Busca pelo equilíbrio [ou conceito essencialista]
Conceito-expressão: refletância de parte do ambiente em que se vive com o intuito de adaptar-se a ele, almejando o equilíbrio deste contexto ou conjugação. [ou conceito concreto]
Conceito-forma: derivação universal do auto-comportamento das formas vitais que tem como característica primariamente essencial a busca pela adaptação ao seu meio. [ou conceito abstrato]
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terça-feira, 2 de janeiro de 2018
domingo, 5 de novembro de 2017
Conceito contextualizado e conceito universal
Exemplo: inteligência//racionalidade// sabedoria (conceito universal) e qi (conceito contextualizado)
Conceito universal: descrição intrínseca ou pura de uma realidade ou fato que a priore independe do lugar ou do espaço e/ou que encontra-se onipresente, onipotente e onisciente em relação aos aspectos mais gerais ou básicos de certa realidade, que consiste em sua substância etérea.
Exemplo: Inteligência.
Comportamento essencial que consiste na própria sobrevivência, no caso dos fenômenos ou elementos vitais, ou sustentação, no caso dos fenômenos físicos, tendo sempre como finalidade o seu equilíbrio.
Conceito contextualizado: descrição contextualizada do conceito universal ou quando a "base conceitual universal" se adapta a certo contexto, quando a substância etérea se adapta a um contexto particular.
Exemplo: Inteligência = adaptada a ambientes antropomorfizados = qi.
Analogamente semelhante aos ''meus' conceitos de moralidade objetiva/universal e subjetiva/contextual.
Conceito universal: descrição intrínseca ou pura de uma realidade ou fato que a priore independe do lugar ou do espaço e/ou que encontra-se onipresente, onipotente e onisciente em relação aos aspectos mais gerais ou básicos de certa realidade, que consiste em sua substância etérea.
Exemplo: Inteligência.
Comportamento essencial que consiste na própria sobrevivência, no caso dos fenômenos ou elementos vitais, ou sustentação, no caso dos fenômenos físicos, tendo sempre como finalidade o seu equilíbrio.
Conceito contextualizado: descrição contextualizada do conceito universal ou quando a "base conceitual universal" se adapta a certo contexto, quando a substância etérea se adapta a um contexto particular.
Exemplo: Inteligência = adaptada a ambientes antropomorfizados = qi.
Analogamente semelhante aos ''meus' conceitos de moralidade objetiva/universal e subjetiva/contextual.
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domingo, 29 de outubro de 2017
Inteligência é teleológica parte 2
A inteligência comportamental = para a sobrevivência, é teleológica porque todo comportamento bem sucedido de curto e de longo prazo são em si mesmos/e não necessariamente de modo ideal/ equilibrados, ou buscam por equilíbrios/fatos comportamentais, ideais ou não.
A inteligência analítica = se antecipa à realidade buscando compreende-la. E todo e qualquer fato, que analisamos, que compreendemos ou que apenas lidamos, ao menos as suas partes mais essenciais (e mesmo quando a compreensão é periférica), tem como natureza fundamental o equilíbrio, porque nada neste mundo existe sem que seja/esteja equilibrado, geralmente ideal em si mesmo, mas não universalmente falando.
A inteligência analítica = se antecipa à realidade buscando compreende-la. E todo e qualquer fato, que analisamos, que compreendemos ou que apenas lidamos, ao menos as suas partes mais essenciais (e mesmo quando a compreensão é periférica), tem como natureza fundamental o equilíbrio, porque nada neste mundo existe sem que seja/esteja equilibrado, geralmente ideal em si mesmo, mas não universalmente falando.
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sábado, 28 de outubro de 2017
Fatos brutos .... fatos morais/fatos manipulados
Fatos brutos/encontrados/existentes: equilíbrio bruto [todos os fatos tem como aspecto essencial o seu equilíbrio/ lógica física essencial ... se não, não existiriam].
Fatos morais/manipulados/esteticamente julgados: equilíbrio dilapidado de modo egoísta, localizado/incompleto ou completo/maximização do equilíbrio//sabedoria.
