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sábado, 15 de setembro de 2018

Sem racionalidade....

Parece que a maioria das pessoas tem o cérebro como se fosse um apêndice e em estado inflamatório, complicatx...

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Pensamento conserva/instintivo ''simpático'' exemplificado em uma única frase: "num gosto de queijo!"

Agora pense se o mesmo exemplo não pode ser visto em boa parte da política conservadora, isto é, de suas diretrizes...

Relembrando o meu conceito de simpatia, como sensibilidade a contrastes de qualidade subjetiva... E agora, muito rapidamente, o conceito de ''instinto simpático''. O instinto é o comportamento estereotípico, e a simpatia, eu já conceituei acima. 

O oposto OU a continuidade, o desenvolvimento do instinto simpático seria o instinto meta- ou parassimpático. 


A esquerda se diz patrona e defensora das artes...

... recentemente me deparei com uma tal ''música clássica contemporânea''. Primeiro eu fiquei na dúvida se os ruídos que ouvi eram mesmo música ou apenas ruídos. Depois, claro que eu pensei no aspecto psico-social ''da coisa'', afinal, MUITA GENTE, aquelas pessoas ''de'' qi alto, especialmente o verbal, adoram essa ''arte abstrata''. 

Segundo, para a esquerda, arte é fundamentalmente auto-expressão. Eu acredito que a arte COMEÇA com a auto-expressão, e como eu já comentei antes, a partir do momento que, ela também se finaliza na auto-expressão, isto é, logo no seu início, então estamos vendo uma espécie de ''arte embrionária'', ou melhor, abortada no útero. 

Se a arte tem alguma finalidade, primeiramente talvez seja a estética, ou melhor, o eco da estética, de re-presentar a apresentação que se consiste a realidade. Segundo, que o aspecto do belo, isto é, da estética, em sua expressão mais harmônica ou sensorialmente apaixonante, parece se consistir no destino, eu não diria de toda arte, mas de toda aquela que se define como ''alta cultura'', independente do conteúdo que representa, se é uma tragédia ou um caso de amor romântico, é fato que qualquer produto cultural/artístico de alta qualidade, precisa representar ou buscar pelo belo.

A grande maioria dos tais defensores das artes, atualmente, são de ideologia marcadamente neo-esquerdista [pseudo-socialista/secretamente burguesa] e mais, parecem defender o que de pior os artistas, ou, certos artistas [ou, ''artistas'], podem produzir. 

Pensemos: se eu defendo algo mas o reduzo ao seu nível mais básico [que é o fundamental, porém ainda assim, e neste caso, mais no sentido de mínimo desenvolvimento], e portanto, mínimo em si mesmo, então eu não pareço estar defendendo mas usando-o a meu favor.

Quando ''defensores das artes'' misturam poesia com aquela escatologia chamada ''funk'', então talvez eu preferisse que as artes ficassem sem proteção, porque isso não parece muito cuidadoso, pois não está elevando a arte, mas rebaixando-a à qualquer coisa.

Assim como a ciência banaliza a vida, como eu falei no outro blog, e talvez também já tenha esboçado algo parecido aqui, o domínio esquerdista sobre as artes está tendo o mesmo efeito, transformando-a em qualquer coisa.  

Introversão "patológica' versus introversão adaptativa

O introvertido ''patológico' seria justamente aquele que não teria a capacidade de se adaptar a partir desta faceta de sua personalidade, que, portanto, se manifestaria de maneira rígida ou estereotípica. E quando falo "se adaptar" e em relação ao contexto da introversão, eu me refiro a de se ajustar de acordo com o grau de intimidade, em que, maior a confiança com o outro, maior a extroversão ou exposição de sentimentos, relaxamento e ''sincronização'' com o seu comportamento, em média, isto é, o melhor uso da mesma. Em outras palavras, a introversão em intensidade mas não em controle de qualidadeO introvertido patológico simplesmente não seria capaz deste ajuste, mesmo conseguindo um grau elevado de intimidade com outro indivíduo. 

O introvertido adaptativo seria exatamente como um extrovertido [ou um ambivertido] hiper-seletivo que só demonstra a sua personalidade interior e portanto também os aspectos relacionados à extroversão [a sua totalidade ou aspectos mais consideráveis], para os indivíduos que conquistarem a sua confiança. 

Este tipo não seria exatamente um ambivertido típico, porque o seu ímpeto introvertido, não se manifesta apenas nas relações sociais mas também nos aspectos mais essenciais como o estilo de pensamento [por exemplo, maior introspecção ou capacidade para o pensar reflexivo e também maior sensibilidade ao ambiente].


Aqui também se percebe uma certa superioridade, à priore, da introversão, em relação à extroversão, já que esta segunda seria basicamente como uma exploração do ambiente, em especial do ambiente social, de maneira impulsiva, tal como sair para outro país com uma cultura diferente sem buscar compreende-la, ainda que isso não signifique que todo extrovertido agirá assim, mas muito mais propenso de faze-lo. O introvertido e em especial o mais adaptativo, analisaria ou buscaria conhecer melhor o ''ambiente alheio'', de outras pessoas [e seres], antes de interagir, de entrar em contatos de segundo, terceiro ou quarto graus.  

Faz todo sentido ser mais desconfiado com ''estranhos'' e apenas se ''abrir'' mais quando já tiver conhecimento suficiente sobre eles... 

Aí deveríamos também diferenciar o grau de extroversão ''na intimidade [desejada ou, a priore, benignamente alcançada]'', porque se apresentar um nível mais alto da mesma nesta situação, então, ao invés de ser um introvertido adaptativo, é provável que seria mais como um ambivertido típico [no sentido de natureza e não de nível de raridade] ou como um omnivertido. Ou não, aqui sempre tem essa opção, ''nenhuma das especulações anteriores/acima''.

O problema da ''esquerda'' ... são os esquerdistas

Se a esquerda fosse seguida/apoiada ou ''usada'' por:

- robôs;

- etês...

... é provável que daria certo, no sentido ideal, porque ao menos esses dois grupos, de acordo com o estereótipo de cada um, agiriam DE ACORDO ou integralmente às cartilhas ideológicas, sem essa extrema seletividade moral ou pessoal que tanto caracteriza e ceifa qualquer credibilidade/honestidade, em especial por parte da 'elite política' esquerdista.

Da série: ''crítica e causas sociais são 'uma' coisa; o esquerdotonto aprendiz de ditador, é outra''