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sábado, 27 de agosto de 2016

Obsessão, aprofundamento divergente e sua relação geralmente ou possivelmente negativa com ''realizações escolásticas''... mais metáfora do poço de petróleo

A mente criativa e especialmente a que tiver maior potencial de constância obsessiva, especulativa/investigativa de longo prazo, funciona, metaforicamente falando, tal como quando ocorre a descoberta de um poço de petróleo e a sua subsequente exploração. 

Primeiro nós temos a procura pelo ''poço'' para a obsessão.

Depois nós temos a descoberta de um ramo pra ser explorado, estudado mais profundamente até cair numa paixão obsessiva, num aprofundamento/perfuração vertical especulativa/ideacional/divergente e potencialmente criativo(a).

O incremento do aprofundamento vertical pode ter efeitos colaterais para a manutenção de uma certa simetria em relação ao ''conhecimento horizontal'', geralmente holístico e invariavelmente superficial, que é geralmente necessitada em testes cognitivos, na escola, no trabalho ou para passar em concursos públicos, o famoso '' 'estudar' para a prova''.

'estudar' = decorar.

A evolução humana ideal se dá com base na maturidade emocional...

Maior a maturidade emocional, maior a racionalidade, maior a eficiência na mitigação de perigos eminentes, enfim a maximização da sobrevivência...

A herdabilidade do qi aumenta com a idade??

Como assim?????

Herdabilidade é uma probabilidade de hereditariedade usualmente encontrada em estudos com gêmeos idênticos ainda que isso necessariamente não tenda a refletir a paisagem genética maior que os abarcam mas especialmente a paisagem genética menor de suas respectivas famílias.

Então graças a um "papagaio hbd", que eu me tornei consciente/intelectualmente curioso--alerta em relação a esta máxima: " a herdabilidade do qi aumenta com a idade, '20%' na infância, '40%' na adolescência e '80%' na fase adulta".

Então eu passei a me questionar sobre o quão errada parece estar esta frase conclusiva porque afinal de contas herdabilidade me parece ser um termo que cabe apenas ou fundamentalmente antes do nascimento tal como uma estimativa de hereditariedade. Enfim muita abstração e poucas certezas, talvez. Tudo solto pelo ar e muitos tomando essas abstrações como verdades absolutas, literalizando-as.

Como eu interpreto esta máxima:

Na infância o cérebro ainda está se desenvolvendo. Portanto ocorre maior variação nas pontuações de qi, de desempenho cognitivo. E ainda mais específico, se não estiver errado, ''de acordo com o método galtoniano, usando gêmeos univitelinos, esta variação mostra maiores diferenças de desempenho cognitivo entre eles''. Então, na adolescência, o cérebro já está mais desenvolvido e portanto essas discrepâncias tendem a se reduzirem. E a partir da vida adulta com o término da maturação cerebral a variação de desempenho em testes cognitivos se torna bem mais estabilizada ou reduzida.

Mais estável = mais herdável? 

Não necessariamente...

Esta estabilização progressiva no desempenho cognitivo reflete as etapas de maturação/desenvolvimento cerebral e não de níveis de herdabilidade que costumam ser estimados antes do nascimento como prévias de hereditariedade.

A hereditariedade se consiste no resultado da herdabilidade e que por sua vez parece que se consiste na estimativa para a hereditariedade. 

Vale ressaltar que, em especial, em relação aos traços comportamentais existe uma maior variação para cada um deles e portanto pode-se "herdar" mutações de um mesmo traço, e ainda se consistir em uma hereditariedade ou transmissão intergeracional implícita, modificada, porém existente. E personalidades são usualmente recombinantes em termos hereditários. 

Minha proposta é a de especular conclusivamente se a herdabilidade é mais ou menos fixa ao longo de toda vida e que na verdade esta suposta ''variação de herdabilidade do qi'' expresse as etapas de maturação cerebral.

Conceito de herdabilidade: 
é um coeficiente genético que expressa a relação entre a variância genotípica e a variância fenotípica, ou seja, mede o nível da correspondência entre o fenótipo e o valor
 genético. Assim, a herdabilidade mede o grau de correspondência
entre fenótipo e valor genético que é, em última instância, aquilo
 que influencia a próxima geração.

Os psicometristas em média parecem ser essas pessoas maravilhosas que inventam fórmulas matemáticas fantásticas mas escorregam naquilo que deveria ser o mais simples, os conceitos das palavras que usam e suas aplicações corretas.


