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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023

Sobre racismo e outras palavras ou termos abstratos

 Antes de tudo, é preciso entender que o racismo, assim como qualquer outra palavra de natureza abstrata, também consiste em uma invenção da imaginação humana¹ e, por isso, pode ser determinada de maneira moralmente positiva, neutra ou negativa. Por exemplo, eu posso definir racismo como o estudo das raças, ao invés de endossar o conceito vigente sobre essa palavra, de ser um pensamento ou comportamento especificamente ignorante à questão racial. Mas é exatamente por causa do seu grande potencial de diversidade de definição, por sua natureza primariamente opaca ou vaga, que deve-se buscar pela definição mais objetiva, coerente e universal possível (que eu tentei contribuir, racismo como uma generalização por atribuição de causalidade às correlações existentes entre raça e comportamento, aqui, excluindo preferência estética*, menos quando é expressada a partir de ofensas e sem justa causa ou sem ser por autodefesa. De qualquer maneira, em um sentido mais primitivo, racismo pode ser entendido como uma ênfase excessiva na raça que, inclusive, teria como desdobramento mais direto justamente a generalização por causalidade entre raça ou etnia e comportamentos), até para que seja aplicada com clareza e justiça (em contraste ao que tem acontecido, em que, graças à capacidade que, parece inata, das esquerdas de estarem sempre entrando em contradição e com frequência julgando com injustiça quando pensam que fazem o oposto).


¹ Mas também é importante saber que, nem toda palavra de natureza abstrata que é puramente imaginária. Por exemplo, as emoções, especialmente as mais básicas. E mesmo termos, como racismo ou ofensa, não são totalmente imaginários no sentido de inventados do nada, como se fossem apenas fictícios, porque ainda são delineações de comportamentos identificáveis ou repetitivos. Então, no caso do racismo, este seria uma variante do tribalismo, um tipo de ofensa ou violência de natureza tribal, verificável inclusive entre outras populações de uma mesma espécie, além da humana (sem falar do especismo). Portanto, a palavra racismo pode se referir tanto a um comportamento ou pensamento moralmente reprovável quanto à qualquer outra coisa, de nome de movimento político a campo de estudo, como foi exemplificado acima. Mas a expressão não-imaginária do que habituamos a chamar de racismo não é apenas produto da nossa imaginação, por ser uma possível causa ou justificativa para o comportamento tribal, de exclusão de forasteiros.


* Geralmente, ofensas ou atitudes desrespeitosas e específicas a certo grupo estão implícita ou explicitamente relacionadas com generalizações por causalidade, por exemplo, de considerar todos, a maioria ou qualquer indivíduo da raça x como propensos ao crime ou violento, apenas por pertencerem à raça x e isso também consistindo em uma inverdade, sim, porque não seria racismo se fosse verdade, mas sempre quando se estabelece uma relação de causalidade entre fenótipo racial e comportamento). 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

A religião é tal como a infância, mas não exatamente no bom sentido

 Porque tal como uma criança, o religioso não chega a desenvolver ou consolidar sua consciência sobre a morte, porque não acredita na muito provável realidade da finitude da vida. 


Também como uma criança, ele sente uma grande necessidade de ter uma autoridade absoluta ou um pai, como Deus, para obedecer e/ou para se sentir amparado.

Ainda, como uma criança, ele pensa que o mundo gira em torno de si mesmo e é por isso que abraça narrativas antropocêntricas, típicas das crenças religiosas. 

Enfim, tal como uma criança, ele é governado mais por sua imaginação do que por sua razão. 

Sobre racismo e outras palavras ou termos abstratos

 Antes de tudo, é preciso entender que o racismo, assim como qualquer outra palavra de natureza abstrata, consiste em uma invenção da imaginação humana e, por isso, pode ser determinada de maneira moralmente positiva, neutra ou negativa. Por exemplo, eu posso definir racismo como o estudo das raças, ao invés de endossar o conceito vigente sobre essa palavra, de ser um pensamento ou comportamento especificamente ignorante à questão racial. Mas é exatamente por causa do seu grande potencial de diversidade de definição, por sua natureza primariamente opaca ou vaga, que deve-se buscar pela definição mais objetiva, coerente e universal possível (que eu tentei contribuir, racismo como uma atribuição de generalização por causalidade às correlações existentes entre raça e comportamento, aqui, excluindo preferência estética*, menos quando é expressada a partir de ofensas e sem justa causa ou sem ser como autodefesa. De qualquer maneira, em um sentido mais primitivo, racismo pode ser entendido como uma ênfase excessiva na raça que, inclusive, teria como desdobramento mais direto justamente a atribuição de generalização por causalidade entre raça ou etnia e comportamentos), até para que seja aplicada com clareza e justiça (em contraste ao que tem acontecido, em que, graças à capacidade que, parece inata, das esquerdas de estarem sempre entrando em contradição e com frequência julgando com injustiça quando pensam que fazem o oposto). 


