italianos ou irlandeses, por exemplo, a não oferecerem qualquer resistência à políticas de imigração em massa ou multiculturalismo. Porém, todavia, contudo, nenhum país deveria servir ou se tornar uma espécie de albergue permanente para o mundo. Nem mesmo países historicamente de imigrantes como os EUA ou o Canadá. Nem eles. Porque não existe nada de imoral ou irracional que os impossibilite de decretar moratória da imigração ou diminuição significativa da recepção de fluxos de estrangeiros. Eles podem. Não o fazem porque boa parte de suas classes políticas estão mancomunadas com esse projeto de destruir suas culturas e suas maiorias demográficas de brancos de origem europeia e não, não é por um mundo melhor, disso tenha certeza, porque, mais uma vez ou como sempre, é pelo poder. Uma nova maneira de continuar oprimindo e dividindo o povo, de continuar criando bodes expiatórios ao invés de se responsabilizarem por suas próprias ações de agora e também do passado, tal como de se responsabilizarem, as "elites" ocidentais, pelo colonialismo, sem responsabilizar "brancos" ou povos de origem europeia, se forem pessoas "de elite" que organizaram, patrocinaram e protagonizaram as grandes navegações e os projetos "colonialistas'... Mas isso os juízes pós modernos supostamente contrários à opressão não enxergam ou fingem que não está acontecendo. Talvez porque não são tão perfeitos assim como pensam para julgar moralmente os outros, mais do que a si próprios...



They, the self-declared judges of postmodern morality, teach that we should always have empathy for those "most in need", so to speak, especially if they are of a certain race, gender, sexuality or social class... So, we have the situation of mass immigration, a senseless policy that has been imposed by centrist and "left-wing" parties in several countries and has caused them many problems. So, we have these judges of postmodern morality "teaching" that natives of the 'first world' must feel empathy for immigrants from the 'third world', to welcome them with generosity, to defend this policy, after all, we have to put ourselves in other people's places, even more so if they are from historically (self) marginalized groups. However, it is not that simple, since many of these immigrants and refugees who have landed in coastal regions and first world cities do not have good intentions. They are Muslims with a desire to impose their beliefs and colonize new lands. Or they are any other type with a criminal record or exhibiting reprehensible behavior. And these are not just assumptions, but crime statistics and anecdotal perception of behavior patterns.
But the judges of postmodern morality omit this as much as possible, going so far as to blame the natives for "racism" or "xenophobia". Besides, who will feel empathy for the natives? And why not feel it?? After all, they are receiving increasing waves of foreigners with different cultures, cognitive levels and personality types, on average, into their own lands and without having chosen or approved to submit to it. And it is especially the poorest, the native working class, who are receiving the bulk of this immigration, as the rich and middle class are nestled in their safe neighborhoods, and these two groups are the ones who most defend these policies. Because feeling empathy within a context also means feeling for everyone involved. Not just empathy, but also associated with a rational, considered, sensible analysis... So, if it is true that one must show solidarity with refugees fleeing armed conflicts, it is also important to understand that your city, state or country unfortunately cannot resolve all the problems in the world. That, if such conflicts occur, it is definitely not your fault, only if you have direct participation. Not even if your country's government has participation, because you have no control over what your rulers decide to do. Therefore, no matter how sad an armed conflict, such as a civil war, may be, a country alone is not capable of receiving all the refugees fleeing that conflict. Furthermore, refugee status should not confer total behavioral immunity on anyone. Because no one should be absolved of committing crimes, such as rape, just because they are a refugee. Nor does it make sense for an individual genuinely fleeing oppression to commit it to other people. And if he does, he must be exemplarily punished. It is also important to know how to differentiate true refugees from types who are impersonating or taking advantage to obtain the social benefits that status tends to confer. A tip: real refugees tend to come with their families... Regarding immigration, no country is obliged to keep its borders open to large flows of immigrants. No country should be forced into multiculturalism, as has been the case. Even more so knowing that it usually causes more problems than improving the quality of life in a city, region or country. The history of multiculturalism is definitely not favorable to it.

"But you were immigrants in the past. You can't complain about current immigrants"

A judge of postmodern morality can use this argument to convince Italians or Irish, for example, not to offer any resistance to policies of mass immigration or multiculturalism. However, no country should serve or become a kind of permanent hostel for the world. Not even historically immigrant countries like the USA or Canada. Neither do they. Because there is nothing immoral or irrational that makes it impossible for them to declare a moratorium on immigration or a significant reduction in the reception of foreigners. They can. They don't do it because a good part of their political classes are in league with this project of destroying their cultures and their demographic majority of white people of European origin and no, it's not for a better world, that's for sure, because, once again or as always , it's for power. A new way of continuing to oppress and divide the people, of continuing to create scapegoats instead of taking responsibility for their own actions now and in the past, as well as holding Western "elites" responsible for colonialism, without holding them accountable." whites" or people of European origin, if
were/it has been the ''elites'' who organized, sponsored and led the great navigations and "colonialist" projects... But postmodern judges supposedly opposed to oppression do not see this or pretend that it is not happening. Maybe because they are not that perfect. how they think to morally judge others, more than themselves...


quinta-feira, 20 de junho de 2024

"Por um mundo melhor", eles estão destruindo os melhores países para se viver/"For a better world", they are destroying the best countries to live in

 Canadá, Austrália, Nova Zelândia...


Suécia, outros países escandinavos e europeus...

EUA...


Com políticas públicas de abrandamento penal, de imigração em massa ou sem controle e muita doutrinação ideológica (mentiras, distorções, manipulações, chantagens) na mídia, na educação e no governo...

Até em países "velhos de guerra", como o Brasil. 

O mundo, sua natureza e alguns humanos não mereciam mais uma "revolução cultural" de fanáticos totalitários, de perversos organizados e seus exércitos de idiotas úteis...


Canada, Australia, New Zealand...


Sweden, other Scandinavian and European countries...

USA...


With public policies of penal easing, mass or uncontrolled immigration and a lot of ideological indoctrination (lies, distortions, manipulations, blackmail) in the media, education and government...

Even in ''developing'' countries, like Brazil.

The world, its nature and some humans don't deserved another "cultural revolution" of totalitarian fanatics, organized perverts and their armies of useful idiots...

quinta-feira, 16 de maio de 2024

Sobre o conceito mais universal de inteligência.../About the most universal concept of intelligence...

 ... compartilhado por todas as formas de vida*


Capacidade de adaptação e que, em termos mais objetivos, significa capacidade de sobrevivência, em especial pela busca por fontes de energia/alimento e pela detecção de riscos e perigos, sendo que, a segunda capacidade seria ainda mais universal, por se manifestar de maneira mais conceitualmente homogênea (meios e objetivo) entre as espécies, porque a primeira capacidade, ainda que igualmente fundamental, pode se manifestar de maneira diversa, inclusive com o mínimo de esforço cognitivo ou perceptivo, tal como no caso das espécies autotróficas, que não encontram sua fonte de energia pela predação (estratégica) de outras formas de vida.

* E que eu já comentei nesse outro texto: "Evolução, inteligência e justiça social"


Então, e sobre QI??

São as pessoas que pontuam mais alto nos testes cognitivos, em média, mais inteligentes para encontrar fontes de energia/alimento e na detecção de riscos, perigos...?? 

