Inteligência [conceito-processo/causa]: interligar, reconhecer padrões.
Sabedoria [conceito-resultado/efeito]: saber, busca pelo conhecimento.
Em condições normais de temperatura e pressão a inteligência, em sua manifestação mais ideal, resultaria/resultará na sabedoria, no excelente julgamento.
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domingo, 3 de setembro de 2017
Inteligência: Conceito-processo/causa. Sabedoria: Conceito-resultado/efeito
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domingo, 9 de julho de 2017
Mente empática para dummies
Por que é tão difícil falar sobre diferenças raciais em inteligência especialmente para algumas pessoas?
Interação em primeira pessoa/mentalismo versus interação em segunda ou terceira pessoa/mecanicismo
Eu acredito que tenho uma mente que é acima média em mentalismo mas também em mecanicismo. Eu já devo ter explicado no que se consiste este espectro. O mentalismo é a capacidade de ler expressões faciais, comportamento não verbal e de maneira geral tudo aquilo que se refere às esferas intrapessoal e interpessoal ou de interações sociais. O mecanicismo se refere basicamente ao reconhecimento de padrões em informações impessoais, e basicamente também se pode dizer que o mentalismo também seja um reconhecimento de padrões. No entanto o reconhecimento de padrões mentalista é sobre seres, em especial sobre pessoas e sobre si mesmo, é pessoal, enquanto que o mecanicismo é sobre assuntos impessoais. Em ambos há de se julgar os padrões, aquilo que eu denominei de emoção. Capturamos padrões e os julgamos, correta ou incorretamente. A emoção seria o julgamento instintivo.
Podemos facilmente reconhecer os padrões que reproduzem uma pedra. Quando precisamos julgar emocionalmente essa pedra não há a necessidade de sentir afeição ou empatia por ela. Por outro lado ao reconhecermos os padrões de uma pessoa o julgamento de seus padrões será ou tenderá a ser muito mais exaltado. Por que sentimos em média maior afeição por um semelhante da mesma espécie? Porque a empatia é como um espelho e quando olhamos para um semelhante humano é como se estivéssemos olhando e julgando a nós mesmos. Eu já falei que apesar de sua feiura ou crueza intelectual o pré conceito tem um porquê racional e pseudo-paradoxalmente empático. Se alguém te critica muitas vezes é porque quer o seu bem, só que não sabe como falar de uma maneira que não te ofenda.
Eu vivo no Brasil e do Paraná pra cima é praticamente impossível não conviver ao menos superficialmente com pessoas da raça negra. Eu tenho comentado ou nem tanto dessa maneira que é difícil e ao mesmo tempo fácil de julgá-los. A nível coletivo é fácil reconhecer os problemas crônicos que tendem a afetar essa população. A nível individual a situação tende a mudar, primeiro porque estamos sempre selecionando quem nós queremos conviver. Segundo que a partir deste filtro é muito comum e em especial quando estamos mais distantes da média dessa população ou mesmo quando as repudiamos mesmo de maneira não intencional, que convivamos com as suas exceções. Os menos factualmente constantes serão portanto fortemente propensos a generalizar as exceções com as quais tendem a conviver muito mais. Em média os negros mostram-se parecidos com qualquer outro grupo ainda que apresentem as suas próprias idiossincrasias. O que é uma marca de diferenciação evolutiva no negro médio tende a se tornar aberrante e indesejável em uma minoria (que neste caso parece ser potencialmente significativa) por exemplo a extroversão ou simpatia que pode se transformar em desrespeito e irresponsabilidade. Também há de se pensar nas diferenças de idade e de sexo. Geralmente por serem mais emocionalmente inteligentes as mulheres de qualquer raça tendem a se mostrar mais agradáveis do que os homens. Jovens e em especial os adolescentes tendem a ser mais impulsivos e em tempos de cultura permissiva ainda mais ousados e debochados do que o costume. Como eu já falei, na verdade não tendemos a ter cautela e crítica negativa sobre o comportamento invariavelmente médio dos negros apenas pela cor da pele mas também porque muitos deles tendem a agir como eternos adolescentes e sabemos que os mesmos tendem a ser muito irritantes, e mesmo nas populações humanas mais polidas ainda haverá uma certa tendência por eles de agirem de maneiras reprováveis no lido interpessoal a partir da moralidade objetiva ou regra de ouro/ racionalidade comportamental.