Portanto, como conclusão, sempre atrevida,  a herdabilidade do qi é estimada antes do nascimento do ser humano, e a sua variação fenotípica/expressiva ao longo da vida não reflete a sua variação, se já se nasce com a ''inteligência'', mais ou menos herdada, ao menos em termos genotípicos, porque reflete a sua progressiva estabilização assim como também o processo de desenvolvimento e maturação do cérebro.

O valor genético ou genotípico de algo que já foi herdado parece ser o mesmo durante toda a vida. O que de fato muda ao longo do tempo é o valor fenotípico ou expressivo e claro, dependendo de qual traço que estivermos falando. Por exemplo, a cor dos olhos, que para a maioria das pessoas parece que é fixo por toda a vida, ainda que possamos debater sobre a variação do seu brilho (maior durante as primeiras fases da vida e mais ''desbotado'' durante a velhice**) 

O processo de maturação e desenvolvimento do cérebro é mais tumultuado e variável justamente durante o período em que está se desenvolvendo de maneira mais intensa, a memória ambiental ainda é fresca, etc. Juntamente com a memória ambiental cognitiva, ou conhecimento cristalizado, que essa poeira vai se assentando até a vida adulta. 

Estabilidade não é herdabilidade, é genotipicalidade, por exemplo, um homossexual muito afeminado é mais genotipicamente fixo do que um bissexual com identidade sócio-sexual mais variada.

O valor genotípico de um homossexual masculino muito afeminado será muito maior do que o valor genotípico de um homossexual masculino mais ''normal', claro que em relação a sua homossexualidade, mediante o grau de intensidade/predomínio de ''feminização'' ou de ''trans-sexualização natural'' do primeiro em relação ao segundo.

E o mesmo pode ser dito sobre as características cognitivas, por exemplo, criatividade. O mais criativo será mais genotipicamente criativo do aquele com menor intensidade e/ou constância expressiva.




Todo orgulho é ''gay'', em especial o tipo mais sexual...

O auto-gostar é uma forma de ''amor 'gay' '' pois se consiste no gostar do mesmo sexo, só que de si mesmo. Todo ato de masturbação é implicitamente um ato homo-auto-sexual, ;)

Parece extremamente ridículo, e é, mas faz sentido e pode ser considerado como verdadeiro...

Só porque é ridículo, a priore, não significa que não possa ser verdadeiro.

O primeiro amor é o amor a si próprio, o vício primordial da vida é o de respirar, de, gostando ou não de si, ao menos ''da vida'' que leva, que sustenta, que vivencia, em que o ''eu'', o ''ser'', será imprescindivelmente necessário. Portanto, gostando-se ou não, se ainda vive, é porque no fundo ainda se gosta e o se gostar é o primeiro amor e o primeiro amor é uno ou homo, e o primeiro narciso é homo-sexual.

Todo auto-gostar é o gostar de si mesmo, do mesmo sexo, e todo masturbar é um ato, uma ode à primeva homossexualidade, o eu-sexual.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Racionalidade e qi

São todos os ''altos qis'' mais racionais**

Todos aqueles que forem mais racionais pontuarão mais alto em testes cognitivos**

Tal como eu mostrei neste texto autobiográfico, comparando-me superficialmente aos meus familiares, ''não é apenas qi'', porque as pessoas tendem a nascer com um estilo de pensamento, de pensamento basal, que varia entre a lógica e a ilógica. O típico estúpido é aquele que seria mais ilógico do que lógico. Tal como também tenho falado a existência por si mesma só pode ser possível de existir por causa do fator ''lógica''. A Terra, o planeta em que vivemos, é um exemplo poderoso sobre esta extrema importância da lógica em relação a tudo. O pensamento é basal porque existe uma grande recorrência de estilo, em que aquele que for mais lógico, tenderá sempre a principiar-se, basear-se justamente pelo reconhecimento frio e a priore indiferente de padrões coerentes, que funcionam. 

A pedra, um exemplo sempre muito comum, ''funciona'', porque é um estrutura com características que conspiram umas com as outras para compô-la, do contrário, a pedra simplesmente não existiria. A pedra é uma sobreposição de padrões coerentes...lógicas e por isso que existe. E a pedra é apenas uma emulação de toda existência.

Todo ser racional é inteligente, independente do quão ''alta'' for a sua capacidade. E todo ser racional mais se parece se consistir numa espécie de extra-lógico ou em alguém que aplica a lógica em todos os aspectos, inclusive naqueles que exigem maior abordagem empática, enquanto que, como eu falei neste texto com link, aqueles que estamos nos habituando a chamar de ''lógicos'', na verdade seriam de lógicos parciais ou racionais incompletos, justamente porque encontrar-se-ão desprovidos de uma distribuição e disposição igualitária ou harmoniosa de instinto, emoção e lógica. Com menos emoção e mais instinto ou com menos emoção e mais lógica, ou ''instinto refletido'', o ser caminha para pensar e agir numa constância emocionalmente embotada em seus comportamentos e justamente onde que a emoção for necessária para compor a racionalidade, haverá um déficit neste aspecto para os ditos ''mais lógicos''.

