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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Mais um lugar onde a raça (também) é uma construção social



Quem é da Romenia e quem é de Porto Rico** (ou da Espanha*)

No ano de 2004 me deparei acidentalmente com a exibição da ginasta romena Catalina Ponor durante as olimpíadas de Atenas. 

Depois de um período sem ter meios para acompanhar o esporte a não ser pelas poucas  vezes em que a tv brasileira transmitia algum evento ginástico, tive o "prazer" de ver Catalina novamente. A sua beleza tão familiar, tão brasileira 
e o seu grande talento mais uma vez me impressionaram.    

Antes, esta familiaridade não era percebida até que de acordo com que fui expandindo timidamente o meu resumido e superficial conhecimento em antropologia racial, passei a prestar maior atenção a aparência física de outras ginastas romenas, especialmente durante as olimpíadas de Londres, em 2012, e sobre como que muitas vezes a máxima esquerdista "a raça é uma construção social" pode ter nexo com a realidade.



A ginasta romena Diana Bulimar

E a realidade romena (os Bálcãs em geral) nos mostra que de fato, nas fronteiras entre grupos humanos distintos porém histórica e geograficamente relacionados, os fatores sociais poderão falar mais alto do que uma simples identificação literal racial

O caso de Catalina é perfeito justamente por ser muito bonita e ao mesmo tempo de aparência exótica, especialmente para os padrões europeus. Se tivesse nascido na América Latina, Ponor teria passado desapercebida dentro da paisagem humana predominante desta região, menos por sua beleza.

E eu não duvidaria se ela, assim como muitos outros romenos, não tivesse alguma "gota de sangue cigana", já que a Romênia é o país com a maior população de ciganos de todo mundo. Pelo que parece (ou, pelo que é) a maioria dos roma  são como desastres ambulantes, por apresentarem uma constância de comportamentos anti-sociais que como sempre são, muito asquerosos, uma cultura primitiva ainda que popularmente mística ( com a sua música muito apreciada) e para finalizar, uma muito baixa inteligência (média ou coletiva) e com a sua disfuncionalidade ampliada por causa da inconveniente combinação com extroversão sem limites, que consiga suprir o mínimo de decência ou higiene dentro de suas comunidades.  Características muito negativas mais uma relativa-a- grande divergência inter-grupal tende a provocar uma mútua rejeição entre os envolvidos. Mas apesar desta realidade muito lógica que parece ter acontecido e acontecer na Romênia, sempre existirão exceções e podemos esperar que alguma troca de genes possa ter ocorrido entre romenos e ciganos, desde que os primeiros deles fixaram moradia naquela região, produzindo tipos como o de Catalina Ponor. Também é ou pode ser esperado que a mistura tenha tido maior impacto entre os ciganos do que entre os romenos.

Os mais inteligentes e civilizados  dos ciganos deixam as suas comunidades para viver com quem eles compartilham muito mais semelhanças culturais e ou psicológicas, como os romenos étnicos. Será??

  A aceitação e/ou a "nacionalização" de  mestiços de ciganos e romenos, como pode vir a ser o caso de Ponor, é uma (possível) prova contundente quanto ao aspecto social e portanto subjetivo da identidade racial entre os seres humanos. Ainda que muitos romenos, principalmente os de origens alemã e húngara, possam suspeitar de sua aparência, não parece e não é de meu conhecimento que Catalina sofra ou tenha sofrido qualquer tipo de rejeição sistemática e especialmente por parte dos romenos étnicos, isto se já não tiver sido considerada como tal. O comportamento "normal" de Catalina se comparado com o show de horrores habitual dos roma, a sua beleza (traços suaves e mais "europeus"), pele mais clara, talento e a comprovação final deste via fama internacional são aspectos mais do que relevantes para que os seus compatriotas a considerem como uma romena, ;)

Onde a raça é mais misturada, apenas uma "pureza de aparência fenotípica" não será suficiente para se aceitar que certo indivíduo possa fazer parte do grupo racial e/ou étnico.




