Bandidos, degenerados e idiotas úteis, especialmente...
Com uma "colab" com Carlo Cipolla e suas "7 leis da estupidez humana"
Não com o texto em si que é muito bom, mas com um aspecto importante dele usado para desenvolver essas leis, sua tipologia de tendências comportamentais, dividindo os de nossa espécie em: inteligentes, bandidos, ingênuos e estúpidos.
Então, faz algum sentido continuar votando em um partido ou partidos, que já acumulam mais de vinte anos no poder e cujas ideologias têm literalmente empurrado o seu país para o caos social e a destruição de suas bases culturais e intelectuais??? Uma ideologia que prega que a vida humana só começa quando se nasce do ventre da mãe, mas que um homem vestido de mulher pode ser considerado mulher??? Um 2+2=5 elevado à enésima potência múltiplas vezes??
Segundo Cipolla, o "inteligente" é aquele que contribui para os outros assim como para si mesmo. Óbvio pensar que, quem é tão útil assim, não deve ser ignorante ou estúpido de sempre acreditar, difundir e inventar mentiras, especialmente as que são tão óbvias, se as mesmas costumam ser mais prejudiciais do que benéficas ao equilíbrio e ao progresso social, especialmente o de longo prazo...
Já o "ingênuo" é aquele que contribui para os outros em detrimento de si mesmo, em oposição ao "bandido" que contribui para si em detrimento dos outros...
Por último, o "estúpido", aquele que contribui negativamente tanto para si quanto para os demais.
Esses são arquétipos e é evidente que somos um pouco de cada. Mas uns são mais que outros...
Na política ocidental moderna, como que esquerda e direita se distribuiriam com esses tipos, especialmente os mais problemáticos??
Quanto aos bandidos, mesmo que a direita tenha um amplo histórico favorecendo bandidos de terno e gravata, farda ou coroa na cabeça, é com a esquerda que os bandidos, do tipo mais clássico, mais têm se atraído desde que a mesma se tornou uma força política e social, se é principalmente ela que os chama de "vítimas da sociedade", primariamente os de "colarinho azul", que luta para que tenham o máximo de direitos e privilégios, se também é a que mais acredita que a justiça penal não é sobre punição, mas sobre regeneração...
De um tipo de bandido ou mal caráter, os hipócritas extremos, que ou aqueles que apresentam uma característica comportamental e moral constante de hipocrisia ou dissonância variavelmente grande entre o que falam ou dizem acreditar e o que praticam, parecem abundar para o lado da "esquerda", se as próprias narrativas "progressistas" se encaixam perfeitamente com esse tipo de comportamento, pelo seu conteúdo vago, subjetivo e pretensiosamente altruísta "ou' abnegado...
Isso não significa que também não possam exceder na direita, mas que atraiam tipos relativamente diferentes de bandidos e por ser especialmente a esquerda que os tenha adotado como um grupo ideologicamente defensável, mais no caso dos bandidos clássicos de classe social baixa...
O tipo (cronicamente) "ingênuo" também parece ser mais comum na esquerda do que na direita, porque a primeira tem aprimorado sua capacidade de se passar como "lobo em pele de cordeiro", entoando narrativas "extremamente bondosas" em sua superfície, se colocando ao lado do "oprimido" e adotando políticas públicas supostamente altruístas, pregando abnegação e submissão aos "opressores', enquanto se organiza objetivamente para tomar ou se perpetuar no poder, se tornando os opressores da vez... Então, tanto o bandido hipócrita quanto o "muito ingênuo" se sentem atraídos por essas narrativas, ainda mais quando se tornam hegemônicas, com a diferença de que o "ingênuo" tende a se identificar com o cordeiro da superfície e o "bandido" (conscientemente) hipócrita com o lobo de sua essência.
O "ingênuo" também tende a ser um tipo simplório que não consegue ver além das aparências, acreditando no que é expressado como emoção e motivação sem buscar confirmar como verdadeiras... É o tipo humano que mais acredita nos "lobos em pele de cordeiro", apresentando um nível subdesenvolvido de discernimento moral e de autodefesa, aquele que, mesmo adulto, permanece pensando como uma criança, nessas instâncias interacionais e psicológicas...
