A inteligência é, de fato, um conjunto de traços essenciais de desenvolvimento a longo prazo, exatamente como a altura. Você não pode aumentar sua altura ao atingir o potencial máximo ou o último estágio de desenvolvimento corporal// maturação do corpo.
Eu acho que a inteligência quantitativa é como a altura, mas a inteligência qualitativa seria como o peso, isso significa que você pode aumentá-la ou diminuí-la [não garanto a níveis extremos em relação à sua situação, mas mais do que no caso da ''quantitativa''].
A inteligência quantitativa não pode ser aumentada porque faz parte do programa de desenvolvimento do organismo. Qualitativo é algo que você pode negociar, mas ainda assim essa possibilidade também é "herdável". Um pouco mais flexível mas ainda não será infinita.
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segunda-feira, 13 de agosto de 2018
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Uma característica importante da domesticação cognitiva = discrepância entre os aspectos qualitativos e os quantitativos e favorecendo os últimos sobre os primeiros...
Favorece a capacidade cognitiva, de modo quantitativo, enquanto negligencia a capacidade de julgamento...
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domingo, 3 de dezembro de 2017
Exata mente: QI/ aspectos quantitativos como a altura do corpo, aspectos qualitativos como o peso [em complemento] para explicar a inteligência
Metáfora novinha
nuvinha em folha..
A nossa altura cresce e se torna consideravelmente estática quando termina o seu período de crescimento.
O noss peso TENDE a ser mais elástico, podendo aumentar ou diminuir, podendo ser melhor ou ''pior' trabalhado, em um espaço muito mais longo ou flexível de tempo.
E o peso, obviamente, só pode ser trabalhado dentro dos limites verticais do corpo, isto é, de sua altura.
Pronto. O aspecto quantitativo de nossa inteligência, ou melhor, de nossas capacidades cognitivas, poderia ser representado pela altura, porque se desenvolve até certo limite, especificamente a nível individual [isto é, cresce ''em si mesmo'', tendo apenas ou fundamentalmente a si mesmo como ponto inicial e final de referência, ainda que o indivíduo se consista em um produto do seu meio, principalmente do meio biológico], é finito em seu desenvolvimento//crescimento, em condições normais, e mesmo quando ainda está passando por essa fase, não se desenvolverá mais do que àquilo que foi recomendado ou ''prensado'' em si, por meio dos genes e possível influência ambiental. Alcançado o potencial máximo, não haverá mais como aumentar além dos ''100%''.
Em compensação, ''dentro'' dessas limitações, haverá o fator qualitativo OU capacidade de re-organização, parecido com o peso em relação à altura. Portanto haverá, talvez, mas não de maneira indiscriminada, capacidades para melhorar os atributos qualitativos.
Mas quais seriam esses tais atributos qualitativos*
Criatividade, racionalidade//sabedoria... enfim, a capacidade de melhorar ou mesmo de ''fabricar' [desde que já exiba potencial elevado] o auto-direcionamento consciente. Claro, tal como o peso, também existem pré-fatores que condicionarão essas capacidades de maneira que, para algumas pessoas haverá maior plasticidade enquanto para outras haverá maior limitação, obviamente determinando, ainda assim, de maneira geral, uma maior plasticidade do que no caso dos aspectos quantitativos...
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Continuando com a minha ideia de função e suporte qualitativo: inteligência

Fonte:http://whatculture.com/film/what-does-the-ending-of-vanilla-sky-really-mean
A maioria dos esquerdistas e das pessoas mais cognitivamente inteligentes, de uma maneira geral, são em média mais assimétricas em relação às suas inteligências, partindo de minha ideia de função (expressividade//quantitativa) e suporte qualitativo. Eles são, consideravelmente falando, denominados de mais inteligentes, justamente por apresentarem funcionamento (função) psico cognitivo, e centralmente o cognitivo, acima da média. No entanto em termos de funcionalidade (suporte qualitativo), serão fortemente propensos a deixarem a desejar. A função "inteligência" consiste em uma série bem diversa de comportamentos que a expressam enquanto que o suporte qualitativo é obviamente a qualidade do suporte ou cobertura para cada função expressada ou comportamento. O suporte qualitativo da inteligência, pode ser facilmente caracterizado pela auto-consciência, e também em relação a um de seus produtos mais importantes, diga-se, que são melhor expressados em combinação harmoniosa com a mesma, que é a compreensão factual ("heurística").
