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sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Sobre "modernidade" e relações humanas

 A “modernidade”, apesar do seu caos intrínseco, tem um lado muito positivo: de tanta “performance”, acabou pesando a gravidade das máscaras. Hoje, é difícil mantê-las por muito tempo ou de maneira convincente. O mundo, e as pessoas, ficaram mais fáceis de entender, e também de desprezar ou odiar. Mas também ficou mais pesado, psicologicamente. O mistério intocável de uma cultura que pregava a uniformidade no comportamento e no pensamento deu espaço a uma pluralidade no comportamento que ainda ou mesmo aumentou a pressão para a uniformidade do pensar. Estamos mais expostos, mais nós mesmos (?). Mas já sabermos quem somos aos outros e eles para nós, mesmo se por uma caricatura de julgamento, nos causa mais dor e inquietude do que de não cairmos diretamente nessa aridez fluida de impressões e relacionamentos. Em partes, daí a polarização e a decepção com o outro cada vez maiores. Nos tornamos tão objetivos que acabamos esquecendo do subjetivo, do complexo de cada um. Ao mesmo tempo que nos aprofundamos no cerne de cada um, acabamos nos esquecendo do todo, que só é possível de ser reconhecido e tolerado na intimidade e que parecia melhor administrado quando havia uma barreira de normalidade que, de qualquer maneira, nos unia superficialmente. Talvez fosse melhor o superficial de antes do que o profundo porém raso de hoje. Olhamos para dentro do outro e chegamos rapidamente no quê ou quem ele é, em suas entranhas, mas não enxergamos mais do que escutamos. Não adianta a profundidade sem iluminação. O tato nunca foi suficiente para aprender sobre o todo de cada um. Os estereótipos de grupos migraram para os de indivíduo. Hoje, o apelo a entender o complexo e o contraditório alheio, bem como de si próprio, é constante. Mas partir do discurso para a prática tornou-se uma tarefa homérica… 

About Renan Santos

It is clear that Renan Santos is the best-prepared candidate in the 2026 Brazilian elections, just as Ciro Gomes was in the previous two elections. The two share several traits: they are highly intelligent, present more concrete proposals, and—to varying degrees—represent a break from traditional politics. Unfortunately, Ciro Gomes was—and remains—too much of a leftist to demonstrate a freer, more sensible way of thinking without constantly paying homage to the cult of Marxism or even "modern" wokeism. Furthermore, he always cast himself as the "eternal best candidate," using language far too convoluted for the average Brazilian—or even for those with a more advanced grasp of complex texts and speech. The result? He swam all the way to shore only to drown right at the water's edge—twice. He ultimately proved more disappointing than he was promising as a rare, truly intelligent progressive politician with great proposals who was simply misunderstood.


Renan Santos is dangerously heading down the same dead-end path Ciro Gomes walked.


He got off on the wrong foot by opposing the end of the 6x1 work schedule. It is impossible to estimate just how many potential voters he lost—the damage could be significant. He looks more and more like a "right-wing Ciro," not just due to cognitive and psychological similarities, but also because he risks following the same trajectory: hope turning into disappointment. A major point in Renan's favor, however, is that—despite his high intelligence—he uses much more accessible language; he speaks not like an affected intellectual, but like a practical man.


Hopefully, he can rise above his current 10% standing to beat his right-wing rival—the ridiculous Flávio Bolsonaro—and make it to the runoff. It happened in Colombia. Every now and then, a political outsider manages to break through that barrier. The biggest current example is Donald Trump. The hardest part, of course, is for an outsider to survive within the system after winning the presidency. Yet, at this stage of the game—on the eve of the election season—an equally Herculean task for Renan will be breaking out of his "high-IQ" right-wing and non-leftist bubble to reach the average Brazilian right-winger, who remains deeply devoted to... Bolsonarism. Bolsonaro is all but finished. His children were never capable of even maintaining the same level of cheap yet effective populism that he adopted—and exploited—while an active politician and president... but there’s no harm in dreaming. It could happen here, too. Yet I also know that if Renan succeeds in these two feats, we will have to brace for one of two outcomes: either a civil war erupting more openly, or—much like in El Salvador—the emergence of a “$avior” figure like Bukele to douse the flames of chaos ignited by organized crime infiltration and official complicity...