 Um exemplo muito elucidativo: fulano de tal consegue aceitar a existência de variações fenotípicas das populações humanas, apesar de toda propaganda contrária, que podem ser denominadas de ''raças'', mas caminhará para ''racionalizar'' a ''necessidade'' de guerras entre as nações humanas. 

Acho que já especulei sobre a relação entre qi e sabedoria concluindo que haverá uma correlação positiva mas muito longe de se consistir em uma quase perfeita causalidade, e as razões usadas são as mesmas aqui neste texto visto que a racionalidade se consiste num princípio para a sabedoria. 

Todo sábio é racional, mas nem todo racional é sábio.

E uma complexidade potencialmente significativa será prevista para intercalar ambas essas construções perfeccionistas do pensar e do agir e talvez a principal diferença entre um sábio e um racional seja ''apenas'' de nível, isto é, o primeiro enquanto uma versão muito mais aprimorada do segundo, ainda que tais observações, pertinentes em algumas perspectivas, caminharão para serem excessivas em outras, diga-se, até bem mais importantes. 

Partindo da lógica que o sábio escasseará mais do que o racional dentro das populações humanas, então eu concluo rapidamente que é provável que a relação entre a racionalidade e qi (''inteligência cognitiva'') será maior do que entre sabedoria e qi, porque a racionalidade parece necessitar mais dos aspectos cognitivos do que dos aspectos afetivos, enquanto que o sábio tende a combinar-se dos dois, de modo mais abrangente, completo...

Qi mede ''humor cognitivo''... (((ainda um jogo mental)))

Apenas a longo prazo que poderemos de fato compreender, entender de modo perfeccionista e abrangente o quão inteligente e que tipo de inteligente é um ser humano... e também em relação à qualquer outra criatura. 

O qi, mesmo um teste que for muito bem feito e controlado, ainda não refletirá com quase absoluta perfeição o objetivo de sua realização, isto é, de MOSTRAR a ''inteligência'' do ser humano que está sendo analisado.

Qi dentre outros testes cognitivos similares tendem a mensurar o ''humor cognitivo'', se também temos o humor afetivo, ou humor por si mesmo. Também poderia denominá-lo de ''temperamento cognitivo''. Isto é, dentro de um ambiente, e sob certas circunstâncias, apresentaremos um ''humor cognitivo'', que pode variar consideravelmente ao longo do tempo. A verdadeira inteligência regride ou volta às suas origens que se encontra primeiramente na capacidade lógica/reconhecimento de padrões, e em especial no caso do ser humano, em sua capacidade racional, tendo como fim a sabedoria. O humor cognitivo pode não ser apenas o resultado da influência ''intrusiva' do humor afetivo na capacidade cognitiva, mas também de uma incapacidade temporária ou desconcentração significativa, mesmo com baixo ou nenhum teor afetivo.

Todo ser racional é inteligente, independente do quão inteligente ou qual tipo de inteligente ele for. Mas geralmente a racionalidade principiar-se-á por uma capacidade ou disposição de organização lógica do espaço e de si próprio, e portanto pode ser definido como um ''tipo de inteligente'', ainda que a priore, ''nada'' impeça que alguém com grandes habilidades matemáticas ou espaciais possa pertencer a esta categoria. Quando falamos de racionalidade, assim como também de sabedoria, estamos falando de estilo cognitivo/de pensamento basal.

Nem todo aquele for [cognitivamente inteligente] será racional, isto é, será primordialmente inteligente. 

Apenas um ou mesmo uma bateria de testes cognitivos não revelarão ''a sua inteligência'', mas em especial, um acompanhamento psicológico de longo prazo, me parece ser muito mais objetivo e eficiente para espelhar de maneira integrada o quão inteligente você é, se for incluído aí a sua capacidade racional.

A vida é o melhor, único e verdadeiro teste de inteligência que existe e como eu tenho sugerido, precisamos partir da lógica fundamental epicêntrica... baseada em minha teoria filosófica do comportamento, forma e da expressão.

Deve-se partir, principiar-se do ser  e em gradual expansão para o seu ambiente de interação/atrito existencial para que se possa compreender em, como que o comportamento e por consequência os seus atributos qualitativos se expressarão, ainda que a ação ou expressão dependa consideravelmente de sua forma, de seu epicentro, de onde que se originou. 