Pensamos, tendo uma função essencial que é o entendimento da realidade em que estamos, como meio de sobrevivência e possível replicação de nosso material biológico. A compreensão factual portanto, consiste na finalidade mais essencial da inteligência, independente da espécie ou ser vivo. As espécies não-humanas também precisam entender a realidade em que estão, para que possam se adaptar à elas, e continuarem com a sua replicação, do contrário perecerão. No entanto, a compreensão factual delas, que eu determinei, insossamente falando, que partiria de uma tal empatia procariota, acontece de modo agudamente direto, tendo os seus próprios corpos como vitrine ou "biblioteca" de seus conhecimentos vitais. Ao invés de simularem interações, via alcance sensorial//perceptivo, e disto buscando produzir uma coerência conclusivamente factual (em relação ao tamanho dos seus alcances perceptivos) sobre os seus funcionamentos, a maioria das formas de vida, especialmente as mais antigas, tende a fazê-lo de maneira direta, sem atravessadores perceptivos que possam isolar parcialmente o sujeito de uma interação ou contato imediato.
Como eu disse em um post recente a maioria dos mais cognitivamente inteligentes parecem caracterizar-se por uma elevada capacidade de auto-justificação, racionalização ou aquilo que achei mais apropriado denominar, irracionalização, em combinação com robusta expressividade ou nível quantitativo. No entanto no aspecto, diga-se, dos mais importantes, que é aquilo que chamo de suporte qualitativo, e que é melhor expressado por meio da compreensão factual, muitos deles deixam a desejar. Talvez até poderia denominar a nossa capacidade de "racionalização" como suporte parcial ou intermediário já que muito daquilo que buscamos justificar e tendo uma referência pessoal baseia-se em nossa própria capacidade de sobrevivência. No entanto novamente nos esbarraremos na dicotomia, falsa em um sentido essencial mas real ou forçada pelas circunstâncias, da idealidade e da realidade. Não é que o ideal seja uma mentira muito bem floreada. Mas é que na maioria das vezes o real não será o mesmo que o ideal. Tal como a maioria das formas de vida compreendem o mundo de modo muito mais auto-centrado ainda que objetivo, a maioria dos seres humanos buscam fazer o mesmo e com isso acabam renegando a idealidade ou sabedoria. Também é interessante perceber o papel inegavelmente altruísta da sabedoria já que, a partir do momento em que pensamos mais em nós mesmos de modo egoísta, inevitavelmente caminharemos para estabelecer rankings desiguais e potencialmente parciais ou incompletos, tanto em relação aos produtos de nossa empatia cognitiva, quanto da afetiva. A indignação moral hiper-seletiva dos esquerdistas, em média, mas também de muitos outros tribalistas, apenas nos mostra o quão incompleto e factualmente poroso o egoísmo, mesmo que involuntário, pode ser, já que passamos a julgar os elementos de interação//observação com base em nossos próprios princípios, sem se dar de modo universal ou objetivamente qualitativo. Pensamos naquilo que é melhor para nós mesmos, e não, a priore, naquilo que é melhor para todo mundo, e inevitavelmente a sabedoria, em sua supremacia, aparecerá como o único caminho possível.
Portanto, muitos altamente inteligentes especialmente em termos cognitivos mas também em termos psicológicos [quando se é mais esperto que ''cabeçudo''], apresentarão altos níveis de expressividade ou de valores quantitativos, incluindo ou mesmo, tendo como reverberação desse potencial em suas capacidades de irracionalização/racionalização. No entanto, no quesito ''suporte qualitativo'', que para a inteligência, INEVITAVELMENTE terá como ''princípio conclusivo'' de sua função essencial a compreensão factual, a maioria deles, pelo que parece, deixarão a desejar, já que usam as suas capacidades cognitivas de modos invariavelmente egoístas, conscientes ou nem tanto desta realidade.
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Fator etiológico para explicar a relação entre a criatividade e as desordens da mente
Voltando à minha tentativa de explicação do alcoolismo. Este, eu disse que, se consiste em uma assimetria entre a "vontade do cérebro" e a "capacidade do corpo de dar cobertura". Os alcóolatras desenvolvem grande desejo por bebidas alcoólicas mas os seus organismos não são plenamente capazes de suportar essas altas doses resultando na embriaguez e no vício. Esta realidade já não acontece com aqueles que tem grande gosto e ainda por cima um organismo capaz de dar cobertura à essas altas doses.
A desordem mental tem como aspecto fundador justamente o desequilíbrio ou desordem, seja isso uma hiper ou uma hipo-atividade, uma falta ou um excesso de atenção, etc....
Pessoas que nascem ou que desenvolvem essas desordens passam a exibir uma assimetria em suas funções psico-cognitivas que podem ser essenciais como no caso da esquizofrenia ou que podem ser mais específicas como as dificuldades de aprendizagem normativa e (pretensamente) simétrica.