Sobre Renan Santos

Está claro que Renan Santos é o candidato mais preparado nessas eleições, assim como foi Ciro Gomes nas últimas duas eleições. Os dois apresentam vários pontos em comum: são muito inteligentes; apresentam propostas mais objetivas e representam, em níveis relativamente variados, pontos de ruptura da política tradicional. Infelizmente, Ciro Gomes era, e continua sendo esquerdista demais para ter mostrado uma capacidade mais livre e sensata de pensamento, sem ter que ficar pagando tributo constante ao culto do marxismo ou mesmo ao wokeismo ‘moderno”. Além disso, ele sempre se prostrou na posição de: o eterno melhor candidato, apresentando um linguajar demasiado rebuscado para o público brasileiro médio, e mesmo para quem apresenta um nível mais desenvolvido de compreensão de textos ou falas complexas… resultado: ele nadou na praia e morreu duas vezes... Mostrou-se mais decepcionante por si mesmo do que como uma promessa rara de político progressista realmente inteligente com ótimas propostas, porém, mal compreendido. 


Renan Santos está perigosamente caminhando para o mesmo beco sem saída que o Ciro Gomes trilhou.

Começou mal quando colocou-se contra o fim da escala 6x1. O quanto que deve ter perdido de eleitores em potencial… não sei estimar o estrago, mas pode ter sido grande… Mais parece um “Ciro da direita”, não apenas por suas similaridades cognitivas e psicológicas, mas também com o risco de apresentar a mesma trajetória de esperança se transformando em decepção. Um ponto muito favorável ao Renan é que ele, ainda que muito inteligente, usa uma linguagem bem mais acessível, não de um intelectual afetado, mas de um homem prático. 

Que, dos 10% atuais, ele consiga superar seu adversário da direita, o ridículo Flávio Bolsonaro, e de seguir ao segundo turno. Aconteceu na Colômbia. Vire e mexe acontece, de um outsider da política tradicional conseguir furar a barreira. O maior exemplo de todos atualmente é o Donald Trump. O mais difícil ainda vai ser do outsider conseguir sobreviver dentro do sistema, quando vence uma eleição para presidente. Mas tão homérico quanto, pelo menos como está parecendo agora, nessa altura do campeonato, às vésperas do período eleitoral, é o Renan conseguir sair de sua bolha de alto QI de direita e de não-alinhados à esquerda, e conseguir alcançar o diireitista médio br ainda muito devotado ao bolsonarismo. Bolsonaro está quase morto. Seus filhos nunca foram capazes para, pelo menos, manter o mesmo nível de populismo barato porém eficiente que ele adotou e abusou enquanto político ativo e presidente… sonhar nunca é demais. Pode acontecer aqui também. Mas o que eu também sei é que, se Renan for bem sucedido nessas duas proezas, vamos ter que esperar por: uma guerra civil a caminho se deflagrar de maneira mais explícita, ou de, tal como em El Salvador, o “$alvador” Bukele aparecer para apagar o fogo do caos instaurado pela infiltração do crime organizado e da conivência das autoridades oficiais…

