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domingo, 6 de abril de 2025

De maneira ainda mais direta: sobre a relação antagônica entre capitalismo e meritocracia

 Mérito ideal: cada um é recompensado pelo quanto que contribui a uma sociedade (excetuando indivíduos que não podem contribuir por alguma razão de saúde). 


Impedimento corrente: capitalismo, porque, nesse sistema socioeconômico, a maioria daqueles que são mais recompensados não são, individual e proporcionalmente, aqueles que mais contribuem à sociedade. 

Pois, pelo mérito ideal, não seria possível a existência de super ricos e super pobres, porque a maioria das pessoas, individual e proporcionalmente, contribuem de maneira mais modesta à sociedade ou comunidade em que vivem. Mesmo os indivíduos que são excepcionalmente pró-ativos, que delegam uma desproporção de contribuições positivas (em um sentido verdadeiro ou objetivo-imparcial/racional), ainda não seriam recompensados ao mesmo nível extremo que os ultrarricos do passado e de nossa era. Então, o que torna possível essa falsa "matemática", de proporções muito exageradas, é a ficção monetária, em que, por sua fantasia, "se torna possível" multiplicar ganhos (imaginários) até à estratosfera. Se, por uma matemática proporcional, fincada no "mundo dos reais", uma sociedade idealmente meritocrática se aproximaria do ideal de sociedade socialista ou comunista, pelo menos em relação à sua ênfase na igualdade social. Como conclusão, não seria equivocado pensar que a ficção monetária tem sido usada como o meio mais importante de acúmulo exponencial de poder, até como maneira de impor uma ideologia, estruturada em uma hierarquia de símbolos, em que indivíduos comuns são doutrinados a aceitar sua condição de subalternidade e a tratar como realidade concreta essa distância forjada entre ele e o topo da pirâmide social, como se fosse fisicamente inalcançável. Portanto, o sistema capitalista parece maximizar essa tendência muito humana de tratar símbolos como elementos concretos ou dimensões reais. 

On Gaslighting and the "Left"

Gaslighting is defined as a form of psychological abuse in which information is distorted, selectively omitted to favor the abuser, or simply invented with the intent to make the victim doubt their own memory, perception, and sanity.[2] Cases of gaslighting can range from the abuser simply denying that previous abusive incidents have ever occurred, to the abuser staging bizarre events with the intent to disorient the victim.


Source: Wikipedia


Ideologically bigoted individuals are significantly more likely to engage in fallacious thought patterns, including forms that can be classified as abuse, such as "gaslighting." Those on the "right" and those on the "left" are both more prone to these flaws. However, at least according to my personal experience, both from experience and observation, this type of fallacious thinking and psychologically abusive behavior seems to be more common, even characteristic of being practiced by so-called "left-wing" individuals, perhaps as a kind of retreat strategy in confrontations or debates, especially if there is an "accusatory tone" from the other part who is debating. In a situation like this, the "progressive" fanatic denies "everything", as if he were instructed by his lawyer to deny any participation or cover-up of crimes, in this case, of legitimate conspiracies euphemistically called "cultural or social changes". To deny that ideological indoctrination or "left-wing" brainwashing is taking place in the media, in education and even in the government. To deny that they are imposing their ideological manuals as public policies and that their main objective is not the practice of justice, if they are intrinsically unjust, but of cultural and political hegemony, of absolute power. To deny that so-called "socialist" countries are cruel dictatorships that subject their populations to censorship and misery. To deny that it is supporting or even actively participating in the promotion of ideologies that advocate the political and structural systematization of "reverse" racism, primarily against white populations of European origin, which are literally promoting their extinction (in their most racially purified forms that are very recessive), supporting mass immigration to their countries, self-hatred or collective and historical guilt, denial of the existence of human races and their differences and racial mixing. To deny that it supports or promotes the distortion of basic knowledge (such as the biological reality of human sexuality), made possible by its increasingly totalitarian dominance in academia. To deny that it supports or promotes the censorship of its opponents. To deny that it presents a double moral standard, evidenced by an extreme selectivity of indignation. From denying that it covers up groups and individuals who actively participate in their conspiracies, to creating specific terms that deny that they are promoting massively orchestrated conspiratorial assaults to progressively occupy spaces of power and remodel societies according to their truly shady objectives...


