https://santoculto.wordpress.com/2015/07/08/correlacao-x-causalidade-lamarckismo-disfarcado-x-selecao-natural/
Cadê a ''confusão entre correlação e causalidade'' que estava aqui**
Os ''carnistas'' comeram...
Recentemente foi reavivado de um jeito triunfalista uma hipótese mal-lavada [em minha encarecida opinião] que principia pela ideia de que ''o consumo de carne cozida aumentou (causativamente) a inteligência humana'', e inclusive foi desenvolvida ou co-desenvolvida por uma neurocientista brasileira, bem famosa.
O texto acima é uma refutação de minha parte, bom apetite!
Formais/
realistas/
pintura realista/
conservadores
direitistas
Impressionistas/
hiper realistas--existenciais/
intermediários
centristas
"Modernistas// Pós-modernistas"
/niilistas-surrealistas/
socialmente liberais
esquerdistas
Que ser bondoso/altruísta e TROUXA são exatamente as mesmas coisas.
E também para nos guiar em direção aos nossos destinos reprodutivo-adaptativo [sentindo maior simpatia/reflexo em relação àqueles que nos são complementares/geneticamente mais próximos, não necessariamente sempre em relação à familiaridade racial].
Em outras palavras, são manifestações legítimas de uma maior inteligência só que aplicada mediante um cenário lógico e não racional/filosófico.
"Os animais não-humanos não são julgadores" (em média)
Mas isso se dá especialmente com os mais domesticado,s primeiro por suas próprias condições de domesticados, e também porque são menos ''inteligentes''/perceptivo-analíticos.
Né Eli??
Faz algum tempo, durante as minhas andanças ruminantes pela internet, que descobri o site de notícias e de opiniões (((Quilette))). Sim, a dona do site é uma judia australiana, bonitinha e simpática. Até ai tudo bem né?? Bem, resolvi testar o produto mas acabei me decepcionando. O site diz ser uma PLATAFORMA PARA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO. Bem, então isso significa que, como comentar não mata ninguém, então não tem problema de falar sobre qualquer assunto que eu terei o meu direito à liberdade de expressão garantido naquele recinto. Claro, se eu decidir escrever um conto de fadas ao invés de dar a minha preciosa opinião eles estarão no direito de tirar o meu comentário. Só que eu tentei pelo bem da honestidade intelectual, colocar em pauta, assuntos, digamos, polêmicos, mesmo para uma plataforma que diz ser para a liberdade de expressão. E o resultado foi que,
Eu fui censurado pelos autores.
Será que o meu inglês pré entendível foi o culpado?? Verifiquemos os padrões.
Qualquer comentário meu que não foi sobre (((aqueles assuntos))) foi aceito, pelo menos no início, quando eu comecei a comentar por lá. Então quase todos os meus comentários (se não todos, nem cheguei a verificar) (((mais sensíveis))) foram sumariamente retirados, sequer aceitos, enfim, censurados.
Desonestidade e (((cinismo))), a gente vê por aqui.
Desde a um tempo e até já falei sobre isso, que eu acompanho os twitters de brasileiros que seguem (((hbds))). Fiquei interessado quando comecei a ver esses nomes e sobrenomes brasileiros ou lusitanos retuitando posts de (((hbd chick))) ou (((qualquer outro hbd)))).
Redescobri Eli Vieira, que já falei aqui, no texto sobre vegetarianismo/veganismo, refutando os argumentos dele, e também o seu texto-relâmpago sobre pena de morte. Eu já o conhecia pelo ocorrido com o silas malafaia, psicopata e pastor nas horas vaga$, quando produziu um vídeo para refutar o vômito do dito-sujo sobre a homossexualidade. Então eu resolvi segui-lo e passar a comentar nos textos do "seu" foice. Para a minha alegria todos os comentários estavam sendo aceitos até que eu comecei, como sempre, a falar demais... Eu não sei se a minha ousadia de citar o seu nome do tipo: "por que será que as cotas raciais não funcionam ... Eli??", tenha tido um papel para que, recentemente, ele censurasse boa parte dos meus comentários sobre o tema. Mas é aquelas ou melhor, mazelas: como um dos representantes de uma turma potencialmente sinistra de (((cínicos profissionais))) ele aprendeu direitinho a arte da censura e do duplo padrão.