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

An example of pathological altruism on the Right: radical anti-abortionism

 I frequently encounter individuals—at least in certain debates and on specific topics—who are hysterical, emotionally driven, and consequently predominantly irrational, and who tend to identify as left-wing on the political-ideological spectrum. My years of debating on social media have led me to conclude that they are the most irrational group, given the frequency of these encounters. Yet, sporadically, the other side of this human cockfighting ring—orchestrated by the political class—also presents itself to me in a despicable light; this happens when I advocate for common sense, only for a similar horde of irrational, emotionally charged individuals to appear and defend absurdities that ought to be as obvious to any adult human being as they are to me and others who recognize them as such. Not to mention the personal attacks and other fallacies they often pass off as "arguments"... Of course, different topics tend to inflame different types of people. Perhaps "uber-capitalists" aren't as easily triggered by the topic of abortion—or at least no more so than traditionalists are. This very topic was addressed on Instagram by Nine Borges—a highly intelligent Brazilian influencer and academic—who took a completely radical stance against the practice. I have written about abortion before and reached a conclusion—which seems the only reasonable one when approaching the topic with impartiality, objectivity, and careful consideration—that although it is a drastic measure, it cannot be banned in every single instance or scenario; there are important exceptions where the pregnant woman's health, dignity, and autonomy must also be taken into account. Yet, even after making it clear that I acknowledge these important exceptions and am not advocating for the trivialization of abortion, a horde of emotionally charged anti-abortionists appeared to attack me and defend absurdities: the idea that if a woman is raped, she must carry a completely unwanted and traumatic pregnancy for nine months because "human life is sacred"; the idea that she must sacrifice herself emotionally, even though terminating the pregnancy in the early days, weeks, or months—which would be the ideal course of action for anyone guided by common sense—is an option. I also considered an even worse scenario: a hypothetical woman who is raped and becomes pregnant while in a relationship—with a boyfriend or husband—and who, according to anti-abortion "wisdom," would apparently be expected to tough it out for nine months in that situation. I believe this represents an extreme, almost impossible test of resilience for an ordinary couple. Another scenario where abortion might be the recommended course of action is when the pregnancy poses a high risk to the pregnant woman's life. Of course, a Caesarean section is an option. However, if the pregnancy proves so dangerous that even a C-section cannot resolve the issue, resorting to abortion at any stage of the pregnancy to save the woman's life remains a possibility. This is one of the most extreme scenarios, even though the ideal approach is for any recommended termination to take place during the early days, weeks, or months. Because, indeed, those on the right tend to be more correct in asserting that a woman's autonomy over her body ends or diminishes significantly once she becomes pregnant—since she is no longer alone, but carrying a budding human life in her womb—and that life begins at conception. Yet, because we do not live in an ideal world where preventive measures are always sufficient to avoid an unwanted pregnancy (not to be confused with an unplanned one), this "morally right" stance in theory does not align perfectly with what is "most right" in practice. Ideally, people would avoid pregnancy through preventive means, given that abortion is a last resort—used only when all other preventive measures fail or are inaccessible. However, after being exposed to the arguments of radical anti-abortionists, it became clear to me that they champion a stance akin to veganism or the generous welcoming of poor immigrants and refugees: a moral purism that disregards real-world contexts, even if it is theoretically more correct. It is precisely a form of "pathological altruism" or unrealistic idealism—except that, in this instance, the ones being sacrificed are women who are pregnant due to rape, those facing high-risk pregnancies, or those lacking the psychological, cognitive, or social means to sustain a pregnancy or assume the role of a mother...


I also find it "amusing"—in a grim sense—to see the hypocrisy of invoking the "sanctity of human life" to argue for an absolute ban on abortion, while radical anti-abortionists (who are typically right-wing) often appear completely indifferent to the suffering of that same "sacred human life" once it is "outside the womb." For example, they may defend or justify the exploitation of workers by capitalist business owners—such as in debates regarding the end of

6x1 schedule...


Even the—primarily leftist—appeal to the "social standpoint" fallacy is used by radical anti-abortionists, especially women (as I witnessed during my "immersive experience" in that group). This is actually quite amusing, given that if I—as a man—lack the "identity-based authority" to speak about reproductive rights and women's bodily autonomy, then an abortion advocate who has actually had an abortion would possess the exact same authority as an anti-abortionist...