Of course, as was said before, it is not only those on the "left" who practice forms of psychological abuse and fallacious thinking. But the practice of gaslighting, again, seems to be much more characteristic of this "side".

Sobre gaslighting e a "esquerda"

 Definição de "gaslighting": é uma forma de abuso psicológico na qual informações são distorcidas, seletivamente omitidas para favorecer o abusador ou simplesmente inventadas com a intenção de fazer a vítima duvidar de sua própria memória, percepção e sanidade.[2] Casos de gaslighting podem variar da simples negação por parte do agressor de que incidentes abusivos anteriores já ocorreram, até a realização de eventos bizarros pelo abusador com a intenção de desorientar a vítima.


Fonte: wikipedia

Indivíduos ideologicamente fanáticos são significativamente mais propensos a se engajar em formas falaciosas de pensamentos, incluindo também formas que podem ser enquadradas como categorias de abuso, como o "gaslighting". Os da "direita" e os da "esquerda" estão ambos mais propensos a essas falhas. No entanto, pelo menos de acordo com a minha experiência pessoal, tanto de vivência quanto de observação, particularmente esse tipo de pensamento falacioso e de comportamento psicologicamente abusivo parecem ser mais comuns, até característicos de serem praticados por indivíduos ditos "de esquerda", talvez como uma espécie de estratégia de recuo em confrontos ou debates, especialmente se houver um "tom acusatório" da outra parte que está debatendo. De, em uma situação como essa, o fanático "progressista" negar "tudo", tal como se fosse orientado pelo seu advogado a negar qualquer participação ou acobertamento de crimes, nesse caso, de conspirações legítimas eufemisticamente denominadas de "mudanças culturais ou sociais". De negar que está acontecendo doutrinação ideológica ou lavagem cerebral "de esquerda" na mídia, na educação e mesmo no governo. De negar que estão impondo suas cartilhas ideológicas como políticas públicas e que elas não têm como principal objetivo a prática da justiça, se são intrinsecamente injustas, mas de hegemonia cultural e política, de poder absoluto. De negar que países ditos "socialistas" são ditaduras cruéis que submetem suas populações à censura e à miséria. De negar que está apoiando ou mesmo participando ativamente na promoção de ideologias que pregam pela sistematização política e estrutural do racismo "inverso", primariamente contra populações de raça branca de origem europeia, que estão literalmente promovendo sua extinção (de suas formas mais racialmente depuradas que são muito recessivas), apoiando imigração em massa para os seus países, auto ódio ou culpa coletiva e histórica, negacionismo da existência de raças humanas e suas diferenças e mistura de raças. De negar que apoia ou promove a distorção de conhecimentos básicos (como a realidade biológica da sexualidade humana), possível graças ao seu domínio cada vez mais totalitário na academia. De negar que apoia ou promove a censura dos seus oponentes. De negar que apresenta um duplo padrão moral, evidenciado por uma seletividade extrema de indignação. De negar que acoberta grupos e indivíduos que participam ativamente em suas conspirações, chegando a criar termos específicos que negam que estão promovendo assaltos conspiratórios massivamente orquestrados para ocupar espaços de poder de maneira progressiva e remodelar sociedades de acordo com os seus objetivos verdadeiramente escusos...

Claro que, como foi dito antes, não é apenas os "de esquerda" que praticam formas de abuso psicológico e de pensamentos falaciosos. Mas a prática de gaslighting, novamente, parece ser bem mais característica deste "lado". 

terça-feira, 25 de março de 2025

Replication of a pseudoscientific finding

 The supposed (almost causal) correlation between IQ and rationality, in this new study below:


https://www.psypost.org/twin-study-suggests-rationality-and-intelligence-share-the-same-genetic-roots/


But why is it a pseudoscientific finding??


Because rational capacity is not well assessed by questions about hypothetical and specific situations, but by the factual quality of an individual's belief system, a much more objective way of accessing it. In other words, more is known about a person's level of common sense by their beliefs than by their answers on a test. Also because, generally, there is not just one "right" or "most rational" answer to specific everyday situations that require decision or judgment, if personal contexts can/usually vary, as well as the way we deal with them (influenced especially by our most intrinsic characteristics: personality, cognitive style...). And last but not least, because this is yet another correlation, even in the case of the "most rational" in "rationality tests", it seems that the number of people with high average IQs, especially verbal IQs, who have a high level of ideological fanaticism for certain irrational beliefs, such as the belief in egalitarianism, one of the most common in this population, seems to be disproportionate, demonstrating that a high cognitive capacity alone is not enough to function as a protective factor against chronic irrationality, nor that rationality is basically a discrete facet of cognitive capacities, as this study is claiming, even though it is believed to be a combination or recruitment of certain capacities, both cognitive and non-cognitive, that contribute to its expression and development, precisely a type of modulation (and that irrationality would logically be an opposite modulation).