Apesar de todos esses fatores possivelmente mais confusos do que tendemos a nos habituar a pensar (negros "são" violentos e desrespeitadores porque são negros OU negros "são" assim ou assado por causa da opressão branca) é fato que algumas pessoas se prenderão mais a fatos impessoais mesmo que estejam explicando os fatos pessoais e outras, e talvez a maioria das pessoas, se prenderão predominantemente a fatos pessoais. Fatos pessoais tendem a ser centrados no indivíduo. Fatos impessoais para explicar os fatos pessoais estão além do ser e buscam entender os mecanismos subjacentes do seus comportamentos. O primeiro é uma abordagem logicamente primária que busca descrever o comportamento a partir de sua observação a olho nu e onde é tendencioso a confundir efeito com causa. O segundo é uma abordagem abstrata bem mais centrada nas causas. O primeiro induz confundindo indução com dedução. O segundo deduz, um método mais íntimo do científico, mas que também pode desprezar a indução que tende a ser importante para a criatividade.
Enfim, quanto maior o mentalismo maior a personificação dos eventos. Como as pessoas tendem a ser mais mentalistas do que mecanicistas, não necessariamente em termos absolutos, isto é, de serem hiper mentalistas, mas em termos relativos, onde que o mentalismo tenderá a ser predominante sobre o mecanicismo, então elas estão muito mais propensas a analisar o mundo a partir desse viés e a cometer os erros que estão atrelados a este estilo. Não é que o mentalismo não possa ser abstrato como o mecanicismo, porque ambos partem de bases concretas, o olhar sobre o outro que lhe é semelhante e a si mesmo e o olhar sobre o outro que não lhe é semelhante ou mais impessoal. Mas é que quando um dos dois se desloca para a área de atuação típica do outro a abstração costuma se tornar uma constante.
Quando a mente mais mecanicista se desloca para entender fatores pessoais tende a não levar em consideração os fatos pessoais que também tendem a ser fortemente autobiográficos. E por que?? Porque ele tende a interagir em segunda ou mesmo em terceira pessoa. A distância que o torna interessado e apto no lido intelectual impessoal pode ser também causal ou mesmo constante quando ele precisa lidar com pendengas pessoais. Por isso que tende a ser menos empático mas também mais afiado no pensamento abstrato. Parece que ou você tem um capacidade de memória autobiográfica mais elevada ou de memória semântica.
Ainda que em cérebros maiores talvez possam "caber" as duas e em níveis mais inchados, esta parece ser a regra. Talvez não seja apenas uma questão de valores absolutos, ser mais, porque como estamos lidando com dois tipos de memória então a proporção entre as duas parece-me até mais importante, decisiva e inevitável, reforçando esta dicotomia proposta.
No entanto uma mente mais empática terá o outro que lhe é (invariavelmente) semelhante como ponto de referência.
Será que ele ou ela vai se ofender???
E quanto maior a agradabilidade maior a preocupação com o outro ou ao menos com a opinião dele.
O meu exemplo.