Um exemplo de altruísmo patológico da direita: o anti-abortismo radical

Frequentemente, tenho me deparado com mais emocionados histéricos e, portanto, predominantemente irracionais, pelo menos em determinadas instâncias de debates e sobre certos tópicos, que tendem a se autodeclarar de esquerda no espectro político-ideológico. Minhas experiências ao longo de vários anos debatendo em redes sociais conclusivamente me levaram a pensá-los como os mais irracionais, por essa percepção de maior frequência... Porém, esporadicamente, é o outro lado da rinha de humanos/galos de briga, orquestrada pela classe política, que se apresenta de maneira desprezível para mim, de quando, mais uma vez, defendo pela sensatez, e uma mesma horda de emocionados irracionais aparece para defender absurdos que deveriam ser tão óbvios para qualquer ser humano adulto quanto são para mim e para outros que concordam que são absurdos. Sem falar dos ataques pessoais, dentre outras falácias que costumam usar como "argumentos"... Claro que tópicos diferentes tendem a inflamar tipos diferentes. Talvez, ubercapitalistas não tenham tanto gatilho sobre o tópico do aborto, não mais do que tradicionalistas... Justamente esse, que foi abordado por Nine Borges em sua página no Instagram, uma influenciadora e acadêmica brasileira altamente inteligente, no sentido de fazê-lo, mas se posicionando, de maneira completamente radical, contra a prática. Eu já escrevi sobre aborto e já cheguei à conclusão, que parece ser a única cabível, quando se aborda esse tema com imparcialidade, objetividade e ponderação: de que, apesar de ser, ele mesmo, uma prática radical, não pode ser proibido sob todas as instâncias ou cenários, salvando exceções importantes em que a saúde, a dignidade e a autonomia da mulher gestante também devem ser levadas em conta... Então, mesmo eu deixando claro que existem essas exceções importantes, mas que não estou defendendo pela banalização do aborto, essa horda de emocionados anti-abortistas apareceu para me atacar e defender absurdos: de que, se uma mulher for estuprada, ela deve sustentar uma gravidez completamente indesejada e traumática por nove meses, porque "a vida humana é sagrada"... De que ela deve se sacrificar emocionalmente, mesmo com a possibilidade de interromper a gestação nos primeiros dias, semanas ou meses, que seria o ideal, indiscutível para quem sempre busca se ater ao bom senso. Eu ainda pensei em um cenário ainda pior em que essa mulher hipotética, que é estuprada e engravida, está em um relacionamento: com namorado ou esposo, e que, pelo que parece, segundo a "sabedoria" anti-abortista, deveriam aguentar firmes nove meses nesta situação... Eu penso que se trata de um teste extremo, quase impossível, de resiliência para um casal comum... Outros cenários em que o aborto pode ser mais recomendável, é quando a gravidez mostra-se de alto risco à vida da gestante. Claro que existe a via do parto por cesariana. Mas, caso a gravidez mostrar-se muito perigosa, em que, nem mesmo uma cesária poderia resolver, ainda seria possível apelar para o aborto em qualquer etapa da gestação para salvar a vida da gestante. É um dos cenários mais extremos, se o ideal mesmo é que qualquer interrupção recomendada aconteça nos primeiros dias, semanas ou meses. Porque sim, os de direita costumam estar mais certos que: a autonomia da mulher sobre o seu corpo termina ou diminui significativamente quando engravida, porque não é mais ela sozinha, se passa a carregar um broto de vida humana em seu ventre. E que a vida começa na concepção... Ainda assim, porque não vivemos em cenários ideais em que medidas preventivas são suficientes para evitar uma gravidez indesejada (não confundir com "não-planejada"), esse "moralmente certo", na teoria, não se alinha perfeitamente com o "mais certo" na prática. Se o ideal seria que as pessoas evitassem a gravidez por vias preventivas, já que o aborto é a última opção, quando todas as outras medidas preventivas não funcionam ou não são acessadas. No entanto, ficou claro para mim depois de ser exposto aos argumentos dos anti-abortistas radicais que, eles defendem algo parecido ao veganismo e à recepção generosa de imigrantes pobres ou em situação de refugiado: um purismo moral que despreza contextos reais, mesmo estando mais certo na teoria. Exatamente como uma espécie de "altruísmo patológico", de um idealismo irrealista, só que os sacrificados desta vez são as mulheres grávidas por estupro, passando por uma gravidez de risco ou sem condições psicológicas, cognitivas ou sociais para sustentá-la, ou assumir o papel de mãe...


