Brigitte Bardot, one of the greatest names in 20th-century French cinema, passed away at the age of 91 on one of the last days of 2025. It's a fact that the legacy she left behind goes far beyond a beautiful image, a muse of European cinema who enchanted audiences and generations. While Brigitte left the spotlight to dedicate herself to animal rights, she also didn't shy away from publishing "tough" opinions on various topics that are considered highly controversial today, especially by those "on the left." A true activist who got her hands dirty during her years of dedication to a noble cause, in contrast to many of her "ideological enemies"—who talk a lot and do little or nothing of what they preach—she had the "audacity" to disagree with that same group of totalitarian "democrats," whether on homosexuality or immigration. For me, even if I don't agree with everything she's said that's "controversial" in interviews, I can't help but admire her courage in going against political correctness and also for abandoning her acting career to help rescue and care for vulnerable animals. And I think my opinion about her seeks to reflect more accurately who she was, what she said/thought and did, rather than reducing her to the identity of "muse" or even "fascist," as I read in a comment from an opponent whose debate on Instagram arose from the news of her death. So, at least for me, Brigitte Bardot leaves us with some valuable lessons, such as judging a person especially by their actions and not only or solely by their opinions, and also learning to tolerate the complexity of the "human person," of course, when it doesn't exceed all acceptable limits, instead of always falling into a Manichean dichotomy of judgment...
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sábado, 17 de janeiro de 2026
Falar sobre Bardot pode ser complexo, mas necessário
Brigitte Bardot, um dos maiores nomes do cinema francês do século XX, faleceu aos 91 anos em um dos últimos dias de 2025. É fato que o legado que ela deixou vai muito além de uma boa figura, de musa do cinema europeu que encantou plateias e gerações. Pois se Brigitte deixou os holofotes para se dedicar à causa animal, ela também não se poupou de publicar opiniões "duras' sobre diversos temas que, hoje em dia, são considerados muito polêmicos, especialmente por aqueles "à esquerda". Uma ativista literal que colocou a mão na massa durante seus anos de dedicação a uma causa nobre, em contraste a muitos de seus "inimigos ideológicos", que são do tipo que falam muito e fazem pouco ou nada do que falam, teve a "audácia" de não concordar com essa mesma turma de "democráticos" totalitários, quer seja sobre homossexualidade ou imigração. Para mim, mesmo que não concorde com tudo o que ela já disse de "controverso' em entrevistas, não posso deixar de admirá-la pela coragem de ir contra o politicamente correto e também por ter abandonado sua carreira de atriz para ajudar a resgatar e cuidar de animais em situação de vulnerabilidade. E acho que a minha opinião sobre ela busca refletir de maneira mais precisa quem ela foi, o que disse/pensava e fez, do que reduzi-la à identidade de "musa" ou mesmo de "fascista", como eu já li em um comentário de uma oponente cujo debate, no Instagram, se deu a partir da notícia do seu falecimento. Então, pelo menos para mim, Brigitte Bardot nos deixa algumas lições valiosas, como a de julgar uma pessoa especialmente por suas ações e não apenas ou unicamente por suas opiniões, e também de aprendermos a tolerar a complexidade da "pessoa humana", claro, quando não ultrapassa todos os limites aceitáveis, ao invés de sempre nos deixarmos cair em uma dicotomia maniqueísta de julgamento...