Eu convivo, modo relativo de falar, mas verídico, com algumas pessoas negras sem falar que como eu disse acima é tecnicamente impossível não se esbarrar com eles pelo menos uma vez na vida estando no Brasil e especialmente da cintura do Paraná pra cima. Ontem por exemplo eu reencontrei com um amigo distante em convivência, um negro simpático, alto, magro, humilde, de boa aparência e que sempre tem algo agradável para dizer pra mim. Ontem ele elogiou-me dizendo que eu sou um bom filho e que mereço sucesso na vida. Já comentei de uma vizinha que é uma espécie de rainha da simpatia, uma figura invariavelmente comum na região onde vivo, de educação técnica e capacidades cognitivas limitadas mas de uma real educação ou bons modos que parece ser constante e sem limites, que aliás já parece estar no seu teto de uso. Acho que já falei de uma ex professora de matemática que infeliz e precocemente veio a falecer uns dois anos atrás e de sua simpatia espontânea por mim. Se eu fosse mais frio ou mesmo se fosse de alguma maneira mais emotivo, só que sendo mais mecanicista, é provável que acabaria preferindo por este estilo cognitivo e portanto não tendo "o outro" como referência. Se os fatos impessoais fossem mais importantes do que os pessoais pra mim pode ser possível de se especular que eu sequer pensaria nessas interações e pessoas, antes de aceitar e mesmo, de pesar os prós e contras. Eu, invariavelmente, tenho os outros também como referência, me preocupo com os seus sentimentos, especificamente aqueles com os quais eu tenho convivido de maneira mais direta. Ao contrário do lógico afobado que confunde frieza com racionalidade, eu preciso pensar mais antes de sair por aí dizendo que certas pessoas são ''menos'' ou ''mais'', ou ''muito'', especialmente no sentido negativo, e especificamente quando estou a falar sobre coletividades, categorias ou identidades. Por isso que eu concluí recentemente que eu sou como uma espécie de tradutor mútuo dos dois estilos de mente e claro que especialmente em relação a esses assuntos mais polêmicos.
Porque somos mais intensos em nossas convivências, nós os mais empáticos ou mentalistas, tendemos a ter ''o outro'' como ponto de referência, e sem uma capacidade lógica/primariamente racional robusta, a interpretação objetiva da realidade pode se perder em um mundo de subjetividades ou de subterfúgios.
Ou não.
Interação em primeira pessoa/mentalismo versus interação em segunda ou terceira pessoa/mecanicismo
Eu acredito que tenho uma mente que é acima média em mentalismo mas também em mecanicismo. Eu já devo ter explicado no que se consiste este espectro. O mentalismo é a capacidade de ler expressões faciais, comportamento não verbal e de maneira geral tudo aquilo que se refere às esferas intrapessoal e interpessoal ou de interações sociais. O mecanicismo se refere basicamente ao reconhecimento de padrões em informações impessoais, e basicamente também se pode dizer que o mentalismo também seja um reconhecimento de padrões. No entanto o reconhecimento de padrões mentalista é sobre seres, em especial sobre pessoas e sobre si mesmo, é pessoal, enquanto que o mecanicismo é sobre assuntos impessoais. Em ambos há de se julgar os padrões, aquilo que eu denominei de emoção. Capturamos padrões e os julgamos, correta ou incorretamente. A emoção seria o julgamento instintivo.
Podemos facilmente reconhecer os padrões que reproduzem uma pedra. Quando precisamos julgar emocionalmente essa pedra não há a necessidade de sentir afeição ou empatia por ela. Por outro lado ao reconhecermos os padrões de uma pessoa o julgamento de seus padrões será ou tenderá a ser muito mais exaltado. Por que sentimos em média maior afeição por um semelhante da mesma espécie? Porque a empatia é como um espelho e quando olhamos para um semelhante humano é como se estivéssemos olhando e julgando a nós mesmos. Eu já falei que apesar de sua feiura ou crueza intelectual o pré conceito tem um porquê racional e pseudo-paradoxalmente empático. Se alguém te critica muitas vezes é porque quer o seu bem, só que não sabe como falar de uma maneira que não te ofenda.