Tal como acontece ou parece que acontece no alcoolismo, existe uma assimetria de intensidade e de qualidade na cobertura dessa intensidade, também no caso das desordens mentais, diga-se, explícitas ou "instáveis, porque todos nós temos desordens mentais implícitas ou estáveis. Quer muito, mas quando tem em mãos aquilo que desejou, esbanja excessivamente, e o corpo não é capaz de suprir ou filtrar. Vejamos o caso da tdah em que existe uma hiperatividade. A hiperatividade consiste no "querer" enquanto que o déficit de atenção consiste na incapacidade do cérebro//sistema nervoso e hormonal, de dar cobertura a esse excesso, ainda que eu tenha comentado que o déficit de atenção nesta desordem seria mais como o causador da hiperatividade. Ok, vamos então à esquizofrenia, em que eu disse que ocorreria o oposto, a hiperatividade da mente causando o déficit de atenção. Em ambos os casos existe uma assimetria entre uma certa função e a capacidade do organismo nomeadamente dos sistemas mais atrelados, de regula-la. Parece que é exatamente assim com toda ou qualquer função. Temos a sua execução e temos a cobertura ou regulação da mesma. Tal como no caso de uma/um ginasta que realiza um exercício mas comete um erro sofrendo dedução por isso. A execução do exercício é inevitável. A execução bem executada em muitos casos não estará previamente garantida. Na desordem mental existe portanto uma assimetria ou um hiato de sincronização entre a função e o suporte que faça com ela seja executada de maneira ideal. Temos a atenção que geralmente significa concentração e temos a incapacidade do cérebro e sistemas atrelados de darem suporte a essa função que resultaria em sua execução ideal.
Maior ou mais intensa é a desordem, mais disfuncional serão as funções afetadas, e possivelmente menor será a possibilidade de execução perfeita. No entanto, quando ao invés de haver uma execução perfeita ou cronicamente imperfeita, nós temos uma assimetria bastante intermediária entre a ordem e a desordem, então esta condição, claro que, em combinação com outras variáveis, talvez possa ter como potencial a originalidade intuitiva. Isso também explicaria o porquê de tantos gênios criativos de primeira grandeza terem se tornado ao longo de suas vidas progressivamente debilitados por suas condições, denotando que a criatividade parece mesmo localizar-se entre esses dois mundos, do adaptado e do cronicamente não-adaptado, claro que, especialmente em termos intelectuais e sócio-evolutivos. Já comentei até de duas maneiras, que o criativo sente a necessidade de adaptar-se a um mundo ou ao menos à uma de suas particularidades, porque ao contrário do mais adaptado, o criativo geralmente não terá tudo fácil na mão, começando por si mesmo, por causa de sua tendência de disfunção, e não incomumente já em claro estado crônico de desordem em tenra idade como aconteceu e acontece com muitos gênios famosos. Também usei a metáfora do país excepcionalmente pacífico em que a falta de desafios o tornaria mais e mais apático e que o criativo e em especial os mais criativos inevitavelmente nasceriam com esses desafios internos, isto é, a sua condição limítrofe para a desordem mental e em muitos casos já afetados pela mesma.
Alguns nascem adaptáveis e geralmente os mais adaptáveis são também excepcionalmente generalistas, isto é, adaptam-se em qualquer lugar. Tal como "horários" ao invés de "anti horários" adaptam-se facilmente não apenas porque o ambiente lhes foi fácil mesmo que muitas vezes isso não aconteça, afinal, o que o faz adaptável não é aquilo que é exterior a si, mas especialmente ou primordialmente aquilo que lhe é intrínseco, apenas expressando ou regurgitando em comportamentos a calmaria interior. A criatividade seria o quase oposto ou um contraste interior onde que a calmaria também teria espaço mas em combinação com a tempestade. Alguns nascem com o céu dentro de si, outros apenas com o inferno, outros fundamentalmente com o purgatório//medianidade, enquanto que o criativo teria uma combinação, metaforicamente falando, intensa dos três.
Portanto em condições normais haverá uma sincronia entre a vontade ou função e o suporte ou cobertura dessa função tendo como resultado um comportamento estabilizado ou característico à proposta, no caso das reações mais agudas como o medo. A desordem da mente, em estado (todos nós podemos ter algum momento de desordem diga-se explícita) ou condição (estado permanente), consistiria justamente na assimetria entre a função dada e a cobertura dessa função resultando em sua disfunção.
Enquanto isso haveria um espectro entre a ordem e a desordem. Excepcionalmente funcionáveis seriam menos propensos à criatividade por causa do caráter estereotípico ou altamente preditivo de seus comportamentos cronicamente estáveis a ordenados de acordo com as suas respectivas naturezas. Isso talvez possa contribuir para explicar a relativamente fraca correlação entre maior inteligência cognitiva//e psico cognitiva (geral) e criatividade. Estados intermediários de funcionalidade de nossos comportamentos talvez seriam os mais propensos a resultar em rompantes criativos. Por exemplo a função "atividade ideacional". Em pessoas comuns a função pensamento seria corretamente executada pois haveria a atividade ideacional e a sua conclusão. Em pessoas com desordens mentais a função ''pensamento'' sofre os efeitos de uma assimetria na qualidade de sua cobertura resultando em um excesso do mesmo indo além daquilo que é considerado apropriado, tal como uma espécie de embriaguez intelectual e que é característico especificamente de algumas desordens como a esquizofrenia.