Em relação à primeira capacidade, sim, por haver uma correlação positiva entre alto QI e maior renda, mas, com um grande porém, se as sociedades modernas têm sido, em partes, desenhadas para acomodar essa parcela da população, facilitando sua adaptação, aliás, uma invenção justamente dos mais inteligentes... Já em relação à segunda capacidade, de detecção de riscos, essa relação se torna mais complexa e até surpreendentemente destoante da dedução mais lógica, pois se usarmos pontuações em testes cognitivos como parâmetro comparativo e as confrontarmos com comportamentos e crenças de pessoas de diferentes faixas de inteligência, ainda mais nessa primeira metade da terceira década de século XXI, chegaremos ao resultado de que, pontuar alto se correlaciona positivamente com ideias e pensamentos que refletem mais sobre ingenuidade e fidelidade ideológica do que sobre uma real compreensão específica aos tópicos relacionados, que pode contribuir para uma tomada de julgamento mais adequado, no sentido de mais racional ou alinhado aos fatos. Por exemplo, se pegarmos discussões sobre políticas de imigração e multiculturalismo, particularmente indivíduos de raça branca e ideologia à esquerda, abundantes entre aqueles que pontuam alto em testes de QI, estarão mais propensos a ter opiniões excessivamente positivas sobre os mesmos, de que, portanto, os países onde vivem, mas também outros países, especialmente se forem similares, devem ser mais receptivos a imigrantes e refugiados do que cautelosos ou céticos, enquanto que, é justamente uma opinião contrária a essa maior receptividade (discursiva) que é a mais ponderada, se se baseia nos prós e contra que têm acumulado sobre tais políticas e desequilibrando para os contra, como o aumento da criminalidade e de conflitos culturais, além do predomínio de argumentos fracos usados para apoiá-las, tal como de que os imigrantes são importantes para combater o envelhecimento demográfico e seus efeitos na economia ou que países com histórico de colonialismo devem ser generosos na recepção de imigrantes como maneira de compensar suas atitudes do passado, como se fossem medidas plenamente sensatas e certas que resolverão seus respectivos problemas, se quanto à primeira, o mais adequado seria de, primeiro, incentivar a natalidade da população nativa, com políticas social e economicamente pró-natalistas (mas também preferencialmente pró- ambientalistas, que busquem por um equilíbrio e não uma nova explosão demográfica) e, quanto à segunda, a melhor maneira de compensar seria ajudando os países outrora colônias a se desenvolverem, se não adianta receber os seus efetivos em grande número, já que isso não irá acabar com as mazelas dos seus países, além do potencial (que tem sido comprovado) de causar mais problemas nos países que os recebem. Um outro exemplo em que o básico bom senso traduzido a um contexto de segurança pública e pessoal e que uma parte nada modesta da população de maior QI, guiada por doutrinação e conformidade ideológica, tem se posicionado contrariamente é sobre a lógica da aplicação de políticas mais severas no combate à criminalidade, preferindo por políticas mais brandas que são comprovadamente menos efetivas, até por contribuírem para aumentar a insegurança e o crime ao invés de combatê-los. Pois pode até ser o caso de que muitas dessas pessoas, por não conviverem diariamente com o grosso da "bandidagem", confortáveis em seus bairros de classe média e alta, tenham opiniões, diga-se, ignorantes sobre isso, porém adaptativo aos seus ciclos sociais, tal como nos da educação superior, saturados de conformismo ao politicamente correto vigente, dito "de esquerda"; o que não as redime totalmente, se continua a se tratar de uma grande falha na detecção de perigos, riscos, problemas, de curto, médio a longo prazo... mesmo se não as atingem diretamente, ainda que praticamente todo aquele que vive em uma cidade de porte médio ou grande em boa parte do mundo ocidental, pelo menos, se sente inseguro em alguns ou muitos contextos em seu cotidiano, demonstrando que, mesmo vivendo em bairros distantes dos periféricos ou mais pobres não os torna completamente imunes à insegurança pública.

Seria esse o maior teste dos testes de QI??


..shared by all life forms*

Capacity to adapt and which, in more objective terms, means survival capacity, especially through the search for energy/food sources and the detection of risks and dangers, and the second capacity would be even more universal, as it manifests itself in a more conceptually homogeneous (means and objective) between species, because the first capacity, although equally fundamental, can manifest itself in different ways, even with minimal cognitive or perceptual effort, such as in the case of autotrophic species, which do not find its source of energy through (strategic) predation of other life forms.

* And which I have already commented on in this other text: "Evolution, intelligence and social justice"


So, what about IQ??

Are people who score higher on cognitive tests, on average, more intelligent in finding energy/food sources and in detecting risks, dangers...??

In relation to the first capacity, yes, because there is a positive correlation between high IQ and higher income, but, with a big caveat, if modern societies have been, in part, designed to accommodate this portion of the population, facilitating their adaptation, in fact , an invention of precisely the most intelligent... In relation to the second capacity, risk detection, this relation becomes more complex and even surprisingly different from the more logical deduction, because if we use scores in cognitive tests as a comparative parameter and confront them with behaviors and beliefs of people of different intelligence ranges, even more so in this first half of the third decade of the 21st century, we will arrive at the result that scoring high correlates positively with ideas and thoughts that reflect more on naivety and ideological loyalty than on a real specific understanding of related topics, which can contribute to making a more appropriate judgment, in the sense of being more rational or aligned with the facts. For example, if we take discussions about immigration policies and multiculturalism, particularly individuals of white race and leftist ideology, abundant among those who score high on IQ tests, will be more likely to have overly positive opinions about them, which therefore , the countries where they live, but also other countries, especially if they are similar, should be more receptive to immigrants and refugees than cautious or skeptical, while it is precisely an opinion contrary to this greater (discursive) receptivity that is the most considered , if it is based on the pros and cons that have accumulated about such policies and imbalanced towards the cons, such as the increase in crime and cultural conflicts, in addition to the predominance of weak arguments used to support them, such as that immigrants are important to combat demographic aging and its effects on the economy or that countries with a history of colonialism should be generous in welcoming immigrants as a way of compensating for their past attitudes, as if they were completely sensible and certain measures that will solve their respective problems, if in terms of first, the most appropriate would be to, first, encourage the birth rate of the native population, with socially and economically pro-natalist policies (but also preferably pro-environmentalist, which seek a balance and not a new demographic explosion) and, as for the second , the best way to compensate would be to help the countries that were formerly colonies to develop, otherwise there is no point in receiving their troops in large numbers, as this will not end the problems of their countries, in addition to the potential (which has been proven) to cause more problems in the countries that receive them. Another example in which basic common sense translated into a context of public and personal security and in which a far from modest part of the population with higher IQ, guided by indoctrination and ideological conformity, has taken a contrary position is regarding the logic of applying more stringent policies. severe measures to combat crime, preferring softer policies that are proven to be less effective, even as they contribute to increasing insecurity and crime instead of combating them. Because it may even be the case that many of these people, because they do not live daily with the bulk of the "banditry", comfortable in their middle and upper class neighborhoods, have opinions that are, let's say, ignorant about this, but adaptable to their social cycles, such as higher education, saturated with conformity to the current political correctness, so-called "left-wing"; which does not completely redeem them, if it continues to be a major failure in detecting dangers, risks, problems, in the short, medium to long term... even if they do not affect them directly, even though practically everyone who lives in a medium or large city in much of the Western world,at least, feel insecure in some or many contexts in their daily lives, demonstrating that even living in neighborhoods far from peripheral or poorer neighborhoods does not make them completely immune to public insecurity.

Could this be the biggest test of IQ tests?

domingo, 6 de agosto de 2023

Sobre direitos indígenas e... globalismo/imigração em massa

 Direitos dos povos originários... das Américas, da Ásia, da África...

... da Europa???


Então, globalistas-identitários, a favor  de "um mundo sem fronteiras", autodeclarados anti-racistas, pró empatia e solidariedade, e da ciência, estariam atacando os direitos dos povos originários da Europa??

Aliás, também estariam atacando os direitos dos povos originários das Américas, de qualquer maneira, ao apoiar ou impor políticas multiculturalistas, de imigração em massa??? 

terça-feira, 11 de julho de 2023

Voce padece da síndrome de Pippa Bacca??