Eli tem uma agenda... Assim como todo mundo, só que algumas agendas são bem mais corretas do que outras. A agenda de Eli, estando ele plenamente consciente ou não, está em sintonia com a (((agenda neo-centrista))) em que (((eles))) reforçam o fosso ideológico que ... eles mesmos criaram só que sem citar em momento algum este pequenino e leve detalhe.
A agenda de Eli pode começar a ser observada por sua curtida na página na "nação mestiça" ou "orgulho pardo" ou sei lá como se chama, página do foice dedicada às pendengas de quem se identifica como mestiço/pardo/híbrido, tem orgulho disso (só o orgulho branco que está terminantemente proibido) e é contra o racismo [especificamente o branco].
Recentemente percebi que mesmo sendo geneticista Eli acredita que raça é apenas a cor de pele... Bem. Ou ele sofre de dissonância cognitiva pesada ou então está tudo certo, de acordo com a sua agenda pessoal. Eli diz ser uma humanista. Até pouco tempo atrás diga-se, fez um texto medonho com péssimos argumentos para justificar a matança maligna de bilhões de seres indefesos e acabou voltando atrás provavelmente depois de ter percebido que quase todos os argumentos de vegetarianos e veganos eram muito melhores do que os seus. Eli também já falou sobre pena de morte e claro tendo pena do ser que causou a morte, o morto/assassinado já morreu né??
E eu já li um texto dele em que critica o "bairrismo". Para quem vive viajando e tem a possibilidade de sair ou fugir de certo lugar quando os problemas sociais/e tais se agravam, é conveniente e desonesto demais ser contra o sentimento a priore natural e saudável das pessoas em relação às que vem de fora e em especial quando elas tem razões mais racionais para a desconfiança ou medo.
Enfim é isso. Parece que a multinacional (((Quilette))) ou (((neo-centrista))) resolveu abrir uma filial aqui no Brasil e como era de esperar...
....
A diferença entre achar (narcisismo puro) e saber (compreensão factual).
E as múltiplas perspectivas como método de desbaratamento desse mundo binário indiscriminado de ser ou não ser.
Em minha auto análise de personalidade e usando os quatro temperamentos eu me dei um valor baixo no sub-traço prepotência, um dos "defeitos' do temperamento colérico. Eu não me acho indiscriminadamente superior "às outras pessoas" como um típico prepotente colérico. Eu não tenho certeza só que embasada no ego que eu sou "indiscriminadamente" superior porque eu sei que eu não sou. No entanto em alguns departamentos eu tenho mostrado que manjo um bocado. E isso não é ser prepotente, a priore. O fato de ser mais criativo que a maioria das pessoas nomeadamente em minhas áreas de fixação não é um achismo retido direto do umbigo mas um fato, quer eu goste ou não, quer os outros gostem ou não.
Eu estaria sendo intelectualmente desonesto se me considerasse como menos nesse quesito ou ''falsa modéstia''. Também pelo fato de corresponder à maioria dos traços da superdotação e de me considerar como tal não me faz um prepotente ao menos que também me considere indiscriminadamente superior aos outros.
Posso se-lo em alguns departamentos, mas na média, e em relação aos outros, eu claramente sei que não sou. No fim, todos nós somos ou em momentos menos constantes, esboçamos superioridade, de uma maneira ou de outra. Por exemplo, a minha vizinha, que é negra, de idade avançada, que eu disse certa vez que é muito mais nobre que todas as famílias reais europeias e não-europeias juntas, por sua elegância e frescor de alma perene à sua pele. Ela com certeza me venceu e me vence de 1000 a 0 em simpatia e desembaraço para lidar com as outras pessoas. E ela é uma mulher de inteligência geral modesta. Sem falar que não deve ser super criativa.
