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terça-feira, 19 de agosto de 2025

My hypothesis to explain why today's adults look much younger than adults from decades ago

 Especially the "millennial" generation


Too many chronologically "youngest"??


The perception that today's adults, especially those between 30 and 50, look much younger than their parents and grandparents did at the same age has become quite popular. But if this isn't just an exaggerated impression, then what could be causing this change?


The "media" loves to list changes in habits or culture as the main causes. For example, the way we dress, eat, and other health-related habits would largely explain why today's adults look much younger than adults from 3 or 4 decades ago... Even if these factors have some influence, these differences begin with the very facial structure of today's adults compared to those of the past. An explanation limited to cultural generational differences may not be sufficient, as it could also be a biological phenomenon.


But what would that be?


I bet it's related to the demographic transition and also to cultural habits, but with intergenerational biological effects. I'll explain...


Over the last four or five decades, in many Western countries and some in the East, people have started having fewer children. So, firstly, there has been a reduction in the size of new generations. Secondly, which I consider the most important in my hypothesis, is that, in addition to having fewer children, people also started having them later, starting in their 30s. This is related to the increased mutational load in the human body, as we accumulate more mutations throughout our lives, that is, we age... And since older parents are more mutant, they would be more likely to experience a relative decline in the quality of their reproductive material, sperm, and eggs, resulting in more mutant children (??). But that's not the point, because it may be that youngest children tend to be more neotenic, retaining more childhood traits, both in terms of appearance and behavior. So, with people having fewer children and later, phenotypically "youngest" children, or children born to older parents, would have become more common demographically, including biological characteristics that are perhaps more common in this group. Which, on the one hand, could be a good thing: appearing younger than one's age, but on the other, it could be associated with certain behaviors considered common in new generations, especially adults aged 30 to 50, or "millennials," and not widely appreciated: such as "laziness," individualism, and a more deeply rooted attachment to childhood... a result of their (our?) own "underdeveloped" biologies?? As if we were human "tadpoles" that never quite reach "normal" or "complete" development??


It may also be related to an increase in disorders and diseases due to the increased accumulation of mutations over recent generations. This would explain why there have been more cases of young adults becoming ill and even dying (?).


In any case, unhealthy and assiduously practiced habits, such as smoking and drinking from an early age, having a poor diet, or constant exposure to the sun without any protection, may also have contributed to the premature aging (?) of young adults in previous generations, and new generations have only partially or predominantly reduced the practice of these habits...


Finally, in addition to the factors mentioned, as well as the one I considered the most important for my hypothesis, others could also be considered, such as the prevalence of assortative relationships, in which people are freer today to choose their mates according to their tastes. This, in turn, may have contributed to greater selective pressure for neotenic traits, perhaps associated with more robust sexual selection. (Not just a matter of appearing younger, but also of presenting a more "aesthetically pleasing" appearance.) If, in the past, arranged relationships were much more common and may have contributed to a greater randomness of biological makeup...


But is this supposed or possible phenomenon will it continue to manifest itself in younger generations?


Perhaps not so much, if according to my hypothesis, this tendency to appear younger among "millennials", besides being the effect of a period or demographic transition in which there was an abundance (more in the sense of relative proportion than absolute increase) of "chronologically youngest" children, is also a specific period in the dynamics of intergenerational mutation accumulation, in which the new generations, children of "millennials" and "zoomers" (Generation Z: born between 1994 and 2005ish), would be inheriting/an even greater mutational load, if they are already children of a majority who were born to older parents. So, this possible factor may be contributing to undoing this "spell" of "extended youth" (by appearance) among the youngest, although those who look younger for their age will continue to be relatively more common than in relation to generations much older than them.

Minha hipótese para explicar por que os adultos de hoje parecem muito mais jovens que os adultos de décadas atrás

 Especialmente a geração "millenial"


Excesso de cronologicamente "caçulas"?? 

Já se tornou bastante popular a percepção de que os adultos de hoje, especialmente os que têm entre 30 e 50 anos, parecem muito mais jovens em aparência do que seus pais e avós na mesma idade. Mas se não é apenas uma impressão exagerada, então, o que estaria causando essa mudança?? 

A "mídia" adora elencar como causas principais as mudanças nos hábitos ou na cultura. Por exemplo, o modo de se vestir, de se alimentar e outros hábitos relacionados com a saúde, explicariam em boa parte por que os adultos de hoje aparentam ser muito mais jovens que os adultos de 3, 4 décadas atrás... Pois mesmo que esses fatores tenham alguma influência, essas diferenças começam pela própria estrutura facial dos adultos de hoje em comparação aos de antigamente. Pois uma explicação que se limita às diferenças culturais de gerações pode não ser suficiente, se também pode se tratar de um fenômeno biológico. 