 Pippa Bacca foi uma artista italiana que peregrinou pelo Oriente Médio, vestida de noiva ocidental, para promover a "paz mundial", mas, infelizmente, acabou estuprada e morta na Turquia por um grupo de "homens" do islã. Pois não pense que ela é a única que sofre desse transtorno de irracionalidade, de colocar seus nobres sentimentos na frente dos fatos, até porque você pode ser como Pippa, mais um iludido e ingênuo que acredita na universalidade da bondade humana e/ou que as diferenças entre grupos e indivíduos humanos são totalmente superficiais, meros produtos do meio cultural e social em que se encontram. Então, mesmo que você não saia por aí vestido a caráter, se arriscando tal como a Pippa, você pode, assim como ela, estar acreditando nessas mesmas crenças radicais e pseudocientíficas, e defendendo pautas políticas baseadas nelas, tal como o multiculturalismo e a abolição da polícia. Em outras palavras, pode estar se guiando por falácias ou pensamentos equivocados e, se não tiver sorte, acabar se metendo em graves problemas, de até terminar tragicamente, como a nossa Pippa. 


terça-feira, 14 de março de 2023

Sobre o que querem que acreditemos e o que realmente acontece: sobre imigração e multiculturalismo

 O que querem que acreditemos:


Que são desdobramentos espontâneos e/ou inevitáveis da globalização e da "pós-modernidade". E de que, pensar o contrário, é uma "teoria de conspiração".

O que são: 

Políticas arbitrárias e radicais, não há qualquer obrigação que um país afrouxe suas fronteiras ou adote um modelo multicultural de sociedade. 

Pois, de fato, se consiste em uma "teoria de conspiração" legítima, isto é, em uma teoria ou hipótese comprovada de um plano político não-declarado que, radicalmente, almeja impor um modelo de sociedade multicultural* (culturalmente americanizado**), primária e especialmente em países ocidentais. 

* Nem sou totalmente contra o multiculturalismo, mas sempre a favor da ponderação (da razão) e, portanto, na moderação, o oposto dessas políticas.

** É importante não confundir valores universais, como a bondade e a tolerância, com valores "estadunidenses" que eu já comentei nesse texto: "Sobre valores (morais) ocidentais e universais". 

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Mais um teste de inteligência do mundo real (multiculturalismo e imigração)...

 ... em que muita gente "inteligente', por aí (se por credenciais acadêmicas, profissionais ou QI), têm sido reprovada.



No ano passado, um jovem professor, que resolveu fazer uma sátira com Maomé, figura histórica e central para o islamismo, foi brutalmente decapitado por um homem muçulmano (um sociopata, na verdade).  Este ato bárbaro não aconteceu em algum rincão dominado pelo fundamentalismo religioso, mas na França, que é um dos principais bastiões do "humanismo secular"... e que também não foi por mera casualidade, já que neste país vive a maior comunidade muçulmana da Europa Ocidental, com aproximadamente 6 milhões de pessoas ou 10% da população francesa. Isso que estamos falando de uma média geral, porque quando estratificamos por faixa etária, este percentual parece ser o dobro ou mais nas gerações mais jovens, e que é um prenúncio de que, se mantido esse cenário de altas taxas de fecundidade entre imigrantes islâmicos e seus descendentes, principalmente em relação às dos "nativos',  e contínuo fluxo imigratório, ocorrerá uma provável islamização de várias regiões da Europa rica, em até meados do século XXI, claro, com as bênçãos de muitos "progressistas", se por ingenuidade, ignorância, conivência (ou uma mistura confusa das três, como parece ser o mais comum).


Não é à toa que a ultradireita tenha crescido tanto nos países ocidentais, especialmente entre as classes trabalhadoras nativas, se mais parece ser uma questão de sobrevivência ou de ir se submetendo progressivamente à imposição de uma religião estrangeira, pouco secularizada e territorialista, e com o risco de haver o aumento de hostilidade/violência aberta contra grupos antagônicos aos ditames do islã: indivíduos de outras religiões; ateus e agnósticos; mulheres, especialmente as emancipadas; minorias sexuais, e até cachorros!!! Isso, depois de "termos" conseguido domesticar parcialmente o cristianismo (outro "presente de grego" divino).


Percebam que, concordarmos com ultraconservadores ou neonazistas, em algumas questões, principalmente se forem de grande importância, não nos faz iguais a eles, se a verdade, a princípio, não tem partido político.


É verdade que a maioria dos imigrantes muçulmanos e seus descendentes, da diáspora na Europa, são de moderados ("paradoxalmente" menos nas gerações mais novas), mas nada impede que possam se radicalizar, porque nenhuma população é permanentemente estática em suas atitudes, ainda mais em sociedades instáveis ou em processo de recrudescimento nas relações sociais. Pois mesmo se a maioria deles é de moderados, temos visto por parte das comunidades islâmicas, especialmente de suas autoridades religiosas, pouca ou nula manifestação de repúdio (o mínimo) a este ato bárbaro, que ceifou a vida de um jovem inocente, e também em relação a outro crime similar que aconteceu pouco tempo depois (e, que teve, inclusive, uma brasileira entre as vítimas). Sem falar da desproporção de crimes e conflitos, cometidos e semeados por muçulmanos na Europa (pra variar, em sua grande maioria, por homens heterossexuais...). Mas, não tenho como intenção, aqui,  pregar o preconceito contra este grupo ou "denegrir" _ em absoluto_ a religião muçulmana, já que quase todas as religiões têm praticado atrocidades contra inocentes e, também, a existência (talvez, não tão majoritária) de moderados, pacíficos ou racionais, entre eles. Porque a minha principal intenção com este texto é a de questionar, como sempre faço... o porquê deste multiculturalismo, baseado em um predomínio de factoides?? por que a maioria dos imigrantes que vão para a Europa precisam ser de muçulmanos?? por que não tentam sanar o problema das taxas de fecundidade muito baixas dos "nativos" ao invés de apelarem para a imigração em massa??


Além deste argumento, de que os países europeus "precisam" de imigrantes para conter o envelhecimento de suas populações e salvar suas economias, outros, igualmente fracos, têm sido usados para justificar essas decisões arbitrárias (sem qualquer participação popular, como de praxe), isto é, que têm sido unilateralmente  tomadas pelas "elites" política, acadêmica e econômica. Por exemplo, de que é uma questão humanitária que países desenvolvidos afrouxem o controle das suas fronteiras para receberem "os pobres do mundo" na tentativa de atenuar os efeitos do colonialismo europeu e do imperialismo estadunidense, diga-se, praticados por eles mesmos... ok. Mas, não seria muito mais adequado e eficiente se buscassem ajudá-los a melhorar suas qualidades de vida em seus próprios países?? Por exemplo, parando de interferir neles de maneira negativa, política e economicamente... afinal, se o México se tornar um lugar melhor para viver, não mais haverá a necessidade de muitos mexicanos emigrarem para os EUA...


Se analisarmos historicamente, as nações multiculturais têm sido muito mais conflituosas do que as que são cultural e etnicamente homogêneas;


A falta de "integração"* cultural e social de uma importante fração das comunidades muçulmanas (bem como às de outros imigrantes) que vivem na Europa, especialmente dos mais jovens, também é outro fator problemático que contribui para endossar essa perspectiva pessimista (ou mais realista) sobre esse tipo de multiculturalismo, sem controle de qualidade.


[*Que se consistiria basicamente na adoção parcial ou total da cultura//dos valores do país onde se vive...]


Por isso que, enquanto as esquerdas não realizarem verdadeira autocrítica, especialmente quanto à questão exemplificada, a ultradireita continuará aumentando a sua legitimidade aos olhos da população.