Em pessoas altamente criativas tenderia a ocorrer uma reação intermediária entre o estado mais ordenado e o mais desordenado, denotando menor qualidade no controle do pensamento mas possivelmente o oposto em sua cobertura. Pensamos e o senso lógico dá sentido àquilo que pensamos tal como uma bússola. Na desordem o senso lógico e o filtro do pensamento estarão ambos debilitados ou insuficientes para que possam dar cobertura às suas respectivas funções, pensamento; interpretação e confirmação do mesmo em relação à realidade (geralmente "racionalizada"). Na criatividade pode ser que apenas ou especialmente o filtro esteja debilitado possibilitando ao acúmulo e lido com mais informações e com maior diversidade delas. Então o filtro lógico precisa confirmar o pensamento como "lógico" mesmo que não esteja.
Criatividade, nova e conclusivamente, como uma assimetria de função e suporte qualitativo...
Portanto na criatividade, parece-me que, a função encontrar-se-á desregulada, nomeadamente o filtro de informações que os nossos cérebros e sistemas relatados capturam, enquanto que o suporte qualitativo, como contraste, será de fato de maior qualidade, resultando na interação explosivamente interessante de uma maior diversidade de informações mas com um extra-suporte lógico que consegue extrair desta confusão linearidades originais.
Ou, como sempre neste blog,
nana, nina, não...
A desordem mental tem como aspecto fundador justamente o desequilíbrio ou desordem, seja isso uma hiper ou uma hipo-atividade, uma falta ou um excesso de atenção, etc....
Pessoas que nascem ou que desenvolvem essas desordens passam a exibir uma assimetria em suas funções psico-cognitivas que podem ser essenciais como no caso da esquizofrenia ou que podem ser mais específicas como as dificuldades de aprendizagem normativa e (pretensamente) simétrica.
Tal como acontece ou parece que acontece no alcoolismo, existe uma assimetria de intensidade e de qualidade na cobertura dessa intensidade, também no caso das desordens mentais, diga-se, explícitas ou "instáveis, porque todos nós temos desordens mentais implícitas ou estáveis. Quer muito, mas quando tem em mãos aquilo que desejou, esbanja excessivamente, e o corpo não é capaz de suprir ou filtrar. Vejamos o caso da tdah em que existe uma hiperatividade. A hiperatividade consiste no "querer" enquanto que o déficit de atenção consiste na incapacidade do cérebro//sistema nervoso e hormonal, de dar cobertura a esse excesso, ainda que eu tenha comentado que o déficit de atenção nesta desordem seria mais como o causador da hiperatividade. Ok, vamos então à esquizofrenia, em que eu disse que ocorreria o oposto, a hiperatividade da mente causando o déficit de atenção. Em ambos os casos existe uma assimetria entre uma certa função e a capacidade do organismo nomeadamente dos sistemas mais atrelados, de regula-la. Parece que é exatamente assim com toda ou qualquer função. Temos a sua execução e temos a cobertura ou regulação da mesma. Tal como no caso de uma/um ginasta que realiza um exercício mas comete um erro sofrendo dedução por isso. A execução do exercício é inevitável. A execução bem executada em muitos casos não estará previamente garantida. Na desordem mental existe portanto uma assimetria ou um hiato de sincronização entre a função e o suporte que faça com ela seja executada de maneira ideal. Temos a atenção que geralmente significa concentração e temos a incapacidade do cérebro e sistemas atrelados de darem suporte a essa função que resultaria em sua execução ideal.
Maior ou mais intensa é a desordem, mais disfuncional serão as funções afetadas, e possivelmente menor será a possibilidade de execução perfeita. No entanto, quando ao invés de haver uma execução perfeita ou cronicamente imperfeita, nós temos uma assimetria bastante intermediária entre a ordem e a desordem, então esta condição, claro que, em combinação com outras variáveis, talvez possa ter como potencial a originalidade intuitiva. Isso também explicaria o porquê de tantos gênios criativos de primeira grandeza terem se tornado ao longo de suas vidas progressivamente debilitados por suas condições, denotando que a criatividade parece mesmo localizar-se entre esses dois mundos, do adaptado e do cronicamente não-adaptado, claro que, especialmente em termos intelectuais e sócio-evolutivos. Já comentei até de duas maneiras, que o criativo sente a necessidade de adaptar-se a um mundo ou ao menos à uma de suas particularidades, porque ao contrário do mais adaptado, o criativo geralmente não terá tudo fácil na mão, começando por si mesmo, por causa de sua tendência de disfunção, e não incomumente já em claro estado crônico de desordem em tenra idade como aconteceu e acontece com muitos gênios famosos. Também usei a metáfora do país excepcionalmente pacífico em que a falta de desafios o tornaria mais e mais apático e que o criativo e em especial os mais criativos inevitavelmente nasceriam com esses desafios internos, isto é, a sua condição limítrofe para a desordem mental e em muitos casos já afetados pela mesma.