Eu vivo no Brasil e do Paraná pra cima é praticamente impossível não conviver ao menos superficialmente com pessoas da raça negra. Eu tenho comentado ou nem tanto dessa maneira que é difícil e ao mesmo tempo fácil de julgá-los. A nível coletivo é fácil reconhecer os problemas crônicos que tendem a afetar essa população. A nível individual a situação tende a mudar, primeiro porque estamos sempre selecionando quem nós queremos conviver. Segundo que a partir deste filtro é muito comum e em especial quando estamos mais distantes da média dessa população ou mesmo quando as repudiamos mesmo de maneira não intencional, que convivamos com as suas exceções. Os menos factualmente constantes serão portanto fortemente propensos a generalizar as exceções com as quais tendem a conviver muito mais. Em média os negros mostram-se parecidos com qualquer outro grupo ainda que apresentem as suas próprias idiossincrasias. O que é uma marca de diferenciação evolutiva no negro médio tende a se tornar aberrante e indesejável em uma minoria (que neste caso parece ser potencialmente significativa) por exemplo a extroversão ou simpatia que pode se transformar em desrespeito e irresponsabilidade. Também há de se pensar nas diferenças de idade e de sexo. Geralmente por serem mais emocionalmente inteligentes as mulheres de qualquer raça tendem a se mostrar mais agradáveis do que os homens. Jovens e em especial os adolescentes tendem a ser mais impulsivos e em tempos de cultura permissiva ainda mais ousados e debochados do que o costume. Como eu já falei, na verdade não tendemos a ter cautela e crítica negativa sobre o comportamento invariavelmente médio dos negros apenas pela cor da pele mas também porque muitos deles tendem a agir como eternos adolescentes e sabemos que os mesmos tendem a ser muito irritantes, e mesmo nas populações humanas mais polidas ainda haverá uma certa tendência por eles de agirem de maneiras reprováveis no lido interpessoal a partir da moralidade objetiva ou regra de ouro/ racionalidade comportamental.
Apesar de todos esses fatores possivelmente mais confusos do que tendemos a nos habituar a pensar (negros "são" violentos e desrespeitadores porque são negros OU negros "são" assim ou assado por causa da opressão branca) é fato que algumas pessoas se prenderão mais a fatos impessoais mesmo que estejam explicando os fatos pessoais e outras, e talvez a maioria das pessoas, se prenderão predominantemente a fatos pessoais. Fatos pessoais tendem a ser centrados no indivíduo. Fatos impessoais para explicar os fatos pessoais estão além do ser e buscam entender os mecanismos subjacentes do seus comportamentos. O primeiro é uma abordagem logicamente primária que busca descrever o comportamento a partir de sua observação a olho nu e onde é tendencioso a confundir efeito com causa. O segundo é uma abordagem abstrata bem mais centrada nas causas. O primeiro induz confundindo indução com dedução. O segundo deduz, um método mais íntimo do científico, mas que também pode desprezar a indução que tende a ser importante para a criatividade.
Enfim, quanto maior o mentalismo maior a personificação dos eventos. Como as pessoas tendem a ser mais mentalistas do que mecanicistas, não necessariamente em termos absolutos, isto é, de serem hiper mentalistas, mas em termos relativos, onde que o mentalismo tenderá a ser predominante sobre o mecanicismo, então elas estão muito mais propensas a analisar o mundo a partir desse viés e a cometer os erros que estão atrelados a este estilo. Não é que o mentalismo não possa ser abstrato como o mecanicismo, porque ambos partem de bases concretas, o olhar sobre o outro que lhe é semelhante e a si mesmo e o olhar sobre o outro que não lhe é semelhante ou mais impessoal. Mas é que quando um dos dois se desloca para a área de atuação típica do outro a abstração costuma se tornar uma constante.
Quando a mente mais mecanicista se desloca para entender fatores pessoais tende a não levar em consideração os fatos pessoais que também tendem a ser fortemente autobiográficos. E por que?? Porque ele tende a interagir em segunda ou mesmo em terceira pessoa. A distância que o torna interessado e apto no lido intelectual impessoal pode ser também causal ou mesmo constante quando ele precisa lidar com pendengas pessoais. Por isso que tende a ser menos empático mas também mais afiado no pensamento abstrato. Parece que ou você tem um capacidade de memória autobiográfica mais elevada ou de memória semântica.