Também acho "divertido" a hipocrisia de apelarem para a "sacralidade da vida humana" em defesa pela proibição absoluta do aborto enquanto parece comum que, anti-abortistas radicais, por serem tipicamente de direita, sejam completamente indiferentes ao sofrimento da mesma "vida humana e sagrada" quando está "fora do ventre", por exemplo, defendendo ou justificando a exploração de trabalhadores por empresários capitalistas, tal como na discussão sobre o fim da escala 6x1... 

Até mesmo o apelo, primariamente esquerdista, à falácia do "lugar de fala" é usado por anti-abortistas radicais, especialmente por mulheres, como eu vi em minha "experiência imersiva" nesse grupo, o que não deixa de ser engraçado, já que, se eu, por ser homem, não "tenho autoridade identitária" para falar sobre direitos reprodutivos e autonomia corporal da mulher, então, pelo menos uma abortista que já abortou teria a mesmíssima autoridade que uma anti-abortista...

I hate everything they are doing

But I despise even more those who believe their lies; those who sold themselves, body and soul...


If we belong to the same race and the same species, we exist in such distinct categories... much like a bacterium is to a mammal, or a dog is to a human being...


Our greatest difference lies in the most fundamental aspect: the act of perceiving—the moment prior to action itself... Of sensing, smelling, seeing, listening... And from there, moving to the cognition that understands and communicates through symbols, reaching the advanced stage where the mind hones its ability to anchor itself in what matters most: from the ultimate to the mundane, from the now to the tomorrow... in such a way that body and soul cease to be alienated from one another, morality and knowledge stop vying for territory, and the capacity to perceive a truth becomes as clear as recognizing a lie—free from ideologies shaping the paths of thought and judgment. Free from sentimentality and selective hysteria...


But it would be easier if they resembled a different species. If they had three eyes and little antennae. Or at least eight fingers on each hand and foot instead of five...


Could it be that I am an (((aspirant)))??


I do not stand with the crowd that feeds on their lies, amidst walls of distraction and lamentation... I am more like them, even though I disagree with their methods in every conceivable way... And it might be easier if I sought them out and helped myself from a position of height, rather than continuing to look up from below.

Eu odeio tudo isso que estão fazendo

 Mas desprezo mais ainda quem acredita em suas mentiras; quem se vendeu de corpo e alma... 


Se pertencemos à mesma raça e também à mesma espécie, somos de categorias tão distintas... tal como uma bactéria está para um mamífero e um cão está para um ser humano...

Nossa maior diferença está no mais básico: no ato de perceber, de antes da própria ação... De sentir, cheirar, ver, escutar... E daí para a cognição que entende e se comunica por símbolos, até ao estágio mais avançado em que a mente aprimora sua capacidade de se firmar no mais importante: do derradeiro ao cotidiano, do agora ao amanhã... de tal modo que, corpo e alma deixam de se alienar, e a moral e o conhecimento deixam de disputar espaços, e a capacidade de perceber uma verdade se torna tão nítida quanto a de reconhecer uma mentira, sem ideologias moldando caminhos de pensamento e julgamento. Sem sentimentalismos e histerias seletivas... 

Mas seria mais fácil se parecessem com outra espécie. Se tivessem três olhos e anteninhas. Ou pelo menos oito dedos em cada pé e em cada mão ao invés de cinco...

Será que sou um (((aspirante)))??

Não estou junto à multidão que se alimenta com suas mentiras, ao lado de muros de distração, de lamentações... Sou mais como eles, ainda que discorde dos seus métodos em gênero, número e grau... E poderia ser mais fácil se os buscasse, e me servisse do alto, ao invés de continuar olhando de baixo.