Portanto se você se acha superior em tudo, parabéns, você é qualitativamente tolo OU pode estar parcialmente certo porque no final de tudo essa superioridade individual pouco importará, a priore.
Agora se você sabe no que você é bom e sabe reconhecer àquilo que os outros são bons então você não será a priore prepotente.
No entanto antes de nos examinarmos já tendemos a nascer com certos impulsos instintivos, e sim, nesse sentido, eu sou sim, podemos dizer naturalmente prepotente. No entanto uma personalidade constantemente auto-analisada pode aprender a conter estes seus impulsos naturais e é o que tenho feito. Ou eu já posso ter nascido com certa facilidade para a metacognição e também para conter o meu egocentrismo natural.
A diferença talvez seja essa, de ação primária e reação secundária.
O típico colérico simplesmente age já com base em seu auto-valor elevado. Já no meu caso ao invés de agir com base nos meus impulsos primários eu busco entender antes de agir. No mais, eu também sou muito auto-crítico, verdadeiramente crítico, isto é, posso ter uma tendência natural de me achar muito superior, mas também posso ser demasiadamente auto-crítico resultando no fracionamento desta tendência ou ao menos em um pretenso equilíbrio.
Prepotentes naturais, verdadeiros ou característicos, não são capazes de conterem os seus auto-sensos inflados e no quesito humildade intelectual tendem a capengar feio.
Portanto parece que pode-se nascer de um jeito mas graças à uma maior autoconsciência conter, redirecionar, enfim, mudar parcial porém decisivamente o caminho das águas.
Novamente, auto-estima não é arrogância, e baixa auto-estima não é humildade ainda que possam caber em lados iguais do mesmo espectro.
Eu não sou generalizadamente pré-potente e não ''me acho superior'' aos outros em alguns quesitos por simples achismo pré-conceituado. E isso não me faz agir de modo grosso, arrogante ou insolente com os outros, apenas se for racionalmente necessário. Todos esses fatores são importantes antes de nos conceituarmos como prepotentes ou não. O fato de me considerar proto-a-parcialmente superdotado ou talvez caracteristicamente, pelo menos no aspecto da ''criatividade'', também não é sinal de prepotência, a priore, especialmente quando eu tenho conhecimento o suficiente, acho que tenho, para que possa me avaliar desta maneira.
Se eu me achasse superior em tudo, em relação aos outros, não tenha sombra de dúvidas que, se fosse ao menos intelectualmente honesto como eu tento ser, me daria valores muito altos de prepotência.
A "homofobia" feminina a meu ver parece muito menos intensa do que a masculina, mas por que??
- Não tem sexo anal/"sujo';
- O fetiche do harém de mulheres mais sexualmente liberais para os homens heterossexuais;
- Menor fixação por sexo;
- Menor super-exposição por meio da (((mídia)));
- Menor antipatia/ou maior simpatia que as mulheres geralmente provocam nas outras ''pessoas'' [mulheres/homens].
Em relação à adoção de crianças/humanas, parece-me que as lésbicas são menos criticadas até mesmo por serem a priore "mães biologicamente naturais"
Homens heterossexuais criaram ou tendem a criar sociedades/culturas que aumentam os seus padrões de "sucesso" individual mas o mesmo não é tão significativo até então em relação às mulheres. Logo, muito do próprio "preconceito"/antipatia contra os homossexuais masculinos na verdade se consiste em um reflexo quanto ao próprio "preconceito" contra os homens heterossexuais e que é atiçado por eles mesmos ou pelo menos por muitos deles.
A ansiedade ou expectativa culturais pelo "sucesso" masculino aumentou a desigualdade em relação ao sexo "forte', criou uma cultura que pressiona muito mais o homem para ser "bem sucedido" enquanto que também o pune muito mais quando não corresponde à expectativa que a sociedade nutre sobre ele, ainda que, é claro que isso não significa que a mulher, então, tem sido muito melhor tratada porque ambos tem sofrido as amarguras de se viver em sociedades brutais e caóticas, de diferentes maneiras.