Psicopatas sentem as emoções quentes ou que estão dentro do ramo da ''euforia'', enquanto que, de fato, eles não sentem as emoções frias, especialmente a tristeza, que estão dentro do ramo da ''melancolia''.
A psicopatia é tal como a TDAH, uma espécie de personalidade extrema unipolar-eufórica, no entanto, a TDAH não é fortemente ''baseada'' no estado de defesa e ataque, que, a priore, todos nós temos, mas que está totalmente dominante entre os psicopatas e afins.
Talvez um insight subjetivo, visto que, já deve ser conhecido que os psicopatas típicos não são capazes de ficarem depressivos, possivelmente porque não são capazes de vivenciar ou de experimentar as emoções ''frias''.
Por outro lado, pode-se ser hipo-emotivo e no entanto decisiva e benignamente empático.
O TDAH típico encontra-se em um estado constantemente eufórico, mas ele tem toda a aquarela de emoções, tal como um neurotípico, enquanto que o psicopata típico só consegue ser, surpresa, FELIZ, enquanto que o sociopata tipico, uma versão menos extrema de psicopatia, tal como o TDAH também seria mais propenso a ter a ''aquarela de emoções'', só que em um estado constante de defesa e ataque, especialmente o ataque, que dizem ser a melhor defesa.
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terça-feira, 8 de agosto de 2017
''Psicopatas não sentem emoção'', não** Nova proposta esdrúxula...
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quinta-feira, 20 de abril de 2017
A felicidade da sabedoria é a mais verdadeira de todas porque apesar de toda consciência existencial o sábio ainda consegue ser feliz
Felicidade pura, sem/com quase nenhum rastro de ilusão.
Enquanto que a maioria das pessoas tendem a se tornarem deprimidas quando são super expostas ao realismo existencial, o sábio é dos poucos que ainda consegue ser feliz e mais, de maneira pura, pelo simples fato de viver e pelas pequenas ''coisas'' da vida, mesmo ou especialmente nessa condição. Aliás, o sábio é mais caracteristicamente sábio exatamente quando se torna mais e mais existencialmente realista porque é a partir daí que a sua labuta ou ''missão'' se fará mais explícita, primeiramente pra si mesmo, se já será um grande desafio pra ele de enfrentar as agruras da depressão existencial.
A sabedoria se consiste na felicidade racional, em partes porque é intrínseca ao ato de viver, isto é, dá-se sem a necessidade de qualquer outra razão a não ser a de que vive. É racional por não se basear em ilusões mundanas, por causa da hiper-certeza quanto ao ato especial de viver, ainda mais quando estiver aliado ao conhecimento da espinha dorsal da macro-realidade. O sábio substitui as mentiras dos sistemas de crenças humanos por fatos que são de extrema importância para a sua sobrevivência e segurança, resultando na construção de um pequeno porém verdadeiro castelo de certezas, que com certeza o ajuda a sobreviver à sua constante melancolia.
Enquanto que a maioria das pessoas tendem a se tornarem deprimidas quando são super expostas ao realismo existencial, o sábio é dos poucos que ainda consegue ser feliz e mais, de maneira pura, pelo simples fato de viver e pelas pequenas ''coisas'' da vida, mesmo ou especialmente nessa condição. Aliás, o sábio é mais caracteristicamente sábio exatamente quando se torna mais e mais existencialmente realista porque é a partir daí que a sua labuta ou ''missão'' se fará mais explícita, primeiramente pra si mesmo, se já será um grande desafio pra ele de enfrentar as agruras da depressão existencial.
A sabedoria se consiste na felicidade racional, em partes porque é intrínseca ao ato de viver, isto é, dá-se sem a necessidade de qualquer outra razão a não ser a de que vive. É racional por não se basear em ilusões mundanas, por causa da hiper-certeza quanto ao ato especial de viver, ainda mais quando estiver aliado ao conhecimento da espinha dorsal da macro-realidade. O sábio substitui as mentiras dos sistemas de crenças humanos por fatos que são de extrema importância para a sua sobrevivência e segurança, resultando na construção de um pequeno porém verdadeiro castelo de certezas, que com certeza o ajuda a sobreviver à sua constante melancolia.
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