 

Pois se temos visto uma grande proporção de "conservadores" acreditando e replicando notícias falsas sobre a pandemia do novo coronavírus, a partir de 2020, e/ou propondo por medidas torpes a partir de uma falsa dicotomia entre salvar a "economia" ou vidas, que só têm atrapalhado no combate à disseminação da nova cepa, esse é mais um exercício básico de inteligência aplicada no mundo real, só que, desta vez, são os progressistas os que mais têm se equivocado em sua compreensão.  Mesmo que, a priori, também se baseiem por pontos coerentes, por exemplo, de que europeus e seus descendentes na diáspora precisam ser críticos em relação ao passado de colonialismo e racismo praticados pelos seus antepassados, buscando por soluções para os problemas que "têm" causado (na verdade, histórica e literalmente falando, os principais culpados têm sido/são as suas elites, especialmente as burguesas e as monárquicas... se pararmos para pensar). No entanto, como já comentei acima, receber imigrantes de países subdesenvolvidos não irá resolver os problemas sociais, políticos e ou morais que afetam a maioria das pessoas que vivem neles, além de causar novos problemas para os países desenvolvidos que os recebem.

sábado, 1 de outubro de 2016

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Reinterpretando os achados da neuropolitics e revalidando a dicotomia (a muito rechaçada) hemisfério direito versus hemisfério esquerdo




Uma coisa que parece óbvia ao menos pra mim é que se eu tiver um cérebro mais lateralizado e portanto assimétrico então pode ser possível de concluir que me diferenciarei em vários aspectos comportamentais em relação a uma pessoa que apresentar um perfil morfologicamente antagônico ou ao menos mais contrastante.

Portanto, apenas por esta constatação, pode-se pensar se reside aí alguma verdade em relação à dicotomia ''pessoas que são 'cérebro-direito' ou 'cérebro-esquerdo' '', e se tal teoria não possa ser reavaliada e possivelmente revalidada, claro que sem a crueza analítica anterior.

Homens e mulheres tendem a se diferenciar em relação à morfologia dos seus cérebros. Qualquer dupla preferencialmente antagônica (ou complementar) de grupos humanos ou não-humanos que exibirem diferentes tipos de comportamentos serão fortemente propensas a se diferenciarem também em relação às suas respectivas biologias e nomeadamente a psico-cognitiva (a forma que influencia na expressão ou no comportamento).

Os estudos que estão disponíveis (ou não mais) no site Neuropolitics, nos mostram que a mesma situação acontece no espectro político que nada mais é do que uma multitude de estratégias evolutivas de diferentes grupos psico-culturais, e nomeadamente os três tipos mais prevalentes, os direitistas (socialmente conservadores ou mais monogâmicos), os moderados (um grupo que parece ser bastante heterogêneo) e os esquerdistas (socialmente liberais ou mais explicitamente promíscuos). A maioria dos direitistas cairão mais perto das características fisio-bio-cognitivas que os definem enquanto que a maioria dos esquerdistas (genuínos) cairão do outro lado deste espectro.

Apesar de gostar muito deste site, desde que comecei a lê-lo pela primeira vez, comecei a perceber que existe uma clara interpretação tendenciosa dos seus achados neuro-comportamentais em favor dos ''esquerdistas'', que nos EUA recebem o nome de ''liberais'', em antagonismo semanticamente social aos ''conservadores'', ao invés de ter buscado por uma análise correta, neutra ou balanceada.

Abusando da ignorância alheia (e nossa) em relação à neurobiologia, os pesquisadores do site deram a entender que os esquerdistas seriam, em média, superiores aos conservadores, apregoando valores sempre tendenciosamente melhores a eles e cunhando aos segundos a corruptela de ''primitivos''. Em partes, até que pode ser verdade que os conservadores/direitistas sejam mais primitivos que os esquerdistas, mas isso não significará que ser primitivo, e especialmente dentro dos contextos sócio-políticos humanos, resplandecerá em um estado perpétuo e considerativo de inferioridade, se a evolução humana tem se dado com base na domesticação, então, ser mais ''primitivo'', em alguns ou mais aspectos, pode estar longe de ser uma desvantagem.

E o que vemos, ou ao menos, o que eu vejo, mais e mais, é que além da necessidade de cooperação entre os extremos do espectro político, os conservadores, ainda que piores em muitos aspectos, também serão essencial/potencialmente bons para outros fatores de extrema relevância para o bem estar social, especialmente em relação à capacidade de detecção de riscos e perigos.

Assim como eu falei sobre as diferenças comportamentais entre homens e mulheres, em que os primeiros parecem ser essenciais para a sobrevivência e segurança, e no entanto, se tornam excessivos/inconvenientes para a socialização e as mulheres que por sua vez são o exato oposto, em média, algo relativamente parecido pode ou parece acontecer com a dicotomia ''esquerda x direita''.

Em outras palavras, as mulheres são mais agradáveis, em média, para lidar, na maior parte do tempo, menos nos momentos  de maior perigo, onde que os homens é que serão muito mais necessários, e que comumente se relacionará com perigos que serão explicitados ... por outros homens, no caso dos conflitos intra-humanos.

E esta comparação homem x mulher exibe muitas semelhanças com a dicotomia conservadores e (socialmente) liberais, se o conservadorismo nada mais é do que a psicologia masculina adentrando no mundo da política e o liberalismo social o seu oposto. A psicologia do pai que exige respeito à sua autoridade e resultados por seus investimentos parentais. E a psicologia da mãe, sempre mais permissiva e compreensiva para com as falhas dos filhos.

Metaforicamente falando e redirecionando analogamente ao espectro político, é como se os conservadores direitistas (comuns) fossem os sentinelas de um burgo ou castelo enquanto que os esquerdistas (comuns) fossem aqueles que estivessem especializados em tarefas de apelo social como bobos da corte, músicos, cozinheiros, poetas, etc, que tendem a serem efetuadas no interior da fortificação.

Uma das partes mais interessantes e relevantes deste tipo de estudo foi a descoberta das diferenças de tamanho/volume das amídalas cerebrais e dos cingulados anteriores (se o nome não estiver errado) entre aqueles que se definem como esquerdistas e os que se definem como direitistas. A(s) amígdala(s) cerebral, uma das partes mais primitivas do cérebro humano, é a região responsável pela detecção de perigos e riscos e foi encontrado que os conservadores direitistas apresentam amígdalas maiores do que (entre) os socialmente liberais esquerdistas. Por outro lado, o padrão oposto acontece com o cingulado anterior, que resumidamente falando, e neste contexto, parece se relacionar com a capacidade para detectar conflitos.

Outro aspecto muito interessante que está relacionado com as amígdalas cerebrais pode ser apreciado por meio deste trecho que foi retido do blogue ''Evo and Proud'':

'' Em altruístas extraordinários, a amígdala direita é maior e responde mais às expressões faciais de medo. Este é o inverso do que vemos em psicopatas, que têm menor amígdala e são menos sensíveis às expressões de medo. ''

fonte: http://evoandproud.blogspot.com.br/2014/11/we-are-not-equally-empathic.html

Então quem tem uma amígdala cerebral menor será sempre um psicopata**

Calma lá. A constituição de um fenótipo comportamental que é constante e coerente a longo prazo não tende a se dar apenas por um atributo neurológico (creio eu, desprezando lesões significativas em alguns deles) e portanto é esperado que possamos encontrar muitos tipos diferentes de constâncias comportamentais (personalidades) com a mesma característica neurológica mas com outros atributos que compensam esta falta. Os autistas por exemplo, que são conhecidos por apresentarem bom potencial para a empatia afetiva (diferente da empatia cognitiva, que neste contexto, se relaciona com a capacidade para entender o estado emocional alheio. Os autistas tendem a ser bons ou normais para apresentar empatia afetiva, isto é, aprender a perceber logicamente uma certa situação e desenvolver resposta apropriada. É o que tenho lido por aí) também tendem a apresentar amígdalas pequenas e menos reativas. Isto os faz mais psicopáticos** Provavelmente não. Mas é interessante notar que uma das características mais marcantes do espectro seja justamente a ingenuidade. Autistas, psicopatas e esquerdistas típicos, não são iguais, obviamente, do contrário, não haveria a necessidade de se diferenciá-los. No entanto, é possível perceber muitas similaridades entre eles, sem falar nas sobreposições e especialmente em relação aos 'esquerdistas' mais espertos, que tendem a ascender ''naturalmente' para as posições de poder dentro do seu partido, isto é, comorbidade com a psicopatia ou personalidade anti-social, e entre idiotas úteis e muitos autistas.


