... pretensiosa tentativa ''quixotiana'' de objetividade da linguagem [algo muito óbvio de se constatar, diga-se].
Recentemente eu vi um estudo em que mostrou que as pessoas com esquizofrenia e parentes próximos exibem hiper-conectividade e hiper-atividade na região do cérebro denominado de "default network" e portanto dificuldade de supressão da mesma], onde é produzido a introspecção, a meta-cognição e também a imaginação. Parece fazer sentido que aqueles que são afetados por distúrbios psicóticos e os seus parentes próximos compartilhem essas características neurofisiológicas claro que em graus variados. Eu, como um parente próximo de um portador de distúrbio psicótico (mentira patológica), acredito que também exiba hiper-atividade (e talvez hiper-conectividade) nessas áreas, se eu sou muito imaginativo, sonhador, e que isso também tenda a ter efeitos mais adversos como as minhas tendências paranoicas. Eu já cheguei a comentar em alguns textos que quando eu estou mais desligado desse estado, digamos, mais intrapessoal, e apenas me foco na interação com o exterior ou redor, a minha paranoia simplesmente desaparece.
Agora partindo de minha ideia de hiper-objetividade e mesmo minimalismo na linguagem, eu vejo ''mais e mais'' essa tal 'Default Network' como uma "Rede Intrapessoal", ou de pensamentos desta natureza, e que deveríamos ou que poderíamos usar essa re-definição, por causa de seu caráter mais auto-entendível [ou não, e dane-se].
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quinta-feira, 31 de agosto de 2017
"Default network" ou rede intrapessoal?? Continuando com a minha...
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segunda-feira, 5 de junho de 2017
Conjugação motivação intrínseca e talento. Como identificar um "estupido universal", uma pessoa comum e um talentoso??
Não sei se já comentei sobre isso mas vamos lá
Resolvi me concentrar apenas nos tipos mais evidentes ou marcantes
Motivação intrínseca (proxy para especialização) x versus nível de talento
Tipo 1: motivação intrínseca mediana x talento mediano
A maioria das pessoas dependendo do país [mas, geralmente todos ou a grande maioria]
Tipo 2: motivação intrínseca alta x talento baixo
O famoso ''estúpido'' [estúpido universal] que está provido de déficits severos em autoconsciência/meta-cognição.
Neste grupo ainda podemos encontrar aquele que, parece, concentrar-se em suas forças só que também as exagera, resultando em uma espécie de pseudo-talento baixo, isto é, transformando as forças em fraquezas, justamente por causa da deficiência em meta-cognição. E também teremos aquele que de fato confunde as suas fraquezas com as suas forças, denotando níveis ainda mais severos de autoconhecimento/auto-entendimento, o famoso ''cantor de chuveiro'' que resolve passar vergonha em programas de tv especializados, geralmente em relação à qualidade do canto.
Tipo 3: motivação intrínseca baixa x talento alto
O ''talentoso [em potencial] preguiçoso''
Este também pode ser um caso de baixa autoconsciência/meta-cognição porque existe a necessidade da reciprocidade, ou não, em relação à potencialidade que de fato possa ser muito desenvolvida, de maneira que, também é possível e esperado que alguns [ou talvez muitos] indivíduos sejam mais de um tipo, por exemplo, sendo ''preguiçoso' ou 'sem ter conhecimento'' quanto a um real potencial de desenvolvimento e no entanto com foco naquilo que não tem muito talento ou mesmo que definitivamente não o tem. Exemplo, um compositor fraco mas que se tivesse maior interesse conseguiria se tornar um ótimo instrumentista, claro, partindo da lógica que este tipo de conjugação não seja apenas possível de existir mas que também não seja muito rara.
Ainda poderia pensar no tipo ''motivação intrínseca alta x talento mediano'' para explicar aquele que acaba se tornando muito focado em um assunto ou tarefa, mas que não consegue ir além, limitando-se, a priore, à sua memorização superficial. Como sempre o bom senso [intrapessoal] delimitará a fronteira entre saber e não saber os próprios limites.
