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quinta-feira, 31 de março de 2016

Testes cognitivos são testes mentais, parte 2,3 ou 4 .... ''Qi comprova as diferenças raciais médias em 'inteligência' ''



Qualquer teste de natureza ou ênfase puramente cognitiva é muito provável de ter os mesmos resultados... 

EM MÉDIA, é muito provável que um número desproporcional de negros se sairá pior para qualquer atividade cognitiva que for relativamente exigente, desde a compreensão de brincadeiras complexas (para a faixa etária apropriada e com as diferenças heterogêneas de maturação cerebral devidamente homogeneizadas) até a execução de tarefas técnico-cognitivas (leia-se, os negros tendem a ser menos robóticos neste aspecto, eu também sou assim, rsrs)


O negro médio (50%, em condições estatísticas ideais ou padrão), no Brasil, nos EUA, no Caribe ou no Reino Unido, não será capaz de passar para a universidade de maneira ''natural'' porque é preciso ter 

- um perfil de inteligência cognitiva (vulgo, cognição) com um qi de no mínimo 100,

- características psicológicas favoráveis como ''conscienciosidade'', ''estabilidade emocional'',  ''motivação intrínseca específica'' (relacionada com as próprias características bio-cognitivas),

- condições sócio-econômicas favoráveis como fatores ambientais aditivos que possam ter alguma influência favorável para esta situação.

As escolas ocidentais, em sua maioria, estão projetadas para atender á crianças e adolescentes de inteligência técnica ou cognitiva que seja no mínimo relativamente complexa (isto é, média 100 e acima) e de perfil mais ou menos simétrico. 

As universidades ocidentais por sua vez tendem a apresentar pontos de corte de no mínimo ''100 de qi geral''. 

Para aprender qualquer tarefa cognitiva relativamente complexa é necessário ter ao menos uma inteligência cognitiva apta para o rápido e preciso entendimento ou compreensão. 

Novamente, os testes cognitivos são os testes ou joguinhos mentais mais completos que existem, mas ainda serão ''apenas' joguinhos mentais. 

Quem aprende fácil uma brincadeira (cognitiva, de preferência) quando se é criança é provável que aprenderá igualmente rápido na memorização e replicação de certas atividades técnicas quando se tornar um adulto.



 Mas e para o pensamento crítico, analítico, holístico ou específico e com a finalidade uber-necessária da real prática filosófica****




segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Qi é o jogo mental mais completo que existe ... ainda assim um jogo mental



 Mesmo alguns jogos de sorte podem ser usados como ''testes cognitivos'', quase tudo aquilo que fazemos, pode ser mensurado, hierarquizado. Jogar buraco com o seu avô, ou pedra-papel-tesoura com os seus colegas de escola ou do bairro, ou o nobre jogo de xadrez, todos podem ser usados como ''jogos mentais'' e relacionados com nossas capacidades cognitivas a partir de uma abordagem psicométrica. Mesmo este embate entre os que louvam o deus-qi, em relação aqueles que querem vê-lo pelas costas, e até os mais sapientes, que por lógica intuitiva, lhe proverão o seu peso mais coerente. Sabem que não é nem 8 nem 80, nem pés congelados nem queimando as suas solas. Podem entender que extremismos são sempre extremismos e nunca a verdade e que isto já se consiste numa forma de amar a sabedoria, de lhe prestar cumplicidade. Os testes cognitivos são assim, uma evolução natural, quase eugênica, de todos os outros jogos mentais. Apesar de sua superioridade arrasadora, ainda continua sendo inodora ao olfato da precisão, semântica ou conceitual, que agasalha como roupa perfeita o mundo real, se justapondo, compondo músculos ou barriga por fazer, de uma quase relação causal, de cônjuge, em seu ato mais carnal, mais uno, ser o ser, espelhar perfeito, o espelho incomum onde não se vê direito onde é esquerdo, esta é a causalidade total, o transcrever aquilo que se vê, que se toca, que se espia em todos os poros. Como um teste ou jogo mental, o qi é fenomenal. Para o mundo não-ideal, isto é, de pés fincados no chão de terra úmida, o qi não é suficiente para funcionar como uma roupa perfeita, causal à realidade da inteligencia e sua diversidade intimista. Seu número é pequeno demais, sobram banhas e indecência. Se fosse um sapato, os dedos seriam esmagados por dentro ou salteariam folgados do lado de fora, querendo respirar por suas unhas-brânquias. Qi, é em sua incompetencia de não ser mais do que um jogo mental, muito mais abrangente para a sua classe, mas ainda pouco involvente, venal naquilo que muitos dizem que pode encontrar. Qi explica tudo, falam os sabichões, mas tudo explica tudo, tudo é correlativo, mas causal é pouco comum, meu amigo,. Qi não é inteligencia, apenas um jogo de sapiência, e nada mais. Pode ser parte de nossas capacidades, mas ser parte não é ser em sua totalidade. Não é bom demais pra ser verdade, porque não é. Um meio sapato é um meio sapato e não um sapato inteiro. QI pode expressar a terça parte da inteligência, mas não será o seu espelho, apenas parte dele.