Ainda que em cérebros maiores talvez possam "caber" as duas e em níveis mais inchados, esta parece ser a regra. Talvez não seja apenas uma questão de valores absolutos, ser mais, porque como estamos lidando com dois tipos de memória então a proporção entre as duas parece-me até mais importante, decisiva e inevitável, reforçando esta dicotomia proposta.
No entanto uma mente mais empática terá o outro que lhe é (invariavelmente) semelhante como ponto de referência.
Será que ele ou ela vai se ofender???
E quanto maior a agradabilidade maior a preocupação com o outro ou ao menos com a opinião dele.
O meu exemplo.
Eu convivo, modo relativo de falar, mas verídico, com algumas pessoas negras sem falar que como eu disse acima é tecnicamente impossível não se esbarrar com eles pelo menos uma vez na vida estando no Brasil e especialmente da cintura do Paraná pra cima. Ontem por exemplo eu reencontrei com um amigo distante em convivência, um negro simpático, alto, magro, humilde, de boa aparência e que sempre tem algo agradável para dizer pra mim. Ontem ele elogiou-me dizendo que eu sou um bom filho e que mereço sucesso na vida. Já comentei de uma vizinha que é uma espécie de rainha da simpatia, uma figura invariavelmente comum na região onde vivo, de educação técnica e capacidades cognitivas limitadas mas de uma real educação ou bons modos que parece ser constante e sem limites, que aliás já parece estar no seu teto de uso. Acho que já falei de uma ex professora de matemática que infeliz e precocemente veio a falecer uns dois anos atrás e de sua simpatia espontânea por mim. Se eu fosse mais frio ou mesmo se fosse de alguma maneira mais emotivo, só que sendo mais mecanicista, é provável que acabaria preferindo por este estilo cognitivo e portanto não tendo "o outro" como referência. Se os fatos impessoais fossem mais importantes do que os pessoais pra mim pode ser possível de se especular que eu sequer pensaria nessas interações e pessoas, antes de aceitar e mesmo, de pesar os prós e contras. Eu, invariavelmente, tenho os outros também como referência, me preocupo com os seus sentimentos, especificamente aqueles com os quais eu tenho convivido de maneira mais direta. Ao contrário do lógico afobado que confunde frieza com racionalidade, eu preciso pensar mais antes de sair por aí dizendo que certas pessoas são ''menos'' ou ''mais'', ou ''muito'', especialmente no sentido negativo, e especificamente quando estou a falar sobre coletividades, categorias ou identidades. Por isso que eu concluí recentemente que eu sou como uma espécie de tradutor mútuo dos dois estilos de mente e claro que especialmente em relação a esses assuntos mais polêmicos.
Porque somos mais intensos em nossas convivências, nós os mais empáticos ou mentalistas, tendemos a ter ''o outro'' como ponto de referência, e sem uma capacidade lógica/primariamente racional robusta, a interpretação objetiva da realidade pode se perder em um mundo de subjetividades ou de subterfúgios.
Ou não.
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domingo, 21 de maio de 2017
A arte é a descrição estética do efeito... A ciência é a busca pela origem ou causa [literal] do efeito, partindo é claro por sua própria literalização.. A filosofia é por conclusão aqui determinada a meio caminho entre as duas
Isso talvez explique o provável porquê do domínio "artístico" sobre a narrativa [existencial] de sociedades mais "primitivas" ou simples, para explicar a realidade vivida, assim como também o surgimento da religião e da cultura... e mais tarde da ideologia, e do aparecimento mais atrasado da ciência e/ou de seu atrasado processo de dominação [generalização] sobre as sociedades humanas, principiando pelo domínio técnico simples [invenção de armas e utensílios] até aos voos cada vez mais ousados adentro de um dos domínios mais artística e ''filosoficamente'' [culturalmente] dominados, as ciências humanas/mentalistas e sócio-econômicas.