* Geralmente, ofensas ou atitudes desrespeitosas e específicas a certo grupo estão implícita ou explicitamente relacionadas com generalizações por causalidade, por exemplo, de considerar todos, a maioria ou qualquer indivíduo da raça x como propensos ao crime ou violento, apenas por pertencerem à raça x e isso também consistindo em uma inverdade, sim, porque não seria racismo se fosse verdade, mas sempre quando se estabelece uma relação de causalidade entre fenótipo racial e comportamento). 

Se não fosse

 Se não fosse pela medicina moderna, se não fosse a cesariana eu não teria nascido, não teria existido, não estaria aqui para testemunhar o absurdo e o absoluto mundo finito, de dentro da minha pequena nave de subjetividade. Das estrelas, não teria me tornado um amante. Das tristezas, compreensivo. Não seria mais um rio. Mais uma vida que morre enquanto vive. Mais uma consciência que dorme e sonha. Mais um melancólico que se ilude e engana.


domingo, 5 de fevereiro de 2023

Pink Floyd faz parte da minha religião

 Quando eu rezo para que o vento circule o meu espírito inquieto. Quando eu quero ouvir os hinos que eu escolhi seguir. Us and them, Wish you were here... Quando eu penso no céu como parte da minha existência. Quando eu penso nos meus sonhos que nunca se realizarão. Eu clamo pelo Pink Floyd e a tristeza se funde à alegria, as memórias ao presente, o imaginário ao real, a banda de desconhecidos ao meu mais profundo sentimento, a alucinação de me perder em uma música à consciência do que significa para mim. É conclusivo!!

O que indivíduos extremamente folgados têm??

 São indivíduos espaçosos, que tendem a desprezar o que acontece ou quem está ao seu redor ou perto, agindo como se estivessem sozinhos e, então, de maneira inconveniente, mal educada e até egoísta. 


O que é isso?? Egoísmo puro e simples ou uma espécie de deficiência mental específica?? De algo que não é proposital??  Ou será que deve existir os que são folgados por falta de consideração ao outro e os que têm um déficit de atenção crônico e específico à percepção do outro?? 

Crônicas do telebosta 2000, aula de história: "A Rússia invadiu a Ucrânia para desnazificá-la"

 A Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022 para acabar com o governo nazista do presidente e comediante Zelensky, um judeu admirador de Hitler e neto de sobreviventes do holocausto nas horas vagas. 


Putin, que adora gays, respeita mulheres, gostaria de ser negro e é um vegano não-praticante, só quer libertar aquele pedaço da Rússia das garras maléficas... do progresso ou de, ao menos, não continuar servindo como um fundo de quintal para Moscou, ops... do malvado Ocidente que quer destruir países não-malvados como Irã e China. 

Ou o Ocidente/EUA que é mal ou o Oriente, eis a questão...

Mas como eu sou teimoso, eu escolhi esse daqui...

Pronto. 

Os EUA é o único mal do mundo, porque o inimigo do meu inimigo é o meu amigo, mesmo que mantenha mulheres em cárcere privado, condene e enforque gays e mate civis ucranianos neonazistas à paisana. 

Eu, que estou muito acima das massas de acéfalos não-marxistas, bebo direto da fonte da única verdade, apesar de ser relativa e subjetiva, do DCM(dcmeme) e do 247, porque o resto é mídia corporativa e manipulada. 

Até o Lula "o amor venceu" tá do lado da verdade, quer dizer, do Putin...

Por que eu discordaria do grande líder Luís Inácio????

Portanto, se o exército russo invadiu um país soberano e começou a matar a rodo, de cachorro a gente, é porque eles têm uma razão nobre: salvar seus irmãos eslavos ucranianos de fazer parte da OTAN e até de poder entrar na União Europeia, isto é, de se tornarem nazistas, já que na Rússia, nazismo está totalmente proibido... além, claro, de salvá-los do satanismo LGBTQIAP666. 

Assim, quando mais da metade da Ucrânia voltar a ser parte da Rússia e for incorporada aos seus 17 milhões de km² ou mesmo se esse país "de mentira" desaparecer, se tornando russo por direito (da Rússia), o espectro do nazismo finalmente será eliminado... ou tal como acontece com as populações da Europa Centro-oriental que ficaram atrás da cortina de ferro por meio século, muitos ucranianos passarem a ver a "esquerda", especialmente a marxista, como inimiga, isto é, agindo como "reacionários"... e sem qualquer razão... 

(Obs: OTAN não é santa, nem a UE, nem a "América", nem globalistas e esquerdistas burgueses são alecrins dourados. Mas essa cretinice pró-Rússia por muitos autodeclarados esquerdistas-marxistas é de cair o queijo do cool e merece uma ridicularização extra).