This type of study is based on certain postulates that do not seem to match the observed and practical reality of human intelligence. The most relevant point here is that there is a g factor of cognitive abilities that results in a non-modular expression of intelligence, the opposite of what is perceived in reality. For if it is true that human intelligence is more generalist than that of other species, perhaps the most generalist of all, this is true in a comparative sense, because we continue to be more inclined towards cognitive specialization, even if less strict. For there is abundant evidence that corroborates this thesis, that human intelligence has a more modular nature, and that this diversity of specializations, consequently, tends to manifest itself in a more irregular manner among human groups. For example, the cognitive differences in visual-spatial and emotional abilities between men and women.


For even if it is possible to confirm the predominant occurrence of a regularity of individual performance in cognitive tests, it must be reiterated that this phenomenon is limited to psychometrics. This would explain, for example, an individual with high verbal-linguistic ability also presenting excellent mathematical performance in more general or superficial cognitive assessments, but, in practice, ending up developing more of his most prominent cognitive facet and still presenting a very average performance in non-verbal skills. However, this does not mean that intelligence differs individually only through channeling in certain capacities and that it ends up affecting other capacities, as if everyone presented the same initial potential and were to differ based on the process of choosing domains, but rather that these channeling or specialization tendencies are much deeper, structurally predetermined, according to the morphological/cerebral characteristics, in short, the physical-chemical characteristics of the individual, that is, cognitively reflective of these characteristics. It also means that there is a varied, but always limited, level of modulation of capacities and that, while this flexibility does not have an infinite or indefinable potential, there is a tendency in which the expressive emergence of certain cognitive (and psychological) capacities or characteristics tends to be related to a variably reduced expression of other characteristics or capacities, which seem to present a more antagonistic relationship. For example, visual-spatial capacities, much more developed in men, and socio-emotional capacities, much more developed in women; the difference between having a brain that pays more attention to inanimate elements and one that pays more attention to people and other living beings.


A translated excerpt from the text in the link shows the type of test that was applied to supposedly assess rational capacity, and that, in fact, it is a test of logical thinking, which is not exactly the same as rational thinking* and

which, in my opinion, can only be best assessed in real-world situations.


* Rational thinking is about the perception of facts, evidence or even a more impartial and objective analysis always aiming for greater understanding. Logical thinking, a priori, is about finding the underlying logic in a given context or situation, that which makes specific sense, although also related to the perception of an objective truth, not necessarily the same as rational thinking. This is the difference between finding the most correct answer to a problem and knowing that Cuba is not a democracy from any possible conceptual angle.


"Cognitive rationality was assessed using a specific test known as the Cognitive Reflection Test. This test presents individuals with problems designed to trigger an intuitive but incorrect response. For example, a question asks: "A bat and a ball together cost $1.10. The bat costs $1 more than the ball. How much does the ball cost?" The quick, intuitive answer is 10 cents, but the correct answer, which requires a little more thought, is actually 5 cents. The Cognitive Reflection Test uses several of these questions to see how well people can resist misleading intuitions and arrive at the logically correct answer."


As I have already mentioned and will say again in this text, a true test of rational capacity would precisely assess the level of rationality, which is very redundant, and, for this, nothing is more intuitive than doing so by assessing how centered on facts, evidence and consideration an individual's (personal) beliefs are, since they are much more important and influential, including in terms of intellectual discernment, of perceiving what is true and what is not, than getting correct answers on a test about hypothetical and very specific situations.

A replicação de um achado pseudocientífico

 A suposta correlação (quase causal) entre QI e racionalidade, nesse novo estudo abaixo: 




Mas por que é um achado pseudocientífico?? 