Por fim, temos o "inteligente", o tipo mais racional ou sábio dos que foram pensados por Cipolla, e que expressa um modelo altamente eficiente do conceito de inteligência em sua prática mais cotidiana, ainda que, em um cenário tipicamente humano, ondulações variáveis de mal caratismo, ingenuidade e estupidez aconteçam mais frequentemente...
Bem, se com base nas próprias narrativas ditas progressistas, formadas por um predomínio de mentiras e meias-verdades; e sustentadas por falácias lógicas e morais, não têm como o tipo "inteligente" aderir de maneira consistente à esquerda, assim como também acredito que esse não o faça profundamente pelo outro lado, da direita, ainda que perceba que o nível de insanidade da esquerda tende a ser mais significativo, tornando a escolha pela direita menos diretamente irracional ou mais como uma "escolha pelo menos pior", uma atitude sensata em cenários sociais ou adaptativos muito imperfeitos...
Voltando aos grupos que mais votam em partidos de esquerda e apoiam suas ideologias: bandidos, degenerados e idiotas úteis, se relacionados com os tipos propostos por Carlos Cipolla em suas "7 leis da estupidez humana", acontece uma inevitável observação de proporção de tipos a nível individual antes de observá-la a nível coletivo, em que, novamente, certos grupos de indivíduos apresentarão uma desproporção de um tipo do que dos outros...
Então, aqueles que prejudicam os outros em detrimento do próprio benefício ou bandidos, e os que se prejudicam em detrimento do benefício alheio e os que se prejudicam e aos outros ou idiotas úteis clássicos como tipos predominantes na demografia das esquerdas...
Quanto aos degenerados, seria um grupo de categoria variavelmente paralela, ainda que devam ser mais comuns entre os bandidos, dependendo do tipo de degeneração.
"Inteligentes" (consistentes) seriam tipos excepcionalmente escassos entre as mesmas...
As direitas (liberal e cultural) apresentariam uma distribuição mais próxima do que se espera da média humana, justamente por representarem e/ou abarcarem o típico humano, mais tradicional. Em uma ordem estimada de importância de frequência dos tipos, teriam, atualmente: uma desproporção de ingênuos e bandidos; uma proporção menos significativa de estúpidos e uma maior proporção de inteligentes... Ou mesmo de tipos mais equilibrados, como se espera de um típico ser humano...
Eu já comentei sobre exemplos de políticas públicas e suas associações mais lógicas com a estupidez definida por Carlo Cipolla. Aqui, concluo exemplificando novamente com algumas políticas públicas e propostas.
Das mais estúpidas/ingênuas: de imigração em massa e abrandamento da punição por crimes...
A primeira supostamente fortaleceria o eleitorado à esquerda. Porém, a longo prazo, a substituição demográfica de um eleitorado em que parte dele já está sob controle ideológico, por outro, religiosamente empoderado ou mais socialmente problemático, não parece producente para aqueles que almejam se perpetuar sozinhos no poder... Mesmo se fosse por um eleitorado importado mais passivo, não faz sentido simplesmente substituir o anterior que já está sob controle parcial ou suficiente para mantê-lo controlado, ainda mais se essa substituição também significar uma queda na capacidade técnica média, tal como de substituir europeus étnicos por africanos e médio orientais...
Em termos individuais, um esquerdista médio, geralmente mais distante de uma cultura tradicionalista, tem muito mais a perder com o aumento dos mesmos em seus espaços sociais.
De qualquer maneira, se trata de uma política que se encaixa com o conceito de estupidez de Cippola: o fazer mal ao outro e a si mesmo sem obter qualquer benefício consistente.
O abrandamento da punição por crimes, com exceção dos "crimes' de pensamento, aumenta a insegurança pública, tornando a vida do cidadão comum mais perigosa ao deixá-lo a mercê de bandidos confessos, julgados e soltos depois de pouco tempo cumprindo a sua sentença.
Mas são numerosos e dominantes às narrativas esquerdistas, os desvarios que, aqueles inclinados à esquerda, defendem como se fossem amostras cristalinas de verdades absolutas.. por isso um fato incontornável é o de que a razão sistematizada, ou a filosofia em sua prática mais constante e coerente a si própria, encontra-se de costas à boa parte do que a tal "esquerda" defende e esse fosso só aumentou com a emergência planejada de sua versão mais culturalmente degenerada.
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