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quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Termo DESEQUILIBRADO para substituir os termos: tolo, estupido, idiota... se a finalidade de qualquer tipo ou magnitude de ação inteligente é o equilíbrio [em relação à realidade/ambiente, local a expansível]
Somos todos desequilibrados, alguns são mais que outros.
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O consciente é o oposto do subconsciente? Aliás o que é o consciente?
Nascemos com instintos e especialmente nós, humanos, expandimos esses instintos via cultura. Aliás mesmo sem a cultura é provável que ainda conseguiríamos expandi-los. Nascemos incompletos e "nos completamos" em vida. Continuamos a aprender ou a apreender por toda vida. Claro que este aprendizado se reduz ao longo do tempo ou melhor em especial o seu uso prático. Dizemos que "podemos agir por instinto" ou "através do subconsciente". Eu decidi transformar instinto e subconsciente em sinônimos. Quando agimos por instinto é porque o fazemos pelo subconsciente. É subconsciente, por exemplo, a minha condição sexual mutante. Além de se manifestar de modo muito sutil, o instinto também o faz de modo muito determinante ou dominante, e que também pode ser entendido como automático/auto-confiante/ natural. Nunca fiz esforço algum para sentir desejo sexual por alguém do mesmo sexo. Independente da causa orgânica primordial, este tipo de comportamento vigorosamente determinado, tendenciosamente estereotipado também é inequivocamente instintivo ou subconsciente. Não é que, quando desejo um homem, o faço em estado de transe, mas que a origem deste desejo tenha uma natureza "hipnótica". Hipnose e instinto também são ou podem ser entendidos como sinônimos distantes, com a diferença que a hipnose instintiva nunca é forçada ou artificial tal como é o conceito mais verdadeira da mesma, muito pelo contrário pois é tomado por nós como absolutamente natural. O subconsciente é de onde derivam os nossos pensamentos, se consistindo em nossa constante auto-inferência ou melhor interferência em relação a uma interação perceptiva direta/seca com a realidade. Aliás, necessitamos da mesma por razões supra-evidentes, porque sem ela, não teríamos sequer uma fagulha de razão para sobreviver, para lutar por nossa própria torrente invariavelmente breve de vida. Distorcermos esta interação sempre que podemos pois na verdade a moldamos para que possa nos refletir, nós como os seus espelhos, diga-se, quebrados, retribuímos a dádiva misteriosa da vida, da existência, refletindo a realidade só que à nossa própria imagem e semelhança. A verdade ou a realidade para a maioria das pessoas, dos seres, é um meio, um veículo de sobrevivência, e não a sua finalidade. A finalidade não é entender mas usar aquilo que se propôs a entender como peça para o equilíbrio individual, subjetivo e/ou reduzido a uma esfera estreita de defesa, literal ou desejada, de indivíduos potencialmente agraciados, direta ou indiretamente.
O consciente não é o oposto do subconsciente pois deriva dele tal como uma reflexão ou resposta a ele. Não podemos e não devemos nos reduzir ao nada enquanto agentes perceptivos e tampouco deveríamos fazer o contrário mas é justamente o egoísmo que mais se sobrepõe à percepção, isto é, um excesso de auto-inferência, talvez porque o mesmo em doses não-idealisticamente equilibradas tenha sido extremamente efetivo no resguardo da vida.
Todos nós, como eu já denunciei, temos grãos de verdade cravados/brutos em nossos genes ou instintos e o ideal seria, com eles, completar os nossos caminhos individuais e tendo apenas um único [e talvez o único e derradeiro] ideal, o mais maximizado de todos, que é a sabedoria.
O consciente portanto mais parece consistir em uma percepção ou reflexão consideravelmente nítida da realidade, expressando conhecimento cru ou desprovido de nós mesmos, seres vivos, isto é, sem auto-inferência, enquanto que o subconsciente dramaticamente consistiria na presença do ''eu-elemento'', e tendo o ser não como um princípio, apenas, mas também como um fim de suas próprias percepções. Claro que o ideal sempre pende para o equilíbrio que consiste na verdade-da-verdade, no fator g de qualquer verdade, porque tudo aquilo que existe no mundo dos reais apenas o faz por causa de seu equilíbrio estrutural ou lógico.