Contextualizando por meio de exemplos para o mundo real...


A França é um lugar perfeito para mostrar essas diferenças, diga-se, abismais, entre os dois extremos políticos. Este belíssimo país europeu está se transformando em um não-lugar em termos etno-culturais e especialmente para os nativos. Leia-se, populações alógenas continuam aumentando os seus números no território metropolitano francês e que em conjugação com miscigenação e baixas taxas de fecundidade entre os nativos terá resultados probabilisticamente esperados: a substituição étnica da população francesa nativa por jovens, férteis e culturalmente vigorosos alógenos e por meios não muito ''pacíficos''.

A reação mais racional para esta situação seria a de acionar o sinal de perigo e os 'mais' perceptualmente inteligentes já o fazem desde a muito tempo

E de fato, entre os mais conservadores, o medo de que dias piores virão e mancharão de sangue (novamente...) o solo verdejante da bela França está se tornando significativamente habitual.

Em compensação, em meio a uma maré crescente de ''novos vizinhos'', hostis, culturalmente distintos e com intenções colonialistas cada vez mais explícitas, é muito provável que a maioria dos esquerdistas franceses ainda estarão  esperançosos quanto aos respectivos sucessos do ''novo homem'' que a mélange francesa está a providenciar e do ''multiculturalismo''. 

E provavelmente poucos mudarão de pensamento mesmo com uma grande piora dos acontecimentos, especialmente se continuarem a serem bem alimentados por suas ilusões infantis.

O conflito que foi detectado pela maioria dos esquerdistas franceses (e também de todas as outras nações ocidentais) foi o ''racismo'' dos povos nativos. Por que**

Porque a maioria das pessoas pensam a curto prazo e quase sempre partindo de suas próprias pré-concepções. Em palavras ainda mais resumidas porém certeiras, ''as pessoas, em média, NÃO SABEM PENSAR'', e especialmente a maioria dos esquerdistas, onde que este déficit, a priore universal, se torna ainda mais significativo.

Isto é, o esquerdista se penitencia quanto ao seu ''racismo', mas não parece prever conflitos também em relação ao que está acontecendo nas nações em que estão e especialmente os conflitos que são de longo prazo (dos mais relevantes).

Pelo que parece, a detecção de riscos e perigos é muito mais eficiente do que a suposta ''detecção de conflitos'' que os neurocientistas dizem que os esquerdistas são melhores para fazer, se os dois já não forem muito parecidos


O perigo é a origem ou a possibilidade de um conflito. 

O conflito já é o perigo que se transformou em realidade.

Ser contrário à imigração em massa é uma maneira altamente inteligente de se detectar perigos, se quase toda invasão de um nicho ecológico por espécies alógenas tende a resultar na substituição das espécies nativas e por meios pra lá de violentos.



Eu tenho a impressão de que os esquerdistas tendem a pensar/viver a curto prazo enquanto que os conservadores tendem a viver a (relativo) longo prazo, ambos são ''animais domésticos'' dos seus respectivos mestres mentais que são mais 'balanceados', frios em empatia e dominantes/ maquiavelicamente persuasivos

Mas o conservador tende ao menos a estruturar a sua vida por meio de gratificações de (relativo) longo prazo, nomeadamente por meio de estratégias para sustentar uma família, enquanto que o esquerdista socialmente liberal (médio) vive apenas por um agora hedonista e parece estar definitivamente pouco preocupado com (todos) os acontecimentos do passado, as suas reverberações no tempo e espaço em que estão assim como também em relação ao futuro. Eu me coloco no lugar de alguém assim e me pergunto o que está se passando na cabeça desta pessoa. O descortinar de conflitos graves, que por enquanto são promessas de nuvens carregadas e tempestades, e eles estão vendo arco íris no céu**** 

Vale ressaltar que eu refutei ou tentei refutar a teoria do ''conservador anônimo'' no velho blogue por meio deste texto.

Eu não vejo qualquer capacidade de detecção de conflitos aí. Talvez possam fazê-lo mas será muito provável de se dar dentro de suas esferas pessoais o que em termos gerais significará pouco. Podem, em média, gerenciar as suas vidas sociais (podem* muitos deles parecem ser bastante negligentes) mas para entender a dinâmica de situações complexas (social, racial, genético, comportamental, cultural ...) que se sobrepõe promiscuamente, eles, em média, parecem ser bem pouco capazes de fazê-lo.

Eles podem ser menos emocionalmente reativos, especialmente em relação à situações que normalmente deveriam causar reações mais significativas. E entenda ''normalmente'' por duas vias de possibilidades:

- sentir emoção potencialmente apropriada por alguém do mesmo grupo, racial, ideológico, etc (empatia tribalista)

- sentir a emoção apropriada para qualquer situação, para qualquer grupo (empatia cognitiva, o tal ''pensar universalmente direito'')

Quando algo de ruim acontece com os ''seus'' oponentes (ou seja, sempre), os esquerdistas, em sua maioria, além de não tomarem as dores do sofrimento alheio, também costumam esboçar sorrisos macabros por causa da desgraça daqueles que identificam como inimigos ideológicos. Mas isso não é uma idiossincrasia negativa dos esquerdistas, pois muitos de nós também costumamos ser bastante moralmente seletivos. 

No mais, ainda que a grande maioria dos grupos humanos não costumem valer muito mesmo, em termos supra-morais, os esquerdistas, por causa de sua psicose coletiva, isto é, a sua ideologia altamente contraditória e claramente perigosa, acabam por se tornarem muito mais problemáticos do que a maioria dos outros grupos, ainda que tal comparação de valor não tenha de significar que, portanto, os demais serão muito melhores. Essas comparações são entre iguais em mediocridade e não entre grupos totalmente discrepantes em nível de qualidade. 

Agora pouco eu li em uma matéria de mesmo assunto que ''os liberais americanos, isto é, os esquerdistas de lá, seriam melhores para entender a complexidade''

Como assim***

Não parece fazer muito sentido que quem repete frases de grupo e não costuma ser bom para entender a complexidade racial, social, cognitiva e cultural em que está soterrado, nem mesmo em suas bases associativas mais simples (senso comum, que evolui para o bom senso), possa ser capaz de entender qualquer outra coisa que não se relacione com o seu próprio umbigo/ego imediatista.

O problema parece ser esta maldita dicotomia esquerda e direita em que se diz que, se um grupo é assim, o outro então terá de ser de outro jeito, severamente oposto. Para alguns aspectos isso pode ser verdade mesmo, mas em outros, seria melhor deixá-los com as suas respectivas fraquezas e buscar por possíveis grupos de fora, como por exemplo, os sábios, ou praticar a minha regra de ouro que é a de prover o peso certo às coisas espelhando-as em relação à lógica inegável que prevalece e compõe o mundo real.

Se os estudos neurobiológicos sobre as características cognitivas de esquerdistas e direitistas dizem que os primeiros são melhores na detecção de conflitos então por que eles reagem de maneiras tão equivocadas como resposta****

Pelo que parece a reação menos emocional e pretensamente racional deles, em média, tende a se basear na tentativa de conter os ânimos, sempre mais exaltados dos conservadores (alógenos e nativos), isto é, o uso de uma psicologia mais feminina, que tenta compreender a situação por meio da empatia, ao invés da lógica (a grande falha que faz da mulher média menos sábia do que pensa que é, e especialmente em situações que requerem o pensamento mais metódico e calculista do que ''pelo coração''). A maioria dos esquerdistas parecem acreditar fielmente na regra da reciprocidade, em que ao se fazer algo de bom para uma certa pessoa, ela irá retribuir gentilmente (logicamente). Isso pode acontecer com aqueles que forem racionais ou no mínimo lógicos, mas é pouco provável que terá a mesma tendência reativamente lógica e portanto universal em relação a grupos menos emocionalmente complexos e/ou sinceros. E de fato não tem. 