Mas qual seria?? 

Eu aposto que está relacionado com a transição demográfica e também com hábitos culturais, mas que têm efeitos biológicos intergeracionais. Eu vou explicar...

Ao longo das últimas 4 ou 5 décadas, em muitos países ocidentais e em alguns no oriente, as pessoas começaram a ter menos filhos. Então, primeiramente, houve uma redução do tamanho das novas gerações. Segundo, que considero o mais importante na minha hipótese, é de que, além de terem poucos filhos, as pessoas também passaram a tê-los mais tarde, a partir dos 30 anos, que está relacionado com aumento da carga mutacional no corpo humano, se vamos acumulando mais mutações ao longo de nossas vidas, isto é, envelhecendo... E como os pais mais velhos são mais mutantes, estariam mais propensos a apresentar uma queda relativa na qualidade do seu material reprodutivo, espermatozóides e óvulos, resultando em filhos mais mutantes (??). Mas o pulo do gato ainda não é esse, porque, pode ser que filhos caçulas tendam a ser mais neotênicos, por reterem mais traços da infância, tanto em termos de aparência quanto de comportamento. Então, com as pessoas tendo poucos filhos e mais tarde, fenotipicamente "caçulas", ou filhos que nascem de pais mais velhos, teriam se tornado mais comuns, demograficamente, incluindo as características biológicas que, talvez, sejam mais comuns nesse grupo. O que por um lado pode ser uma coisa boa: aparentar ser mais novo do que é, mas por outro, pode estar associado a certos comportamentos considerados comuns nas novas gerações, especialmente os adultos de 30 a 50 anos, ou "millenials", e não muito apreciados: como a "preguiça", o individualismo e um apego mais arraigado à infância... resultado de suas (nossas??) próprias biologias "subdesenvolvidas"?? Como se fôssemos "girinos" humanos que não chegam a apresentar um desenvolvimento "normal' ou "completo'?? 

Também pode estar relacionado com um aumento de transtornos e doenças, por causa do aumento da acumulação de mutações ao longo das últimas gerações. Isso explicaria por que tem aparecido mais casos de jovens adultos adoecendo e até vindo a óbito (?).

De qualquer maneira, hábitos pouco saudáveis e praticados assiduamente, como fumar e beber desde cedo, ter uma alimentação ruim ou se expor ao sol de maneira constante e sem qualquer proteção, também podem ter contribuído para o envelhecimento precoce (?) dos adultos jovens das gerações anteriores e as novas gerações apenas diminuíram parcial a predominantemente a prática desses hábitos... 

Por fim, além dos fatores citados, bem como daquele que eu coloquei como o mais importante para a minha hipótese, outros também poderiam ser pensados, tal como o predomínio dos relacionamentos assortativos, em que as pessoas estão mais livres, hoje em dia, para escolher seus cônjuges de acordo com os seus gostos e que, por sua vez, pode ter contribuído para uma maior pressão seletiva para traços neotênicos, talvez associado com uma seleção sexual mais robusta?? (Não apenas uma questão de aparentar ser mais novo, mas também de apresentar uma aparência mais "esteticamente agradável"). Se, antes, relacionamentos arranjados eram bem mais comuns e pode ser que contribuíam para uma maior aleatoriedade de constituição biológica...

Mas esse suposto ou possível fenômeno é permanente ou continuará a se manifestar nas gerações mais novas?? 

Pode ser que, não tanto, se de acordo com a minha hipótese, essa tendência de aparentar ser mais jovem entre os "millenials", além de ser o efeito de um recorte ou período da transição demográfica em que houve uma abundância (mais no sentido de proporção relativa do que aumento absoluto) de "cronologicamente caçulas", também é um recorte de um período específico da dinâmica de acúmulo intergeracional de mutações, em que as novas gerações, filhas de "millenials" e "zoomers" (geração Z: nascidos entre 1994 e 2005~), estariam herdando um acúmulo ainda maior de mutações, se já são filhos de uma maioria que nasceu de pais mais velhos. Então, esse possível fator pode estar contribuindo para desfazer esse "feitiço" da "juventude estendida" (pela aparência) entre os mais jovens, ainda que aqueles com aparência mais jovem pra sua idade continuarão relativamente mais comuns do que em relação às gerações muito mais velhas que eles.