Abstração ou simbolização do efeito ou da causa... Literalização científica ou procura pela causa...
... se a origem ou causa é sempre física.
A abstração muitas vezes consistirá na simbolização do efeito ou da causa com base numa descrição diversamente próxima do idealmente físico ou conclusivamente real.
A ideologia da ciência é a física. O processo científico é muitas vezes o processo da dessimbolização do conhecimento, com o intuito de transformá-lo em um derradeiro ou físico entendimento, ainda que, talvez se possa ter um ótimo entendimento sem a estrita necessidade de torná-lo físico ou ''mais real''.
A abstração é caracteristicamente metafísica.
A abstração muitas vezes consistirá na simbolização do efeito ou da causa com base numa descrição diversamente próxima do idealmente físico ou conclusivamente real.
A ideologia da ciência é a física. O processo científico é muitas vezes o processo da dessimbolização do conhecimento, com o intuito de transformá-lo em um derradeiro ou físico entendimento, ainda que, talvez se possa ter um ótimo entendimento sem a estrita necessidade de torná-lo físico ou ''mais real''.
A abstração é caracteristicamente metafísica.
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quinta-feira, 9 de março de 2017
O seu copo de consciência está vazio, meio cheio/meio vazio ou completo*
Exemplo
copo vazio = os animais não-humanos foram criados por Deus para para servirem ao homem,
copo meio vazio = os animais não-humanos não foram criados por Deus para servirem ao homem mas existe a cadeia alimentar,
copo meio cheio = os animais não-humanos não foram criados por Deus para servirem ao homem, mas existe a cadeia alimentar em que a maioria deles se matam para sobreviver. No entanto nós somos ou podemos ser diferentes porque podemos pensar ''reflexivamente'' sobre as nossas ações e buscar por alternativas que são mais moralmente corretas.... Ainda assim eu não consigo parar de comer ''carne'',
copo cheio = os animais não-humanos não foram criados por Deus para servirem ao homem, mas existe a cadeia alimentar. No entanto nós podemos pensar e praticar alternativas para evitar esta carnificina literal, e justamente por isso que eu decidi parar de comer carne, me tornando vegetariano, e se possível quem sabe um dia, vegano...
Graus de ignorância e de consciência
A diferença entre a conscientização sábia [completude] e a conscientização estúpida [ incompletude tomada como completude]
o copo pode ficar cheio, transbordando, de vontade, mas não de conhecimento.
exemplo, a situação atual da ''crise [proposital] dos refugiados 'sírios' ''
Conscientização estúpida:
''Nós precisamos recebê-los [de maneira indiscriminada] custe o que custar''
Conscientização do efeito: crise humanitária.
Mas não da causa: Israel e EUA forjando conflitos tribais naquela região do Levante, no Oriente Médio, justamente com esta intenção, de continuar a inundar a Europa, especialmente a Ocidental, de refugiados e de ''refugiados'', enfim, de elementos alógenos para que continuem a afundá-la em um mar crescente de imigração/colonização aberta de suas terras.
A conscientização, apenas do efeito ou apenas da causa, sem saber o efeito, tende se manifestar com base em pensamento e ação paliativos, porque de uma maneira ou de outra não se sabe como de fato solucionar este problema, ainda que saber a causa tende a ser algo a mais do que ''apenas' o efeito.
Conscientização sábia:
exemplo, a situação atual da ''crise [proposital] dos refugiados 'sírios' ''
Conscientização estúpida:
''Nós precisamos recebê-los [de maneira indiscriminada] custe o que custar''
Conscientização do efeito: crise humanitária.