Ok se penitenciar sobre possíveis falhas de comportamento e de julgamento em relação às ''minorias'', sexuais, neurológicas, culturais, que seja. Mas e em relação a outros grupos vulneráveis, por exemplo, os brancos pobres** E como que a auto-censura superficial (ou não) poderá ajudar na detecção e resolução de conflitos**

Ser totalmente favorável a um mundo utópico, sem fronteiras pode ser traduzido como ''detectar e resolver conflitos'' ***

Apoiar ditaduras de esquerda é ''detectar e resolver conflitos''** 

E de ser mais empático também**

O conservador é, na minha opinião, diferentemente primitivo em relação aos esquerdistas, que por sua vez, enquanto uma minoria de mattoides, pelo que parecem ser (se pararmos pra pensar, a grande maioria dos seres humanos serão meio psicóticos ou agirão de acordo, se a maioria tende a ser religiosa e se boa parte dos cultos humanos tendem a ser muito excêntricos, especialmente para mentes culturalmente neutras), também pecarão evolutivamente por causa de sua disposição para o pensamento pré-psicótico, confuso(, simplório) e fantasioso.

Neste link eu encontrei um trecho muito interessante que pode nos ajudar a entender um pouco sobre toda esta sangria desatada que se caracterizam uma boa parte dos esquerdistas. Vale apena dar um conferida:

Embora a amígdala pareça estar envolvida no processamento de emoções positivas, é mais conhecida por seu papel no processamento de estados emocionais de medo e ansiedade associados a potenciais ameaças à sobrevivência. Animais cuja amígdala são experimentalmente danificadas (vamos desprezar esta parte em que a ciência usa um eufemismo para o seu sadismo costumeiro contra animais não-humanos indefesos visando provar obviedades humanas) muitas vezes perdem a sua cautela habitual na presença de estranhos, mesmo de predadores. Na demonstração clássica, um rato cuja amígdala foi removida, vai calmamente abordar um gato que está descansando. Os seres humanos com amígdalas danificadas também mostraram uma capacidade embotada para reagir à coisas no ambiente que normalmente produzem uma reação emocional.

A parte final foi a mais interessante (pra mim) porque parece pintar a realidade que vivenciamos, em que nós temos aqueles que reagem com indignação, seja para situações ou tópicos moralmente válidos ou nem tanto. E temos a maioria dos esquerdistas que não parecem ser muito emotivos em relação à situações que NORMALMENTE produzem reação emocional. E neste aspecto, pelo que parece, a reação conservadora mais comum é a de reagir de maneira emocional especialmente quando algum membro de sua ''raça'' se torna o protagonista de alguma situação, positiva (medalha de ouro nas olimpíadas) ou negativa (ser assassinado) e isso acontece principalmente com os mais conservadores, que pelo que parece, tendem a ser mais geneticamente parecidos entre si bem como também por causa de suas maiores amígdalas, que compõe o cérebro reptiliano ou instintivo.

''Os republicanos (direitistas) estavam usando a amígdala direita, o centro do sistema de resposta para ameaças do cérebro. Os democratas (esquerdistas), por outro lado, estavam usando a ínsula, envolvido no monitoramento interno dos sentimentos. Surpreendentemente, Schreiber e seus colegas escrevem que este teste previu 82,9 por cento das escolhas dos partidos políticos dos sujeitos do estudo - consideravelmente melhor, eles observam, do que um modelo simples que permite calcular a sua filiação política com base na filiação de seus pais.''

fonte: http://www.xenosystems.net/neuro-politics/


Não é incomum que pessoas cínicas sejam mais propensas a esconder os seus sentimentos quando deveriam estar sendo sinceras sobre eles. Quem se revolta pouco e ainda mais com o mundinho idiota em que estamos é pouco provável que será idealmente empático ou sábio.

Os conservadores neste sentido parecem ser mais honestos ou diretos em relação àquilo que estão sentindo, que é uma via de mão dupla, isto é, tem o seu lado positivo, de maior sinceridade, e tem o seu lado negativo, porque muitas vezes serão inconvenientes-a-excessivos em suas demonstrações de sinceridade (impulsividade) emocional bem como também em relação às suas capacidades de, se possível, aprenderem com qualquer erro que possam cometer.

O ideal, como sempre, seria o de combinar os dois aspectos dicotomicamente discrepantes, ou seja, o de pensar nos próprios sentimentos, internamente falando, e de decidir qual que será o mais apropriado para cada situação. Em outras palavras, o ideal deveria ser um misto de conservador e de esquerdista. Será que o moderado tende a ser assim* Ainda que pareça se consistir na mais óbvia resposta, não o será porque moderação não é exatamente o mesmo que sabedoria. O que diferencia uma simples moderação da sabedoria é que a primeira não tem como finalidade a produção de respostas mais do que apropriadas ou perfeitas para cada evento ou situação. Portanto, ainda que moderado, o indivíduo pode não ser capaz de monitorar os seus sentimentos e de responder de maneira apropriada, mesmo que seja mais amalgamado que esquerdistas e direitistas. Apenas a moderação não será suficiente.



Mais fáceis de serem hipnotizados**  a disposição para o esquerdismo enquanto um bio-produto de lateralização anômala e correlatos neurológicos...




Mentes mais criativas e também aquelas com algum transtorno mental (psiquiatricamente correto ou politicamente incorreto, ;) ) tendem a apresentar baixa inibição latente. Isso também significa que serão mais bombardeadas por informações oriundas de todas as direções. Uma mente com essas características e sem um controle cognitivo complementar que a salve de entrar em um estado pré-psicótico também será mais provável de ser ''hipnotizada''. 

No entanto, nós também podemos pensar se aqueles que são menos capazes de perceber as muitas obviedades que a priore, qualquer um pode(ria) notar e aceitar enquanto verdades, poderiam ser vistos apenas como ''estúpidos'' (nesta perspectiva, diga-se, fundamental) ainda que isso não interfira que outras complementaridades potencialmente explicativas desta situação específica possam ser mantidas como relevantes como a ideia acima de ''maior suscetibilidade para a 'hipnose' ''. 

Eu sou um exemplo do que estou falando porque eu apresento uma tendência para internalizar qualquer informação que prender a minha atenção, mesmo se for incorreta. Sem um controle cognitivo, essas ideias é bem provável que me afetariam e poderiam até mudar o meu comportamento e de maneiras potencialmente negativas.

Eu descobri que uma autoconsciência desenvolvida pode funcionar perfeitamente enquanto uma resposta racional à minha vulnerabilidade para o ócio, para o viver filosoficamente imediatista e para a predisposição para a internalização indiscriminada de informações. Um exemplo bastante simples sobre como que funciona a minha mente neste aspecto. Se alguém me acusa de ''ser doido'', muito provavelmente eu vou me perguntar se de fato eu sou ''doido'', isto é, tudo aquilo que é relevante pra mim é muito provável que chamará a atenção do meu cérebro e será, se possível, escrutinado por 'ele', e aos poucos eu estou conseguindo bloquear esta tendência. 

Mas eu sou eu. E a multidão de pessoas com ''lateralização reversa'' sem esta ênfase para o auto-conhecimento** O que será poderá estar se passando com elas*

E eu penso se algo parecido não possa acontecer com os ''religiosos'' negativamente dogmáticos do outro lado do espectro, os típicos conservadores ''religiosos''...


A dicotomia esquerda (liberalismo social) x direita (conservadorismo social) ou ''sonhador que vive o agora'' versus ''o trabalhador que vive por gratificações materialisticamente evolutivas de longo prazo''




Conscienciosidade (traço comportamental que tende a se relacionar com o conservadorismo)

 ''... diz respeito à maneira com que podemos controlar, regular e direcionar os nossos impulsos. Impulsos não são inerentemente ruins; ocasionalmente, limitações de tempo requerem uma decisão precipitada, e agindo em nosso primeiro impulso pode ser uma resposta eficaz.