Por essa lógica, evidenciada pelo comportamento de qualquer ''ser'', inanimado, atmosférico, vivo ou mesmo, a existência por si mesma, o ser humano em especial, por causa de sua maior autoconsciência, deveria, então, principiar-se por si mesmo, por meio de sua cognição/''inteligência'' intrapessoal, isto é, o autoconhecimento ou mesmo, o autogoverno, saber-se de si a ponto de poder prover a melhor gama possível de comportamentos, que neste caso, encontrar-se-ão destituídos de valores morais. Isto é, o autoconhecimento, enquanto uma propriedade abstrata, em seu princípio encontrar-se-á destituído de valor moral. 

A racionalidade nasce do autoconhecimento. Portanto, ao concluir que a inteligência primordial e ideal no caso do alcance perceptivo humano/maior autoconsciência se dê a-partir-da-racionalidade, e finalizar-se-á pela sabedoria, então, apenas os testes cognitivos não serão capazes de, de fato, analisar a inteligência humana (ou de outros seres vivos) até mesmo porque tenderão a analisar o ''humor cognitivo'', isto é, em como que nos comportamos dentro de um espaço/tempo específico, em circunstâncias específicas, e no mais, os próprios testes tendem a falhar miseravelmente em muitos outros aspectos de tal maneira que ao invés de acessarmos e de conhecermos a inteligência/mente das pessoas, o faremos só que vendo-as enquanto ''trabalhadores'' e não enquanto ''seres'', isto é, em toda sua identidade existencial, analisando o comportamento 'puramente'' cognitivo direcionado para a realização de uma série de tarefas técnicas ou de exercícios mentais que na verdade não passam de aproximações em relação ao mundo real, sem levar em conta a dinâmica imparável e até mesmo cruel da vida. 

O melhor teste de inteligência não está dentro de uma sala da faculdade de psicologia, mas em qualquer lugar, inclusive dentro dela. O problema maior talvez não seja no seu reconhecimento apenas, mas na incapacidade com que muitos profissionais desta área tem para fazê-lo, primeiramente para entender o assunto.

A inteligência principia-se enquanto uma entidade filosófica e finaliza-se de igual modo mostrando que a verdadeira filosofia, que tem sido muito vilipendiada de uns tempos pra cá, consegue prover maior lógica a este assunto do que as auto-declaradas ''ciências'', suficientemente mumificadas enquanto ''propriedades de entidades supra-governamentais'', ao invés de serem e a de pertencerem primordialmente a si mesmas.

O tratamento da ''inteligência'' humana enquanto capacidade de ir bem na escola e na vida profissional é um sintoma muito contundente desta abdução proposital da ciência enquanto parte do governo.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Nano-combo de pensares indecentes

1- Dois tipos de homossexuais, garganta ou ânus profundo*

Parecem existir tipos de homossexuais de acordo com as suas ''fisiologias comumente erógenas de 'interesse' ''.

Aqueles com ''garganta profunda'' e cavidade anal estreita,

Aqueles com ''garganta 'pequena' '' e cavidade anal larga,

e por que não os outros tipos*

isto é, aqueles com garganta e cavidade anal grandes/largas,

e aqueles com garganta e cavidade anal pequenas/estreitas.


2- Homossexuais passivos/lésbicas ativas estão em maior risco de rupturas mentais

Transtornos mentais mais comuns em homossexuais passivos/lésbicas ativas por causa da maior carga de diferença e potencial conflito inter-social e intra-pessoal ou um maior acúmulo de diferenciação. 

- Maior proximidade comportamental/auto-perceptiva com a normatividade sexual reduz a hipersensibilidade emocional em relação à eventuais críticas. Em outras palavras, quanto menos ''afeminado'', melhor.


A velha vantagem de ''fazer parte de um grupo'' e diga-se, um grupo demograficamente prevalente, predominante.

E como é que eu ''sei'' disso**

Simples, porque teve uma época, recente, em que eu tentei parar de pensar muito em ''sexo anal'', inclusive quem é habitué neste blogue deve ter percebido em um dos meus textos sobre o assunto, e o resultado foi uma redução de minha hiper-sensibilidade à críticas/ ofensas de outras pessoas. Isto é, quando estive mais afastado da ''zona de passividade sexual'' dos homossexuais, e me vi mais como ''hétero'', eu me tornei mais relaxado neste sentido e portanto menos sensível à críticas.

Os nossos amados e queridos cérebros se acostumam fácil e isso não é bom, pois diz mais sobre nossas falhas morais do que sobre a eficiência adaptativa dos mesmos.