Alguns nascem adaptáveis e geralmente os mais adaptáveis são também excepcionalmente generalistas, isto é, adaptam-se em qualquer lugar. Tal como "horários" ao invés de "anti horários" adaptam-se facilmente não apenas porque o ambiente lhes foi fácil mesmo que muitas vezes isso não aconteça, afinal, o que o faz adaptável não é aquilo que é exterior a si, mas especialmente ou primordialmente aquilo que lhe é intrínseco, apenas expressando ou regurgitando em comportamentos a calmaria interior. A criatividade seria o quase oposto ou um contraste interior onde que a calmaria também teria espaço mas em combinação com a tempestade. Alguns nascem com o céu dentro de si, outros apenas com o inferno, outros fundamentalmente com o purgatório//medianidade, enquanto que o criativo teria uma combinação, metaforicamente falando, intensa dos três.
Portanto em condições normais haverá uma sincronia entre a vontade ou função e o suporte ou cobertura dessa função tendo como resultado um comportamento estabilizado ou característico à proposta, no caso das reações mais agudas como o medo. A desordem da mente, em estado (todos nós podemos ter algum momento de desordem diga-se explícita) ou condição (estado permanente), consistiria justamente na assimetria entre a função dada e a cobertura dessa função resultando em sua disfunção.
Enquanto isso haveria um espectro entre a ordem e a desordem. Excepcionalmente funcionáveis seriam menos propensos à criatividade por causa do caráter estereotípico ou altamente preditivo de seus comportamentos cronicamente estáveis a ordenados de acordo com as suas respectivas naturezas. Isso talvez possa contribuir para explicar a relativamente fraca correlação entre maior inteligência cognitiva//e psico cognitiva (geral) e criatividade. Estados intermediários de funcionalidade de nossos comportamentos talvez seriam os mais propensos a resultar em rompantes criativos. Por exemplo a função "atividade ideacional". Em pessoas comuns a função pensamento seria corretamente executada pois haveria a atividade ideacional e a sua conclusão. Em pessoas com desordens mentais a função ''pensamento'' sofre os efeitos de uma assimetria na qualidade de sua cobertura resultando em um excesso do mesmo indo além daquilo que é considerado apropriado, tal como uma espécie de embriaguez intelectual e que é característico especificamente de algumas desordens como a esquizofrenia.
Em pessoas altamente criativas tenderia a ocorrer uma reação intermediária entre o estado mais ordenado e o mais desordenado, denotando menor qualidade no controle do pensamento mas possivelmente o oposto em sua cobertura. Pensamos e o senso lógico dá sentido àquilo que pensamos tal como uma bússola. Na desordem o senso lógico e o filtro do pensamento estarão ambos debilitados ou insuficientes para que possam dar cobertura às suas respectivas funções, pensamento; interpretação e confirmação do mesmo em relação à realidade (geralmente "racionalizada"). Na criatividade pode ser que apenas ou especialmente o filtro esteja debilitado possibilitando ao acúmulo e lido com mais informações e com maior diversidade delas. Então o filtro lógico precisa confirmar o pensamento como "lógico" mesmo que não esteja.
Criatividade, nova e conclusivamente, como uma assimetria de função e suporte qualitativo...
Portanto na criatividade, parece-me que, a função encontrar-se-á desregulada, nomeadamente o filtro de informações que os nossos cérebros e sistemas relatados capturam, enquanto que o suporte qualitativo, como contraste, será de fato de maior qualidade, resultando na interação explosivamente interessante de uma maior diversidade de informações mas com um extra-suporte lógico que consegue extrair desta confusão linearidades originais.
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terça-feira, 16 de maio de 2017
Mentalismo -- mecanicismo... Qualidade de vida versus padrão de vida
Em média, ''os de esquerda'' [ideológica] são mais propensos a buscarem/ ou ao menos desejarem por uma qualidade de vida, bem encaminhados por suas ''aberturas para a experiência'' mais intensas, enquanto que, ''os de direita'' [ideológica] são mais propensos a buscarem por um padrão de vida, bem assessorados por suas maiores ''conscienciosidades''... Algo parecido pode acontecer, em média, entre os seres humanos que são mais mentalistas e os que são mais mecanicistas, em que o primeiro grupo, por ser mais direcionado para as interações pessoais, para a experimentação da vida, de uma maneira geral, até mesmo por ser mais emotivo, será mais propenso a buscar por uma qualidade de vida [- _ -] do que por um padrão de vida [$$, status social, segurança econômica ou previsibilidade de longo prazo], enquanto que o segundo grupo, em média, é possível que fará a escolha ''oposta'.
