Eu odeio K-pop e Coreia do Sul com uma paixão… Já tentei ver filme sul coreano e não gostei. Tentei ver trechos de uma das muitas séries sul coreanas disponíveis por aí e não gostei. Já as músicas pop, apenas curti uma música de uns dez ou quinze anos atrás, e mesmo assim, é um “gostei” muito vago, do tipo: “não é uma merda, é ouvível e até dançável, bunitinho” e nada mais… me chamou mais a atenção a coreografia do clipe da música, e só… não gosto do som da língua sul coreana. Não gosto de como eles escrevem e apresentam histórias (muitas são idênticas ao besteirol americano típico dos anos 90). E não gosto do país: um grande engodo. Um país campeão em cirurgias plásticas, com índices altíssimos de bullying, suicídio e depressão, não é um país, é uma doença.
Minha lista de blogs
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
Dos meus sentimentos em relação a um certo país
sexta-feira, 26 de junho de 2026
A "falácia da autoridade" também é uma falácia classista
Aqueles em posição de "autoridade' são, em sua grande maioria, oriundos ou pertencentes às "classes sociais mais altas" ou, no mínimo, às classes médias. Um apelo constante à (própria) "autoridade', primariamente definida por vias burocráticas, mas mesmo se fosse por merecimento imaculadamente determinado, sugere, segundo esses mesmos que se agarram a essa falácia, que aqueles com menor escolaridade ou que não estão em posição de autoridade não podem debater ou conversar livremente com aqueles com maior escolaridade ou em posição de "autoridade', como se estivessem destinados a uma situação passiva, como eternos subalternos ouvintes aos comandos e aos "ensinamentos" de "cátedras" geralmente "auto eleitas" por critérios muito mais subjetivos do que deveriam ser, especialmente na educação superior, tal como uma compatibilidade ideológica e uma inclinação para a subordinação absoluta às "autoridades' do seu campo, ao invés de uma simples e básica vocação verdadeira (motivação intrínseca e talento). Como se o nível de escolaridade ou de autoridade, mesmo se tendenciosamente determinados por critérios não-objetivos, fosse determinante quanto às capacidades intelectuais mais importantes, principalmente a de racionalidade, a mais importante em contextos de debate. É, portanto, evidente que uma verdadeira "autoridade no assunto" não se faz apenas ou especialmente com base no nível de hierarquia profissional alcançado, mesmo que isso pareça o mais óbvio, e justamente pela falha de haverem lacunas de subjetividade contribuindo para determinar esse nível; que é basicamente o nível de verdadeiro expertise ou conhecimento alcançado, mesmo se não existir uma concordância com a posição social daquele que o possui. E desse nível de conhecimento, não apenas um conhecimento técnico ou específico, mas também uma capacidade desenvolvida de pensamento lógico-racional, em que, às vezes, é até mais importante...
domingo, 4 de janeiro de 2026
A diferença entre classismo e anti-estupidez/The Difference Between Classism and Anti-Stupidity
O que muitos entendem como classismo:
quinta-feira, 17 de novembro de 2022
Problematizando o discurso excessivamente positivo da "ascensão social"
Adotado, inclusive, pelas esquerdas...