Mas não da causa: Israel e EUA forjando conflitos tribais naquela região do Levante, no Oriente Médio, justamente com esta intenção, de continuar a inundar a Europa, especialmente a Ocidental, de refugiados e de ''refugiados'', enfim, de elementos alógenos para que continuem a afundá-la em um mar crescente de imigração/colonização aberta de suas terras.
A conscientização, apenas do efeito ou apenas da causa, sem saber o efeito, tende se manifestar com base em pensamento e ação paliativos, porque de uma maneira ou de outra não se sabe como de fato solucionar este problema, ainda que saber a causa tende a ser algo a mais do que ''apenas' o efeito.
Conscientização sábia:
o copo pode ficar cheio de consciência/conscientização e/ou conhecimento, e não apenas de vontade.
O mesmo exemplo. A conscientização sábia neste caso baseia-se na tomada de consciência ou conhecimento das causas de todos esses problemas, se já sabemos os seus efeitos, diga-se, maquiavelicamente propositais. Quando a prevenção falha, a medida paliativa só pode ser consideravelmente necessária quando não se sabe como começar a tentar solucionar o problema, ou seja quando as causas não são plenamente conhecidas, e neste caso ao menos se pode visualizar a ou as causas. Ao invés de receber os refugiados, as sociedades europeias também deveriam se reunir para boicotar, pressionar, apontar os verdadeiros causadores de todos esses problemas, nada mais perfeito do que a verdade dos fatos para que possa de fato ''lacrar'' com eficiência e conhecimento, em outras palavras, atacando o problema de frente.
Você só precisa de honestidade ou neutralidade intelectual para começar a pensar de maneira, se não for perfeita, ao menos próximo disso, e de fato solucionar ou mesmo prevenir problemas.
E no primeiro exemplo claramente percebemos quanto ao papel da dissonância cognitiva, tal como se o pensamento estivesse estilhaçado em pedaços que não se comunicam, enquanto que a conscientização total ou considerável de certa realidade expressa-se metaforicamente falando tal como uma rede coesa e fortemente interligada, tal como as diferenças entre o mundo antes da internet e menos interligado (representação metafórica da ''dissonância cognitiva'') e depois (representação metafórica da ''consonância cognitiva'').
O mesmo exemplo. A conscientização sábia neste caso baseia-se na tomada de consciência ou conhecimento das causas de todos esses problemas, se já sabemos os seus efeitos, diga-se, maquiavelicamente propositais. Quando a prevenção falha, a medida paliativa só pode ser consideravelmente necessária quando não se sabe como começar a tentar solucionar o problema, ou seja quando as causas não são plenamente conhecidas, e neste caso ao menos se pode visualizar a ou as causas. Ao invés de receber os refugiados, as sociedades europeias também deveriam se reunir para boicotar, pressionar, apontar os verdadeiros causadores de todos esses problemas, nada mais perfeito do que a verdade dos fatos para que possa de fato ''lacrar'' com eficiência e conhecimento, em outras palavras, atacando o problema de frente.
Você só precisa de honestidade ou neutralidade intelectual para começar a pensar de maneira, se não for perfeita, ao menos próximo disso, e de fato solucionar ou mesmo prevenir problemas.
E no primeiro exemplo claramente percebemos quanto ao papel da dissonância cognitiva, tal como se o pensamento estivesse estilhaçado em pedaços que não se comunicam, enquanto que a conscientização total ou considerável de certa realidade expressa-se metaforicamente falando tal como uma rede coesa e fortemente interligada, tal como as diferenças entre o mundo antes da internet e menos interligado (representação metafórica da ''dissonância cognitiva'') e depois (representação metafórica da ''consonância cognitiva'').
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sábado, 4 de março de 2017
O pensador do princípio (causa) e do fim (efeito) é o pensador holístico... o pensador detalhista é o pensador dos tons espectrais, entre a causa e o efeito, e tende a ser vulnerável a perder a imagem maior, ou as fronteiras e o centro/núcleo de certa verdade...
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