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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Nova tipologia de personalidade: instintiva/domesticada/lógica/racional-sábia

Personalidade instintiva: mais emocional (no sentido defensivo/agressivo//negativo)

Nível alto de reatividade
Baixo de afetividadeE de reflexividade 

Personalidade domesticada: mais emocional (no sentido receptivo//positivo) 

Médio de reatividade

Alto de afetividade
Baixo de reflexividade 

Personalidade lógico-racional: mais reflexiva porém ainda 

Baixo de reatividade, de afetividade
E médio de reflexividade

Personalidade racional-sábia

Alto de reatividade, de afetividade e de reflexividade

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Não existe emoção sem julgamento [se são praticamente a mesma coisa], não existe o afetivo sem o cognitivo

O afetivo é geralmente mais rápido que o cognitivo OU, se consiste em uma 'atividade' mais constante/curto-prazo e reativa do que concentrada/direcionada ou organizada, ainda que também possa ser.

Nesse sentido, uma atividade afetiva ou psicológica mais concentrada, por exemplo, dissuadir pessoas, equivaleria a construir prédios [predominantemente cognitivo].

Se não existe afetivo sem cognitivo/reconhecimento de padrões, ''então' existe a 'inteligência'' emocional.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Dois tipos de equívoco de compreensão factual especulativamente possíveis: cognitivo ou afetivo

Exemplo 

Raças [humanas] não existem/não são importantes 

Primeiro é o cognitivo 

"A minha mente não é capaz de categorizar as pessoas especialmente em grupos étnicos ou raciais "

Segundo é o afetivo ou psicológico

"O meu cérebro/sistema corpo-mente é capaz de reconhecer os padrões de diferenças que preconizam categorizações ou estereótipos. No entanto durante a tradução do padrão/valor cognitivo para o valor afetivo [durante o julgamento emotivo dos padrões] e finalmente para o produto intelectual, o meu cérebro pode me enganar rejeitando os padrões encontrados e/ou buscando por causas alternativas"


Algumas pessoas seriam tão ''individualistas' que já durante o reconhecimento de padrões não conseguiriam categorizar as pessoas em grupos ou mesmo de fato o fazendo mas sem ser em relação a certos tipos de categorizações como no caso das raças, porque a primeira referência nessa tarefa tende a ser por nós mesmos. 

Outras pessoas até seriam capazes de reconhecer saliências entre coletividades, mas por causa de uma empatia interpessoal mais descontrolada também seriam mais propensas a ''traduzirem errado'' os padrões que foram reconhecidos.