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sábado, 1 de julho de 2017

Materialista/partidário = menor imaginação/ abertura para a experiência = mais extrospectivo/ menos consciencioso = mais consumista = maior degradação ambiental ...

Vitalista/idealista = maior imaginação/abertura para a experiência = mais introspectivo/ mais consciencioso = menos consumista = menor degradação ambiental

Resultado de imagem para imagination spongebob

Apesar de parecer uma dicotomia política ou ideológica, eu acabei pegando uma perspectiva de comparação mais distinta em que ''o mais direitista'' será menos consciencioso que ''o mais para a esquerda'' do espectro, já que a conscienciosidade é um construto psicológico largo, com várias facetas, e algumas delas parecem estar mais presentes em tipos ideológicos menos enviesados para o ''lado direitista''. 

Neste sentido, a combinação de uma maior capacidade imaginativa + maior conscienciosidade, é possível que, logicamente falando, resultará com maior frequência em um maior autocontrole, porque uma maior imaginação tende a compensar ou a reduzir o desejo materialista/consumista mais agudo, pela própria situação de ''viver mais ou com maior assiduidade no próprio mundo'', do que no ''mundo exterior'', tendo como possível efeito um maior autocontrole, e mesmo uma maior conscienciosidade, no sentido/ou faceta de ''tomar consciência'', especialmente em relação ao meio ambiente. Também acho que, para alguns a predominantes tipos, maior a imaginação, maior a memória autobiográfica EM RELAÇÃO à memória semântica, e menor aptidão aos trabalhos e ambientes tecnologicamente antropomorfizados = maior consciência ambiental = maior vontade de viver em ambientes moderadamente naturais, e interesse em ''bens vitais'' [pessoas, seres] do que em ''bens materiais'' ou em sua aquisição. 

Maior imaginação pode vir a se relacionar com um maior bem-estar intrapessoal = ''eu fico mais satisfeito comigo'', e quanto maior a conjugação das duas variáveis, em termos de intensidade, maior a vulnerabilidade possivelmente acidental ou não-intencional para a hipo-socialização, sem necessariamente ser hipo-sociável, mas se tornando hipo-social, porque se a sua imaginação/você lhe basta, como eu já falei em outro texto, então sentirá menor necessidade da socialização para preencher a sua caminhada existencial.




sábado, 24 de junho de 2017

Um dos tipos de hipo-sociais

Difícil de socializar, mas por que*

Muitas pessoas sentem uma necessidade incontrolável para bater perna na rua, ou melhor para socializar. Eu não. 

E você*

Por ''me adorar'', eu não sinto grande falta da presença alheia, ao menos de um número mais significativo de pessoas ''dentro' ou em atrito com o meu território pessoal. 

Desde criança que, por causa de minha imaginação fértil e pelo que parece, certo bem-estar pessoal, que não sinto grande falta da socialização. Não é que eu não goste de fazer amigos, acho que todo mundo gosta, mas que, aqueles que são ''excelentes candidatos'' para compartilhar as suas vidas comigo escasseiam em minha ''comarca''. Muitos podem entender como ''elitismo'' e até seja, porque afinal de contas, tem aqueles que são muito R-seleção e acabam fazendo ''amizade'', diga-se, invariavelmente superficial, com um monte de gente ao longo de suas vidas. Como eu sou uma espécie de extremo-K neste sentido, então a priore eu terei muito mais dificuldade de manter relações interpessoais além de minha família imediata [e olhe, se não fosse pela conveniência já os teria dado cartão vermelho faz tempo]. Não é que eu seja super-mega-ultra-plus exigente, não necessariamente. Por exemplo o meu melhor amigo atualmente e espero que por todo o nosso resto compartilhado de vida, não é a pessoa mais inteligente nem a mais racional do mundo. Ele me faz bem sendo quem ele é, isso acontece, para o nosso bem assim como também para o nosso mal, porque dependendo dos defeitos, nós podemos cair em enrascadas, e é comum que isso aconteça mais com mulheres do que com homens.

No mais é isso, eu me basto e por me sentir tão satisfeito com a minha própria companhia, pode e parece ter consequências subsequentemente óbvias tal como uma hipo-socialização.