As diferenças fenotípicas entre as ginastas romenas Larisa Iordache e Catalina Ponor são de fato muito pequenas, ainda que a segunda continue a olhar mais ''exótico'', comparativamente falando.

E é claro que esta realidade será invariavelmente comum e geograficamente difusa em muitos outros recantos do mundo, desde os mais óbvios como o Brasil....





A belíssima Aline Riscado. Será que ela poderia passar por romena** 

... dos relativamente intermediários, como a Bielorrússia ...



A linda ex-ginasta veterana da Bielorrússia, Svetlana Bogynskaya, ''eslava'' ou ''centro-asiática'' **






Até aos lugares (considerados) mais improváveis como a Noruega.



O campeão mundial de xadrez, Magnus Carlsen, e sua aparencia pra lá de ''nórdica''.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Por que eu nunca gostei do Brasil??? Espírito e aparência cigana... E nada de misticismo



" O povo brasileiro é dos mais belos (e cordiais) do mundo"

E eu que pensei que a beleza fosse totalmente relativa. Se a beleza está nos olhos de quem vê então por que a "mídia" tem tentado nos empurrar goela abaixo que apesar desta máxima, os brasileiros, por serem esta linda mistura de genes, são os mais bonitos?? 

É claro que existem pessoas bonitas no Brasil mas o brasileiro médio parece estar longe de portar boa figura até porque ele será similar em média a um cigano roma do leste europeu!!!!!!!!


 Eu não sei se você já teve o desprazer de conhecer mesmo que pela tela da televisão alguma comunidade de ciganos roma. Pois bem, se não, preparem-se para um show de horrores porque eles costumam ser muito brutos, em todos os aspectos. É claro que existem pessoas que fogem a regra, e a pobreza, que eles mesmos produzem, contribui para torna-los (em média) muito mal apresentáveis. Mas muito também por causa do excesso de mistura racial (mais um combo de baixa inteligencia e possível endogamia) entre eles que se produziu uma população muito esteticamente caótica, não apenas a nível individual mas também a nível coletivo, que chega a causar poluição visual e ardência nos olhos.

A brutalidade do modo de ser, em aspecto físico e em comportamento dos ciganos roma se assemelha e muito com o espírito mundano, de extremo mal gosto e torpe do "brasileiro médio". A mesma falta de consistência fenotipica, a aparência caótica que tanto caracterizam as duas populações, e a mesma crueza transcendental, caracterizada pela predominância de uma extrema extroversão catártica, fria e desequilibrada, que não vê beleza na vida de uma maneira detalhista, sábia, pois vive de maneira absolutamente histriônica e sem consciência dos seus atos.


 O mesmo jeito de falar alto, sempre com um sorriso no rosto, como se os músculos da face estivessem atrofiados e os dentes a mostra, ou muito brancos ou de ouro, fossem inevitáveis, o mesmo jeito de "animal", de humano que foi isolado do convívio social e passou anos sob os cuidados de raposas, a mesma malemolência, a mesma esperteza fugaz, vivendo de pequenos golpes, o mesmo "jeitinho" que justifica o subdesenvolvimento, uma rispidez e orgulho extremos, mesmo sem ter qualquer razão para tê-lo. 

Aquele povo nômade, místico e musical só parece existir mesmo na literatura e na música porque no mundo real, os ciganos roma parecem ter saído de uma lage mais próxima de você

Justiça seja feita, porque nem todo o brasileiro médio que se assemelhará com os ciganos roma. Especialmente nas áreas mais desenvolvidas do país que a "ciganidade" brasileira será menos prevalente, sem precisar se aprofundar sobre a intensidade desta ''marca cigana'' de incompetência, completo desleixo e brutalidade comportamental... do tipo ''deixe a vida me levar''.


O extremo desrespeito (extroversão) com praticamente tudo aquilo que é precioso para se ter zelo em conluio com uma cultura porca, primitiva e hipócrita ... eu poderia estar falando tanto do brasileiro  quanto do cigano europeu médio(s).