Porque a capacidade racional não é bem avaliada com perguntas sobre situações hipotéticas e específicas e sim pela qualidade factual de um sistema individual de crenças, uma maneira muito mais objetiva de acessá-la. Em outras palavras, sabe-se mais sobre o nível de sensatez de uma pessoa por suas crenças do que por suas respostas em um teste. Também porque, geralmente, não existe apenas uma resposta "certa" ou "mais racional" para situações específicas do cotidiano, que exigem decisão ou julgamento, se os contextos pessoais podem/costumam variar, assim como a maneira que lidamos com eles (influenciados especialmente por nossas características mais intrínsecas: de personalidade, estilo cognitivo...). E por último, mas não menos importante, por se tratar de mais uma correlação, mesmo no caso dos "mais racionais" em "testes de racionalidade", até porque parece ser desproporcional a quantidade de pessoas com médias altas de QI, especialmente de QI verbal, que apresentam alto nível de fanatismo ideológico por certas crenças irracionais, como a crença no igualitarismo, uma das mais comuns nessa população, demonstrando que uma alta capacidade cognitiva, apenas, não é suficiente para funcionar como um fator de proteção à irracionalidade crônica, nem que a racionalidade seja basicamente uma faceta discreta das capacidades cognitivas, como esse estudo está afirmando, ainda que acredite se tratar de uma combinação ou recrutamento de determinadas capacidades, tanto cognitivas quanto não-cognitivas, que contribuem para a sua expressão e o seu desenvolvimento, justamente uma espécie de modulação (e que a irracionalidade logicamente seria uma modulação oposta). 

Esse tipo de estudo se baseia em certos postulados que não parecem condizer com a realidade observada e prática da inteligência humana. O mais relevante aqui é de que existe um fator g das capacidades cognitivas que resulta em uma expressão não-modular da inteligência, o oposto do que se percebe na realidade. Pois se é verdade que a inteligência humana é mais generalista do que as de outras espécies, talvez a mais generalista de todas, essa é uma verdade em um sentido comparativo, porque continuamos mais inclinados à especialização cognitiva, mesmo que menos estrita. Pois abundam evidências que corroboram para essa tese, de que a inteligência humana apresenta uma natureza mais modular, e que essa diversidade de especializações, consequentemente, tende a se manifestar de maneira mais irregular entre grupos humanos. Por exemplo, as diferenças cognitivas em capacidades visual-espaciais e emocionais entre homens e mulheres. 

Pois mesmo se é possível confirmar a ocorrência predominante de uma regularidade de desempenho individual em testes cognitivos, há de se reiterar que tal fenômeno encontra-se circunscrito à psicometria. O que explicaria, por exemplo, um indivíduo dotado de alta capacidade verbal-linguística também apresentar um ótimo desempenho matemático em avaliações cognitivas mais generalistas, ou superficiais, mas, na prática, acabar desenvolvendo mais a sua faceta cognitiva mais proeminente e ainda apresentar um desempenho muito mediano em competências não-verbais. Mas isso não significa então que a inteligência se difere individualmente apenas por canalização em certas capacidades e que acaba afetando outras capacidades, como se todos apresentassem o mesmo potencial inicial e fosse se diferindo a partir do processo de escolha de domínios, e sim que essas tendências de canalização ou de especialização são bem mais profundas, estruturalmente pré determinadas, de acordo com as características morfológicas/cerebrais, enfim, físico-químicas do indivíduo, isto é, cognitivamente reflexivas destas características. Também significa que existe um nível variado, mas sempre limitado, de modulação de capacidades e que, enquanto essa flexibilidade não tem um potencial infinito ou indefinível, existe uma tendência em que, a emergência expressiva de certas capacidades ou características cognitivas (e psicológicas) tende a estar relacionada com uma expressão variavelmente reduzida de outras características ou capacidades, que parecem apresentar uma relação mais antagônica. Por exemplo, capacidades visual-espaciais, bem mais desenvolvidas em homens, e sócio-emocionais, bem mais desenvolvidas em mulheres; a diferença entre apresentar um cérebro que presta mais atenção a elementos inanimados e um que presta mais atenção a pessoas e outros seres vivos. 

Um trecho traduzido do texto no link mostra o tipo de teste que foi aplicado para supostamente acessar a capacidade racional, e que, na verdade, trata-se de um teste de pensamento lógico, que não é exatamente o mesmo que o pensamento racional* e que, na minha opinião, só pode ser melhor avaliado em situações do mundo real. 