Uma característica marcante da inteligência, o que potencialmente separa os seres humanos a partir de formas de vida anteriores, é a capacidade de pensar sobre as consequências futuras antes de agir por impulso. Atividade inteligente envolve contemplação de objetivos de longo prazo, organização e planejamento de rotas para essas metas, e persistindo em direção a seus objetivos em face de impulsos de curta duração em contrário. A ideia de que a inteligência envolve controle de impulso é bem capturada pela prudência.''


Abertura para a experiência ( traço comportamental que está relacionado com o esquerdismo)


''Abertura para a experiência descreve uma dimensão de estilo cognitivo que distingue as pessoas criativas e imaginativas das pessoas convencionais. As pessoas abertas são intelectualmente curiosas, capazes de apreciar a arte, e sensível à beleza. Eles tendem a ser, em comparação com as pessoas fechadas, mais conscientes de seus sentimentos. Eles tendem a pensar e agir de forma individualista e não-conformes. Intelectuais tipicamente pontuam alto em abertura para a experiência; Consequentemente, este fator também tem sido chamado de cultura ou intelecto. No entanto o Intelecto é provavelmente considerado como um aspecto da abertura para a experiência. Pontuações na abertura para experiência são apenas modestamente relacionados a anos de educação e pontuações em testes cognitivos.


Outra característica do estilo cognitivo aberto é uma facilidade para pensar em símbolos e abstrações distantes da experiência concreta. Dependendo das capacidades intelectuais específicas do indivíduo, este cognição simbólica pode assumir a forma do pensamento matemático, lógico, ou geométrica, uso artístico e metafórica da linguagem, composição musical ou desempenho, ou uma das muitas artes visuais ou do espetáculo. Pessoas com baixa pontuação na abertura à experiência tendem a ter, interesses comuns 'estreitos'. Eles preferem a planície, simples e óbvia do que complexo, ambíguo, e sutil. Eles podem considerar as artes e ciências com desconfiança, sem nenhum uso prático. pessoas fechadas preferem familiaridade sobre novidade; eles são conservadores e resistentes à mudança.''


fonte: http://www.psychometric-success.com/personality-tests/personality-tests-big-5-aspects.htm

Este texto é um pouco estranho porque parece ser mais tendenciosamente positivo para o traço do ''big five'' que mais se relaciona com os esquerdistas do que em relação ao traço que mais se relaciona com os direitistas.

Onde está o ladro negro da abertura para experiência**

Eu vos digo



Não é muito bonitinho não é*

Os livros de ''história'' estão cheios de eventos muito parecidos com os que estamos vivenciando agora.

As partes destacadas do texto acima são interessantes pois parecem estar descrevendo aqueles que nós podemos de fato entender como ''mentes abertas'', desprezando a superficialidade deste neo-adjetivo. E muitos esquerdistas não parecem ser muito
intelectualmente curiosos porque na hora de desprezarem ''pontos de vistas'' (muitos destes que são apenas fatos) que são contrários aos seus, eles não perdem ''nenhum segundo'' e se tornam extremamente dogmáticos, isto é, mentes fechadas, como a de um conservador típico, que eles acusam de serem assim.


A GRANDE maioria das pessoas tem dificuldades com o pensamento abstrato, porque é complexo mas principalmente porque o complicam logo em sua raiz. O que era pra ser simples, se torna complexo, mas por causa da estupidez de se fazê-lo e não por ser algo que seja inerente à sua própria natureza, não no seu início ao menos.


Mais alguns achados da neuropolitics...

''Os 'liberais'/esquerdistas são mais propensos a serem bons em multitarefa''

Menos para pensar não é**


O que parece multitarefa pode, na verdade, significar outra coisa. Por exemplo, eu tenho uma tendência para acumular tarefas ao mesmo tempo, começando a escrever este texto, por exemplo, e depois de parar de escrever e começar a fazer outra atividade. Neste exato momento eu estou ouvindo uma música e escrevendo este texto. Isso é ''multitarefa'' *** 

Talvez não, pode ser só desorganização, ;)

Se todas as palavras abstratas são amorais/sem valor de qualidade então o mesmo acontecerá para a ''multitarefa''. Em relação à multitarefa ideacional (múltiplas perspectivas), isto é, a capacidade para pensar em várias ideias e especialmente/ fundamentalmente em relação àquelas que forem contrárias aos próprios  preconceitos cognitivos, a maioria dos esquerdistas não parecem ser muito bons.

Talvez os esquerdistas possam ser mesmo mais propensos a serem melhores na multitarefa, não importa para que aplicação. Isto é, melhores em relação aos conservadores. Mas com que finalidade* Com que resultados objetivos e positivamente acumulativos***


A hierarquia neuro-social entre esquerdistas e direitistas


Esquerdistas 

Classe dominante = principalmente de psicopatas de alto funcionamento

Classe profissional/acadêmica = principalmente de idiotas úteis clássicos (ingênuo ou intelectualmente estúpido e tecnicamente inteligente) e de outros tipos de personalidade anti-social como os mentirosos patológicos

Classe trabalhadora (black blocks, etc) = em sua maioria de idiotas úteis clássicos e de tipos psicóticos.


Direitistas


Classe dominante = principalmente de psicopatas de alto funcionamento

Classe profissional/acadêmica = idiotas úteis ''atípicos'' ou menos aparentes (mais lógicos porém mais tendenciosamente pragmáticos, isto é, destituídos de racionalidade/sabedoria) e tipos neuro-típicos ou comuns,

Classe trabalhadora (neo-nazistas, etc) = em sua maioria de idiotas úteis atípicos 'e'' tipos comuns. 




Capacidade para detectar perigos OU predadores



Por que a maioria dos esquerdistas devem ser proibidos de governar qualquer nação???????



- Déficit de atenção e hiperatividade ou espectro da TDAH,

- Hiper-sensibilidade sensorial ou espectro do autismo,

- Transtornos de humor bipolar ou espectro do transtorno bipolar,

- Transtornos de humor unipolar ou depressão,

- Alucinações (imaginação fora do controle) e paranoia ou espectro da esquizofrenia,

- Extremamente baixa capacidade de empatia, grande impulsividade ou espectro da personalidade anti-social,

- Mentira patológica,

...

São muitos os transtornos da mente humana,
por que não pensar em mais um***

Déficit para a detecção de perigos/predadores ou ''esquerdismo''**

Tudo leva a crer que os esquerdistas sejam os menos aptos para farejar ameaças. Portanto, primeiramente, eles deveriam ser proibidos de governar qualquer nação, ainda que muitos de seus insights morais sejam corretos, se foram mesmo ''os seus insights''.... ainda assim, de um jeito ou de outro,  muitos destes imperativos morais estarão corretos e até mais do que aqueles que predominam do ''outro lado'' do espectro político.

Partindo desta constatação que, diga-se, não precisa e nunca precisou da ciência para ser comprovada ou provada verdadeira, também poderíamos pensar se por causa deste grande déficit eles não poderiam ser realocados para um ''status'' pré-psiquiátrico e é interessante observar a relação entre eles, a música .... e a síndrome de Williams, a condição sindrômica que se caracteriza pela combinação de grande e totalmente descriminalizada empatia e simpatia (eles tendem a ser extremamente ingênuos), níveis visíveis de retardamento mental e grande aptidão para a música.





... e a proposta pedante de revalidação parcial em relação à teoria ''cérebro direito/cérebro esquerdo''


Quando comecei a ''estudar'' sobre esses assuntos, a ideia muito popular de ''cérebro esquerdo = lógico, cérebro direito = 'criativo' '', já estava sendo invalidada. O argumento principal para esta atitude que foi e que tem sido efetuada em conjunto por cientistas (psicólogos, neurocientistas...) e jornalistas, foi que ''não pensamos apenas com uma das partes do cérebro''. Então começou o processo de sofisticação destas argumentações tal como ''a criatividade precisa de todas as partes do cérebro para se manifestar e portanto não reside apenas no 'cérebro direito' ''.