Também poderíamos vincular esta dicotomia à tríade ''artes, filosofia e ciências'', em que a primeira se relacionará mais com a qualidade de vida, a segunda com uma combinação de ambos os caminhos e a terceira com o padrão de vida. Percebe-se claramente que existem níveis de influência da estatística/conhecimento ou método matemático em todos esses espectros, em que os números serão muito ou pouco importantes para representar certa realidade tomada como ''um ideal'', dependendo do grupo que estiver sendo analisado.
E parece evidente que a qualidade de vida também será mais perseguida por idealistas e por vitalistas e que o padrão de vida, por sua vez, será mais querido por partidários e por materialistas. E também é claro que todas essas sub-categorias serão muito mais propensas a se misturarem, e mesmo a nível individual, do que o oposto, resultando portanto em uma regra mais híbrida do que autenticamente decantada.
No entanto em relação aos extremos ou desordens que expressam ou parecem expressar extremos do mentalismo e do mecanicismo, especificamente falando, psicoses e autismo, parece-me que a mesma tendência dicotômica não se fará tão clara, até mesmo porque ambos não são representantes amalgamados/normais desses extremos e nem os representam com autenticidade completa. Por exemplo o caso do autismo, como eu já especulei, em que os autistas são hiper-masculinamente cognitivos, mas não necessariamente em termos psicológicos, enquanto que os esquizofrênicos dentre outros tipos dentro do espectro das psicoses, necessariamente não manifestarão com autenticidade os possíveis extremos saudáveis [''válidos''] do mentalismo. Podemos dizer que em termos de personalidade, muitos autistas apresentarão traços andróginos, enquanto que, como eu já falei, o tipo mais ''Stanley Kowalski'', o machão típico, é aquele que encarnaria, a partir desta conjuntura seletiva, os níveis mais altos de autenticidade comportamental masculina, e uma das maneiras de se ''constatar'' isso é olhando para o percentual de mulheres que apresentam ''exatamente' a mesma combinação psico-cognitiva. No caso da esquizofrenia, estamos lidando mais com uma desordem cognitiva do que psicológica, por incrível que possa parecer, porque enquanto que os esquizofrênicos parecem exibir uma maior variedade de tipos de personalidade que os autistas, eles são generalizadamente falando afetados em suas capacidades cognitivas. O autismo afeta especialmente o ''sistema sensorial/sensitivo'', enquanto que a esquizofrenia afetaria especialmente o ''sistema perceptivo'' [funções executivas].
Os homens por tenderem a ser mais mecanicistas, serão mais propensos a ter como ideal o padrão e não a qualidade de vida, e o oposto para as mulheres. Vale também ressaltar que essas dicotomias que estão sendo propostas podem variar muito entre si, como no caso que foi especulado agora, homens x mulheres. Pelo possível fato que os homens são mais guiados para o padrão de vida, por serem mais mecanicistas do que as mulheres, isso não significa então que as mulheres serão muito mais guiadas para a qualidade de vida, se eu acredito que essas diferenças entre eles não serão muito significativas.
[Macro-] Raças**
Os leste asiáticos, pelo que parece, seriam mais direcionados para o padrão de vida, em média, os brancos, como quase sempre, meio termo, e os negros africanos mais para a qualidade de vida. Novamente, há de se ter em mente que essas diferenças podem variar muito. Outro exemplo, idealistas x partidários, em que os primeiros serão muito mais direcionados para a qualidade de vida enquanto que os segundos tendenciosamente mais para o padrão de vida.
Também poderíamos vincular esta dicotomia à tríade ''artes, filosofia e ciências'', em que a primeira se relacionará mais com a qualidade de vida, a segunda com uma combinação de ambos os caminhos e a terceira com o padrão de vida. Percebe-se claramente que existem níveis de influência da estatística/conhecimento ou método matemático em todos esses espectros, em que os números serão muito ou pouco importantes para representar certa realidade tomada como ''um ideal'', dependendo do grupo que estiver sendo analisado.
E parece evidente que a qualidade de vida também será mais perseguida por idealistas e por vitalistas e que o padrão de vida, por sua vez, será mais querido por partidários e por materialistas. E também é claro que todas essas sub-categorias serão muito mais propensas a se misturarem, e mesmo a nível individual, do que o oposto, resultando portanto em uma regra mais híbrida do que autenticamente decantada.