* Pensamento racional é sobre a percepção de fatos, evidências ou também de uma análise mais imparcial e objetiva sempre visando uma maior compreensão. O pensamento lógico, a priori, é sobre encontrar a lógica que está subjacente em determinado contexto ou situação, aquilo que faz sentido específico, ainda que também relacionado com a percepção de uma verdade objetiva, não necessariamente o mesmo que o racional. Essa é a diferença entre encontrar a resposta mais certa para um problema e de saber que Cuba não é uma democracia sob nenhum ângulo conceitual possível. 

"A racionalidade cognitiva foi avaliada usando um teste específico conhecido como Teste de Reflexão Cognitiva. Este teste apresenta aos indivíduos problemas projetados para desencadear uma resposta intuitiva, mas incorreta. Por exemplo, uma pergunta pergunta: "Um taco e uma bola juntos custam US$ 1,10. O taco custa US$ 1 dólar a mais que a bola. Quanto custa a bola?" A resposta intuitiva e rápida é 10 centavos, mas a resposta correta, que requer um pouco mais de reflexão, é na verdade 5 centavos. O Teste de Reflexão Cognitiva usa várias dessas perguntas para ver o quão bem as pessoas conseguem resistir a intuições enganosas e chegar à resposta logicamente correta."

Como eu já comentei e volto a dizer nesse texto, um verdadeiro teste de capacidade racional avaliaria justamente o nível de racionalidade, muito redundante, e, para isso, nada mais intuitivo do que fazê-lo avaliando o quão centradas em fatos, evidências e ponderação, estão as crenças (pessoais) de um indivíduo, até por serem muito mais importantes e influentes, inclusive quanto ao discernimento intelectual, de percepção do que é verdadeiro e do que não é, do que acertos em um teste sobre situações hipotéticas e muito específicas. 

sábado, 15 de março de 2025

Why didn't I root for the movie "I'm Still Here"?

 Why didn't I root for the movie "I'm Still Here"?


Because it would be the same as rooting for hypocrisy, cynicism, fanaticism...


Because it would be the same as rooting for the victory of a billionaire director, heir to a bank, who profits from the misery of many Brazilians, and who "fights against fascism" by making films that also make them money, which he already has plenty of...


His "class consciousness" seems quite impractical, because if he was truly progressive, he would seek to _help_ NGOs, individuals or groups directly, which, in very capitalist language, means "with LOTS of money" (which he has plenty of)...


Because it would be the same as rooting for an average actress, the daughter of privilege and nepotism (who benefited immensely in her career from being the daughter of well-known actors), and who is only interested in the fires in the Amazon and the Pantanal or the suffering of the Brazilian people when the government is "right-wing"... Extreme selectivity of indignation that many of his ideological peers have They also practice it. And that says a LOT about a person's character...


Because it would be the same as rooting for yet another mediocre film to win an award undeservedly, and which, let's say, has lost much of its prestige in recent years (or decades?), because of its very "subjective" way of evaluating film productions, prioritizing the political character of the film over its objective qualities, and which has become even more biased recently, practically a private "party" for "rich and fake progressives"....


Because it would be the same as continuing to honor an award that has been dominated for a long time by a certain "tribe" and that, currently, also dominates a good part of politics, education and the Western media, not for our delight, practicing its ethnic nepotism in a shameless manner in this award (see certain suspicious "victories", such as the one for "best actress", this year), while practicing other of its evil deeds* (slaughter of a certain people; brainwashing of ideologies) harmful, especially in Western countries, and the imposition of such policies with serious consequences, such as mass immigration and "multiculturalism", two extremist or radical policies that aim to destroy the cultural and ethnic homogeneity of nations in order to establish atomized, excessively individualistic societies, while remaining united and cohesive**...), with the almost absolute complicity or connivance of precisely the "institutions" in which it has wrapped its arms ("connections")...


* Obviously they are not the only ones, in fact, it is difficult to find a human population that does not commit irrational acts that can be classified as unnecessary, senseless, extreme and/or cruel. But, as politically hegemonic in our time...


** Even if it were the case of building more plural and/or less collectivist societies, it would be done correctly and not as has been imposed, in which an exponential increase in conflicts can be seen.