O consciente não é o oposto do subconsciente pois deriva dele tal como uma reflexão ou resposta a ele. Não podemos e não devemos nos reduzir ao nada enquanto agentes perceptivos e tampouco deveríamos fazer o contrário mas é justamente o egoísmo que mais se sobrepõe à percepção, isto é, um excesso de auto-inferência, talvez porque o mesmo em doses não-idealisticamente equilibradas tenha sido extremamente efetivo no resguardo da vida.
Todos nós, como eu já denunciei, temos grãos de verdade cravados/brutos em nossos genes ou instintos e o ideal seria, com eles, completar os nossos caminhos individuais e tendo apenas um único [e talvez o único e derradeiro] ideal, o mais maximizado de todos, que é a sabedoria.
O consciente portanto mais parece consistir em uma percepção ou reflexão consideravelmente nítida da realidade, expressando conhecimento cru ou desprovido de nós mesmos, seres vivos, isto é, sem auto-inferência, enquanto que o subconsciente dramaticamente consistiria na presença do ''eu-elemento'', e tendo o ser não como um princípio, apenas, mas também como um fim de suas próprias percepções. Claro que o ideal sempre pende para o equilíbrio que consiste na verdade-da-verdade, no fator g de qualquer verdade, porque tudo aquilo que existe no mundo dos reais apenas o faz por causa de seu equilíbrio estrutural ou lógico.
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segunda-feira, 23 de outubro de 2017
A inteligência é teleológica
Porque evoluiu para buscar pela sobrevivência/adaptação/ equilíbrio contextual ou ideal e/ou porque todo o tipo de inteligência tem como finalidade o equilíbrio/adaptação.
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sexta-feira, 20 de outubro de 2017
Inteligência humana: adaptação e evolução
Inteligência: busca do organismo pelo [por seu] equilíbrio [contextual].
Adaptação: conquista do/deste equilíbrio.
Evolução ascendente: quebra do equilíbrio ou conforto adaptativo/evolução involuntária ou evolução voluntária/planejada e reconquista de um novo nível de adaptação.
O conforto extra-adaptativo seleciona contra a inteligência maximizada/extra, e por uma crescente ou equilibrada adaptação/conformação em relação ao ambiente de sobrevivência.
Ambientes muito estáveis selecionam/podem selecionar contra a abertura para a experiência [comportamento de risco ou limítrofe aos limites da convencionalidade adaptativa] e o neuroticismo e a favor da conscienciosidade e estabilidade emocional MAS especialmente contra a abertura para a experiência.
Neste sentido o neuroticismo até poderia ser entendido como um oposto da conscienciosidade por causa de sua natureza caracteristicamente ansiosa enquanto que a segunda seria como um complemento à estabilidade emocional, se estou ou se sou emocionalmente estável, então é provável que estarei apto para realizar as minhas funções/ou ''minhas'' funções, isto é, impostas por outros. O neuroticismo é ansiedade pelos problemas enquanto que uma das facetas da conscienciosidade seria o acato pelas resoluções disponíveis destes problemas, isto é, já tendo em vista que eles foram plenamente solucionados. OU NÃO.
Gênio/criatividade
É o perfil ou fenótipo psico-cognitivo que aparece em ambientes muito desafiadores. E quando a espécie vence o desafio, quem é capaz de solucionar novos problemas ou encontrar novas soluções passa a não ser selecionado, porque o que ''importará'' agora será a conservação desta conquista/adaptação.
Adaptação: conquista do/deste equilíbrio.
Evolução ascendente: quebra do equilíbrio ou conforto adaptativo/evolução involuntária ou evolução voluntária/planejada e reconquista de um novo nível de adaptação.
O conforto extra-adaptativo seleciona contra a inteligência maximizada/extra, e por uma crescente ou equilibrada adaptação/conformação em relação ao ambiente de sobrevivência.
Ambientes muito estáveis selecionam/podem selecionar contra a abertura para a experiência [comportamento de risco ou limítrofe aos limites da convencionalidade adaptativa] e o neuroticismo e a favor da conscienciosidade e estabilidade emocional MAS especialmente contra a abertura para a experiência.