No entanto em relação aos extremos ou desordens que expressam ou parecem expressar extremos do mentalismo e do mecanicismo, especificamente falando, psicoses e autismo, parece-me que a mesma tendência dicotômica não se fará tão clara, até mesmo porque ambos não são representantes amalgamados/normais desses extremos e nem os representam com autenticidade completa. Por exemplo o caso do autismo, como eu já especulei, em que os autistas são hiper-masculinamente cognitivos, mas não necessariamente em termos psicológicos, enquanto que os esquizofrênicos dentre outros tipos dentro do espectro das psicoses, necessariamente não manifestarão com autenticidade os possíveis extremos saudáveis [''válidos''] do mentalismo. Podemos dizer que em termos de personalidade, muitos autistas apresentarão traços andróginos, enquanto que, como eu já falei, o tipo mais ''Stanley Kowalski'', o machão típico, é aquele que encarnaria, a partir desta conjuntura seletiva, os níveis mais altos de autenticidade comportamental masculina, e uma das maneiras de se ''constatar'' isso é olhando para o percentual de mulheres que apresentam ''exatamente' a mesma combinação psico-cognitiva. No caso da esquizofrenia, estamos lidando mais com uma desordem cognitiva do que psicológica, por incrível que possa parecer, porque enquanto que os esquizofrênicos parecem exibir uma maior variedade de tipos de personalidade que os autistas, eles são generalizadamente falando afetados em suas capacidades cognitivas. O autismo afeta especialmente o ''sistema sensorial/sensitivo'', enquanto que a esquizofrenia afetaria especialmente o ''sistema perceptivo'' [funções executivas].
Os homens por tenderem a ser mais mecanicistas, serão mais propensos a ter como ideal o padrão e não a qualidade de vida, e o oposto para as mulheres. Vale também ressaltar que essas dicotomias que estão sendo propostas podem variar muito entre si, como no caso que foi especulado agora, homens x mulheres. Pelo possível fato que os homens são mais guiados para o padrão de vida, por serem mais mecanicistas do que as mulheres, isso não significa então que as mulheres serão muito mais guiadas para a qualidade de vida, se eu acredito que essas diferenças entre eles não serão muito significativas.
[Macro-] Raças**
Os leste asiáticos, pelo que parece, seriam mais direcionados para o padrão de vida, em média, os brancos, como quase sempre, meio termo, e os negros africanos mais para a qualidade de vida. Novamente, há de se ter em mente que essas diferenças podem variar muito. Outro exemplo, idealistas x partidários, em que os primeiros serão muito mais direcionados para a qualidade de vida enquanto que os segundos tendenciosamente mais para o padrão de vida.
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sexta-feira, 5 de maio de 2017
sábado, 7 de janeiro de 2017
Valores acumulativo-quantitativo e ''equilibrativo'': O caso da "teoria da mente"
Excessivo ou em falta, o que importa sempre é o ponto de equilíbrio mesmo quando lidamos com características de magnitude naturalmente significativas como o gênio. Mesmo quando o excesso é inevitável ou característico o ponto de equilíbrio continuará sendo consistentemente necessário.
Teoria da mente
Esta bizarra ou nem tão bizarra ideia psicológica mas com certeza menos evidente do que muitos pensam se caracterizaria pela capacidade de se colocar no lugar dos outros e supostamente "ler os seus pensamentos" muitas vezes tendo como resultado comportamentos "proporcionalmente' reativos. De fato a "teoria da mente" existe mas tende a ser horrorosamente inconsistente na prática, em contraste à sua descrição conceitual. Um excesso desta capacidade se assemelhará a uma falta na mesma especialmente em termos essenciais. Pelo que parece o que mais importa mesmo em relação à excepcionalidades é o ponto de equilíbrio ou funcionalidade. Logo a mensuração do tamanho caminhará para se relacionar com quantidade do que qualidade, evidentemente.
Deste modo por exemplo os testes cognitivos e suas hierarquias de pontuações caminharão para resplandecer valores de quantidade e não de equilíbrio e funcionalidade, que também pode ser quantitativamente entendido como qualidade.
Em resumo, maior não é melhor, e mesmo quando o maior for melhor, é porque, basicamente, será melhor, não apenas como escolha para certo ambiente que requer maior altura ou força física, mas também e em especial se com o tamanho vier acoplado fatores de qualidade.
Qualidade não é característica, é nível de equilíbrio
Qualquer traço varia, e esta variedade apresentará também variação de qualidade, isto é, dentro da variação de quantidade. Portanto, pode-se ter ''um traço'' e ele ser caracteristicamente negativo ou mais desafiador de se lidar/de se ter, já em sua descrição, e no entanto apresentar intensidades ou combinações que são mais favoráveis do que desfavoráveis, ou pontos de equilíbrio. Como eu tenho falado aqui sobre o espectro racional-sub-lógico-irracional atrelado aos traços e composições comportamentais, pode-se ser por exemplo mais neurótico porém, racional ou mais impulsivo/ generalista/irracional, que se manifesta desta maneira sem ter uma razão psicossomaticamente coesa que o valha ou que, ao invés de se consistir em uma ação primária, o faz enquanto reação secundária consistentemente adequada às ações sofridas.