Resolvi me concentrar apenas nos tipos mais evidentes ou marcantes
Motivação intrínseca (proxy para especialização) x versus nível de talento
Tipo 1: motivação intrínseca mediana x talento mediano
A maioria das pessoas dependendo do país [mas, geralmente todos ou a grande maioria]
Tipo 2: motivação intrínseca alta x talento baixo
O famoso ''estúpido'' [estúpido universal] que está provido de déficits severos em autoconsciência/meta-cognição.
Neste grupo ainda podemos encontrar aquele que, parece, concentrar-se em suas forças só que também as exagera, resultando em uma espécie de pseudo-talento baixo, isto é, transformando as forças em fraquezas, justamente por causa da deficiência em meta-cognição. E também teremos aquele que de fato confunde as suas fraquezas com as suas forças, denotando níveis ainda mais severos de autoconhecimento/auto-entendimento, o famoso ''cantor de chuveiro'' que resolve passar vergonha em programas de tv especializados, geralmente em relação à qualidade do canto.
Tipo 3: motivação intrínseca baixa x talento alto
O ''talentoso [em potencial] preguiçoso''
Este também pode ser um caso de baixa autoconsciência/meta-cognição porque existe a necessidade da reciprocidade, ou não, em relação à potencialidade que de fato possa ser muito desenvolvida, de maneira que, também é possível e esperado que alguns [ou talvez muitos] indivíduos sejam mais de um tipo, por exemplo, sendo ''preguiçoso' ou 'sem ter conhecimento'' quanto a um real potencial de desenvolvimento e no entanto com foco naquilo que não tem muito talento ou mesmo que definitivamente não o tem. Exemplo, um compositor fraco mas que se tivesse maior interesse conseguiria se tornar um ótimo instrumentista, claro, partindo da lógica que este tipo de conjugação não seja apenas possível de existir mas que também não seja muito rara.
Ainda poderia pensar no tipo ''motivação intrínseca alta x talento mediano'' para explicar aquele que acaba se tornando muito focado em um assunto ou tarefa, mas que não consegue ir além, limitando-se, a priore, à sua memorização superficial. Como sempre o bom senso [intrapessoal] delimitará a fronteira entre saber e não saber os próprios limites.
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quinta-feira, 21 de abril de 2016
Entre a ação e a negação
Por causa de uma mente muito autocrítica e analítica como a minha, que desde a um certo tempo eu tenho me questionado sobre se existe a real necessidade de se escrever, isto é, produzir algo ou não. Claro que as ações são muito mais importantes do que prelúdios para a mesma como a escrita. No entanto tenho me questionado se esta minha dedicação não passaria de pura demonstração de ego e vaidade ainda que parcialmente preparados para potenciais chuvas de tomates via intermitente humildade.
Pensar sobre as próprias ações de maneira constante nos faz parar por alguns instantes de seguir o caminho que estamos trilhando, lhe chamo de teimosia, sem ter exatamente o significado moralmente negativo, como eu já falei sobre as abstrações, e nos questionar se realmente vale a pena continuar. Se todos tomassem este exercício reflexivo como muito importante em suas vidas eu acredito que alguma esperança sobre a humanidade e a sua inteligência poderia ser renovada.
A minha teimosia de continuar a escrever tem por agora o suporte de uma tentativa exponencialmente constante de se separar qualquer lampejo tolo de vaidade (diga-se, sem sentido) em relação a esta, digamos, missão pessoal. Estamos indissociáveis da própria essência e portanto, há de se aceitar tal orgulho mas sem deixá-lo tomar conta e continuar com este exercício, que em partes, ocupa parte do meu tempo além de poder tornar concreto ideias e pensamentos que por ventura possam ser úteis para alguém, se já são pra mim, de grande valia.
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