Because it would be the same as rooting for a film that rightly speaks out against the military dictatorship, but knowing that its creators, and many of those who supported it until its "victorious" Oscar run, also blatantly support "left-wing" dictatorships, as well as dictatorships that, without a clear ideological position, place themselves politically against US interests, instead of coherently positioning themselves against any type of totalitarian regime... Not to mention that they also support other types of dictatorship, more indirect, such as the thought police in force in the Western world...


In short, because it would be the same as endorsing the chorus of this hive of absolute conformity and lies posing as "emotional blackmail"...

Por que eu não torci para o filme "Eu ainda estou aqui"?

 Porque seria o mesmo que torcer para a hipocrisia, o cinismo, o fanatismo...


Porque seria o mesmo que torcer para a vitória de um diretor bilionário, herdeiro de banco, que lucra com a miséria de muitos brasileiros, e que "luta contra o fascismo" fazendo filmes que também lhes dá dinheiro, o que ele já tem de sobra... 

Sua "consciência de classe" parece bem pouco prática, pois se fosse realmente progressista, buscaria _ajudar_ ONGs, indivíduos ou grupos de maneira direta, que, em linguagem bem capitalista, significa "com MUITO dinheiro" (o que ele tem de sobra)...

Porque seria o mesmo que torcer para uma atriz mediana, filha do privilégio e do nepotismo (que foi imensamente beneficiada em sua carreira por ser filha de atores conhecidos), e que só se interessa por queimadas na Amazônia e no Pantanal ou pelo sofrimento do povo brasileiro quando o governo é de "direita"... Seletividade extrema de indignação que muitos dos seus pares ideológicos também praticam. E isso diz MUITO sobre o caráter de uma pessoa...

Porque seria o mesmo que torcer para que mais um filme mediano ganhe um prêmio imerecidamente e que, diga-se, perdeu boa parte do seu prestígio nos últimos anos (ou décadas?), por causa de sua maneira muito "subjetiva" de avaliar produções do cinema, priorizando o caráter político do filme do que suas qualidades objetivas, e que se tornou ainda mais enviesado recentemente, praticamente uma "festa" particular de "progressistas ricos e de fachada"....

Porque seria o mesmo que continuar prestigiando uma premiação dominada há um bom tempo por uma certa "tribo" e que, atualmente, também domina uma boa parte da política, da educação e da mídia ocidental, não para o nosso deleite, praticando seu nepotismo étnico de maneira desavergonhada nessa premiação (vide certas "vitórias" suspeitas, como a de "melhor atriz", nesse ano), enquanto pratica outras de suas maldades* (carnificina de um certo povo; lavagem cerebral de ideologias nocivas, especialmente em países ocidentais, e imposição das mesmas com sérias consequências, tal como a imigração em massa e o "multiculturalismo", duas políticas extremistas ou radicais que visam destruir a homogeneidade cultural e étnica das nações para estabelecer sociedades atomizadas, excessivamente individualistas, enquanto se mantêm unidos e coesos**...), com a cumplicidade ou conivência quase absoluta justamente das "instituições' em que envolveu com os seus braços ("conexões")...

* Evidentemente que não são os únicos, aliás, é difícil encontrar uma população humana que não cometa atos irracionais que possam ser classificados como desnecessários, insensatos, extremos e/ou cruéis. Mas, enquanto politicamente hegemônicos em nossa época...

** Mesmo se fosse o caso de construir sociedades mais plurais e/ou menos coletivistas, que fosse feito de maneira correta e não como tem sido imposto, em que se percebe um aumento exponencial de conflitos. 

Porque seria o mesmo que torcer para um filme que discursa corretamente contra a ditadura militar, mas sabendo que os seus criadores, e muitos daqueles que o apoiaram até à sua trajetória "vitoriosa" no Oscar, também apoiam, de maneira descarada, ditaduras "de esquerda", bem como as ditaduras que, sem um posicionamento ideológico claro, se colocam politicamente contra os interesses estadunidenses, ao invés de, coerentemente, se posicionarem contra qualquer tipo de regime totalitário... Sem falar que também apoiam outros tipos de ditadura, mais indiretas, tal como a polícia do pensamento em vigor no mundo ocidental...

Enfim, porque seria o mesmo que endossar o coro desta colmeia de conformidade absoluta e de mentiras se passando como "chantagem emocional"...