A ''conta perfeita'' versus ''o número máximo''
Sim, o excesso é sempre um problema e não se dá apenas através de símbolos quantitativos superlativos, mas também porque é intrinsecamente desequilibrado.
Portanto, como conclusão, no caso da ''teoria da mente'', um excesso ou uma ''penúria'' na mesma, resultará em problemas, evidentemente, enquanto que a qualidade, representada de maneira quantitativa, parece localizar-se mais ''no meio'' de um espectro (ou sub-espectro, ou sub-sub-espectro) do que acumuladamente ''pelo lado direito de uma curva distributiva de valores quantitativo-comparativos''. Como exemplificação final podemos ter uma variação de ''qi'', por exemplo, na faixa dos 80 (80-90) e existir dentro desta variação quantitativa, variações qualitativas, por exemplo na combinação de características psicológicas e cognitivas.
Você pode ter uma teoria da mente muito baixa mas ela ainda ser equilibrável ou auto-consertável/ajustável, ao menos teoricamente falando.
A quantidade na maioria das vezes é bruta, já a qualidade tenderá a ser mais sutil e precisa.
Teoria da mente
Esta bizarra ou nem tão bizarra ideia psicológica mas com certeza menos evidente do que muitos pensam se caracterizaria pela capacidade de se colocar no lugar dos outros e supostamente "ler os seus pensamentos" muitas vezes tendo como resultado comportamentos "proporcionalmente' reativos. De fato a "teoria da mente" existe mas tende a ser horrorosamente inconsistente na prática, em contraste à sua descrição conceitual. Um excesso desta capacidade se assemelhará a uma falta na mesma especialmente em termos essenciais. Pelo que parece o que mais importa mesmo em relação à excepcionalidades é o ponto de equilíbrio ou funcionalidade. Logo a mensuração do tamanho caminhará para se relacionar com quantidade do que qualidade, evidentemente.
Deste modo por exemplo os testes cognitivos e suas hierarquias de pontuações caminharão para resplandecer valores de quantidade e não de equilíbrio e funcionalidade, que também pode ser quantitativamente entendido como qualidade.
Em resumo, maior não é melhor, e mesmo quando o maior for melhor, é porque, basicamente, será melhor, não apenas como escolha para certo ambiente que requer maior altura ou força física, mas também e em especial se com o tamanho vier acoplado fatores de qualidade.
Qualidade não é característica, é nível de equilíbrio
Qualquer traço varia, e esta variedade apresentará também variação de qualidade, isto é, dentro da variação de quantidade. Portanto, pode-se ter ''um traço'' e ele ser caracteristicamente negativo ou mais desafiador de se lidar/de se ter, já em sua descrição, e no entanto apresentar intensidades ou combinações que são mais favoráveis do que desfavoráveis, ou pontos de equilíbrio. Como eu tenho falado aqui sobre o espectro racional-sub-lógico-irracional atrelado aos traços e composições comportamentais, pode-se ser por exemplo mais neurótico porém, racional ou mais impulsivo/ generalista/irracional, que se manifesta desta maneira sem ter uma razão psicossomaticamente coesa que o valha ou que, ao invés de se consistir em uma ação primária, o faz enquanto reação secundária consistentemente adequada às ações sofridas.
A ''conta perfeita'' versus ''o número máximo''
Sim, o excesso é sempre um problema e não se dá apenas através de símbolos quantitativos superlativos, mas também porque é intrinsecamente desequilibrado.
Portanto, como conclusão, no caso da ''teoria da mente'', um excesso ou uma ''penúria'' na mesma, resultará em problemas, evidentemente, enquanto que a qualidade, representada de maneira quantitativa, parece localizar-se mais ''no meio'' de um espectro (ou sub-espectro, ou sub-sub-espectro) do que acumuladamente ''pelo lado direito de uma curva distributiva de valores quantitativo-comparativos''. Como exemplificação final podemos ter uma variação de ''qi'', por exemplo, na faixa dos 80 (80-90) e existir dentro desta variação quantitativa, variações qualitativas, por exemplo na combinação de características psicológicas e cognitivas.
Você pode ter uma teoria da mente muito baixa mas ela ainda ser equilibrável ou auto-consertável/ajustável, ao menos teoricamente falando.
A quantidade na maioria das vezes é bruta, já a qualidade tenderá a ser mais sutil e precisa.
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