Neste sentido o neuroticismo até poderia ser entendido como um oposto da conscienciosidade por causa de sua natureza caracteristicamente ansiosa enquanto que a segunda seria como um complemento à estabilidade emocional, se estou ou se sou emocionalmente estável, então é provável que estarei apto para realizar as minhas funções/ou ''minhas'' funções, isto é, impostas por outros. O neuroticismo é ansiedade pelos problemas enquanto que uma das facetas da conscienciosidade seria o acato pelas resoluções disponíveis destes problemas, isto é, já tendo em vista que eles foram plenamente solucionados. OU NÃO.
Gênio/criatividade
É o perfil ou fenótipo psico-cognitivo que aparece em ambientes muito desafiadores. E quando a espécie vence o desafio, quem é capaz de solucionar novos problemas ou encontrar novas soluções passa a não ser selecionado, porque o que ''importará'' agora será a conservação desta conquista/adaptação.
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quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Equilíbrio natural e regressão à média
Por que é (que é) que ocorre a regressão à média??
Contenção ou equilíbrio genético.
Mutações e variação tem limites e quando certa expressão atinge os confins de uma população então é provável que regressará à média.
Exatamente como esticar um elástico (lembram daquela velha/outra metáfora??) e depois de um tempinho ele ir voltando ao seu estado de conforto.
Estatura muito alta = inteligência (quantitativa) alta
Estes são dois exemplos de traços que muito comumente regressam à média (familiar). E por que isso acontece?? Possivelmente porque se consistem em "novas fronteiras fenotípicas" ou simplesmente limites, quer seja para a evolução ou para a deterioração genética, e em relação a certo contexto específico.
Então, provavelmente, mesmo que ocorressem acasalamentos assortativos por exemplo para uma maior inteligência (quantitativa) [ pessoas com as mesmas médias muito altas de qi se acasalando por longo tempo indeterminado] ainda haveria uma regressão "à média" ...
... Ou não, e também temos o próprio fator acasalamento assortativo OU a falta dele, como causador da regressão, isto é, por causa da própria raridade, por exemplo, de uma grande inteligência [quantitativa], as pessoas com essa característica tenderão a não acasalar com frequência entre si, sem falar naqueles que simplesmente não procriarão, certo??
Pois também acho que não.
Acho que ocorrem acasalamentos assortativos em relação aos dois casos (inter-análogos): maior inteligência [quantitativa] e maior estatura.
O (possível) fato é que ambas são expressões complexas [com traços recessivos e dominantes] em que vários traços precisam ser "herdados' simultaneamente e em alta intensidade (porém a um nível relativamente 'saudável"), por exemplo: grande capacidade de memorização, grande inteligência (oops) cognição verbal, matemática, espacial (ou não), rapidez de raciocínio, atenção a detalhes... Então você tem muitos traços tendo as suas expressões aumentadas, ou genes que as aumentam, só que não são todas elas que serão dominantes ou mais comuns (???). Portanto este aumento generalizado de intensidade expressiva pode ser que não seja transmitido de maneira ''perfeita' para os filhos, especialmente quando a parceira ou o parceiro não apresentarem, exatamente, as mesmas combinações, resultando em uma regressão... à média, aí já não posso dizer... pode ser que a regressão à média tenda a acontecer a longo prazo e não logo na primeira ''ninhada'', enfim, enfim...
Contenção ou equilíbrio genético.
Mutações e variação tem limites e quando certa expressão atinge os confins de uma população então é provável que regressará à média.
Exatamente como esticar um elástico (lembram daquela velha/outra metáfora??) e depois de um tempinho ele ir voltando ao seu estado de conforto.
Estatura muito alta = inteligência (quantitativa) alta
Estes são dois exemplos de traços que muito comumente regressam à média (familiar). E por que isso acontece?? Possivelmente porque se consistem em "novas fronteiras fenotípicas" ou simplesmente limites, quer seja para a evolução ou para a deterioração genética, e em relação a certo contexto específico.
Então, provavelmente, mesmo que ocorressem acasalamentos assortativos por exemplo para uma maior inteligência (quantitativa) [ pessoas com as mesmas médias muito altas de qi se acasalando por longo tempo indeterminado] ainda haveria uma regressão "à média" ...
... Ou não, e também temos o próprio fator acasalamento assortativo OU a falta dele, como causador da regressão, isto é, por causa da própria raridade, por exemplo, de uma grande inteligência [quantitativa], as pessoas com essa característica tenderão a não acasalar com frequência entre si, sem falar naqueles que simplesmente não procriarão, certo??