Eu tenho compilado alguns trechos interessantes que parecem refutar parcialmente a máxima de que não exista qualquer lógica de ser afirmar que o hemisfério direito do cérebro se correlacione mais com a criatividade, especificamente com o ato de pensar de maneira divergente. 

Primeiro eu pensei na ideia de que os mais criativos, geralmente caracterizados neurologicamente como portadores de maior simetria entre os dois hemisférios cerebrais ou menor lateralização, seriam mais propensos a acessar o hemisfério direito do que aqueles sem estes poderes. 

Eu não sou um especialista neste assunto, como já devem ter percebido, mas eu me atrevo a discuti-lo a partir do meu parco porém pretensiosamente objetivo e lógico conhecimento.

Este trecho abaixo parece mostrar que por causa das características intrínsecas ao hemisfério direito do cérebro, nomeadamente em relação à natureza de sua ''fiação'', o mesmo teria um papel central ou ao menos significativo para a produção do pensamento divergente, quase-sinônimo para criatividade.

''As hierarquias associativas descritas por Grabner et al. (2007) corresponde perfeitamente aos sistemas de representação semântica dos hemisférios esquerdo e direito, sendo "íngreme" e "horizontal", respectivamente. Considerando a ativação no hemisfério esquerdo que se espalha de forma focalizada, de acordo com uma rede semântica focado mais estreito e uma hierarquia associativa íngreme, a ativação do hemisfério direito se espalha de uma maneira mais ampla, mais difusa, potencialmente facilitando a articulação entre associações distantes em uma hierarquia associativa (por exemplo, Chiarello et al., 1990). Consequentemente, a ativação do hemisfério esquerdo com uma palavra ambígua (por exemplo, banco, escalas) pede a ativação de apenas o sentido dominante (por exemplo, dinheiro, peso); em contraste, a ativação do hemisfério direito ativa ambas as associações dominantes e subordinados (por exemplo, rio, peixe) (Burgess e Simpson, 1988).

Leonhard e Brugger (1998) argumentam que grandes representações semânticas do hemisfério direito desempenham um papel causal no criativo e / ou processos de pensamento esquizotípicas; Folley e (2005) dados de imagem funcional do Parque são congruentes. Folley e Parque descobriram que tanto as pessoas com altos níveis de criatividade (o pensamento divergente) e altos níveis de traços esquizotípicas preferencialmente recrutado o córtex pré-frontal direito, contrastando com padrões de ativação observadas em participantes com esquizofrenia e controles saudáveis. À medida que o córtex pré-frontal aparece envolvida no processamento novidade, que tal declaração parece inteiramente lógica. Além disso, isso implica que a capacidade de desenhar ligações entre conceitos associados remotamente envolve processos do hemisfério direito, consistente com a rede semântica difuso proposto nesse hemisfério. Dados de imagem funcional recentes oferecer mais apoio, destacando a ligação entre a alocação difusa de atenção e criatividade elevada (Takeuchi et al, 2011;.. Benedek et al, 2014)''


Fonte: http://journal.frontiersin.org/Journal/10.3389/fpsyg.2014.00813/full

As pessoas mais criativas ''pensariam mais intensamente com todas as partes do cérebro'', mas também ou principalmente por terem maior acesso ao hemisfério direito, o tal ''pensar com todas as partes do cérebro'', e parece fazer sentido quando nos referimos a cérebros que são mais simétricos ou menos lateralizados.

O gráfico acima do sub-título deste texto nos mostra que em relação à ativação habitual dos hemisférios cerebrais, aqueles que tendem a se definir como ''esquerdistas'' (liberais para o jargão político americano) seriam mais naturalmente inclinados para acessarem o hemisfério direito enquanto que os direitistas seriam mais inclinados para favorecerem o hemisfério esquerdo.

Parece evidente que os conservadores direitistas pareçam ser mais lógicos para uma série de fatores muito importantes, principalmente os que forem de natureza instintiva, enquanto que os socialmente liberais esquerdistas pareçam estar mais inclinados para a ''novidade'' (contextual) de pensamento, que implicitamente ''favoreceriam'' as suas ''transcendências'' específicas de grupo. Por exemplo, se os esquerdistas são menos sexualmente dimórficos que os direitistas então serão logicamente mais propensos a favorecerem à medidas políticas que estão de acordo com as suas próprias tendências para uma maior promiscuidade, engajamento inter-racial e fluidez sexual. Mais do que um estilo cognitivo, esquerda e direita expressam transcendências bio-culturais. 

Os esquerdistas são mais ''bonobos'' em suas formas de pensar que por sua vez reverbera em suas próprias transcendências ou caminhos biologicamente naturais, de maior ambiguidade para o favorecimento de uma sociedade mais socialmente simétrica, sexualmente recreativa e menos transcendentalmente agressiva, até mesmo ao ponto do niilismo, claro, quando nós não temos mal intencionados colocando um excesso de bobagem em suas cabeças fracas.

Eu também poderia pensar no meu conceito de ''cultura feral'', em que a cultura esquerdista, em seu primórdio, ainda seria muito desequilibrada e que ao longo do tempo, iria se auto-domesticando, se tornando mais estável, mas ao mesmo tempo mais intolerante para com qualquer dissidência (ops, isso já está acontecendo, ;) ). E isso não é de todo ruim, porque depende de qual intolerância que estivermos falando. Lembre-se da amoralidade dos conceitos semanticamente puros das palavras abstratas.

Ainda que a política pareça mascarar transcendências bio-culturais psico-coletivas, mais do que simples estilos cognitivos diferentes, isto é, algo mais profundo, a cultura não pode ser fruto de algo que a invalide de maneira direta, do contrário se consistiria em uma imposição, ainda que seja comum, mesmo em uma cultura que enfatize vulnerabilidades como as ditaduras mais ferozes, ainda se baseará em disposições comportamentais naturais (potenciais para ''culturas positivas'', possibilidades para ''culturas neutras'' e vulnerabilidades  para as ''culturas negativas'') ou que foram sendo seletivamente moldadas de acordo com o ''maquinário contextualmente/subjetivamente meritocrático''.

Portanto faz sentido pensar em esquerdistas e direitistas como estilos mentais distintos em que o preconceito cognitivo dos primeiros se fará com base em como que a informação será triturada mecanicamente por seu cérebro mais simétrico e com maior ativação do hemisfério direito, menos relacionado com o pensamento lógico (pragmático, que não é totalmente racional) e com o segundo, que parece ser mais assimétrico ou neuro-típico e maior ativação do hemisfério esquerdo, como foi deixado a entender no gráfico acima, que foi retirado de um texto do Neuropolitics.

Uma menor disposição para a lógica parece explicar o porquê dos esquerdistas serem mais propensos a comprar ideias tolas, nem todas é claro, que se relacionarão diretamente com as suas transcendências mais igualitárias, mas também mais grupo-autoritárias ou coletivistas, de uma maneira diferente daquela que os conservadores estão mais engajados, uma espécie de coletivismo competitivo. 

Assim como também por tenderem ao pensamento desfragmentado/difuso e potencialmente contraditório.

Muitos esquerdistas parecem ser um pouco anti-sociais, no sentido psiquiatricamente negativo do termo. Como eu tenho falado desde a muito, a esquerda, sendo bem mais neurologicamente diversa, parece reunir uma grande diversidade de tipos mentais, desde os mais virtuosos aos piores tipos, enquanto que haverá uma menor tendência de variabilidade para os conservadores, ainda que tipos parecidos de virtuosos e moralmente idiotas também serão encontrados lá. A esquerda no entanto parece mais histriônica.





O careta e o maluco beleza*


Menos ambíguos no pensar e no agir, mais objetivos, mais instintivamente inteligentes = conservadores socialmente conservadores

Mais ambíguos no pensar e no agir, mais subjetivos, menos instintivamente inteligentes = esquerdistas socialmente liberais