Pois também acho que não.
Acho que ocorrem acasalamentos assortativos em relação aos dois casos (inter-análogos): maior inteligência [quantitativa] e maior estatura.
O (possível) fato é que ambas são expressões complexas [com traços recessivos e dominantes] em que vários traços precisam ser "herdados' simultaneamente e em alta intensidade (porém a um nível relativamente 'saudável"), por exemplo: grande capacidade de memorização, grande inteligência (oops) cognição verbal, matemática, espacial (ou não), rapidez de raciocínio, atenção a detalhes... Então você tem muitos traços tendo as suas expressões aumentadas, ou genes que as aumentam, só que não são todas elas que serão dominantes ou mais comuns (???). Portanto este aumento generalizado de intensidade expressiva pode ser que não seja transmitido de maneira ''perfeita' para os filhos, especialmente quando a parceira ou o parceiro não apresentarem, exatamente, as mesmas combinações, resultando em uma regressão... à média, aí já não posso dizer... pode ser que a regressão à média tenda a acontecer a longo prazo e não logo na primeira ''ninhada'', enfim, enfim...
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terça-feira, 19 de setembro de 2017
terça-feira, 12 de setembro de 2017
A sabedoria/inteligência maximizada tem como principal função.... [re-visão acidentalmente deliberada]
na, na, na
na maximização da sobrevivência.

E a maximização da sobrevivência consiste-se na
maximização do equilíbrio
que por sua vez
se consiste na finalidade ou ação fundamental de toda a existência
que é o existir
que é o se equilibrar
no resguardo ou segurança
e passar essas [suas] interrogações adiante...
[com certeza já escrevi algo do tipo, mas é um ou dois ou três textos longínquos, perdidos por aí, então...]
na maximização da sobrevivência.

E a maximização da sobrevivência consiste-se na
maximização do equilíbrio
que por sua vez
se consiste na finalidade ou ação fundamental de toda a existência
que é o existir
que é o se equilibrar
no resguardo ou segurança
e passar essas [suas] interrogações adiante...
[com certeza já escrevi algo do tipo, mas é um ou dois ou três textos longínquos, perdidos por aí, então...]
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sexta-feira, 21 de julho de 2017
A verdade está sempre atrelada ao equilíbrio
Uma pedra, meu exemplo favorito. Se a pedra não fosse equilibrada não existiria porque as suas partículas não se manteriam juntas e se dispersariam pela atmosfera. Aliás a própria atmosfera é provável que também não existiria se a verdade não se principiasse pelo equilíbrio, pelo ímpeto para a estabilidade.
É por isso que um tempo atrás eu disse que a verdade na grande se não na totalidade das vezes se encontra no meio do espectro de uma possibilidade de respostas [invariavelmente] corretas. Não basta capturar o fato mas também de trabalhar para que a sua finalidade seja o equilíbrio se o mesmo basicamente se consiste a tudo aquilo que existe. Sem equilíbrio, sem leis da física. Reconhecer fatos pelo simples fato de reconhecer é na melhor das hipóteses recreativo e na pior delas estéril de significado. Não reconhecemos fatos apenas pelo ato mas tendo em mente ações complementares à compreensão factual (invariavelmente correta). Quanto mais desequilibrado ou amoral é o ato menos próximo da estrutura que está subjacente à própria verdade.
É por isso que um tempo atrás eu disse que a verdade na grande se não na totalidade das vezes se encontra no meio do espectro de uma possibilidade de respostas [invariavelmente] corretas. Não basta capturar o fato mas também de trabalhar para que a sua finalidade seja o equilíbrio se o mesmo basicamente se consiste a tudo aquilo que existe. Sem equilíbrio, sem leis da física. Reconhecer fatos pelo simples fato de reconhecer é na melhor das hipóteses recreativo e na pior delas estéril de significado. Não reconhecemos fatos apenas pelo ato mas tendo em mente ações complementares à compreensão factual (invariavelmente correta). Quanto mais desequilibrado ou amoral é o ato menos próximo da estrutura que está subjacente à própria verdade.
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